Reencontro com um amigão de foda

Hoje, enquanto saía pra visitar uma amiga, encontrei com Javier, um ex-vizinho de prédio que conheci quando ele estudava em Tucumã... Ele, já casado, me apresentou a esposa dele, que num momento se afastou uns metros pra comprar doces pras crianças e aí a gente conseguiu conversar numa boa... Entre tantas coisas que lembramos, naqueles poucos segundos surgiu o assunto de uma noite entre amigos, jogo e bebida que ninguém vai esquecer... Tanto que passei a tarde toda lembrando cada detalhe daquela noite... Como fazer pra voltar 10 anos atrás?

Eu alugava um apê no 7º andar e o Javi no 5º... A gente se cruzava tantas vezes no elevador e lembro que toda vez que via ele pensava "não tem como esse vizinho ficar mais gostoso". Ele tinha um colega da faculdade de estudos e de farra que se chamava Lucas... Na real, qual dos dois era mais lindo? Mas os caras sempre foram muito atenciosos e corretos...

Num fim de semana, duas amigas do inglês vieram me visitar, tinham acabado de terminar o ensino médio e viajaram pra se inscrever na faculdade e de quebra sair pra farra... Entreguei a chave pra elas se virarem enquanto eu trabalhava... Quando cheguei de noite, as meninas não estavam no meu apê, foi aí que apareceu o Sr. Gomez (o porteiro), fofoqueiro como só ele, me avisou que as gurias estavam no 5º porque ele tinha visto elas saindo juntas pra comprar cerveja... Toquei a campainha e sim, lá estavam elas... O Javi me convidou pra entrar e tomar algo, eles tavam jogando cartas e quem perdia tinha que virar um copo de cerveja de uma vez... Quietinha, eu pensava:
- Vocês acabaram de chegar e já fizeram amizade, eu que trato eles desde sempre era só "Oi!" e "Tchau!"
- Vou ficar aqui cuidando delas, quando ficarem bêbadas, levo pro apê.

Depois de alguns minutos, eu também tava jogando sem entender como eles faziam pra nunca perder... Ainda bem que a gente era três e nem sempre a mesma perdia... Depois de um bom tempo, já entediadas de jogar cartas, eles propuseram mudar de jogo...

A gente ia jogar algo assim como "o galinho cego" mas sexual. ...o jogo consistia em vendar os olhos e eles decidiam quem deles ia fazer algo com quem estava vendada. ...a gente aceitou porque era fácil e nada de mais... podiam dar um selinho, um beijo ou um beijo de língua bem dado. ...roçar, chupar ou morder os peitos por cima da roupa, ou tocar, roçar ou pegar bem na entreperna também por cima da roupa. Quando terminavam de fazer isso, quem estava com os olhos vendados tinha que dizer quem foi??? Se acertasse, quem perdeu pagava uma prenda... e se acertasse, quem beijou, apalpou ou tocou pagava a prenda.
No começo, quem perdia fazia "fundo branco", depois os caras começaram a jogar por prendas e, quando a gente percebeu, todo mundo já estava de roupa íntima. ..

O jogo que começou com beijinhos, palmadinhas e toques virou "beijos apaixonados", "chupadas de peito ou bico", "mão boba na entreperna"... tava rolando um clima entre Javi, Lucas, Mônica e Fernanda... e eu, a mais velha do grupo, só observava.

Como explicar que, de repente, eles pegaram pesado comigo (será porque eu era a mais velha, talvez a mais experiente)? Mas a questão é que eu já não aguentava mais o jogo...
Beijos apaixonados que esquentariam até gelo, chupadas de peito que arrepiaram meu corpo inteiro e, olha, nem me fala quando pegavam na minha pussy. Lembro que, no começo, eu ficava de pernas cruzadas ou juntas, mas no final, de olhos vendados, quando sentia que o jogo tava indo pra esse lado, eu abria as pernas com prazer pros meus adversários fazerem direito... quando, por cima da calcinha, enfiavam o dedo brincando com meu clitóris ou mexendo por toda a minha pussy, eu sentia que ia morrer. As minhas (minhas amigas) vendavam meus olhos, um deles brincava com meu corpo e o outro que sobrava não podia falar uma palavra, senão eu podia ouvir e saber quem tava brincando comigo. Aí eu aproveitava pra passar a mão na que sobrava...

Foi tanta a excitação que a gente Levantamos que Javier foi o primeiro a não resistir e sair do jogo, porque dava pra ver na cara que só de tocar nele ele já gozava... Ele se enfiou no quarto pra não continuar o jogo. Lucas tava felizão por ter três mulheres pra continuar brincando. A última que tinha ficado amarrada fui eu, e o Javi mudou o jogo inteiro... De tanta raiva que ele tava, em vez de me tocar com os dedos, ele baixou a mão na minha buceta. Eu sabia que iam meter a mão na minha entreperna, então abri as pernas o máximo que pude, mas quando esperava os dedos de alguém, senti a boca dele por cima da minha calcinha. A língua dele acabou de encharcar a roupa, foi quando ele ficou tão excitado que se levantou e se enfiou no quarto sem eu perceber. Fiz que tava preocupada com o Javi e fui atrás dele pra conversar. Não terminei de entrar no quarto e já vi a Moni, a Fer e o Lucas muito agarradinhos. Entrei no quarto sem bater, e o Javi tava largado na cama dele, parecia que a pica dura já tava incomodando debaixo da cueca, porque ele tinha tirado. Ele se assustou quando me viu entrar um minuto depois dele. Agarrou o amigo pra enfiar de volta na cueca, como se tivesse vergonha, mas não fazia ideia do tesão que ele tinha me deixado. Sem dizer uma palavra, fui pra cima dele. Ele me segurou pelo quadril e falou que não, mas o pau dele ereto dizia outra coisa. Peguei as mãos dele e falei: "Não aguento mais essa putaria". Sem tirar a calcinha, só afastei um pouco na minha entreperna e montei na pica do Javi. Brinquei com a pontinha e minha buceta, que tava toda molhada. Devagarzinho, fui entrando cada vez mais fundo. Ele parou de me segurar pelo quadril e me abraçou pela cintura, controlando a velocidade da minha sentada. Foi tanta excitação que não deu nem um minuto e ele gozou. Me encheu de porra. Esperei uns minutos e saí dele com cuidado. Quando saí do quarto pra procurar minhas amigas, não encontrei elas na sala. Pensei: "Foram com o Lucas pro outro quarto". Bati na porta. da peça do Lucas e, pra minha surpresa, quando toquei, ele respondeu que era pra entrar... abri a porta devagar, caso os três estivessem fazendo coisinhas, e me deparei com ele sozinho se masturbando... minhas amigas (menininhas de 17 anos) só tinham brincado com ele... Ele ficou vermelho ao perceber que era eu quem abriu a porta, ele achou que podia ser o Javi... se desculpou, confessando a verdade: minhas amigas o excitaram e foram embora, e ele ficou com a pica dura mmmmmm não sei se foi a brincadeira... o álcool ou o fato de o Javi ter gozado rápido, mas entrei no quarto, me aproximei da cama e o Lucas me disse: "Você pode me ajudar?" Me ajoelhei ao lado da cama e comecei a chupar a pica do Lucas... era maior que a do Javi... os ratinhos já faziam festa na minha cabeça pensando na sentada que eu ia dar... eu, toda boa, chupando a pica do Lucas, e entra o Javi... ele se surpreendeu ao me ver ali, na posição que eu tava, e eu, em momento nenhum, parei de chupar, e eles trocaram algum sinal, sei lá. A questão é que o Javi, me encontrando ajoelhada no chão, me pegou por trás, me fez ficar de quatro e tentou me penetrar analmente, mas com gemidos eu fiz ele saber que não... não tinha poder humano que me tirasse da pica do Lucas até eu fazer ele gozar... O Javier tirou minha calcinha e começou a me comer de quatro enquanto eu continuava chupando a pica do Lucas... os dois me falavam putarias que eu pensei que iam me incomodar, mas pelo contrário, me ajudavam a ficar mais excitada... o "chupa tudo, toma a porra", "Suas amigas esquentaram a chaleira, você toma o matezinho" ou o "te como de novo, putinha, sente minha pica" me fizeram gozar com tanto prazer... nem o Lucas nem o Javier gozaram dentro de mim naquele momento... terminei banhada de porra. O Javi molhou minhas costas e o Lucas minha boca e peitos... acabei tomando um banho rápido no quinto andar antes de voltar pro meu ap... no final, quando ia me trocar, minha calcinha não apareceu em lugar nenhum... fui assim pro meu ap, onde Fer e Moni me esperavam... me perguntaram como foi com o Javier... nunca se Ficaram sabendo do trio sinistro que eu montei...

Depois, por muitos anos ainda, eu cruzava com eles no elevador, na escada e, como sempre, um cumprimento muito cordial e educado de pessoas socialmente corretas, embora nossos olhares dissessem outra coisa...

Antes de a esposa do Javier voltar para onde estávamos, ele confessou que ficou com a minha calcinha de lembrança daquela noite inesquecível para os três.

Que gostoso é lembrar de velhas aventuras, ainda mais quando são tão inusitadas assim. Lembrei como eu sabia me comportar mal quando morei naquele prédio...

4 comentários - Reencontro com um amigão de foda

Ah que dura que me dejaste la pija!!!!!, que atorrantita que sos!!!, me encantas!
Te dejó un beso en esa conchita divina.