A vez que comi minha prima (sem querer)

Faz tempo que guardo essa experiência pra mim porque ninguém deveria saber, mas resolvi contar pra vocês. Espero que curtam essa história (não se surpreendam se meu segundo relato for sobre uma mulher, sou bissexual).

Tenho uma prima distante, que mora do outro lado do oceano. Ela vem pro México de vez em quando, a cada 3 meses pra ser exato. Uns anos atrás, ela veio comemorar o aniversário dela com a irmã mais velha. Passou pela cidade e, como a irmã dela era (ou melhor, é xD) meio amargurada, resolvi convidar ela pra sair e festejar. Ela ia ficar uma semana, então ofereci pra ela e pra irmã ficarem na minha casa (já morava sozinho nessa época). A irmã recusou pra não incomodar, mas ela aceitou. Saímos pra passear e conversamos sobre nossas vidas. A gente se dá super bem, porque praticamente crescemos juntos. Naquele dia, notei ela meio estranha, ficava me olhando muito e tava super carinhosa hehehe.

Finalmente, de tarde, depois de passar o dia juntos, convidei ela pra ir num bar bem perto da minha casa. Ela é meio tímida e antissocial, então não sai muito pra esses lugares. Aí ela me pediu pra vigiar ela, pra não beber demais, porque fica bêbada fácil e, segundo ela, bêbada faz um monte de loucura. Bebemos um pouco e, como ela já sabia que eu era bi, ficava me zoando com qualquer cara que passava, e eu devolvia a brincadeira. Até que cada amigo meu que via a gente perguntava se éramos um casal, pelo jeito que a gente tava se divertindo e como ela tava grudada em mim. Depois de umas horas, acho que já era meia-noite ou perto disso, ela decidiu ir pra casa. Tava meio bêbada, mas consciente e lúcida. Eu não tava nada bêbado, então era meu dever, como primo mais velho, cuidar dela.

Passamos perto de uma farmácia e ela me pediu pra parar e esperar no carro. Não sabia o que ela queria. Achei que tinha ido comprar comprimidos efervescentes pra ressaca, então não estranhei. Mas ela... eu tinha comprado vários preservativos, porque naquela farmácia tem um pote grande de camisinhas avulsas que são genéricas, mas resistentes e baratas. ela comprou um monte, uns 20 mais ou menos. na hora eu não percebi, nem ela me falou nada, então a gente foi embora. ela estava muito safada, aí, como elogio, falei que ela estava linda. eu falei na boa, sem segundas intenções, não pensava em fazer nada com ela, então ela ficou vermelha. o caminho inteiro ela ficou ajeitando o decote e olhando pro meu volume. desde que a gente saiu da farmácia, ela ia passando a mão na minha perna e pedia pra eu ir devagar, porque segundo ela, ficava tonta. eu fui devagar porque estava acreditando na história. quando a gente estava a umas duas quadras de casa, ela começou a passar a mão no meu pau. mesmo eu falando pra ela parar, ela continuava, porque eu também não fazia nada pra impedir. quando chegamos em casa, eu estava quase de pau duro, e ela queria continuar.

entramos em casa e ela tentou me beijar, coisa que eu recusei no começo. falei pra ela: — "cê tá bêbada, vai dormir". e ela respondeu que não. na hora eu percebi que ela não estava tão bêbada assim, na verdade estava totalmente consciente. ela tentou me beijar mais algumas vezes, mas eu parei. subi as escadas e falei que ia dormir (porque ela ia ficar no quarto, que é do lado do meu). subi e ela subiu atrás de mim no escuro. comecei a tirar a roupa e senti uma mão pegando no meu pau. na hora fiquei duro (ela já tinha me visto pelado aos 16, na época eu tinha 14cm, mas aos 18 já estava com 18cm). ela sentiu e falou, meio surpresa: — "é maior do que eu tinha visto e do que eu fantasiava".

naquele momento ela confessou que, desde que me viu pelado, sonhava em perder a virgindade comigo. também confessou que ela, tendo 18 anos igual a mim (embora seja 9 meses mais nova), ainda era virgem (o que, pensando agora, faz sentido). faz sentido, porque segundo ela, o primeiro beijo dela foi aos 16 e ela nunca tinha namorado, já que é muito tímida com homens) e que queria fazer comigo. A gente tava no escuro, então acendi um abajur e falei que não era certo, mas ela tava acariciando a cabecinha do meu pau, se colocou na minha frente, tirou um monte de camisinhas da bolsa e colocou no meu criado-mudo. Naquele momento, olhei pra ela pela primeira vez de verdade, ela era linda demais, tem uns peitos perfeitos pra mim, é magrinha, cintura fina, um quadril um pouco largo, pernas finas mas com uma carninha nas coxas, não tem nenhum pelo nem nas axilas nem na buceta, e principalmente, a bucetinha dela é apertada e beija muito bem 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤.

Ela começou a me masturbar um pouco, bem devagar, enquanto fazia isso, lambeu dois dedos e enfiou no meu cu (por sorte ela não usa unhas), começou a brincar um pouco enquanto me masturbava, começou a lamber devagarzinho a cabecinha do meu pau, depois a chupar bem devagar, dava pra ver que não tinha experiência nenhuma mas tava colocando muito entusiasmo, mal cabia na boca dela porque meu pau é meio grosso (5cm), eu tava me sentindo incrível, até que ela começou a chupar sem segurar com a mão, ficou assim por uns minutos, até que decidiu se levantar. A gente começou a se beijar e eu comecei a passar a mão nela, quando enfiei a mão senti que tava muito molhada e isso me deixou com tesão, comecei a tocar ela devagar, ela começou a parar de me beijar de vez em quando só pra gemer, até que ela me parou e falou com a voz trêmula mas muito excitada — "tira tudo de mim e me faz sua" —. Sentei ela na minha cama e tirei a calça jeans dela, dei uns beijos por cima da calcinha, ela pegou no meu cabelo e me fez beijar ela um pouco mais, ouvi ela gemer um pouco, então me levantei um pouco e desabotoei a blusa dela, comecei a lamber os peitos dela por cima do sutiã, e senti os bicos dela duros como pedra.

Aí ela se virou e pediu pra eu foder ela daquele jeito, que não ligava se engravidasse por não usar camisinha, coisa que eu Neguei, peguei ela pela cintura, ela se jogou mais pra trás e começou a esfregar a bunda no meu pau. Tirei o sutiã dela com uma mão só, enquanto segurava a cintura dela com a outra. O sutiã caiu na cama e ela começou a pegar num peito enquanto se apoiava com a outra mão. Eu agarrei o outro peito dela e meti a mão lá embaixo enquanto beijava ela. Ela parava de vez em quando pra gemer uma ou outra vez, até que enfiei um dedo na buceta dela e senti que ela tava apertando num ritmo acelerado. Ela tava quase gozando, então tirei as mãos dela de cima de mim, peguei uma camisinha e coloquei. Ela puxou a calcinha pra baixo e abriu um pouco as pernas. Comecei a enfiar de pouco em pouco. Quando só coloquei a cabeça, senti que ela apertava pra caralho, mas mesmo assim continuei. Quando senti que faltava pouco, enfiei o resto com um pouco mais de força. Vi uma expressão de dor no rosto dela, e ela soltou um gemido mais de dor do que de tesão. Ela tapou a boca pra não gritar na hora que enfiei. Depois tirou a mão e pediu pra eu ir devagar. Aos poucos fui tirando, deixei só a cabeça dentro e enfiei devagar.

Fui assim, devagar, umas quantas vezes, e quando senti que ela já aguentava o ritmo, comecei a aumentar a velocidade aos poucos. Na primeira vez que acelerei, ela deu um gritinho. Perguntei se tinha doído, e ela respondeu que sim, mas que não importava, que queria que eu continuasse. Nas primeiras vezes ela gritou, mas depois de uns minutos começou a gemer. Aumentei a velocidade devagar até chegar num ritmo legal. Depois de alguns minutos, ela começou a gemer pra caralho e eu senti ela apertando de novo, então comecei a meter mais forte. Ela tapou a boca de novo, mas por causa do aperto nos lençóis, destapou e começou a gritar. Senti ela dar um último grito e parar de apertar tanto. Ela soltou os lençóis, e eu não vi mais aquela expressão de dor. Olhei pra ela e vi que tava me encarando com um sorriso. Só ofegava, porque eu tinha parado. Ela disse que nunca tinha sentido aquilo, e eu perguntei se ela estava pronta pra continuar. Ela disse que sim, então eu tirei. Ela ficou de quatro e eu meti de novo. Dessa vez, aumentei um pouco a velocidade. Primeiro, ela gemeu de dor, mas dessa vez doeu menos. Quando já estava na metade, senti ela apertar de novo, mas não ia deixar passar essa.

Comecei a meter com força. Dessa vez, ela gritou com confiança e se agarrou com força no lençol. Senti ela apertando cada vez mais, até que ela começou a apertar e soltar num ritmo constante. Naquele momento, enfiei o mais fundo que pude, e ela soltou um gemido bem forte. Senti o orgasmo dela durar um pouco mais. Depois veio outro, uns segundos depois. Dessa vez, ela se deixou cair, ficando na posição de conchinha. Me olhava com cara de dor e mordia os lábios. Gritava bastante, então diminuí o ritmo porque estava machucando ela um pouco. Ela parou de fazer aquela expressão, então continuei naquele ritmo. Só acelerava um pouco quando sentia que ela ia gozar. Finalmente, gozei. Meu leite escorria pelas bordas da camisinha. Eu estava tão excitado que gozei pra caralho. Tirei, e ela ficou imóvel. Tirei a camisinha e ia falar pra dormirmos, porque já tinha passado umas horas transando, mas ainda estava duro. Ela se deitou e sentou, mas vi um pouco de dor no rosto dela. Perguntei se doía, e ela disse que sim. Pedi desculpas, mas ela disse que não ligava, que tinha gostado. Quando viu que meu pau ainda estava duro, levantou e pegou outra camisinha.

Ela disse pra eu ir com ela. Sentei na cama e coloquei. Ela levantou e sentou em cima de mim. Disse que dessa vez ela faria o trabalho. Foi descendo devagar, até que meu pau estava bem dentro. Segurou o gemido, mas estava ofegante. Eu segurei uma das nádegas dela com uma mão e a cintura com a outra, e comecei a... Beijando ela, ela começou a me montar devagarzinho, parou de me beijar e começou a acelerar cada vez mais, eu só sentia os peitos dela colados no meu peito, balançando devagar. No fim, gozamos depois de uns minutos, eu tinha estourado a outra camisinha, então tirei e joguei fora. Ela se levantou e deitou na cama, ficamos nos beijando um tempão, ela ficou em cima de mim me beijando, pesava quase nada, eu beijava ela também, praticamente tivemos um momento romântico.

Na manhã seguinte, acordamos os dois na mesma posição que dormimos, ela saiu de cima de mim e disse que tinha sido uma noite incrível, eu concordei, vesti alguma roupa, ela colocou a calcinha e uma camisa minha, mandei ela de volta pra cama dormir mais um pouco, fui preparar o café da manhã e servi ela na cama... fim.

Espero que tenham gostado dessa experiência, verdade seja dita, às vezes quando lembro disso sinto um pouco de vergonha por ser minha própria prima, mesmo que seja bem distante, não muda o fato de que transei com ela, mas sinceramente foi muito bom e o que veio depois no resto daquela semana foi ainda melhor (mas isso já é outra história).

1 comentários - A vez que comi minha prima (sem querer)

Hot-Ice +1
Buen relato !!! Te felicito por tu prima, jeje