Me comi un garron!!!

Espero que vocês gostem dessa história. Aconteceu numa daquelas vezes que fiquei solteiro de novo...


Depois que a história da professora de jardim de infância vazou e minha mulher me botou pra fora de casa, arrumei um apê pequenininho (emprestado, porque fui com uma mão na frente e outra atrás). Sem querer, comecei a sair com uma gatinha de 24 anos. Aqui conto como tudo começou.

Um dia, perto do meu trampo, tem uma loja de hambúrguer, daquele palhaço. Raramente vou porque, além de ser um hambúrguer de m**** que não enche ninguém, dessa vez tava com vontade. Compro o que quero, procurando um lugar pra sentar, vejo a mina, morena infernal, cabelo preto e umas tetonas enormes — é o que vejo quando ela tá sentada. O lugar lotado pra caralho, pergunto se ela se importa de eu sentar na mesa dela (ela tava numa de quatro lugares) e ela, meio com pena, fala: — Tá bom. Sento, me ajeito e, quando (quase ao mesmo tempo que ela) abro o hambúrguer, os dois falamos: — Caralho, mano!!! Esse não é meu hambúrguer!! Aí nos olhamos e começamos a rir. Ela pergunta de que era o meu hambúrguer, eu falo: — É o quarto... e ainda com molho que eu odeio. — Uia!! — ela fala — Aqui eu tenho um duplo quarto... e sem molho. — Falo: — Então esse é o meu! — e ela diz: — Cê tá com o meu??? Bom, trocamos e aí deu pra conversar. Me apresento: — Oi, sou o Ricky — e falo um pouco de mim, quando olho pro relógio com desgosto porque era hora de entrar no trampo. Olho pra ela e pergunto:

Eu: — Olha, o papo tá bom, mas tenho que ir trabalhar.
Ela: — Que pena, tava gostoso o papo...
Me arrisco e pergunto, me jogando de cabeça na piscina:
Eu: — Desculpa, dá pra trocar os números???
Ela: — Ahhh, caramba!!! Não acha meio rápido?
Eu: — Ok, sem problema, espero que a gente se cruze outro dia e possa conversar mais de boa...
Ela: — Euuuu!!!
Fui embora puto, meio excitado e irritado, mas a gatinha não tinha culpa de nada. Fui umas vezes no McD... mas nada, que tesão. Disso passaram uns meses, eu tava indo numa pracinha em... no meio de uma rua de paralelepípedo comendo um sanduíche, e foi aí que a gente se reencontrou. Eu tava passando e de repente escuto: Ricky?? Viro e vejo ela.

Eu: — Oooooi!!!!! —
Ela: — Sim!! Oi, Camila!! Outro dia você saiu correndo, não sei se foi porque não te dei meu número ou por causa do seu trabalho, e nem meu nome você perguntou. —
Eu: — Desculpa, é que quando tô com pressa, sempre faço as coisas pela metade. —
Ela: — Tô percebendo. E agora, você tá com pressa ou pode ficar um tempinho pra conversar? —
Eu: — Não!!! Fico sim —

A gente conversou, ela me contou da vida dela, que estudava, que tinha seis irmãos, que era a caçula, que tinha namorado, tipo uns dois anos, mas que ele não dava a atenção que ela queria. E no meio disso tudo, ela me passou o número. Daí em diante, a gente trocava mensagens e se encontrava em algum lugar pra bater papo e contar as coisas, sempre ao meio-dia, nunca fora desse horário. Era bom, não só pelo flerte, mas pra falar de tudo um pouco. Passaram uns três meses nessa, e nunca tinha passado pela minha cabeça beijar ela, até que um dia, depois de nos encontrarmos, na hora de se despedir, ela fala:

Camila: — O que meu namorado pensaria se me visse beijando outro homem que não fosse ele? —
Eu: — Mas por quê, se a gente não se beija... —

Foi aí que caiu a ficha e eu me joguei nela, comecei a beijar ela com tudo, enfiando a língua até o céu da boca. A gente se acabou de beijos, sei lá, foram uns 5 minutos de amasso em pé, sem ligar se tava todo mundo olhando.

Camila: — Para, para!!! Acho que a gente tá indo rápido demais... —
Eu: — Não, desculpa, o lento fui eu, que não percebi. —
Camila: — Não!! Não!! Mas eu tenho namorado!!! —
Eu: — Olha, vamos fazer uma coisa: te convido pra minha casa na quinta-feira, o que acha? Eu cozinho pra você, a gente relaxa e tudo bem... —
Camila: — Sei não, sei não!! O que você vai pensar de mim? —
Eu: — Tô te convidando pra comer, não pra transar... —
Camila: — Epa!!! —
Eu: — Olha, a gente é adulto, vai acontecer o que tiver que acontecer, ou não vai acontecer nada. —
Camila: — Você tem razão, então tá... —
Eu: — Te espero às 20:30 hrs, meu endereço é Av............ e rua .........-.
Nos despedimos e combinamos de não nos ver até aquele dia, e foi assim, só trocando mensagens. Ela me contava que estava nervosa e ansiosa ao mesmo tempo, que se sentia super feliz, que eu tinha mudado a atitude dela, ufff!!!! e mais um monte de besteira. Chegou o dia, saí mais cedo do trampo (me fingi de doente) e preparei tudo: fiz um macarrão com um molho delicioso, um bom vinho tinto e, por via das dúvidas, mesmo sendo uma porcaria, congelei um vinho branco de colheita tardia.

A campainha tocou, era ela, não se fez de rogada, foi pontual (que raro pra uma mulher). Entrou, eu vi ela e quase morri: 1,60m, morena, cabelo preto azulado (do jeito que eu gosto). Ela tava com uma camiseta vermelha bem justa, com um decote mais que proeminente que deixava ver bastante os 100 de busto dela, combinada com uma calça jeans branca sem bolsos traseiros que fazia aquele rabão, que devia ter uns 100 ou 95, parecer um sonho. Meu pau subiu na hora. Ela entrou e me comeu a boca com tudo, começou a passar a mão em mim por todo lado.

Eu: — Calma, Sweetie, já vai ter tempo pra isso...

Ela me olhou estranho, até com cara de dúvida.

Camila: — Cê tem razão, não sei o que deu em mim. Toma, trouxe sorvete de sobremesa...

Eu: — Vem, senta aqui que a gente já come...

A gente começou a comer, abri o vinho e bebemos bem de boa. Terminamos e perguntei se ela queria um café, ela disse que sim, e eu falei pra sentarmos no sofá. Deixei os cafés na mesinha de centro. Foi quando me aproximei dela e, no ouvido, falei: — Hoje eu te mato de pica.

Ela me olhou, me jogou no sofá, subiu em cima de mim e disse: — Sabe que num momento eu me perguntei se você era um baita de um otário ou muito gay? Mas com o que você falou, me deixou tranquila. Sou eu a apressada...

E aí começamos a nos pegar enquanto nos despíamos um ao outro. Tirei aquela camiseta e vi aqueles pedaços de peitos que me enlouqueceram.

Camila: — Cê gosta? (eu já não aguentava mais de tesão)

Eu: — Sim, mamãe, e agora vou chupar eles como um bebê recém-nascido.

Camila: — De Sério? Olha, adoro e me dá muito tesão quando chupam elas.

Ela tirou minha camiseta e eu tirei o sutiã dela, foi quando meu pau queria escapar da calça. Que peitões lindos com uns bicos enormes.

Eu: — Meu amor, você vai me matar com esses peitos.

E comecei a chupar eles igual um desesperado, e ela começou a dar uns gritinhos: — Sim, papai, sim, adoro, ah, ah. E foi desabotoar minha calça, abaixar o zíper, enfiou a mão dentro da cueca e sentiu que meu pau tava durasso e todo molhado de líquido pré-gozo. — Para, para, deixa eu baixar sua calça, quero chupar seu pau agora, meu amor!!! — ela mandou e eu deixei, levantei um pouco a bunda do sofá e ela arrancou minha calça junto com a cueca e jogou pra lá. Ela tirou a calça branca (pra não sujar, depois me disse) e ficou só com uma microtanga que, quando vi, quase gozei. Ela abriu minhas pernas e se jogou de conchinha pra chupar meu pau como se fosse o último do mundo.

Camila: — Ai, meu amor, que pau gostoso você tem, docinho, mmmmmmm.

Eu: — Sim, docinho, do jeito que você chupa, mamãe, vai me fazer gozar já com o tesão que você me dá.

Camila: — Sim, papai, te deixo com muito tesão? (E a filha da puta cuspia nele e enfiava entre os peitos e me batia uma com eles).

Eu: — Cami, para, Cami, para, que vou gozar, isso é demais...

Parecia que eu tava incentivando mais, ela engolia tudo, se engasgava, chupava minhas bolas e começou a bater uma rápida, já não aguentei.

Camila: — MMMmmmmmm!!! Sim, papai, quero todo seu gozo, quero que banhe meus peitos e engolir tudo, e você me olhando.

Eu: — Cami, vou gozar, para, para, Cami, por favor, quero te comer, não continua, não continua, nãoooo!!! aghhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!! Sim, sim, toma, filha da puta.

E comecei a soltar toda a carga que vinha juntando de uns meses sem transar, ela toda feliz.

Camila: — Mmmm, papai, que gozo gostoso, me encharcou toda, adoro todo esse gozo nos meus peitos, olha, papai, como eu chupo.

A gostosa passava a língua pelos peitos e engolia tudo. a buceta recolhida e de quebra chupava minha pica e limpava, fiquei mais acabado do que se tivesse comido ela, eu me perguntava como faço pra comer ela sem morrer na tentativa, essa mina se já começou assim e me deixou de cama, o que sobra pra depois
Camila:.-Papai o que que você tem!!!! não vai me deixar sem comer???tô te vendo mal -.
Eu:.-Não mamãe, vem chupar minha pica e levanta ela, que você vai ver que comida eu vou te dar...-.
E a mina veio na moral e começou a chupar minha pica, ficou um tempão até parar, me levantei e fomos pro quarto, uma vez lá ela deitou de barriga pra cima e eu puxei ela pra ponta da cama.-O que você vai fazer comigo papai?-. ela perguntava com voz de menininha, levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros e enfiei até o fundo.-ai Sweetie como você tá?-. ela fala e comecei a bombar forte e duro sem dar descanso, suava feito testemunha falsa.-Toma, toma filha da puta, vou te deixar de cama bebê-. eu gritava e ela pedia.-sim, gostoso, sim me dá, me dá que eu quero toda, toda, todinha!!!!-. e senti os sucos dela encharcando minha pica, que gozada a mina, ouvia o pla! pla! pla! do choque do meu corpo com o dela, fiquei assim uns 5 minutos e minhas pernas começaram a tremer, foi quando ela abriu as pernas e eu me deitei em cima do corpo dela sem tirar.-amor você tá morto quer parar...??-. ela falava meio entre envergonhada e insatisfeita,.-Não mamãe vou te dar o que você quer-. falei meio puto, mas de repente ela diz.-sabe que horas são?-. olhei estranho.-não faço ideia, por quê?-.
ela me conta.-é que meu namorado vinha me buscar em casa pra ir num aniversário e eu falei que umas 1 da manhã voltava da casa da minha amiga que também era aniversário-.eu não acreditava no que tava rolando, olhamos e era meia-noite, bom vou tomar um banho e vazar, não fica bravo se a gente continua outro dia.-ela fala como se nada, eu com uma cara de bunda que não dava pra disfarçar falo.-não tudo bem, te ligo e a gente acerta...-. ela me olha e acho que percebeu que Não chamaria isso de porra nenhuma.
— Por favor, te juro que vou te compensar, aliás, vou ficar a noite toda e sou toda sua, toda!!! —.
Ela tomou banho, se vestiu, me perguntou se tinha uma remiseria perto, falei que do lado tinha uma e ela foi embora...
Fiquei com um tesão do caralho, porque nunca tinham feito uma dessa comigo. Durante a semana, ela me mandou mensagens e ligações que eu não atendi, claro. Essa filha da puta ia me pagar.
... Mas não ficou por isso, ela ia me surpreender e como...

CONTINUA...

13 comentários - Me comi un garron!!!

Me sentí identificada con el tema del pelo, las tetotas, y el culazo, ahora desapruebo dejar caliente a un hombre que cocina, eso es imperdonable, que yegua la pendeja. La verdad que me gustó el relato, aunque no entiendo algo, el uso de la k, y el bb, y tema de no decir marcas, ¿acaso sos locutor? y lo de escribir mamy, y papy, es la primera vez que lo leo así. Te dejo, puntos, por que, yo no te haría eso.
Estoy de acuerdo en no mencionar marcas, lo que no me gusta son la abreviaciones en este tipo de textos. Por otro lado esta bueno el relato
cosas q pasan...igual t da margen para compensar con alguna chanchada (fiestita) ajaja
Amigo has de tomarles alguna foto sin que se den cuenta, o si ellas te lo permiten así nos dejas ilustrados con la imagen de la chica en cuestión, pero espero tambien la continuaión de éste relato que se puso muy bueno, saludos!
Hace tiempo que sigo tus relatos y debo reconocer que me gustaron varios, te deje puntos y espero que continues esta historia, no nos dejes en bola gracias, aclaro espero la 4ta entrega
Saludos y gracias por tomarte el tiempo de escribir
Por alguna fotito ilustrativa, sin cara obvio para que la nena no se ofenda estaria de diez,