Falaê, galera do poringa, beleza? Depois de um tempão, voltei pra contar uma história que, até agora, foi a mais louca e inacreditável que já vivi.
Quero deixar claro que o que rolou foi com uma professora particular de inglês, onde comecei em 2014 a ter umas aulas, e foi lá que a conheci. Loira, cabelo volumoso e ondulado, baixinha, uns 1,60 (do jeito que eu gosto), peitos de um tamanho mais que interessante, uma figura que chama atenção, 41 anos, parece meio “cheinha” mas depois fui perceber que não é bem assim… Desculpa me alongar, mas é importante, pelo menos pra mim, explicar que durante todo 2014, a gente começou a trocar mensagens, de forma casual, até que chegou num ponto que as mensagens foram com mais indiretas, a tal ponto que a gente teve um encontro, mas que só rolou um beijo e, depois disso, ela deixou bem claro que não queria saber de nada comigo por eu ser casado. Foi aí que eu encerrei a situação e decidi não “incomodar” mais, não insistir em algo que já tinha acabado, mas…
Nos primeiros dias de janeiro…
Foi uma loucura total, até hoje, de vez em quando, eu penso e tenho dificuldade de entender se foi real ou se sonhei. E não tô falando de um jeito romântico, tô falando porque, do jeito que tudo aconteceu, do jeito que fui idiota, me faz pensar que talvez tenha sido tudo um sonho.
Nessa sexta à noite (bem, sábado, 00h30, começando agora), eu tava quase indo dormir quando comecei a mexer no celular, entrei no Facebook e vi uma publicação dela, tinha poucos minutos que ela tinha postado, então dei um like, é um jeito de dizer “oi, tô aqui”. No minuto seguinte, ela me mandou um WhatsApp:
“Oi, tá trabalhando? Como cê tá?”
Respondi: “Não, tô em casa.”
Aí começou uma conversa, meio sem rumo, “bom, não quero te atrapalhar, achei que tava trabalhando”… entre papo e papo, a gente começou a trocar indiretas, ela me contou que tava de “tour” no dia 1º e 2º e que tinha acabado de chegar de um aniversário. Conversa vai, conversa vem… Essa conversa veio, eu soltei uma das frases (ela me disse que o primeiro namorado terminou muito mal com álcool, a ponto de não lembrar o que tinha feito). Eu falei que isso é perigoso, que podem abusar dela sem ela perceber e blá blá blá... nisso eu falei "quando você ficar assim, me avisa... que eu cuido de você" e ela responde "não te convém, pode ser que você termine mal". Eu respondo "ou podemos terminar bem... eu adoraria terminar com você" e não sei por que, mas fui direto na jugular e falei: "adoraria que a gente terminasse junto, um em cima do outro, e que seja o que for". Nisso, me fiz de desentendido, como se tivesse sido um ato falho, e ela me diz "o que foi dito, está dito e bem dito". Pronto, ela me deu total abertura. Nisso, ela me disse que estava prestes a tomar banho, estava falando comigo pelada. Na minha mente, pensei "fechou!" então falei "se quiser, te ajudo a tomar banho" e ela disse que seria legal, que a ideia agradava ela. Então, sem mais palavras, comecei a dizer que a gente precisava se ver, ela insistiu (não muito) e me disse "mas como a gente faz, agora?" e na minha mente eu sabia que era agora, senão não sei quando, então falei que sim, que a gente se via agora (vou esclarecer uma coisa, já era quase 01h30 da manhã, minha esposa tinha ido dormir com minha filha perto das 23h) ambas na nossa cama, só meu filho estava acordado jogando no computador, e um detalhe: a última parte do diálogo que tivemos, eu estava deitado prestes a dormir no quarto dos meninos. Então falei "olha, eu dou um jeito de sair de casa, mas você vem me buscar no seu carro pra eu não fazer barulho com o meu ao sair da garagem". Sabia que se minha esposa acordasse... eu era ou seria homem morto. Então, ela disse que sim, que passaria para me buscar e assim fez. Passou perto das 2h. Saí de casa com um cagaço, sabia que estava me arriscando feio, que tudo podia dar merda (por isso hoje sei que foi uma estupidez, uma loucura, e toda vez que penso nisso me mortifica, e muito). O caminho até o hotel, eu estava meio tenso, estava em... Partiu com a cabeça na minha casa, sabendo da loucura e quase suicídio que tava cometendo. Quando chegamos no hotel e ela, muito natural, relaxada, tranquila (isso é mais um detalhe anedótico), fomos pra um hotel que eu não conhecia, mas ela sabia até onde ficavam as luzes. “O corpo dela tem mais marcas que uma praia no auge do verão”.
Bom, ela começou meio que “assumindo o controle”, quis iniciar um jogo gostoso, onde cada um fosse tirando uma peça de roupa. Começou tirando minha camiseta, eu fiz o mesmo (se tinha algo que me tirava o sono eram os peitos dela, sempre pensei que ela devia ter umas boobas boas… e não tava enganado). Ela quis continuar pelas minhas calças, mas… eu ainda tava de sapato, conta como peça, ela tira os dela. Era a vez dela e, óbvio, minhas calças voaram. Era minha vez, tentei tirar o sutiã dela, mas ela nunca quis tirar (não sei se por uma certa insegurança de que fossem caídos, falo isso porque ela disse: “não quero tirar, senão meus peitos vão sair voando pra todo lado” — era exatamente o que eu queria, mas ela não). Então tirei a calça dela, mas pra fazer isso, virei ela de costas, coloquei as mãos dela na parede e as pernas meio abertas (tipo revista policial), posição que eu amo. Claro que passei a mão no corpo todo até chegar na calça, apertei os peitos dela, sobravam e vazavam das minhas mãos, coloquei os peitos pra fora sem tirar o sutiã. Comecei a tirar a calça dela e aí tive uma surpresa gostosa: sempre achei que ela não tinha uma bunda bonita, a calça não marca bem, até parece que tem bunda pequena… mas subestimei os anos de academia que ela fez. Ela tem uma bunda redondinha, bem empinada, macia… ou seja, tentação pra qualquer homem, e eu não sou diferente. Claro que me ajoelhei pra terminar de tirar a calça dela e nisso aproveitei pra curtir a bunda dela, beijei, toquei à vontade, dei pequenas mordidas, com a pressão certa pra serem fortes mas suaves ao mesmo tempo. Fiquei nessa. um bom tempo…
Sua vez, ela tira minha cueca, e óbvio, imagina como eu tava… humm saiu como uma mola, ela não brincou muito com meu pau (coisa que eu teria adorado).
Era minha vez, eu puxei ela contra meu corpo, abracei, beijei, e fiz ela sentir como eu tava, apertava meu pau contra a buceta dela, contra a barriga dela. Virei ela de novo, óbvio que sem usar as mãos, fazia uma pressão com meu pau contra a bunda dela, ela tava com uma calcinha fio-dental minúscula. Ela me fala “por favor, deita”, eu queria continuar brincando, passando a mão e o pau pelo corpo dela, mas ela insistiu então… não ia ficar pedindo.
Deitei, ela prendeu o cabelo e falou “agora quero que você relaxe e aproveite”, e foi o que fiz, dá pra ver que ela sabe, porque começou bem devagar me dando beijos, no meu pescoço, no meu peito, na minha barriga, até chegar no meu pau… foi algo muito bom e diferente (na pouca ou muita experiência que tenho com boquetes que já recebi, tive de vários tipos, desde selvagem, que achei que iam arrancar, garganta profunda, até suaves a ponto de você pensar que nem sabiam o que era um boquete) bom, ela foi diferente, era suave mas com estilo, usava toques de língua alternando com garganta profunda, sentir a glote é uma sensação incrível, além disso fez algo que nunca tinham feito comigo, colocava muita saliva na mão e espalhava no meu pau, pra dar uns toques de masturbação, mas tava tão lubrificado que era uma sensação muito boa mesmo. Assim ficou um tempo, até que ela falou “bom, agora é sua vez” e eu não reclamei da ideia.
Comecei beijando ela, as orelhas, lóbulos, pescoço, numa área que adoro que é a fosseta supraesternal, continuei com beijos suaves, meus lábios (não sou de morder) chegaram nos peitos dela, mas ela falou que não tem muita sensibilidade (e deu a entender que não curtia muito) detalhe: ela ainda tava de calcinha fio-dental. Segui descendo pela barriga até chegar na buceta dela, fiz algo que adoro que é beijar a parte interna das coxas dela, passar minha língua até chegar na buceta dela (ainda com a calcinha fio dental), dava beijos, colocava a ppk dela na minha boca e aí sim, quando ela tava de fio dental, dei umas mordidinhas de leve, escapavam partes dos lábios dela pelas laterais da calcinha, então fui dando pequenas lambidas até que não aguentei mais e tirei a calcinha dela. Aí me dediquei a descobrir como ela gosta mais, então comecei a fazer um oral suave até perceber como ela curtia mais e foquei toda minha atenção ali, o clitóris dela parecia que ia explodir. Fiquei um tempão até que ela falou "bom, já tô pronta", nisso ela me deu outro oral delicioso, que passava por todo meu pau e minhas bolas... ainda me lembro e aff...
Coloquei a camisinha e comecei a passar meu pau na buceta dela, uma coisa que amo é a preliminar antes da penetração, coloquei meu pau entre os lábios maiores dela e friccionava sem penetrar, alternava com outras brincadeiras até que ela disse a palavra que eu queria ouvir "vai, por favor, mete" e foi o que fiz. Pra um homem, tentar mostrar sua virilidade e tamanho é importante pra autoestima, mas quando pedem pra meter é algo maravilhoso.
Ela pediu pra fazer de quatro, ela ajoelhada na cama com as mãos na parede, levantando bem a raba pra facilitar a penetração, fiz isso e fiquei um tempo, até que ela gozou, sentindo os espasmos da buceta no meu pau. Tenho que confessar que essa posição não me agrada muito, porque me estimula demais e tenho que me concentrar pra caralho pra não gozar. Depois de um tempo ela decide mudar de posição, tipo papai e mamãe (aí sim, me chamaram pro jogo) e aí é mais fácil pra mim controlar e administrar meu tempo, óbvio!
Ao começar a penetração nessa posição, coloquei meu pau só com a pontinha pra entrar de uma vez só, e isso fez ela soltar um suspiro e uma exclamação, depois de perguntar se ela estava bem, ela me disse que adora… (carinha de diabinho SE FOSSE NO WSP) então comecei um entra e sai com ritmos diferentes, movimentos diferentes, e ficamos assim por um tempão. Pra você ter uma ideia, em um momento ela me diz: “você com a camisinha sente alguma coisa? Você sente?”
Eu: por que você tá perguntando?
Ela: digo, já gozei 3 vezes e você ainda nenhuma, quero que a gente goze junto
Eu: beleza, sem problema, mas fica tranquila que eu sinto com a camisinha
Nisso, óbvio que pedi um tesouro muito desejado por mim, a bunda. Mas não existe felicidade completa. Ela me diz “adoro, mas sem camisinha, com camisinha me faz mal”
Obviamente que não toquei na bunda dela, ou é com camisinha ou nada. Então continuei onde estávamos até dar o que ela queria… gozar junto.
Foi jorrando, não preciso explicar muito mais. Os espasmos foram duradouros.
Foi quando terminamos que olhei a hora e desde que entramos já tinham passado 1h30, eram 4 da manhã. Naquele momento o pânico me invadiu, voltei à realidade e os medos da loucura que tinha feito, queria ir embora, mas não por ter passado mal, e sim porque entrei em pânico, e ela queria conversar, o que em outra situação eu teria adorado, mas naquele momento eu estava preocupado.
Então conversamos sobre tudo um pouco, sobre como as coisas foram acontecendo, ela me disse que num primeiro momento estava negando, eu falei que praticamente já tinha aceitado que era isso, que nada ia rolar. Ela me disse que “talvez” o fato de continuarmos em contato foi o que fez ela mudar de ideia aos poucos. Me perguntou, ou melhor, me pediu que a situação não mudasse (professor e aluno), eu falei a verdade, que eu preciso dessas aulas e que não estava pensando em parar. Nisso ela me diz algo que deu a entender sem dizer… “já sei o que vai acontecer, não quero te ferrar” ou seja, provavelmente vai ser a única vez, mas tudo bem, falei “para de pensar no futuro, fica tranquila,” Tá tudo bem"
No fim, pegamos o caminho de volta. No carro, eu vinha muito, muito quieto. Me matou o fato de estar voltando pela estrada e ver que já estava amanhecendo, ali eu morri de medo.
Antes de descer do carro, ela me disse: "Não se jogue do carro pra eu frear". Mais que clara ela é. Falei que curti muito, que é a pura verdade.
Ela disse: "Vou ter que passar creme o dia inteiro amanhã e vou ficar lembrando de você..." "Não pelo bem que você passou?" "Além disso, a cada passo que eu der, vou lembrar de você..." 😊
Então cheguei em casa, por sorte, silêncio. De manhã, tava morrendo de medo de alguém falar alguma coisa, mas por sorte até agora...
No dia seguinte, a gente se falou por mensagem, foi uma conversa sobre nosso encontro. Nessa conversa, ela deixou bem claro umas coisas, uma delas: "Faz de conta que a gente não vai se ver de novo pra transar", "Na sua condição (casado), a única coisa que você pode me dar é sexo, e eu procuro algo mais que isso". Foi aí que tentei dizer que, mesmo assim, eu fecho a porta, mas não tranco. Ela respondeu: "Tá, mas não me espera..."
Foi assim, amigos, que consegui ficar com minha "teacher", algo que achei que nunca ia rolar. Infelizmente, tô nas mãos das decisões e vontades dela, e se ela não quiser mais saber, essa vai ser a primeira e única vez... No fim da conversa, falei: "Bom, antes com o beijo que te dei, eu sentia que já tinha vencido. Mas agora sinto que realmente venci!" E ela respondeu: "Nós dois vencemos"...
Quero deixar claro que o que rolou foi com uma professora particular de inglês, onde comecei em 2014 a ter umas aulas, e foi lá que a conheci. Loira, cabelo volumoso e ondulado, baixinha, uns 1,60 (do jeito que eu gosto), peitos de um tamanho mais que interessante, uma figura que chama atenção, 41 anos, parece meio “cheinha” mas depois fui perceber que não é bem assim… Desculpa me alongar, mas é importante, pelo menos pra mim, explicar que durante todo 2014, a gente começou a trocar mensagens, de forma casual, até que chegou num ponto que as mensagens foram com mais indiretas, a tal ponto que a gente teve um encontro, mas que só rolou um beijo e, depois disso, ela deixou bem claro que não queria saber de nada comigo por eu ser casado. Foi aí que eu encerrei a situação e decidi não “incomodar” mais, não insistir em algo que já tinha acabado, mas…
Nos primeiros dias de janeiro…
Foi uma loucura total, até hoje, de vez em quando, eu penso e tenho dificuldade de entender se foi real ou se sonhei. E não tô falando de um jeito romântico, tô falando porque, do jeito que tudo aconteceu, do jeito que fui idiota, me faz pensar que talvez tenha sido tudo um sonho.
Nessa sexta à noite (bem, sábado, 00h30, começando agora), eu tava quase indo dormir quando comecei a mexer no celular, entrei no Facebook e vi uma publicação dela, tinha poucos minutos que ela tinha postado, então dei um like, é um jeito de dizer “oi, tô aqui”. No minuto seguinte, ela me mandou um WhatsApp:
“Oi, tá trabalhando? Como cê tá?”
Respondi: “Não, tô em casa.”
Aí começou uma conversa, meio sem rumo, “bom, não quero te atrapalhar, achei que tava trabalhando”… entre papo e papo, a gente começou a trocar indiretas, ela me contou que tava de “tour” no dia 1º e 2º e que tinha acabado de chegar de um aniversário. Conversa vai, conversa vem… Essa conversa veio, eu soltei uma das frases (ela me disse que o primeiro namorado terminou muito mal com álcool, a ponto de não lembrar o que tinha feito). Eu falei que isso é perigoso, que podem abusar dela sem ela perceber e blá blá blá... nisso eu falei "quando você ficar assim, me avisa... que eu cuido de você" e ela responde "não te convém, pode ser que você termine mal". Eu respondo "ou podemos terminar bem... eu adoraria terminar com você" e não sei por que, mas fui direto na jugular e falei: "adoraria que a gente terminasse junto, um em cima do outro, e que seja o que for". Nisso, me fiz de desentendido, como se tivesse sido um ato falho, e ela me diz "o que foi dito, está dito e bem dito". Pronto, ela me deu total abertura. Nisso, ela me disse que estava prestes a tomar banho, estava falando comigo pelada. Na minha mente, pensei "fechou!" então falei "se quiser, te ajudo a tomar banho" e ela disse que seria legal, que a ideia agradava ela. Então, sem mais palavras, comecei a dizer que a gente precisava se ver, ela insistiu (não muito) e me disse "mas como a gente faz, agora?" e na minha mente eu sabia que era agora, senão não sei quando, então falei que sim, que a gente se via agora (vou esclarecer uma coisa, já era quase 01h30 da manhã, minha esposa tinha ido dormir com minha filha perto das 23h) ambas na nossa cama, só meu filho estava acordado jogando no computador, e um detalhe: a última parte do diálogo que tivemos, eu estava deitado prestes a dormir no quarto dos meninos. Então falei "olha, eu dou um jeito de sair de casa, mas você vem me buscar no seu carro pra eu não fazer barulho com o meu ao sair da garagem". Sabia que se minha esposa acordasse... eu era ou seria homem morto. Então, ela disse que sim, que passaria para me buscar e assim fez. Passou perto das 2h. Saí de casa com um cagaço, sabia que estava me arriscando feio, que tudo podia dar merda (por isso hoje sei que foi uma estupidez, uma loucura, e toda vez que penso nisso me mortifica, e muito). O caminho até o hotel, eu estava meio tenso, estava em... Partiu com a cabeça na minha casa, sabendo da loucura e quase suicídio que tava cometendo. Quando chegamos no hotel e ela, muito natural, relaxada, tranquila (isso é mais um detalhe anedótico), fomos pra um hotel que eu não conhecia, mas ela sabia até onde ficavam as luzes. “O corpo dela tem mais marcas que uma praia no auge do verão”.
Bom, ela começou meio que “assumindo o controle”, quis iniciar um jogo gostoso, onde cada um fosse tirando uma peça de roupa. Começou tirando minha camiseta, eu fiz o mesmo (se tinha algo que me tirava o sono eram os peitos dela, sempre pensei que ela devia ter umas boobas boas… e não tava enganado). Ela quis continuar pelas minhas calças, mas… eu ainda tava de sapato, conta como peça, ela tira os dela. Era a vez dela e, óbvio, minhas calças voaram. Era minha vez, tentei tirar o sutiã dela, mas ela nunca quis tirar (não sei se por uma certa insegurança de que fossem caídos, falo isso porque ela disse: “não quero tirar, senão meus peitos vão sair voando pra todo lado” — era exatamente o que eu queria, mas ela não). Então tirei a calça dela, mas pra fazer isso, virei ela de costas, coloquei as mãos dela na parede e as pernas meio abertas (tipo revista policial), posição que eu amo. Claro que passei a mão no corpo todo até chegar na calça, apertei os peitos dela, sobravam e vazavam das minhas mãos, coloquei os peitos pra fora sem tirar o sutiã. Comecei a tirar a calça dela e aí tive uma surpresa gostosa: sempre achei que ela não tinha uma bunda bonita, a calça não marca bem, até parece que tem bunda pequena… mas subestimei os anos de academia que ela fez. Ela tem uma bunda redondinha, bem empinada, macia… ou seja, tentação pra qualquer homem, e eu não sou diferente. Claro que me ajoelhei pra terminar de tirar a calça dela e nisso aproveitei pra curtir a bunda dela, beijei, toquei à vontade, dei pequenas mordidas, com a pressão certa pra serem fortes mas suaves ao mesmo tempo. Fiquei nessa. um bom tempo…
Sua vez, ela tira minha cueca, e óbvio, imagina como eu tava… humm saiu como uma mola, ela não brincou muito com meu pau (coisa que eu teria adorado).
Era minha vez, eu puxei ela contra meu corpo, abracei, beijei, e fiz ela sentir como eu tava, apertava meu pau contra a buceta dela, contra a barriga dela. Virei ela de novo, óbvio que sem usar as mãos, fazia uma pressão com meu pau contra a bunda dela, ela tava com uma calcinha fio-dental minúscula. Ela me fala “por favor, deita”, eu queria continuar brincando, passando a mão e o pau pelo corpo dela, mas ela insistiu então… não ia ficar pedindo.
Deitei, ela prendeu o cabelo e falou “agora quero que você relaxe e aproveite”, e foi o que fiz, dá pra ver que ela sabe, porque começou bem devagar me dando beijos, no meu pescoço, no meu peito, na minha barriga, até chegar no meu pau… foi algo muito bom e diferente (na pouca ou muita experiência que tenho com boquetes que já recebi, tive de vários tipos, desde selvagem, que achei que iam arrancar, garganta profunda, até suaves a ponto de você pensar que nem sabiam o que era um boquete) bom, ela foi diferente, era suave mas com estilo, usava toques de língua alternando com garganta profunda, sentir a glote é uma sensação incrível, além disso fez algo que nunca tinham feito comigo, colocava muita saliva na mão e espalhava no meu pau, pra dar uns toques de masturbação, mas tava tão lubrificado que era uma sensação muito boa mesmo. Assim ficou um tempo, até que ela falou “bom, agora é sua vez” e eu não reclamei da ideia.
Comecei beijando ela, as orelhas, lóbulos, pescoço, numa área que adoro que é a fosseta supraesternal, continuei com beijos suaves, meus lábios (não sou de morder) chegaram nos peitos dela, mas ela falou que não tem muita sensibilidade (e deu a entender que não curtia muito) detalhe: ela ainda tava de calcinha fio-dental. Segui descendo pela barriga até chegar na buceta dela, fiz algo que adoro que é beijar a parte interna das coxas dela, passar minha língua até chegar na buceta dela (ainda com a calcinha fio dental), dava beijos, colocava a ppk dela na minha boca e aí sim, quando ela tava de fio dental, dei umas mordidinhas de leve, escapavam partes dos lábios dela pelas laterais da calcinha, então fui dando pequenas lambidas até que não aguentei mais e tirei a calcinha dela. Aí me dediquei a descobrir como ela gosta mais, então comecei a fazer um oral suave até perceber como ela curtia mais e foquei toda minha atenção ali, o clitóris dela parecia que ia explodir. Fiquei um tempão até que ela falou "bom, já tô pronta", nisso ela me deu outro oral delicioso, que passava por todo meu pau e minhas bolas... ainda me lembro e aff...
Coloquei a camisinha e comecei a passar meu pau na buceta dela, uma coisa que amo é a preliminar antes da penetração, coloquei meu pau entre os lábios maiores dela e friccionava sem penetrar, alternava com outras brincadeiras até que ela disse a palavra que eu queria ouvir "vai, por favor, mete" e foi o que fiz. Pra um homem, tentar mostrar sua virilidade e tamanho é importante pra autoestima, mas quando pedem pra meter é algo maravilhoso.
Ela pediu pra fazer de quatro, ela ajoelhada na cama com as mãos na parede, levantando bem a raba pra facilitar a penetração, fiz isso e fiquei um tempo, até que ela gozou, sentindo os espasmos da buceta no meu pau. Tenho que confessar que essa posição não me agrada muito, porque me estimula demais e tenho que me concentrar pra caralho pra não gozar. Depois de um tempo ela decide mudar de posição, tipo papai e mamãe (aí sim, me chamaram pro jogo) e aí é mais fácil pra mim controlar e administrar meu tempo, óbvio!
Ao começar a penetração nessa posição, coloquei meu pau só com a pontinha pra entrar de uma vez só, e isso fez ela soltar um suspiro e uma exclamação, depois de perguntar se ela estava bem, ela me disse que adora… (carinha de diabinho SE FOSSE NO WSP) então comecei um entra e sai com ritmos diferentes, movimentos diferentes, e ficamos assim por um tempão. Pra você ter uma ideia, em um momento ela me diz: “você com a camisinha sente alguma coisa? Você sente?”
Eu: por que você tá perguntando?
Ela: digo, já gozei 3 vezes e você ainda nenhuma, quero que a gente goze junto
Eu: beleza, sem problema, mas fica tranquila que eu sinto com a camisinha
Nisso, óbvio que pedi um tesouro muito desejado por mim, a bunda. Mas não existe felicidade completa. Ela me diz “adoro, mas sem camisinha, com camisinha me faz mal”
Obviamente que não toquei na bunda dela, ou é com camisinha ou nada. Então continuei onde estávamos até dar o que ela queria… gozar junto.
Foi jorrando, não preciso explicar muito mais. Os espasmos foram duradouros.
Foi quando terminamos que olhei a hora e desde que entramos já tinham passado 1h30, eram 4 da manhã. Naquele momento o pânico me invadiu, voltei à realidade e os medos da loucura que tinha feito, queria ir embora, mas não por ter passado mal, e sim porque entrei em pânico, e ela queria conversar, o que em outra situação eu teria adorado, mas naquele momento eu estava preocupado.
Então conversamos sobre tudo um pouco, sobre como as coisas foram acontecendo, ela me disse que num primeiro momento estava negando, eu falei que praticamente já tinha aceitado que era isso, que nada ia rolar. Ela me disse que “talvez” o fato de continuarmos em contato foi o que fez ela mudar de ideia aos poucos. Me perguntou, ou melhor, me pediu que a situação não mudasse (professor e aluno), eu falei a verdade, que eu preciso dessas aulas e que não estava pensando em parar. Nisso ela me diz algo que deu a entender sem dizer… “já sei o que vai acontecer, não quero te ferrar” ou seja, provavelmente vai ser a única vez, mas tudo bem, falei “para de pensar no futuro, fica tranquila,” Tá tudo bem"
No fim, pegamos o caminho de volta. No carro, eu vinha muito, muito quieto. Me matou o fato de estar voltando pela estrada e ver que já estava amanhecendo, ali eu morri de medo.
Antes de descer do carro, ela me disse: "Não se jogue do carro pra eu frear". Mais que clara ela é. Falei que curti muito, que é a pura verdade.
Ela disse: "Vou ter que passar creme o dia inteiro amanhã e vou ficar lembrando de você..." "Não pelo bem que você passou?" "Além disso, a cada passo que eu der, vou lembrar de você..." 😊
Então cheguei em casa, por sorte, silêncio. De manhã, tava morrendo de medo de alguém falar alguma coisa, mas por sorte até agora...
No dia seguinte, a gente se falou por mensagem, foi uma conversa sobre nosso encontro. Nessa conversa, ela deixou bem claro umas coisas, uma delas: "Faz de conta que a gente não vai se ver de novo pra transar", "Na sua condição (casado), a única coisa que você pode me dar é sexo, e eu procuro algo mais que isso". Foi aí que tentei dizer que, mesmo assim, eu fecho a porta, mas não tranco. Ela respondeu: "Tá, mas não me espera..."
Foi assim, amigos, que consegui ficar com minha "teacher", algo que achei que nunca ia rolar. Infelizmente, tô nas mãos das decisões e vontades dela, e se ela não quiser mais saber, essa vai ser a primeira e única vez... No fim da conversa, falei: "Bom, antes com o beijo que te dei, eu sentia que já tinha vencido. Mas agora sinto que realmente venci!" E ela respondeu: "Nós dois vencemos"...
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