essa história adorei ler.Olá a todos os leitores, meu nome é Karina, tenho 20 anos, atualmente estudo arquitetura e trabalho numa agência de modelos. Esse relato é mais uma experiência que aconteceu na minha vida. Essa história que vou contar aconteceu há 2 anos, sobre como entreguei a virgindade da minha bunda para o meu pai Lucho, que é meu padrasto (para mais informações, leiam os dois relatos anteriores, "Montada no meu padrasto").
Depois do que aconteceu com meu padrasto (pai Lucho adora que eu chame ele assim, com carinho) na fazenda de cavalos do meu novo tio, que era irmão do meu padrasto, sobre como ele me desvirginou e me fez mulher. Apesar dos 48 anos de idade, meu pai Lucho é muito bem conservado para a idade, é alto, uns 1,80m de altura.
O tempo passou e o desejo por novos encontros com ele aumentava, os olhares, os flertes, seguidos de umas apalpadas debaixo da mesa enquanto jantávamos. Ele pedia para eu sentar no colo dele para sentir toda a pica dele grudada na minha bunda pequenininha. Quando podíamos, saíamos para o parque, onde ele me segurava pela cintura com as mãos enquanto caminhávamos, ficava atrás de mim para encostar toda a pica dura dele no meio da minha bunda pequenininha, nos beijávamos apaixonadamente. De vez em quando, íamos para hotéis onde ninguém nos conhecesse para ter mais privacidade. Meu pai Lucho me ensinava diferentes posições do Kama Sutra, também assistíamos filmes pornô abraçados, os dois pelados, para ver posições mais excitantes. Aprendi a ser uma mulher que satisfaz e a saber o que os homens gostam. Dá pra dizer que ele foi tipo meu professor de sexo. Sempre me dava um presente para me mimar, e assim entrávamos nos jogos eróticos dele, ele sempre realizava meus caprichos.
A posição do Kama Sutra que eu mais amava era montar nele de frente, olhando para ele. Nessa posição, dá pra sentir toda a pica dentro de mim e controlar a velocidade da penetração com movimentos de quadril pra cima, pra baixo e circulares, enquanto com as mãos dele, meu pai... Lucho ficava passando a mão nas minhas tetas.
Quando eu tinha 18 anos, já tinha o corpo todo bem formado. Vou me descrever: tenho cabelo cacheado comprido castanho, sou de pele branca, olhos castanhos, boca média, altura 1,72. Minhas medidas são 92-62-98. Meus peitos são durinhos, com mamilos rosados e macios, cintura fina que valoriza meu quadril largo, moldando minha bunda que é meu orgulho, porque é firme, toda empinada e durinha. Adoro exibi-la usando leggings justinhas, shorts curtos e colados na minha bunda. Minhas coxas são grossas e firmes, e as pernas finas, o que deixa minha bunda ainda mais apetitosa. Por isso, adoro usar saias curtas, mini-saias, mostrando a redondeza da minha bunda e, quando ando, rebolo o quadril pra fazer a saia subir o máximo possível, fazendo os homens virarem pra me olhar, pra ver se a saia sobe. E eu satisfaço eles, mostrando o começo da minha bunda e, antes que suba mais, puxo a saia pra baixo com as mãos, deixando um monte de paus duros e loucos pra ver mais.
Durante esses anos, tive uns namoradinhos, com quem também transei, e uns encontros com uns coroas e uns novinhos, mas nada se comparava ao tesão que eu sentia com meu pai Lucho. Ele cuidava de me mimar em tudo, e eu recompensava ele com minhas atenções.
Terminei o colégio e tava entrando na faculdade pra estudar arquitetura, então decidi me virar sozinha, morar num apartamento só minha. Contei isso pra minha mãe, que topou. Não gostava muito da ideia de deixar meu pai Lucho, mas era mais prático ter um apê perto da faculdade.
Sabia que meu padrasto (pai Lucho) não ia gostar nada da ideia de eu me mudar, mas sabia como usar meus encantos pra convencer ele. Tava vestindo uma blusa de alcinha verde, uma calça jeans justa no quadril e um tênis. Aproveitei que ele tava sentado no sofá. Fui direto pra ele, sem dizer nada, sentei no colo dele, na altura das coxas, coloquei minha bunda de costas pra ele, com as pernas abertas de cada lado das pernas dele, me apoiei no peito dele, esfregando toda minha bunda no volume dele, enquanto fazia um movimento de sobe e desce com o corpo, esfregando minha bunda no pau dele, que eu sentia durinho através da calça jeans. Falei ronronando com a voz meio trêmula.
Eu: — Papai, papai, adoraria te pedir uma coisa, papai.
Papai Lucho: — Aaah, minha menina, tá toda excitada, né? O que você quer que eu te dê, mamãe?
Eu: — Quero ter um apê, papai, poder me mudar pra perto da faculdade e ter um cantinho de amor só pra você e pra mim, pra quando você quiser, papai Lucho.
Falei isso enquanto aumentava os movimentos de quadril, esfregando minha bunda linda no volume dele, que tava prestes a explodir, e no fim ele topou e me disse:
Papai Lucho: — Mas com uma condição: vamos passar as férias na fazenda do meu irmão, só você e eu.
Isso ele falou com um sorrisinho safado enquanto me segurava pela cintura, com os dedos tocando meu púbis.
Eu: — Claro, papai, adoro a ideia, faz tempo que a gente não vai na casa do meu tio. Acho que ele vai adorar nos ver. É um trato: uma semana sendo sua mulher por um apartamento. Fechado.
De repente, levantei de uma vez, ajustei a calça jeans que tinha descido um pouco, dei um beijo nele e falei: — Valeu, papai.
Ele cuidou pra que fôssemos só nós dois, e minha mãe não falou nada e topou.
Fiquei felizona, só de pensar numa semana inteira com meu papai Lucho. Naquele dia, pedi dinheiro pra fazer compras, queria me ver linda e gostosa pra ele. Então fui às compras: comprei várias saias de lycra bem justinhas no corpo, algumas soltinhas pro verão com babados e rendas, umas blusas decotadas pra mostrar meus peitos, umas blusas curtas pra mostrar o umbigo, de alça e sem alça, uns vestidos com costas de fora, uns shorts de lycra bem apertadinhos pra marcar a bunda. Booty, umas calcinhas de renda, e do tipo brasileirinha com só um triângulo pequeno pra cobrir minha buceta, uns sutiãs de copa de renda transparente que deixavam meus bicos à mostra, eu adorava me ver no espelho enquanto experimentava, a roupa toda sexy que ia usar naquela semana.
No dia da viagem, vesti uma calça jeans branca bem justa na altura do quadril, que quando eu me abaixava aparecia a tanga de renda branca que eu tava usando, um top sem alças que cobria dos meus peitos pra baixo e uma jaqueta preta. Levei minha mala pro carro, me despedi da minha mãe, pensando que naquela semana eu seria a mulher do meu papai lucho.
Entrei no carro, ele já estava lá dentro, me viu e colocou a mão sobre o jeans na altura do pau dele, acariciando.
Papai lucho: — Como é que a gente vai passar essa semana, minha rainha?
Partimos rumo à fazenda. No caminho, eu comentava como queria decorar o apartamento, que queria comprar móveis, acessórios e tal. No meio da viagem, ele parou o carro no acostamento, recostou o banco pra trás e me disse:
Papai lucho: — Sabe que vou te dar todos os seus gostos, minha rainha, mas quero algo mais de você, que você me dê.
Olhei pra ele e falei:
Eu: — O quê, papai? O que você quer?
Papai lucho: — Sempre sonhei em meter no seu cu, adoraria te desvirginar por aí, meu amor, é um sonho que tenho há muito tempo. Toda vez que te vejo com suas leggings justas, vejo sua booty com esse jeito de andar que você tem, me enlouquece, fico imaginando como vai ser ter toda essa booty enfiada no meu pau. Esse bundão lindo, meu amor, quero que você me entregue e eu ser o primeiro a desflorar.
Ao ouvir as palavras dele, no tom de voz que ele falava, como se fosse um menino desesperado por um doce, isso me excitou pra caralho. Eu ainda tinha meu cu intacto, só tinha tido uns roçados, umas carícias com os dedos dele no meu cu, algum namorado já quis meter, mas eu sempre guardei pra uma ocasião especial, e sabia que era essa. Aproveitei que o banco dele tava reclinado pra trás e me sentei nas coxas dele, minhas pernas de cada lado do banco do carro, olhando pra ele de frente, colocando minha buceta na altura da pica dele, meus peitos na altura do rosto dele. Só a roupa separava a gente. Coloquei minhas mãos nos ombros dele e ele colocou as dele na minha cintura. Sem pensar duas vezes, falei:
Eu: — Claro, papi, tava esperando esse tempo todo. Uma ocasião especial vai ser sua. Você me ensinou tanta coisa, me mimou tanto... Vou te dar minha bunda essa semana. Acho que esse é o preço do meu apê, né, papi?
Falei com um sorriso safado, acariciando o rosto dele com as mãos.
Papai Lucho: — Minha menina já é toda uma mulher. Isso me faz um homem muito feliz. Como vou aproveitar essa bundinha sua, iniciando você no sexo anal, minha vida.
A gente se beijou e se acariciou um pouco. Enquanto isso, ele colocou as mãos nos meus peitos, descobriu eles fácil, baixando meu top, e começou a beijar e acariciar eles com as mãos, beliscando meus bicos, puxando eles, enquanto eu rebolava a bunda pra frente e pra trás em cima da pica dele, toda dura. Era a primeira vez que eu fazia isso num carro. Adorei o tesão de saber que os carros passavam na estrada e podiam nos ver.
Eu segurava a cabeça dele com as mãos e guiava pros meus peitos pra ele chupar meus bicos. As mãos dele foram parar na minha bunda, que, com os movimentos que eu tava fazendo, mostrava um pedaço dela com a tanga enfiada no meio das minhas nádegas.
Papai Lucho: — Você tá com tesão, né, gostosa? Que delícia essas suas tetas, mamacita. Essa bunda maravilhosa, meu amor, tá deixando minha pica dura, minha vida.
Eu: — Assim, papi, você me deixa com tesão, papi, demais... Aaaaaaahhh... Sua pica tá bem dura, né? Quer provar minha buceta, né?
Eu só queria esquentar ele. Tinha planejado uma semana bem safada com ele. Queria que ele ficasse sempre à minha disposição e aos meus caprichos de menina boazinha. Então, afastei ele dos meus peitos, voltei pra minha posição anterior, sentada no meu banco. mesmo com o top pra baixo e os peitos de fora, me ajoelhei no meu banco, olhando pro pau dele, abaixei o zíper e tirei ele pra fora, pulou igual mola na minha cara, peguei com as minhas mãos, comecei a masturbar ele de cima pra baixo em movimento circular, do jeito que meu pai Lucho gosta.
Eu: — aí papai, que dura que tá essa sua pica, quer que eu ponho na minha boquinha e chupo ela todinha?
Pai Lucho: — sim, meu amor, mete ela toda na sua boquinha, meu céu.
Continuei provocando ele com mais força, olhando na cara dele.
Pai Lucho: — não me faz sofrer, meu amor, chupa ela, vamos, não seja malvada, minha vida, sei que você é uma putinha safada e que tá morrendo de vontade de chupar ela.
De verdade, meu pai me conhecia e sabia a filha safada que tinha. Tava morrendo de vontade de chupar aquela pica grande e dura, não fiz ele esperar mais, então comecei a lamber desde as bolas até a cabeça, fui dando uns beijinhos.
Eu: — aaaaaaammmmaaaaammmm, que gostoso, papai, sua pica tá quente, sua buceta.
Pai Lucho: — isso, meu amor, que gostoso, mamãe, aaaaaaaaaaahhhhh, vamos, putinha, chupa ela do jeito que só você sabe fazer.
Enfiei aquela pica toda na boca o máximo que consegui, tirava e enfiava de novo várias vezes, enquanto com a mão eu masturbava ele. Ele pegava a pica dele com a mão e batia com ela na minha bochecha uma vez e outra, sentia como ele adorava me fazer desejar aquela pica. Eu procurava desesperadamente aquela pica com a boca e toda vez que eu enfiava, ele tirava, assim ficamos por uns segundos (tinha aprendido tudo isso nos filmes pornô que a gente sempre via). Com uma mão agarrei ela e enfiei de novo na boca, tava dando a melhor mamada da vida do meu pai, olhava pra cara dele e sentia a satisfação enorme dele, comecei com movimentos mais rápidos, uma mamada de cima pra baixo me ajudando com a mão.
Pai Lucho: — assim, assim, assim, que gostoso, aaaaahhhh, mais, mais, chupa, putinha, chupa.
As palavras dele me excitavam mais, a mão direita dele tava apalpando um peito meu, com a minha mão eu pegava aquela pica dura e enfiava até o fundo da minha boquinha e tirava de novo. tirar de uma vez.
Eu.- aaaaaaaaaagggggggggaaaaaaaaaaaaaggggggggggg ai ai ai que gostoso aaaaaaaaaggggggg.
Não aguentou mais e gozou, dando o leite dele na minha boquinha e no meu rosto, peguei o resto do leite dele com minhas mãos, brincando com o sêmen dele nos meus dedos, colocando na minha boquinha e saboreando, comecei a limpar o pau dele com um boquete, chupando ele mais uma vez.
Papai Lucho.- Toma seu leite, mamãe, chupa tudo, gostosa, limpa ele pra mim, isso, isso, puta.
Eu.- Isso, isso, mais, mais, mais, papai, que leite gostoso, papai. Gostou de como eu tô limpando ele, papai?
Papai Lucho.- Sim, meu amor, que boquete que você me deu, você melhorou muito, neném.
Terminamos, arrumei meu top, limpei minha boquinha e meus lábios, ele guardou o pau, subiu o zíper, ajustou o banco pra dirigir, voltou o carro pra estrada e começamos de novo o trajeto até a fazenda.
Quando chegamos na fazenda já era tarde, mas o clima tava muito bom, era verão naquela época. Quem nos recebeu foi meu tio (vou chamar ele de João pra história), não tinha mudado nada, continuava feio e barrigudo. Meu papai Lucho me disse que meu tio tinha se separado da esposa há um ano, os filhos foram morar com ela, ele vivia sozinho, com alguns dos empregados e empregadas da fazenda.
Meu tio me deu um abraço forte, apertando meus peitos contra o corpo dele.
Tio João.- Que linda que tá sua filha, irmão, ela é toda uma mulher, você mudou muito desde a última vez que veio.
Ele falava isso enquanto me olhava dos pés à cabeça, tentando olhar meus peitos que só estavam cobertos pelo meu top, que tinha descido um pouco por causa do abraço que ele me deu. Percebi e arrumei. Ele nos convidou pra entrar, enquanto os empregados levavam as malas. Me adiantei um pouco e pude sentir como os dois, meu papai Lucho e meu tio João, estavam olhando pra minha bunda, com esse jeito de andar rebolando a raba que eu tenho, quem não olharia?
Fomos descansar um pouco, pros quartos que tinham preparado pra gente. Então subimos pro Primeiro andar, peguei na mão dele, ele atrás de mim como sempre, olhando pra minha bunda. Meu quarto era em frente ao dele, entrei no meu quarto e ele no dele, se olhando safadamente.
Estavam minhas malas com toda a roupa que eu tinha trazido, lembrei um pouco do que vivi há um tempo atrás, como foi o primeiro encontro com meu pai Lucho. Fui tomar um banho, depois vesti um vestido roxo, comprido até os joelhos, com um decote redondo que deixava ver o começo dos meus peitos, um tênis preto, fiz um rabo de cavalo no cabelo e desci. De repente, meu pai Lucho entrou no meu quarto, me pegou pela cintura com uma mão e com a outra apertou uma das minhas nádegas. "Que linda você está, minha vida", ele dizia enquanto apalpava minha bunda e me encostava no corpo dele. Começou a me beijar e eu correspondi com uns beijos de língua.
Eu: — Calma, pai, sei que você tá excitado, mas tão nos esperando lá embaixo. Além disso, hoje à noite serei toda sua.
Peguei as mãos dele, coloquei na minha cintura e falei:
Eu: — Vamos descer, jantar e depois brincamos a noite toda. Além disso, tenho um contrato com você: um apartamento por uma semana sendo sua mulher, mais um bônus que é minha buceta, que vou te entregar quando quiser.
Pai Lucho: — Tá bom, minha vida, mas você me deixa louco. Tô com o pau bem duro, só de pensar em você, no seu corpo lindo com essa bunda divina que você tem, e esses peitos lindos, todos durinhos.
Peguei na mão dele e saímos pra sala de jantar. Quando entramos, meu tio já estava nos esperando. Também tinha um casal, que eram pessoas com quem meu tio negociava vendendo os cavalos dele. Conversamos, contamos histórias, e também surgiu o comentário de que eu queria me mudar pra um apartamento pra morar sozinha. Me recomendaram ter cuidado e outros conselhos. Percebi que meu tio tinha umas empregadas muito gostosas, que serviam o jantar. Pensei: com certeza ele come as empregadas, já que não tem a ex-mulher.
Terminamos de jantar. O casal foi embora, dei boa noite pro meu tio e pro meu pai Lucho, com a desculpa de que tava cansada. Meu pai Lucho ficou mais um pouco conversando com meu tio, mas eu sabia que ele ia se apressar pra vir pro meu quarto.
Entrei no meu quarto e me preparei pra esperar ele, meu pai Lucho. Me arrumei pra nossa primeira noite juntos, dormindo como se fôssemos marido e mulher.
Comecei a me despir, completamente. Tirei da minha mala uma lingerie que comprei, preta, de renda transparente que levantava meus peitos, dava pra ver meus bicos. Coloquei uma calcinha tipo fio dental que cobria minha buceta na frente, e atrás só um fiozinho que ficava no meio da minha raba. Por cima, vesti uma camisola preta transparente, curta, que só tapava minha raba e abotoava com umas tirinhas na frente. Me olhei no espelho: tava toda uma puta sexy.
Esperei uns segundos e, como imaginei, meu pai Lucho não demorou pra entrar no quarto. Ele trancou a porta e disse:
Pai Lucho: — Que puta que você tá, minha vida.
Ele ficou de boca aberta me olhando.
Eu: — Papi, essa é a primeira noite. Aqui me tem, toda sua.
Falei isso com uma mão apoiada na minha raba e a outra na cintura. Ele se aproximou de mim, nos beijamos, apaixonadamente, como se estivéssemos nos devorando. Ele me apalpava toda: minha raba, meus peitos, metia a mão entre minhas pernas e brincava com minha buceta por cima da calcinha, que já tava molhada de tanto fluido que escorria. Ele abaixou a calça com a cueca que tava usando, o pau dele todo duro, apontando pra cima. Se despiu completamente, chegou perto de mim, colando o corpo nu no meu, enquanto beijava meu pescoço.
Pai Lucho: — Me deixa com tesão, minha vida, esse corpo que você tem. Que gostosa você tá.
Ele me virou, tirou minha camisola, colou o pau dele na minha raba. Senti aquele pau grudado na minha bunda. Com as mãos, ele abaixou minha calcinha, me levou até a cama, me curvou pra frente, apoiei minhas mãos na cama. cama, tinha toda minha bunda na cara dele, pronta. Ele começou a chupar, enfiou a cara no meio das minhas nádegas, meteu a língua, eu ficava louca sentindo aquilo.
Eu: — assim, assim, assim, papai, você tá me deixando doida, mais, mais, mais, love, aaaaaaaaaaahhhhhhoooooooohhhhh
Papai Lucho: — vou comer toda a sua buceta, que gostosa que tá, aaaaaammmmaaaammmm
Comecei a tirar o sutiã, meus peitos pularam pra fora. Ele parou, me virou, me joguei na cama.
Eu: — vem, papai, chega aqui, minha buceta tá com fome de pau hoje à noite, vem, me fode, me faz sua.
Falava isso enquanto tinha uma mão na minha buceta, toda melada com os fluidos dela, abrindo minha vagina com os dedos, chamando ele. Ele se jogou em cima de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta, começou a me penetrar devagar.
Papai Lucho: — assim, mamãe, abre mais as pernas, como vamos gozar essa noite.
Eu: — siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, assim, assim, mais, mais, mais.
Ele me penetrava, eu enrolei minhas pernas na cintura dele, enquanto ele dominava meus peitos com as mãos. Ficamos assim uns minutos, enquanto eu tentava não gemer tanto pra não ser ouvida. Mudamos de posição pra minha favorita: montei no pau dele, toda ereta, olhando pra ele, apoiando as mãos no peito dele, comecei a subir e descer uma e outra vez, como eu gozava nessa pose.
Eu: — assim, assim, que pau, papai, tá todinho dentro de mim, que gostoso, meu rei, aaaaaaaaaaahhhhh, ahhhhhhhhhhh, você gosta, né? Como meus peitos balançam, sim, sim, né? aaaaaaaaaaaahhhhhhh.
Me ajeitei melhor, apoiando as mãos nas pernas dele, arqueando as costas pra trás, rebolando a bunda em círculos.
Papai Lucho: — vamos, minha vida, assim, mexe mais, mais, que gostoso, meu amor, assim, mais, mais, aaaaahhhh.
Ficamos assim um tempo, voltamos pra posição de missionário. Ele começou a meter mais rápido e mais forte, batendo as bolas na minha bunda. Tapava minha boca enfiando os dedos pra eu não gemer.
Papai Lucho: — você gosta, né, puta? Vai fundo, sua putinha toda gostosa, mais rápido assim.
Eu... vou gozar assim, gozei mesmo.
Cheguei no clímax, no orgasmo. Ele tirou o pau de dentro de mim e gozou, espalhando todo o leite dele na minha barriga.
Papai Lucho: — Que delícia, minha vida, você foi muito gostosa.
Ele se deitou do meu lado, estávamos todos suados. Me abracei nele e comecei a dar uns beijinhos.
Eu: — Que delícia, papai, você gozou bem gostoso em mim.
Fomos tomar um banho juntos, onde ficamos nos apalpando inteiros. Eu limpava o pau dele com a mão, ele ficava mexendo na minha buceta e nos meus peitos, tudo isso enquanto trocávamos uns beijos deliciosos.
Naquela noite, dormimos juntos, abraçados de conchinha, pelados, ele atrás de mim, enfiando o pau dele no meu rabo, enquanto as mãos dele me abraçavam, apoiadas nos meus seios, cobertos só por um lençol.
Isso é só o começo, o início de uma semana cheia de sexo e a promessa de um bônus: dar a virgindade do meu cu. Em breve, mando a continuação dessa história. Aguardo ansiosamente os comentários de vocês.
Depois do que aconteceu com meu padrasto (pai Lucho adora que eu chame ele assim, com carinho) na fazenda de cavalos do meu novo tio, que era irmão do meu padrasto, sobre como ele me desvirginou e me fez mulher. Apesar dos 48 anos de idade, meu pai Lucho é muito bem conservado para a idade, é alto, uns 1,80m de altura.
O tempo passou e o desejo por novos encontros com ele aumentava, os olhares, os flertes, seguidos de umas apalpadas debaixo da mesa enquanto jantávamos. Ele pedia para eu sentar no colo dele para sentir toda a pica dele grudada na minha bunda pequenininha. Quando podíamos, saíamos para o parque, onde ele me segurava pela cintura com as mãos enquanto caminhávamos, ficava atrás de mim para encostar toda a pica dura dele no meio da minha bunda pequenininha, nos beijávamos apaixonadamente. De vez em quando, íamos para hotéis onde ninguém nos conhecesse para ter mais privacidade. Meu pai Lucho me ensinava diferentes posições do Kama Sutra, também assistíamos filmes pornô abraçados, os dois pelados, para ver posições mais excitantes. Aprendi a ser uma mulher que satisfaz e a saber o que os homens gostam. Dá pra dizer que ele foi tipo meu professor de sexo. Sempre me dava um presente para me mimar, e assim entrávamos nos jogos eróticos dele, ele sempre realizava meus caprichos.
A posição do Kama Sutra que eu mais amava era montar nele de frente, olhando para ele. Nessa posição, dá pra sentir toda a pica dentro de mim e controlar a velocidade da penetração com movimentos de quadril pra cima, pra baixo e circulares, enquanto com as mãos dele, meu pai... Lucho ficava passando a mão nas minhas tetas.
Quando eu tinha 18 anos, já tinha o corpo todo bem formado. Vou me descrever: tenho cabelo cacheado comprido castanho, sou de pele branca, olhos castanhos, boca média, altura 1,72. Minhas medidas são 92-62-98. Meus peitos são durinhos, com mamilos rosados e macios, cintura fina que valoriza meu quadril largo, moldando minha bunda que é meu orgulho, porque é firme, toda empinada e durinha. Adoro exibi-la usando leggings justinhas, shorts curtos e colados na minha bunda. Minhas coxas são grossas e firmes, e as pernas finas, o que deixa minha bunda ainda mais apetitosa. Por isso, adoro usar saias curtas, mini-saias, mostrando a redondeza da minha bunda e, quando ando, rebolo o quadril pra fazer a saia subir o máximo possível, fazendo os homens virarem pra me olhar, pra ver se a saia sobe. E eu satisfaço eles, mostrando o começo da minha bunda e, antes que suba mais, puxo a saia pra baixo com as mãos, deixando um monte de paus duros e loucos pra ver mais.
Durante esses anos, tive uns namoradinhos, com quem também transei, e uns encontros com uns coroas e uns novinhos, mas nada se comparava ao tesão que eu sentia com meu pai Lucho. Ele cuidava de me mimar em tudo, e eu recompensava ele com minhas atenções.
Terminei o colégio e tava entrando na faculdade pra estudar arquitetura, então decidi me virar sozinha, morar num apartamento só minha. Contei isso pra minha mãe, que topou. Não gostava muito da ideia de deixar meu pai Lucho, mas era mais prático ter um apê perto da faculdade.
Sabia que meu padrasto (pai Lucho) não ia gostar nada da ideia de eu me mudar, mas sabia como usar meus encantos pra convencer ele. Tava vestindo uma blusa de alcinha verde, uma calça jeans justa no quadril e um tênis. Aproveitei que ele tava sentado no sofá. Fui direto pra ele, sem dizer nada, sentei no colo dele, na altura das coxas, coloquei minha bunda de costas pra ele, com as pernas abertas de cada lado das pernas dele, me apoiei no peito dele, esfregando toda minha bunda no volume dele, enquanto fazia um movimento de sobe e desce com o corpo, esfregando minha bunda no pau dele, que eu sentia durinho através da calça jeans. Falei ronronando com a voz meio trêmula.
Eu: — Papai, papai, adoraria te pedir uma coisa, papai.
Papai Lucho: — Aaah, minha menina, tá toda excitada, né? O que você quer que eu te dê, mamãe?
Eu: — Quero ter um apê, papai, poder me mudar pra perto da faculdade e ter um cantinho de amor só pra você e pra mim, pra quando você quiser, papai Lucho.
Falei isso enquanto aumentava os movimentos de quadril, esfregando minha bunda linda no volume dele, que tava prestes a explodir, e no fim ele topou e me disse:
Papai Lucho: — Mas com uma condição: vamos passar as férias na fazenda do meu irmão, só você e eu.
Isso ele falou com um sorrisinho safado enquanto me segurava pela cintura, com os dedos tocando meu púbis.
Eu: — Claro, papai, adoro a ideia, faz tempo que a gente não vai na casa do meu tio. Acho que ele vai adorar nos ver. É um trato: uma semana sendo sua mulher por um apartamento. Fechado.
De repente, levantei de uma vez, ajustei a calça jeans que tinha descido um pouco, dei um beijo nele e falei: — Valeu, papai.
Ele cuidou pra que fôssemos só nós dois, e minha mãe não falou nada e topou.
Fiquei felizona, só de pensar numa semana inteira com meu papai Lucho. Naquele dia, pedi dinheiro pra fazer compras, queria me ver linda e gostosa pra ele. Então fui às compras: comprei várias saias de lycra bem justinhas no corpo, algumas soltinhas pro verão com babados e rendas, umas blusas decotadas pra mostrar meus peitos, umas blusas curtas pra mostrar o umbigo, de alça e sem alça, uns vestidos com costas de fora, uns shorts de lycra bem apertadinhos pra marcar a bunda. Booty, umas calcinhas de renda, e do tipo brasileirinha com só um triângulo pequeno pra cobrir minha buceta, uns sutiãs de copa de renda transparente que deixavam meus bicos à mostra, eu adorava me ver no espelho enquanto experimentava, a roupa toda sexy que ia usar naquela semana.
No dia da viagem, vesti uma calça jeans branca bem justa na altura do quadril, que quando eu me abaixava aparecia a tanga de renda branca que eu tava usando, um top sem alças que cobria dos meus peitos pra baixo e uma jaqueta preta. Levei minha mala pro carro, me despedi da minha mãe, pensando que naquela semana eu seria a mulher do meu papai lucho.
Entrei no carro, ele já estava lá dentro, me viu e colocou a mão sobre o jeans na altura do pau dele, acariciando.
Papai lucho: — Como é que a gente vai passar essa semana, minha rainha?
Partimos rumo à fazenda. No caminho, eu comentava como queria decorar o apartamento, que queria comprar móveis, acessórios e tal. No meio da viagem, ele parou o carro no acostamento, recostou o banco pra trás e me disse:
Papai lucho: — Sabe que vou te dar todos os seus gostos, minha rainha, mas quero algo mais de você, que você me dê.
Olhei pra ele e falei:
Eu: — O quê, papai? O que você quer?
Papai lucho: — Sempre sonhei em meter no seu cu, adoraria te desvirginar por aí, meu amor, é um sonho que tenho há muito tempo. Toda vez que te vejo com suas leggings justas, vejo sua booty com esse jeito de andar que você tem, me enlouquece, fico imaginando como vai ser ter toda essa booty enfiada no meu pau. Esse bundão lindo, meu amor, quero que você me entregue e eu ser o primeiro a desflorar.
Ao ouvir as palavras dele, no tom de voz que ele falava, como se fosse um menino desesperado por um doce, isso me excitou pra caralho. Eu ainda tinha meu cu intacto, só tinha tido uns roçados, umas carícias com os dedos dele no meu cu, algum namorado já quis meter, mas eu sempre guardei pra uma ocasião especial, e sabia que era essa. Aproveitei que o banco dele tava reclinado pra trás e me sentei nas coxas dele, minhas pernas de cada lado do banco do carro, olhando pra ele de frente, colocando minha buceta na altura da pica dele, meus peitos na altura do rosto dele. Só a roupa separava a gente. Coloquei minhas mãos nos ombros dele e ele colocou as dele na minha cintura. Sem pensar duas vezes, falei:
Eu: — Claro, papi, tava esperando esse tempo todo. Uma ocasião especial vai ser sua. Você me ensinou tanta coisa, me mimou tanto... Vou te dar minha bunda essa semana. Acho que esse é o preço do meu apê, né, papi?
Falei com um sorriso safado, acariciando o rosto dele com as mãos.
Papai Lucho: — Minha menina já é toda uma mulher. Isso me faz um homem muito feliz. Como vou aproveitar essa bundinha sua, iniciando você no sexo anal, minha vida.
A gente se beijou e se acariciou um pouco. Enquanto isso, ele colocou as mãos nos meus peitos, descobriu eles fácil, baixando meu top, e começou a beijar e acariciar eles com as mãos, beliscando meus bicos, puxando eles, enquanto eu rebolava a bunda pra frente e pra trás em cima da pica dele, toda dura. Era a primeira vez que eu fazia isso num carro. Adorei o tesão de saber que os carros passavam na estrada e podiam nos ver.
Eu segurava a cabeça dele com as mãos e guiava pros meus peitos pra ele chupar meus bicos. As mãos dele foram parar na minha bunda, que, com os movimentos que eu tava fazendo, mostrava um pedaço dela com a tanga enfiada no meio das minhas nádegas.
Papai Lucho: — Você tá com tesão, né, gostosa? Que delícia essas suas tetas, mamacita. Essa bunda maravilhosa, meu amor, tá deixando minha pica dura, minha vida.
Eu: — Assim, papi, você me deixa com tesão, papi, demais... Aaaaaaahhh... Sua pica tá bem dura, né? Quer provar minha buceta, né?
Eu só queria esquentar ele. Tinha planejado uma semana bem safada com ele. Queria que ele ficasse sempre à minha disposição e aos meus caprichos de menina boazinha. Então, afastei ele dos meus peitos, voltei pra minha posição anterior, sentada no meu banco. mesmo com o top pra baixo e os peitos de fora, me ajoelhei no meu banco, olhando pro pau dele, abaixei o zíper e tirei ele pra fora, pulou igual mola na minha cara, peguei com as minhas mãos, comecei a masturbar ele de cima pra baixo em movimento circular, do jeito que meu pai Lucho gosta.
Eu: — aí papai, que dura que tá essa sua pica, quer que eu ponho na minha boquinha e chupo ela todinha?
Pai Lucho: — sim, meu amor, mete ela toda na sua boquinha, meu céu.
Continuei provocando ele com mais força, olhando na cara dele.
Pai Lucho: — não me faz sofrer, meu amor, chupa ela, vamos, não seja malvada, minha vida, sei que você é uma putinha safada e que tá morrendo de vontade de chupar ela.
De verdade, meu pai me conhecia e sabia a filha safada que tinha. Tava morrendo de vontade de chupar aquela pica grande e dura, não fiz ele esperar mais, então comecei a lamber desde as bolas até a cabeça, fui dando uns beijinhos.
Eu: — aaaaaaammmmaaaaammmm, que gostoso, papai, sua pica tá quente, sua buceta.
Pai Lucho: — isso, meu amor, que gostoso, mamãe, aaaaaaaaaaahhhhh, vamos, putinha, chupa ela do jeito que só você sabe fazer.
Enfiei aquela pica toda na boca o máximo que consegui, tirava e enfiava de novo várias vezes, enquanto com a mão eu masturbava ele. Ele pegava a pica dele com a mão e batia com ela na minha bochecha uma vez e outra, sentia como ele adorava me fazer desejar aquela pica. Eu procurava desesperadamente aquela pica com a boca e toda vez que eu enfiava, ele tirava, assim ficamos por uns segundos (tinha aprendido tudo isso nos filmes pornô que a gente sempre via). Com uma mão agarrei ela e enfiei de novo na boca, tava dando a melhor mamada da vida do meu pai, olhava pra cara dele e sentia a satisfação enorme dele, comecei com movimentos mais rápidos, uma mamada de cima pra baixo me ajudando com a mão.
Pai Lucho: — assim, assim, assim, que gostoso, aaaaahhhh, mais, mais, chupa, putinha, chupa.
As palavras dele me excitavam mais, a mão direita dele tava apalpando um peito meu, com a minha mão eu pegava aquela pica dura e enfiava até o fundo da minha boquinha e tirava de novo. tirar de uma vez.
Eu.- aaaaaaaaaagggggggggaaaaaaaaaaaaaggggggggggg ai ai ai que gostoso aaaaaaaaaggggggg.
Não aguentou mais e gozou, dando o leite dele na minha boquinha e no meu rosto, peguei o resto do leite dele com minhas mãos, brincando com o sêmen dele nos meus dedos, colocando na minha boquinha e saboreando, comecei a limpar o pau dele com um boquete, chupando ele mais uma vez.
Papai Lucho.- Toma seu leite, mamãe, chupa tudo, gostosa, limpa ele pra mim, isso, isso, puta.
Eu.- Isso, isso, mais, mais, mais, papai, que leite gostoso, papai. Gostou de como eu tô limpando ele, papai?
Papai Lucho.- Sim, meu amor, que boquete que você me deu, você melhorou muito, neném.
Terminamos, arrumei meu top, limpei minha boquinha e meus lábios, ele guardou o pau, subiu o zíper, ajustou o banco pra dirigir, voltou o carro pra estrada e começamos de novo o trajeto até a fazenda.
Quando chegamos na fazenda já era tarde, mas o clima tava muito bom, era verão naquela época. Quem nos recebeu foi meu tio (vou chamar ele de João pra história), não tinha mudado nada, continuava feio e barrigudo. Meu papai Lucho me disse que meu tio tinha se separado da esposa há um ano, os filhos foram morar com ela, ele vivia sozinho, com alguns dos empregados e empregadas da fazenda.
Meu tio me deu um abraço forte, apertando meus peitos contra o corpo dele.
Tio João.- Que linda que tá sua filha, irmão, ela é toda uma mulher, você mudou muito desde a última vez que veio.
Ele falava isso enquanto me olhava dos pés à cabeça, tentando olhar meus peitos que só estavam cobertos pelo meu top, que tinha descido um pouco por causa do abraço que ele me deu. Percebi e arrumei. Ele nos convidou pra entrar, enquanto os empregados levavam as malas. Me adiantei um pouco e pude sentir como os dois, meu papai Lucho e meu tio João, estavam olhando pra minha bunda, com esse jeito de andar rebolando a raba que eu tenho, quem não olharia?
Fomos descansar um pouco, pros quartos que tinham preparado pra gente. Então subimos pro Primeiro andar, peguei na mão dele, ele atrás de mim como sempre, olhando pra minha bunda. Meu quarto era em frente ao dele, entrei no meu quarto e ele no dele, se olhando safadamente.
Estavam minhas malas com toda a roupa que eu tinha trazido, lembrei um pouco do que vivi há um tempo atrás, como foi o primeiro encontro com meu pai Lucho. Fui tomar um banho, depois vesti um vestido roxo, comprido até os joelhos, com um decote redondo que deixava ver o começo dos meus peitos, um tênis preto, fiz um rabo de cavalo no cabelo e desci. De repente, meu pai Lucho entrou no meu quarto, me pegou pela cintura com uma mão e com a outra apertou uma das minhas nádegas. "Que linda você está, minha vida", ele dizia enquanto apalpava minha bunda e me encostava no corpo dele. Começou a me beijar e eu correspondi com uns beijos de língua.
Eu: — Calma, pai, sei que você tá excitado, mas tão nos esperando lá embaixo. Além disso, hoje à noite serei toda sua.
Peguei as mãos dele, coloquei na minha cintura e falei:
Eu: — Vamos descer, jantar e depois brincamos a noite toda. Além disso, tenho um contrato com você: um apartamento por uma semana sendo sua mulher, mais um bônus que é minha buceta, que vou te entregar quando quiser.
Pai Lucho: — Tá bom, minha vida, mas você me deixa louco. Tô com o pau bem duro, só de pensar em você, no seu corpo lindo com essa bunda divina que você tem, e esses peitos lindos, todos durinhos.
Peguei na mão dele e saímos pra sala de jantar. Quando entramos, meu tio já estava nos esperando. Também tinha um casal, que eram pessoas com quem meu tio negociava vendendo os cavalos dele. Conversamos, contamos histórias, e também surgiu o comentário de que eu queria me mudar pra um apartamento pra morar sozinha. Me recomendaram ter cuidado e outros conselhos. Percebi que meu tio tinha umas empregadas muito gostosas, que serviam o jantar. Pensei: com certeza ele come as empregadas, já que não tem a ex-mulher.
Terminamos de jantar. O casal foi embora, dei boa noite pro meu tio e pro meu pai Lucho, com a desculpa de que tava cansada. Meu pai Lucho ficou mais um pouco conversando com meu tio, mas eu sabia que ele ia se apressar pra vir pro meu quarto.
Entrei no meu quarto e me preparei pra esperar ele, meu pai Lucho. Me arrumei pra nossa primeira noite juntos, dormindo como se fôssemos marido e mulher.
Comecei a me despir, completamente. Tirei da minha mala uma lingerie que comprei, preta, de renda transparente que levantava meus peitos, dava pra ver meus bicos. Coloquei uma calcinha tipo fio dental que cobria minha buceta na frente, e atrás só um fiozinho que ficava no meio da minha raba. Por cima, vesti uma camisola preta transparente, curta, que só tapava minha raba e abotoava com umas tirinhas na frente. Me olhei no espelho: tava toda uma puta sexy.
Esperei uns segundos e, como imaginei, meu pai Lucho não demorou pra entrar no quarto. Ele trancou a porta e disse:
Pai Lucho: — Que puta que você tá, minha vida.
Ele ficou de boca aberta me olhando.
Eu: — Papi, essa é a primeira noite. Aqui me tem, toda sua.
Falei isso com uma mão apoiada na minha raba e a outra na cintura. Ele se aproximou de mim, nos beijamos, apaixonadamente, como se estivéssemos nos devorando. Ele me apalpava toda: minha raba, meus peitos, metia a mão entre minhas pernas e brincava com minha buceta por cima da calcinha, que já tava molhada de tanto fluido que escorria. Ele abaixou a calça com a cueca que tava usando, o pau dele todo duro, apontando pra cima. Se despiu completamente, chegou perto de mim, colando o corpo nu no meu, enquanto beijava meu pescoço.
Pai Lucho: — Me deixa com tesão, minha vida, esse corpo que você tem. Que gostosa você tá.
Ele me virou, tirou minha camisola, colou o pau dele na minha raba. Senti aquele pau grudado na minha bunda. Com as mãos, ele abaixou minha calcinha, me levou até a cama, me curvou pra frente, apoiei minhas mãos na cama. cama, tinha toda minha bunda na cara dele, pronta. Ele começou a chupar, enfiou a cara no meio das minhas nádegas, meteu a língua, eu ficava louca sentindo aquilo.
Eu: — assim, assim, assim, papai, você tá me deixando doida, mais, mais, mais, love, aaaaaaaaaaahhhhhhoooooooohhhhh
Papai Lucho: — vou comer toda a sua buceta, que gostosa que tá, aaaaaammmmaaaammmm
Comecei a tirar o sutiã, meus peitos pularam pra fora. Ele parou, me virou, me joguei na cama.
Eu: — vem, papai, chega aqui, minha buceta tá com fome de pau hoje à noite, vem, me fode, me faz sua.
Falava isso enquanto tinha uma mão na minha buceta, toda melada com os fluidos dela, abrindo minha vagina com os dedos, chamando ele. Ele se jogou em cima de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta, começou a me penetrar devagar.
Papai Lucho: — assim, mamãe, abre mais as pernas, como vamos gozar essa noite.
Eu: — siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, assim, assim, mais, mais, mais.
Ele me penetrava, eu enrolei minhas pernas na cintura dele, enquanto ele dominava meus peitos com as mãos. Ficamos assim uns minutos, enquanto eu tentava não gemer tanto pra não ser ouvida. Mudamos de posição pra minha favorita: montei no pau dele, toda ereta, olhando pra ele, apoiando as mãos no peito dele, comecei a subir e descer uma e outra vez, como eu gozava nessa pose.
Eu: — assim, assim, que pau, papai, tá todinho dentro de mim, que gostoso, meu rei, aaaaaaaaaaahhhhh, ahhhhhhhhhhh, você gosta, né? Como meus peitos balançam, sim, sim, né? aaaaaaaaaaaahhhhhhh.
Me ajeitei melhor, apoiando as mãos nas pernas dele, arqueando as costas pra trás, rebolando a bunda em círculos.
Papai Lucho: — vamos, minha vida, assim, mexe mais, mais, que gostoso, meu amor, assim, mais, mais, aaaaahhhh.
Ficamos assim um tempo, voltamos pra posição de missionário. Ele começou a meter mais rápido e mais forte, batendo as bolas na minha bunda. Tapava minha boca enfiando os dedos pra eu não gemer.
Papai Lucho: — você gosta, né, puta? Vai fundo, sua putinha toda gostosa, mais rápido assim.
Eu... vou gozar assim, gozei mesmo.
Cheguei no clímax, no orgasmo. Ele tirou o pau de dentro de mim e gozou, espalhando todo o leite dele na minha barriga.
Papai Lucho: — Que delícia, minha vida, você foi muito gostosa.
Ele se deitou do meu lado, estávamos todos suados. Me abracei nele e comecei a dar uns beijinhos.
Eu: — Que delícia, papai, você gozou bem gostoso em mim.
Fomos tomar um banho juntos, onde ficamos nos apalpando inteiros. Eu limpava o pau dele com a mão, ele ficava mexendo na minha buceta e nos meus peitos, tudo isso enquanto trocávamos uns beijos deliciosos.
Naquela noite, dormimos juntos, abraçados de conchinha, pelados, ele atrás de mim, enfiando o pau dele no meu rabo, enquanto as mãos dele me abraçavam, apoiadas nos meus seios, cobertos só por um lençol.
Isso é só o começo, o início de uma semana cheia de sexo e a promessa de um bônus: dar a virgindade do meu cu. Em breve, mando a continuação dessa história. Aguardo ansiosamente os comentários de vocês.
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