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http://www.poringa.net/posts/relatos/2668037/Sexo-en-la-escuela-parte-4.htmlVou continuar contando os encontros sexuais que tenho com minha professora, ou melhor, minha ex-professora. Uns dias atrás ela me ligou pra gente se encontrar na escola numa sexta à tarde. Na sexta, fui pra escola, nos encontramos lá embaixo e fomos direto pra sala da psicóloga (ou melhor, a sala do sexo). Entramos e trancamos a porta pra ninguém entrar. Nos beijamos um pouco e depois tiramos a roupa rapidinho. Mandei ela sentar numa cadeira e me ajoelhei na frente dela. Abri as pernas dela e mergulhei de cabeça pra saborear a buceta dela. Depois de um tempo, ela já tava a mil e me deu uns presentinhos dos fluidos dela de tão excitada que tava, tinha que se segurar pra não soltar os gemidos. Enfiei a língua o mais fundo que dava e de vez em quando enfiava e tirava os dedos pra excitar ela ainda mais. Fiquei uns 10 minutos chupando a buceta dela e terminei com a boca toda molhada dos fluidos dela. Quando terminei, ela disse: "Faz tempo que não me dão uma chupada assim, agora é minha vez." Aí eu sentei na cadeira e ela foi quem se ajoelhou na minha frente. Como eu ainda não tava tão duro, ela bateu uma punheta com as mãos por um tempo pra depois, sim, chupar meu pau com tudo. Bem na hora que ela tava chupando, bateram na porta. Ela parou de chupar e perguntou: "Quem é?" Do outro lado da porta, a psicóloga da escola respondeu: "Sou eu (o nome), deixa eu entrar pra pegar uma coisa e já vou." A professora se levantou e foi abrir a porta. A psicóloga entrou, me viu e disse: "Ah, pensei que você tivesse com o diretor." Pegou uns papéis que estavam na mesa e foi embora. A professora fechou a porta de novo e se ajoelhou na minha frente. Voltou a chupar meu pau, que tinha murchado um pouco por causa da situação. Ela começou a chupar meu pau freneticamente e ele ficou duro de novo. Uns minutos depois, ela parou de chupar e disse: "Agora me come um pouco." Ela ficou de quatro no chão e eu me ajoelhei atrás pra comer ela. Acabei de começar a penetrar ela, e ela me pediu pra ir devagar pra não gemer muito. Eu tava comendo ela devagar e era muito bom porque dava pra curtir bem a foda. Uns minutos depois, ela falou: "Beleza, vai terminando que já é tarde, a gente continua na minha casa." Eu parei de comer ela e pedi pra ela me chupar. Levantei, e ela se pendurou no meu pau até eu gozar, e engoliu tudo. A gente se vestiu e saiu do consultório da psicóloga. Quando a gente tava indo embora, cruzamos com o reitor na hora. Ela parou pra conversar com ele. O reitor pediu pra ela fazer um boquete nele. Voltamos pro consultório da psicóloga, eles entraram, e eu fiquei esperando na porta enquanto ela chupava ele. Esperei uns 10 minutos até ela sair limpando a boca com um guardanapo de papel. Depois o reitor saiu, e a gente foi andando junto até o portão, onde a gente se separou e ele foi pro carro dele.
Com a professora, a gente foi primeiro buscar a filha dela na casa da mãe dela, e de lá fomos pra casa dela. Quando chegamos na casa dela, ela mandou a filha ir pro quarto. A professora tirou a roupa, foi tomar banho e me disse pra esperar na cama. Tirei a roupa e fiquei esperando ela pelado na cama. Uns minutos depois, ela apareceu nua e ainda trouxe dois copos de fernet pro quarto. A gente começou a tomar fernet e conversar, virou o copo na hora e começou a se beijar. Daí a pouco, comecei a chupar os peitos dela, depois fui descendo, chupando e beijando cada canto da pele dela até chegar nos pés. Chupei um pouco os pés dela, e como já era tarde, decidimos não transar naquele momento pra ela poder preparar a comida tranquila e a filha não ter que esperar a gente. Sentei na frente dos pés dela e comecei a massagear eles enquanto a gente conversava. Lá pelas 8 da noite, a gente levantou da cama, se vestiu e foi pra cozinha. Ela começou a cozinhar, e eu ajudei um pouco. Mais tarde, às 9 e meia, a gente comeu tranquilo os três. Depois de Comemos, lavamos a louça e sentamos pra ver TV pra passar o tempo até a filha dela dormir.
Já meia-noite ela falou: "Vou me trocar pra gente começar." Esperei uns minutos no sofá até ela aparecer com umas botas pretas, uma saia bem curta, um chicote na mão e de peitos de fora. Ela perguntou: "Tá pronto?" Respondi: "Tô sim, gostosa." E fomos pro quarto dela.
Já no quarto, tirei a roupa, deitei na cama e ela me deu uns tapinhas com o chicote nas pernas e disse: "Me come toda, bebê." Respondi: "Sim, meu amor, vou te comer toda." Ela sentou em cima de mim e a gente se beijou um pouco, depois colocou os peitos na minha cara pra eu chupar um pouco. Depois, ela sentou numa cadeira na frente da cama e começou a se masturbar com um vibrador. Meu pau ficou duro e eu também comecei a me masturbar, tava muito bom, cada um se tocando. Uns minutos depois, ela parou de se tocar e disse: "Se você gosta dessa buceta, vem chupar." Levantei rápido e me ajoelhei na frente dela pra chupar a buceta gostosa dela. Quando fui chupar, já tava toda molhada, fiquei estimulando com meus dedos e minha língua, e ela me deu mais dos sucos dela. Num momento, ela começou a ter um orgasmo, então peguei o vibrador e comecei a meter pra estimular ainda mais.
Ela começou a gemer que nem louca, enquanto isso larguei o vibrador e passei minha língua por toda a buceta dela. Depois do orgasmo, ela falou entre suspiros: "Como você é bom, filho da puta, sabe como me excitar!" Descansou um pouco e disse: "Agora você vai ver como vou te comer, bebê." Deitei na cama e ela ficou na minha frente chupando meu pau, ele ficou bem duro só com o contato da boquinha dela. Ela chupou com todo amor, enquanto chupava usava muita saliva e de vez em quando cuspia no meu pau pra molhar mais. Além disso, cada vez que chupava fazia barulho, foi um desafio não gozar. Fiquei surpreso com como ela chupava com saliva e Muito barulho pra perguntar pra ela: "Como você aprendeu a chupar assim?" Ela primeiro me olhou, depois parou de chupar e disse: "Chupando muito pau." Nós dois rimos e ela continuou com o trabalho dela. Vários minutos depois, ela parou de chupar e subiu em cima do meu pau, toda molhada com a saliva dela. Ela começou a me montar com tudo, a putinha, se mexia rapidão e ainda não tinha tirado a saia nem as botas. Umas 5 minutos depois de começar a cavalgar, eu a segurei e pedi pra ela diminuir um pouco a intensidade. Ela continuou cavalgando, mas mais devagar pra não me fazer gozar. Um tempo depois, ela se levantou e me pediu pra ir na cozinha pegar algo pra beber. Fomos pra cozinha e, pra não deixar meu pau murchar, ela com a mão direita me bateu uma punheta. Abrimos uma cerveja e começamos a beber enquanto ela, dessa vez com a mão esquerda, me masturbava pra eu não perder a ereção. Tomamos quase meia garrafa, e ela se ajoelhou de quatro no chão da cozinha e me pediu pra comer ela. Fiquei atrás dela, penetrei e comecei a meter. No começo, dei uns tapas na bunda dela e depois me concentrei em meter gostoso. Em um momento, ela me pediu pra alcançar a garrafa pra ela tomar um pouco de cerveja, eu dei a garrafa e enquanto ela bebia, eu continuei metendo devagar. Depois ela me devolveu a garrafa e eu tomei o que sobrou e continuei metendo com mais força. Em uns minutos, ela começou a gemer igual uma louca e começou a falar: "Continua assim, viado, me come bem forte!" Comecei a penetrar ela com tudo e ela continuou gemendo igual uma louca, até que ela disse: "Vamos pra cama." Fomos pro quarto dela, ela sentou na cama e tirou as botas. Quando terminou de tirar as botas, eu me deitei na cama e ela começou a chupar meu pau. Ela chupou um pouco até que se deitou na cama e eu comecei a comer ela na posição de missionário. Enquanto metíamos, nos beijávamos e ela falava com voz de puta: "Você é lindo, bebê, me come toda, deixa seu leite em mim." Ficamos mais vários minutos metendo, fazendo amor até até que não aguentei mais e falei: "Aí vem sua porra." Ela respondeu: "Vai, deixa tudo dentro de mim." Gozei bem forte dentro da buceta dela, depois de ter transado um tempão. Assim que ela sentiu minha porra, disse: "Quase me matou com o jato que você deu dentro." Quando terminei, ficamos nos beijando por alguns minutos. Como já era tarde pra caralho, nos arrumamos e dormimos. Acordei umas 12h do meio-dia, ela já tinha levantado, então me vesti e saí do quarto. Fui pra cozinha e ela estava de fio dental, com os peitos de fora e de chinelo. Me surpreendi e perguntei: "Sua filha não está aqui?" Ela respondeu: "Não, o pai veio buscá-la." Ficamos tomando chimarrão e conversando um pouco. Ela comentou que à tarde o namorado ia vir, então eu tinha que ir embora. Continuamos conversando mais um pouco, beijei ela e fui embora. Espero que vocês tenham gostado, um abraço. Se quiserem, vou continuar contando. Tentei várias vezes tirar fotos dela, mas ela não deixa.
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Com a professora, a gente foi primeiro buscar a filha dela na casa da mãe dela, e de lá fomos pra casa dela. Quando chegamos na casa dela, ela mandou a filha ir pro quarto. A professora tirou a roupa, foi tomar banho e me disse pra esperar na cama. Tirei a roupa e fiquei esperando ela pelado na cama. Uns minutos depois, ela apareceu nua e ainda trouxe dois copos de fernet pro quarto. A gente começou a tomar fernet e conversar, virou o copo na hora e começou a se beijar. Daí a pouco, comecei a chupar os peitos dela, depois fui descendo, chupando e beijando cada canto da pele dela até chegar nos pés. Chupei um pouco os pés dela, e como já era tarde, decidimos não transar naquele momento pra ela poder preparar a comida tranquila e a filha não ter que esperar a gente. Sentei na frente dos pés dela e comecei a massagear eles enquanto a gente conversava. Lá pelas 8 da noite, a gente levantou da cama, se vestiu e foi pra cozinha. Ela começou a cozinhar, e eu ajudei um pouco. Mais tarde, às 9 e meia, a gente comeu tranquilo os três. Depois de Comemos, lavamos a louça e sentamos pra ver TV pra passar o tempo até a filha dela dormir.
Já meia-noite ela falou: "Vou me trocar pra gente começar." Esperei uns minutos no sofá até ela aparecer com umas botas pretas, uma saia bem curta, um chicote na mão e de peitos de fora. Ela perguntou: "Tá pronto?" Respondi: "Tô sim, gostosa." E fomos pro quarto dela.
Já no quarto, tirei a roupa, deitei na cama e ela me deu uns tapinhas com o chicote nas pernas e disse: "Me come toda, bebê." Respondi: "Sim, meu amor, vou te comer toda." Ela sentou em cima de mim e a gente se beijou um pouco, depois colocou os peitos na minha cara pra eu chupar um pouco. Depois, ela sentou numa cadeira na frente da cama e começou a se masturbar com um vibrador. Meu pau ficou duro e eu também comecei a me masturbar, tava muito bom, cada um se tocando. Uns minutos depois, ela parou de se tocar e disse: "Se você gosta dessa buceta, vem chupar." Levantei rápido e me ajoelhei na frente dela pra chupar a buceta gostosa dela. Quando fui chupar, já tava toda molhada, fiquei estimulando com meus dedos e minha língua, e ela me deu mais dos sucos dela. Num momento, ela começou a ter um orgasmo, então peguei o vibrador e comecei a meter pra estimular ainda mais.
Ela começou a gemer que nem louca, enquanto isso larguei o vibrador e passei minha língua por toda a buceta dela. Depois do orgasmo, ela falou entre suspiros: "Como você é bom, filho da puta, sabe como me excitar!" Descansou um pouco e disse: "Agora você vai ver como vou te comer, bebê." Deitei na cama e ela ficou na minha frente chupando meu pau, ele ficou bem duro só com o contato da boquinha dela. Ela chupou com todo amor, enquanto chupava usava muita saliva e de vez em quando cuspia no meu pau pra molhar mais. Além disso, cada vez que chupava fazia barulho, foi um desafio não gozar. Fiquei surpreso com como ela chupava com saliva e Muito barulho pra perguntar pra ela: "Como você aprendeu a chupar assim?" Ela primeiro me olhou, depois parou de chupar e disse: "Chupando muito pau." Nós dois rimos e ela continuou com o trabalho dela. Vários minutos depois, ela parou de chupar e subiu em cima do meu pau, toda molhada com a saliva dela. Ela começou a me montar com tudo, a putinha, se mexia rapidão e ainda não tinha tirado a saia nem as botas. Umas 5 minutos depois de começar a cavalgar, eu a segurei e pedi pra ela diminuir um pouco a intensidade. Ela continuou cavalgando, mas mais devagar pra não me fazer gozar. Um tempo depois, ela se levantou e me pediu pra ir na cozinha pegar algo pra beber. Fomos pra cozinha e, pra não deixar meu pau murchar, ela com a mão direita me bateu uma punheta. Abrimos uma cerveja e começamos a beber enquanto ela, dessa vez com a mão esquerda, me masturbava pra eu não perder a ereção. Tomamos quase meia garrafa, e ela se ajoelhou de quatro no chão da cozinha e me pediu pra comer ela. Fiquei atrás dela, penetrei e comecei a meter. No começo, dei uns tapas na bunda dela e depois me concentrei em meter gostoso. Em um momento, ela me pediu pra alcançar a garrafa pra ela tomar um pouco de cerveja, eu dei a garrafa e enquanto ela bebia, eu continuei metendo devagar. Depois ela me devolveu a garrafa e eu tomei o que sobrou e continuei metendo com mais força. Em uns minutos, ela começou a gemer igual uma louca e começou a falar: "Continua assim, viado, me come bem forte!" Comecei a penetrar ela com tudo e ela continuou gemendo igual uma louca, até que ela disse: "Vamos pra cama." Fomos pro quarto dela, ela sentou na cama e tirou as botas. Quando terminou de tirar as botas, eu me deitei na cama e ela começou a chupar meu pau. Ela chupou um pouco até que se deitou na cama e eu comecei a comer ela na posição de missionário. Enquanto metíamos, nos beijávamos e ela falava com voz de puta: "Você é lindo, bebê, me come toda, deixa seu leite em mim." Ficamos mais vários minutos metendo, fazendo amor até até que não aguentei mais e falei: "Aí vem sua porra." Ela respondeu: "Vai, deixa tudo dentro de mim." Gozei bem forte dentro da buceta dela, depois de ter transado um tempão. Assim que ela sentiu minha porra, disse: "Quase me matou com o jato que você deu dentro." Quando terminei, ficamos nos beijando por alguns minutos. Como já era tarde pra caralho, nos arrumamos e dormimos. Acordei umas 12h do meio-dia, ela já tinha levantado, então me vesti e saí do quarto. Fui pra cozinha e ela estava de fio dental, com os peitos de fora e de chinelo. Me surpreendi e perguntei: "Sua filha não está aqui?" Ela respondeu: "Não, o pai veio buscá-la." Ficamos tomando chimarrão e conversando um pouco. Ela comentou que à tarde o namorado ia vir, então eu tinha que ir embora. Continuamos conversando mais um pouco, beijei ela e fui embora. Espero que vocês tenham gostado, um abraço. Se quiserem, vou continuar contando. Tentei várias vezes tirar fotos dela, mas ela não deixa.
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