DESESPERADA PRA GOZARAbri meus olhos e vi que a luz do novo dia entrava no quarto, eu tinha acordado, mas quando lembrei do que tinha acontecido na noite anterior, virei a cabeça na hora e lá estava ele, Steve, meu tio, ainda dormindo. Fiquei olhando pra ele atentamente enquanto o infeliz dormia feliz, lembrei de tudo que tinha rolado, Steve e eu tínhamos transado!
Naquele momento, fiquei cheia de raiva, agora que a bebedeira tinha passado, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Steve tinha se aproveitado da situação, fiquei furiosa por perder minha virgindade logo com ele. Minha roupa estava no chão, eu estava pelada, tentei me levantar, mas senti uma dor danada entre as pernas que me parou, e percebi que tinha sangue manchado na cama, Meu Sangue! Me assustei na hora, mas lembrei que era normal quando se faz pela primeira vez, mas a dor realmente me afetava, queria chorar, mas me segurei. Me levantei como deu, peguei minha roupa e fui pro banheiro, por sorte Sven ainda não tinha acordado. Vi no relógio da sala que já passava do meio-dia.
Tomei banho pra tirar todo cheiro de sexo e sangue, me sentia suja pelo que aconteceu e fiquei com muita raiva do Steve, que tinha tirado meu bem mais precioso. Depois de me lavar, sequei o cabelo com uma toalha que achei no armário do quarto e saí do banheiro, mas a dor dificultava andar. Como a bebedeira já tinha passado, agora eu sentia o impacto da dor, porque se não estivesse bêbada, teria gritado e chorado quando Steve me penetrou.
Me vesti, minha calcinha vermelha, minha saia e minha blusa, depois saí e peguei minha bolsa, mas antes de ir embora, queria me vingar do Steve.
Entrei no quarto e o filho da puta já estava acordado, quando me viu, disse:
— Bom dia, Princesa! Ontem foi a melhor noite da minha vida, e acho que pra você também foi.
— Menti e sorri pra ele — Pois é, Steve, foi inesquecível!
— Você mesma quis. Você disse que foi inesquecível!
— Você realizou seu sonho mais desejado — falei com doçura falsa e o cachorro sorriu
— Já se trocou, mas não se apresse, vou tomar um banho agora e depois te levo
— Então se vira que já é tarde — falei
O tal cachorro se levantou completamente pelado na minha frente como se tudo fosse normal entre nós, eu me aproximei dele, apoiei minhas mãos nos peitorais dele e falei, cravando meu olhar no dele
— Sabe, Steve, tem uma coisa que quero te dar
— Ele sorriu — O quê, minha princesa?
— ISSO! — Dei uma joelhada com toda minha força bem nos colhões dele, e aquele lixo caiu no chão se contorcendo e segurando a piroca por causa da dor imensa
— Isso é pelo que você me roubou, SEU LIXO! — gritei com uma raiva e ódio imensos
Aí deixei aquele lixo lá e fui embora do apartamento. No elevador, não consegui mais me segurar e chorei como uma criança. Depois de sair do prédio, peguei um táxi e fui pra casa das minhas primas.
No caminho, doía na alma o que tinha acontecido, e continuei chorando pelo que tinha perdido: minha virgindade! O taxista, ao me ver chorando, quis parar o carro, mas eu falei pra ele seguir em frente e não ligar pra mim.
Faltava pouco pra chegar na casa do meu tio Alejandro, então tive que me segurar. Enxuguei as lágrimas e tentei aguentar a dor até conseguir chegar no meu quarto. Encontrei Susana na porta, que imediatamente me disse:
— Priminha! Chegou tão tarde? Peraí, seus olhos estão vermelhos!
— Acho que exageramos na bebida ontem, Susana. Meu corpo todo dói — falei, tentando disfarçar minha tristeza e dor
— Nossa, você tem uma resistência danada pro álcool, mas seus olhinhos estão vermelhos. Vamos pro seu quarto.
Naquele dia, não saí pra nada. Fiquei em casa descansando e pensando no que aconteceu. Já não era mais virgem por culpa daquele lixo. Lembrei até que ele me fez tomar uma pílula minutos depois de ter transado, dizendo que era muito importante tomar porque ele não... Ele tinha colocado camisinha porque queria me aproveitar ao máximo, depois descobri que era uma pílula do dia seguinte, não sei como ele conseguiu, mas aquele cachorro sabia de tudo. Eu tava muito puta com aquele merda, ele tinha cumprido o objetivo dele, mas eu tava dolorida fisicamente e destruída pelo que tinha perdido. Sabia que se eu falasse, ia causar um terremoto, mas pensei que se isso rolasse, minhas férias iam pro saco na hora, então decidi não falar nada por enquanto até acabar minha estadia no Peru. E quando voltasse pra Suíça, ia me vingar daquele miserável do Steve.
Com o passar dos dias, tentei esquecer o que aconteceu e só curtir minhas férias, e foi exatamente isso que fiz. Duas semanas depois, falei com o Sven e ele disse que só iam ficar mais uma semana no Peru e depois teriam que voltar pra Suíça. Mas eu também tinha mais uma semana, porque cheguei uma semana antes deles e já tava há três semanas no Peru. Mas minhas primas me convenceram a esticar a estadia, e tive que ligar pra uma colega de trabalho pra pedir que me substituísse por uma semana, e por sorte ela topou. Assim, ainda tinha duas semanas no meu querido Peru e ia aproveitar ao máximo.
Na minha última semana, a Susana me animou pra ir acampar na praia, mas só mulheres. Achei a ideia excelente. Compramos tudo que precisava pra curtir. Seríamos só cinco mulheres: eu, minhas duas primas e duas amigas. Acampamos numa praia no sul de Lima. Quando chegamos, preparamos tudo, montamos as barracas, e fui eu quem montou a minha mais rápido, já tinha experiência porque aprendi na escola. Já de noite, começamos com a fogueira clássica e, claro, as latas de cerveja, acompanhadas de música. Aquela noite foi muito boa.
Mais tarde, quando tava dormindo, sonhei com o Steve dentro da minha barraca querendo me comer de novo, mas consegui acordar. Saí da barraca e caminhei até a beira do mar, fiquei... Observar o céu escuro por alguns minutos e depois voltei pra minha barraca.
As lembranças daquela noite vinham na minha mente e não me deixavam dormir, comecei a recordar aqueles prazeres, especialmente meu primeiro orgasmo, que delícia! Aquela língua maravilhosa que percorria cada centímetro dos meus lábios da buceta e terminava no meu clitóris.
— Mnnnnnnnnnn…. AAAhhhhhhhhhhhhh…
Me lembrei daquele instante e, instintivamente, levei meus dedos até meu tesouro e comecei a me masturbar
— Uhhhhhhhhhhh…. Aaaaahhhh…… — Tava me satisfazendo quando parei
— Que merda eu tô fazendo?
Tinha parado de me masturbar, mas a lembrança daquele orgasmo foi mais forte e voltei a levar meus dedos até meu clitóris e peguei algo pra morder pra que nenhuma das garotas ouvisse meus gemidos, embora todas estivessem dormindo, mas mesmo assim fiz. Era a primeira vez que tava me masturbando, mas nem assim eu era tão habilidosa quanto os dedos e a língua do Steve, e muito menos chegava àquele prazer
— Mnnnnnn...... AAAAhhhhhh.....
Depois de me sentir meio satisfeita, comecei a pensar: toda vez que bebo um pouco de álcool,
acontece alguma coisa, e nesse caso eu tinha me masturbado, algo que nunca pensei em fazer até aquele momento. Disse pra mim mesma que não ia mais beber nada de álcool, mas não ia conseguir cumprir.
Chegou o dia que tive que viajar, me despedi de todos os meus parentes e peguei meu voo de volta pra Suíça.
Já no aeroporto de Zurique, peguei minhas malas e fui pra saída, onde pude ver ao longe nada menos que o Steve, o safado veio me buscar, e eu disse
— Só podia ser você! Steve, tinha que ser você pra me buscar
Ele me viu, veio direto pra mim e me abraçou carinhosamente como se não nos víssemos há anos
— Eyummy, finalmente você voltou, senti muito a sua falta, querida sobrinha
— Agora sou sua sobrinha, parece que você esqueceu o que aconteceu no dia 15 de fevereiro
Depois que eu disse essas palavras, Steve parou de me abraçar e me disse
— Como eu poderia esquecer, foi a melhor noite da minha vida e te perdoo por aquela joelhada
Cheguei em perceber que meu primo Erick tava chegando perto da gente e fui na hora abraçar ele com carinho, pensei comigo mesma
— (se você tivesse comigo no Peru, o Steve nunca teria me machucado)
— como cê tá, priminho? você tinha que ter ido pro Peru
— dá pra ver que sem minha presença nada é mais igual haha
Erick me fez rir, o Steve, mesmo disfarçando, tava com ciúme do jeito que eu tratava meu primo Erick e não ele. Depois eles levaram minhas malas pro carro e fomos pra casa.
Nos dias seguintes, o Steve agia comigo super normal, como se nada tivesse acontecido, como se nunca tivesse me assediado, como se nunca tivesse me dito certas palavras. Mais ainda, ele se mudou de casa e foi pro apartamento novo dele, e a partir daí a presença dele diminuiu em casa. Nos meses seguintes, era raro ele aparecer, e quando eu precisava ligar pra ele, ele me tratava como sobrinha, parecia que não valia mais a pena se insinuar porque já tinha realizado o sonho mais desejado dele.
No começo, queria matar ele, mas aos poucos desisti de me vingar do Steve. Talvez porque uma parte de mim tinha medo do que pudesse acontecer com ele se eu falasse, então nunca contei a verdade. Nas semanas seguintes, minha vida continuou super normal até que soube que teria que ir, ou melhor, estudar uns meses numa escola que ficava fora de Zurique, exatamente no cantão de Interlaken, na montanha. Mas pra minha sorte, seria em outubro, então faltavam vários meses.
Tudo seguiu igual. No dia 2 de maio, fiz 19 anos. Todo mundo veio celebrar meu aniversário, mas pra minha surpresa, o Steve não veio.
Chegou o verão. Eu já não podia tirar férias longas porque tinha usado em fevereiro, mas ainda me sobravam 2 semanas. Peguei as últimas semanas de julho porque umas amigas decidiram passar na Itália e me animaram pra ir com elas, então resolvi passar férias na Itália.
Agosto inteiro tive que ficar em Zurique, mas nos fins de semana sim, eu perdia com as outras amigas, não sabia nada do Steve, parecia que a terra tinha engolido ele, não aparecia pra nada e não me ligava, eu dizia em algumas ocasiões
— conseguiu o que queria e agora nem dá as caras
Mas eu não era mais a mesma Éyummy, em algumas ocasiões quando me banhava e a água escorria pela minha pele e chegava até minha buceta, me lembrava daquele delicioso orgasmo e começava a descer meus dedos pra me masturbar, esfregar meu clitóris, mas nem chegava perto daquele Grande prazer daquele orgasmo, eu tinha mudado e o culpado nem aparecia.
Em meados de setembro finalmente o vi de novo, quando ele tinha que vir porque tinha um jantar com uns convidados do meu padrasto, quando o vi ele me cumprimentou como de costume mas me evitava em qualquer momento que estávamos perto. Depois do jantar ele estava na varanda fumando com um dos convidados, eu me aproximei e alguns minutos depois o convidado nos deixou sozinhos, eu aproveitei pra perguntar
— e o que tem feito da vida? Steve, parecia que a terra tinha te engolido
— haha, a verdade é que tenho estado muito ocupado
— e com o quê?
— você quer saber de tudo, né!
Naquele momento o celular dele tocou e ele atendeu
— o jantar já acabou, não se preocupa que de jeito nenhum vou faltar, fala pro Stefan que tô chegando em no máximo 20 minutos ok tchau
Terminou de falar e se despediu de mim sem olhar nos meus olhos e foi embora
— Tchau Éyummy — Eu fiquei parada ali, Steve tinha ido embora sem me dizer uma única palavra, daquelas que ele me dizia antes do que aconteceu no Peru, eu comecei a pensar que eu já não chamava mais a atenção dele, porque ele já tinha realizado o sonho dele, era só isso que ele queria de mim, aquelas palavras que ele me dizia
— Princesa, eu te desejo, se deixa levar, vou te fazer gozar, vou te ensinar os Grandes Prazeres!
Todas essas palavras tinham ido com o vento, cheguei a odiar ele por isso, mas quando eu esfregava minha buceta lembrava dele, lembrava quando ele estava entre minhas pernas lambendo meu clitóris e me fazia gozar orgasmos deliciosos.
Não podia acreditar no que estava acontecendo comigo, além de odiá-lo pelo que me tirou, também o desejava, desejava tê-lo entre minhas pernas lambendo meu clitóris, não podia acreditar que chegaria a esse ponto de desejar isso, eu que no começo resisti e lutei contra o assédio dele, agora queria ele de volta entre minhas pernas.
Tentei esquecer essas sensações, mas não foi fácil até chegar outubro e agora eu tinha que passar dois meses de estudos no cantão de Interlaken, todos foram comigo para a montanha, mas Steve nem apareceu.
A escola ficava numa colina, tinha tanta gente, algumas amigas minhas estavam entre elas e até uma velha rival da escola, para minha má sorte tinha que dividir o quarto com uma suíça meio doida, ela tinha um piercing na sobrancelha, cabelo curto, estava acima do peso e não era muito falante comigo, que azar! o meu.
Naquela noite na escola não conseguia dormir porque a Loren, como se chamava a suíça, estava roncando, eu, sem conseguir dormir, desci meus dedos até meu tesouro e comecei a me satisfazer, como não estava sozinha, a sensação era maior, peguei meu travesseiro para morder e não deixar escapar nem um gemido
— Uhmmm… Ahggg… Uhhhhhhh… Mnnn… Uhhhhh… Ahhhhh…
Dessa vez estava gozando mais do que nas outras vezes, mas nem de longe conseguia igualar o prazer de ter uma língua lambendo meu clitóris, mas mesmo assim não parava de me masturbar, fazia cada vez mais rápido, olhava para a outra cama e a Loren continuava roncando enquanto eu, com o travesseiro na boca, abafava meus gemidos, fechava os olhos naquele momento de prazer, cheguei até a dizer na minha mente
— assim Steve Ahhhhhhh… continua por favor Ahhhhhhhhhhhhhh.........
Até onde eu tinha chegado! Me imaginar o Steve chupando meu clitóris, já era demais, mas eu não parava, seguia e seguia, até que escapou um gemido forte quando gozei
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Acho que deu para ouvir até no corredor porque ouvi o Passos de alguém se aproximando e eu parei de me satisfazer na hora, sorte que ninguém bateu na porta e agora finalmente consegui dormir.
Nos dias seguintes, tudo seguiu normal. Como eu era muito boa nos estudos, não tinha tantos problemas quanto as outras garotas, mas minha antiga rival da escola ainda me tinha na mira. Só que ela não podia fazer nada contra mim porque eu andava com minhas duas amigas, e uma delas tinha 1,86 de altura, o que impunha respeito. Mesmo assim, Shirley, minha velha rival, sempre dava um jeito de me encher o saco.
Chegou o fim de semana. Tínhamos sábado e domingo livres. Algumas iam pra casa, mas como só tinha esses dois dias de folga, preferi ficar em Interlaken, e uma das minhas amigas fez o mesmo.
Antes do que aconteceu no Peru, o Steve sempre me ligava no celular, mas agora nem lembrava mais de mim. Até que resolvi ligar pra ele pra conversar, e ele não atendeu. Pensei que talvez não estivesse com o celular na mão, então esperei 10 minutos, liguei de novo, e ele não respondeu. Fiquei surpresa, mandei uma mensagem, mas ele nem respondeu.
Na semana seguinte, liguei de novo, mas ele também não atendeu. Chegou o sábado, e agora eu podia voltar pra Zürich e ficar uma semana antes de voltar pra Interlaken.
Nessa semana, ele também não apareceu em casa. Liguei de novo, e outra vez ele não atendeu. Aquela indiferença dele tava me deixando louca. Por que aquele cachorro não me atendia? Eu me perguntava. Até que no sábado, encontrei ele na casa da minha irmã Claudia, porque tinha um jantar. Quando vi, ele tava sentado à mesa, com um vinho na mão, conversando com o marido da Claudia. Quando nos viu, ele cumprimentou todo mundo. Me cumprimentou como se eu nunca tivesse ligado. Mas naquela noite, não consegui conversar com ele. Não teve oportunidade nenhuma, e no final ele foi embora antes que eu percebesse.
Não sei o que deu em mim. Antes, eu detestava ele por causa do assédio, e agora tava atrás dele.
Chegou segunda-feira. Tive que voltar pra Interlaken, e dessa vez ia ficar 3 semanas seguidas. Com o passar dos Dias comecei a ficar obcecada, queria falar com o Steve mas ele não me dava chance, cheguei a mandar uma mensagem dizendo:
— Steve, por que você não me responde? O que tá rolando com você? Você esqueceu de mim? Preciso falar com você, me liga! — Eu, que sempre me dava ao luxo de rejeitar os caras, agora tava implorando, como o mundo dá voltas.
Steve não me respondia, passou uma semana e eu comecei a me masturbar todo dia, não acreditava que tava obcecada a ponto de sentir de novo aquela língua maravilhosa percorrendo meus lábios da buceta, nem que fosse meu próprio tio, toda noite eu me afogava no travesseiro de boca aberta:
— Uhhhhgggg…. Ahhgggggg… Uhhhhhh…. Ahhhhhhhhhhhhh… Mnnnnnn…
Mnnnnn… Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh… Uhghhhh… Ahhhhhh
Ficava toda molhadinha, queria a todo custo sentir aqueles Deliciosos Orgasmos de novo! Queria gemer de Puro Prazer! Meus dedos não davam conta, passou mais uma semana e nada, até que finalmente na sexta à noite ele me ligou.
— Oi Éyummy, me desculpa por não ter conseguido te responder
— Sim, mas te liguei várias vezes e você nunca atendia
— É que tive muito ocupado, não tinha tempo pra ninguém, nem pra você, mas agora já posso falar com você — Não sabia se o Steve tava se fazendo de louco ou não, então decidi em segundos não mostrar mais meu interesse óbvio
— É que tô entediada, tava te ligando pra saber se tem alguma festa
— Nossa, que tédio é esse! Mas você não tem os sábados e domingos livres?
— Tenho, mas por aqui não é igual a Zurique, preciso me distrair de verdade, e como você tem carro, podia vir me buscar amanhã e depois me trazer de volta domingo à noite
— Querida sobrinha, você nunca muda, mas e se a Roxana te ligar, o que vai dizer?
— Vou dizer que tô com umas amigas em Basel
— Em Basel hahaha, olha Éyummy, você sabe que mentir não é legal
— Hahaha olha quem fala, você, hahaha
— Tá bom, mas e onde você vai dormir?
— Onde mais, no seu Apartamento!
— Mas aqui No meu apartamento só tem um quarto, onde você vai dormir? No sofá, acho que não
Na verdade, o idiota do Steve tava se fazendo de bobo comigo, sabia perfeitamente que eu queria outra coisa, por isso que eu ligava pra ele, essa história de estar entediada era uma desculpa minha, mas preferi entrar na onda dele
— claro que não, idiota, você vai dormir no sofá e eu na sua cama
— haha, então por sua culpa vou ter que dormir no sofá, que esperteza!
Mesmo assim, aquele idiota ainda conseguia me fazer rir
— haha, então, você vai vir ou não?
— Fazer o quê! Não me resta outra opção, então amanhã passo aí pra te buscar
— assim que eu gosto, me obedecendo, então anota o endereço
— amanhã tô aí umas 11 horas pela Interlaken, te ligo, ok
— às 11, tá bom, então até amanhã, tchau
— Sonha com os anjinhos! haha, tchau — O babaca do Steve se fazendo de engraçado. — Amanhã finalmente vou saciar essa minha puta vontade! Falei comigo mesma, mas mesmo assim naquela noite eu me satisfiz até me molhar, até imaginei o Steve de novo entre minhas pernas, como eu tinha mudado em tão pouco tempo, já não era mais aquela Eyummy inocente no assunto de sexo, agora queria gozar uns orgasmos deliciosos!
No dia seguinte, acordei umas 8 e 47, depois de me arrumar fui tomar café no refeitório, não tinha tantas meninas porque a maioria já tinha ido embora. Depois do café, me preparei pra chegada do Steve, umas 10 e 52 liguei pra ele
— Steve, você já tá chegando?
— Tá tão desesperada assim pra sair?
— Haha, engraçadinho
— Já já, em 10 minutos tô aí
Depois de falar com o idiota do Steve, saí só com o necessário, já que tinha que voltar domingo à noite. Quando ele chegou, desceu do carro, me olhou e riu
— Oi, entediada! Parece que o confinamento te transformou numa fugitiva
— Muito engraçado, Steve, põe minha mala no carro e vamos embora
— Às suas ordens, senhorita fugitiva
O idiota do Steve tava engraçado, mas a única coisa que eu queria naquele momento era sair daquele lugar. Durante o No trajeto, ele falava comigo como se nada tivesse acontecido entre a gente, me tratava como a Éyummy de antes, mas eu não falei nada sobre o que rolou, então agi normal, mesmo sabendo que em algum momento a gente ia ter que conversar sobre o que aconteceu no Peru. Depois de algumas horas, chegamos em Zurique e depois no apartamento dele. Era a primeira vez que eu visitava aquele lugar. O apartamento era bem agradável, embora tivesse só um quarto; a sala era grande, com a cozinha do lado e uma varanda espaçosa, onde tinha uma mesinha com três cadeiras. O banheiro era legal e limpo — isso é o que eu gosto no Steve, ele é muito higiênico, adora tudo limpinho.
Deixei minha mala no quarto dele, depois fui pra sala e sentei. Steve me perguntou o que eu queria comer. Eu falei algo leve, e ele preparou umas saladinhas gostosas: alface, milho doce, mussarela e atum, com um molho pra acompanhar. Gostei da salada dele, leve e deliciosa.
Depois do almoço, fiquei umas horas no computador dele, trocando ideia com algumas amigas. Aí ele me perguntou pra onde a gente ia sair naquela noite, mas eu falei:
— Melhor a gente ficar, mas compra um pouco de maconha e aluga um filme.
— Fechou! — ele exclamou, sorrindo.
Fiquei sentada conversando com as amigas enquanto o Steve me passava os baseados e me deu um pouco de vinho. Umas duas horas e meia depois, ele foi tomar banho e se arrumar pra ir no centro. Antes de sair, pedi pra ele alugar uma comédia. Depois que ele foi, fui tomar banho, tomei um duchão bem gostoso, queria ficar limpinha e cheirosa.
Depois do banho, entrei no quarto dele, sequei o cabelo e, como a gente não ia sair pra balada, não precisei me trocar muito. Então só vesti meu pijama azul claro, minha cor favorita, e fui pra sala. Sentei no sofá, liguei a TV e esperei por ele.
Em alguns minutos, ele chegou com o filme, um saquinho de maconha, bebidas, umas cervejas e também uma garrafa de Chivas. Essa noite ia ser longa. Depois de Arrumando todas as coisas, Steve se preparou pra bolar o baseado de maconha, ele era muito bom nisso, eu enquanto isso coloquei o DVD do filme que tinha alugado e, como ele tinha pedido, era uma comédia, mas ele também trouxe um de ação.
Na sala tinha um jogo de sofás, um grande, outro médio e um pequeno, eu me sentei do lado do sofá grande. Assim que ele terminou de bolar o baseado, apertei o play e assistimos ao filme de comédia.
Fumar maconha me faz rir, e ele também, nós dois não parávamos de rir vendo a comédia.
Depois que o filme acabou, Steve me serviu um copo de Chivas, com gelo, e colocou o outro DVD de ação no aparelho.
Depois de uma hora, os doces tinham acabado e a cerveja também, só restava o uísque e uma Coca Booty.
Eu estava sentada a alguns centímetros de Steve, o baseado já tinha acabado, e depois de alguns minutos no filme de ação, passou uma cena de sexo. Foi nesse momento que eu disse pro Steve:
— Steve, lembra daquela noite no Peru?
— Sim, claro que lembro, mas não continua com esse assunto.
As palavras dele me surpreenderam. Ele queria evitar o assunto, pensei na hora.
— Como assim não continuar? Por acaso o que aconteceu naquela noite é uma coisa tão simples de esquecer?
— Éyummy, a gente conversa depois, vamos continuar vendo o filme.
O que ele pensava? Que podia ignorar o que aconteceu? Peguei o controle e desliguei a TV.
— Éyummy! — Ele exclamou.
— Ei, Steve, que porra é essa? Tipo, você me persegue por anos, entra no meu quarto, me come e depois diz que não rolou nada?
— A verdade é que me arrependo do que fiz, me arrependo dessa obsessão horrível que tive por você, como pude chegar a esse ponto? — Ele se perguntou, e eu tava ficando puta.
— Agora você resolve pensar no que fez, mas antes me perseguia, queria me comer a qualquer custo, e agora que conseguiu, se arrepende. Por acaso você pensa em mim?
— Me sinto um lixo! Como pude fazer isso com você? Você é minha sobrinha. Me perdoa, Éyummy, me perdoa por tudo que te fiz
Steve tava chorando me pedindo perdão, e isso me deixou puta da vida
— Ei, PORRA! Cê acha que eu consigo te perdoar? Você roubou minha VIRGINDADE!
Gritei essas palavras com uma raiva do caralho
— Me DESCULPA! De coração, Éyummy, se quiser me denunciar, PODE FAZER! Eu não vou fugir
Tava muito brava, mas mesmo assim tive pena dele, me aproximei e falei devagar
— Steve, para de chorar — ele me olhou — o que aconteceu naquela noite não tem como mudar, o que passou, passou, não tem volta, e não pretendo te denunciar, porque no fundo você tinha razão, não sou mais uma menina, sou uma mulher cheia de desejo que quer aproveitar os prazeres do corpo dela
— obrigado, Éyummy, obrigado por me perdoar
— calma aí, eu não disse que te perdoo, só disse que não vou te denunciar e nunca vou falar disso pra família
— mesmo assim, obrigado.
— me diz, Steve, por que você acha que fiquei te ligando esse tempo todo? Por que você acha que vim no seu apartamento? — só alguns centímetros nos separavam
— Éyummy, me desculpa muito, mas o que aconteceu no Peru nunca mais pode se repetir
— me diz, cadê aquelas suas palavras? Vou te mostrar os Grandes Prazeres, vou te fazer Gozar
— aquelas palavras nunca deviam ter saído da minha boca, me arrependo
— não aguento mais, você me mudou, o que você fez comigo me mudou completamente, já não ligo que você é meu tio, a única coisa que quero é que você me coma e me faça gozar igual naquela noite
Agora era eu quem tava implorando, Como Eu Mudei Tanto!
— Éyummy, não posso fazer isso, é melhor você esquecer isso e não falarmos mais no assunto
Ele me deu raiva de novo, aquele Steve que me assediava agora não queria mais nada comigo
— Você é um IDIOTA COMPLETO! — me levantei e fui em direção à porta, mas na hora Steve me segurou por trás
— Éyummy, não vai embora, por favor — ele tava me segurando pela cintura
— Não consigo mais esconder que gosto pra caralho de —faz amor comigo — falei essas palavras docemente
— por mais que eu tente, não consigo parar de te desejar, Éyummy, de sentir sua pele de novo
Essas palavras dele me excitaram e eu virei, olhei nos olhos dele e nos beijamos, os lábios dele e os meus se encontraram de novo como na primeira vez, as mãos dele deslizaram até minha cintura, enquanto eu coloquei meus braços em volta do pescoço dele.
Eu beijava e beijava, não queria me separar dos lábios dele, depois de um minuto ele me fez recuar até eu cair no sofá, ficando deitada e ele por cima de mim.
Ele me beijava de um jeito excitante e eu não ficava atrás, puxava o cabelo dele, virando a cabeça dele de um lado pro outro. Que tesão! Eu me sentia naquele momento, tava desesperada mesmo pra ter ele por cima de mim, sentir os lábios dele, que ele fosse meu tio já não importava mais naquela hora. Ele parou de beijar minha boca por um instante e beijou meu pescoço, me excitando ainda mais.
— Steve, eu tava… Desesperada! Precisava muito de você — falei ofegante
— me perdoa, Éyummy, nunca mais vou te deixar daquele jeito
— claro que te perdoo, Steve — e continuamos nos beijando apaixonadamente, ele desceu as mãos até minha cintura e tirou minha camiseta de pijama, e como eu não tava de sutiã, meus peitos ficaram à disposição dele e ele não demorou pra chupar eles
— Uhhhhhhh..... Mnnnnn...
A língua dele era maravilhosa! Aqueles giros que ele fazia nos meus mamilos me fascinavam. Ele me beijou de novo, mas dessa vez eu coloquei a língua na boca dele e ele fez o mesmo. Eu tava cada vez mais excitada, excitada a cada segundo por causa do jeito que ele chupava meus peitos.
Ele sugava meus mamilos e depois lambia fazendo círculos com a língua, me beijava e chupava de novo, beijava e chupava. Ele tirou a camiseta dele e nossa pele se tocou mais uma vez, eu tava ficando louca, não aguentava mais, queria sentir aquela língua maravilhosa.
— Steve, não me faz esperar mais e lambe minha buceta gostosa — gritei puxando ele pelo cabelo
— o que você mandar, minha princesa
Eu mesma tirei o resto do pijama também. minha calcinha e o Steve ficaram surpresos
— Você Se Depilou!
— Assim você pode me lamber melhor, Steve — falei cheia de tesão
E finalmente, depois de meses desejando, sonhando, alucinando, a língua dele percorreu cada centímetro da minha buceta deliciosa, me dando aquela sensação que só uma língua habilidosa pode dar
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Essa... essa língua AAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh me fez gemer Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Que prazer gostoso! Eu desejava isso há meses, me masturbava pensando nesse momento inesquecível, não queria que acabasse por nada, AAhhhhhh a língua maravilhosa dele lambia, chupava e sugava meu clitóris me fazendo Gozar! Me fazendo Gemer! E gemer a cada segundo
— continua Steve não para por favor AAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Segurei o cabelo dele com força me segurando enquanto os prazeres me invadiam
— AAAhhhhhhhh Que Delícia! Continua Steve Continua.... — gritei de prazer
Meu corpo começou a tremer, meus músculos se contraíram, meus mamilos endureceram, aquele Orgamo que eu desejava como Louca há meses finalmente apareceu e me fez delirar de Prazerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…
— Mnnnn... Uhhhhhhh... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH…
Porra! Que gostoso! Delicioso! Exquisito! Orgamo! AAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Esse orgasmo foi intenso mas ainda não era suficiente pra mim, Steve enfiou dois dedos como naquela vez mas agora eu queria mais
— Enfia 3 E Não Para Por Motivo Nenhum — falei com imenso tesão e Ele seguiu minhas ordens e me fez tremer com a língua e os dedos
— continua não pa....ra AAAAAAhhhhh
De jeito nenhum um único Orgamo poderia me satisfazer naquela noite, eu queria a todo custo sentir Orgasmos cada vez Maiores, depois de tantos minutos enfiando e chupando aquele Orgamo violento estava prestes a chegar Por Fim...
— Não... Paraaaaaa...... Por Favor.... Continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Steveeeeeeeeeeeee AHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Pela puta Mãe Que delícia! Orgasmoooooooooooooooooooooo…
Fico quase sem forças por uns segundos, aquele orgasmo foi tão violento que gozei lavando a cara do Steve, mas o sedento tomou todos os meus líquidos.
— Meu amor Que delícia Goza! Você Me Enlouquece Quando Fica Assim
— Para de Falar E Me Beija — falei com ênfase e quando ele me beijou, senti nos lábios dele o gostoso sabor da minha ejaculação, estava tão excitada que nem aquele orgasmo violento conseguiu me cansar e ele disse
— agora é sua vez de me fazer Gozar, Chupa minha pica! Chupa meu pau! que quero sentir sua Deliciosa Boquinha! sobrinha
Como eu não era egoísta, agora era minha vez e Steve tirou o short e pude ver de plenitude seu enorme pau, não sei quantos centímetros tinha aquela coisa, eu calculo uns 20 centímetros, peguei no tronco e enfiei na boca
— AAAhhh Mnnnnnnnn Que delícia! sentir sua boquinha, Chupa que é toda sua
Aquele pau enorme era só meu, tinha ouvido minhas amigas que já tinham transado antes de mim, que os homens adoram que chupem o pau, uma das minhas amigas disse que na primeira vez que fez sentiu nojo, mas quando fez com um cara que amava até gostou.
Eu, ao contrário das minhas amigas que não gostaram na primeira vez, não achei nada desagradável, pelo contrário, pareceu que gostei ainda mais vendo o Steve gozar com minha chupada, como era minha primeira vez era meio desastrada, mas ele me ensinou como fazer.
— não se apressa em chupar, tem que fazer devagar, sugando a cabeça e fazendo giros com a língua, depois desce e sobe e com a mão faz giros descendo enquanto chupa e suga a cabeça, vamos princesa que você consegue fazer melhor
— Vou Chupar E Chupar Até Que Aprenda — eu disse com frenesi
Segui as instruções, chupava, lambia e sugava até que aprendesse, fazia giros com minha língua em volta da cabeça da pica dele e enfiava tudo pra dentro e sugava, tirava, descia minha língua até as bolas dele e depois subia e dava uns giros com minha mão enquanto chupava e sugava
— Isso! Assim, Éyummy, AAhhhh Que Rápido você aprende, Ohhh, Não Para, agora chupa minhas bolas
Eu, obediente, segui e chupei as bolas dele, depois voltei a Subir e Descer, Subir e Descer minha língua por toda a pica dele
— Agora chupa mais Rápido, mais Rápido Princesa — ele exclamou — não Para até eu Gozar, quero gozar na sua Boca, quero que você tome todo meu leite, não deixa Nada
Enquanto com a mão direita segurava a pica dele, com a esquerda eu me masturbava, Steve como gozava com minha chupada, me fascinava que ele também gozasse, não queria gozar sozinha, chupava cada vez mais Rápido, não queria parar até que aquela pica estivesse prestes a explodir e chupei com mais determinação quando Steve exclamou
— AHHHHHH........... OHHHHHHHHHH... Não Para Éyummy que eu tô Prestes A Explodir
Chupei e Chupei com mais Intensidade, até que aquele vulcão deu uma tremenda erupção, jorrando lava branca e pegajosa dentro da minha boca
— Mnnnnnnnnnn… OOOhhh… AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH…
Steve gozou na minha boca, deliciosamente, eu engoli todo o leite dele e, como na primeira vez que provei o gosto, era bem salgado, mas dessa vez não me importei, eu tinha devolvido o Grande Prazer que ele me fez sentir minutos antes, agora estávamos quites, mas ainda faltava tanto pra Gozar, larguei a pica dele e o beijei, enfiando minha língua pra ele também sentir o gosto do leite dele, e ele correspondeu, enfiou a língua na minha boca e ficamos assim por uns minutos — Nossa Luxúria Era Incrivelmente Intensa!
— Que delícia! Você me fez Gozar, Éyummy, gozando na sua boquinha e ainda falta mais pra Aproveitar!
Eu eu masturbava ele enquanto falava
— Claro, que delícia, quero sentir teu pau dentro de mim e dessa vez não tenha pena de mim porque eu não vou ter de você, Steve, tava **enormemente excitada!** falava palavras que jamais teria dito, chupei ele igual uma **desesperada!** até o pau dele ficar pronto mas antes — Steve, aquela pílula do dia seguinte que você me deu me deu uns enjoo, náusea.
— me perdoa princesa mas era a única coisa que eu tinha na hora, uma camisinha ia diminuir o prazer de te fazer amor, é a primeira vez que não uso porque você é muito especial pra mim.
— porra vou ter que tomar, contanto que me curta por inteiro, além disso já faz muitos meses que tomei, da próxima vez vou usar um método certo
— obrigado princesa, não se preocupa não vou gozar dentro de você pra não ter tanto fluxo, no quarto tenho as pílulas
— depois você me conta como conseguiu, agora só quero sentir você dentro de mim e a gente se acabar
sentei em cima dele e ele meteu em mim me fazendo Gemer de Dor e Prazer
— AAAhhhhh... AAAAyyyy... AAAhhhhh... Auhhhh... AAAhhhhhhhh
Esse pau enorme me arrebentou a Buceta e era eu que enfiava até o fundo cavalgando igual uma **Louca**, cada estocada me fazia Gemer de Dor e Prazer, Steve chupava meus peitos como um desesperado mas de vez em quando largava pra gemer de **Enorme Prazer**
— OOhhhhh AAhhhhhhhhhh OOOhhhhhhhhhhh Ericaaaaaa AAAAhhhhhhhhh
Os gemidos de prazer do Steve me deixavam mais louca, e comecei a cavalgar com mais força, tava igual uma desesperada por Prazer, não sei como aguentava tanta dor
— AAAAYYYYYYYYYYYY AHHHHHHHHHHHH AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYHHHHHH
Quase não conseguia parar de enfiar aquele pau enorme, não parava por nada nada a ver que tava me destruindo aquela minha buceta deliciosa, mas como eu tinha desejado por meses nem a dor enorme conseguia me parar e cada vez eu me mexia mais e mais rápido até que eu não gemia, eu gritava
— AHHHHHHH AYYYYYY AHHHHHHHHH PORRAAAAAA AYYYYYYYYY AGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eu tava tipo possuída, nem a dor me segurava, não parava por nada, Dor e Prazer, Dor e Prazer, que Louca! que eu tava naquele momento, parecia uma verdadeira puta insaciável! que não parava, que não tinha pena de si mesma enfiando aquele pedaço enorme de carne violentamente.
— OHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH ERICAAAAAAAAAAAAAAA NÃO PARA NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ Violenta! Você é quando goza, Éyummy, e isso me deixa louco de prazer
— Uhhhh... foi você quem me iniciou, Steve, descobriu uma louca insaciável — falei fracamente
— então somos dois loucos — ambos sorrimos
Depois que me recuperei, Steve se levantou comigo me segurando no ar, me agarrou pelas nádegas me fodendo e eu me segurei no pescoço dele, agora era ele quem fazia todo o trabalho, eu por momentos quase me soltava dele porque virava minha cabeça para baixo por causa dos gemidos de Dor e Prazer que sentia, estávamos fodendo intensamente "O Tio e Sua Deliciosa Sobrinha"
Uns minutos depois, Steve já não aguentava mais naquela posição, não tinha mais forças para continuar me segurando no ar, então me deixou sentada no sofá, abriu minhas pernas e meteu
— OHHHHHHH AHHHHHHHHHH OHHHHHHH AHHHHHHHHHHHH
Eu me acariciava o clitóris enquanto ele me destruía
— AYYYYYHHHHHHH UHHHH AHHHHYYYYYYY AYYYYYY AHHHHHHHHHHHH DESTRÓI MEU STEVE NÃO TEM PENA DE MIM NÃOOOOOO AYYYYYYHHHHH
Não sei como eu aguentava aquelas investidas, talvez aquela combinação de Dor e Prazer me deixasse mais louca, por isso pedia que não tivesse Pena de mim, além disso eu me esfregava sem parar o Clitóris até que ele me disse
— AHHHHHH ERICA JÁ VOU GOZAR CHUPA MEU PAU LÁ LÁ LÁ LÁ LÁ
tirou o pau e levou até minha boca e eu, como uma desesperada, chupei até que segundos depois ele me lançou mísseis de esperma
— AHHHHHHH OHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Que gostoso Steve gozou na minha boca, não parei nem depois de ter engolido toda aquela carga de porra, me divertia que Steve tivesse alguns tremores enquanto eu continuava chupando, até que o pau dele perdeu força e eu parei para ele descansar.
— Que gostoso! é uma delícia foder com você, Éyummy, de todas as mulheres que já tive nenhuma me fez gozar como você, você é uma Selvagem! que precisa ser Domada!
— E eu quero Mais, Steve, Vamos Para a Cama
Steve me olhou como se não me conhecesse, sua querida sobrinha tinha se transformado numa Insaciável Por Prazer, Saímos da sala e fomos pro quarto, mas antes eu entrei no banheiro pra enxaguar a boca, Steve tinha gozado duas vezes na minha boca, depois entrei no quarto e ele tava deitado na cama, também tinha acendido uma vela perfumada pra deixar o clima mais gostoso e na sequência subi em cima dele e coloquei toda a minha buceta na cara dele pra ele começar a lamber meu clitóris
— Ahhhhh UUUhhhhhh Mnnnnnn AAAhhhhhhhhhhh UUhhhhhh AAhhhhhh
Como eu adoro sentir uma língua lambendo meu clitóris, me deixa Louca, eu me mexia esfregando a cara no Steve, a língua dele me enlouquecia, lambia e lambia
— AAhhhhhhh Assim Meu Steve Continua.... Que gostoso! não para por favorrr Mnnnnn… Uhhhh… Ahhhhhh…
Eu me mexia como uma louca, como se tivesse formiga na buceta e não conseguisse pará-las
— Que Prazer Tannnnnnnnn Gostosooooooooooooooooo PORRA!
Continuei assim até que aquele gostoso Orgasmo me acertou com força
— UHHHHHHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH…
Porra Que Delicioso Orgasmo Senti, deixei meu corpo cair sobre ele, mas ele disse que eu tava esmagando a pica dele e imediatamente saí de lá e fiquei deitada tentando me recuperar, mas Steve não me deixou descansar porque segundos depois ele se ajoelhou do lado da minha cara e me deu a pica dele, que eu não parei de chupar por vários minutos, Eu me esfregava o clitóris enquanto dava um Boquete Delicioso naquela Pica Fabulosa e minutos depois Steve se colocou em cima de mim e me fez uma Raba ou Cubana Fabulosa com meus peitos, Eu apertei meus seios pra Steve gozar mais gostoso
— Que Peitos Gostosos! que você tem Meu amor OOOhhhhhh AAAhhhhhh
Steve continuou me fazendo aquela Cubana Incrível até que a pica dele precisava Aproveitar da Minha Buceta, ele levantou minha perna direita que se apoiou no ombro dele e começou a me foder e me foder, não parava de destruir minha buceta, Mete E tira, mete e tira, as investidas dela eram grandiosas e violentas
— Oooooohhhhh Aaaaaahhhhhhhhh Ericaaaaa Aaaaaahhhhhhh.... Você Me Enlouquece Meu Amoooorrrrr
— Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Naquele momento, fiquei cheia de raiva, agora que a bebedeira tinha passado, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Steve tinha se aproveitado da situação, fiquei furiosa por perder minha virgindade logo com ele. Minha roupa estava no chão, eu estava pelada, tentei me levantar, mas senti uma dor danada entre as pernas que me parou, e percebi que tinha sangue manchado na cama, Meu Sangue! Me assustei na hora, mas lembrei que era normal quando se faz pela primeira vez, mas a dor realmente me afetava, queria chorar, mas me segurei. Me levantei como deu, peguei minha roupa e fui pro banheiro, por sorte Sven ainda não tinha acordado. Vi no relógio da sala que já passava do meio-dia.
Tomei banho pra tirar todo cheiro de sexo e sangue, me sentia suja pelo que aconteceu e fiquei com muita raiva do Steve, que tinha tirado meu bem mais precioso. Depois de me lavar, sequei o cabelo com uma toalha que achei no armário do quarto e saí do banheiro, mas a dor dificultava andar. Como a bebedeira já tinha passado, agora eu sentia o impacto da dor, porque se não estivesse bêbada, teria gritado e chorado quando Steve me penetrou.
Me vesti, minha calcinha vermelha, minha saia e minha blusa, depois saí e peguei minha bolsa, mas antes de ir embora, queria me vingar do Steve.
Entrei no quarto e o filho da puta já estava acordado, quando me viu, disse:
— Bom dia, Princesa! Ontem foi a melhor noite da minha vida, e acho que pra você também foi.
— Menti e sorri pra ele — Pois é, Steve, foi inesquecível!
— Você mesma quis. Você disse que foi inesquecível!
— Você realizou seu sonho mais desejado — falei com doçura falsa e o cachorro sorriu
— Já se trocou, mas não se apresse, vou tomar um banho agora e depois te levo
— Então se vira que já é tarde — falei
O tal cachorro se levantou completamente pelado na minha frente como se tudo fosse normal entre nós, eu me aproximei dele, apoiei minhas mãos nos peitorais dele e falei, cravando meu olhar no dele
— Sabe, Steve, tem uma coisa que quero te dar
— Ele sorriu — O quê, minha princesa?
— ISSO! — Dei uma joelhada com toda minha força bem nos colhões dele, e aquele lixo caiu no chão se contorcendo e segurando a piroca por causa da dor imensa
— Isso é pelo que você me roubou, SEU LIXO! — gritei com uma raiva e ódio imensos
Aí deixei aquele lixo lá e fui embora do apartamento. No elevador, não consegui mais me segurar e chorei como uma criança. Depois de sair do prédio, peguei um táxi e fui pra casa das minhas primas.
No caminho, doía na alma o que tinha acontecido, e continuei chorando pelo que tinha perdido: minha virgindade! O taxista, ao me ver chorando, quis parar o carro, mas eu falei pra ele seguir em frente e não ligar pra mim.
Faltava pouco pra chegar na casa do meu tio Alejandro, então tive que me segurar. Enxuguei as lágrimas e tentei aguentar a dor até conseguir chegar no meu quarto. Encontrei Susana na porta, que imediatamente me disse:
— Priminha! Chegou tão tarde? Peraí, seus olhos estão vermelhos!
— Acho que exageramos na bebida ontem, Susana. Meu corpo todo dói — falei, tentando disfarçar minha tristeza e dor
— Nossa, você tem uma resistência danada pro álcool, mas seus olhinhos estão vermelhos. Vamos pro seu quarto.
Naquele dia, não saí pra nada. Fiquei em casa descansando e pensando no que aconteceu. Já não era mais virgem por culpa daquele lixo. Lembrei até que ele me fez tomar uma pílula minutos depois de ter transado, dizendo que era muito importante tomar porque ele não... Ele tinha colocado camisinha porque queria me aproveitar ao máximo, depois descobri que era uma pílula do dia seguinte, não sei como ele conseguiu, mas aquele cachorro sabia de tudo. Eu tava muito puta com aquele merda, ele tinha cumprido o objetivo dele, mas eu tava dolorida fisicamente e destruída pelo que tinha perdido. Sabia que se eu falasse, ia causar um terremoto, mas pensei que se isso rolasse, minhas férias iam pro saco na hora, então decidi não falar nada por enquanto até acabar minha estadia no Peru. E quando voltasse pra Suíça, ia me vingar daquele miserável do Steve.
Com o passar dos dias, tentei esquecer o que aconteceu e só curtir minhas férias, e foi exatamente isso que fiz. Duas semanas depois, falei com o Sven e ele disse que só iam ficar mais uma semana no Peru e depois teriam que voltar pra Suíça. Mas eu também tinha mais uma semana, porque cheguei uma semana antes deles e já tava há três semanas no Peru. Mas minhas primas me convenceram a esticar a estadia, e tive que ligar pra uma colega de trabalho pra pedir que me substituísse por uma semana, e por sorte ela topou. Assim, ainda tinha duas semanas no meu querido Peru e ia aproveitar ao máximo.
Na minha última semana, a Susana me animou pra ir acampar na praia, mas só mulheres. Achei a ideia excelente. Compramos tudo que precisava pra curtir. Seríamos só cinco mulheres: eu, minhas duas primas e duas amigas. Acampamos numa praia no sul de Lima. Quando chegamos, preparamos tudo, montamos as barracas, e fui eu quem montou a minha mais rápido, já tinha experiência porque aprendi na escola. Já de noite, começamos com a fogueira clássica e, claro, as latas de cerveja, acompanhadas de música. Aquela noite foi muito boa.
Mais tarde, quando tava dormindo, sonhei com o Steve dentro da minha barraca querendo me comer de novo, mas consegui acordar. Saí da barraca e caminhei até a beira do mar, fiquei... Observar o céu escuro por alguns minutos e depois voltei pra minha barraca.
As lembranças daquela noite vinham na minha mente e não me deixavam dormir, comecei a recordar aqueles prazeres, especialmente meu primeiro orgasmo, que delícia! Aquela língua maravilhosa que percorria cada centímetro dos meus lábios da buceta e terminava no meu clitóris.
— Mnnnnnnnnnn…. AAAhhhhhhhhhhhhh…
Me lembrei daquele instante e, instintivamente, levei meus dedos até meu tesouro e comecei a me masturbar
— Uhhhhhhhhhhh…. Aaaaahhhh…… — Tava me satisfazendo quando parei
— Que merda eu tô fazendo?
Tinha parado de me masturbar, mas a lembrança daquele orgasmo foi mais forte e voltei a levar meus dedos até meu clitóris e peguei algo pra morder pra que nenhuma das garotas ouvisse meus gemidos, embora todas estivessem dormindo, mas mesmo assim fiz. Era a primeira vez que tava me masturbando, mas nem assim eu era tão habilidosa quanto os dedos e a língua do Steve, e muito menos chegava àquele prazer
— Mnnnnnn...... AAAAhhhhhh.....
Depois de me sentir meio satisfeita, comecei a pensar: toda vez que bebo um pouco de álcool,
acontece alguma coisa, e nesse caso eu tinha me masturbado, algo que nunca pensei em fazer até aquele momento. Disse pra mim mesma que não ia mais beber nada de álcool, mas não ia conseguir cumprir.
Chegou o dia que tive que viajar, me despedi de todos os meus parentes e peguei meu voo de volta pra Suíça.
Já no aeroporto de Zurique, peguei minhas malas e fui pra saída, onde pude ver ao longe nada menos que o Steve, o safado veio me buscar, e eu disse
— Só podia ser você! Steve, tinha que ser você pra me buscar
Ele me viu, veio direto pra mim e me abraçou carinhosamente como se não nos víssemos há anos
— Eyummy, finalmente você voltou, senti muito a sua falta, querida sobrinha
— Agora sou sua sobrinha, parece que você esqueceu o que aconteceu no dia 15 de fevereiro
Depois que eu disse essas palavras, Steve parou de me abraçar e me disse
— Como eu poderia esquecer, foi a melhor noite da minha vida e te perdoo por aquela joelhada
Cheguei em perceber que meu primo Erick tava chegando perto da gente e fui na hora abraçar ele com carinho, pensei comigo mesma
— (se você tivesse comigo no Peru, o Steve nunca teria me machucado)
— como cê tá, priminho? você tinha que ter ido pro Peru
— dá pra ver que sem minha presença nada é mais igual haha
Erick me fez rir, o Steve, mesmo disfarçando, tava com ciúme do jeito que eu tratava meu primo Erick e não ele. Depois eles levaram minhas malas pro carro e fomos pra casa.
Nos dias seguintes, o Steve agia comigo super normal, como se nada tivesse acontecido, como se nunca tivesse me assediado, como se nunca tivesse me dito certas palavras. Mais ainda, ele se mudou de casa e foi pro apartamento novo dele, e a partir daí a presença dele diminuiu em casa. Nos meses seguintes, era raro ele aparecer, e quando eu precisava ligar pra ele, ele me tratava como sobrinha, parecia que não valia mais a pena se insinuar porque já tinha realizado o sonho mais desejado dele.
No começo, queria matar ele, mas aos poucos desisti de me vingar do Steve. Talvez porque uma parte de mim tinha medo do que pudesse acontecer com ele se eu falasse, então nunca contei a verdade. Nas semanas seguintes, minha vida continuou super normal até que soube que teria que ir, ou melhor, estudar uns meses numa escola que ficava fora de Zurique, exatamente no cantão de Interlaken, na montanha. Mas pra minha sorte, seria em outubro, então faltavam vários meses.
Tudo seguiu igual. No dia 2 de maio, fiz 19 anos. Todo mundo veio celebrar meu aniversário, mas pra minha surpresa, o Steve não veio.
Chegou o verão. Eu já não podia tirar férias longas porque tinha usado em fevereiro, mas ainda me sobravam 2 semanas. Peguei as últimas semanas de julho porque umas amigas decidiram passar na Itália e me animaram pra ir com elas, então resolvi passar férias na Itália.
Agosto inteiro tive que ficar em Zurique, mas nos fins de semana sim, eu perdia com as outras amigas, não sabia nada do Steve, parecia que a terra tinha engolido ele, não aparecia pra nada e não me ligava, eu dizia em algumas ocasiões
— conseguiu o que queria e agora nem dá as caras
Mas eu não era mais a mesma Éyummy, em algumas ocasiões quando me banhava e a água escorria pela minha pele e chegava até minha buceta, me lembrava daquele delicioso orgasmo e começava a descer meus dedos pra me masturbar, esfregar meu clitóris, mas nem chegava perto daquele Grande prazer daquele orgasmo, eu tinha mudado e o culpado nem aparecia.
Em meados de setembro finalmente o vi de novo, quando ele tinha que vir porque tinha um jantar com uns convidados do meu padrasto, quando o vi ele me cumprimentou como de costume mas me evitava em qualquer momento que estávamos perto. Depois do jantar ele estava na varanda fumando com um dos convidados, eu me aproximei e alguns minutos depois o convidado nos deixou sozinhos, eu aproveitei pra perguntar
— e o que tem feito da vida? Steve, parecia que a terra tinha te engolido
— haha, a verdade é que tenho estado muito ocupado
— e com o quê?
— você quer saber de tudo, né!
Naquele momento o celular dele tocou e ele atendeu
— o jantar já acabou, não se preocupa que de jeito nenhum vou faltar, fala pro Stefan que tô chegando em no máximo 20 minutos ok tchau
Terminou de falar e se despediu de mim sem olhar nos meus olhos e foi embora
— Tchau Éyummy — Eu fiquei parada ali, Steve tinha ido embora sem me dizer uma única palavra, daquelas que ele me dizia antes do que aconteceu no Peru, eu comecei a pensar que eu já não chamava mais a atenção dele, porque ele já tinha realizado o sonho dele, era só isso que ele queria de mim, aquelas palavras que ele me dizia
— Princesa, eu te desejo, se deixa levar, vou te fazer gozar, vou te ensinar os Grandes Prazeres!
Todas essas palavras tinham ido com o vento, cheguei a odiar ele por isso, mas quando eu esfregava minha buceta lembrava dele, lembrava quando ele estava entre minhas pernas lambendo meu clitóris e me fazia gozar orgasmos deliciosos.
Não podia acreditar no que estava acontecendo comigo, além de odiá-lo pelo que me tirou, também o desejava, desejava tê-lo entre minhas pernas lambendo meu clitóris, não podia acreditar que chegaria a esse ponto de desejar isso, eu que no começo resisti e lutei contra o assédio dele, agora queria ele de volta entre minhas pernas.
Tentei esquecer essas sensações, mas não foi fácil até chegar outubro e agora eu tinha que passar dois meses de estudos no cantão de Interlaken, todos foram comigo para a montanha, mas Steve nem apareceu.
A escola ficava numa colina, tinha tanta gente, algumas amigas minhas estavam entre elas e até uma velha rival da escola, para minha má sorte tinha que dividir o quarto com uma suíça meio doida, ela tinha um piercing na sobrancelha, cabelo curto, estava acima do peso e não era muito falante comigo, que azar! o meu.
Naquela noite na escola não conseguia dormir porque a Loren, como se chamava a suíça, estava roncando, eu, sem conseguir dormir, desci meus dedos até meu tesouro e comecei a me satisfazer, como não estava sozinha, a sensação era maior, peguei meu travesseiro para morder e não deixar escapar nem um gemido
— Uhmmm… Ahggg… Uhhhhhhh… Mnnn… Uhhhhh… Ahhhhh…
Dessa vez estava gozando mais do que nas outras vezes, mas nem de longe conseguia igualar o prazer de ter uma língua lambendo meu clitóris, mas mesmo assim não parava de me masturbar, fazia cada vez mais rápido, olhava para a outra cama e a Loren continuava roncando enquanto eu, com o travesseiro na boca, abafava meus gemidos, fechava os olhos naquele momento de prazer, cheguei até a dizer na minha mente
— assim Steve Ahhhhhhh… continua por favor Ahhhhhhhhhhhhhh.........
Até onde eu tinha chegado! Me imaginar o Steve chupando meu clitóris, já era demais, mas eu não parava, seguia e seguia, até que escapou um gemido forte quando gozei
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Acho que deu para ouvir até no corredor porque ouvi o Passos de alguém se aproximando e eu parei de me satisfazer na hora, sorte que ninguém bateu na porta e agora finalmente consegui dormir.
Nos dias seguintes, tudo seguiu normal. Como eu era muito boa nos estudos, não tinha tantos problemas quanto as outras garotas, mas minha antiga rival da escola ainda me tinha na mira. Só que ela não podia fazer nada contra mim porque eu andava com minhas duas amigas, e uma delas tinha 1,86 de altura, o que impunha respeito. Mesmo assim, Shirley, minha velha rival, sempre dava um jeito de me encher o saco.
Chegou o fim de semana. Tínhamos sábado e domingo livres. Algumas iam pra casa, mas como só tinha esses dois dias de folga, preferi ficar em Interlaken, e uma das minhas amigas fez o mesmo.
Antes do que aconteceu no Peru, o Steve sempre me ligava no celular, mas agora nem lembrava mais de mim. Até que resolvi ligar pra ele pra conversar, e ele não atendeu. Pensei que talvez não estivesse com o celular na mão, então esperei 10 minutos, liguei de novo, e ele não respondeu. Fiquei surpresa, mandei uma mensagem, mas ele nem respondeu.
Na semana seguinte, liguei de novo, mas ele também não atendeu. Chegou o sábado, e agora eu podia voltar pra Zürich e ficar uma semana antes de voltar pra Interlaken.
Nessa semana, ele também não apareceu em casa. Liguei de novo, e outra vez ele não atendeu. Aquela indiferença dele tava me deixando louca. Por que aquele cachorro não me atendia? Eu me perguntava. Até que no sábado, encontrei ele na casa da minha irmã Claudia, porque tinha um jantar. Quando vi, ele tava sentado à mesa, com um vinho na mão, conversando com o marido da Claudia. Quando nos viu, ele cumprimentou todo mundo. Me cumprimentou como se eu nunca tivesse ligado. Mas naquela noite, não consegui conversar com ele. Não teve oportunidade nenhuma, e no final ele foi embora antes que eu percebesse.
Não sei o que deu em mim. Antes, eu detestava ele por causa do assédio, e agora tava atrás dele.
Chegou segunda-feira. Tive que voltar pra Interlaken, e dessa vez ia ficar 3 semanas seguidas. Com o passar dos Dias comecei a ficar obcecada, queria falar com o Steve mas ele não me dava chance, cheguei a mandar uma mensagem dizendo:
— Steve, por que você não me responde? O que tá rolando com você? Você esqueceu de mim? Preciso falar com você, me liga! — Eu, que sempre me dava ao luxo de rejeitar os caras, agora tava implorando, como o mundo dá voltas.
Steve não me respondia, passou uma semana e eu comecei a me masturbar todo dia, não acreditava que tava obcecada a ponto de sentir de novo aquela língua maravilhosa percorrendo meus lábios da buceta, nem que fosse meu próprio tio, toda noite eu me afogava no travesseiro de boca aberta:
— Uhhhhgggg…. Ahhgggggg… Uhhhhhh…. Ahhhhhhhhhhhhh… Mnnnnnn…
Mnnnnn… Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh… Uhghhhh… Ahhhhhh
Ficava toda molhadinha, queria a todo custo sentir aqueles Deliciosos Orgasmos de novo! Queria gemer de Puro Prazer! Meus dedos não davam conta, passou mais uma semana e nada, até que finalmente na sexta à noite ele me ligou.
— Oi Éyummy, me desculpa por não ter conseguido te responder
— Sim, mas te liguei várias vezes e você nunca atendia
— É que tive muito ocupado, não tinha tempo pra ninguém, nem pra você, mas agora já posso falar com você — Não sabia se o Steve tava se fazendo de louco ou não, então decidi em segundos não mostrar mais meu interesse óbvio
— É que tô entediada, tava te ligando pra saber se tem alguma festa
— Nossa, que tédio é esse! Mas você não tem os sábados e domingos livres?
— Tenho, mas por aqui não é igual a Zurique, preciso me distrair de verdade, e como você tem carro, podia vir me buscar amanhã e depois me trazer de volta domingo à noite
— Querida sobrinha, você nunca muda, mas e se a Roxana te ligar, o que vai dizer?
— Vou dizer que tô com umas amigas em Basel
— Em Basel hahaha, olha Éyummy, você sabe que mentir não é legal
— Hahaha olha quem fala, você, hahaha
— Tá bom, mas e onde você vai dormir?
— Onde mais, no seu Apartamento!
— Mas aqui No meu apartamento só tem um quarto, onde você vai dormir? No sofá, acho que não
Na verdade, o idiota do Steve tava se fazendo de bobo comigo, sabia perfeitamente que eu queria outra coisa, por isso que eu ligava pra ele, essa história de estar entediada era uma desculpa minha, mas preferi entrar na onda dele
— claro que não, idiota, você vai dormir no sofá e eu na sua cama
— haha, então por sua culpa vou ter que dormir no sofá, que esperteza!
Mesmo assim, aquele idiota ainda conseguia me fazer rir
— haha, então, você vai vir ou não?
— Fazer o quê! Não me resta outra opção, então amanhã passo aí pra te buscar
— assim que eu gosto, me obedecendo, então anota o endereço
— amanhã tô aí umas 11 horas pela Interlaken, te ligo, ok
— às 11, tá bom, então até amanhã, tchau
— Sonha com os anjinhos! haha, tchau — O babaca do Steve se fazendo de engraçado. — Amanhã finalmente vou saciar essa minha puta vontade! Falei comigo mesma, mas mesmo assim naquela noite eu me satisfiz até me molhar, até imaginei o Steve de novo entre minhas pernas, como eu tinha mudado em tão pouco tempo, já não era mais aquela Eyummy inocente no assunto de sexo, agora queria gozar uns orgasmos deliciosos!
No dia seguinte, acordei umas 8 e 47, depois de me arrumar fui tomar café no refeitório, não tinha tantas meninas porque a maioria já tinha ido embora. Depois do café, me preparei pra chegada do Steve, umas 10 e 52 liguei pra ele
— Steve, você já tá chegando?
— Tá tão desesperada assim pra sair?
— Haha, engraçadinho
— Já já, em 10 minutos tô aí
Depois de falar com o idiota do Steve, saí só com o necessário, já que tinha que voltar domingo à noite. Quando ele chegou, desceu do carro, me olhou e riu
— Oi, entediada! Parece que o confinamento te transformou numa fugitiva
— Muito engraçado, Steve, põe minha mala no carro e vamos embora
— Às suas ordens, senhorita fugitiva
O idiota do Steve tava engraçado, mas a única coisa que eu queria naquele momento era sair daquele lugar. Durante o No trajeto, ele falava comigo como se nada tivesse acontecido entre a gente, me tratava como a Éyummy de antes, mas eu não falei nada sobre o que rolou, então agi normal, mesmo sabendo que em algum momento a gente ia ter que conversar sobre o que aconteceu no Peru. Depois de algumas horas, chegamos em Zurique e depois no apartamento dele. Era a primeira vez que eu visitava aquele lugar. O apartamento era bem agradável, embora tivesse só um quarto; a sala era grande, com a cozinha do lado e uma varanda espaçosa, onde tinha uma mesinha com três cadeiras. O banheiro era legal e limpo — isso é o que eu gosto no Steve, ele é muito higiênico, adora tudo limpinho.
Deixei minha mala no quarto dele, depois fui pra sala e sentei. Steve me perguntou o que eu queria comer. Eu falei algo leve, e ele preparou umas saladinhas gostosas: alface, milho doce, mussarela e atum, com um molho pra acompanhar. Gostei da salada dele, leve e deliciosa.
Depois do almoço, fiquei umas horas no computador dele, trocando ideia com algumas amigas. Aí ele me perguntou pra onde a gente ia sair naquela noite, mas eu falei:
— Melhor a gente ficar, mas compra um pouco de maconha e aluga um filme.
— Fechou! — ele exclamou, sorrindo.
Fiquei sentada conversando com as amigas enquanto o Steve me passava os baseados e me deu um pouco de vinho. Umas duas horas e meia depois, ele foi tomar banho e se arrumar pra ir no centro. Antes de sair, pedi pra ele alugar uma comédia. Depois que ele foi, fui tomar banho, tomei um duchão bem gostoso, queria ficar limpinha e cheirosa.
Depois do banho, entrei no quarto dele, sequei o cabelo e, como a gente não ia sair pra balada, não precisei me trocar muito. Então só vesti meu pijama azul claro, minha cor favorita, e fui pra sala. Sentei no sofá, liguei a TV e esperei por ele.
Em alguns minutos, ele chegou com o filme, um saquinho de maconha, bebidas, umas cervejas e também uma garrafa de Chivas. Essa noite ia ser longa. Depois de Arrumando todas as coisas, Steve se preparou pra bolar o baseado de maconha, ele era muito bom nisso, eu enquanto isso coloquei o DVD do filme que tinha alugado e, como ele tinha pedido, era uma comédia, mas ele também trouxe um de ação.
Na sala tinha um jogo de sofás, um grande, outro médio e um pequeno, eu me sentei do lado do sofá grande. Assim que ele terminou de bolar o baseado, apertei o play e assistimos ao filme de comédia.
Fumar maconha me faz rir, e ele também, nós dois não parávamos de rir vendo a comédia.
Depois que o filme acabou, Steve me serviu um copo de Chivas, com gelo, e colocou o outro DVD de ação no aparelho.
Depois de uma hora, os doces tinham acabado e a cerveja também, só restava o uísque e uma Coca Booty.
Eu estava sentada a alguns centímetros de Steve, o baseado já tinha acabado, e depois de alguns minutos no filme de ação, passou uma cena de sexo. Foi nesse momento que eu disse pro Steve:
— Steve, lembra daquela noite no Peru?
— Sim, claro que lembro, mas não continua com esse assunto.
As palavras dele me surpreenderam. Ele queria evitar o assunto, pensei na hora.
— Como assim não continuar? Por acaso o que aconteceu naquela noite é uma coisa tão simples de esquecer?
— Éyummy, a gente conversa depois, vamos continuar vendo o filme.
O que ele pensava? Que podia ignorar o que aconteceu? Peguei o controle e desliguei a TV.
— Éyummy! — Ele exclamou.
— Ei, Steve, que porra é essa? Tipo, você me persegue por anos, entra no meu quarto, me come e depois diz que não rolou nada?
— A verdade é que me arrependo do que fiz, me arrependo dessa obsessão horrível que tive por você, como pude chegar a esse ponto? — Ele se perguntou, e eu tava ficando puta.
— Agora você resolve pensar no que fez, mas antes me perseguia, queria me comer a qualquer custo, e agora que conseguiu, se arrepende. Por acaso você pensa em mim?
— Me sinto um lixo! Como pude fazer isso com você? Você é minha sobrinha. Me perdoa, Éyummy, me perdoa por tudo que te fiz
Steve tava chorando me pedindo perdão, e isso me deixou puta da vida
— Ei, PORRA! Cê acha que eu consigo te perdoar? Você roubou minha VIRGINDADE!
Gritei essas palavras com uma raiva do caralho
— Me DESCULPA! De coração, Éyummy, se quiser me denunciar, PODE FAZER! Eu não vou fugir
Tava muito brava, mas mesmo assim tive pena dele, me aproximei e falei devagar
— Steve, para de chorar — ele me olhou — o que aconteceu naquela noite não tem como mudar, o que passou, passou, não tem volta, e não pretendo te denunciar, porque no fundo você tinha razão, não sou mais uma menina, sou uma mulher cheia de desejo que quer aproveitar os prazeres do corpo dela
— obrigado, Éyummy, obrigado por me perdoar
— calma aí, eu não disse que te perdoo, só disse que não vou te denunciar e nunca vou falar disso pra família
— mesmo assim, obrigado.
— me diz, Steve, por que você acha que fiquei te ligando esse tempo todo? Por que você acha que vim no seu apartamento? — só alguns centímetros nos separavam
— Éyummy, me desculpa muito, mas o que aconteceu no Peru nunca mais pode se repetir
— me diz, cadê aquelas suas palavras? Vou te mostrar os Grandes Prazeres, vou te fazer Gozar
— aquelas palavras nunca deviam ter saído da minha boca, me arrependo
— não aguento mais, você me mudou, o que você fez comigo me mudou completamente, já não ligo que você é meu tio, a única coisa que quero é que você me coma e me faça gozar igual naquela noite
Agora era eu quem tava implorando, Como Eu Mudei Tanto!
— Éyummy, não posso fazer isso, é melhor você esquecer isso e não falarmos mais no assunto
Ele me deu raiva de novo, aquele Steve que me assediava agora não queria mais nada comigo
— Você é um IDIOTA COMPLETO! — me levantei e fui em direção à porta, mas na hora Steve me segurou por trás
— Éyummy, não vai embora, por favor — ele tava me segurando pela cintura
— Não consigo mais esconder que gosto pra caralho de —faz amor comigo — falei essas palavras docemente
— por mais que eu tente, não consigo parar de te desejar, Éyummy, de sentir sua pele de novo
Essas palavras dele me excitaram e eu virei, olhei nos olhos dele e nos beijamos, os lábios dele e os meus se encontraram de novo como na primeira vez, as mãos dele deslizaram até minha cintura, enquanto eu coloquei meus braços em volta do pescoço dele.
Eu beijava e beijava, não queria me separar dos lábios dele, depois de um minuto ele me fez recuar até eu cair no sofá, ficando deitada e ele por cima de mim.
Ele me beijava de um jeito excitante e eu não ficava atrás, puxava o cabelo dele, virando a cabeça dele de um lado pro outro. Que tesão! Eu me sentia naquele momento, tava desesperada mesmo pra ter ele por cima de mim, sentir os lábios dele, que ele fosse meu tio já não importava mais naquela hora. Ele parou de beijar minha boca por um instante e beijou meu pescoço, me excitando ainda mais.
— Steve, eu tava… Desesperada! Precisava muito de você — falei ofegante
— me perdoa, Éyummy, nunca mais vou te deixar daquele jeito
— claro que te perdoo, Steve — e continuamos nos beijando apaixonadamente, ele desceu as mãos até minha cintura e tirou minha camiseta de pijama, e como eu não tava de sutiã, meus peitos ficaram à disposição dele e ele não demorou pra chupar eles
— Uhhhhhhh..... Mnnnnn...
A língua dele era maravilhosa! Aqueles giros que ele fazia nos meus mamilos me fascinavam. Ele me beijou de novo, mas dessa vez eu coloquei a língua na boca dele e ele fez o mesmo. Eu tava cada vez mais excitada, excitada a cada segundo por causa do jeito que ele chupava meus peitos.
Ele sugava meus mamilos e depois lambia fazendo círculos com a língua, me beijava e chupava de novo, beijava e chupava. Ele tirou a camiseta dele e nossa pele se tocou mais uma vez, eu tava ficando louca, não aguentava mais, queria sentir aquela língua maravilhosa.
— Steve, não me faz esperar mais e lambe minha buceta gostosa — gritei puxando ele pelo cabelo
— o que você mandar, minha princesa
Eu mesma tirei o resto do pijama também. minha calcinha e o Steve ficaram surpresos
— Você Se Depilou!
— Assim você pode me lamber melhor, Steve — falei cheia de tesão
E finalmente, depois de meses desejando, sonhando, alucinando, a língua dele percorreu cada centímetro da minha buceta deliciosa, me dando aquela sensação que só uma língua habilidosa pode dar
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Essa... essa língua AAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh me fez gemer Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Que prazer gostoso! Eu desejava isso há meses, me masturbava pensando nesse momento inesquecível, não queria que acabasse por nada, AAhhhhhh a língua maravilhosa dele lambia, chupava e sugava meu clitóris me fazendo Gozar! Me fazendo Gemer! E gemer a cada segundo
— continua Steve não para por favor AAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Segurei o cabelo dele com força me segurando enquanto os prazeres me invadiam
— AAAhhhhhhhh Que Delícia! Continua Steve Continua.... — gritei de prazer
Meu corpo começou a tremer, meus músculos se contraíram, meus mamilos endureceram, aquele Orgamo que eu desejava como Louca há meses finalmente apareceu e me fez delirar de Prazerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…
— Mnnnn... Uhhhhhhh... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH…
Porra! Que gostoso! Delicioso! Exquisito! Orgamo! AAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Esse orgasmo foi intenso mas ainda não era suficiente pra mim, Steve enfiou dois dedos como naquela vez mas agora eu queria mais
— Enfia 3 E Não Para Por Motivo Nenhum — falei com imenso tesão e Ele seguiu minhas ordens e me fez tremer com a língua e os dedos
— continua não pa....ra AAAAAAhhhhh
De jeito nenhum um único Orgamo poderia me satisfazer naquela noite, eu queria a todo custo sentir Orgasmos cada vez Maiores, depois de tantos minutos enfiando e chupando aquele Orgamo violento estava prestes a chegar Por Fim...
— Não... Paraaaaaa...... Por Favor.... Continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Steveeeeeeeeeeeee AHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Pela puta Mãe Que delícia! Orgasmoooooooooooooooooooooo…
Fico quase sem forças por uns segundos, aquele orgasmo foi tão violento que gozei lavando a cara do Steve, mas o sedento tomou todos os meus líquidos.
— Meu amor Que delícia Goza! Você Me Enlouquece Quando Fica Assim
— Para de Falar E Me Beija — falei com ênfase e quando ele me beijou, senti nos lábios dele o gostoso sabor da minha ejaculação, estava tão excitada que nem aquele orgasmo violento conseguiu me cansar e ele disse
— agora é sua vez de me fazer Gozar, Chupa minha pica! Chupa meu pau! que quero sentir sua Deliciosa Boquinha! sobrinha
Como eu não era egoísta, agora era minha vez e Steve tirou o short e pude ver de plenitude seu enorme pau, não sei quantos centímetros tinha aquela coisa, eu calculo uns 20 centímetros, peguei no tronco e enfiei na boca
— AAAhhh Mnnnnnnnn Que delícia! sentir sua boquinha, Chupa que é toda sua
Aquele pau enorme era só meu, tinha ouvido minhas amigas que já tinham transado antes de mim, que os homens adoram que chupem o pau, uma das minhas amigas disse que na primeira vez que fez sentiu nojo, mas quando fez com um cara que amava até gostou.
Eu, ao contrário das minhas amigas que não gostaram na primeira vez, não achei nada desagradável, pelo contrário, pareceu que gostei ainda mais vendo o Steve gozar com minha chupada, como era minha primeira vez era meio desastrada, mas ele me ensinou como fazer.
— não se apressa em chupar, tem que fazer devagar, sugando a cabeça e fazendo giros com a língua, depois desce e sobe e com a mão faz giros descendo enquanto chupa e suga a cabeça, vamos princesa que você consegue fazer melhor
— Vou Chupar E Chupar Até Que Aprenda — eu disse com frenesi
Segui as instruções, chupava, lambia e sugava até que aprendesse, fazia giros com minha língua em volta da cabeça da pica dele e enfiava tudo pra dentro e sugava, tirava, descia minha língua até as bolas dele e depois subia e dava uns giros com minha mão enquanto chupava e sugava
— Isso! Assim, Éyummy, AAhhhh Que Rápido você aprende, Ohhh, Não Para, agora chupa minhas bolas
Eu, obediente, segui e chupei as bolas dele, depois voltei a Subir e Descer, Subir e Descer minha língua por toda a pica dele
— Agora chupa mais Rápido, mais Rápido Princesa — ele exclamou — não Para até eu Gozar, quero gozar na sua Boca, quero que você tome todo meu leite, não deixa Nada
Enquanto com a mão direita segurava a pica dele, com a esquerda eu me masturbava, Steve como gozava com minha chupada, me fascinava que ele também gozasse, não queria gozar sozinha, chupava cada vez mais Rápido, não queria parar até que aquela pica estivesse prestes a explodir e chupei com mais determinação quando Steve exclamou
— AHHHHHH........... OHHHHHHHHHH... Não Para Éyummy que eu tô Prestes A Explodir
Chupei e Chupei com mais Intensidade, até que aquele vulcão deu uma tremenda erupção, jorrando lava branca e pegajosa dentro da minha boca
— Mnnnnnnnnnn… OOOhhh… AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH…
Steve gozou na minha boca, deliciosamente, eu engoli todo o leite dele e, como na primeira vez que provei o gosto, era bem salgado, mas dessa vez não me importei, eu tinha devolvido o Grande Prazer que ele me fez sentir minutos antes, agora estávamos quites, mas ainda faltava tanto pra Gozar, larguei a pica dele e o beijei, enfiando minha língua pra ele também sentir o gosto do leite dele, e ele correspondeu, enfiou a língua na minha boca e ficamos assim por uns minutos — Nossa Luxúria Era Incrivelmente Intensa!
— Que delícia! Você me fez Gozar, Éyummy, gozando na sua boquinha e ainda falta mais pra Aproveitar!
Eu eu masturbava ele enquanto falava
— Claro, que delícia, quero sentir teu pau dentro de mim e dessa vez não tenha pena de mim porque eu não vou ter de você, Steve, tava **enormemente excitada!** falava palavras que jamais teria dito, chupei ele igual uma **desesperada!** até o pau dele ficar pronto mas antes — Steve, aquela pílula do dia seguinte que você me deu me deu uns enjoo, náusea.
— me perdoa princesa mas era a única coisa que eu tinha na hora, uma camisinha ia diminuir o prazer de te fazer amor, é a primeira vez que não uso porque você é muito especial pra mim.
— porra vou ter que tomar, contanto que me curta por inteiro, além disso já faz muitos meses que tomei, da próxima vez vou usar um método certo
— obrigado princesa, não se preocupa não vou gozar dentro de você pra não ter tanto fluxo, no quarto tenho as pílulas
— depois você me conta como conseguiu, agora só quero sentir você dentro de mim e a gente se acabar
sentei em cima dele e ele meteu em mim me fazendo Gemer de Dor e Prazer
— AAAhhhhh... AAAAyyyy... AAAhhhhh... Auhhhh... AAAhhhhhhhh
Esse pau enorme me arrebentou a Buceta e era eu que enfiava até o fundo cavalgando igual uma **Louca**, cada estocada me fazia Gemer de Dor e Prazer, Steve chupava meus peitos como um desesperado mas de vez em quando largava pra gemer de **Enorme Prazer**
— OOhhhhh AAhhhhhhhhhh OOOhhhhhhhhhhh Ericaaaaaa AAAAhhhhhhhhh
Os gemidos de prazer do Steve me deixavam mais louca, e comecei a cavalgar com mais força, tava igual uma desesperada por Prazer, não sei como aguentava tanta dor
— AAAAYYYYYYYYYYYY AHHHHHHHHHHHH AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYHHHHHH
Quase não conseguia parar de enfiar aquele pau enorme, não parava por nada nada a ver que tava me destruindo aquela minha buceta deliciosa, mas como eu tinha desejado por meses nem a dor enorme conseguia me parar e cada vez eu me mexia mais e mais rápido até que eu não gemia, eu gritava
— AHHHHHHH AYYYYYY AHHHHHHHHH PORRAAAAAA AYYYYYYYYY AGGGGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eu tava tipo possuída, nem a dor me segurava, não parava por nada, Dor e Prazer, Dor e Prazer, que Louca! que eu tava naquele momento, parecia uma verdadeira puta insaciável! que não parava, que não tinha pena de si mesma enfiando aquele pedaço enorme de carne violentamente.
— OHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH ERICAAAAAAAAAAAAAAA NÃO PARA NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ Violenta! Você é quando goza, Éyummy, e isso me deixa louco de prazer
— Uhhhh... foi você quem me iniciou, Steve, descobriu uma louca insaciável — falei fracamente
— então somos dois loucos — ambos sorrimos
Depois que me recuperei, Steve se levantou comigo me segurando no ar, me agarrou pelas nádegas me fodendo e eu me segurei no pescoço dele, agora era ele quem fazia todo o trabalho, eu por momentos quase me soltava dele porque virava minha cabeça para baixo por causa dos gemidos de Dor e Prazer que sentia, estávamos fodendo intensamente "O Tio e Sua Deliciosa Sobrinha"
Uns minutos depois, Steve já não aguentava mais naquela posição, não tinha mais forças para continuar me segurando no ar, então me deixou sentada no sofá, abriu minhas pernas e meteu
— OHHHHHHH AHHHHHHHHHH OHHHHHHH AHHHHHHHHHHHH
Eu me acariciava o clitóris enquanto ele me destruía
— AYYYYYHHHHHHH UHHHH AHHHHYYYYYYY AYYYYYY AHHHHHHHHHHHH DESTRÓI MEU STEVE NÃO TEM PENA DE MIM NÃOOOOOO AYYYYYYHHHHH
Não sei como eu aguentava aquelas investidas, talvez aquela combinação de Dor e Prazer me deixasse mais louca, por isso pedia que não tivesse Pena de mim, além disso eu me esfregava sem parar o Clitóris até que ele me disse
— AHHHHHH ERICA JÁ VOU GOZAR CHUPA MEU PAU LÁ LÁ LÁ LÁ LÁ
tirou o pau e levou até minha boca e eu, como uma desesperada, chupei até que segundos depois ele me lançou mísseis de esperma
— AHHHHHHH OHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Que gostoso Steve gozou na minha boca, não parei nem depois de ter engolido toda aquela carga de porra, me divertia que Steve tivesse alguns tremores enquanto eu continuava chupando, até que o pau dele perdeu força e eu parei para ele descansar.
— Que gostoso! é uma delícia foder com você, Éyummy, de todas as mulheres que já tive nenhuma me fez gozar como você, você é uma Selvagem! que precisa ser Domada!
— E eu quero Mais, Steve, Vamos Para a Cama
Steve me olhou como se não me conhecesse, sua querida sobrinha tinha se transformado numa Insaciável Por Prazer, Saímos da sala e fomos pro quarto, mas antes eu entrei no banheiro pra enxaguar a boca, Steve tinha gozado duas vezes na minha boca, depois entrei no quarto e ele tava deitado na cama, também tinha acendido uma vela perfumada pra deixar o clima mais gostoso e na sequência subi em cima dele e coloquei toda a minha buceta na cara dele pra ele começar a lamber meu clitóris
— Ahhhhh UUUhhhhhh Mnnnnnn AAAhhhhhhhhhhh UUhhhhhh AAhhhhhh
Como eu adoro sentir uma língua lambendo meu clitóris, me deixa Louca, eu me mexia esfregando a cara no Steve, a língua dele me enlouquecia, lambia e lambia
— AAhhhhhhh Assim Meu Steve Continua.... Que gostoso! não para por favorrr Mnnnnn… Uhhhh… Ahhhhhh…
Eu me mexia como uma louca, como se tivesse formiga na buceta e não conseguisse pará-las
— Que Prazer Tannnnnnnnn Gostosooooooooooooooooo PORRA!
Continuei assim até que aquele gostoso Orgasmo me acertou com força
— UHHHHHHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH…
Porra Que Delicioso Orgasmo Senti, deixei meu corpo cair sobre ele, mas ele disse que eu tava esmagando a pica dele e imediatamente saí de lá e fiquei deitada tentando me recuperar, mas Steve não me deixou descansar porque segundos depois ele se ajoelhou do lado da minha cara e me deu a pica dele, que eu não parei de chupar por vários minutos, Eu me esfregava o clitóris enquanto dava um Boquete Delicioso naquela Pica Fabulosa e minutos depois Steve se colocou em cima de mim e me fez uma Raba ou Cubana Fabulosa com meus peitos, Eu apertei meus seios pra Steve gozar mais gostoso
— Que Peitos Gostosos! que você tem Meu amor OOOhhhhhh AAAhhhhhh
Steve continuou me fazendo aquela Cubana Incrível até que a pica dele precisava Aproveitar da Minha Buceta, ele levantou minha perna direita que se apoiou no ombro dele e começou a me foder e me foder, não parava de destruir minha buceta, Mete E tira, mete e tira, as investidas dela eram grandiosas e violentas
— Oooooohhhhh Aaaaaahhhhhhhhh Ericaaaaa Aaaaaahhhhhhh.... Você Me Enlouquece Meu Amoooorrrrr
— Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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6 comentários - Meu Tio Me Fez Conhecer Gozos Gostosos (2)
pensar que me comi como 1 hora y media con la pija re dura leyendo esto!!!
que morbo lo de tio y sobrina!! y el secreto!!... un lujo!!!