Bom, como o título diz, tenho uma tia (Sofia) que é lésbica, muito gostosa, corpo bonito, peitões, rabão ainda melhor, mas por ser minha tia, nunca tinha olhado pra ela com vontade de comer. Ela é uns anos mais velha que eu, e quando isso aconteceu, eu tinha 18 e ela 22. Bom, primeiro tenho que dizer que ela e eu somos muito amigos desde pequenos, e fui o primeiro a saber que ela é lésbica e a conhecer a atual namorada dela. Às vezes ela me deixava ficar na casa dela porque minha faculdade fica perto, mas vou começar a história.
Era sábado e eu tinha aula, então, como de costume nos sábados, acordei no sofá da minha tia Sofia. A namorada dela, Érika, tava saindo pro trabalho. Érika é uma mina normal, secretária de algum executivo ou algo assim, corpo bonito igual minha tia, mas com peitos maiores. Ela foi trabalhar, minha tia ficou preparando o café da manhã. Eu tomei banho, saí e comi com ela.
— O que você vai fazer depois da escola? — perguntou minha tia.
— Vou pra casa da minha mãe e depois não sei se saio, tia — falei.
— Você devia vir almoçar comigo, vou estar sozinha, e queria te pedir pra ficar comigo na semana que vem. A Érika vai viajar e não quero passar a semana sozinha — disse.
— Claro que sim, tia. Vou ficar com você aqui hoje às 3 e vou pedir permissão pra ficar. Tenho certeza que minha mãe vai deixar — falei.
— Claro que sim, vou falar com minha irmã também pra ela te liberar. Então a gente se vê umas 3? — disse.
— Claro, tia. Se cuida — saí da casa dela e fui pra faculdade.
Não aconteceu nada demais, só uma queimadura com um ferro de solda e uma boa aula, só isso.
De tarde, umas 3, voltei pra casa da minha tia e lá estavam ela e a Érika, com a comida pronta e tudo preparado.
— Oi, Érika, tia, o que vamos comer? — perguntei.
— Sopa e um ensopado que sua tia fez — disse Érika.
Comemos tranquilos. Quando terminamos, elas prepararam café e começamos a conversar.
— Sobrinho, hoje te chamamos pra almoçar porque temos um pedido pra te fazer. É... É uma coisa séria e que exige discrição, então pedimos que você não conte pra ninguém, aceite ou não" — disse Sofia.
"O que você precisa, tia Sofia? Sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa" — falei.
"Olha, é sério, Ericka. Acontece que nós, como casal, sentimos que é hora de dar o próximo passo na nossa relação, no caso, ter um bebê" — disse Ericka.
"Entendo o que você tá dizendo, Ericka, mas não vejo como posso ajudar" — embora eu imaginasse que elas queriam uma carta de recomendação pra adoção ou algo do tipo.
"Pensamos em adotar um bebê, mas por sermos lésbicas, achamos que vai ser difícil. Pensamos em um doador de esperma, ir a um banco, mas essa alternativa é muito cara pra gente, então a opção que nos resta é pedir pra alguém que conhecemos e em quem confiamos que é uma pessoa saudável e limpa, além de não nos enganar na hora de dar o esperma" — disse Ericka.
"Então pensamos em você. Pensamos no seu pai, num irmão do Erick, mas a verdade é que eles não nos parecem os melhores candidatos, além de que não entenderiam e talvez nos metessem em encrenca" — disse Sofia.
"Então a ideia é eu doar meu esperma e fazer in vitro?" — perguntei.
"Bom, essa seria a opção difícil, mas a verdade é que pensamos em outra coisa. A Sofia vai te explicar na segunda de manhã. Eu tenho que voltar pro trabalho e a Sofia vai arrumar minhas malas" — disse Ericka.
"Então a gente se vê na segunda, tia?" — falei.
"Claro que sim. Amanhã vou ficar o dia todo com a Ericka, então vem só na segunda" — disse Sofia.
Me despedi com um beijo das duas e fui pra casa descansar. Sei que agora parece lógico o que elas queriam, mas naquele momento, a verdade é que fiquei tão impressionado com o que elas me pediram que nem imaginava.
Passou aquele dia, depois o domingo, e na segunda de manhã peguei minha mala e fui pra casa da minha tia. Cheguei cedo, ela me cumprimentou, tomamos café da manhã e fui ver TV. Ela veio:
"Bom, você deve estar se perguntando como é que a gente quer... nos ajude" — disse ele
"sim, tia, na verdade não pensei em como, a única opção é in vitro e vocês já disseram que não" — falei
"bom, é algo muito fácil, você é virgem?" — perguntou
"bem, na verdade não, tia" — falei meio envergonhado, apesar de ter muita intimidade com ela
"certo, não quero que sua primeira vez seja do jeito que vamos fazer" — disse
"do que você tá falando?" — falei
"vamos pro meu quarto" — disse e me pegou pela mão
"olha, andei lendo muito sobre o assunto e não vai bastar uma vez pra eu engravidar, vamos precisar fazer várias vezes, talvez duas vezes por dia" — falou, e eu atônito
"olha, vamos fazer assim: tenho uma saia, vou vestir sem nada por baixo, vou me lubrificar, você deita e enquanto eu te masturbo, quando você for gozar, me avisa e eu enfio e você deixa tudo dentro" — disse enquanto tirava a saia
Eu pensava comigo mesmo que pelo menos teria a chance de ficar dentro dela, além de me masturbar com as mãos dela.
"entendeu?" — perguntou
"hã? Ah sim, entendi, tia" — falei
"Sofia, agora sou Sofia, não vamos deixar isso mais estranho do que já é" — disse
"bom, abaixa as calças e deita" — ordenou
Eu fiz, me deitei com meu pau mole e ela começou a acariciá-lo, por algum motivo eu tava tendo dificuldade pra ter uma ereção.
"mmm, isso não tá funcionando como esperava, vamos ver se isso resolve" — disse enquanto enfiava meu pau na boca dela e começava a chupar, não sei se ela já tinha experiência ou o que, mas fazia muito bem, minha ereção não demorou e quando percebi já tava perto do clímax
"Sofia, vou gozar" — falei
Ela tirou meu pau da boca e montou em mim, deixando meu pau entrar na buceta dela, que delícia sentir entrar nela, mas tava molhada, não aquela umidade de lubrificante, era mais uma umidade e calor que só aparece quando ela tá excitada. O problema foi que quando ela enfiou meu pau na buceta dela, ela parou de se mexer, só ficou parada, sem fazer nada.
"o que foi, por que você não goza?" — perguntou
"tia, digo, Sofia, você precisa se mexer em cima de mim, não é só gozar Preciso sentir movimento — falei.
— Sério? Pra ser sincero, não tenho experiência com homens, só com mulheres — ela disse.
— Quando a Erica goza, você continua lambendo ou enfiando os dedos? — perguntei.
— Sim, pra ela sentir melhor — respondeu.
— Bom, é igual com os homens, a gente precisa que a estimulação dure — falei.
— Então eu me mexo? — perguntou.
— Sim, mexe de cima pra baixo, devagar, depois aumenta o ritmo — falei.
Ela começou a se mexer, do jeito que eu tinha explicado. A buceta dela era tão apertada, acho que quase era virgem. As bochechas dela ficaram vermelhas, ela gemia baixinho.
— Sobrinho, nunca senti isso antes — disse enquanto se mexia mais rápido, cavalgava meu pau como uma louca. Dava pra sentir que ela também tava perto do orgasmo, então deixei ela sentir que tava no controle. Eu tava ali pra ajudar, não pra foder ela. Além do mais, era minha tia.
— Sofia, vou gozar, vou gozar — falei, soltando jatos de porra dentro dela.
— Ahhhh, ahhhhh — gemeu ela, caindo no meu peito, a respiração ofegante. Sabia que ela também tinha gozado.
— E agora, o que a gente faz? — perguntou depois de uns minutos, com meu pau ainda dentro dela.
— Levanta — falei.
— Mas seu leite não vai vazar? — disse.
— Acho que não, Sofia. Levanta e deita, assim fica mais difícil de sair — falei.
Ela se deitou do meu lado, ainda meio ofegante, mas tranquila. Eu levantei e fui pro banheiro me limpar.
— Ei, não conta pra Erica o que eu fiz. Ela acha que você só ia gozar dentro de mim e pronto, não queria que isso acontecesse — disse.
— Sofia, não vou falar nada, mas você já sabe que do jeito que você pensou não funciona. A gente tem que fazer assim, tá bem? — perguntei, me fazendo de louco. Claro que tava bem, ela tinha gostado e eu planejava tirar proveito daquela situação. Calculava que se eu comesse ela mais uma vez, ela cedia e acabaria pedindo meu pau como uma louca. Claro que não pensava em fazer ela largar a parceira.
— Entendo o que você diz. Tem razão, vai ter que ser desse jeito se a gente quer que isso funcione — disse.
— Ok — falei e fui tomar banho. Ela me alcançou
—Vou tomar um banho contigo e a gente vai fazer mais uma vez — disse
Eu coloquei ela no chuveiro e comecei a me masturbar pra deixar meu pau pronto, ela tirou minha mão e fez o mesmo.
—Sabe, é a primeira vez que vejo um pau de perto, é grande, não imaginava que fosse assim, achava que eram sujos e fediam — disse
—Então, não é bem assim, vira de costas — falei
E comecei a meter devagar, dessa vez eu tava no controle, então ia dar a foda mais forte da vida dela, pra ver como ela reagia, ela gemia e gritava
—Espera, é muito rápido, mais devagar, se continuar eu vou… ahhhhhhh vou gozar — gemeu e gritou
Eu parei antes de gozar
—Por que parou? Continua, tem que gozar dentro — disse ela, sem imaginar que eu tinha parado pra aproveitar e comer ela ainda mais
—Espera, cansei um pouco — menti
Voltei a atacar a buceta dela, já tava uma cachoeira de sucos deliciosos, logo ela ia implorar pelo meu pau e eu podia lamber aquela xota gostosa
—Ahhhh ahhhh vou gozar de novo — disse ela gemendo
Dessa vez gozei dentro dela, um pouco menos que na primeira vez, mas ainda bastante, ela ficou imóvel, quieta, terminei meu banho e deitei na sala, ela sentou do meu lado
—Não tô enganando a Érica, tô? — disse e sem me dar tempo
—Digo, eu tô gostando, mas faz parte de ter um bebê — disse, eu fiquei em silêncio, naquela noite ela pediu pra eu dormir com ela, mas em vez de transar, ela só dormiu abraçada em mim.
Assim, naquela semana, minha tia descobriu um novo jeito de aproveitar e aprendeu a ser infiel, em breve vou ter mais histórias dela, obrigado por ler e comentar.
Era sábado e eu tinha aula, então, como de costume nos sábados, acordei no sofá da minha tia Sofia. A namorada dela, Érika, tava saindo pro trabalho. Érika é uma mina normal, secretária de algum executivo ou algo assim, corpo bonito igual minha tia, mas com peitos maiores. Ela foi trabalhar, minha tia ficou preparando o café da manhã. Eu tomei banho, saí e comi com ela.
— O que você vai fazer depois da escola? — perguntou minha tia.
— Vou pra casa da minha mãe e depois não sei se saio, tia — falei.
— Você devia vir almoçar comigo, vou estar sozinha, e queria te pedir pra ficar comigo na semana que vem. A Érika vai viajar e não quero passar a semana sozinha — disse.
— Claro que sim, tia. Vou ficar com você aqui hoje às 3 e vou pedir permissão pra ficar. Tenho certeza que minha mãe vai deixar — falei.
— Claro que sim, vou falar com minha irmã também pra ela te liberar. Então a gente se vê umas 3? — disse.
— Claro, tia. Se cuida — saí da casa dela e fui pra faculdade.
Não aconteceu nada demais, só uma queimadura com um ferro de solda e uma boa aula, só isso.
De tarde, umas 3, voltei pra casa da minha tia e lá estavam ela e a Érika, com a comida pronta e tudo preparado.
— Oi, Érika, tia, o que vamos comer? — perguntei.
— Sopa e um ensopado que sua tia fez — disse Érika.
Comemos tranquilos. Quando terminamos, elas prepararam café e começamos a conversar.
— Sobrinho, hoje te chamamos pra almoçar porque temos um pedido pra te fazer. É... É uma coisa séria e que exige discrição, então pedimos que você não conte pra ninguém, aceite ou não" — disse Sofia.
"O que você precisa, tia Sofia? Sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa" — falei.
"Olha, é sério, Ericka. Acontece que nós, como casal, sentimos que é hora de dar o próximo passo na nossa relação, no caso, ter um bebê" — disse Ericka.
"Entendo o que você tá dizendo, Ericka, mas não vejo como posso ajudar" — embora eu imaginasse que elas queriam uma carta de recomendação pra adoção ou algo do tipo.
"Pensamos em adotar um bebê, mas por sermos lésbicas, achamos que vai ser difícil. Pensamos em um doador de esperma, ir a um banco, mas essa alternativa é muito cara pra gente, então a opção que nos resta é pedir pra alguém que conhecemos e em quem confiamos que é uma pessoa saudável e limpa, além de não nos enganar na hora de dar o esperma" — disse Ericka.
"Então pensamos em você. Pensamos no seu pai, num irmão do Erick, mas a verdade é que eles não nos parecem os melhores candidatos, além de que não entenderiam e talvez nos metessem em encrenca" — disse Sofia.
"Então a ideia é eu doar meu esperma e fazer in vitro?" — perguntei.
"Bom, essa seria a opção difícil, mas a verdade é que pensamos em outra coisa. A Sofia vai te explicar na segunda de manhã. Eu tenho que voltar pro trabalho e a Sofia vai arrumar minhas malas" — disse Ericka.
"Então a gente se vê na segunda, tia?" — falei.
"Claro que sim. Amanhã vou ficar o dia todo com a Ericka, então vem só na segunda" — disse Sofia.
Me despedi com um beijo das duas e fui pra casa descansar. Sei que agora parece lógico o que elas queriam, mas naquele momento, a verdade é que fiquei tão impressionado com o que elas me pediram que nem imaginava.
Passou aquele dia, depois o domingo, e na segunda de manhã peguei minha mala e fui pra casa da minha tia. Cheguei cedo, ela me cumprimentou, tomamos café da manhã e fui ver TV. Ela veio:
"Bom, você deve estar se perguntando como é que a gente quer... nos ajude" — disse ele
"sim, tia, na verdade não pensei em como, a única opção é in vitro e vocês já disseram que não" — falei
"bom, é algo muito fácil, você é virgem?" — perguntou
"bem, na verdade não, tia" — falei meio envergonhado, apesar de ter muita intimidade com ela
"certo, não quero que sua primeira vez seja do jeito que vamos fazer" — disse
"do que você tá falando?" — falei
"vamos pro meu quarto" — disse e me pegou pela mão
"olha, andei lendo muito sobre o assunto e não vai bastar uma vez pra eu engravidar, vamos precisar fazer várias vezes, talvez duas vezes por dia" — falou, e eu atônito
"olha, vamos fazer assim: tenho uma saia, vou vestir sem nada por baixo, vou me lubrificar, você deita e enquanto eu te masturbo, quando você for gozar, me avisa e eu enfio e você deixa tudo dentro" — disse enquanto tirava a saia
Eu pensava comigo mesmo que pelo menos teria a chance de ficar dentro dela, além de me masturbar com as mãos dela.
"entendeu?" — perguntou
"hã? Ah sim, entendi, tia" — falei
"Sofia, agora sou Sofia, não vamos deixar isso mais estranho do que já é" — disse
"bom, abaixa as calças e deita" — ordenou
Eu fiz, me deitei com meu pau mole e ela começou a acariciá-lo, por algum motivo eu tava tendo dificuldade pra ter uma ereção.
"mmm, isso não tá funcionando como esperava, vamos ver se isso resolve" — disse enquanto enfiava meu pau na boca dela e começava a chupar, não sei se ela já tinha experiência ou o que, mas fazia muito bem, minha ereção não demorou e quando percebi já tava perto do clímax
"Sofia, vou gozar" — falei
Ela tirou meu pau da boca e montou em mim, deixando meu pau entrar na buceta dela, que delícia sentir entrar nela, mas tava molhada, não aquela umidade de lubrificante, era mais uma umidade e calor que só aparece quando ela tá excitada. O problema foi que quando ela enfiou meu pau na buceta dela, ela parou de se mexer, só ficou parada, sem fazer nada.
"o que foi, por que você não goza?" — perguntou
"tia, digo, Sofia, você precisa se mexer em cima de mim, não é só gozar Preciso sentir movimento — falei.
— Sério? Pra ser sincero, não tenho experiência com homens, só com mulheres — ela disse.
— Quando a Erica goza, você continua lambendo ou enfiando os dedos? — perguntei.
— Sim, pra ela sentir melhor — respondeu.
— Bom, é igual com os homens, a gente precisa que a estimulação dure — falei.
— Então eu me mexo? — perguntou.
— Sim, mexe de cima pra baixo, devagar, depois aumenta o ritmo — falei.
Ela começou a se mexer, do jeito que eu tinha explicado. A buceta dela era tão apertada, acho que quase era virgem. As bochechas dela ficaram vermelhas, ela gemia baixinho.
— Sobrinho, nunca senti isso antes — disse enquanto se mexia mais rápido, cavalgava meu pau como uma louca. Dava pra sentir que ela também tava perto do orgasmo, então deixei ela sentir que tava no controle. Eu tava ali pra ajudar, não pra foder ela. Além do mais, era minha tia.
— Sofia, vou gozar, vou gozar — falei, soltando jatos de porra dentro dela.
— Ahhhh, ahhhhh — gemeu ela, caindo no meu peito, a respiração ofegante. Sabia que ela também tinha gozado.
— E agora, o que a gente faz? — perguntou depois de uns minutos, com meu pau ainda dentro dela.
— Levanta — falei.
— Mas seu leite não vai vazar? — disse.
— Acho que não, Sofia. Levanta e deita, assim fica mais difícil de sair — falei.
Ela se deitou do meu lado, ainda meio ofegante, mas tranquila. Eu levantei e fui pro banheiro me limpar.
— Ei, não conta pra Erica o que eu fiz. Ela acha que você só ia gozar dentro de mim e pronto, não queria que isso acontecesse — disse.
— Sofia, não vou falar nada, mas você já sabe que do jeito que você pensou não funciona. A gente tem que fazer assim, tá bem? — perguntei, me fazendo de louco. Claro que tava bem, ela tinha gostado e eu planejava tirar proveito daquela situação. Calculava que se eu comesse ela mais uma vez, ela cedia e acabaria pedindo meu pau como uma louca. Claro que não pensava em fazer ela largar a parceira.
— Entendo o que você diz. Tem razão, vai ter que ser desse jeito se a gente quer que isso funcione — disse.
— Ok — falei e fui tomar banho. Ela me alcançou
—Vou tomar um banho contigo e a gente vai fazer mais uma vez — disse
Eu coloquei ela no chuveiro e comecei a me masturbar pra deixar meu pau pronto, ela tirou minha mão e fez o mesmo.
—Sabe, é a primeira vez que vejo um pau de perto, é grande, não imaginava que fosse assim, achava que eram sujos e fediam — disse
—Então, não é bem assim, vira de costas — falei
E comecei a meter devagar, dessa vez eu tava no controle, então ia dar a foda mais forte da vida dela, pra ver como ela reagia, ela gemia e gritava
—Espera, é muito rápido, mais devagar, se continuar eu vou… ahhhhhhh vou gozar — gemeu e gritou
Eu parei antes de gozar
—Por que parou? Continua, tem que gozar dentro — disse ela, sem imaginar que eu tinha parado pra aproveitar e comer ela ainda mais
—Espera, cansei um pouco — menti
Voltei a atacar a buceta dela, já tava uma cachoeira de sucos deliciosos, logo ela ia implorar pelo meu pau e eu podia lamber aquela xota gostosa
—Ahhhh ahhhh vou gozar de novo — disse ela gemendo
Dessa vez gozei dentro dela, um pouco menos que na primeira vez, mas ainda bastante, ela ficou imóvel, quieta, terminei meu banho e deitei na sala, ela sentou do meu lado
—Não tô enganando a Érica, tô? — disse e sem me dar tempo
—Digo, eu tô gostando, mas faz parte de ter um bebê — disse, eu fiquei em silêncio, naquela noite ela pediu pra eu dormir com ela, mas em vez de transar, ela só dormiu abraçada em mim.
Assim, naquela semana, minha tia descobriu um novo jeito de aproveitar e aprendeu a ser infiel, em breve vou ter mais histórias dela, obrigado por ler e comentar.
11 comentários - Ajudando minha tia sapatão
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