Antes de começar com meu segundo post, preciso agradecer pela boa vibe com meu post anterior. Pra ser sincera, não esperava por isso, já que não me considero uma boa narradora, e nem preciso dizer que sou notavelmente iniciante. Enfim, o conceito é: obrigada.
Agora vou contar outra das minhas aventuras. Vamos do meu fetiche por mendigos para uma caçada muito sortuda que tive recentemente. Entre todas as minhas presas (conceito que não considero claro, já que não entendo quem é a presa quando ambos somos caçadores), meus favoritos são os pais. Não padres (apesar de ser outro fetiche que tenho), mas pais de família (exceto o meu biológico, graças a Deus).
Em todas as minhas caçadas habituais, minhas presas mais procuradas são, na maioria das vezes, aqueles veteranos bem conservados (nem sempre é o caso, se eu estiver muitobem conservadoÉ nublada diretamente pelos meus hormônios, daí passo a não fazer nojinho de nada... Literalmente: DE NADA) que automaticamente passam a ser“meu papai”da qual eu sou a“bebezinho”(em geral, a ideia de me chamarem de bebê não me agrada nada, mas a verdade é que nunca estou em geral quando tô na caça). Nessa busca, minha pequena vítima visita meu perfil no Badoo.
Sinceramente, não dei muita bola, era um veterano, até bem conservado, mas as fotos dele me davam a sensação de terem sido cuidadosamente selecionadas, tipo quando a pessoa nunca sai bem em nenhuma foto (meu caso). Cometo muito o erro de achar que tô um gostoso e fico meio exigente na hora de ver fotos na internet, principalmente com veteranos - prefiro os bem malhados, peludos, barbudos, etc etc. Aquele perfil típico que a gente busca num lenhador de filmes, ou nos escoceses do William Lawson (um dia ainda vou sair com um cara assim). Esse senhor, que vamos chamar de Oscar pra proteger a identidade dele, era absolutamente tudo ao contrário: magro, depilado, carinha de bonzinho, com muita cara de quem exagera nos hidratantes.
NÃO
Definitivamente não.
A questão é que o tal senhor continuou olhando meu perfil sem eu retribuir a visita. Até que: típico de mim, peguei no tesão. Algo nas fotos dele me fez achá-lo muito sexy. Meu futuro gatinho.Hora da psicanálisenunca vou entender qual é meu complexo de Édipo, ou minha tara por incesto. Só a ideia de estar sendo comido pelo meu pai me repugna em todos os sentidos.
Voltando à história: achei ela gostosa, minha futura bucetinha. Então não aguentei, mandei mensagem.
- Oi, tudo bem?
- Oi, tudo bem – lembro que me pergunteiisso não é uma pergunta, não visita meu perfil se não quer falar, otário!kkkk me mata o quão histétasty que eu posso ficar quando me esforço kkkk, o negócio é que a tesão falou mais alto, e eu assumi que aquilo era uma pergunta. - Tudo bem contigo? - Tudo bem, o que tá rolando?“agora sim”A conversa continuou, trocando informações sobre em que bairros morávamos e o que estávamos fazendo. Culminando com um“logo logo”da minha parte e um“nossa”dele.Hora da psicanálise:também não consigo entender, e acho que nunca vou conseguir entender, que tipo de problema eu tenho com a risada do cara“rsrs”da galera, por algum motivo inexplicável me irrita demais. Nem preciso dizer que“hihihi”, “hohoho”, “huhuhu”, “huahuahua”, “huaaaaaaa”, “hahahahaha” e “kkkkkkkk”são motivos para bloqueio direto. Parece mentira que mesmo assim eu consiga pegar alguém hahaha Voltando à história: terminando com um“logo logo”da minha parte e um“eita”do seu, que não pude responder. Algo nele ainda me deixava excitada de qualquer jeito. Eu queria ele pra mim, queria ele como meu futuro pussy pelo tempo de uma transa, pelo menos.
No outro dia, ao encontrá-lo online, falo de novo:
- Oi, como você tá?
- Oi, aqui entediado, e você?
- Também de boa, deitado na cama.*ereção involuntária*
*peço para ver suas fotos privadas*
*concorda em deixar eu ver suas fotos privadas*Nas fotos privadas dele estava ele, com o que aparentemente eram fotos novas, um abdômen levemente marcado, como eu não tinha visto isso antes? Ele posava na frente de um espelho com uma certa variedade de cuecas diferentes que marcavam um pacote amigável.
Última foto: seu pedaço de carne pendia para um lado com um ângulo muito favorável que fazia seu pau parecer um pedaço descomunal. Assumi que aquele tamanho não era real, mas mesmo assim me deixou com o maior tesão. Muito insistente como já sabem (se leram meu primeiro post: << http://www.poringa.net/posts/relatos/2654819/Y-como-quien-no-quiere-la-cosa-se-la-mame-a-un-indigente.html >>), disse rapidamente que era seu garoto submisso.
Continuamos trocando fotos e aí ele me convenceu de vez que era meu futuro papai.
Naquele momento eu queria que a gente se visse. Mas eu entrava cedo no trabalho e já era tarde. Também não deixei pra esperar muito, no outro dia combinamos de nos encontrar.
Já não importava se usava cremes, se se depilava, se era magro. Eu queria ele dentro do meu corpo tomando posse de mim.
No outro dia nos encontramos conforme combinado. Ele viria num carro que não lembro bem como era e eu estava indo pela rua. Motivo? Papai foi me buscar enquanto eu saía da casa de um amigo.
Quando chegou, o reconheci porque ele me chamou pelo nome. Era alto, magro, não era afeminado mas dava pra notar pela forma de se expressar que as minas não eram o objetivo dele, cremes definitivamente não usava, umas rugas sulcavam seus olhos, demais para ter 42 anos (no final confessou ter 50), mas do jeito dele, ficavam muito bem, provavelmente sem elas não me chamaria a atenção do mesmo jeito, ou sim, sei lá, sou puto. Subi no carro e partimos para o farol de Punta Carretas, o motel de Montevidéu.
Tínhamos assunto pra conversar, mas não esquecíamos qual era a ideia. De vez em quando ele tocava na minha perna e me diziaQue gostoso você é, Davidele me acariciava e me diziameu neném lindoNem preciso dizer que isso me deixava muito excitada (e ainda deixa). Chegamos no farol e nos juntamos à multidão de excitados que estavam pegando uns aos outros, pra conversar um pouco e poder botar a culpa nos outros de que foram eles que mexeram com nossos hormônios. Em determinado momento, ele me segura pela nuca e me puxa pra boca dele, ao mesmo tempo que me beija com a paixão que dava pra ver que ele guardava quando falava comigo.meu neném lindoComo por eletromagnetismo, meu corpo grudou no dele. Cruzei asminhaSentada, na dele, me acomodei no colo dele e envolvi sua cabeça com meus braços, enquanto acariciava seu cabelo e beijava ele. Ele, por sua vez, colocou uma das mãos na altura da minha nuca e me puxou contra o peito, me beijando e apertando contra ele, e com a outra mão dançava entre minhas costas e minha bunda. Ele beijava absurdamente bem.
Depois de alguns minutos, ele me afastou com uma gentileza desnecessária, para ficar brusco no instante seguinte. Abaixou a calça e deixou sair seu pau meio mole, pequeno*desilusão, devo admitir*para depois voltar a me segurar pela nuca e me puxar de volta para o pau dele. No fundo, eu tinha fé de que, se eu me esforçasse, ia conseguir ter na minha boca o pau da foto.
Comecei a chupar com vontade, mas algo não estava certo, foi um pouco difícil. Preparei minha cara de puta para olhar para ele, e ao fazer isso percebi uma certa penumbra cruzando o para-brisa. Outro veículo estava vindo fazer coisas safadas conosco.
Na minha própria festa, continuei chupando ele quando a penumbra desapareceu. O pau dele começou a crescer rapidamente, e eu comecei a sentir uma grande satisfação pessoal ao ver que ele começava a tomar a forma da foto. Quando, de repente, ele murchou, de uma vez.
- Para -*medo* “e agora?”Ele ficou olhando e a penumbra voltou. Mais um tesão? Impossível.
E quando me endireitei, vi ele. Um punheteiro &%&"$%"&/#&"#%!/(%""() estava praticando direção no farol.
Nos encaramos com cara de“e agora?”por isso nos limitamos a nos beijar como no começo para não estragar o clima, esperando que ela percebesse que não era a hora de praticar direção.
Alguns veículos começaram a ir embora enquanto a gente se esquentava mais do que devia. Até que finalmente ela dissenão aguento mais, vamos mais fundo onde estavam os vizinhos. Não vou perder essa noite por causa desse otárioApagamos tudo e fomos para os bancos de trás. O carro era mais espaçoso do que parecia, ao empurrar os bancos para frente, tivemos muito espaço para nós.
Voltamos a nos beijar, mas mais furiosos que antes, sussurrando coisas comovocê vai ver como vai gostar, bebezinhoovocê não vai querer outro papai nessa bundinha apertadaDepois de um tempo, comecei a chupar o pau dele, que estava: enorme! O pau da foto estava nas minhas mãos. Ali estava eu, punhetando ele com meus dedos e lambendo como se fosse um sorvete.
- Meu neném fofo – ele disse com doçura, ao mesmo tempo que mudava a voz para a de um pai bruto – chupa até o fundo, sua promíscua.
Como sabem, esse tipo de gesto me toca o coração. Eu tentava engolir, mas ele batia na campainha e eu tinha que parar para não vomitar nele. Depois de várias tentativas frustradas de garganta profunda, comecei a percorrer todo o pau enorme dele com meus lábios, lambendo por dentro. De novo, preparei minha cara de puta para olhar para ele, coisa que a essa altura quase não dava para diferenciar minha cara normal da de puta. Ele olhava para o teto, de boca aberta, enquanto tentava enroscar os dedos no meu cabelo, sem conseguir por causa de uma espécie de campo de força no meio, um campo de satisfação.
Parei um pouco para beijá-lo, começava a acreditar que, na ausência de gemidos e choramingos, eu não ia perceber quando ele enchesse minha boca de porra. Surpreendi ele com meu beijo, mas ele correspondeu.
Depois, sem soltar minha boca, ele me embalou como uma criança no peito dele. Eu era seu bebezinho, e ele estava prestes a penetrar seu menino. Só a ideia me deixava com o maior tesão (na verdade, estou me segurando nesse exato momento).
Ele se afastou um momento para lubrificar a mão. Depois voltou a me beijar e, enquanto com um braço me apertava contra ele, com o outro massageava meu ânus. Dilatei rápido, milagrosamente, então ele enfiou um dedo, depois outro, e mais outro, enquanto me massageava por dentro, eu gemia e respirava ofegante, quase hiperventilando. Oscar sabia muito bem como usar os dedos, e isso me excitava demais. Enquanto beijava meu pescoço e masturbava minha bunda, eu caí sobre a janela e me molhei toda. Aquilo era uma verdadeira sauna.
Quando me endireitei, ele soube que era a hora.PARÊNTESENão sei o momento em que o instrutor de direção foi embora.
Ele me olhou e falou a dois centímetros da minha boca.
- Quer sentar no papai? Quer que o papai te enfie? – o convite ao incesto e à submissão. Uma bomba explodiu na minha cabeça.
- Sim, gostoso, te quero dentro de mim. – respondi ofegante. Ele me moveu para o lado, colocou uma camisinha extra no seu pau e lubrificou. Inconscientemente, minha boca ficou completamente molhada. Ele me virou e me sentou suavemente. Eu, muito putinha, sentei como se aquilo tivesse 2cm.
A típica dor aguda me atravessou e me fez pular, com um grito de dor, saí do seu pau. Ele apoiou o pau nas minhas costas, enquanto me segurava com as mãos no meu peito e beijava minha nuca, sussurrandoNão se apresse, bebezinho lindo, aproveite seu papai. Vou te foder bem gostoso, mas não se apresse porque vai doer.Eu estava hiperventilando, até que a dor começou a ceder. Ele percebeu pela minha respiração.
- Você tá pronto, bebezão.
- Sim, papai, vamos de novo.
- Você senta sozinho, eu vou te foder com meu pau. Mas devagar.
Me sentei devagar, sem desabar como antes. Oscar segurava minha cintura e me penetrava aos poucos, enquanto diziaassim, assim, bebê. Que bunda pequena você tem, meu lindo. Assim. Assim, assim.Depois, ele estava enfiado com o pau todo na minha bunda. Minha buceta toda dentro do seu garoto. Ele me deitou no peito dele enquanto me penetrava devagar, sussurrando coisas sobre minha bunda e nosso novo relacionamento incestuoso. Eu estava entregue, gemendo para o teto do carro. Não consigo descrever com exatidão como me sentia naquele momento, um presente divino hormonal correndo nas minhas veias.
Depois de um instante, ele me solta, me beija e sussurra“é o seu pau, pega ele”Então me endireitei e comecei a cavalgá-lo. Oscar gemeu e acariciou minhas costas. Uma onda de calor me invadiu e eu fiquei toda quente como uma putinha, queria cavalgar assim por horas. Meu corpo cedeu e eu desabei contra o encosto do banco, enquanto com minha bunda eu pegava no pau dele sem piedade. Oscar já não conseguia falar. Ele se inclinou e com as mãos percorreu minha coluna vertebral, até meu pescoço, com a outra mão me segurou pelo peito e me deitou de costas contra seu peito. Eu continuei cavalgando até que ele me beijou.
- Oscar – suspirei enquanto o cavalgava devagar.
- Você gosta, bebê?
- Eu adoro.
- Quer ser minha putinha mais vezes? Olha que o papai tem pau pra você quando quiser.
Novamente ele tocou meu coração, e eu respondi com linguagem anal.
- Para, papai já tá velhinho e não quer gozar agora sem antes te enfiar…
- Você está me enfiando na buceta…
- Você está se enfiando…
Ai, meu Deus.
Ele agarrou meu queixo e me beijou com força, fiquei imóvel. Comida e imóvel. Por cavalgá-lo sem piedade eu ia receber o mesmo dele, mas devo admitir que a ideia me fascinava.
- Pronto, minha vez…
Ele me virou e me colocou de quatro, com o rosto quase na janela traseira do carro, sem nenhuma visibilidade para fora. Notei como o pau dele estava lubrificado, e quando olhei ele riu malignamente e me disse“com certeza você não precisa disso, putinha”Ele ficou atrás de mim e teve que abaixar um pouco a cabeça por causa do teto, mas mesmo assim a gente se encaixou bem no carro. Ele me penetrou devagar até estar completamente dentro de mim de novo.
Colocou as mãos com firmeza na minha cintura e todo traço paternal desapareceu dele, me apertou e me apoiou com força.“Agora você vai ver o que é ser fodida por um promíscuo”ele disse e começou a me embestir como uma fera. Eu sentia o corpo dele batendo com força no meu, passei de ser seu garotinho a um objeto sem valor para satisfazer seu pau. E eu adorava isso. Com o movimento dele e o meu, o carro balançava. Se alguém nos visse, com certeza sentiria pena, ou inveja, de qualquer jeito, eu era feliz ali dentro.
Ele continuou por alguns minutos me embestindo, até que soltou meu quadril e continuou me embestindo, como se nada, depois me pegou pelo pescoço com uma mão e pelo cabelo com a outra, enquanto me asfixiava me embestia com tudo. Uma onda de prazer inexplicável me inundava, meu pau estava duríssimo, minha bunda dilatada ao máximo. Eu adorava.
— Que cuzinho pequeno você tem, bebê! Como ele abre!
— …..
— Você gosta?
— Sim… buceta…
— Fala direito! — ele gritou enquanto puxava meu cabelo e me dava com tudo. Deus, aquele homem me enlouquecia.
Depois de alguns minutos, ele começou a se acalmar e a me penetrar com mais suavidade. Ele se recostou nas minhas costas e pude sentir seus peitorais e seus abdomens definidos, me acariciando. No ouvido, ele disseA felicidade do meu garotinho vem primeiro, tá bem?– concordei, ofegante –“onde você quer o leitinho do papai?”Odeio essa pergunta, mas eu estava extasiado, não conseguia pensar com clareza, não sabia onde eu a queria. Meu nível de submissão era desconhecido para mim. Depois de um tempo ele tirou e se recostou no banco. Me abraçou e começou a se masturbar com força. Minha mão oscilava entre o pau dele e seus abdomens encharcados de suor. Ele me beijou e se masturbou com força. Depois, sem avisar, puxou meu cabelo em direção ao pau dele.
Eu sabia o que fazer. Chupava, passando meus lábios por todo o pau dele (agora sim cabia na minha boca), até que seu corpo começou a ter espasmos. Ele se masturbou mais forte e enfiou o pau na minha boca de novo. Comecei a me tocar, eu também não aguentava mais.
Depois de alguns minutos, enquanto ele jorrava e jorrava porra na minha boca, gritando, eu também gozei jorrando (menos que ele, com certeza) mas com um prazer tão grande que gritei com o pau dele na minha boca.
Engoli a porra dele e me recostei no peito dele. Ambos estávamos encharcados. Mas mesmo assim nos abraçamos e nos beijamos.
O bom é que o Oscar é daquelas pessoas que depois de transar, dá para conversar com ele. Então combinamos de nos ver de novo. Na verdade ainda nos falamos.
Definitivamente tenho que ser menos histérico nas minhas caçadas.
Tá tudo bem assim mesmo.
NOTA: tive outra caçada depois dessa, com detalhes fetichistas que não são legais. MAS, se vocês quiserem... sabem como eu sou.
Sinceramente, não dei muita bola, era um veterano, até bem conservado, mas as fotos dele me davam a sensação de terem sido cuidadosamente selecionadas, tipo quando a pessoa nunca sai bem em nenhuma foto (meu caso). Cometo muito o erro de achar que tô um gostoso e fico meio exigente na hora de ver fotos na internet, principalmente com veteranos - prefiro os bem malhados, peludos, barbudos, etc etc. Aquele perfil típico que a gente busca num lenhador de filmes, ou nos escoceses do William Lawson (um dia ainda vou sair com um cara assim). Esse senhor, que vamos chamar de Oscar pra proteger a identidade dele, era absolutamente tudo ao contrário: magro, depilado, carinha de bonzinho, com muita cara de quem exagera nos hidratantes.
NÃO
Definitivamente não.
A questão é que o tal senhor continuou olhando meu perfil sem eu retribuir a visita. Até que: típico de mim, peguei no tesão. Algo nas fotos dele me fez achá-lo muito sexy. Meu futuro gatinho.Hora da psicanálisenunca vou entender qual é meu complexo de Édipo, ou minha tara por incesto. Só a ideia de estar sendo comido pelo meu pai me repugna em todos os sentidos.
Voltando à história: achei ela gostosa, minha futura bucetinha. Então não aguentei, mandei mensagem.
- Oi, tudo bem?
- Oi, tudo bem – lembro que me pergunteiisso não é uma pergunta, não visita meu perfil se não quer falar, otário!kkkk me mata o quão histétasty que eu posso ficar quando me esforço kkkk, o negócio é que a tesão falou mais alto, e eu assumi que aquilo era uma pergunta. - Tudo bem contigo? - Tudo bem, o que tá rolando?“agora sim”A conversa continuou, trocando informações sobre em que bairros morávamos e o que estávamos fazendo. Culminando com um“logo logo”da minha parte e um“nossa”dele.Hora da psicanálise:também não consigo entender, e acho que nunca vou conseguir entender, que tipo de problema eu tenho com a risada do cara“rsrs”da galera, por algum motivo inexplicável me irrita demais. Nem preciso dizer que“hihihi”, “hohoho”, “huhuhu”, “huahuahua”, “huaaaaaaa”, “hahahahaha” e “kkkkkkkk”são motivos para bloqueio direto. Parece mentira que mesmo assim eu consiga pegar alguém hahaha Voltando à história: terminando com um“logo logo”da minha parte e um“eita”do seu, que não pude responder. Algo nele ainda me deixava excitada de qualquer jeito. Eu queria ele pra mim, queria ele como meu futuro pussy pelo tempo de uma transa, pelo menos.
No outro dia, ao encontrá-lo online, falo de novo:
- Oi, como você tá?
- Oi, aqui entediado, e você?
- Também de boa, deitado na cama.*ereção involuntária*
*peço para ver suas fotos privadas*
*concorda em deixar eu ver suas fotos privadas*Nas fotos privadas dele estava ele, com o que aparentemente eram fotos novas, um abdômen levemente marcado, como eu não tinha visto isso antes? Ele posava na frente de um espelho com uma certa variedade de cuecas diferentes que marcavam um pacote amigável.
Última foto: seu pedaço de carne pendia para um lado com um ângulo muito favorável que fazia seu pau parecer um pedaço descomunal. Assumi que aquele tamanho não era real, mas mesmo assim me deixou com o maior tesão. Muito insistente como já sabem (se leram meu primeiro post: << http://www.poringa.net/posts/relatos/2654819/Y-como-quien-no-quiere-la-cosa-se-la-mame-a-un-indigente.html >>), disse rapidamente que era seu garoto submisso.
Continuamos trocando fotos e aí ele me convenceu de vez que era meu futuro papai.
Naquele momento eu queria que a gente se visse. Mas eu entrava cedo no trabalho e já era tarde. Também não deixei pra esperar muito, no outro dia combinamos de nos encontrar.
Já não importava se usava cremes, se se depilava, se era magro. Eu queria ele dentro do meu corpo tomando posse de mim.
No outro dia nos encontramos conforme combinado. Ele viria num carro que não lembro bem como era e eu estava indo pela rua. Motivo? Papai foi me buscar enquanto eu saía da casa de um amigo.
Quando chegou, o reconheci porque ele me chamou pelo nome. Era alto, magro, não era afeminado mas dava pra notar pela forma de se expressar que as minas não eram o objetivo dele, cremes definitivamente não usava, umas rugas sulcavam seus olhos, demais para ter 42 anos (no final confessou ter 50), mas do jeito dele, ficavam muito bem, provavelmente sem elas não me chamaria a atenção do mesmo jeito, ou sim, sei lá, sou puto. Subi no carro e partimos para o farol de Punta Carretas, o motel de Montevidéu.
Tínhamos assunto pra conversar, mas não esquecíamos qual era a ideia. De vez em quando ele tocava na minha perna e me diziaQue gostoso você é, Davidele me acariciava e me diziameu neném lindoNem preciso dizer que isso me deixava muito excitada (e ainda deixa). Chegamos no farol e nos juntamos à multidão de excitados que estavam pegando uns aos outros, pra conversar um pouco e poder botar a culpa nos outros de que foram eles que mexeram com nossos hormônios. Em determinado momento, ele me segura pela nuca e me puxa pra boca dele, ao mesmo tempo que me beija com a paixão que dava pra ver que ele guardava quando falava comigo.meu neném lindoComo por eletromagnetismo, meu corpo grudou no dele. Cruzei asminhaSentada, na dele, me acomodei no colo dele e envolvi sua cabeça com meus braços, enquanto acariciava seu cabelo e beijava ele. Ele, por sua vez, colocou uma das mãos na altura da minha nuca e me puxou contra o peito, me beijando e apertando contra ele, e com a outra mão dançava entre minhas costas e minha bunda. Ele beijava absurdamente bem.
Depois de alguns minutos, ele me afastou com uma gentileza desnecessária, para ficar brusco no instante seguinte. Abaixou a calça e deixou sair seu pau meio mole, pequeno*desilusão, devo admitir*para depois voltar a me segurar pela nuca e me puxar de volta para o pau dele. No fundo, eu tinha fé de que, se eu me esforçasse, ia conseguir ter na minha boca o pau da foto.
Comecei a chupar com vontade, mas algo não estava certo, foi um pouco difícil. Preparei minha cara de puta para olhar para ele, e ao fazer isso percebi uma certa penumbra cruzando o para-brisa. Outro veículo estava vindo fazer coisas safadas conosco.
Na minha própria festa, continuei chupando ele quando a penumbra desapareceu. O pau dele começou a crescer rapidamente, e eu comecei a sentir uma grande satisfação pessoal ao ver que ele começava a tomar a forma da foto. Quando, de repente, ele murchou, de uma vez.
- Para -*medo* “e agora?”Ele ficou olhando e a penumbra voltou. Mais um tesão? Impossível.
E quando me endireitei, vi ele. Um punheteiro &%&"$%"&/#&"#%!/(%""() estava praticando direção no farol.
Nos encaramos com cara de“e agora?”por isso nos limitamos a nos beijar como no começo para não estragar o clima, esperando que ela percebesse que não era a hora de praticar direção.
Alguns veículos começaram a ir embora enquanto a gente se esquentava mais do que devia. Até que finalmente ela dissenão aguento mais, vamos mais fundo onde estavam os vizinhos. Não vou perder essa noite por causa desse otárioApagamos tudo e fomos para os bancos de trás. O carro era mais espaçoso do que parecia, ao empurrar os bancos para frente, tivemos muito espaço para nós.
Voltamos a nos beijar, mas mais furiosos que antes, sussurrando coisas comovocê vai ver como vai gostar, bebezinhoovocê não vai querer outro papai nessa bundinha apertadaDepois de um tempo, comecei a chupar o pau dele, que estava: enorme! O pau da foto estava nas minhas mãos. Ali estava eu, punhetando ele com meus dedos e lambendo como se fosse um sorvete.
- Meu neném fofo – ele disse com doçura, ao mesmo tempo que mudava a voz para a de um pai bruto – chupa até o fundo, sua promíscua.
Como sabem, esse tipo de gesto me toca o coração. Eu tentava engolir, mas ele batia na campainha e eu tinha que parar para não vomitar nele. Depois de várias tentativas frustradas de garganta profunda, comecei a percorrer todo o pau enorme dele com meus lábios, lambendo por dentro. De novo, preparei minha cara de puta para olhar para ele, coisa que a essa altura quase não dava para diferenciar minha cara normal da de puta. Ele olhava para o teto, de boca aberta, enquanto tentava enroscar os dedos no meu cabelo, sem conseguir por causa de uma espécie de campo de força no meio, um campo de satisfação.
Parei um pouco para beijá-lo, começava a acreditar que, na ausência de gemidos e choramingos, eu não ia perceber quando ele enchesse minha boca de porra. Surpreendi ele com meu beijo, mas ele correspondeu.
Depois, sem soltar minha boca, ele me embalou como uma criança no peito dele. Eu era seu bebezinho, e ele estava prestes a penetrar seu menino. Só a ideia me deixava com o maior tesão (na verdade, estou me segurando nesse exato momento).
Ele se afastou um momento para lubrificar a mão. Depois voltou a me beijar e, enquanto com um braço me apertava contra ele, com o outro massageava meu ânus. Dilatei rápido, milagrosamente, então ele enfiou um dedo, depois outro, e mais outro, enquanto me massageava por dentro, eu gemia e respirava ofegante, quase hiperventilando. Oscar sabia muito bem como usar os dedos, e isso me excitava demais. Enquanto beijava meu pescoço e masturbava minha bunda, eu caí sobre a janela e me molhei toda. Aquilo era uma verdadeira sauna.
Quando me endireitei, ele soube que era a hora.PARÊNTESENão sei o momento em que o instrutor de direção foi embora.
Ele me olhou e falou a dois centímetros da minha boca.
- Quer sentar no papai? Quer que o papai te enfie? – o convite ao incesto e à submissão. Uma bomba explodiu na minha cabeça.
- Sim, gostoso, te quero dentro de mim. – respondi ofegante. Ele me moveu para o lado, colocou uma camisinha extra no seu pau e lubrificou. Inconscientemente, minha boca ficou completamente molhada. Ele me virou e me sentou suavemente. Eu, muito putinha, sentei como se aquilo tivesse 2cm.
A típica dor aguda me atravessou e me fez pular, com um grito de dor, saí do seu pau. Ele apoiou o pau nas minhas costas, enquanto me segurava com as mãos no meu peito e beijava minha nuca, sussurrandoNão se apresse, bebezinho lindo, aproveite seu papai. Vou te foder bem gostoso, mas não se apresse porque vai doer.Eu estava hiperventilando, até que a dor começou a ceder. Ele percebeu pela minha respiração.
- Você tá pronto, bebezão.
- Sim, papai, vamos de novo.
- Você senta sozinho, eu vou te foder com meu pau. Mas devagar.
Me sentei devagar, sem desabar como antes. Oscar segurava minha cintura e me penetrava aos poucos, enquanto diziaassim, assim, bebê. Que bunda pequena você tem, meu lindo. Assim. Assim, assim.Depois, ele estava enfiado com o pau todo na minha bunda. Minha buceta toda dentro do seu garoto. Ele me deitou no peito dele enquanto me penetrava devagar, sussurrando coisas sobre minha bunda e nosso novo relacionamento incestuoso. Eu estava entregue, gemendo para o teto do carro. Não consigo descrever com exatidão como me sentia naquele momento, um presente divino hormonal correndo nas minhas veias.
Depois de um instante, ele me solta, me beija e sussurra“é o seu pau, pega ele”Então me endireitei e comecei a cavalgá-lo. Oscar gemeu e acariciou minhas costas. Uma onda de calor me invadiu e eu fiquei toda quente como uma putinha, queria cavalgar assim por horas. Meu corpo cedeu e eu desabei contra o encosto do banco, enquanto com minha bunda eu pegava no pau dele sem piedade. Oscar já não conseguia falar. Ele se inclinou e com as mãos percorreu minha coluna vertebral, até meu pescoço, com a outra mão me segurou pelo peito e me deitou de costas contra seu peito. Eu continuei cavalgando até que ele me beijou.
- Oscar – suspirei enquanto o cavalgava devagar.
- Você gosta, bebê?
- Eu adoro.
- Quer ser minha putinha mais vezes? Olha que o papai tem pau pra você quando quiser.
Novamente ele tocou meu coração, e eu respondi com linguagem anal.
- Para, papai já tá velhinho e não quer gozar agora sem antes te enfiar…
- Você está me enfiando na buceta…
- Você está se enfiando…
Ai, meu Deus.
Ele agarrou meu queixo e me beijou com força, fiquei imóvel. Comida e imóvel. Por cavalgá-lo sem piedade eu ia receber o mesmo dele, mas devo admitir que a ideia me fascinava.
- Pronto, minha vez…
Ele me virou e me colocou de quatro, com o rosto quase na janela traseira do carro, sem nenhuma visibilidade para fora. Notei como o pau dele estava lubrificado, e quando olhei ele riu malignamente e me disse“com certeza você não precisa disso, putinha”Ele ficou atrás de mim e teve que abaixar um pouco a cabeça por causa do teto, mas mesmo assim a gente se encaixou bem no carro. Ele me penetrou devagar até estar completamente dentro de mim de novo.
Colocou as mãos com firmeza na minha cintura e todo traço paternal desapareceu dele, me apertou e me apoiou com força.“Agora você vai ver o que é ser fodida por um promíscuo”ele disse e começou a me embestir como uma fera. Eu sentia o corpo dele batendo com força no meu, passei de ser seu garotinho a um objeto sem valor para satisfazer seu pau. E eu adorava isso. Com o movimento dele e o meu, o carro balançava. Se alguém nos visse, com certeza sentiria pena, ou inveja, de qualquer jeito, eu era feliz ali dentro.
Ele continuou por alguns minutos me embestindo, até que soltou meu quadril e continuou me embestindo, como se nada, depois me pegou pelo pescoço com uma mão e pelo cabelo com a outra, enquanto me asfixiava me embestia com tudo. Uma onda de prazer inexplicável me inundava, meu pau estava duríssimo, minha bunda dilatada ao máximo. Eu adorava.
— Que cuzinho pequeno você tem, bebê! Como ele abre!
— …..
— Você gosta?
— Sim… buceta…
— Fala direito! — ele gritou enquanto puxava meu cabelo e me dava com tudo. Deus, aquele homem me enlouquecia.
Depois de alguns minutos, ele começou a se acalmar e a me penetrar com mais suavidade. Ele se recostou nas minhas costas e pude sentir seus peitorais e seus abdomens definidos, me acariciando. No ouvido, ele disseA felicidade do meu garotinho vem primeiro, tá bem?– concordei, ofegante –“onde você quer o leitinho do papai?”Odeio essa pergunta, mas eu estava extasiado, não conseguia pensar com clareza, não sabia onde eu a queria. Meu nível de submissão era desconhecido para mim. Depois de um tempo ele tirou e se recostou no banco. Me abraçou e começou a se masturbar com força. Minha mão oscilava entre o pau dele e seus abdomens encharcados de suor. Ele me beijou e se masturbou com força. Depois, sem avisar, puxou meu cabelo em direção ao pau dele.
Eu sabia o que fazer. Chupava, passando meus lábios por todo o pau dele (agora sim cabia na minha boca), até que seu corpo começou a ter espasmos. Ele se masturbou mais forte e enfiou o pau na minha boca de novo. Comecei a me tocar, eu também não aguentava mais.
Depois de alguns minutos, enquanto ele jorrava e jorrava porra na minha boca, gritando, eu também gozei jorrando (menos que ele, com certeza) mas com um prazer tão grande que gritei com o pau dele na minha boca.
Engoli a porra dele e me recostei no peito dele. Ambos estávamos encharcados. Mas mesmo assim nos abraçamos e nos beijamos.
O bom é que o Oscar é daquelas pessoas que depois de transar, dá para conversar com ele. Então combinamos de nos ver de novo. Na verdade ainda nos falamos.
Definitivamente tenho que ser menos histérico nas minhas caçadas.
Tá tudo bem assim mesmo.
NOTA: tive outra caçada depois dessa, com detalhes fetichistas que não são legais. MAS, se vocês quiserem... sabem como eu sou.
4 comentários - Caçada gloriosa: meu pai Oscar
gracias por el relato
Mañana lo veo de nuevo!! Vamos por más jaja