Vou fazer se eu quiser, cê não acha?, ele disse tentando enfiar a mão entre minhas pernas. Que não, respondi com seriedade e firmeza, hoje eu tava disposta a ser eu quem ia dar as cartas. Ele me perguntou com voz cheia de desejo o que ele podia fazer então, se não ia poder me tocar, mas aí eu, com voz firme, respondi que ele ia ter que se aguentar me olhando, só me olhando enquanto eu estudava. Comecei a estudar, mas não tirava da cabeça que ele tava me desejando no sofá do lado.
Pouco depois, a voz dele tava furando meu ouvido de novo... "Como vai o estudo? Já posso chegar perto..?" e, instintivamente, levantando minha camiseta e mostrando meus peitos, respondi: "Assim vou, mostrando o que você quer ver quando eu quero." Ele ficou de boca aberta com minha resposta e, mesmo eu já tendo abaixado a camiseta, ele não conseguia tirar os olhos dos meus peitos, e tive que mandar ele parar com aquilo e cuidar da vida dele, me deixar estudar.
Depois de algumas horas, era eu quem tava entediada e não parava de pensar naquele cara sentado do meu lado, louco pela minha buceta. Então resolvi chamar a atenção dele. — Tô entediada... pode vir aqui (agarrando ele pela gola da camisa e puxando ele pro sofá como se tivesse puxando uma coleira). — Isso não me agradou nada — ele respondeu, sério. — Por quê? Por acaso você não é um cachorro? Foi isso que você me deu a entender —, mas a resposta dele me deixou sem palavras... — Eu não sou um cachorro qualquer, sou seu cachorro. Senhorita — mas eu não queria que ele fosse meu, eu só queria que ele fosse um cachorro pra eu brincar quando tivesse entediada, e deixei isso bem claro. Falei que queria que ele me entretivesse e que queria na hora. Mas mesmo assim ele continuou insistindo em ser meu, e eu respondi que, se ele quisesse ser minha posse, teria que merecer. — Como você quer que eu te entretenha, senhorita? O que você quer de mim? — e me aproximando dele — que você me faça parar de estudar, você sabe o que tem que fazer, você sabe como me entreter. —
Ele pediu pra eu abrir. as pernas e que eu me sentasse um pouco mais perto da borda do sofá e, ajoelhando-se na minha frente e levantando minha saia, com os olhos arregalados, ele pôde ver a ausência da minha calcinha e que algo pendia da minha buceta. Intrigado com aquilo, perguntou o que era aquele cordãozinho pendurado, e eu respondi que eram meus brinquedos, umas bolinhas. — Posso brincar com elas? — perguntou com cara de safado, e completou — Só enfiar uns dois dedos lá dentro pra tocar nelas. Eu concordei, e ele, decidido, respondeu — Tá bom, senhorita. Que estranho me parecia alguém me chamar assim, quando era eu quem sempre assumia esse papel nessas situações, mas adorava ouvir ele falar. Logo foi enfiando mais os dedos sem tirar as bolinhas, além da língua... ai, Deus, a língua dele. Mas claro, era compreensível o que aconteceu em seguida: as bolinhas ficaram meio enganchadas na língua dele e, aos poucos, ele foi puxando elas, enquanto com a outra mão (por exigência minha) não parava de me tocar. Eu estava gostando tanto que resolvi me deixar levar pelos impulsos e, agarrando a cabeça dele, enfiei ela em mim. Disse pra ele continuar, que não parasse, e ele respondeu com obediência — Sim, senhorita, você é quem manda. E com uma risada de safada, respondi — Isso eu já sei, não precisa falar, come! — enfiando ele ainda mais fundo em mim. Já estava cansada daquela posição e me incomodava ter que ficar sentada na borda do sofá o tempo todo. Então ordenei que ele se afastasse e ficasse de joelhos. Quando ele fez isso, com o lenço que tinha no pescoço, vendi os olhos dele e me sentei de novo, mas desta vez na cadeira. — Quero que continue fazendo o mesmo de antes, mas não quero que veja minha cara. Quero que deseje me ver — falei enquanto esperava ele me encontrar. — Me procura! — ordenei. Vi ele percorrer o quarto tateando o chão sem encontrar nenhum vestígio dos meus pés e pernas. Finalmente encontrou minhas pernas e começou a percorrê-las até sentir a umidade da minha entreperna e Começou de novo a chupar ele. — Pra que que tão tuas mãos? — falei, puxando a cabeça dele pelos cabelos.
Se desculpando, foi enfiando os dedos em mim enquanto continuava chupando daquele jeito que sabia que eu gostava. Ficou um tempão nessa posição e eu já tava cansada, queria mais, mais ação. Por isso mandei ele sentar no chão com as costas encostadas no sofá, com a cabeça pra trás.
E ele, concordando e respondendo "sim, senhora", obedeceu minhas ordens. Olhando fixo pra ele, tirei a venda dos olhos dele e quando ele abriu, me viu de pé na frente dele, me masturbando. Sem deixar ele se mexer, perguntei se tava preparado e, enquanto ele jogava a cabeça pra trás, sentei na boca dele. — Mm, minha cadeira — murmurou. Adorava ter ele assim entre minhas pernas, me esfregando na boca dele. — Posso ser seu cachorro agora? — perguntou de novo. Essa pergunta me incomodou pra caralho e me deu uma raiva tão grande que falei: — Vai continuar fazendo pergunta idiota, imbecil? (dando um tapa nele). — Não — respondeu, pedindo pra eu voltar a ficar sentada em cima dele como antes. — Já não quero mais que você fique assim — respondi, saindo de cima dele. Tinha ficado puta pra caralho, então mandei ele ir pro quarto e se deitar na cama com os braços esticados. — Vou te amarrar — falei enquanto imobilizava ele. Deus, o que esperava ele ali na minha cama, amarrado.
Quando terminei de amarrar, fui embora e deixei ele lá, amarrado, só desejando por mim. — Não me deixa — implorou.
Depois de um tempo, voltei e vi ele se remexendo ali. Adorei aquilo, ele ali amarrado me esperando, esperando eu ir e possuir ele. — Mm, não gosto dessa pica assim — falei, pegando nela pra brincar. Comecei a bater uma pra ele, cada vez mais rápido, levando ele ao limite. — Tá vendo como ela incha? Como você tá quase gozando? Como eu continuo e continuo brincando com ela? — falava enquanto olhava nos olhos dele, vendo como ele tava louco. Adoro ver ele assim, ver ele mal. — Se não quer que eu vá embora... Para, para por favor... —Vamo, se deixa levar..— eu dizia. Enquanto piorava cada vez mais, adoro ser ruim com ele, adoro provocar ele e fazer ele sofrer com minhas mãos. Agora eu tinha ele de joelhos, brincando com o pau dele e esfregando ele na minha buceta molhada —Você vai fazer eu gozar— ele falava como podia entre os gemidos. Mas eu não conseguia parar, segurei ele ainda mais e fui abrindo os lábios da minha buceta com a ponta e esfregando desde o meu clitóris até o meu buraco.. E como eu rodeio ele e finalmente enfio um pouco —Sente como minha buceta treme ao sentir ele... Deus. Como eu mordo meu lábio instintivamente?—. —Quer que eu goze dentro já, senhorita? Não aguento mais... Tô a ponto— Mas é que a situação tava me matando tanto que eu sentei de uma vez nele, senti o pau dele inchar, dando sinais de que ia explodir dentro de mim, ia gozar. —Não! Nem pense— eu falei enquanto ele balançava a cabeça com aquela cara de cachorro. Eu sabia que ele não aguentava mais e que ia gozar, então meu instinto foi dar um tapa nele e apertar os ovos dele, e funcionou. Ele pediu uns minutos de descanso, mas eu não queria parar, tava tão safada que desejava o pau dele dentro de mim. Decidi piorar, então me virei de costas pra ele sem tirar ele de dentro. E comecei a quicar e quicar igual uma louca. Deus.. comecei a apertar ele e minha buceta começou a pulsar. Aproveitando.. E gemendo. Com a cabeça pra trás, olhando ele por cima do ombro —Se não quer que eu encha você... Para, por favor— ele repetiu de novo, como me excitava ele implorar. Eu diminuí o ritmo e ele me agradeceu, o que me deu muita graça porque eu não pretendia aliviar, na verdade queria piorar. Enquanto diminuía o ritmo, comecei a mexer a cintura em círculos e quando subia apertava a buceta, como se estivesse sugando ele com a boca, fiz isso uma e outra vez, me joguei pra trás pra colocar minhas mãos perto do quadril dele e voltei ao ritmo de antes, quicar e quicar. Sem parar pra você ver minha boca aberta. Gemendo, me levantei e voltei a ficar em cima dele, mas dessa vez fiquei de cócoras. Abri bem as pernas e deixei ele ver minha buceta, passei a mão nela enfiando um dedo, depois dois... enquanto ele bufava e mordia o lábio. Dava pra ver na cara dele o cachorro que ele tava, como tava me desejando. Comecei a brincar em cima do rosto dele, tirei os dedos da minha buceta e levei até a boca dele, fazendo ele chupar, sentir meu gosto, embora depois eu tenha esfregado na cara dele. Minha buceta tava espalhada por todo o rosto dele. Me virei sem tirar a buceta da cara dele e me abaixei pra chupar ele inteiro, devorar. Enfiei na garganta, pra ele sentir uma e outra vez meus lábios na base, enquanto brincava com as bolas dele. Ele, enquanto isso, tentava chupar minha buceta como podia. E eu rodeando o pau dele com a língua, girando sem parar, rápido, e enfiando de novo até a garganta, subindo e descendo.
— Não sei quanto tempo vou aguentar assim, senhorita — Deus, aquela frase me matava. Comecei a brincar com ele, num ritmo rápido sem soltar muito a base com a mão, enquanto usava a língua, girando em círculos na cabecinha, sem parar... como ele se contorcia...
— Quer que eu goze, senhorita? — ele repetiu. Comecei a passar a língua como se fosse um sorvete, apertando ele bem contra a língua e depois contra o céu da boca até chegar na garganta, e ali girar a língua como dava, enquanto o pau dele invadia minha garganta, pulsando e inchando.
— E vê como eu curto isso? Porque minha buceta tá pulsando na sua boca. Como eu aperto ela contra você — falei, vendo que aquilo deixava ele cada vez pior, ele tava me devorando. Era o único jeito dele mostrar o que tava sentindo.
— E você já sabe que a hora tá chegando — falei.
— Sim, vou gozar logo — respondeu entre gemidos.
— Não, vou gozar eu logo — falei, mas sabia que ele não aguentava muito, já tinha me dito várias vezes. Mas continuei devorando ele, brincando com ele enquanto sentia Gemidos no pau dele. E comecei a mexer mais e mais meu quadril, pra ele sentir como minha buceta absorvia a língua dele, como pulsava.
- Isso tá me matando, senhorita - não dei bola e continuei gemendo com o pau dele na garganta, tirei e agarrei bem rápido pra brincar com ele enquanto me levanto e me toco ao mesmo tempo que você continua comendo. Pra ele ir sentindo como eu me levava ao limite.
- Quer fazer eu gozar já? - ele repetiu. Eu queria que ele me visse como eu curtia meus dedos junto com a língua dele, e gozei na boca dele, enchi a cara dele... e bem naquele momento eu apertei ainda mais forte, Deus, como curti minha gozada na boca dele. Ao mesmo tempo que ele não conseguiu evitar e começou a gozar também, mesmo eu tendo tirado minhas mãos do pau dele, quando vi como ele inchava não consegui evitar dar uma lambida fazendo o pau dele explodir nos meus lábios.
Pra você: Adoro a ideia de que você conseguiu baixar a mão enquanto me lia. Não tiro da cabeça a imagem de você sentado na cama lendo com o celular numa mão e a outra dentro da calça... e isso me mata. Adoraria estar me tocando aí do seu lado, você me ouvindo sem poder fazer nada. Sem poder levantar da cadeira me vendo gozar. Como meu rosto muda, como eu curto, como me dou prazer e como adoro que você me olhe e curta. Sentir minha pele arrepiar, igual acabou de acontecer agora, ao imaginar que você tá me ouvindo. Te deixando louco. Me imagina aqui no sofá sentada de pernas abertas me tocando ou aí sentada na sua cama te mostrando como meus dedos entram e saem. E você na minha frente vendo como meu quadril se mexe e minha cabeça vai pra trás porque minhas costas arqueiam, com a boca entreaberta. Gemendo... te vendo como um puto cachorro que não consegue parar de esfregar a mão por cima da calça. Na região do pau, como ele tá. Me vendo me tocar. Você morre de vontade de me tocar mas não pode, mesmo estando ficando louco porque você me ouve cada vez pior. E te pedir agora Entra. Gemidos que quero teus dedos. Que quero que notes o quanto eu tô molhada, porque adoro o que teus dedos provocam em mim... Que minha pele se arrepie... Que eu perca a noção do tempo e me transporte pra outro lugar, que eu fique sozinha no quarto, só com meus gemidos e teus dedos.
Deus, me mata pensar em você lendo tudo que quero fazer contigo e o que tô fazendo comigo agora. Porque tô sentada na cadeira. Mexendo meus quadris, esfregando minha buceta. Pensar em como você palpita, em como você tem que disfarçar sua cara enquanto lê. Me mata... Faz meus quadris se moverem. Me mata pensar que você tá desejando sentir como seu pau vai ficando molhado aos poucos e como vai sentindo o quanto ele tá quente e como minha buceta se mexe sozinha porque não paro de me tocar. Pegar sua mão e levar pro mesmo lugar que eu tenho a minha mão e você começar a mover, seguir você. Cravando, me enchendo uma e outra vez, fazendo meus gemidos virarem longos aaahh. Ao mesmo tempo que você não para de circular meu clitóris, quero que sinta no seu pau cada movimento que eu faço, cada movimento involuntário. Sentir como ele tenta absorver, como envolve, como... Parece uma boca, mas muito mais quente e molhada.
Mataria pra ter você batendo uma no sofá da frente, me olhando enquanto eu aproveito. E eu ficando ainda mais puta por te ver, por ver como você se toca, aproveitando, gemendo. E eu fico na sua frente com a buceta na sua cara, me tocando, e você tira minha mão e começa você a me tocar e me enlouquecer... Louca de ter seu pau assim...
Pouco depois, a voz dele tava furando meu ouvido de novo... "Como vai o estudo? Já posso chegar perto..?" e, instintivamente, levantando minha camiseta e mostrando meus peitos, respondi: "Assim vou, mostrando o que você quer ver quando eu quero." Ele ficou de boca aberta com minha resposta e, mesmo eu já tendo abaixado a camiseta, ele não conseguia tirar os olhos dos meus peitos, e tive que mandar ele parar com aquilo e cuidar da vida dele, me deixar estudar.
Depois de algumas horas, era eu quem tava entediada e não parava de pensar naquele cara sentado do meu lado, louco pela minha buceta. Então resolvi chamar a atenção dele. — Tô entediada... pode vir aqui (agarrando ele pela gola da camisa e puxando ele pro sofá como se tivesse puxando uma coleira). — Isso não me agradou nada — ele respondeu, sério. — Por quê? Por acaso você não é um cachorro? Foi isso que você me deu a entender —, mas a resposta dele me deixou sem palavras... — Eu não sou um cachorro qualquer, sou seu cachorro. Senhorita — mas eu não queria que ele fosse meu, eu só queria que ele fosse um cachorro pra eu brincar quando tivesse entediada, e deixei isso bem claro. Falei que queria que ele me entretivesse e que queria na hora. Mas mesmo assim ele continuou insistindo em ser meu, e eu respondi que, se ele quisesse ser minha posse, teria que merecer. — Como você quer que eu te entretenha, senhorita? O que você quer de mim? — e me aproximando dele — que você me faça parar de estudar, você sabe o que tem que fazer, você sabe como me entreter. —
Ele pediu pra eu abrir. as pernas e que eu me sentasse um pouco mais perto da borda do sofá e, ajoelhando-se na minha frente e levantando minha saia, com os olhos arregalados, ele pôde ver a ausência da minha calcinha e que algo pendia da minha buceta. Intrigado com aquilo, perguntou o que era aquele cordãozinho pendurado, e eu respondi que eram meus brinquedos, umas bolinhas. — Posso brincar com elas? — perguntou com cara de safado, e completou — Só enfiar uns dois dedos lá dentro pra tocar nelas. Eu concordei, e ele, decidido, respondeu — Tá bom, senhorita. Que estranho me parecia alguém me chamar assim, quando era eu quem sempre assumia esse papel nessas situações, mas adorava ouvir ele falar. Logo foi enfiando mais os dedos sem tirar as bolinhas, além da língua... ai, Deus, a língua dele. Mas claro, era compreensível o que aconteceu em seguida: as bolinhas ficaram meio enganchadas na língua dele e, aos poucos, ele foi puxando elas, enquanto com a outra mão (por exigência minha) não parava de me tocar. Eu estava gostando tanto que resolvi me deixar levar pelos impulsos e, agarrando a cabeça dele, enfiei ela em mim. Disse pra ele continuar, que não parasse, e ele respondeu com obediência — Sim, senhorita, você é quem manda. E com uma risada de safada, respondi — Isso eu já sei, não precisa falar, come! — enfiando ele ainda mais fundo em mim. Já estava cansada daquela posição e me incomodava ter que ficar sentada na borda do sofá o tempo todo. Então ordenei que ele se afastasse e ficasse de joelhos. Quando ele fez isso, com o lenço que tinha no pescoço, vendi os olhos dele e me sentei de novo, mas desta vez na cadeira. — Quero que continue fazendo o mesmo de antes, mas não quero que veja minha cara. Quero que deseje me ver — falei enquanto esperava ele me encontrar. — Me procura! — ordenei. Vi ele percorrer o quarto tateando o chão sem encontrar nenhum vestígio dos meus pés e pernas. Finalmente encontrou minhas pernas e começou a percorrê-las até sentir a umidade da minha entreperna e Começou de novo a chupar ele. — Pra que que tão tuas mãos? — falei, puxando a cabeça dele pelos cabelos.
Se desculpando, foi enfiando os dedos em mim enquanto continuava chupando daquele jeito que sabia que eu gostava. Ficou um tempão nessa posição e eu já tava cansada, queria mais, mais ação. Por isso mandei ele sentar no chão com as costas encostadas no sofá, com a cabeça pra trás.
E ele, concordando e respondendo "sim, senhora", obedeceu minhas ordens. Olhando fixo pra ele, tirei a venda dos olhos dele e quando ele abriu, me viu de pé na frente dele, me masturbando. Sem deixar ele se mexer, perguntei se tava preparado e, enquanto ele jogava a cabeça pra trás, sentei na boca dele. — Mm, minha cadeira — murmurou. Adorava ter ele assim entre minhas pernas, me esfregando na boca dele. — Posso ser seu cachorro agora? — perguntou de novo. Essa pergunta me incomodou pra caralho e me deu uma raiva tão grande que falei: — Vai continuar fazendo pergunta idiota, imbecil? (dando um tapa nele). — Não — respondeu, pedindo pra eu voltar a ficar sentada em cima dele como antes. — Já não quero mais que você fique assim — respondi, saindo de cima dele. Tinha ficado puta pra caralho, então mandei ele ir pro quarto e se deitar na cama com os braços esticados. — Vou te amarrar — falei enquanto imobilizava ele. Deus, o que esperava ele ali na minha cama, amarrado.
Quando terminei de amarrar, fui embora e deixei ele lá, amarrado, só desejando por mim. — Não me deixa — implorou.
Depois de um tempo, voltei e vi ele se remexendo ali. Adorei aquilo, ele ali amarrado me esperando, esperando eu ir e possuir ele. — Mm, não gosto dessa pica assim — falei, pegando nela pra brincar. Comecei a bater uma pra ele, cada vez mais rápido, levando ele ao limite. — Tá vendo como ela incha? Como você tá quase gozando? Como eu continuo e continuo brincando com ela? — falava enquanto olhava nos olhos dele, vendo como ele tava louco. Adoro ver ele assim, ver ele mal. — Se não quer que eu vá embora... Para, para por favor... —Vamo, se deixa levar..— eu dizia. Enquanto piorava cada vez mais, adoro ser ruim com ele, adoro provocar ele e fazer ele sofrer com minhas mãos. Agora eu tinha ele de joelhos, brincando com o pau dele e esfregando ele na minha buceta molhada —Você vai fazer eu gozar— ele falava como podia entre os gemidos. Mas eu não conseguia parar, segurei ele ainda mais e fui abrindo os lábios da minha buceta com a ponta e esfregando desde o meu clitóris até o meu buraco.. E como eu rodeio ele e finalmente enfio um pouco —Sente como minha buceta treme ao sentir ele... Deus. Como eu mordo meu lábio instintivamente?—. —Quer que eu goze dentro já, senhorita? Não aguento mais... Tô a ponto— Mas é que a situação tava me matando tanto que eu sentei de uma vez nele, senti o pau dele inchar, dando sinais de que ia explodir dentro de mim, ia gozar. —Não! Nem pense— eu falei enquanto ele balançava a cabeça com aquela cara de cachorro. Eu sabia que ele não aguentava mais e que ia gozar, então meu instinto foi dar um tapa nele e apertar os ovos dele, e funcionou. Ele pediu uns minutos de descanso, mas eu não queria parar, tava tão safada que desejava o pau dele dentro de mim. Decidi piorar, então me virei de costas pra ele sem tirar ele de dentro. E comecei a quicar e quicar igual uma louca. Deus.. comecei a apertar ele e minha buceta começou a pulsar. Aproveitando.. E gemendo. Com a cabeça pra trás, olhando ele por cima do ombro —Se não quer que eu encha você... Para, por favor— ele repetiu de novo, como me excitava ele implorar. Eu diminuí o ritmo e ele me agradeceu, o que me deu muita graça porque eu não pretendia aliviar, na verdade queria piorar. Enquanto diminuía o ritmo, comecei a mexer a cintura em círculos e quando subia apertava a buceta, como se estivesse sugando ele com a boca, fiz isso uma e outra vez, me joguei pra trás pra colocar minhas mãos perto do quadril dele e voltei ao ritmo de antes, quicar e quicar. Sem parar pra você ver minha boca aberta. Gemendo, me levantei e voltei a ficar em cima dele, mas dessa vez fiquei de cócoras. Abri bem as pernas e deixei ele ver minha buceta, passei a mão nela enfiando um dedo, depois dois... enquanto ele bufava e mordia o lábio. Dava pra ver na cara dele o cachorro que ele tava, como tava me desejando. Comecei a brincar em cima do rosto dele, tirei os dedos da minha buceta e levei até a boca dele, fazendo ele chupar, sentir meu gosto, embora depois eu tenha esfregado na cara dele. Minha buceta tava espalhada por todo o rosto dele. Me virei sem tirar a buceta da cara dele e me abaixei pra chupar ele inteiro, devorar. Enfiei na garganta, pra ele sentir uma e outra vez meus lábios na base, enquanto brincava com as bolas dele. Ele, enquanto isso, tentava chupar minha buceta como podia. E eu rodeando o pau dele com a língua, girando sem parar, rápido, e enfiando de novo até a garganta, subindo e descendo.
— Não sei quanto tempo vou aguentar assim, senhorita — Deus, aquela frase me matava. Comecei a brincar com ele, num ritmo rápido sem soltar muito a base com a mão, enquanto usava a língua, girando em círculos na cabecinha, sem parar... como ele se contorcia...
— Quer que eu goze, senhorita? — ele repetiu. Comecei a passar a língua como se fosse um sorvete, apertando ele bem contra a língua e depois contra o céu da boca até chegar na garganta, e ali girar a língua como dava, enquanto o pau dele invadia minha garganta, pulsando e inchando.
— E vê como eu curto isso? Porque minha buceta tá pulsando na sua boca. Como eu aperto ela contra você — falei, vendo que aquilo deixava ele cada vez pior, ele tava me devorando. Era o único jeito dele mostrar o que tava sentindo.
— E você já sabe que a hora tá chegando — falei.
— Sim, vou gozar logo — respondeu entre gemidos.
— Não, vou gozar eu logo — falei, mas sabia que ele não aguentava muito, já tinha me dito várias vezes. Mas continuei devorando ele, brincando com ele enquanto sentia Gemidos no pau dele. E comecei a mexer mais e mais meu quadril, pra ele sentir como minha buceta absorvia a língua dele, como pulsava.
- Isso tá me matando, senhorita - não dei bola e continuei gemendo com o pau dele na garganta, tirei e agarrei bem rápido pra brincar com ele enquanto me levanto e me toco ao mesmo tempo que você continua comendo. Pra ele ir sentindo como eu me levava ao limite.
- Quer fazer eu gozar já? - ele repetiu. Eu queria que ele me visse como eu curtia meus dedos junto com a língua dele, e gozei na boca dele, enchi a cara dele... e bem naquele momento eu apertei ainda mais forte, Deus, como curti minha gozada na boca dele. Ao mesmo tempo que ele não conseguiu evitar e começou a gozar também, mesmo eu tendo tirado minhas mãos do pau dele, quando vi como ele inchava não consegui evitar dar uma lambida fazendo o pau dele explodir nos meus lábios.
Pra você: Adoro a ideia de que você conseguiu baixar a mão enquanto me lia. Não tiro da cabeça a imagem de você sentado na cama lendo com o celular numa mão e a outra dentro da calça... e isso me mata. Adoraria estar me tocando aí do seu lado, você me ouvindo sem poder fazer nada. Sem poder levantar da cadeira me vendo gozar. Como meu rosto muda, como eu curto, como me dou prazer e como adoro que você me olhe e curta. Sentir minha pele arrepiar, igual acabou de acontecer agora, ao imaginar que você tá me ouvindo. Te deixando louco. Me imagina aqui no sofá sentada de pernas abertas me tocando ou aí sentada na sua cama te mostrando como meus dedos entram e saem. E você na minha frente vendo como meu quadril se mexe e minha cabeça vai pra trás porque minhas costas arqueiam, com a boca entreaberta. Gemendo... te vendo como um puto cachorro que não consegue parar de esfregar a mão por cima da calça. Na região do pau, como ele tá. Me vendo me tocar. Você morre de vontade de me tocar mas não pode, mesmo estando ficando louco porque você me ouve cada vez pior. E te pedir agora Entra. Gemidos que quero teus dedos. Que quero que notes o quanto eu tô molhada, porque adoro o que teus dedos provocam em mim... Que minha pele se arrepie... Que eu perca a noção do tempo e me transporte pra outro lugar, que eu fique sozinha no quarto, só com meus gemidos e teus dedos.
Deus, me mata pensar em você lendo tudo que quero fazer contigo e o que tô fazendo comigo agora. Porque tô sentada na cadeira. Mexendo meus quadris, esfregando minha buceta. Pensar em como você palpita, em como você tem que disfarçar sua cara enquanto lê. Me mata... Faz meus quadris se moverem. Me mata pensar que você tá desejando sentir como seu pau vai ficando molhado aos poucos e como vai sentindo o quanto ele tá quente e como minha buceta se mexe sozinha porque não paro de me tocar. Pegar sua mão e levar pro mesmo lugar que eu tenho a minha mão e você começar a mover, seguir você. Cravando, me enchendo uma e outra vez, fazendo meus gemidos virarem longos aaahh. Ao mesmo tempo que você não para de circular meu clitóris, quero que sinta no seu pau cada movimento que eu faço, cada movimento involuntário. Sentir como ele tenta absorver, como envolve, como... Parece uma boca, mas muito mais quente e molhada.
Mataria pra ter você batendo uma no sofá da frente, me olhando enquanto eu aproveito. E eu ficando ainda mais puta por te ver, por ver como você se toca, aproveitando, gemendo. E eu fico na sua frente com a buceta na sua cara, me tocando, e você tira minha mão e começa você a me tocar e me enlouquecer... Louca de ter seu pau assim...
11 comentários - Dia de estudo + putaria
Que rico!!!!!
Me encanta la manera en que lo relatas tan detallada 😈
Que delicia ☺️
😳
Creo que sabes lo que queda, puntos y favoritos. Y este es el primero de todos tus relatos.