Já estamos morando juntos faz quase três meses e posso dizer que sou feliz, e é que, mesmo que falem que sexo não é o mais importante, eu acho que em todos os casos é essencial (agora, de "isso" não tenho do que reclamar). Agora tenho 22 e ele 43, a diferença de idade é mais que óbvia, mas juro que fazer amor com ele acaba com toda essa diferença. Ontem à noite ele chegou perto das 4 da manhã e é a primeira vez que faz isso em três meses de convivência, porque nesses três meses parecia que a única coisa que importava pra ele era chegar cedo em casa, mas hoje se atrasou e nem ligou.
Ouço a porta da casa se abrindo, mas não levanto porque quero que ele pense que estou dormindo. Ele entra no quarto, tira a roupa, vai pro banheiro, toma banho e deita. Sinto as mãos dele começando a acariciar minhas costas (desculpa, esqueci de te falar que durmo pelada):
- Alex, isso é hora de chegar?
- Milly, amor, tava com uns amigos, tomando uns drinks.
- Não foi isso que perguntei, não me interessa com quem você tava, quero saber se isso é hora de chegar?
- Bom, não vejo problema, sempre fiz isso, e é que encontrei eles saindo do trabalho, tava meses sem vê-los, antes eu fazia isso, e não vejo por que teria que ser diferente agora.
- Antes você morava sozinho e só o Sr. García (o cachorro dele) te esperava, agora eu tô aqui e quero que você saiba que é a última e primeira vez que chega tão cedo em casa, não é ameaça, só quero que você leve isso em conta.
- Desculpa, não sabia que você ia ficar assim.
- Desculpa? Só isso e você nem teve a delicadeza de ligar, então primeiro tira suas mãos de mim. Alex... Segundo, sinto muito, mas hoje vou me comportar como uma senhora de quarenta e poucos anos. Essa noite não me toca que não vai rolar nada, me deixa em paz.
- Amor, sério, me desculpa.
- Boa noite, Alex.
Naquela noite, eu tinha planos com ele, mas ele não comigo. Tinha umas ideias pra fazer a noite render algo. realmente explosivo.
Repito, pra mim é algo grandioso estar com ele, então deixei meus frescos de lado (15 minutos depois) e o encontrei de barriga pra cima, olhando pro teto. Passei uma das minhas mãos no peito dele, me virei de lado e fui descendo até chegar no pau dele, que comecei a acariciar, já que tava mole. Foi quando olhei pra ele, ele tava me encarando com um sorrisinho safado, mesmo sabendo que eu posso me arrepender, mas é como ele diz: chegar tão longe pra se arrepender.
Beijo ele e me coloco por cima, ele começa a acariciar meus peitos, e numa dessas que a gente para de se beijar, ele fala quase sussurrando:
- Love, desculpa, não vai acontecer de novo, eu prometo.
Continuei beijando ele e agora ele me deita do lado dele pra ser ele quem deita por cima de mim. (Admito uma coisa: sempre gostei de sexo meio selvagem, mas prefiro mil vezes sentir o prazer retardado que ele me dá, ou melhor, a suavidade com que ele faz. É melhor quando a gente vai aumentando a velocidade conforme o prazer e o desejo vão crescendo.)
Ele me beija e sinto a língua dele explorando minha boca inteira num beijo. Amo quando ele me beija, as mãos dele percorrem todo o meu corpo, param nos meus peitos, acaricia com as palmas das mãos, com os dedos, meus bicos tão duros, tesos pelo contato das mãos dele, do corpo dele sobre o meu. Agora ele desce e a boca dele substitui uma das mãos, passa a língua tão devagar que... uau! Não sei como te dizer, mas fico num estado que tenho que ter sempre uma toalha pequena do lado da cama porque a umidade entre minhas pernas costuma ser tanta que às vezes até incomoda. Agora ele passa a língua em círculo. Sinto tanta coisa ao mesmo tempo, arrepios ou arrepios quentes (como ele fala de brincadeira) e um gemido sai dos meus lábios:
- Ahhh... Uau... Alexxx.
Agora ele começa a chupar e com a outra mão belisca de leve meu outro bico, sinto uma dor gostosa e agora meus gemidos vão aumentando de tom:
- Ahhh, isso... Alex, eu amo você... Alex, sobe que eu quero sentir você...
Acaricio o cabelo dele, as costas dele... Agora ele se dedica ao meu outro mamilo, fazendo o mesmo trabalho que no outro, e agora desce beijando o canal entre meus seios, passando a língua pelo meu umbigo, beijando e dando pequenas mordidas na minha barriga, abre minhas pernas, beija a parte interna das minhas coxas e eu levanto a pélvis pra tentar fazer ele chegar com a boca no lugar onde eu preciso sentir ele, mas ele desvia do meu movimento e passa a língua de novo pela minha virilha:
- Alex, por favor... Não aguento mais, Alexxxxx...
A boca dele se aproxima da minha buceta e com as mãos ele separa meus lábios maiores, tocando com a língua meu clitóris, passa a língua por toda a minha xota, e agora eu prendo num movimento quase involuntário a cabeça dele entre minhas pernas. Levanto meus quadris obrigando ele a se ajoelhar na cama e sinto a língua dele entrar na minha buceta como um pinto pequeno e começo a mexer a pélvis tentando sentir a língua dele mais e mais dentro de mim. Ele passa a língua por toda a abertura da minha ppk, agora chupa meu clitóris e sinto meu orgasmo vindo como uma corrente que me atordoa...
- Love, siiiiiiiiiiiiiii ai, ayyyyyyyy!... Alex... já... Ahhhhhh!!!!!!!!!!!!
Ele me abaixa até colocar meus quadris descansando nas pernas dele e me penetra fundo, alojando o pinto inteiro dentro de mim, arqueio minhas costas me apoiando nos cotovelos e começo movimentos circulares com a pélvis, as mãos dele agarradas nos meus quadris tentando controlar meus movimentos ou me manter enfiada completamente.
- Amor... Por favor... Se você continuar se mexendo assim, não vou durar nada... love, para... Devagar... Milly.
- Alex... Alex... Ahhhhhh!!!!!!! Uaaaaauuuuuuu... Mmmm love... Jááááá!!!!!!
Meu orgasmo chega de um jeito impressionante; volto e repito: transar com ele é eletrizante. Sinto a descarga dele dentro de mim, um gemido sai dos lábios dele, ele se deita sobre mim, procurando com os lábios dele os meus, nos fundindo num beijo que nos une até... Calmar. Ele se deita do meu lado, me abraçando... continua brincando com meus mamilos, enquanto eu olho pra ele e beijo o queixo dele, a mão dele para de acariciar meu peito.
Olho pra ele:
— Alex, amor...
Ele dormiu.
Ouço a porta da casa se abrindo, mas não levanto porque quero que ele pense que estou dormindo. Ele entra no quarto, tira a roupa, vai pro banheiro, toma banho e deita. Sinto as mãos dele começando a acariciar minhas costas (desculpa, esqueci de te falar que durmo pelada):
- Alex, isso é hora de chegar?
- Milly, amor, tava com uns amigos, tomando uns drinks.
- Não foi isso que perguntei, não me interessa com quem você tava, quero saber se isso é hora de chegar?
- Bom, não vejo problema, sempre fiz isso, e é que encontrei eles saindo do trabalho, tava meses sem vê-los, antes eu fazia isso, e não vejo por que teria que ser diferente agora.
- Antes você morava sozinho e só o Sr. García (o cachorro dele) te esperava, agora eu tô aqui e quero que você saiba que é a última e primeira vez que chega tão cedo em casa, não é ameaça, só quero que você leve isso em conta.
- Desculpa, não sabia que você ia ficar assim.
- Desculpa? Só isso e você nem teve a delicadeza de ligar, então primeiro tira suas mãos de mim. Alex... Segundo, sinto muito, mas hoje vou me comportar como uma senhora de quarenta e poucos anos. Essa noite não me toca que não vai rolar nada, me deixa em paz.
- Amor, sério, me desculpa.
- Boa noite, Alex.
Naquela noite, eu tinha planos com ele, mas ele não comigo. Tinha umas ideias pra fazer a noite render algo. realmente explosivo.
Repito, pra mim é algo grandioso estar com ele, então deixei meus frescos de lado (15 minutos depois) e o encontrei de barriga pra cima, olhando pro teto. Passei uma das minhas mãos no peito dele, me virei de lado e fui descendo até chegar no pau dele, que comecei a acariciar, já que tava mole. Foi quando olhei pra ele, ele tava me encarando com um sorrisinho safado, mesmo sabendo que eu posso me arrepender, mas é como ele diz: chegar tão longe pra se arrepender.
Beijo ele e me coloco por cima, ele começa a acariciar meus peitos, e numa dessas que a gente para de se beijar, ele fala quase sussurrando:
- Love, desculpa, não vai acontecer de novo, eu prometo.
Continuei beijando ele e agora ele me deita do lado dele pra ser ele quem deita por cima de mim. (Admito uma coisa: sempre gostei de sexo meio selvagem, mas prefiro mil vezes sentir o prazer retardado que ele me dá, ou melhor, a suavidade com que ele faz. É melhor quando a gente vai aumentando a velocidade conforme o prazer e o desejo vão crescendo.)
Ele me beija e sinto a língua dele explorando minha boca inteira num beijo. Amo quando ele me beija, as mãos dele percorrem todo o meu corpo, param nos meus peitos, acaricia com as palmas das mãos, com os dedos, meus bicos tão duros, tesos pelo contato das mãos dele, do corpo dele sobre o meu. Agora ele desce e a boca dele substitui uma das mãos, passa a língua tão devagar que... uau! Não sei como te dizer, mas fico num estado que tenho que ter sempre uma toalha pequena do lado da cama porque a umidade entre minhas pernas costuma ser tanta que às vezes até incomoda. Agora ele passa a língua em círculo. Sinto tanta coisa ao mesmo tempo, arrepios ou arrepios quentes (como ele fala de brincadeira) e um gemido sai dos meus lábios:
- Ahhh... Uau... Alexxx.
Agora ele começa a chupar e com a outra mão belisca de leve meu outro bico, sinto uma dor gostosa e agora meus gemidos vão aumentando de tom:
- Ahhh, isso... Alex, eu amo você... Alex, sobe que eu quero sentir você...
Acaricio o cabelo dele, as costas dele... Agora ele se dedica ao meu outro mamilo, fazendo o mesmo trabalho que no outro, e agora desce beijando o canal entre meus seios, passando a língua pelo meu umbigo, beijando e dando pequenas mordidas na minha barriga, abre minhas pernas, beija a parte interna das minhas coxas e eu levanto a pélvis pra tentar fazer ele chegar com a boca no lugar onde eu preciso sentir ele, mas ele desvia do meu movimento e passa a língua de novo pela minha virilha:
- Alex, por favor... Não aguento mais, Alexxxxx...
A boca dele se aproxima da minha buceta e com as mãos ele separa meus lábios maiores, tocando com a língua meu clitóris, passa a língua por toda a minha xota, e agora eu prendo num movimento quase involuntário a cabeça dele entre minhas pernas. Levanto meus quadris obrigando ele a se ajoelhar na cama e sinto a língua dele entrar na minha buceta como um pinto pequeno e começo a mexer a pélvis tentando sentir a língua dele mais e mais dentro de mim. Ele passa a língua por toda a abertura da minha ppk, agora chupa meu clitóris e sinto meu orgasmo vindo como uma corrente que me atordoa...
- Love, siiiiiiiiiiiiiii ai, ayyyyyyyy!... Alex... já... Ahhhhhh!!!!!!!!!!!!
Ele me abaixa até colocar meus quadris descansando nas pernas dele e me penetra fundo, alojando o pinto inteiro dentro de mim, arqueio minhas costas me apoiando nos cotovelos e começo movimentos circulares com a pélvis, as mãos dele agarradas nos meus quadris tentando controlar meus movimentos ou me manter enfiada completamente.
- Amor... Por favor... Se você continuar se mexendo assim, não vou durar nada... love, para... Devagar... Milly.
- Alex... Alex... Ahhhhhh!!!!!!! Uaaaaauuuuuuu... Mmmm love... Jááááá!!!!!!
Meu orgasmo chega de um jeito impressionante; volto e repito: transar com ele é eletrizante. Sinto a descarga dele dentro de mim, um gemido sai dos lábios dele, ele se deita sobre mim, procurando com os lábios dele os meus, nos fundindo num beijo que nos une até... Calmar. Ele se deita do meu lado, me abraçando... continua brincando com meus mamilos, enquanto eu olho pra ele e beijo o queixo dele, a mão dele para de acariciar meu peito.
Olho pra ele:
— Alex, amor...
Ele dormiu.
3 comentários - Sexo Elétrico de Arrepiar
Espero que este relato sea de su agrado
gracias por compartir
Excelente y caliente relato amigo @ChristianJed!! 😉