Domingo ao meio-dia não é meu melhor momento. Gosto de sair sábado e me divertir pra caramba, então domingo não tô com toda energia. Foi mais ou menos isso que rolou naquele dia quando meu namorado me ligou pra levantar porque a gente tinha que ir almoçar na casa dos pais dele.
Pra ser sincera, ainda tava enrolando na cama, não só pelo cansaço mas também porque não curto muito essas refeições em família.
Meu namorado e os pais dele são de uma família bem granfina, um sobrenome conhecido por muita gente que lê o relato, boa situação financeira, e uma casa dos sonhos. Fabi é o filho mais novo e o mais mimado. O único problema é que às vezes sinto que não me encaixo com eles. Eu sou uma mina de quebrada e minha sogra é meio cortada comigo. Não tolera que o filho preferido dela saia com uma jovenzinha como eu.
O lado oposto disso é meu sogrinho. É um velho tarado, adora que a gente vá visitar eles, não tanto pela presença do filho, mas pelos meus decotes generosos, meus shortinhos e minhas saias curtas, especialmente no verão. Com certeza o que me fazia ganhar a simpatia do meu sogro era o que me fazia ganhar o ódio da minha sogra.
Sabendo o que me esperava lá, vesti um vestidinho de verão rosa, que terminava quase na metade dos meus peitos, e embaixo só cobria a bunda se não tivesse nem uma brisa. Terminei de calçar as sandálias e já tava pronta pra sair. A roupa íntima era preta, então se transparecia um pouco pelo tecido fino do vestido, pude confirmar quando a gente tava saindo e me olhei no espelho.
Meu namorado ficava falando pra ter paciência com a mãe, que ela não é má. Eu falei: — Claro, o neném quer mamar e não quer cara feia — e ele muito rápido respondeu: — Os únicos peitos que eu quero estão aqui — e enfiou a mão dentro do meu vestido, puxando meus peitos pra fora. Assim que senti o toque, me entreguei de vez. Ele levantou meu vestido e enquanto a gente se beijava, apertava minha bunda com força, me levantando. Me apertei com minhas pernas na cintura dele e fiquei suspensa no ar.
Assim que estávamos, ele me levou contra a parede. Baixou a bermuda e puxou minha calcinha fio dental, e meteu com força de uma vez. Me fez gritar de tesão, e ele adora quando eu grito assim, então continuou metendo daquele jeito, se gabando dos meus gritos de prazer. A intensidade com que ele me comia contra a parede foi aumentando, e eu sussurrei no ouvido dele — quero ela na boca — antes de beijá-lo de novo.
Assim que isso aconteceu, ele me abaixou para que eu, de pernas abertas, me agachasse e chupasse ele com a melhor cara de safada que eu tenho. Vermelha de tanto ser comida, enfiei ele de uma vez na boca, e ele agarrou minha cabeça com as duas mãos, movendo meu cabelo para meter o mais fundo possível. Quando estava perto de gozar, começou a gemer, e eu já sabia que meu prêmio estava chegando. Uma bomba de porra quente explodiu no meu céu da boca, já que eu tinha metade da pica pra fora. Então ele enfiou tudo e continuou soltando mais, me obrigando a engolir pela quantidade enorme.
Eu me estiquei até a mesa, peguei um lenço de papel e juntei rápido o que escapou da minha boca. Quando ele levantou o short, dei um beijo nele e ele disse — viu como eu sei te deixar de bom humor, meu amor? — com cara de satisfeito. Eu, por minha vez, respondi — É por isso que te amo. Enquanto arrumava o cabelo no espelho, pronta pra sair. Já com um humor excelente, saímos os dois pra mansão dos meus sogros. Antes, passei bastante creme porque sou muito branca e o sol tava de rachar.
Quando chegamos, como era de se esperar, minha sogra me cumprimentou com um sorriso falso e dois beijinhos no ar de cada lado do rosto, algo clássico nela, e meu sogro me deu um abraço um pouco mais caloroso e os olhos dele desceram um pouco pros meus peitos enquanto me cumprimentava. Anotei o detalhe, mas me fiz de sonsa. Me surpreendeu ver que eles mesmos trouxeram a comida, e perguntei pela empregada. Oscar desviou o olhar.
— Não trabalha mais aqui, estamos procurando outra — disse minha sogra, mais cortante que o normal. Nós, eu e o Fabian, trocamos um olhar e não perguntamos mais nada sobre aquilo.
Nem preciso contar detalhes como as orações antes de comer, as conversas sobre gente do condomínio que eu não conheço ou negócios que não entendo. Eu tava no Facebook pelo celular. O que me divertia cada vez que eu levantava os olhos do telefone era como, no meio de tudo aquilo, o olhar do meu sogro desviava pra onde eu tava toda hora, e como ele ficava inquieto quando nossos olhares se cruzavam.
O almoço passou, tomamos um café e, como se não fosse interminável, quando a gente tava indo embora, a Susana comenta: "Vocês vão pro centro? Eu tenho que ir ver a Norma, dá pra me levar?" O filho chupão de meia me olhou e eu fiz cara de não. "Claro, óbvio que a gente te leva", ele disse mesmo assim.
Eu já com cara de poucos amigos peguei minhas coisas rápido e saí com eles. Meu namorado notou meu olhar de matar e, como qualquer um faria com um assassino, escapou. "Bom, a gente deixa a mamãe e depois te deixo em casa e vou pra casa do Fede, que hoje é o único dia que eu encontro ele. Beleza?" "Como você quiser", falei irritada. Não queria discutir na frente da mãe dele, então fiquei calada.
Assim que cheguei em casa, peguei o celular pra ligar pra ele, mas não tava. Revirei bem a bolsa e aí percebi que ele tava na mesa e eu nunca peguei. Peguei as chaves do outro carro e fui rápido pra lá. O calor ainda tava sufocante. Quando cheguei no condomínio de novo, meu sogro se surpreendeu ao me ver, e mais ainda sem aviso. "Oi, Oscar, você não viu meu celular?", perguntei meio ofegante. "Não reparei. Entra pra pegar, querida", respondeu bem simpático. Enquanto eu entrava, ele me ofereceu água e, como eu tava morrendo de calor, aceitei. O celular ainda tava na mesa, então peguei rápido. Em segundos, ele apareceu com uma garrafa de água mineral fechada, bem geladinha.
Eu tava tão apressada que um jorro escorreu dos meus lábios e desceu pelo meu queixo e pescoço. Segurei com a mão no meu peito. sogro que seguia o trajeto ficou vermelho. Eu adorava como ele disfarçava mal aqueles olhares. Estávamos sozinhos e ninguém sabia que eu estava ali. Então resolvi me divertir um pouco mais.
- Viu que calor que faz? Tô toda molhada - falei, passando a garrafa gelada pelo pescoço.
- Sim, sim, o calor tá terrível. Tamo todo mundo igual. - ele respondeu, me examinando com o olhar. Meu corpo brilhava por causa do protetor solar e do suor.
Dava pra ver que por baixo da calça dele tinha algo se mexendo. Eu fingia que brincava com a garrafa e a tampinha com cara de safada e deixei a tampa cair no chão.
Quando me abaixei, não dobrei os joelhos e virei de costas. Meu vestido levantou e ele viu a bunda inteira, com a fio dental bem enfiada entre as nádegas.
Me virei e ele tava com os olhos saindo da cara, sorri pra ele ainda abaixada e ele começou a tossir. Eu me levantei bem perto dele e com cara de gata ofereci a água.
Mal ele começou a beber, peguei o elástico da bermuda dele e num movimento só me abaixei e puxei pra baixo junto com a cueca. Ele se engasgou e conseguiu desviar a garrafa bem na hora de ver o momento exato em que enfiei o pau dele na minha boca. Soltou um gemido lindo ao sentir meus lábios e minha língua em ação. Aquele prazer puro que ele sentiu de cara durou só uns segundos. Assim que ele percebeu que era a namorada do filho dele chupando o pau dele, ele se afastou pra trás.
- O que cê tá fazendo? - Com uma cara entre assustado e envergonhado, mas com o pau duro. Eu fiquei sentada no chão com as mãos pra trás por causa do empurrão, com um fio de saliva saindo do canto da boca.
- O que parece que eu tô fazendo? Te dando o que você quer desde a primeira vez que eu passei por essa porta.
Ele ficou mudo por uns segundos e eu baixei o vestido e mostrei os peitos.
- Mas se você quiser que eu pare, eu paro, sem problema - falei com minha melhor cara de puta, enquanto me aproximava de novo do pau dele. Comecei a masturbar ele e ele não disse nada, só fechou os olhos e Olhou pra cima. A próxima coisa que soube foi que o pau dele tava apertado entre meus peitos.
— São perfeitas, amor — ele disse quando voltou o olhar pra mim.
— Hoje são pra você, love — falei enquanto me movia pra cima e pra baixo, fazendo uma deliciosa esfregada de peitos no meu sogrinho querido. Cada vez que descia, passava a língua na ponta.
Me senti muito puta e fiquei com tesão. Pedi pra ele deitar ali mesmo, no tapete caríssimo que mandaram pra mulher dele da Europa. Apoiei meu joelho do lado da cabeça dele e, mordendo os lábios, olhei pra ele e cruzei a outra perna do outro lado, puxei a calcinha fio dental pro lado e apoiei a buceta na boca dele. Dava pra sentir a respiração acelerada dele entre minhas pernas, o bigode e a barba de uns dias que faziam cócegas até sentir os lábios dele e, principalmente, a língua.
A partir daí, comecei a rebolgar devagar na cara dele e sentia ele lambendo minha buceta. Tava muito molhada, então ele me saboreava bem. Pensei em quanto tempo fazia que ele não sentia uma buceta jovem e completamente depilada na boca, e isso me excitou ainda mais. Sem perceber, já tinha o pau dele nas mãos e batia uma punheta bem forte. Não aguentava o tesão. Me abaixei e meti aquele pau velho, mas forte, dentro da minha boca mais uma vez. Quanto mais a língua dele me excitava por dentro, mais eu chupava o pau dele. Me mexia e passava a buceta já na cara toda dele. Dava pra sentir até o nariz dele roçando em mim e me esquentando.
Enquanto eu chupava e lambia ela, já perto do orgasmo, não parava de passar os peitos na barriga dele. Oscar estava tremendo. Apertava os pés pra esticar o final o máximo possível. E toda essa excitação ia também pra boca dele. Não sei se era porque era o pai do meu namorado, mas de repente senti que ia explodir de prazer — e foi o que aconteceu. Tive um orgasmo de cinema. Tirei o pau da boca pra gritar de prazer e, enquanto ainda gemia, Oscar segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau na minha boca. Me ouvir gozar daquele jeito não deixou ele aguentar mais. Encheu minha boca de porra com aquela porra gostosa dele. Não parava de sair. Foram vários jatos, bem grossos e deliciosos.
Quando tudo acabou. Foi como se meu sogro tivesse voltado a reagir ao que tinha acontecido. Teve um instante de arrependimento, mas na mesma hora me confessou que estava esperando por algo assim desde a primeira vez que me viu.
- Toda vez que eu te via, pensava nisso. Quando te vi chupando minha pica, não sabia se tava sonhando acordado de novo - ele me disse, já todo vestido.
— Já sonhou acordado comigo? — perguntei, mordendo meu dedo.
— Sim, várias vezes. Da última vez, minha esposa me ouviu no banheiro e mandou a Daniela, a moça da limpeza, embora porque pensou que eu tava tendo algo com ela, coitada da gostosa — ele me disse entre risadas.
- Ela não te falou nada sobre separação ou algo assim? - perguntei de volta
- Claro que não. O que ela mais teme é o escândalo pra não afetar nossa reputação - ele me esclareceu
Essa devia ser a principal razão da rejeição dela por mim. Podia afetar a reputação imaculada dela e a do filho dela.
Não sentia nenhum tipo de culpa pela minha sogra, já que ela era uma corna consciente. E pelo meu namorado também não, porque tava muito puta com ele. Me senti tão bem que, entre risadas, a gente começou a se beijar de novo. Primeiro beijos sutis, quase selinhos, depois começamos a abrir mais a boca, a meter mais a língua e a esquentar o clima. Olhei a hora no meu- Ainda tenho uma hora aqui - falei enquanto beijava o pescoço dela.
— A tarde toda é minha, ela disse, acariciando minha bunda.
— Sabia que hoje eu tive um orgasmo com você e um com seu filho, e engoli a porra dos dois? — falei, passando a língua no lábio inferior.
Ela mordeu os lábios, comeu minha boca de novo e me disse
- nesse caso vamos ter que desempatar, gostosa - e ele puxou a pica toda dura pela segunda vez, e um sorriso de orelha a orelha se desenhou no meu rosto. Ele pegou minha nuca e se dedicou a gozar gostoso na boca da melhor nora dele.
56 comentários - A boca da nora mais gostosa
besitos 😘
Exelentee mi amor !!! nada mejor q una incestuosa terrible hembra puta e inteligente 😃
Ah gracias x los puntitos
besitos amor 😘
Besitos 😘
😘
Excelente historia y muy bien relatada 👏 👏 👏
Gracias por compartir 👍
Besitos
besitos 😘
<<< van puntos
besitos 😘
besitos amor gracias
😘
Espectacular tu relatoo!
muy bien por vos, tu suegro y tu novio!
La vieja que se jodaa!
jejejje
Besitos 😘
😘
tenes toda la razón jaja
besitos 😘
besos
besitos
😘
besitos justo ahi amor
😘
besitos amor
😘
😘
besitos
😘
besitos
besitos 😘
besitos 😘
Besitos 😘
besitos amor
😘
Espero haya más encuentros entre la nuera y el suegro!!! 😀
Besos!
besitos
😘
yo por lo menos soy buenita jijiji
besitos 😘
besitos 😘
besitos 😘
besitos 😘
Me puso al palo de leerlo.
gracias!
Con el bulto... y leyendo este relato.... no sabes lo dura que se va poniendo... segundo a segundo... imaginandote agachada... chupandole la pija al jovatin de tu suegro..
♥