Essa história é completamente real, aconteceu uns anos atrás quando minha mina tava na faculdade. Ela sempre topou fazer qualquer coisa pra me deixar feliz, e eu muitas vezes me aproveitei disso. Essa é a minha mina.
Ela chegava na universidade bem cedo e, uma noite, numa conversa normal entre nós, cheia de putaria e besteiras, eu soltei: "Amanhã a gente faz um ménage, né?" Ela pirou e começou a discutir no WhatsApp, falando que como eu tinha coragem de dizer aquilo, que eu era o namorado dela e um monte de merda. Conheço ela tão bem que sabia que ela não ia conseguir dormir e que provavelmente não levantaria o dia inteiro. Então esperei ela ficar sozinha em casa pra entrar pela janela. Óbvio que eu não perguntei se ela queria, tava avisando.
De repente, ela acordou porque com certeza sentiu eu tocando os peitinhos pequenos mas firmes dela. A putinha gemia e gemia:
— Isso, gatinho, assim que você sabe que eu gosto (de olhos fechados).
Comecei a passar a mão por cima da calcinha fio dental dela, já bem molhada, ela só mordia os lábios. De repente, ela abriu os olhos de susto, o motivo: uma terceira mão no corpo dela. Ela se levantou, e aquela mão a jogou de volta na cama. Ela gritava e gritava:
— Não, por favor, não, quem é, quem é?
— Roberto, me chamo Roberto, e hoje você vai ser nossa putinha.
Ouvir falarem assim da minha mina me deixou louco de tesão e virei um animal. Fiquei doido e arranquei a calcinha e o sutiã dela. Ela só chorava e chorava, pedindo pra pararmos:
— Você é um filho da puta, você é um filho da puta — só repetia.
Roberto soltou a parte de cima dela, e ela tentou correr. Bastou um chute que ele deu pra ela cair de bruços, oferecendo a bunda pra gente. Falei pro Roberto se satisfazer. Ele abriu as pernas dela com muita, mas muita força. Ela olhava pra mim e pedia pra eu parar ele. Só chorava, e ele começou a chupar ela com muita, mas muita força. Lupita (esse é o nome da minha mina) só chorava e tentava fechar as pernas, mas com o tempo, ela parou de gemer. Quando olhei de novo, ela tinha essa expressão no rosto:
Já os gritos dela não eram mais de dor, eram de prazer. Ela abriu as pernas e o Roberto tava trabalhando ela de um jeito brutal, dedos e língua entravam na buceta dela e ela só mordia os lábios pra não gemer. Eu soltei ela e ela começou a gemer, o orgasmo dela tava chegando. Me pegou de surpresa quando ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau com muita força, apertou os lábios e eu ouvi um jato d'água, ela gozou e tirou meu pau da boca só pra soltar um grito, desgraçado, o Roberto meteu de uma vez:
- É assim que você gosta, né, puta? Pela sua xereca, né? Você gosta, né?
Pra minha surpresa, ela gritou:
- Sim, gostoso, sim, sou uma puta, me trata como puta!
Ela enfiou meu pau de novo na boca e chupava enquanto era bombada, muito forte, as bolas do Roberto batiam no clitóris dela e ela me olhava com os olhos brilhando, tirava meu pau da boca, batia no próprio rosto com ele, passava nos lábios, nunca tinha chupado assim.
- Sai daí que vou botar ela de quatro, falou o Roberto.
- Não, ela tá chupando muito bem, falei eu.
Ela já tinha decidido e era obedecer ele, largou de chupar e beijou ele, ficou de quatro e começaram a bombar ela, ela apertava os dentes enquanto ele segurava a cintura dela, muito muito rápido, era intenso demais, ela tinha uma cara de puta maldita, algo assim.
Me olhei e ela disse: "se quiser, pode enfiar, bem-vindo", e abriu a boca. Meti na hora. Roberto gritava "slut, slut, slut" e ela só gemia devagar com meu pau na boquinha dela. Eu não sabia o que sentir, parecia que ela curtia mais o pau do Roberto. Ele parou e só falou: "vamos trocar". E foi assim, mas agora ela montava em mim e chupava ele. Ele perguntava:
— Você é minha putinha, né? Gostou mais de como eu te comi, né? Você chupa gostoso, sua puta.
— Sim, sim, sim, sim, gatinho, vou fazer quando você quiser — ela dizia tirando o pau da boca de vez em quando.
Do nada, ela me olhou e disse: "você também come gostoso, gatinho", e começou a montar em mim como nunca antes. Era uma loucura. Gozei, gozei muito forte.
Ela também gozou, mas se levantou e falou pro Roberto: "falta você". Eu fiquei largado no chão enquanto agora ela montava no Roberto. Ele demorou muito pra gozar, tanto que no final ela já não se mexia, só gemia baixinho: "sim, sim, sim". Ele a movia do jeito que queria, tirou o pau e gozou na cara dela, bem nessa cara.
Fiquei pasmo. Ela limpou eles e se deitou de novo. Ele se vestiu e me esperou pra gente ir embora. Hoje em dia, ela adora fazer ménage e ficou mais putinha.
Ela chegava na universidade bem cedo e, uma noite, numa conversa normal entre nós, cheia de putaria e besteiras, eu soltei: "Amanhã a gente faz um ménage, né?" Ela pirou e começou a discutir no WhatsApp, falando que como eu tinha coragem de dizer aquilo, que eu era o namorado dela e um monte de merda. Conheço ela tão bem que sabia que ela não ia conseguir dormir e que provavelmente não levantaria o dia inteiro. Então esperei ela ficar sozinha em casa pra entrar pela janela. Óbvio que eu não perguntei se ela queria, tava avisando.De repente, ela acordou porque com certeza sentiu eu tocando os peitinhos pequenos mas firmes dela. A putinha gemia e gemia:
— Isso, gatinho, assim que você sabe que eu gosto (de olhos fechados).
Comecei a passar a mão por cima da calcinha fio dental dela, já bem molhada, ela só mordia os lábios. De repente, ela abriu os olhos de susto, o motivo: uma terceira mão no corpo dela. Ela se levantou, e aquela mão a jogou de volta na cama. Ela gritava e gritava:
— Não, por favor, não, quem é, quem é?
— Roberto, me chamo Roberto, e hoje você vai ser nossa putinha.
Ouvir falarem assim da minha mina me deixou louco de tesão e virei um animal. Fiquei doido e arranquei a calcinha e o sutiã dela. Ela só chorava e chorava, pedindo pra pararmos:
— Você é um filho da puta, você é um filho da puta — só repetia.
Roberto soltou a parte de cima dela, e ela tentou correr. Bastou um chute que ele deu pra ela cair de bruços, oferecendo a bunda pra gente. Falei pro Roberto se satisfazer. Ele abriu as pernas dela com muita, mas muita força. Ela olhava pra mim e pedia pra eu parar ele. Só chorava, e ele começou a chupar ela com muita, mas muita força. Lupita (esse é o nome da minha mina) só chorava e tentava fechar as pernas, mas com o tempo, ela parou de gemer. Quando olhei de novo, ela tinha essa expressão no rosto:
Já os gritos dela não eram mais de dor, eram de prazer. Ela abriu as pernas e o Roberto tava trabalhando ela de um jeito brutal, dedos e língua entravam na buceta dela e ela só mordia os lábios pra não gemer. Eu soltei ela e ela começou a gemer, o orgasmo dela tava chegando. Me pegou de surpresa quando ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau com muita força, apertou os lábios e eu ouvi um jato d'água, ela gozou e tirou meu pau da boca só pra soltar um grito, desgraçado, o Roberto meteu de uma vez:- É assim que você gosta, né, puta? Pela sua xereca, né? Você gosta, né?
Pra minha surpresa, ela gritou:
- Sim, gostoso, sim, sou uma puta, me trata como puta!
Ela enfiou meu pau de novo na boca e chupava enquanto era bombada, muito forte, as bolas do Roberto batiam no clitóris dela e ela me olhava com os olhos brilhando, tirava meu pau da boca, batia no próprio rosto com ele, passava nos lábios, nunca tinha chupado assim.
- Sai daí que vou botar ela de quatro, falou o Roberto.
- Não, ela tá chupando muito bem, falei eu.
Ela já tinha decidido e era obedecer ele, largou de chupar e beijou ele, ficou de quatro e começaram a bombar ela, ela apertava os dentes enquanto ele segurava a cintura dela, muito muito rápido, era intenso demais, ela tinha uma cara de puta maldita, algo assim.
Me olhei e ela disse: "se quiser, pode enfiar, bem-vindo", e abriu a boca. Meti na hora. Roberto gritava "slut, slut, slut" e ela só gemia devagar com meu pau na boquinha dela. Eu não sabia o que sentir, parecia que ela curtia mais o pau do Roberto. Ele parou e só falou: "vamos trocar". E foi assim, mas agora ela montava em mim e chupava ele. Ele perguntava:— Você é minha putinha, né? Gostou mais de como eu te comi, né? Você chupa gostoso, sua puta.
— Sim, sim, sim, sim, gatinho, vou fazer quando você quiser — ela dizia tirando o pau da boca de vez em quando.
Do nada, ela me olhou e disse: "você também come gostoso, gatinho", e começou a montar em mim como nunca antes. Era uma loucura. Gozei, gozei muito forte.
Ela também gozou, mas se levantou e falou pro Roberto: "falta você". Eu fiquei largado no chão enquanto agora ela montava no Roberto. Ele demorou muito pra gozar, tanto que no final ela já não se mexia, só gemia baixinho: "sim, sim, sim". Ele a movia do jeito que queria, tirou o pau e gozou na cara dela, bem nessa cara.
Fiquei pasmo. Ela limpou eles e se deitou de novo. Ele se vestiu e me esperou pra gente ir embora. Hoje em dia, ela adora fazer ménage e ficou mais putinha.
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