Desculpa, tive um almoço em família, só agora consegui postar..
Capítulo anterior.http://www.poringa.net/posts/relatos/2684744/Una-semana-cuidando-a-mi-prima-III.html
Não é a mesma coisa festa que putaria.Já eram quatro e meia da tarde de segunda-feira, eu continuava na piscina super relaxado, isso era um sonho!! De longe, comecei a ouvir a música Danger! High Voltage do Electric Six, era o toque do meu celular. Olhei pra trás e a Naty vinha correndo de dentro de casa com meu telefone na mão, gritando: — Gaby!! Gaby!! tão te ligando! — Antes de chegar a um metro da piscina, parou de tocar... Ela olhou o número.
Naty — É número privado —
Eu —... Já ligam de novo — falei com toda a paz do mundo.
Naty —... Bom, achei que era importante, por isso trouxe correndo —
Eu — Pode ser que sim, mas não sabemos, hehe — zen
Naty — Haha, tem razão, bom, vou deixar o phone aqui —
Ela se agacha e deixa o celular em cima de uma toalha na espreguiçadeira, se abaixa com os joelhos e com a mão puxa pra baixo a camiseta comprida que tava vestindo. Não sei por quê, mas o movimento me pareceu estranho, mesmo assim consegui ver onde nascia aquela bunda majestosa. Posso ser tão tarado, tinha acabado de foder e já tava babando pelo rabo da minha prima.
Naty — Vou vestir uma coisa e te acompanho na piscina... já volto, primis — ela foi com passo apertado e rápido, dessa vez puxando a camiseta com as duas mãos. O que ela tava tentando esconder? A biquíni? Se já tinha visto ela antes. Analisei a última frase dela: "vou vestir uma coisa". Podia ser que ela tivesse saído só com a camiseta por cima, sem nada por baixo. Só a ideia me arrepiou e ao mesmo tempo tentei tirar isso da cabeça. É minha prima, pelo amor de Deus!! A filha do meu tio. Se controla, eu dizia pra mim mesmo.
Pra me distrair, comecei a pensar em quem podia estar me ligando... Pra ser sincero, não fazia a menor ideia.
As meninas apareceram com um kit de mate, prontas pra piscina. A última vez que eu tinha visto a Noe foi totalmente nua e suada do meu lado. Ao vê-la de novo, um frio percorreu minha espinha. Claramente meu corpo tava recapitulando a sessão de alguns minutos atrás. Depois vi a Marita e lembrei que já tinha planejado mentalmente uma noite inteira de foda. … o que eu vou fazer? Deixaram tudo junto das cadeiras de praia..
Noé foi a primeira a entrar
Noé — aaaaaaai que fria —
Eu — naaada que fria? tá ideal… você é que deve estar com a pele muito quente —
Noé — mais quente deve estar você, hahaha — e me espirra água, dava pra ver que tava mais solta que nos dias anteriores. Na sequência, começamos uma pequena guerra na água, obviamente era um pretexto pra apalpar ela um pouco, no calor da batalha escuto — vôou!! — e Mara se joga do nosso lado feito bomba, continuamos brincando um tempo, de vez em quando eu levantava elas e jogava, aproveitava pra encostar um pouquinho e passar a mão, fazia disfarçado pra elas não perceberem entre si, não sabia o quanto tinham se contado. Num momento elas se olham e se entendem, as duas me atacam ao mesmo tempo, enquanto Mara sobe em cima de mim me agarrando tipo koala, Noé mergulha e puxa meus pés pra me afundar. O plano delas funcionou perfeitamente, afundei com todo o peso da Mara em cima de mim e os peitos dela na minha cara, e Noé sentou nos meus pés me levando pro fundo. Eu fingia que tava lutando enquanto as tocava como dava, e no meio do agarramento Noé baixou um pouco minha bermuda, me deixando meio pelado. Tem uma liberdade interessante na sensação que você tem quando fica nu na água, apesar de já estar excitado de novo, também tava ficando sem ar, então não tive escolha a não ser forçar um pouco pra sair pra superfície.
Consegui me soltar e, enquanto subia um pouco a bermuda, tirei a cabeça da água, dei uma baita golfada de ar e gritei:
Eu — peço!! peço!! vocês ganharam… trapacearam, mas ganharam —
Noé — por que trapaça? —
Eu — eram duas contra uma, não vale —
Mara — supostamente você é homem e mais forte… não aguenta contra duas meninas indefesas? que maricona você é, hahaha —
Eu — maricona? que não aguento? olha, não me faz falar — falo desafiando… obviamente queria ver o que iam responder… tava testando meu limite Sorte, queria ver se abria uma chance de rolar uma festa.
Mara - Vai, fala, se é tão macho… eu aposto que não aguenta duas… -
Meu celular começa a tocar de novo… olho pra espreguiçadeira e vejo minha prima de cara fechada.
Eu - Me passa? -
Naty - Vem buscar você, já trouxe até aqui -
Como ela tava claramente de mal humor, fui atender eu mesmo, saí rápido, me sequei como deu e atendi…
Eu - Alô -
Telefone - É o Gabriel? -
Eu - Sou eu -
Telefone - Olha, estamos ligando por causa de uma vaga que abriu -
Genial! Só o que faltava pra fechar o dia com chave de ouro, trampo!! Saí pra falar mais tranquilo.
Termino a ligação, volto e aviso que tenho uma entrevista de emprego quinta à tarde. Elas me parabenizam. Nisso, as meninas tentavam chamar a Naty pra piscina.
Mara - Vai, vacilona, vem com a gente, molha um pouco -
Naty - Não, deixa que aqui tô bem - com um tom meio mimado, enquanto mexia no celular sentada na espreguiçadeira. Vi a situação e aproveitei, cheguei na minha prima, peguei o telefone, joguei de leve no gramado, joguei ela no ombro, deixando a bunda linda dela bem perto da minha cara, e enquanto ela se debatia, pulei com ela na piscina… no instante que afundamos, senti a maciez da pele molhada dela e minhas mãos passearam pelas pernas até a bunda… era lindo… ficamos uns segundos debaixo d’água, agora mais separados, nos olhamos… e saímos juntos…
Naty - Que porra você fez, idiota… jogou meu celular -
Eu - Não aconteceu nada, e se quebrou, agora com meu novo trampo, se quiser, te compro um S20 -
Naty - Mais te vale que consiga o emprego -
Eu - Claro… se diverte um pouco - e começamos a molhar ela entre nós três… o mau humor foi embora.
Seis da tarde, tomando uns mates já fora da água, minha prima animada fala:
Naty - E aí, tive uma ideia -
Mara - Qual? -
Naty - Por que não organizamos aquela festa que a gente falou? Sábado?
Nós três nos olhamos, acho que ninguém tava a fim de festa porque ia foder nossa noite, eu ainda não sabia o que ia fazer, mas com certeza ia inventar alguma coisa.
Eu — Sei lá, cê acha que segunda-feira dá? Não rola.
Naty — Por que não? Você mesmo disse, tamo de férias.
Eu — Beleza, mas quem ia vir?
Naty — Ah, uns colegas da escola, acho… Você não conhece.
Aí surgiu outro problema: iam vir “colegas” também. Como eu era o único homem no pedaço, não queria nenhum cara enchendo o saco e atrapalhando meu esquema.
Naty — Qual é, não fica assim… Você prometeu… Posso chamar uma amiga pra você conhecer…
— Não, valeu, já tenho duas que tão uma delícia, pensei.
Eu — Tá bom, mas como eu falei, todo mundo pra fora de casa… Não quero ninguém quebrando nada.
Na hora ela pegou o celular e começou a organizar, claramente num grupo de WhatsApp, porque as outras duas também começaram a mandar mensagem, meio sem vontade.
No fim, a festa tomou forma e se organizou… Primeiro, arrumamos o lugar mais ou menos, ajudei a tirar a mesa e levei o som pro quincho. Era bem grande, mas por sorte o bairro é novo e tem poucas casas. A única casa vizinha, os donos tinham viajado de férias, então não iam incomodar.
Comemos alguma coisa rapidinho e as minhas foram se preparar pro evento. Eu fui pra sala ver TV, me joguei no sofá e fiquei pensando que porra eu ia fazer com essas duas gostosas. O tempo passou e dava pra ouvir as idas e vindas das meninas se arrumando. De repente, saí do transe porque descendo as escadas, Mara aparece com um vestido listrado preto e branco, justinho e curto, desses que tão na moda agora… Ela me olha, se vira e diz — Me ajuda? — mostrando um zíper pequeno que tinha atrás… Dava pra ver perfeitamente qual era a intenção dela. Levantei num pulo — Claro que ajudo — tirei ela da escada e levei pra trás de uma parede pra ninguém ver a gente… Não Me segurei e beijei as costas dela que tava de fora
Mara - cê tá fazendo? - ela fala como se não fosse parte do plano dela.
Eu - nada, só precisei provar um pouquinho -
Mara - e cê gosta do gosto que eu tenho? -
Eu - … mmm deixa eu provar mais um pouquinho - levantei um pouco o vestido dela, revelando uma tanguinha preta bem enfiada na bunda e, por trás, meti dois dedos entre os lábios da buceta dela... que já tava meio molhadinha… peguei um pouco e levei à boca…
Eu - mmmm quentinho e cremoso, do jeito que eu gosto - ela solta um suspiro forte, como se tivesse descarregando
Ajeitei a tanguinha, baixei o vestido dela, subi o zíper, virei ela e comecei a beijar a boca dela até ouvirmos barulhos na escada. Tava com muita vontade de foder ali mesmo, mas não dava. De qualquer jeito, serviu pra lembrar ela do bem que ela podia passar comigo, caso algum otário chegasse nela na festa…..
Naty - como é que cês tão? - ela pergunta enquanto a Noe faz pose de modelo no patamar da escada
Eu - tão de matar -
Naty - aaaah, é? -
Eu - é, de matar… parecem dois monstrinhos, haha - -
Naty - seu zoretinha - ela fala, ceceando de propósito
A verdade é que dava vontade de comer as duas ali mesmo. A Naty, com uma legging Busty e uma camisa branca transparente que deixava ver o sutiã, a Noe, com um vestidinho florido vermelho solto e alcinhas nos ombros. Cada uma tinha seu charme.
Dez e meia, o telefone tocou. Era a portaria confirmando a entrada de quem tava chegando. Minha prima passou uma lista de nomes dos convidados…
Noe me pergunta - e você, não vai se trocar? O povo já tá chegando -
Eu - naaada, essa festa é de vocês, eu vou ficar aqui vendo TV, se divertam -… verdade, não conhecia ninguém, não tava a fim de ver os urubus que vinham, com certeza com intenção de chegar em alguma delas… na verdade, tava com ciúmes das três, não gostava da ideia de perder nenhuma delas…. o que tava acontecendo comigo?
Noe - não seja bobo, se troca e vem se divertir com a gente - sabe como eu me divertia com você pensava
Eu - bom, quando todo mundo já tiver chegado, eu me troco e entro na festa -
Noe - uuuh, beleza -
O pessoal começou a chegar, quase todos da idade dela, tinha umas cuties gostosas, outras mais comuns e uns caras que não me ameaçavam em nada. Chegavam com garrafas de fernet, cerveja, coca, tequila, enfim, de tudo. Foram se acomodando, bebendo, mas sem fazer muito barulho, até que chega o "banana". Ele desce numa Amarok novinha (me explica como um cara tem uma caminhonete nova?), desce com mais dois projetos de homem, tudo de camiseta, tatuados... jogadores de rugby, calculo. E da parte de trás da caminhonete descem um cooler e umas caixas... entram e o povo gritava como se tivesse chegado, sei lá, um famoso pessoalmente. O cooler cheio de champanhe e speed, nas caixas luzes tipo de balada e uma máquina de fumaça. Resumindo, armaram um puta barulho em dois segundos. Não curti muito, subi, me troquei, botei minhas botas da sorte e fui ver qual era. Resultado que, sem perceber, dos 15 que a gente tinha combinado, já tinha o dobro... puta merda, tava saindo do controle. A Naty tava conversando com umas minas no parque, cheguei perto. Naty - já sei, é muita gente... é que uns se convidaram sozinhos -
Eu - tô ligado... as minas tão onde? -
Naty - A Mara tá por ali e a Noe, sei lá, porque um dos que se convidaram é o ex e parece que ele veio com a namorada -
Eu - sério que você tá me dizendo? -
Naty - sim!! então capaz que ela tá escondida -
Eu - Amigona você, hein -
Naty - já sei, vou procurar ela agora... falando em amigas, te apresento, ela é a Andrea - descrição rápida: alta, cabelo castanho claro, uma bunda tremenda, peito pequeno, olhos claros, muito gostosa...
Naty - ela era minha professora de inglês no colégio -
Eu - ahh é?? olha que estranho uma professora vir pra festa de aluno... qualquer uma já teria se cansado de ver eles, hahahaha -
Andrea - é, um pouco, mas não trabalho mais no colégio, então eles não são mais meus alunos -
Chamaram minha prima. e ficamos só nós dois conversando um pouco, a gostosa tinha 24 anos era a mais velha de toda a festa e por um momento esqueci do resto, bem quando achei que tava avançando escuto lá de dentro do quincho - André, vem dançar -
Andrea - vamos lá -
tive que entrar no bailinho improvisado mesmo
Fui preparar uns drinks e de repente já era o barman oficial, fiquei um tempão ali enquanto preparava o que queriam e perdi a Andrea de vista.. por que sou tão burro?. O que vi na hora foi a Noé totalmente sem vergonha dançando igual louca já quase despenteada, achei estranho normalmente ela é a que parece mais certinha das três.
Mara - chega do meu lado e pede um daiquiri, eu dou
Eu - tá doida - falo apontando pra Noé
Mara - mais que doida tá bebada, bebeu bastante.. bastante pra ela digamos.. era óbvio viu o ex e começou a beber.. que idiotice!! - Pior que era só uma e meia… Ficamos dançando um pouco com a Mara mas mais que uns roçados não rolou, de repente o pessoal começou a sair e se acumulou do lado da piscina... chego perto pra ver o que é… Noé tá tirando os sapatos como pode da bebedeira que tava e grita - todo mundo na piscina!! - meio que escorrega da borda e cai dentro. Na hora vários corajosos e corajosas pularam de roupa íntima… Noé não saiu muito rápido e fiquei preocupado, então quando consegui ver ela estendo a mão e puxo ela de uma vez… tava toda molhada com o vestido colado no corpo
Noé - oi, gatinho!! -
Eu - que que cê tá fazendo, doida??.. quase se mata, vamos pra dentro -
Noé - não, deixa que quero me divertir -
Eu - vem e a gente se diverte lá dentro - falo pra convencer ela - aí ela se deixou levar um pouco…
Não conseguia nem andar, peguei ela no colo, por sorte pesa pouco, entrei na casa… fui em direção ao quarto da minha prima mas quando chego perto da porta escuto gritos… não gemidos, eram gritos… tava com uma bebada toda molhada no colo e eles tavam se fodendo matando alguém no quarto da minha prima.
Decidi rápido e levei ela pro meu quarto... ela ficou parada enquanto eu tirava a roupa molhada dela.
Peguei uma toalha e sequei ela... completamente pelada, ela me abraçou e me comeu a boca... pra ser sincero, tava muito preocupado com o que tava rolando no outro quarto... tão fodendo minha prima ou a Mara? que ódio. Terminei de secar ela... aaai!! aquele corpinho delicado, queria comer ele... coloquei uma camiseta minha nela e dei um par de certal, que sempre carrego, deitei ela...
Noé - vem, fica comigo-
Eu - Já vou, deixa eu ver uma coisa-
Noé - não, agora!! - ela fala já deitada e meio que desmaiando
Eu - ok - me deitei de conchinha pra ela pegar no sono
Noé - me fode!!-
Eu - que??-
Noé - me fode!! vai, me fode!! por favor - ela falava baixinho, quase dormindo.
Só tinha que levantar a camiseta e meter até o fundo... não, primeiro tenho que ir ver o que tá rolando, pensei... Acontece que os quartos dividem uma sacada, ou seja, dava pra sair pela minha janela e ver pelo outro. Assim que ela dormiu, me levantei sem fazer barulho, abri a porta da sacada gigante e fui espiar. O que encontrei foi a cena mais digna de filme pornô que já vi na vida... através de uma luz que ficava no blackout... dois caras, entre eles o idiota da caminhonete e outro, estavam fodendo minha prima... aquela bunda era da minha prima!! não dava pra ver bem o rosto, mas aquela bunda era sim... usei a palavra: pussy da lora!!... o banana que tava com ela de quatro em cima de um dos colchões no chão tava metendo por trás... tinha um porongo de pelo menos 24 cm (além de ter grana, pau grande, mais ódio ainda senti). O da frente não dava pra ver porque uma cadeira tava tampando, mas claramente tava fazendo um boquete. O ciúme me dominou e tomei a decisão de entrar pra acabar com tudo... nesse momento a cadeira cai e consigo ver o rosto perfeitamente... era a Andrea "a profe Engasgada com uma pica… fiquei parado e não abri a porta, fiquei curtindo o espetáculo… esses dois caras, que pareciam maiores do que realmente eram, estavam metendo nela como se não houvesse amanhã… tinham uma coordenação foda, enquanto um perfurava a buceta dela com o pauzão, o outro engasgava ela com a porra da pica… iam e vinham… ia e vinha… parecia uma máquina… de vez em quando a professora tirava a pica da boca pra respirar, saíam fios de baba da boca dela que se espalhavam pelo colchão… ela pegava a pica e cuspia nela, e voltava a enfiar na boca… que puta gostosa, como ela gostava… o de trás perfurava ela, não tinha outro jeito de definir, ver aquela pica desaparecendo na buceta dela era foda, entrava com uma facilidade… olhando melhor, percebo que de vez em quando ele tirava daquela caverna que ela tinha de buceta e enfiava no cu, quase entrando com a mesma facilidade… eles riem… ela tá entre sofrer e curtir… como se não tivessem sentindo que já tavam destruindo ela o suficiente, “o banana” senta na cama e coloca ela em cima, empalando ela pelo cu de um jeito descomunal… mas não foi só isso, do jeito que deu, o outro se abaixou um pouco e, enquanto os outros abriam as pernas, enfiou na buceta dela… vendo que o movimento era limitado, viraram ela e trocaram de buraco, agora o movimento era mais fluido… ela cavalgava duas picas e os gemidos eram geniais. No parque não dava pra ouvir, acho que por causa da música, mas eu tinha tudo aquilo ali… com a pica quase pra fora e meio que me masturbando… com um movimento rápido, eles se separam… ela fica de joelhos no colchão e os caras ficam de pé do lado, deixando as picas na cara dela… ela bate uma pra eles e de vez em quando chupa… a cara dela tá encharcada de baba, suor, a maquiagem dos olhos borrada, totalmente despenteada, mas isso não era o melhor, além de Isso me olhava… Se me olhava, tinha percebido que estavam espionando ela… obviamente não sabia que era eu, mas me olhava com a cara de puta mais puta… Os jatos de porra começaram a sair e ela recebia na cara como água num dia quente. Ironicamente, quem mais gozou nela foi o normalzinho… Eu gozei quase ao mesmo tempo, sujando o vidro da janela… Quando ela levantou o olhar, um já estava se vestindo e “o banana” batia com a pica na cara dela.
Mais aliviado por saber que não era minha prima, me retirei. Chego na grade da sacada e vejo que agora a gente se acumula na saída do lado da casa. Desço rápido pra ver o que está rolando, abro a porta da frente e era a segurança do bairro falando com minha prima… me aproximo.
Basicamente, tiveram reclamações de quem? Sei lá, porque não tinha ninguém num quarteirão ao redor. Então, como quem não quer nada e pra não ter mais problema, a festa acabou.
Eram quase duas e meia, três horas. Aos poucos pegaram suas coisas, alguns meio molhados, outros bêbados, foram subindo nos carros e saindo. Os penúltimos foram “o banana” e seus comparsas, que carregaram tudo na caminhonete, e a última era “a profe”. Vinha com cara lavada, um pouco mais arrumada e com uma felicidade clara. Chego perto dela e acompanho até o carro.
Eu – Se divertiu? –
Andrea – Sim, muito –
Eu – Bom, fico feliz – Ela sobe no carro e abaixa o vidro. Chego um pouco mais perto e falo – Quando quiser, pode me convidar também e ter três picas só pra você – Ela me olha e, voltando ao papel de puta:
Andrea – Fechou!! Assim na próxima posso tomar essa porra – Ela sacou muito bem que eu tinha batido uma vendo ela.
A casa ficou em silêncio. Por sorte, a bagunça tinha ficado só no quintal.
Eu – Amanhã a gente limpa –
Naty – Sim, óbvio, agora não aguento mais – Desligamos tudo e fomos pros nossos quartos. Mara, ao abrir a porta do quarto, grita – A puta mãe, que cheiro de trepada – Olha pra minha prima. - Você esteve aqui? -
Naty - Não!! Eu não fui, foi a Noé? -
Eu - A Noé tá completamente bêbada e dormindo no meu quarto... foi sua professora de inglês -
Naty - Uhhuh, de novo... como você sabe? - Boa pergunta
Eu - Amanhã te conto... bom, abram a janela, deixem ventilar, peguem os colchões e vamos tudo pro meu quarto, total -
Naty pega um colchão e joga no chão aos pés da minha cama - bom, aqui está... dorme tranquilo -
Eu - Ei, por que eu? -
Naty - Nós somos três mulheres, dormimos na cama grande...
Eu - Como me sacanearam -
Sem vontade de discutir, até porque parecia razoável, me deitei no colchão, só espero que não seja naquele onde a professora tinha sido fodida. Elas tiraram a roupa e ficaram de fio dental e sutiã, só vi isso pelo reflexo da janela. Mara apagou a luz uns segundos depois... o zumbido
Naty - O que é isso? -
Eu - Não faço a menor puta ideia... vou perguntar pro seu pai depois... - dormimos
Tive um sonho daqueles pesados, daqueles tão reais que parece que você tá lá, que te deixam de pau duro e você nem goza também. Basicamente, era a mesma coisa que eu tinha visto naquela noite, só que no lugar da Andrea era minha prima e, em vez de serem dois desconhecidos, os dois era eu. Podia sentir tudo, como eu metia na bucetinha rosada e depilada dela, o calor era super real, só pelo pequeno detalhe que a buceta dela tinha língua... wtf?. Acordo sem abrir os olhos, a sensação continua ali, abro, olho pra baixo e lá estava a Marita me fazendo um boquete... me olhando com aqueles olhinhos de raposa... que despertador gostoso... nesse momento começo a despertar e percebo que estávamos todos no quarto... me levanto um pouco e vejo em cima da cama só a Noé escarrapachada, posso ver a buceta dela no ar... Naty não está, mas ouço a água do chuveiro caindo no banheiro do quarto... Mara coloca a mão na minha barriga e me faz deitar de novo. me convidando pra curtir… relaxo um pouco sem deixar de prestar atenção na água do chuveiro… chupada gostosa de pau, faz um joguinho de língua espetacular… já tô quase lá, olho pra ela e faço um sinal tipo “vai vir tudo agora!!” ela acena e eu jorro toda a porra na boca dela… fecho os olhos, me estico até a ponta dos pés tentando soltar o máximo de porra possível… quando relaxo, abro os olhos e vejo a Noe de cima da cama me olhando, fico duro… ela olha pra Mara e pergunta — O que cê tá fazendo? — bem baixinho… dá uma risadinha e escapa um fio de gozo que ela tenta limpar com a mão enquanto com a boca cheia fala algo tipo “deshashunango”
Noe — Quê? — ela engole
Mara — Café da manhã, haha — as duas sorriem…
Noe — Mas era a minha vez —
Mara — Me desculpa, se você ficou bêbada que nem uma idiota e apagou, o problema é seu — Não acreditei no que tava ouvindo, ela tava me usando como brinquedo e ainda passavam um pro outro
Eu — Ei, tô aqui!! — falo tipo me fazendo notar que sou uma pessoa
Mara — Já sabemos, bobão —
Noe levanta e coloca os pés de cada lado da minha cabeça, eu olhando pra cima vejo a buceta toda por baixo da minha camiseta que ela tá vestindo…
Noe — Você também quer café da manhã? —
Eu — Siiim!! — Ela vai descendo e coloca a buceta na minha cara.
Bem quando vou começar a chupar, a água do chuveiro para de cair, as duas levantam rápido e eu me cubro com o lençol, uns segundos depois minha prima sai do banho com uma toalha cobrindo ela…
Ainda tem muuuuuito pela frente!!
Capítulo anterior.http://www.poringa.net/posts/relatos/2684744/Una-semana-cuidando-a-mi-prima-III.html
Não é a mesma coisa festa que putaria.Já eram quatro e meia da tarde de segunda-feira, eu continuava na piscina super relaxado, isso era um sonho!! De longe, comecei a ouvir a música Danger! High Voltage do Electric Six, era o toque do meu celular. Olhei pra trás e a Naty vinha correndo de dentro de casa com meu telefone na mão, gritando: — Gaby!! Gaby!! tão te ligando! — Antes de chegar a um metro da piscina, parou de tocar... Ela olhou o número.
Naty — É número privado —
Eu —... Já ligam de novo — falei com toda a paz do mundo.
Naty —... Bom, achei que era importante, por isso trouxe correndo —
Eu — Pode ser que sim, mas não sabemos, hehe — zen
Naty — Haha, tem razão, bom, vou deixar o phone aqui —
Ela se agacha e deixa o celular em cima de uma toalha na espreguiçadeira, se abaixa com os joelhos e com a mão puxa pra baixo a camiseta comprida que tava vestindo. Não sei por quê, mas o movimento me pareceu estranho, mesmo assim consegui ver onde nascia aquela bunda majestosa. Posso ser tão tarado, tinha acabado de foder e já tava babando pelo rabo da minha prima.
Naty — Vou vestir uma coisa e te acompanho na piscina... já volto, primis — ela foi com passo apertado e rápido, dessa vez puxando a camiseta com as duas mãos. O que ela tava tentando esconder? A biquíni? Se já tinha visto ela antes. Analisei a última frase dela: "vou vestir uma coisa". Podia ser que ela tivesse saído só com a camiseta por cima, sem nada por baixo. Só a ideia me arrepiou e ao mesmo tempo tentei tirar isso da cabeça. É minha prima, pelo amor de Deus!! A filha do meu tio. Se controla, eu dizia pra mim mesmo.
Pra me distrair, comecei a pensar em quem podia estar me ligando... Pra ser sincero, não fazia a menor ideia.
As meninas apareceram com um kit de mate, prontas pra piscina. A última vez que eu tinha visto a Noe foi totalmente nua e suada do meu lado. Ao vê-la de novo, um frio percorreu minha espinha. Claramente meu corpo tava recapitulando a sessão de alguns minutos atrás. Depois vi a Marita e lembrei que já tinha planejado mentalmente uma noite inteira de foda. … o que eu vou fazer? Deixaram tudo junto das cadeiras de praia..
Noé foi a primeira a entrar
Noé — aaaaaaai que fria —
Eu — naaada que fria? tá ideal… você é que deve estar com a pele muito quente —
Noé — mais quente deve estar você, hahaha — e me espirra água, dava pra ver que tava mais solta que nos dias anteriores. Na sequência, começamos uma pequena guerra na água, obviamente era um pretexto pra apalpar ela um pouco, no calor da batalha escuto — vôou!! — e Mara se joga do nosso lado feito bomba, continuamos brincando um tempo, de vez em quando eu levantava elas e jogava, aproveitava pra encostar um pouquinho e passar a mão, fazia disfarçado pra elas não perceberem entre si, não sabia o quanto tinham se contado. Num momento elas se olham e se entendem, as duas me atacam ao mesmo tempo, enquanto Mara sobe em cima de mim me agarrando tipo koala, Noé mergulha e puxa meus pés pra me afundar. O plano delas funcionou perfeitamente, afundei com todo o peso da Mara em cima de mim e os peitos dela na minha cara, e Noé sentou nos meus pés me levando pro fundo. Eu fingia que tava lutando enquanto as tocava como dava, e no meio do agarramento Noé baixou um pouco minha bermuda, me deixando meio pelado. Tem uma liberdade interessante na sensação que você tem quando fica nu na água, apesar de já estar excitado de novo, também tava ficando sem ar, então não tive escolha a não ser forçar um pouco pra sair pra superfície.
Consegui me soltar e, enquanto subia um pouco a bermuda, tirei a cabeça da água, dei uma baita golfada de ar e gritei:
Eu — peço!! peço!! vocês ganharam… trapacearam, mas ganharam —
Noé — por que trapaça? —
Eu — eram duas contra uma, não vale —
Mara — supostamente você é homem e mais forte… não aguenta contra duas meninas indefesas? que maricona você é, hahaha —
Eu — maricona? que não aguento? olha, não me faz falar — falo desafiando… obviamente queria ver o que iam responder… tava testando meu limite Sorte, queria ver se abria uma chance de rolar uma festa.
Mara - Vai, fala, se é tão macho… eu aposto que não aguenta duas… -
Meu celular começa a tocar de novo… olho pra espreguiçadeira e vejo minha prima de cara fechada.
Eu - Me passa? -
Naty - Vem buscar você, já trouxe até aqui -
Como ela tava claramente de mal humor, fui atender eu mesmo, saí rápido, me sequei como deu e atendi…
Eu - Alô -
Telefone - É o Gabriel? -
Eu - Sou eu -
Telefone - Olha, estamos ligando por causa de uma vaga que abriu -
Genial! Só o que faltava pra fechar o dia com chave de ouro, trampo!! Saí pra falar mais tranquilo.
Termino a ligação, volto e aviso que tenho uma entrevista de emprego quinta à tarde. Elas me parabenizam. Nisso, as meninas tentavam chamar a Naty pra piscina.
Mara - Vai, vacilona, vem com a gente, molha um pouco -
Naty - Não, deixa que aqui tô bem - com um tom meio mimado, enquanto mexia no celular sentada na espreguiçadeira. Vi a situação e aproveitei, cheguei na minha prima, peguei o telefone, joguei de leve no gramado, joguei ela no ombro, deixando a bunda linda dela bem perto da minha cara, e enquanto ela se debatia, pulei com ela na piscina… no instante que afundamos, senti a maciez da pele molhada dela e minhas mãos passearam pelas pernas até a bunda… era lindo… ficamos uns segundos debaixo d’água, agora mais separados, nos olhamos… e saímos juntos…
Naty - Que porra você fez, idiota… jogou meu celular -
Eu - Não aconteceu nada, e se quebrou, agora com meu novo trampo, se quiser, te compro um S20 -
Naty - Mais te vale que consiga o emprego -
Eu - Claro… se diverte um pouco - e começamos a molhar ela entre nós três… o mau humor foi embora.
Seis da tarde, tomando uns mates já fora da água, minha prima animada fala:
Naty - E aí, tive uma ideia -
Mara - Qual? -
Naty - Por que não organizamos aquela festa que a gente falou? Sábado?
Nós três nos olhamos, acho que ninguém tava a fim de festa porque ia foder nossa noite, eu ainda não sabia o que ia fazer, mas com certeza ia inventar alguma coisa.
Eu — Sei lá, cê acha que segunda-feira dá? Não rola.
Naty — Por que não? Você mesmo disse, tamo de férias.
Eu — Beleza, mas quem ia vir?
Naty — Ah, uns colegas da escola, acho… Você não conhece.
Aí surgiu outro problema: iam vir “colegas” também. Como eu era o único homem no pedaço, não queria nenhum cara enchendo o saco e atrapalhando meu esquema.
Naty — Qual é, não fica assim… Você prometeu… Posso chamar uma amiga pra você conhecer…
— Não, valeu, já tenho duas que tão uma delícia, pensei.
Eu — Tá bom, mas como eu falei, todo mundo pra fora de casa… Não quero ninguém quebrando nada.
Na hora ela pegou o celular e começou a organizar, claramente num grupo de WhatsApp, porque as outras duas também começaram a mandar mensagem, meio sem vontade.
No fim, a festa tomou forma e se organizou… Primeiro, arrumamos o lugar mais ou menos, ajudei a tirar a mesa e levei o som pro quincho. Era bem grande, mas por sorte o bairro é novo e tem poucas casas. A única casa vizinha, os donos tinham viajado de férias, então não iam incomodar.
Comemos alguma coisa rapidinho e as minhas foram se preparar pro evento. Eu fui pra sala ver TV, me joguei no sofá e fiquei pensando que porra eu ia fazer com essas duas gostosas. O tempo passou e dava pra ouvir as idas e vindas das meninas se arrumando. De repente, saí do transe porque descendo as escadas, Mara aparece com um vestido listrado preto e branco, justinho e curto, desses que tão na moda agora… Ela me olha, se vira e diz — Me ajuda? — mostrando um zíper pequeno que tinha atrás… Dava pra ver perfeitamente qual era a intenção dela. Levantei num pulo — Claro que ajudo — tirei ela da escada e levei pra trás de uma parede pra ninguém ver a gente… Não Me segurei e beijei as costas dela que tava de fora
Mara - cê tá fazendo? - ela fala como se não fosse parte do plano dela.
Eu - nada, só precisei provar um pouquinho -
Mara - e cê gosta do gosto que eu tenho? -
Eu - … mmm deixa eu provar mais um pouquinho - levantei um pouco o vestido dela, revelando uma tanguinha preta bem enfiada na bunda e, por trás, meti dois dedos entre os lábios da buceta dela... que já tava meio molhadinha… peguei um pouco e levei à boca…
Eu - mmmm quentinho e cremoso, do jeito que eu gosto - ela solta um suspiro forte, como se tivesse descarregando
Ajeitei a tanguinha, baixei o vestido dela, subi o zíper, virei ela e comecei a beijar a boca dela até ouvirmos barulhos na escada. Tava com muita vontade de foder ali mesmo, mas não dava. De qualquer jeito, serviu pra lembrar ela do bem que ela podia passar comigo, caso algum otário chegasse nela na festa…..
Naty - como é que cês tão? - ela pergunta enquanto a Noe faz pose de modelo no patamar da escada
Eu - tão de matar -
Naty - aaaah, é? -
Eu - é, de matar… parecem dois monstrinhos, haha - -
Naty - seu zoretinha - ela fala, ceceando de propósito
A verdade é que dava vontade de comer as duas ali mesmo. A Naty, com uma legging Busty e uma camisa branca transparente que deixava ver o sutiã, a Noe, com um vestidinho florido vermelho solto e alcinhas nos ombros. Cada uma tinha seu charme.
Dez e meia, o telefone tocou. Era a portaria confirmando a entrada de quem tava chegando. Minha prima passou uma lista de nomes dos convidados…
Noe me pergunta - e você, não vai se trocar? O povo já tá chegando -
Eu - naaada, essa festa é de vocês, eu vou ficar aqui vendo TV, se divertam -… verdade, não conhecia ninguém, não tava a fim de ver os urubus que vinham, com certeza com intenção de chegar em alguma delas… na verdade, tava com ciúmes das três, não gostava da ideia de perder nenhuma delas…. o que tava acontecendo comigo?
Noe - não seja bobo, se troca e vem se divertir com a gente - sabe como eu me divertia com você pensava
Eu - bom, quando todo mundo já tiver chegado, eu me troco e entro na festa -
Noe - uuuh, beleza -
O pessoal começou a chegar, quase todos da idade dela, tinha umas cuties gostosas, outras mais comuns e uns caras que não me ameaçavam em nada. Chegavam com garrafas de fernet, cerveja, coca, tequila, enfim, de tudo. Foram se acomodando, bebendo, mas sem fazer muito barulho, até que chega o "banana". Ele desce numa Amarok novinha (me explica como um cara tem uma caminhonete nova?), desce com mais dois projetos de homem, tudo de camiseta, tatuados... jogadores de rugby, calculo. E da parte de trás da caminhonete descem um cooler e umas caixas... entram e o povo gritava como se tivesse chegado, sei lá, um famoso pessoalmente. O cooler cheio de champanhe e speed, nas caixas luzes tipo de balada e uma máquina de fumaça. Resumindo, armaram um puta barulho em dois segundos. Não curti muito, subi, me troquei, botei minhas botas da sorte e fui ver qual era. Resultado que, sem perceber, dos 15 que a gente tinha combinado, já tinha o dobro... puta merda, tava saindo do controle. A Naty tava conversando com umas minas no parque, cheguei perto. Naty - já sei, é muita gente... é que uns se convidaram sozinhos -
Eu - tô ligado... as minas tão onde? -
Naty - A Mara tá por ali e a Noe, sei lá, porque um dos que se convidaram é o ex e parece que ele veio com a namorada -
Eu - sério que você tá me dizendo? -
Naty - sim!! então capaz que ela tá escondida -
Eu - Amigona você, hein -
Naty - já sei, vou procurar ela agora... falando em amigas, te apresento, ela é a Andrea - descrição rápida: alta, cabelo castanho claro, uma bunda tremenda, peito pequeno, olhos claros, muito gostosa...
Naty - ela era minha professora de inglês no colégio -
Eu - ahh é?? olha que estranho uma professora vir pra festa de aluno... qualquer uma já teria se cansado de ver eles, hahahaha -
Andrea - é, um pouco, mas não trabalho mais no colégio, então eles não são mais meus alunos -
Chamaram minha prima. e ficamos só nós dois conversando um pouco, a gostosa tinha 24 anos era a mais velha de toda a festa e por um momento esqueci do resto, bem quando achei que tava avançando escuto lá de dentro do quincho - André, vem dançar -
Andrea - vamos lá -
tive que entrar no bailinho improvisado mesmo
Fui preparar uns drinks e de repente já era o barman oficial, fiquei um tempão ali enquanto preparava o que queriam e perdi a Andrea de vista.. por que sou tão burro?. O que vi na hora foi a Noé totalmente sem vergonha dançando igual louca já quase despenteada, achei estranho normalmente ela é a que parece mais certinha das três.
Mara - chega do meu lado e pede um daiquiri, eu dou
Eu - tá doida - falo apontando pra Noé
Mara - mais que doida tá bebada, bebeu bastante.. bastante pra ela digamos.. era óbvio viu o ex e começou a beber.. que idiotice!! - Pior que era só uma e meia… Ficamos dançando um pouco com a Mara mas mais que uns roçados não rolou, de repente o pessoal começou a sair e se acumulou do lado da piscina... chego perto pra ver o que é… Noé tá tirando os sapatos como pode da bebedeira que tava e grita - todo mundo na piscina!! - meio que escorrega da borda e cai dentro. Na hora vários corajosos e corajosas pularam de roupa íntima… Noé não saiu muito rápido e fiquei preocupado, então quando consegui ver ela estendo a mão e puxo ela de uma vez… tava toda molhada com o vestido colado no corpo
Noé - oi, gatinho!! -
Eu - que que cê tá fazendo, doida??.. quase se mata, vamos pra dentro -
Noé - não, deixa que quero me divertir -
Eu - vem e a gente se diverte lá dentro - falo pra convencer ela - aí ela se deixou levar um pouco…
Não conseguia nem andar, peguei ela no colo, por sorte pesa pouco, entrei na casa… fui em direção ao quarto da minha prima mas quando chego perto da porta escuto gritos… não gemidos, eram gritos… tava com uma bebada toda molhada no colo e eles tavam se fodendo matando alguém no quarto da minha prima.
Decidi rápido e levei ela pro meu quarto... ela ficou parada enquanto eu tirava a roupa molhada dela.
Peguei uma toalha e sequei ela... completamente pelada, ela me abraçou e me comeu a boca... pra ser sincero, tava muito preocupado com o que tava rolando no outro quarto... tão fodendo minha prima ou a Mara? que ódio. Terminei de secar ela... aaai!! aquele corpinho delicado, queria comer ele... coloquei uma camiseta minha nela e dei um par de certal, que sempre carrego, deitei ela...
Noé - vem, fica comigo-
Eu - Já vou, deixa eu ver uma coisa-
Noé - não, agora!! - ela fala já deitada e meio que desmaiando
Eu - ok - me deitei de conchinha pra ela pegar no sono
Noé - me fode!!-
Eu - que??-
Noé - me fode!! vai, me fode!! por favor - ela falava baixinho, quase dormindo.
Só tinha que levantar a camiseta e meter até o fundo... não, primeiro tenho que ir ver o que tá rolando, pensei... Acontece que os quartos dividem uma sacada, ou seja, dava pra sair pela minha janela e ver pelo outro. Assim que ela dormiu, me levantei sem fazer barulho, abri a porta da sacada gigante e fui espiar. O que encontrei foi a cena mais digna de filme pornô que já vi na vida... através de uma luz que ficava no blackout... dois caras, entre eles o idiota da caminhonete e outro, estavam fodendo minha prima... aquela bunda era da minha prima!! não dava pra ver bem o rosto, mas aquela bunda era sim... usei a palavra: pussy da lora!!... o banana que tava com ela de quatro em cima de um dos colchões no chão tava metendo por trás... tinha um porongo de pelo menos 24 cm (além de ter grana, pau grande, mais ódio ainda senti). O da frente não dava pra ver porque uma cadeira tava tampando, mas claramente tava fazendo um boquete. O ciúme me dominou e tomei a decisão de entrar pra acabar com tudo... nesse momento a cadeira cai e consigo ver o rosto perfeitamente... era a Andrea "a profe Engasgada com uma pica… fiquei parado e não abri a porta, fiquei curtindo o espetáculo… esses dois caras, que pareciam maiores do que realmente eram, estavam metendo nela como se não houvesse amanhã… tinham uma coordenação foda, enquanto um perfurava a buceta dela com o pauzão, o outro engasgava ela com a porra da pica… iam e vinham… ia e vinha… parecia uma máquina… de vez em quando a professora tirava a pica da boca pra respirar, saíam fios de baba da boca dela que se espalhavam pelo colchão… ela pegava a pica e cuspia nela, e voltava a enfiar na boca… que puta gostosa, como ela gostava… o de trás perfurava ela, não tinha outro jeito de definir, ver aquela pica desaparecendo na buceta dela era foda, entrava com uma facilidade… olhando melhor, percebo que de vez em quando ele tirava daquela caverna que ela tinha de buceta e enfiava no cu, quase entrando com a mesma facilidade… eles riem… ela tá entre sofrer e curtir… como se não tivessem sentindo que já tavam destruindo ela o suficiente, “o banana” senta na cama e coloca ela em cima, empalando ela pelo cu de um jeito descomunal… mas não foi só isso, do jeito que deu, o outro se abaixou um pouco e, enquanto os outros abriam as pernas, enfiou na buceta dela… vendo que o movimento era limitado, viraram ela e trocaram de buraco, agora o movimento era mais fluido… ela cavalgava duas picas e os gemidos eram geniais. No parque não dava pra ouvir, acho que por causa da música, mas eu tinha tudo aquilo ali… com a pica quase pra fora e meio que me masturbando… com um movimento rápido, eles se separam… ela fica de joelhos no colchão e os caras ficam de pé do lado, deixando as picas na cara dela… ela bate uma pra eles e de vez em quando chupa… a cara dela tá encharcada de baba, suor, a maquiagem dos olhos borrada, totalmente despenteada, mas isso não era o melhor, além de Isso me olhava… Se me olhava, tinha percebido que estavam espionando ela… obviamente não sabia que era eu, mas me olhava com a cara de puta mais puta… Os jatos de porra começaram a sair e ela recebia na cara como água num dia quente. Ironicamente, quem mais gozou nela foi o normalzinho… Eu gozei quase ao mesmo tempo, sujando o vidro da janela… Quando ela levantou o olhar, um já estava se vestindo e “o banana” batia com a pica na cara dela.
Mais aliviado por saber que não era minha prima, me retirei. Chego na grade da sacada e vejo que agora a gente se acumula na saída do lado da casa. Desço rápido pra ver o que está rolando, abro a porta da frente e era a segurança do bairro falando com minha prima… me aproximo.
Basicamente, tiveram reclamações de quem? Sei lá, porque não tinha ninguém num quarteirão ao redor. Então, como quem não quer nada e pra não ter mais problema, a festa acabou.
Eram quase duas e meia, três horas. Aos poucos pegaram suas coisas, alguns meio molhados, outros bêbados, foram subindo nos carros e saindo. Os penúltimos foram “o banana” e seus comparsas, que carregaram tudo na caminhonete, e a última era “a profe”. Vinha com cara lavada, um pouco mais arrumada e com uma felicidade clara. Chego perto dela e acompanho até o carro.
Eu – Se divertiu? –
Andrea – Sim, muito –
Eu – Bom, fico feliz – Ela sobe no carro e abaixa o vidro. Chego um pouco mais perto e falo – Quando quiser, pode me convidar também e ter três picas só pra você – Ela me olha e, voltando ao papel de puta:
Andrea – Fechou!! Assim na próxima posso tomar essa porra – Ela sacou muito bem que eu tinha batido uma vendo ela.
A casa ficou em silêncio. Por sorte, a bagunça tinha ficado só no quintal.
Eu – Amanhã a gente limpa –
Naty – Sim, óbvio, agora não aguento mais – Desligamos tudo e fomos pros nossos quartos. Mara, ao abrir a porta do quarto, grita – A puta mãe, que cheiro de trepada – Olha pra minha prima. - Você esteve aqui? -
Naty - Não!! Eu não fui, foi a Noé? -
Eu - A Noé tá completamente bêbada e dormindo no meu quarto... foi sua professora de inglês -
Naty - Uhhuh, de novo... como você sabe? - Boa pergunta
Eu - Amanhã te conto... bom, abram a janela, deixem ventilar, peguem os colchões e vamos tudo pro meu quarto, total -
Naty pega um colchão e joga no chão aos pés da minha cama - bom, aqui está... dorme tranquilo -
Eu - Ei, por que eu? -
Naty - Nós somos três mulheres, dormimos na cama grande...
Eu - Como me sacanearam -
Sem vontade de discutir, até porque parecia razoável, me deitei no colchão, só espero que não seja naquele onde a professora tinha sido fodida. Elas tiraram a roupa e ficaram de fio dental e sutiã, só vi isso pelo reflexo da janela. Mara apagou a luz uns segundos depois... o zumbido
Naty - O que é isso? -
Eu - Não faço a menor puta ideia... vou perguntar pro seu pai depois... - dormimos
Tive um sonho daqueles pesados, daqueles tão reais que parece que você tá lá, que te deixam de pau duro e você nem goza também. Basicamente, era a mesma coisa que eu tinha visto naquela noite, só que no lugar da Andrea era minha prima e, em vez de serem dois desconhecidos, os dois era eu. Podia sentir tudo, como eu metia na bucetinha rosada e depilada dela, o calor era super real, só pelo pequeno detalhe que a buceta dela tinha língua... wtf?. Acordo sem abrir os olhos, a sensação continua ali, abro, olho pra baixo e lá estava a Marita me fazendo um boquete... me olhando com aqueles olhinhos de raposa... que despertador gostoso... nesse momento começo a despertar e percebo que estávamos todos no quarto... me levanto um pouco e vejo em cima da cama só a Noé escarrapachada, posso ver a buceta dela no ar... Naty não está, mas ouço a água do chuveiro caindo no banheiro do quarto... Mara coloca a mão na minha barriga e me faz deitar de novo. me convidando pra curtir… relaxo um pouco sem deixar de prestar atenção na água do chuveiro… chupada gostosa de pau, faz um joguinho de língua espetacular… já tô quase lá, olho pra ela e faço um sinal tipo “vai vir tudo agora!!” ela acena e eu jorro toda a porra na boca dela… fecho os olhos, me estico até a ponta dos pés tentando soltar o máximo de porra possível… quando relaxo, abro os olhos e vejo a Noe de cima da cama me olhando, fico duro… ela olha pra Mara e pergunta — O que cê tá fazendo? — bem baixinho… dá uma risadinha e escapa um fio de gozo que ela tenta limpar com a mão enquanto com a boca cheia fala algo tipo “deshashunango”
Noe — Quê? — ela engole
Mara — Café da manhã, haha — as duas sorriem…
Noe — Mas era a minha vez —
Mara — Me desculpa, se você ficou bêbada que nem uma idiota e apagou, o problema é seu — Não acreditei no que tava ouvindo, ela tava me usando como brinquedo e ainda passavam um pro outro
Eu — Ei, tô aqui!! — falo tipo me fazendo notar que sou uma pessoa
Mara — Já sabemos, bobão —
Noe levanta e coloca os pés de cada lado da minha cabeça, eu olhando pra cima vejo a buceta toda por baixo da minha camiseta que ela tá vestindo…
Noe — Você também quer café da manhã? —
Eu — Siiim!! — Ela vai descendo e coloca a buceta na minha cara.
Bem quando vou começar a chupar, a água do chuveiro para de cair, as duas levantam rápido e eu me cubro com o lençol, uns segundos depois minha prima sai do banho com uma toalha cobrindo ela…
Ainda tem muuuuuito pela frente!!
41 comentários - Uma semana cuidando da minha prima IV
De diez la frase "proyecto de hombre".
Muyy buena la historia, te odio x hacerlo x partes y dejarnos cn la intriga jajaja, pero bueno.
Si fueran un toque más largos serian ideal, pero bueno
Muy bueno y dejo puntos.
Estoy mojaditaaaa cn este relatooo
Yo tambien quiero desayunar
Quien m da lechita?????????
sos groso, sabelo
besitos 😘
Gracias hdp jajaja
Mis tres humildes puntos
Lastima que es por capítulos, espero con ansías el cap v.
Sos el mejor 🙂