O marido dela não satisfaz ela... será que o irmão consegue?
Algo tava errado comigo, talvez fossem as mudanças por estar chegando na menopausa, ou talvez os muitos problemas no trabalho, sei lá, mas a verdade é que tudo me irritava, brigas constantes com meu marido, minha mãe, até eu mesma não me aguentava.
Uma tarde, depois de uma briga idiota com meu marido, onde a única coisa que eu queria era sair de casa, peguei o telefone e liguei pra Irma, minha cunhada, pra me acompanhar pra tomar alguma coisa por aí e dar uma desligada dos problemas.
Irma percebeu na hora que algo tava errado comigo, e enquanto a gente bebia uns drinques num bar, só nós duas, eu mencionei meu problema, que tava com um humor insuportável e entediada com tudo, com os problemas do trabalho, os problemas de casa, dos meus filhos, etc. Sabia bem que eu era o problema, mas a verdade é que nem tava interessada em resolver nada.
Minha cunhada tinha sido minha grande amiga desde a infância. A gente saía muito com caras e fazia umas loucuras, até que ela acabou casando com meu irmão há vários anos. Ela me conhecia muito bem e, depois de um tempinho conversando e me fazendo perguntas, soltou uma que foi totalmente relevante.
— Vanesa... como é que cê tá com seu marido?
— Mal... óbvio que mal.
— Tô falando da parte íntima, das relações de vocês.
— Mal também, faz tempo que a gente não transa.
— Por quê?
— Pelo mesmo motivo... as brigas, eu não tô com vontade, as crianças, etc.
— E antes?
— Acho que... mal também... faz muito tempo que as coisas com Jorge não funcionam.
— Ele não te satisfaz?
— A verdade, querida amiga... faz muito tempo que não... nossos encontros com o passar dos anos foram ficando cada vez mais raros.
— E por que isso?
— Eu culpo mais ele... muitas vezes eu procurava ele e ele não queria. Acho que foi acabando com a autoestima dele. O problema é que nossos encontros eram muito rápidos... ele não durava muito ou não o suficiente. Muitas vezes eu ficava com vontade. Jorge não é de fazer duas vezes na mesma noite.
— Te entendo.
— É complicado… triste. Eu amo o Jorge, disso eu tenho certeza, só em sonhos pensei em trair ele e arrumar outro homem que me dê… que me despedace… é isso que eu quero… um homem que me aguente a noite toda, que me deixe seca…
— O que quer que eu te diga, cunhada… fico com pena de você… acho que tudo que tá acontecendo com você é por causa disso…
— Também acho a mesma coisa… e você, como tá com meu irmão?
— Não… é totalmente diferente.
— É?… Ele é bom na cama?
— Seu irmão… Ufa!… é uma fera… acho que meu caso é o contrário… sou eu que tenho que me desvencilhar dele.
— É?
— Sim… nossos encontros são longos demais e fogosos… no final eu tô exausta e ele quer mais e mais… me deixa morta.
— Tanto assim?
— É um animal… me faz gozar várias vezes num encontro e ele continua duro como uma rocha… às vezes acho que sou muito sem graça pra ele… às vezes tenho medo dele arrumar outra mais fogosa.
As duas mulheres continuaram conversando e, enquanto Irma não percebia como Vanesa tirava cada vez mais informações sobre os encontros dela com o marido, Vanesa sentia um calor entre as pernas imaginando com luxo e detalhe os encontros do irmão com a amiga.
Voltou pra casa, pensativa. Inconscientemente, se imaginava transando com o irmão. Tentava tirar essas ideias loucas da cabeça, mas não, ao ver a cara de prazer que a cunhada fazia ao relatar os encontros íntimos com o irmão, tinha despertado um desejo ardente… Desejo de ser penetrada do jeito que ela queria…
Ainda estava brava com o marido, mas decidiu deixar o orgulho de lado e se reconciliar com ele, em busca de satisfazer seus desejos. Jorge não teve problema em transar com a mulher naquela noite e, por mais que ela tentasse gozar junto com o marido, ele terminou primeiro que ela, deixando-a mais irritada e com mais tesão do que antes.
Ela custou a dormir pensando no problema. No dia seguinte, ao se ver nua No espelho do banheiro, admirando o corpo dela, ela se viu como uma mulher desejável, pensando que com a sua figura, poderia ter qualquer homem que quisesse. As dietas e a academia tinham conseguido manter o corpo jovem de adolescente. Debaixo do chuveiro, ela admira os peitos, ensaboando-os com cuidado, sentindo a água cair sobre eles, os bicos endurecendo com as carícias, e o calor entre as pernas. Sem se segurar, acaba se masturbando como não fazia há muito tempo.
A semana toda continuou assim, se sentindo com uma vontade louca de foder. Até que, com muita vergonha, entrou num sex shop e pediu pra vendedora um consolo, dizendo que era pra dar de presente pra uma amiga que ia casar, como brincadeira de despedida de solteira. Mal chegou em casa, se trancou no banheiro enquanto o filho jogava no computador, e levou o brinquedo pra lá. Se pelou toda e se masturbou com as pernas apoiadas na privada, deixando a buceta de fora, enfiando toda aquela borracha pra dentro do corpo. Mas, assim, a imagem do irmão voltava à mente dela. Tentava trocar por colegas de trabalho ou amigos do marido, mas não, era a imagem do irmão que mais a excitava, até que, sem aguentar mais, começou a imaginar que tava fodendo com ele, que aquele brinquedo virava o pau do irmão, e só de se entregar a esse pensamento tarado, teve um orgasmo monstruoso como não sentia há anos.
Esses encontros clandestinos com o brinquedo se repetiram cada vez mais, sempre com a imagem do irmão na cabeça, mas com o tempo, o treco não conseguia mais apagar o fogo interno dela, e ela continuava do mesmo jeito.
Passou quase um mês, e encontrar o Carlos, o irmão dela, só fazia ela ficar ainda mais excitada. O Carlos sempre foi muito carinhoso com ela, abraçava na frente de todo mundo, mas dessa vez ela sentia aquele toque de um jeito diferente, era o fruto proibido que acendia imediatamente a chama da paixão dela, só de estar no mesmo cômodo que ele ou de ouvir alguém mencionar o nome dele.
Uma tarde, recebeu uma ligação da cunhada, que queria pedir um grande favor. Ela contou que ia viajar com uma amiga e que o Carlos, recém-contratado no novo emprego, não podia acompanhá-la, então pediu se ela podia cuidar do bichinho de estimação da casa, que era a paixão dela. Disse que não confiava que o Carlos ia se preocupar em dar comida ou trocar a água. Enquanto respondia que sim ao pedido da cunhada, sentiu de novo aquele calor entre as pernas. Imaginou ela e o irmão sozinhos na casa, transando igualzinho fazia com a cunhada.
A ideia ficou na cabeça dela o dia inteiro. Imaginou como podia fazer o irmão topar transar com ela, planejando mil situações ou conversas que pudessem levar ao tão esperado encontro.
Finalmente o dia chegou. A Irma, antes de sair de casa, ligou lembrando o favor. A Vanesa sabia que tinha chegado a hora e não ia perder um dia sequer tentando realizar o sonho. Naquela mesma tarde, sabendo o horário do Carlos, pegou o carro, depois de se arrumar bem sensual, com uma blusa decotada e um vestido curto, até fez algo que nunca tinha feito: depilar a entreperna. Segundo a cunhada, era uma das coisas favoritas do irmão, e partiu pra casa do Fruto Proibido dela. Ele tinha acabado de chegar do trabalho e, rindo das graças da esposa, convidou a irmã pra entrar.
O Carlos achou ela diferente, mais bonita, mais gostosa. Disse que tinha inveja do cunhado por ter uma esposa tão linda quanto a irmã, e ela respondeu na hora que parecia que ele não percebia.
Depois de cuidarem juntos do bichinho, o Carlos convidou a irmã pra sentar na sala e tomar uma cerveja enquanto conversavam sobre coisas. Irmãos, coisas triviais, mas a Vanesa tinha desabotoado mais um botão do decote e tentava mostrar todas as pernas pro Carlos. O Carlos continuava a conversa sem perceber que tava sendo seduzido pela própria irmã. No entanto, quando se tocou que a irmã tava toda uma leoa, ele fez de novo o comentário de como ela tava linda naquela tarde e como o marido dela era sortudo. A Vanesa comentou com o irmão que as coisas não iam muito bem entre eles. O Carlos ficou preocupado e começaram a ter a mesma conversa que ele tinha tido meses antes com a esposa.
— Uff, irmãzinha, tua situação é complicada
— É... mas o que vou fazer?
— Mas como pode meu cunhado ser tão burro de não perceber o pedaço de mulher gostosa que tem do lado?
— Acho que ele percebe, mas... sei lá... é algo físico, uma questão de resistência.
A Vanesa continuou explicando com todos os detalhes como eram os encontros entre eles e como ela era uma mulher muito fogosa na cama, baseando-se nos gostos do irmão, que a própria esposa dele tinha comentado. Como ele adorava sexo oral, como não criava problema pra nenhuma das coisas que a cunhada se recusava a fazer com ele. Aos poucos, enquanto a Vanesa falava, o Carlos prestava mais atenção nas lamentações da irmã, que seria a parceira ideal pra ele na cama, enquanto a Vanesa continuava seus comentários, reparando que algo tava crescendo na calça do irmão.
Cada vez mais sensual, a Vanesa explicava as coisas que ela queria sentir, como andava o dia inteiro excitada, como precisava se sentir desejada, penetrada, fodida selvagemente, e o irmão, sem palavras, mas com o volume na calça, concordava com cada uma das queixas dela, começando a desejar a própria irmã.
— Irmãzinha... me responde uma coisa com sinceridade
— Pergunta
— Você já traiu meu cunhado?
— Não... a verdade é que não... mas já pensei muitas vezes, principalmente no último tempo
―Talvez, mesmo sendo ruim eu te dizer isso, pode ser uma alternativa
―Eu sei... mas... tenho medo... medo de me envolver com alguém que possa falar depois
―Isso é verdade... você tem que tomar cuidado, os homens não conseguem guardar suas conquistas
―O que vou fazer, Carlos?
―Uff... complicado o seu caso... sei lá... se você não fosse minha irmã... te juro que há meia hora a gente já estaria no quarto
―Sério?
―Posso te dar por escrito, se quiser
―Você me acha linda, Carlos?
―Não... te acho maravilhosa, o que eu daria pra ter uma mulher como você... acho que não tem homem que não te deseje
―Sério?
―Sim, claro
―E você?
―Eu... se você não fosse minha irmã...
―Você transaria comigo?
―Se você não fosse minha irmã... com certeza que sim...
―E sendo sua irmã?
―Ha ha
―Tô falando sério, Carlos
―Do que você tá falando?
―Carlos... posso te confessar uma coisa... tô morrendo de vontade de ficar com você
―O quê?!
―Isso mesmo, do jeito que ouviu...
―Você deve estar brincando
―Olha pra mim...
Vanesa se levanta e lentamente vai desabotoando cada botão da blusa. Carlos não podia acreditar no que estava acontecendo. Sua linda irmã estava de pé, no meio da sala, diante dos olhos dele, se despindo lentamente pra ele
―Por favor, Vanesa
―Não, Carlos... olha pra mim e me diz que não me deseja
―Não é isso... é...
―Você sabe que isso vai ficar entre nós dois
―Mas...
―Ou você não me deseja... não gosta dos meus peitos?
―Vanesa... pelo amor de Deus... que eu não sou de ferro...
―Vem cá...
Vanesa faz Carlos se levantar, que, tentando não olhar e resistir à tentação, obedece. Sente o corpo semidespido da irmã abraçando ele, beijando o pescoço dele.
Carlos não aguentou mais e se entregou aos desejos mais impuros, abraçando ela com força e beijando ela ardentemente, apertando a bunda dela contra o corpo dele, fazendo ela sentir toda a excitação dele. Vanesa finalmente tinha o fruto proibido e, sem perder tempo, tirou a camisa do irmão e abaixou a calça dele. Pôde Sentir imediatamente entre as pernas o roçar daquele tão desejado pedaço de carne que tantas vezes imaginou nas suas punhetas e, descendo rapidamente, o encontrou diante dos olhos, lindo, grande, duro e, sem se conter mais, levou à boca, chupando-o em êxtase. Ouvia os gemidos de Carlos sucumbindo ao boquete fogoso que a irmã dava. Sentia a buceta fervendo, louca pra ter aquele pedaço de carne dentro dela.
Sem parar de se beijar nem se tocar, foram avançando pelo corredor, deixando todas as roupas espalhadas pelo chão. Chegaram ao quarto e caíram na cama: Vanesa virou as costas pro irmão e sentiu ele se jogar contra ela, apalpando os peitos dela, sentindo aquele pedaço enorme de carne bater contra as nádegas dela, ouvindo entre gemidos o irmão dizer: "você é uma gostosa".
Já não aguentava mais, queria sentir na buceta aquela ferramenta linda do irmão e, quase implorando, pediu pra ele meter. Carlos já estava apontando o míssil dele pra entrada da irmã e, de uma só vez, enfiou tudo. Vanesa estava no paraíso, sentia a rola enorme e dura do irmão entrando e saindo da buceta suculenta dela, se sentindo completamente cheia, em êxtase, fodida do jeito que queria, sentindo um ardor incrível na buceta com o roçar do pedaço de carne do irmão que a fazia delirar. Bastaram uns dois minutos pra sentir como um vulcão, o orgasmo dela chegou estrondosamente, gritando de prazer, pedindo pro irmão não parar.
Mas Carlos não parava, continuava metendo selvagemente, sentindo a rola molhar com os sucos que escorriam da buceta da irmã, apertando ela com força, fazendo ela se sentir toda uma mulher.
Ele se deitou de costas e colocou a irmã em cima do peito, passando as mãos por todo o corpo dela, apalpando os peitos, descendo até a buceta, masturbando a buceta depilada dela, enquanto continuava metendo. Vanesa aproveitava cada carícia, cada estocada do irmão dela era exatamente o que ela precisava, se sentir fodida por um homem de verdade. Ela não parava de gozar, Carlos era realmente bom na cama, sem deixar de lado nenhum dos pontos que a excitavam, os beijos no pescoço dela, os gemidos dele no ouvido dela. Como ele apertava os peitos dela com força, como acariciava e brincava com os bicos duros dela, levando ela a um novo e grande orgasmo.
O tempo parecia ter parado e o irmão dela não parava de foder ela. Ela estava entregue completamente ao prazer, aproveitando o que sem dúvida era o melhor sexo de toda a vida dela. Não teve nenhum receio ao ouvir entre gemidos Carlos pedir pra ela ficar de quatro, adotando aquela posição, levantando a bunda, pra sentir como aquela pica enorme novamente se introduzia na buceta molhada dela, chegando a lugares onde nunca antes ninguém tinha chegado.
Ela até sentiu um pouco de dor ao ter uma coisa daquelas dentro dela, mas era mínimo comparado com o enorme prazer que ela estava sentindo.
A pica do Carlos em nenhum momento amolecia, pelo contrário, naquela posição ela sentia ela ainda maior. Cada estocada do irmão dela arrancava um gemido longo e profundo do fundo da alma dela, gemidos que podiam ser ouvidos bem alto por todo o quarto, o que parecia excitar ainda mais o Carlos, que com mais força ainda a penetrava.
A Vanesa já tinha perdido a conta do tempo que tinha ficado naquela posição nem de quantos orgasmos o irmão dela tinha feito ela gozar. Só estava ali, com a bunda levantada sentindo a pica do irmão dela penetrar ela uma vez e outra, até que ouviu o irmão dela avisar que estava prestes a gozar. Ela sente que o irmão dela fica imóvel e ela mesma joga a bunda pra trás enterrando toda a vara do irmão dela, depois sente que ele dá um gemido forte e, segurando ela pela cintura, empurra ela contra o corpo dele e penetra ela com mais força ainda. Ela sente como o jato potente de porra inunda cada canto da buceta dela, como o gozo quente do irmão dela. chega a escorrer pelo contorno das pernas dela, fazendo ela ter um último orgasmo espetacular.
Já Vanesa não aguenta mais e cai de boca no travesseiro, mas ainda sentia o irmão apoiado nos braços, continuando a penetrá-la, agora devagar, bem devagar, sentindo a buceta inchada da irmã apertando ele pra tirar até a última gota.
Os dois ficam pelados na cama, sem falar nada, só respirando pesado, tentando recuperar o fôlego e processar o que tinha rolado.
Abraçados, os dois irmãos na cama, falando sobre como tinha sido lindo, com Carlos acariciando suavemente os peitos da irmã, e ela sem conseguir parar de acariciar a rola e a entreperna dele, que mesmo depois de ter gozado e passado quase 15 minutos, ainda mantinha uma certa dureza e um bom tamanho. Vanesa percebe a hora e fala pro irmão que precisa ir. Ele não quer que ela vá, mas ela diz que tem que ir. Carlos beija a irmã de novo e eles acabam transando mais uma vez, dessa vez um pouco mais rápido, mas com a mesma paixão.
Ela se veste e, se despedindo do irmão como se fossem um casal de amantes, vai pra casa dela, prometendo a ele repetir a dose no dia seguinte. Pega o carro e dirige pra casa. Sentia uma dorzinha na buceta, mas a mente dela estava feliz pra caralho, finalmente tinha conseguido o que precisava, saciar todos os desejos com um homem de verdade, e não via a hora de se encontrar de novo com o Fruto Proibido dela.
Algo tava errado comigo, talvez fossem as mudanças por estar chegando na menopausa, ou talvez os muitos problemas no trabalho, sei lá, mas a verdade é que tudo me irritava, brigas constantes com meu marido, minha mãe, até eu mesma não me aguentava.
Uma tarde, depois de uma briga idiota com meu marido, onde a única coisa que eu queria era sair de casa, peguei o telefone e liguei pra Irma, minha cunhada, pra me acompanhar pra tomar alguma coisa por aí e dar uma desligada dos problemas.
Irma percebeu na hora que algo tava errado comigo, e enquanto a gente bebia uns drinques num bar, só nós duas, eu mencionei meu problema, que tava com um humor insuportável e entediada com tudo, com os problemas do trabalho, os problemas de casa, dos meus filhos, etc. Sabia bem que eu era o problema, mas a verdade é que nem tava interessada em resolver nada.
Minha cunhada tinha sido minha grande amiga desde a infância. A gente saía muito com caras e fazia umas loucuras, até que ela acabou casando com meu irmão há vários anos. Ela me conhecia muito bem e, depois de um tempinho conversando e me fazendo perguntas, soltou uma que foi totalmente relevante.
— Vanesa... como é que cê tá com seu marido?
— Mal... óbvio que mal.
— Tô falando da parte íntima, das relações de vocês.
— Mal também, faz tempo que a gente não transa.
— Por quê?
— Pelo mesmo motivo... as brigas, eu não tô com vontade, as crianças, etc.
— E antes?
— Acho que... mal também... faz muito tempo que as coisas com Jorge não funcionam.
— Ele não te satisfaz?
— A verdade, querida amiga... faz muito tempo que não... nossos encontros com o passar dos anos foram ficando cada vez mais raros.
— E por que isso?
— Eu culpo mais ele... muitas vezes eu procurava ele e ele não queria. Acho que foi acabando com a autoestima dele. O problema é que nossos encontros eram muito rápidos... ele não durava muito ou não o suficiente. Muitas vezes eu ficava com vontade. Jorge não é de fazer duas vezes na mesma noite.
— Te entendo.
— É complicado… triste. Eu amo o Jorge, disso eu tenho certeza, só em sonhos pensei em trair ele e arrumar outro homem que me dê… que me despedace… é isso que eu quero… um homem que me aguente a noite toda, que me deixe seca…
— O que quer que eu te diga, cunhada… fico com pena de você… acho que tudo que tá acontecendo com você é por causa disso…
— Também acho a mesma coisa… e você, como tá com meu irmão?
— Não… é totalmente diferente.
— É?… Ele é bom na cama?
— Seu irmão… Ufa!… é uma fera… acho que meu caso é o contrário… sou eu que tenho que me desvencilhar dele.
— É?
— Sim… nossos encontros são longos demais e fogosos… no final eu tô exausta e ele quer mais e mais… me deixa morta.
— Tanto assim?
— É um animal… me faz gozar várias vezes num encontro e ele continua duro como uma rocha… às vezes acho que sou muito sem graça pra ele… às vezes tenho medo dele arrumar outra mais fogosa.
As duas mulheres continuaram conversando e, enquanto Irma não percebia como Vanesa tirava cada vez mais informações sobre os encontros dela com o marido, Vanesa sentia um calor entre as pernas imaginando com luxo e detalhe os encontros do irmão com a amiga.
Voltou pra casa, pensativa. Inconscientemente, se imaginava transando com o irmão. Tentava tirar essas ideias loucas da cabeça, mas não, ao ver a cara de prazer que a cunhada fazia ao relatar os encontros íntimos com o irmão, tinha despertado um desejo ardente… Desejo de ser penetrada do jeito que ela queria…
Ainda estava brava com o marido, mas decidiu deixar o orgulho de lado e se reconciliar com ele, em busca de satisfazer seus desejos. Jorge não teve problema em transar com a mulher naquela noite e, por mais que ela tentasse gozar junto com o marido, ele terminou primeiro que ela, deixando-a mais irritada e com mais tesão do que antes.
Ela custou a dormir pensando no problema. No dia seguinte, ao se ver nua No espelho do banheiro, admirando o corpo dela, ela se viu como uma mulher desejável, pensando que com a sua figura, poderia ter qualquer homem que quisesse. As dietas e a academia tinham conseguido manter o corpo jovem de adolescente. Debaixo do chuveiro, ela admira os peitos, ensaboando-os com cuidado, sentindo a água cair sobre eles, os bicos endurecendo com as carícias, e o calor entre as pernas. Sem se segurar, acaba se masturbando como não fazia há muito tempo.
A semana toda continuou assim, se sentindo com uma vontade louca de foder. Até que, com muita vergonha, entrou num sex shop e pediu pra vendedora um consolo, dizendo que era pra dar de presente pra uma amiga que ia casar, como brincadeira de despedida de solteira. Mal chegou em casa, se trancou no banheiro enquanto o filho jogava no computador, e levou o brinquedo pra lá. Se pelou toda e se masturbou com as pernas apoiadas na privada, deixando a buceta de fora, enfiando toda aquela borracha pra dentro do corpo. Mas, assim, a imagem do irmão voltava à mente dela. Tentava trocar por colegas de trabalho ou amigos do marido, mas não, era a imagem do irmão que mais a excitava, até que, sem aguentar mais, começou a imaginar que tava fodendo com ele, que aquele brinquedo virava o pau do irmão, e só de se entregar a esse pensamento tarado, teve um orgasmo monstruoso como não sentia há anos.
Esses encontros clandestinos com o brinquedo se repetiram cada vez mais, sempre com a imagem do irmão na cabeça, mas com o tempo, o treco não conseguia mais apagar o fogo interno dela, e ela continuava do mesmo jeito.
Passou quase um mês, e encontrar o Carlos, o irmão dela, só fazia ela ficar ainda mais excitada. O Carlos sempre foi muito carinhoso com ela, abraçava na frente de todo mundo, mas dessa vez ela sentia aquele toque de um jeito diferente, era o fruto proibido que acendia imediatamente a chama da paixão dela, só de estar no mesmo cômodo que ele ou de ouvir alguém mencionar o nome dele.
Uma tarde, recebeu uma ligação da cunhada, que queria pedir um grande favor. Ela contou que ia viajar com uma amiga e que o Carlos, recém-contratado no novo emprego, não podia acompanhá-la, então pediu se ela podia cuidar do bichinho de estimação da casa, que era a paixão dela. Disse que não confiava que o Carlos ia se preocupar em dar comida ou trocar a água. Enquanto respondia que sim ao pedido da cunhada, sentiu de novo aquele calor entre as pernas. Imaginou ela e o irmão sozinhos na casa, transando igualzinho fazia com a cunhada.
A ideia ficou na cabeça dela o dia inteiro. Imaginou como podia fazer o irmão topar transar com ela, planejando mil situações ou conversas que pudessem levar ao tão esperado encontro.
Finalmente o dia chegou. A Irma, antes de sair de casa, ligou lembrando o favor. A Vanesa sabia que tinha chegado a hora e não ia perder um dia sequer tentando realizar o sonho. Naquela mesma tarde, sabendo o horário do Carlos, pegou o carro, depois de se arrumar bem sensual, com uma blusa decotada e um vestido curto, até fez algo que nunca tinha feito: depilar a entreperna. Segundo a cunhada, era uma das coisas favoritas do irmão, e partiu pra casa do Fruto Proibido dela. Ele tinha acabado de chegar do trabalho e, rindo das graças da esposa, convidou a irmã pra entrar.
O Carlos achou ela diferente, mais bonita, mais gostosa. Disse que tinha inveja do cunhado por ter uma esposa tão linda quanto a irmã, e ela respondeu na hora que parecia que ele não percebia.
Depois de cuidarem juntos do bichinho, o Carlos convidou a irmã pra sentar na sala e tomar uma cerveja enquanto conversavam sobre coisas. Irmãos, coisas triviais, mas a Vanesa tinha desabotoado mais um botão do decote e tentava mostrar todas as pernas pro Carlos. O Carlos continuava a conversa sem perceber que tava sendo seduzido pela própria irmã. No entanto, quando se tocou que a irmã tava toda uma leoa, ele fez de novo o comentário de como ela tava linda naquela tarde e como o marido dela era sortudo. A Vanesa comentou com o irmão que as coisas não iam muito bem entre eles. O Carlos ficou preocupado e começaram a ter a mesma conversa que ele tinha tido meses antes com a esposa.
— Uff, irmãzinha, tua situação é complicada
— É... mas o que vou fazer?
— Mas como pode meu cunhado ser tão burro de não perceber o pedaço de mulher gostosa que tem do lado?
— Acho que ele percebe, mas... sei lá... é algo físico, uma questão de resistência.
A Vanesa continuou explicando com todos os detalhes como eram os encontros entre eles e como ela era uma mulher muito fogosa na cama, baseando-se nos gostos do irmão, que a própria esposa dele tinha comentado. Como ele adorava sexo oral, como não criava problema pra nenhuma das coisas que a cunhada se recusava a fazer com ele. Aos poucos, enquanto a Vanesa falava, o Carlos prestava mais atenção nas lamentações da irmã, que seria a parceira ideal pra ele na cama, enquanto a Vanesa continuava seus comentários, reparando que algo tava crescendo na calça do irmão.
Cada vez mais sensual, a Vanesa explicava as coisas que ela queria sentir, como andava o dia inteiro excitada, como precisava se sentir desejada, penetrada, fodida selvagemente, e o irmão, sem palavras, mas com o volume na calça, concordava com cada uma das queixas dela, começando a desejar a própria irmã.
— Irmãzinha... me responde uma coisa com sinceridade
— Pergunta
— Você já traiu meu cunhado?
— Não... a verdade é que não... mas já pensei muitas vezes, principalmente no último tempo
―Talvez, mesmo sendo ruim eu te dizer isso, pode ser uma alternativa
―Eu sei... mas... tenho medo... medo de me envolver com alguém que possa falar depois
―Isso é verdade... você tem que tomar cuidado, os homens não conseguem guardar suas conquistas
―O que vou fazer, Carlos?
―Uff... complicado o seu caso... sei lá... se você não fosse minha irmã... te juro que há meia hora a gente já estaria no quarto
―Sério?
―Posso te dar por escrito, se quiser
―Você me acha linda, Carlos?
―Não... te acho maravilhosa, o que eu daria pra ter uma mulher como você... acho que não tem homem que não te deseje
―Sério?
―Sim, claro
―E você?
―Eu... se você não fosse minha irmã...
―Você transaria comigo?
―Se você não fosse minha irmã... com certeza que sim...
―E sendo sua irmã?
―Ha ha
―Tô falando sério, Carlos
―Do que você tá falando?
―Carlos... posso te confessar uma coisa... tô morrendo de vontade de ficar com você
―O quê?!
―Isso mesmo, do jeito que ouviu...
―Você deve estar brincando
―Olha pra mim...
Vanesa se levanta e lentamente vai desabotoando cada botão da blusa. Carlos não podia acreditar no que estava acontecendo. Sua linda irmã estava de pé, no meio da sala, diante dos olhos dele, se despindo lentamente pra ele
―Por favor, Vanesa
―Não, Carlos... olha pra mim e me diz que não me deseja
―Não é isso... é...
―Você sabe que isso vai ficar entre nós dois
―Mas...
―Ou você não me deseja... não gosta dos meus peitos?
―Vanesa... pelo amor de Deus... que eu não sou de ferro...
―Vem cá...
Vanesa faz Carlos se levantar, que, tentando não olhar e resistir à tentação, obedece. Sente o corpo semidespido da irmã abraçando ele, beijando o pescoço dele.
Carlos não aguentou mais e se entregou aos desejos mais impuros, abraçando ela com força e beijando ela ardentemente, apertando a bunda dela contra o corpo dele, fazendo ela sentir toda a excitação dele. Vanesa finalmente tinha o fruto proibido e, sem perder tempo, tirou a camisa do irmão e abaixou a calça dele. Pôde Sentir imediatamente entre as pernas o roçar daquele tão desejado pedaço de carne que tantas vezes imaginou nas suas punhetas e, descendo rapidamente, o encontrou diante dos olhos, lindo, grande, duro e, sem se conter mais, levou à boca, chupando-o em êxtase. Ouvia os gemidos de Carlos sucumbindo ao boquete fogoso que a irmã dava. Sentia a buceta fervendo, louca pra ter aquele pedaço de carne dentro dela.
Sem parar de se beijar nem se tocar, foram avançando pelo corredor, deixando todas as roupas espalhadas pelo chão. Chegaram ao quarto e caíram na cama: Vanesa virou as costas pro irmão e sentiu ele se jogar contra ela, apalpando os peitos dela, sentindo aquele pedaço enorme de carne bater contra as nádegas dela, ouvindo entre gemidos o irmão dizer: "você é uma gostosa".
Já não aguentava mais, queria sentir na buceta aquela ferramenta linda do irmão e, quase implorando, pediu pra ele meter. Carlos já estava apontando o míssil dele pra entrada da irmã e, de uma só vez, enfiou tudo. Vanesa estava no paraíso, sentia a rola enorme e dura do irmão entrando e saindo da buceta suculenta dela, se sentindo completamente cheia, em êxtase, fodida do jeito que queria, sentindo um ardor incrível na buceta com o roçar do pedaço de carne do irmão que a fazia delirar. Bastaram uns dois minutos pra sentir como um vulcão, o orgasmo dela chegou estrondosamente, gritando de prazer, pedindo pro irmão não parar.
Mas Carlos não parava, continuava metendo selvagemente, sentindo a rola molhar com os sucos que escorriam da buceta da irmã, apertando ela com força, fazendo ela se sentir toda uma mulher.
Ele se deitou de costas e colocou a irmã em cima do peito, passando as mãos por todo o corpo dela, apalpando os peitos, descendo até a buceta, masturbando a buceta depilada dela, enquanto continuava metendo. Vanesa aproveitava cada carícia, cada estocada do irmão dela era exatamente o que ela precisava, se sentir fodida por um homem de verdade. Ela não parava de gozar, Carlos era realmente bom na cama, sem deixar de lado nenhum dos pontos que a excitavam, os beijos no pescoço dela, os gemidos dele no ouvido dela. Como ele apertava os peitos dela com força, como acariciava e brincava com os bicos duros dela, levando ela a um novo e grande orgasmo.
O tempo parecia ter parado e o irmão dela não parava de foder ela. Ela estava entregue completamente ao prazer, aproveitando o que sem dúvida era o melhor sexo de toda a vida dela. Não teve nenhum receio ao ouvir entre gemidos Carlos pedir pra ela ficar de quatro, adotando aquela posição, levantando a bunda, pra sentir como aquela pica enorme novamente se introduzia na buceta molhada dela, chegando a lugares onde nunca antes ninguém tinha chegado.
Ela até sentiu um pouco de dor ao ter uma coisa daquelas dentro dela, mas era mínimo comparado com o enorme prazer que ela estava sentindo.
A pica do Carlos em nenhum momento amolecia, pelo contrário, naquela posição ela sentia ela ainda maior. Cada estocada do irmão dela arrancava um gemido longo e profundo do fundo da alma dela, gemidos que podiam ser ouvidos bem alto por todo o quarto, o que parecia excitar ainda mais o Carlos, que com mais força ainda a penetrava.
A Vanesa já tinha perdido a conta do tempo que tinha ficado naquela posição nem de quantos orgasmos o irmão dela tinha feito ela gozar. Só estava ali, com a bunda levantada sentindo a pica do irmão dela penetrar ela uma vez e outra, até que ouviu o irmão dela avisar que estava prestes a gozar. Ela sente que o irmão dela fica imóvel e ela mesma joga a bunda pra trás enterrando toda a vara do irmão dela, depois sente que ele dá um gemido forte e, segurando ela pela cintura, empurra ela contra o corpo dele e penetra ela com mais força ainda. Ela sente como o jato potente de porra inunda cada canto da buceta dela, como o gozo quente do irmão dela. chega a escorrer pelo contorno das pernas dela, fazendo ela ter um último orgasmo espetacular.
Já Vanesa não aguenta mais e cai de boca no travesseiro, mas ainda sentia o irmão apoiado nos braços, continuando a penetrá-la, agora devagar, bem devagar, sentindo a buceta inchada da irmã apertando ele pra tirar até a última gota.
Os dois ficam pelados na cama, sem falar nada, só respirando pesado, tentando recuperar o fôlego e processar o que tinha rolado.
Abraçados, os dois irmãos na cama, falando sobre como tinha sido lindo, com Carlos acariciando suavemente os peitos da irmã, e ela sem conseguir parar de acariciar a rola e a entreperna dele, que mesmo depois de ter gozado e passado quase 15 minutos, ainda mantinha uma certa dureza e um bom tamanho. Vanesa percebe a hora e fala pro irmão que precisa ir. Ele não quer que ela vá, mas ela diz que tem que ir. Carlos beija a irmã de novo e eles acabam transando mais uma vez, dessa vez um pouco mais rápido, mas com a mesma paixão.
Ela se veste e, se despedindo do irmão como se fossem um casal de amantes, vai pra casa dela, prometendo a ele repetir a dose no dia seguinte. Pega o carro e dirige pra casa. Sentia uma dorzinha na buceta, mas a mente dela estava feliz pra caralho, finalmente tinha conseguido o que precisava, saciar todos os desejos com um homem de verdade, e não via a hora de se encontrar de novo com o Fruto Proibido dela.
4 comentários - Fruto Proibido
excelente