Te contava antes que, depois de deixar minha namorada em casa, cheguei na minha, onde minha mãe me esperava vendo TV na sala, de roupão de dormir nada sexy, mas aberto. Assim que entrei, ela disse que todo mundo já estava dormindo e que era hora de eu terminar de meter nela o que a gente tinha deixado incompleto no meio-dia no estacionamento da praia. Com um pouco de medo, perguntei se ela tinha certeza de que ninguém ia acordar e vir, e ela respondeu que se eu não comesse ela naquela hora, ela era capaz de ir até o meu pai e acordá-lo pra ele comer ela. Obviamente, não ia passar por viado na frente da minha mãe duas vezes no mesmo dia. Cheguei perto dela e me ajoelhei na frente, me posicionando entre as pernas dela, que abri o máximo que pude, enquanto ela abria ainda mais o roupão. Na minha frente, ficou a buceta mais enorme que já vi. Reitero: que bucetão minha mãe tem. — Gostou da paisagem, filho? — ela perguntou, e eu respondi: — Mãe, você chegou cedo demais na distribuição de conchas, deve pesar pelo menos um quilo essa buceta que você tem. Aí ela respondeu, séria: — Bom, sem desrespeito. Que eu deixe você me comer, mas não pode esquecer que a buceta que você tá falando é da sua mãe. Então, com mais respeito, e põe essa língua vulgar pra trabalhar.
Depois desse sermão gostoso, comecei a lamber a buceta da minha respeitável mãe. Enfiei minha língua na caverna dela, já molhada, o mais fundo que pude, mas a safada pediu pra eu enfiar mais. Mexi minha língua o máximo que pude de um lado pro outro dos lábios vaginais. Pareceu ser o suficiente. Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos e disse: — Assim que se come uma buceta, filho. Continua, não para. Mexe essa língua até o fundo. Começou a esfregar a buceta na minha boca toda, e eu deixei a língua o mais pra fora que pude pra ela sentir aquele roçar no clitóris. — Aaai, filho, você vai me fazer gritar. Tô quase me mijando toda. Retomei o controle de a chupada, e desci minha língua até o cu dela, ela solta um berro que até eu me assusto e me afasto de tão forte, ela se tocando tapa a boca com as duas mãos, - desculpa, filho, é que fazia tempo que não chupavam minha racha do cu, nós dois assustados decidimos parar um momento pra ver se alguém tinha acordado, ela ajeitou o roupão e disfarçando se sentou como se estivesse vendo TV, enquanto eu ia rápido pro meu quarto e ficava só de cueca.
Não demorei nada, quando cheguei de volta onde ela estava, encontrei ela enfiando os dedos na buceta, a danada estava se masturbando na sala como se nada no mundo importasse, - vem, filho, que ninguém acordou, continua me dando língua agora, juro que não vou fazer mais barulho, me aproximei de novo, me posicionei entre as pernas dela, ela abriu o roupão outra vez, e eu continuei com a chupada, de novo na buceta, língua vai, língua vem, até que ela, gemendo, diz - já, filho, já, por favor, lambe meu cu, me dá essa língua gostosa no cu que nem agora, obedecendo ela, afinal posso estar comendo o cu dela, mas lembrem que é minha mãe, abro mais as pernas dela levando elas pra cima, a bunda dela fica bem na minha cara, e vejo como a safada contrai o cu como me convidando a devorar, não penso duas vezes e começo a esfregar minha língua por toda a racha do cu dela, ela tapa a boca mordendo um pedaço do roupão e de novo me puxa pelo cabelo grudando mais na bunda dela como querendo que toda minha língua entre até o fundo do cu dela, devo confessar que estava dando meu máximo, nem na minha namorada eu tinha lambido o cu daquele jeito, acho que eu e minha mãe estávamos na mesma sintonia naquele momento, que eu tava fazendo o melhor sexo oral da minha vida.
Eu continuava percorrendo em círculos as dobras do cu da minha mãe como se minha vida dependesse disso, fazia devagar, depois rápido, e terminava enfiando a língua o mais fundo que podia até o Dentro da bunda dela, minha mãe tava desesperada por não poder gritar, me soltou e me colocou no meio das pernas dela, na sequência se ajoelhou de quatro no sofá e falou: — Chupa assim, meu bem, assim a língua entra mais fundo e sua mamãe aproveita mais, quem manda sou eu. Ela abriu as nádegas com as duas mãos o máximo que pôde, e eu continuei penetrando ela analmente, mas com a língua, enquanto fazia ela gozar, perguntava: — Cê gosta de chuparem teu cu, né, mamãe? — Sim, meu filho, adoro que chupem meu cu e metam a língua até o fundo. Eu continuei lambendo e perguntando: — Quem chupa melhor, papai ou eu? — Ai, meu filho, aahh, não me pergunta isso agora, ayyy, deixa eu aproveitar tua língua. Eu continuei lambendo e insisti: — Fala, mamãe, senão paro de lamber. — Não, meu filho, não, não para. Você, meu filho, você come meu cu como ninguém nunca comeu. Ela soltou uma nádega e com essa mão começou a enfiar dois dedos na buceta. — Seu pai não faz isso, amor, ele não lambe meu cu, só chupa minha xota, mas eu adoro que me deem língua por trás. Eu continuei lambendo, agora meio confuso, não entendia: como assim, mãe, papai nunca lambeu teu cu? Perguntei sem parar de saborear a bunda dela. Ela, presa da excitação e ofegante, respondeu: — Não, meu amor, ele me atende muito bem a buceta e até mete por trás, mas nunca me deu língua ali. Não aguentei mais, minha mãe tava à minha disposição, tinha achado um ponto fraco pra ter ela quando quisesse. Me levantei, abaixei a cueca e meti a pica no cu dela quase de uma vez. Ela deu um suspiro, mas não resistiu; pelo contrário, abriu as nádegas de novo com as duas mãos pra eu poder enfiar melhor. Eu olhava como minha pica sumia no meio daquele túnel escuro entre duas grandes massas de carne que eram aquele par de bundas. Não acreditava, já tava quase gozando e ela continuava ofegante, mordendo o roupão de dormir pra não fazer tanto barulho. O único som que se ouvia, além da respiração dela, era... Respiração ofegante e a minha, era o som da minha pélvis batendo forte contra a bunda dela. Não aguentei muito e gozei dentro do cu dela.
Me joguei no sofá, exausto, enquanto ela com os dedos apalpava a porra que escorria do cu dela e sorria pra mim, dizendo: — Que enfiada gostosa você me deu, filhão, acabou de ganhar um prêmio. Na sequência, ela se levantou, me sentou no sofá e se ajoelhou na minha frente. Que loucura! Ela pegou meu pau mole depois da gozada e enfiou na boca. — Mãe, não te dá nojo? — respondi. E ela: — Nojo de quê? Porque tava dentro do meu cu? Mas filho, se o cu é meu, isso não tem nada demais. Além do mais, eu gosto do gosto. Então não reclama e aproveita o boquete que sua mamãe tá te dando. Meu pau reagiu àquelas palavras e começou a endurecer, até ficar duro igual no começo.
Minha mãe, ao sentir meu pau inchando dentro da boca dela, sorriu e disse: — Bom, filhão, já tá pronto, então vamos pro segundo round. Ainda sentada como estava, ela se acomodou em cima de mim, montou de frente e enfiou meu pau dentro da vagina dela, que eu senti toda molhada e babenta. Minha mãe começou a subir e descer devagar, até que não aguentei mais aquele ritmo tão lento. Segurando a cintura dela, forcei ela a pular no meu pau com mais força e rapidez. Sentia meu pau entrando quase até as bolas. Eu me deliciava chupando os peitos dela, um por um, enquanto ela enfiava dois dedos no próprio cu. Ficamos assim por uns minutos até que não aguentei mais e gozei de novo, mas dessa vez dentro da vagina dela. No meio dos tremores do orgasmo, no auge do êxtase, minha mãe começou a me beijar apaixonadamente na boca, e eu respondi envolvendo ela com meus braços. Sentia como se estivesse mijando dentro dela, e notava as paredes da vagina dela se contraindo, apertando forte meu pau ainda pulsando lá dentro. Ficamos assim um tempo, descansando. Depois de um pouco, ainda sentada em cima de mim, mas... com o meu pau já fora dela, ela me deu outro beijo apaixonado na boca e me agradeceu por toda a atenção que eu tinha dado a ela durante o dia e a noite. Ela se levantou, colocou uma mão gostosa na própria entreperna e me mostrou como o gozo que eu tinha depositado na buceta dela estava escorrendo. Ela recolheu com as mãos e começou a lamber tudo até deixar a mão sem uma gota — é que eu tava com muita sede, amor, e esse néctar tá bem fresquinho. Agora vai dormir, quero que você descanse e se recupere logo, não vá amanhecer amanhã com vontade de tomar gozo fresco de novo. Vai dormir.
Seco como minha mãe me deixou, fui pra cama e capotei na hora. Vários dias depois, num domingo, lembro que acordei bem cedo e resolvi ligar pra minha namorada pra combinar de ir vê-la enquanto os pais dela fossem pra missa das 10 da manhã, como sempre. E os dois irmãos mais velhos não seriam problema, porque provavelmente estariam ou de ressaca da noite de sábado ou na rua. O fato é que vi a chance naquele dia de ficar a sós com minha namorada na casa dela. Quando ia fazer a ligação, minha mãe entra no quarto e, estranhando, me pergunta o que eu tô fazendo acordado tão cedo num domingo. Falei que queria ligar pra minha namorada pra ver se a gente podia ficar sozinho um pouco. Ela, com uma risada safada, me empurra e me senta na cama, fecha a porta do quarto enquanto diz: — Tô vendo que hoje você acordou com vontade de transar, tá meio tarado, né, meu filho? Mas não se preocupa que já vou baixar essa sua quentura. Ela tirou a cueca que eu tava usando e começou a brincar com meu pau, balançando de um lado pro outro, enquanto eu explicava que hoje era o dia de aproveitar pra ficar a sós com minha namorada. Ela, muito compreensiva, disse que não tinha problema, que se eu quisesse podia ligar pra ela na hora, que ela não ia atrapalhar e que só ia se concentrar numa boa chupada de pau que queria me dar. Então, não vi problema e aceitei a proposta dela.
Minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau enquanto se masturbava de leve, enquanto eu ligava pra minha namorada do meu celular. Minha namorada atendeu meio sonolenta, parecia que ainda tava dormindo — e é que na noite anterior eu tinha ido visitar ela até tarde na casa dela. Ela perguntou o que eu queria, e eu expliquei meu plano. Ela não pareceu gostar muito da ideia, mas eu insisti. Nisso, minha mãe interrompe o boquete que tava me dando e, com uma risada e cara de puta, fala bem baixinho:
— Não insiste, querido. Se ela não quer te dar a buceta, pra que que você tem a sua mamãe, que te dá até o cu?
Eu me assustei, tampei o celular contra o peito enquanto minha mãe soltava uma risadinha e voltava a enfiar meu pau na boca. Parece que minha namorada ouviu a risada e perguntou quem tava no meu quarto. Ainda assustado, falei que era minha mãe arrumando o quarto, e ela se acalmou. Mas minha mãe continuou com a putaria. Enquanto ainda chupava meu pau, falou baixinho:
— Diz pra minha nora que não precisa se preocupar, que eu vou deixar bem limpinho pra ela.
E foi passando a língua por todo o pau. Minha namorada do outro lado perguntou:
— Vai deixar limpo o quê?
Eu respondi na hora: o quarto. Ela se acalmou de novo e, rindo, mandou eu dar um abraço na minha mãe. Insisti na minha proposta, e ela recusou de novo. Aí, puto, desliguei a ligação. Joguei o celular de lado, levantei minha mãe do chão, ficamos cara a cara e comecei a beijar ela com força, com tesão, enquanto perguntava se era isso que ela tava procurando tão cedo no meu quarto. Enrolei os braços nela, levantei o roupão, meti a mão dentro da calcinha dela e enfiei o dedo do meio no cu dela. Ela começou a se contorcer e falou:
— Ai, meu filho, você sabe onde me acertar. Ontem à noite pedi pro seu pai meter no meu cu, e o desgraçado não quis. Me deixou com uma vontade... Pra isso que você tá aqui, meu céu, pra ajudar seu papai nas tarefas dessa casa. Se eu quiser pau e seu pai não quiser me dar, aí é você que entra. Se sua mãe quiser que comam a bunda dela e seu pai não quiser, aí é você também. Assim você me ajuda, e ajuda muito mais seu pai, pra que por causa dos descuidos dele eu não tenha que sair procurar na rua.
Só de ouvir isso, eu baixei a cueca e coloquei minha mãe na beirada da cama, de quatro. Abaixei a calcinha que ela tava usando e cuspi dentro do cu dela. Apontei a cabeça do pau no furinho (cu) e, num instante, meu pau entrou de uma vez só no buraquinho escuro da minha mãe. Eu metia e tirava tudo só pra ver o quanto ela ficava dilatada. Não tinha nem dois minutos que eu tava penetrando ela quando bateram na porta. Era meu pai, dizendo que eu tinha que descer pra ajudar a lavar o carro, que saísse logo. Minha mãe se enfiou debaixo da cama na hora, e eu vesti a cueca e um shorts pra sair correndo. Lá fora tava o dono da casa, sem desconfiar que no meu quarto a mulher dele tava debaixo da cama, se escondendo pra ele não saber que tinham dado o cu pra ela. O bruto nem me deixou lavar o rosto, e eu sentia nas minhas mãos o cheiro do cu da minha mãe. Mesmo assim, obedeci meu pai e ajudei ele a lavar o carro na garagem.
Lá pelas 10 da manhã, fui pra casa da minha namorada sem avisar que ia pra lá. Queria chegar de surpresa e me desculpar por ter desligado o telefone na cara dela. Quando cheguei na casa dela, notei que o carro dos pais não tava lá. Deduzi na hora que já tinham ido pra missa de domingo de manhã. Toquei a campainha e ninguém atendeu. Esperei, e nada. Continuei tocando e ninguém respondia. Cheguei a pensar que todo mundo tivesse fora de casa, mas aí pensei que minha namorada detesta essas missas e nem a tiro os pais dela levam ela. Umas cinco minutos depois, a porta abriu. era um dos meus cunhados, na verdade o mais velho deles, com todos eu me dou muito bem. Assim que o vi, percebi que ele estava com uma puta ressaca. Ele me convidou pra entrar e disse que não sabia quem estava na casa, só falou que ia continuar dormindo e que quando eu saísse fechasse a porta.
Cheguei no quarto da minha namorada no segundo andar da casa, bati na porta, estava trancada, achei estranho. Bati várias vezes e fiquei ali porque ouvi barulhos dentro do quarto. Lá dentro, minha namorada respondeu pra eu esperar um momento que ela já ia sair, que estava no banheiro. Achei estranho ela trancar a porta sem necessidade, mas decidi não dar importância. Quando a porta se abriu, minha namorada se jogou em cima de mim com um abraço e um beijo, e imediatamente tentou fechar o quarto, mas eu, mais esperto que ela, me meti no meio. Falei pra ela me emprestar o banheiro que eu precisava mijar. Ela, muito nervosa, disse que eu podia usar o do térreo, mas eu insisti até que entrei à força.
O quarto estava escuro, as cortinas ainda estavam fechadas e, assim que cruzei a porta, senti um cheiro forte de sexo. Qualquer um que já passou muito tempo transando trancado num quarto sabe do cheiro que estou falando. O estranho é que esse cheiro era um pouco mais forte, por assim dizer, era um cheiro forte de cu. Pensei no pior e o mundo desabou sobre mim. Pensei que ela não tinha querido que a gente se visse aqui na casa dela, que não saiu pra abrir a porta, que a porta do quarto dela estava trancada e que ela tinha feito de tudo pra não me deixar entrar. Fiquei em silêncio por um momento, e ela, ainda nervosa, me perguntou o que estava acontecendo. Não respondi e fui em direção ao banheiro, temendo o pior. Entrei e não encontrei ninguém. Sem dizer nada pra ela, peguei ela pelo braço e, saindo do quarto, tranquei a porta e descemos pro primeiro andar.
Já na sala da casa, ela parecia um pouco mais calma e até se atreveu a me recriminar por não ter avisado que vinha. Não respondi nada. minha cabeça não parava de maquinar um monte de coisas, será que eu seria capaz? não acreditava, além disso o cheiro de sabão dela me confirmava que ela estava no banheiro, saí do meu transe e me aproximei pra beijá-la, ela não me rejeitou e pelo contrário correspondeu meu beijo com um abraço forte, vocês sabem que minha visita naquele dia não era só pra beijos, ela estava com uma saia jeans curtinha e uma blusa estilo pijama, bem casual pra um domingo, então enquanto nos beijávamos aproveitei pra passar a mão nela e ao fazer isso notei que ela não estava de calcinha, ela tentou se soltar mas eu não deixei e surpreso perguntei por que ela não estava de roupa íntima, ela me respondeu que era porque eu não tinha dado tempo dela colocar, eu ignorei e voltei a beijá-la e novamente aproveitei pra meter a mão na bucetinha dela, ela tentou colocar as mãos mas eu fui mais ágil, que surpresa, ela estava toda molhada, ainda mais surpreso agora quem se afastou fui eu, perguntando por que a virilha dela estava tão úmida, ela meio nervosa tentou me fazer acreditar que era por causa dos beijos que estávamos trocando e que no banheiro ela tinha se tocado por minha causa, esse foi o erro dela, há muito tempo eu pedia pra ela se masturbar na minha frente e ela nunca aceitou porque segundo ela era melhor que eu fizesse isso e que ela nunca faria algo assim, de novo maus pensamentos entraram na minha cabeça, me fazendo de idiota me aproximei de novo e comecei a beijá-la e apalpá-la procurando alguma evidência que confirmasse as suspeitas que eu tinha, estava com um nó na garganta, pra sair da dúvida enquanto nos beijávamos e eu tocava a bucetinha dela um dos meus dedos deslizou rapidamente até o interior da vagina dela, encontrando resistência ainda, eu me acalmei embora ela não tenha gostado nada daquilo, irritada repetiu que nada de dedos lá dentro, que por ali só devia entrar outra coisa, vocês não vão acreditar mas essa foi a melhor parada da minha vida, minha alma voltou ao corpo, aquela vagina ainda era virgem e eu ele era o escolhido para estreá-la.
Me desculpei com ela, e voltamos a nos abraçar e beijar no sofá que está na sala da casa dela, ajeitei ela e ela ficou sentada de pernas abertas em cima de mim, de frente pra mim, ali continuávamos nos beijando sem medo de alguém nos ver, porque como eu disse, pelo visto só estava o irmão mais velho dela e com o cara eu me dou muito bem. No meio do amasso, começo a apertar as nádegas dela e numa dessas minha mão desliza pra fresta da bunda dela, também molhada. Na hora, meu instinto leva um dedo pra dentro da fresta dela e que surpresa inesperada quando, sem perceber, meu dedo está quase todo dentro do cu dela. Ela, ao notar, tenta se soltar, mas com o movimento brusco dela, em vez disso, ela fica deitada de lado no sofá com a bunda pra fora, onde vejo sem nenhuma dificuldade o quanto o buraco do cu dela está dilatado, o quanto está vermelho e como de dentro sai um líquido que conheço muito bem. Não tinha jeito, a desgraçada tinha levado no cu. Na hora, joguei ela no chão e subi correndo pro quarto dela. Ela saiu correndo atrás de mim, mas eu não deixei ela entrar.
Sabia que, se ela estava dando pra alguém, essa pessoa devia estar no quarto ainda. Pela janela não dava pra sair porque tem grades externas, e se quisesse sair pela porta da frente ou dos fundos, tinha que descer pelo corredor que leva à sala. A puta da minha namorada batia na porta pedindo pra eu deixar ela entrar. Eu, louco, procurei de novo no banheiro, olhei no armário e nada. Então procurei debaixo da cama dela e... tcharam... lá estava o tal cara. Que surpresa, senhores. Minha namorada, a virgem, a santa, a que estava se guardando pra mim, dando o cu nada mais nada menos que pro primo irmão dela, vizinho do lado, contemporâneo e colega de estudo nosso. Ele saiu de debaixo da cama na hora, e eu imediatamente saí correndo, abri a porta e empurrei minha namorada contra a parede do corredor enquanto dizia que todo mundo ia ficar sabendo. saber o que ela tinha feito.
Saí de casa chorando, com a dor no peito mais forte que já tinha sentido, um nó na garganta que não me deixava respirar, continuei correndo e só umas três quadras depois consegui parar pra tomar ar, mas com as lágrimas que não paravam de cair sozinhas, por mais que eu limpasse, por mais que enxugasse, saíam mais e mais.
Quando cheguei em casa, por sorte não trombei com ninguém e consegui entrar no meu quarto, onde me tranquei e chorei até ficar sem lágrimas, até dormi, só acordei com a batida na porta, deviam ser umas 6 da tarde, era minha mãe me pedindo pra ir buscar meu pai que tava muito bêbado na venda da esquina. Quando saí do quarto, minha mãe percebeu que eu tinha chorado e me perguntou o que tinha acontecido, eu precisava desabafar com alguém e não tive escolha senão contar o que tinha rolado com minha namorada de manhã, não entrei em detalhes, só falei que tinha pegado ela com outro, ela me abraçou forte e disse pra eu não me preocupar, que eu era muito novo e que viriam muitas outras mulheres, e que por enquanto eu tinha ela pra tudo que eu precisasse, e me deu um beijo de língua na hora, juntos fomos buscar meu pai na venda.
No caminho pra venda, olhei meu celular e vi umas trinta chamadas perdidas de dois números diferentes, mas o que fiz foi desligar ele, encontramos meu pai bebendo com o compadre e amigo do bairro, foi difícil convencer eles de que já era hora de voltar pra casa, mas no fim convencemos eles a ir terminar mais umas cervejas em casa. Quando chegamos em casa, me deparei com minha namorada, ou melhor, a que até umas horas atrás tinha sido minha namorada, me esperando lá fora na porta, minha mãe quando viu quase partiu pra cima dela, mas eu segurei e falei que eu resolvia, todo mundo entrou em casa menos eu e minha ex, eu disse pra ela que o que tinha acontecido tinha me machucado muito, mas que já estava tudo bem e que o melhor era a gente deixar as coisas por ali. Chorando, ela quebra o silêncio me pedindo desculpas, dizendo que me perdoasse, que não ia acontecer de novo. Falei pra ela se acalmar, que foi por pura raiva que eu disse que todo mundo ia ficar sabendo. Aí ela me perguntou por que minha mãe tinha reagido mal quando a viu, e eu falei que só disse que tinha encontrado ela no quarto com outro homem. Disse pra gente conversar depois, que eu não queria ver ela, e a deixei lá fora. Entrei em casa, onde o som já tava no talo.
Ao entrar, minha mãe me pega pela mão e me leva pra cozinha, enquanto vejo meu pai e o amigo dele continuando a beber na sala. Chegando na cozinha, minha mãe abre o zíper da minha calça e tira minha pica pra fora, enquanto diz: – Filho, eu sei que você tá muito puto, mas também sei que a dor de chifre se cura é com umas boas gozadas. Deixa comigo que você vai ver, logo esquece aquela gostosa que você tinha de namorada. Minha mãe começou a lamber minha pica, dessa vez era diferente, ela tentava enfiar tudo na garganta, mas depois de várias tentativas percebeu que não conseguia. Com lágrimas escorrendo e quase se engasgando, ela disse: – Pela boca não cabe tudo, mas você vai ver como eu engulo pela buceta. Ela me pegou pela mão e me levou pro banheiro que fica no quintal, fechou a porta e me sentou no vaso. Na hora, ela baixou uma legging preta que tava usando e deixou até o tornozelo. Notei que ela não tava de calcinha. Na mesma hora, pegou minha pica com uma mão e foi encaixando na entrada da buceta até entrar pela metade. Se acomodou nas minhas pernas de costas pra mim e se deixou cair, enfiando até o fundo meu pau na bocetinha dela. Ficou totalmente sentada em cima de mim, rebolando em círculos bem devagar e me olhando nos olhos com cara de puta. – Tá gostando, meu amor? Tá gostando como a mamãe te monta? Tá gostando como a mamãe dança em cima da sua pica? – Sim, mamãe, adoro, continua. Se mexendo, continua me comendo assim.
Lá estávamos eu e minha mãe no banheiro sem teto do quintal de casa, enquanto lá dentro meu pai e o amigo dele continuavam tomando cerveja. Eu levantei minha mãe pelas pernas e a coloquei inclinada contra a parede do banheiro, e enfiei de novo na buceta dela, mas dessa vez era eu quem controlava o ritmo. Metia forte, bem pesado, tanto que dava pra ouvir o tapa-tapa da minha pélvis contra as bundonas dela. A gente tava nessa até que ouvimos vozes: era meu pai e o amigo, que pareciam vir mijar no quintal. Tentaram abrir a porta, mas não conseguiram porque tava trancada com o ferrolho… No próximo capítulo, conto o que rolou no quintal de casa, e como a traição da minha namorada me serviu pra enfiar no cu dela, na buceta dela, na presença da minha mãe.
Depois desse sermão gostoso, comecei a lamber a buceta da minha respeitável mãe. Enfiei minha língua na caverna dela, já molhada, o mais fundo que pude, mas a safada pediu pra eu enfiar mais. Mexi minha língua o máximo que pude de um lado pro outro dos lábios vaginais. Pareceu ser o suficiente. Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos e disse: — Assim que se come uma buceta, filho. Continua, não para. Mexe essa língua até o fundo. Começou a esfregar a buceta na minha boca toda, e eu deixei a língua o mais pra fora que pude pra ela sentir aquele roçar no clitóris. — Aaai, filho, você vai me fazer gritar. Tô quase me mijando toda. Retomei o controle de a chupada, e desci minha língua até o cu dela, ela solta um berro que até eu me assusto e me afasto de tão forte, ela se tocando tapa a boca com as duas mãos, - desculpa, filho, é que fazia tempo que não chupavam minha racha do cu, nós dois assustados decidimos parar um momento pra ver se alguém tinha acordado, ela ajeitou o roupão e disfarçando se sentou como se estivesse vendo TV, enquanto eu ia rápido pro meu quarto e ficava só de cueca.
Não demorei nada, quando cheguei de volta onde ela estava, encontrei ela enfiando os dedos na buceta, a danada estava se masturbando na sala como se nada no mundo importasse, - vem, filho, que ninguém acordou, continua me dando língua agora, juro que não vou fazer mais barulho, me aproximei de novo, me posicionei entre as pernas dela, ela abriu o roupão outra vez, e eu continuei com a chupada, de novo na buceta, língua vai, língua vem, até que ela, gemendo, diz - já, filho, já, por favor, lambe meu cu, me dá essa língua gostosa no cu que nem agora, obedecendo ela, afinal posso estar comendo o cu dela, mas lembrem que é minha mãe, abro mais as pernas dela levando elas pra cima, a bunda dela fica bem na minha cara, e vejo como a safada contrai o cu como me convidando a devorar, não penso duas vezes e começo a esfregar minha língua por toda a racha do cu dela, ela tapa a boca mordendo um pedaço do roupão e de novo me puxa pelo cabelo grudando mais na bunda dela como querendo que toda minha língua entre até o fundo do cu dela, devo confessar que estava dando meu máximo, nem na minha namorada eu tinha lambido o cu daquele jeito, acho que eu e minha mãe estávamos na mesma sintonia naquele momento, que eu tava fazendo o melhor sexo oral da minha vida.
Eu continuava percorrendo em círculos as dobras do cu da minha mãe como se minha vida dependesse disso, fazia devagar, depois rápido, e terminava enfiando a língua o mais fundo que podia até o Dentro da bunda dela, minha mãe tava desesperada por não poder gritar, me soltou e me colocou no meio das pernas dela, na sequência se ajoelhou de quatro no sofá e falou: — Chupa assim, meu bem, assim a língua entra mais fundo e sua mamãe aproveita mais, quem manda sou eu. Ela abriu as nádegas com as duas mãos o máximo que pôde, e eu continuei penetrando ela analmente, mas com a língua, enquanto fazia ela gozar, perguntava: — Cê gosta de chuparem teu cu, né, mamãe? — Sim, meu filho, adoro que chupem meu cu e metam a língua até o fundo. Eu continuei lambendo e perguntando: — Quem chupa melhor, papai ou eu? — Ai, meu filho, aahh, não me pergunta isso agora, ayyy, deixa eu aproveitar tua língua. Eu continuei lambendo e insisti: — Fala, mamãe, senão paro de lamber. — Não, meu filho, não, não para. Você, meu filho, você come meu cu como ninguém nunca comeu. Ela soltou uma nádega e com essa mão começou a enfiar dois dedos na buceta. — Seu pai não faz isso, amor, ele não lambe meu cu, só chupa minha xota, mas eu adoro que me deem língua por trás. Eu continuei lambendo, agora meio confuso, não entendia: como assim, mãe, papai nunca lambeu teu cu? Perguntei sem parar de saborear a bunda dela. Ela, presa da excitação e ofegante, respondeu: — Não, meu amor, ele me atende muito bem a buceta e até mete por trás, mas nunca me deu língua ali. Não aguentei mais, minha mãe tava à minha disposição, tinha achado um ponto fraco pra ter ela quando quisesse. Me levantei, abaixei a cueca e meti a pica no cu dela quase de uma vez. Ela deu um suspiro, mas não resistiu; pelo contrário, abriu as nádegas de novo com as duas mãos pra eu poder enfiar melhor. Eu olhava como minha pica sumia no meio daquele túnel escuro entre duas grandes massas de carne que eram aquele par de bundas. Não acreditava, já tava quase gozando e ela continuava ofegante, mordendo o roupão de dormir pra não fazer tanto barulho. O único som que se ouvia, além da respiração dela, era... Respiração ofegante e a minha, era o som da minha pélvis batendo forte contra a bunda dela. Não aguentei muito e gozei dentro do cu dela.
Me joguei no sofá, exausto, enquanto ela com os dedos apalpava a porra que escorria do cu dela e sorria pra mim, dizendo: — Que enfiada gostosa você me deu, filhão, acabou de ganhar um prêmio. Na sequência, ela se levantou, me sentou no sofá e se ajoelhou na minha frente. Que loucura! Ela pegou meu pau mole depois da gozada e enfiou na boca. — Mãe, não te dá nojo? — respondi. E ela: — Nojo de quê? Porque tava dentro do meu cu? Mas filho, se o cu é meu, isso não tem nada demais. Além do mais, eu gosto do gosto. Então não reclama e aproveita o boquete que sua mamãe tá te dando. Meu pau reagiu àquelas palavras e começou a endurecer, até ficar duro igual no começo.
Minha mãe, ao sentir meu pau inchando dentro da boca dela, sorriu e disse: — Bom, filhão, já tá pronto, então vamos pro segundo round. Ainda sentada como estava, ela se acomodou em cima de mim, montou de frente e enfiou meu pau dentro da vagina dela, que eu senti toda molhada e babenta. Minha mãe começou a subir e descer devagar, até que não aguentei mais aquele ritmo tão lento. Segurando a cintura dela, forcei ela a pular no meu pau com mais força e rapidez. Sentia meu pau entrando quase até as bolas. Eu me deliciava chupando os peitos dela, um por um, enquanto ela enfiava dois dedos no próprio cu. Ficamos assim por uns minutos até que não aguentei mais e gozei de novo, mas dessa vez dentro da vagina dela. No meio dos tremores do orgasmo, no auge do êxtase, minha mãe começou a me beijar apaixonadamente na boca, e eu respondi envolvendo ela com meus braços. Sentia como se estivesse mijando dentro dela, e notava as paredes da vagina dela se contraindo, apertando forte meu pau ainda pulsando lá dentro. Ficamos assim um tempo, descansando. Depois de um pouco, ainda sentada em cima de mim, mas... com o meu pau já fora dela, ela me deu outro beijo apaixonado na boca e me agradeceu por toda a atenção que eu tinha dado a ela durante o dia e a noite. Ela se levantou, colocou uma mão gostosa na própria entreperna e me mostrou como o gozo que eu tinha depositado na buceta dela estava escorrendo. Ela recolheu com as mãos e começou a lamber tudo até deixar a mão sem uma gota — é que eu tava com muita sede, amor, e esse néctar tá bem fresquinho. Agora vai dormir, quero que você descanse e se recupere logo, não vá amanhecer amanhã com vontade de tomar gozo fresco de novo. Vai dormir.
Seco como minha mãe me deixou, fui pra cama e capotei na hora. Vários dias depois, num domingo, lembro que acordei bem cedo e resolvi ligar pra minha namorada pra combinar de ir vê-la enquanto os pais dela fossem pra missa das 10 da manhã, como sempre. E os dois irmãos mais velhos não seriam problema, porque provavelmente estariam ou de ressaca da noite de sábado ou na rua. O fato é que vi a chance naquele dia de ficar a sós com minha namorada na casa dela. Quando ia fazer a ligação, minha mãe entra no quarto e, estranhando, me pergunta o que eu tô fazendo acordado tão cedo num domingo. Falei que queria ligar pra minha namorada pra ver se a gente podia ficar sozinho um pouco. Ela, com uma risada safada, me empurra e me senta na cama, fecha a porta do quarto enquanto diz: — Tô vendo que hoje você acordou com vontade de transar, tá meio tarado, né, meu filho? Mas não se preocupa que já vou baixar essa sua quentura. Ela tirou a cueca que eu tava usando e começou a brincar com meu pau, balançando de um lado pro outro, enquanto eu explicava que hoje era o dia de aproveitar pra ficar a sós com minha namorada. Ela, muito compreensiva, disse que não tinha problema, que se eu quisesse podia ligar pra ela na hora, que ela não ia atrapalhar e que só ia se concentrar numa boa chupada de pau que queria me dar. Então, não vi problema e aceitei a proposta dela.
Minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau enquanto se masturbava de leve, enquanto eu ligava pra minha namorada do meu celular. Minha namorada atendeu meio sonolenta, parecia que ainda tava dormindo — e é que na noite anterior eu tinha ido visitar ela até tarde na casa dela. Ela perguntou o que eu queria, e eu expliquei meu plano. Ela não pareceu gostar muito da ideia, mas eu insisti. Nisso, minha mãe interrompe o boquete que tava me dando e, com uma risada e cara de puta, fala bem baixinho:
— Não insiste, querido. Se ela não quer te dar a buceta, pra que que você tem a sua mamãe, que te dá até o cu?
Eu me assustei, tampei o celular contra o peito enquanto minha mãe soltava uma risadinha e voltava a enfiar meu pau na boca. Parece que minha namorada ouviu a risada e perguntou quem tava no meu quarto. Ainda assustado, falei que era minha mãe arrumando o quarto, e ela se acalmou. Mas minha mãe continuou com a putaria. Enquanto ainda chupava meu pau, falou baixinho:
— Diz pra minha nora que não precisa se preocupar, que eu vou deixar bem limpinho pra ela.
E foi passando a língua por todo o pau. Minha namorada do outro lado perguntou:
— Vai deixar limpo o quê?
Eu respondi na hora: o quarto. Ela se acalmou de novo e, rindo, mandou eu dar um abraço na minha mãe. Insisti na minha proposta, e ela recusou de novo. Aí, puto, desliguei a ligação. Joguei o celular de lado, levantei minha mãe do chão, ficamos cara a cara e comecei a beijar ela com força, com tesão, enquanto perguntava se era isso que ela tava procurando tão cedo no meu quarto. Enrolei os braços nela, levantei o roupão, meti a mão dentro da calcinha dela e enfiei o dedo do meio no cu dela. Ela começou a se contorcer e falou:
— Ai, meu filho, você sabe onde me acertar. Ontem à noite pedi pro seu pai meter no meu cu, e o desgraçado não quis. Me deixou com uma vontade... Pra isso que você tá aqui, meu céu, pra ajudar seu papai nas tarefas dessa casa. Se eu quiser pau e seu pai não quiser me dar, aí é você que entra. Se sua mãe quiser que comam a bunda dela e seu pai não quiser, aí é você também. Assim você me ajuda, e ajuda muito mais seu pai, pra que por causa dos descuidos dele eu não tenha que sair procurar na rua.
Só de ouvir isso, eu baixei a cueca e coloquei minha mãe na beirada da cama, de quatro. Abaixei a calcinha que ela tava usando e cuspi dentro do cu dela. Apontei a cabeça do pau no furinho (cu) e, num instante, meu pau entrou de uma vez só no buraquinho escuro da minha mãe. Eu metia e tirava tudo só pra ver o quanto ela ficava dilatada. Não tinha nem dois minutos que eu tava penetrando ela quando bateram na porta. Era meu pai, dizendo que eu tinha que descer pra ajudar a lavar o carro, que saísse logo. Minha mãe se enfiou debaixo da cama na hora, e eu vesti a cueca e um shorts pra sair correndo. Lá fora tava o dono da casa, sem desconfiar que no meu quarto a mulher dele tava debaixo da cama, se escondendo pra ele não saber que tinham dado o cu pra ela. O bruto nem me deixou lavar o rosto, e eu sentia nas minhas mãos o cheiro do cu da minha mãe. Mesmo assim, obedeci meu pai e ajudei ele a lavar o carro na garagem.
Lá pelas 10 da manhã, fui pra casa da minha namorada sem avisar que ia pra lá. Queria chegar de surpresa e me desculpar por ter desligado o telefone na cara dela. Quando cheguei na casa dela, notei que o carro dos pais não tava lá. Deduzi na hora que já tinham ido pra missa de domingo de manhã. Toquei a campainha e ninguém atendeu. Esperei, e nada. Continuei tocando e ninguém respondia. Cheguei a pensar que todo mundo tivesse fora de casa, mas aí pensei que minha namorada detesta essas missas e nem a tiro os pais dela levam ela. Umas cinco minutos depois, a porta abriu. era um dos meus cunhados, na verdade o mais velho deles, com todos eu me dou muito bem. Assim que o vi, percebi que ele estava com uma puta ressaca. Ele me convidou pra entrar e disse que não sabia quem estava na casa, só falou que ia continuar dormindo e que quando eu saísse fechasse a porta.
Cheguei no quarto da minha namorada no segundo andar da casa, bati na porta, estava trancada, achei estranho. Bati várias vezes e fiquei ali porque ouvi barulhos dentro do quarto. Lá dentro, minha namorada respondeu pra eu esperar um momento que ela já ia sair, que estava no banheiro. Achei estranho ela trancar a porta sem necessidade, mas decidi não dar importância. Quando a porta se abriu, minha namorada se jogou em cima de mim com um abraço e um beijo, e imediatamente tentou fechar o quarto, mas eu, mais esperto que ela, me meti no meio. Falei pra ela me emprestar o banheiro que eu precisava mijar. Ela, muito nervosa, disse que eu podia usar o do térreo, mas eu insisti até que entrei à força.
O quarto estava escuro, as cortinas ainda estavam fechadas e, assim que cruzei a porta, senti um cheiro forte de sexo. Qualquer um que já passou muito tempo transando trancado num quarto sabe do cheiro que estou falando. O estranho é que esse cheiro era um pouco mais forte, por assim dizer, era um cheiro forte de cu. Pensei no pior e o mundo desabou sobre mim. Pensei que ela não tinha querido que a gente se visse aqui na casa dela, que não saiu pra abrir a porta, que a porta do quarto dela estava trancada e que ela tinha feito de tudo pra não me deixar entrar. Fiquei em silêncio por um momento, e ela, ainda nervosa, me perguntou o que estava acontecendo. Não respondi e fui em direção ao banheiro, temendo o pior. Entrei e não encontrei ninguém. Sem dizer nada pra ela, peguei ela pelo braço e, saindo do quarto, tranquei a porta e descemos pro primeiro andar.
Já na sala da casa, ela parecia um pouco mais calma e até se atreveu a me recriminar por não ter avisado que vinha. Não respondi nada. minha cabeça não parava de maquinar um monte de coisas, será que eu seria capaz? não acreditava, além disso o cheiro de sabão dela me confirmava que ela estava no banheiro, saí do meu transe e me aproximei pra beijá-la, ela não me rejeitou e pelo contrário correspondeu meu beijo com um abraço forte, vocês sabem que minha visita naquele dia não era só pra beijos, ela estava com uma saia jeans curtinha e uma blusa estilo pijama, bem casual pra um domingo, então enquanto nos beijávamos aproveitei pra passar a mão nela e ao fazer isso notei que ela não estava de calcinha, ela tentou se soltar mas eu não deixei e surpreso perguntei por que ela não estava de roupa íntima, ela me respondeu que era porque eu não tinha dado tempo dela colocar, eu ignorei e voltei a beijá-la e novamente aproveitei pra meter a mão na bucetinha dela, ela tentou colocar as mãos mas eu fui mais ágil, que surpresa, ela estava toda molhada, ainda mais surpreso agora quem se afastou fui eu, perguntando por que a virilha dela estava tão úmida, ela meio nervosa tentou me fazer acreditar que era por causa dos beijos que estávamos trocando e que no banheiro ela tinha se tocado por minha causa, esse foi o erro dela, há muito tempo eu pedia pra ela se masturbar na minha frente e ela nunca aceitou porque segundo ela era melhor que eu fizesse isso e que ela nunca faria algo assim, de novo maus pensamentos entraram na minha cabeça, me fazendo de idiota me aproximei de novo e comecei a beijá-la e apalpá-la procurando alguma evidência que confirmasse as suspeitas que eu tinha, estava com um nó na garganta, pra sair da dúvida enquanto nos beijávamos e eu tocava a bucetinha dela um dos meus dedos deslizou rapidamente até o interior da vagina dela, encontrando resistência ainda, eu me acalmei embora ela não tenha gostado nada daquilo, irritada repetiu que nada de dedos lá dentro, que por ali só devia entrar outra coisa, vocês não vão acreditar mas essa foi a melhor parada da minha vida, minha alma voltou ao corpo, aquela vagina ainda era virgem e eu ele era o escolhido para estreá-la.
Me desculpei com ela, e voltamos a nos abraçar e beijar no sofá que está na sala da casa dela, ajeitei ela e ela ficou sentada de pernas abertas em cima de mim, de frente pra mim, ali continuávamos nos beijando sem medo de alguém nos ver, porque como eu disse, pelo visto só estava o irmão mais velho dela e com o cara eu me dou muito bem. No meio do amasso, começo a apertar as nádegas dela e numa dessas minha mão desliza pra fresta da bunda dela, também molhada. Na hora, meu instinto leva um dedo pra dentro da fresta dela e que surpresa inesperada quando, sem perceber, meu dedo está quase todo dentro do cu dela. Ela, ao notar, tenta se soltar, mas com o movimento brusco dela, em vez disso, ela fica deitada de lado no sofá com a bunda pra fora, onde vejo sem nenhuma dificuldade o quanto o buraco do cu dela está dilatado, o quanto está vermelho e como de dentro sai um líquido que conheço muito bem. Não tinha jeito, a desgraçada tinha levado no cu. Na hora, joguei ela no chão e subi correndo pro quarto dela. Ela saiu correndo atrás de mim, mas eu não deixei ela entrar.
Sabia que, se ela estava dando pra alguém, essa pessoa devia estar no quarto ainda. Pela janela não dava pra sair porque tem grades externas, e se quisesse sair pela porta da frente ou dos fundos, tinha que descer pelo corredor que leva à sala. A puta da minha namorada batia na porta pedindo pra eu deixar ela entrar. Eu, louco, procurei de novo no banheiro, olhei no armário e nada. Então procurei debaixo da cama dela e... tcharam... lá estava o tal cara. Que surpresa, senhores. Minha namorada, a virgem, a santa, a que estava se guardando pra mim, dando o cu nada mais nada menos que pro primo irmão dela, vizinho do lado, contemporâneo e colega de estudo nosso. Ele saiu de debaixo da cama na hora, e eu imediatamente saí correndo, abri a porta e empurrei minha namorada contra a parede do corredor enquanto dizia que todo mundo ia ficar sabendo. saber o que ela tinha feito.
Saí de casa chorando, com a dor no peito mais forte que já tinha sentido, um nó na garganta que não me deixava respirar, continuei correndo e só umas três quadras depois consegui parar pra tomar ar, mas com as lágrimas que não paravam de cair sozinhas, por mais que eu limpasse, por mais que enxugasse, saíam mais e mais.
Quando cheguei em casa, por sorte não trombei com ninguém e consegui entrar no meu quarto, onde me tranquei e chorei até ficar sem lágrimas, até dormi, só acordei com a batida na porta, deviam ser umas 6 da tarde, era minha mãe me pedindo pra ir buscar meu pai que tava muito bêbado na venda da esquina. Quando saí do quarto, minha mãe percebeu que eu tinha chorado e me perguntou o que tinha acontecido, eu precisava desabafar com alguém e não tive escolha senão contar o que tinha rolado com minha namorada de manhã, não entrei em detalhes, só falei que tinha pegado ela com outro, ela me abraçou forte e disse pra eu não me preocupar, que eu era muito novo e que viriam muitas outras mulheres, e que por enquanto eu tinha ela pra tudo que eu precisasse, e me deu um beijo de língua na hora, juntos fomos buscar meu pai na venda.
No caminho pra venda, olhei meu celular e vi umas trinta chamadas perdidas de dois números diferentes, mas o que fiz foi desligar ele, encontramos meu pai bebendo com o compadre e amigo do bairro, foi difícil convencer eles de que já era hora de voltar pra casa, mas no fim convencemos eles a ir terminar mais umas cervejas em casa. Quando chegamos em casa, me deparei com minha namorada, ou melhor, a que até umas horas atrás tinha sido minha namorada, me esperando lá fora na porta, minha mãe quando viu quase partiu pra cima dela, mas eu segurei e falei que eu resolvia, todo mundo entrou em casa menos eu e minha ex, eu disse pra ela que o que tinha acontecido tinha me machucado muito, mas que já estava tudo bem e que o melhor era a gente deixar as coisas por ali. Chorando, ela quebra o silêncio me pedindo desculpas, dizendo que me perdoasse, que não ia acontecer de novo. Falei pra ela se acalmar, que foi por pura raiva que eu disse que todo mundo ia ficar sabendo. Aí ela me perguntou por que minha mãe tinha reagido mal quando a viu, e eu falei que só disse que tinha encontrado ela no quarto com outro homem. Disse pra gente conversar depois, que eu não queria ver ela, e a deixei lá fora. Entrei em casa, onde o som já tava no talo.
Ao entrar, minha mãe me pega pela mão e me leva pra cozinha, enquanto vejo meu pai e o amigo dele continuando a beber na sala. Chegando na cozinha, minha mãe abre o zíper da minha calça e tira minha pica pra fora, enquanto diz: – Filho, eu sei que você tá muito puto, mas também sei que a dor de chifre se cura é com umas boas gozadas. Deixa comigo que você vai ver, logo esquece aquela gostosa que você tinha de namorada. Minha mãe começou a lamber minha pica, dessa vez era diferente, ela tentava enfiar tudo na garganta, mas depois de várias tentativas percebeu que não conseguia. Com lágrimas escorrendo e quase se engasgando, ela disse: – Pela boca não cabe tudo, mas você vai ver como eu engulo pela buceta. Ela me pegou pela mão e me levou pro banheiro que fica no quintal, fechou a porta e me sentou no vaso. Na hora, ela baixou uma legging preta que tava usando e deixou até o tornozelo. Notei que ela não tava de calcinha. Na mesma hora, pegou minha pica com uma mão e foi encaixando na entrada da buceta até entrar pela metade. Se acomodou nas minhas pernas de costas pra mim e se deixou cair, enfiando até o fundo meu pau na bocetinha dela. Ficou totalmente sentada em cima de mim, rebolando em círculos bem devagar e me olhando nos olhos com cara de puta. – Tá gostando, meu amor? Tá gostando como a mamãe te monta? Tá gostando como a mamãe dança em cima da sua pica? – Sim, mamãe, adoro, continua. Se mexendo, continua me comendo assim.
Lá estávamos eu e minha mãe no banheiro sem teto do quintal de casa, enquanto lá dentro meu pai e o amigo dele continuavam tomando cerveja. Eu levantei minha mãe pelas pernas e a coloquei inclinada contra a parede do banheiro, e enfiei de novo na buceta dela, mas dessa vez era eu quem controlava o ritmo. Metia forte, bem pesado, tanto que dava pra ouvir o tapa-tapa da minha pélvis contra as bundonas dela. A gente tava nessa até que ouvimos vozes: era meu pai e o amigo, que pareciam vir mijar no quintal. Tentaram abrir a porta, mas não conseguiram porque tava trancada com o ferrolho… No próximo capítulo, conto o que rolou no quintal de casa, e como a traição da minha namorada me serviu pra enfiar no cu dela, na buceta dela, na presença da minha mãe.
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