VI
Antes de entrar no chuveiro, zap do Rafa “tô indo”, respondo que entre de uma vez que eu já tava entrando no banho.
Zap do Rafa no grupo: “indo pra quinta”, “fomos todo mundo pra costa, usei a buceta da lora, as nossas mulheres arrumaram tudo, então ela é sua sozinha até semana que vem” ok ele responde. Ficou claro pra mim que nos dias seguintes meu cu ia deixar de ser virgem, apertado, novo e meu, não consegui evitar de ficar com tesão mesmo sabendo que o Rafa tinha um pauzão grande demais pra mim.
Ouço a porta do banheiro, sabia que era o Rafa, arrepiei quando ele entrou comigo no chuveiro, olhei pra ele tava todo enlameado e sujo, nem oi me beliscou o clitóris Aiii!!! Não gosto disso – falo, ele nem liga – que que cê tá fazendo todo sujo – continua beliscando, com olhar de tarado e calado, que puta que eu sou pensei, já tô toda molhadinha – me lava – falou.
Ensaboei ele todo, adorava tocar nele, tem o corpo esculpido o filho da puta, é uma pedra, fibra, músculo, lindo, glúteos, passei a mão na racha até as bolas e aquele pauzão enorme que me deixava fascinada, tava dormindo mas ainda assim era grande, eu já tava em chamas, ele calado.
Saímos, ele passou a toalha no meu corpo todo, um trâmite porque tenho 1,55 já falei isso, fiquei com mais tesão ainda, os mamilos ficaram duros, ele percebeu mas nem ligou, também passei creme, ombros, peitos, braços, pernas, me virou de costas com as mãos apoiadas na pia, passou creme nas duas mãos e passou nos meus glúteos primeiro e na racha depois, a buceta já tava molhada quando os dedos dele chegaram e o buraquinho se abriu sozinho, ele riu – que puta você é!, já tá molhada e aberta mmmmm – enfiou os dedos nos meus buracos, olhei pro pau dele, ainda tava dormindo, tava claro que não ia me comer ali. Tirou os dedos, lavou as mãos e me deu um tapa – te espero lá embaixo –. Me deixou sozinha e eu em chamas – filho da puta!! Gritei mas ele não ouviu.
Desci e vi ele indo pra varanda e se acomodando numa espreguiçadeira. De lá ele chamo, me aproximo, ele estica a mão, abre meus lábios da buceta, procura o buraco, mete uns dedos, martela meu clitóris, tudo é fácil porque o tesão tinha molhado tudo, ele abre as pernas e aponta pra pica que ainda tava dormindo – acorda ela, com um 69. Demorei um minuto pra subir em cima dele, colocar a buceta perto da cara dele e a pica na boca, como eu adorava ter aquela pica na boca!!!!!!!!!!!!
Comecei devagar, lambi ela da base, passei a ponta da língua por todo o tronco, acariciei as bolas, dei batidinhas com a língua na cabeça, sentia como ela começava a acordar, coloquei na boca até onde entrava, apertava com os lábios subindo e descendo, cada vez mais dura, tirei da boca, cuspi nela, lambi com mais força, puxava com as mãos, colocava só a cabeça na boca e tirava devagar, sentia que ele acariciava minhas coxas, abrindo bem minhas nádegas, apertava, abria, a bunda no ar e a buceta cheia de sucos, quase escorrendo, mas ele não me penetrava, eu não conseguia parar de chupar aquela pica, crescia como tromba de elefante na minha boca, uma tocha!!!!!!!!!!!!
Eu esfregava a buceta na cara dele e o cara passava as mãos perto, a ponta dos dedos perto, suavemente, mas nada, acelerei o ritmo, a pica pedia e meu tesão também, já tava completamente dura, um ferro, as veias começaram a encher de porra, acelerei mais como podia, tentava fazer ela chegar na garganta, mas não conseguia abrir tanto a boca, tirei, puxava ela com força pra cima e pra baixo, lambi de novo, os gemidos da chupada ecoavam pelo parque inteiro, coloquei de novo na boca, ele continuava sem meter os dedos, sentia que a buceta ia explodir, comecei a me esfregar contra o peito dele, mexendo o clitóris pra cima e pra baixo, ele me parou, não deixou eu continuar com a masturbação!!!! Filho da puta de bunda!!!!!! pensei, mas não podia Falar, a boca dela tava cheia de pau e já dava pra sentir as veias enchendo de porra, chupei sem nojo, pra cima e pra baixo igual uma louca!!!! Ia fazer o bagulho explodir, o corpo dele ficou tenso, os músculos contraíram, ele começou a gemer, baixinho mas o suficiente pra me deixar mais doida, não me deixava mexer a cintura, acelerei a chupada, a porra tava vindo, tirei e continuei com as mãos, os jatos de porra saíram igual fonte, um, dois, três, parei de contar, caiu no meu cabelo, nas costas, no chão, eu ouvia ele gemer, queria gozar também mas nada, o pau continuava duro, lambi, limpei, beijei a cabeça dele.
Aliás, óbvio, abri mais as pernas pra ele ver os buracos mais abertos e tentar ele enquanto eu me levantava, queria que ele me comesse, tava prestes a explodir e nada – aonde cê vai – ele falou sério e me segurando pelas coxas – não engoliu a porra – fiz força pra soltar as pernas, impossível, olhei pra ele e falei que não, que como ele não pediu, não fiz, na posição que eu tava a cabeça do pau batia de leve nos meus peitos que já eram duas pedras marrons – as putinhas sempre engolem! ele falou sério, não sei como fez e com as pernas prendeu meus antebraços contra a espreguiçadeira, me empurrou pra frente, me virou e me segurou pela cintura e meteu até o fundo, só isso já me fez gozar, a bombada foi feroz – NÃO TEM CAMISINHA!!! gritei – não e se você não pedir eu gozo dentro! De costas pra ele, os braços imobilizados, não podia negar, mesmo assim tudo me excitava mais, já tinha gozado uma vez e a segunda tava perto.
Com as mãos ele abria minhas nádegas e com os polegares abria meu cu, as estocadas aumentavam o ritmo, deixou um polegar serrando o cu e com a outra mão martelava o clitóris, não aguentava mais!!!!! e gozei de novo e ele continuava no ritmo intenso, parou um minuto, me colocou de quatro e sem tirar continuou bombando sem parar, sentia o corpo dele ficando tenso – goza na minha boca!!!!!!!!!!! Gritei desesperada num segundo Tirei ele pra fora e ele meteu na minha boca, segurei com as duas mãos e chupei desesperadamente. Na hora começou a jorrar porra, encheu minha boca — engole tudo!!! — fiz o que pude sem tirar ele da boca, ele apertava minha cabeça contra o pau, sentia a porra escapando pelo canto dos lábios, ele começou a murchar um pouco, deixei ele limpinho e meio mole.
Ele se deitou de novo, me aproximei pra beijar ele na boca, ele virou o rosto — vai lavar essa boca, tá cheia de porra — ele tinha razão, mas parecia bravo. Tomei outro banho e desci, ele ainda estava na varanda, me aproximei — você me encanta, sua puta, aguenta tudo — falou enquanto passava a mão na minha perna — você me comeu sem camisinha, seu filho da puta!!! — gritei — óbvio — ele respondeu calmo — achei suas pílulas — ele se cagou de rir —, mudei de assunto — podia ter sido mais suave, você é o dobro do meu tamanho — fingi que tava doendo — vai me arrebentar toda.
— você adora como eu te como, tá na cara, então shhhh, vamos comer alguma coisa que tô com fome. Ele tinha razão, odeio e odeio que isso fique evidente.
Antes de entrar no chuveiro, zap do Rafa “tô indo”, respondo que entre de uma vez que eu já tava entrando no banho.
Zap do Rafa no grupo: “indo pra quinta”, “fomos todo mundo pra costa, usei a buceta da lora, as nossas mulheres arrumaram tudo, então ela é sua sozinha até semana que vem” ok ele responde. Ficou claro pra mim que nos dias seguintes meu cu ia deixar de ser virgem, apertado, novo e meu, não consegui evitar de ficar com tesão mesmo sabendo que o Rafa tinha um pauzão grande demais pra mim.
Ouço a porta do banheiro, sabia que era o Rafa, arrepiei quando ele entrou comigo no chuveiro, olhei pra ele tava todo enlameado e sujo, nem oi me beliscou o clitóris Aiii!!! Não gosto disso – falo, ele nem liga – que que cê tá fazendo todo sujo – continua beliscando, com olhar de tarado e calado, que puta que eu sou pensei, já tô toda molhadinha – me lava – falou.
Ensaboei ele todo, adorava tocar nele, tem o corpo esculpido o filho da puta, é uma pedra, fibra, músculo, lindo, glúteos, passei a mão na racha até as bolas e aquele pauzão enorme que me deixava fascinada, tava dormindo mas ainda assim era grande, eu já tava em chamas, ele calado.
Saímos, ele passou a toalha no meu corpo todo, um trâmite porque tenho 1,55 já falei isso, fiquei com mais tesão ainda, os mamilos ficaram duros, ele percebeu mas nem ligou, também passei creme, ombros, peitos, braços, pernas, me virou de costas com as mãos apoiadas na pia, passou creme nas duas mãos e passou nos meus glúteos primeiro e na racha depois, a buceta já tava molhada quando os dedos dele chegaram e o buraquinho se abriu sozinho, ele riu – que puta você é!, já tá molhada e aberta mmmmm – enfiou os dedos nos meus buracos, olhei pro pau dele, ainda tava dormindo, tava claro que não ia me comer ali. Tirou os dedos, lavou as mãos e me deu um tapa – te espero lá embaixo –. Me deixou sozinha e eu em chamas – filho da puta!! Gritei mas ele não ouviu.
Desci e vi ele indo pra varanda e se acomodando numa espreguiçadeira. De lá ele chamo, me aproximo, ele estica a mão, abre meus lábios da buceta, procura o buraco, mete uns dedos, martela meu clitóris, tudo é fácil porque o tesão tinha molhado tudo, ele abre as pernas e aponta pra pica que ainda tava dormindo – acorda ela, com um 69. Demorei um minuto pra subir em cima dele, colocar a buceta perto da cara dele e a pica na boca, como eu adorava ter aquela pica na boca!!!!!!!!!!!!
Comecei devagar, lambi ela da base, passei a ponta da língua por todo o tronco, acariciei as bolas, dei batidinhas com a língua na cabeça, sentia como ela começava a acordar, coloquei na boca até onde entrava, apertava com os lábios subindo e descendo, cada vez mais dura, tirei da boca, cuspi nela, lambi com mais força, puxava com as mãos, colocava só a cabeça na boca e tirava devagar, sentia que ele acariciava minhas coxas, abrindo bem minhas nádegas, apertava, abria, a bunda no ar e a buceta cheia de sucos, quase escorrendo, mas ele não me penetrava, eu não conseguia parar de chupar aquela pica, crescia como tromba de elefante na minha boca, uma tocha!!!!!!!!!!!!
Eu esfregava a buceta na cara dele e o cara passava as mãos perto, a ponta dos dedos perto, suavemente, mas nada, acelerei o ritmo, a pica pedia e meu tesão também, já tava completamente dura, um ferro, as veias começaram a encher de porra, acelerei mais como podia, tentava fazer ela chegar na garganta, mas não conseguia abrir tanto a boca, tirei, puxava ela com força pra cima e pra baixo, lambi de novo, os gemidos da chupada ecoavam pelo parque inteiro, coloquei de novo na boca, ele continuava sem meter os dedos, sentia que a buceta ia explodir, comecei a me esfregar contra o peito dele, mexendo o clitóris pra cima e pra baixo, ele me parou, não deixou eu continuar com a masturbação!!!! Filho da puta de bunda!!!!!! pensei, mas não podia Falar, a boca dela tava cheia de pau e já dava pra sentir as veias enchendo de porra, chupei sem nojo, pra cima e pra baixo igual uma louca!!!! Ia fazer o bagulho explodir, o corpo dele ficou tenso, os músculos contraíram, ele começou a gemer, baixinho mas o suficiente pra me deixar mais doida, não me deixava mexer a cintura, acelerei a chupada, a porra tava vindo, tirei e continuei com as mãos, os jatos de porra saíram igual fonte, um, dois, três, parei de contar, caiu no meu cabelo, nas costas, no chão, eu ouvia ele gemer, queria gozar também mas nada, o pau continuava duro, lambi, limpei, beijei a cabeça dele.
Aliás, óbvio, abri mais as pernas pra ele ver os buracos mais abertos e tentar ele enquanto eu me levantava, queria que ele me comesse, tava prestes a explodir e nada – aonde cê vai – ele falou sério e me segurando pelas coxas – não engoliu a porra – fiz força pra soltar as pernas, impossível, olhei pra ele e falei que não, que como ele não pediu, não fiz, na posição que eu tava a cabeça do pau batia de leve nos meus peitos que já eram duas pedras marrons – as putinhas sempre engolem! ele falou sério, não sei como fez e com as pernas prendeu meus antebraços contra a espreguiçadeira, me empurrou pra frente, me virou e me segurou pela cintura e meteu até o fundo, só isso já me fez gozar, a bombada foi feroz – NÃO TEM CAMISINHA!!! gritei – não e se você não pedir eu gozo dentro! De costas pra ele, os braços imobilizados, não podia negar, mesmo assim tudo me excitava mais, já tinha gozado uma vez e a segunda tava perto.
Com as mãos ele abria minhas nádegas e com os polegares abria meu cu, as estocadas aumentavam o ritmo, deixou um polegar serrando o cu e com a outra mão martelava o clitóris, não aguentava mais!!!!! e gozei de novo e ele continuava no ritmo intenso, parou um minuto, me colocou de quatro e sem tirar continuou bombando sem parar, sentia o corpo dele ficando tenso – goza na minha boca!!!!!!!!!!! Gritei desesperada num segundo Tirei ele pra fora e ele meteu na minha boca, segurei com as duas mãos e chupei desesperadamente. Na hora começou a jorrar porra, encheu minha boca — engole tudo!!! — fiz o que pude sem tirar ele da boca, ele apertava minha cabeça contra o pau, sentia a porra escapando pelo canto dos lábios, ele começou a murchar um pouco, deixei ele limpinho e meio mole.
Ele se deitou de novo, me aproximei pra beijar ele na boca, ele virou o rosto — vai lavar essa boca, tá cheia de porra — ele tinha razão, mas parecia bravo. Tomei outro banho e desci, ele ainda estava na varanda, me aproximei — você me encanta, sua puta, aguenta tudo — falou enquanto passava a mão na minha perna — você me comeu sem camisinha, seu filho da puta!!! — gritei — óbvio — ele respondeu calmo — achei suas pílulas — ele se cagou de rir —, mudei de assunto — podia ter sido mais suave, você é o dobro do meu tamanho — fingi que tava doendo — vai me arrebentar toda.
— você adora como eu te como, tá na cara, então shhhh, vamos comer alguma coisa que tô com fome. Ele tinha razão, odeio e odeio que isso fique evidente.
4 comentários - Perdí una apuesta (VI) Los preparativos
Mañana seguramente
saludos
Buen relato