Mais ou menos um ano depois do fim de semana que passei com minha sogra dona Vera, eu e a Anabel viramos pais. Chegou na nossa vida uma bebê linda, depois de uma cesárea dolorosa.
Por causa disso, minha sogra se mudou pra nossa casa pra ajudar a filha na recuperação. Eu cuidava da casa e ajudava com a bebê, então acabava exausto. Várias vezes minha sogra dava em cima de mim, esfregando as tetonas ou a bunda.
Um desses dias, depois de dar banho na minha filha e entregar pra Anabel mamar, desci pra cozinha pra preparar um macarrão pro jantar. Minha sogra desceu atrás de mim e falou:
- Uff, finalmente dormiram - se referindo à minha esposa e à neta.
- É, sogra... vamos descansar um pouco - falei.
- O que cê tá fazendo, genro? - disse Vera, chegando perto e colando os peitos nas minhas costas.
- Sogra!!... não gruda tanto não, senão eu não me seguro... olha que tô na quarentena... - falei.
Minha sogra sorriu e sentou na mesa da copa. Pedi pra ela me passar o pote de molho do macarrão que tava no armário. Ela levantou e eu olhei, notei que tinha perdido peso desde aquele fim de semana.
- Olha só... sogrinha... tá ficando mais gostosa... - falei.
- Kkk, besta... - respondeu.
- Tá fazendo o quê, dieta ou algo assim? - falei.
- Não... tô tomando uns shakes que minha tia recomendou - disse.
Aquilo funcionou, porque minha sogra chegou perto com o pote de molho e falou baixinho:
- Quer transar... genro... quer desabafar... um pouco?
Dona Vera tava vestida com uma calça de moletom branca e uma regata. Então peguei o zíper da jaqueta dela e desci até soltar. Abri a jaqueta e, devagar, peguei os peitos caídos dela com as mãos.
- Mmm!!... genro... isso quer dizer que sim... - disse Vera.
As mãos dela pegaram no meu pau e começaram a esfregar por cima da calça. Tirei a jaqueta dela, deixando só de regata. Minhas mãos ficavam loucas percorrendo os peitos dela todos. corpo. Ela continuou esfregando meu pau devagar; meu pau endurecia a cada passada das mãos dela. Ela pegou o elástico da calça de moletom e enfiou uma das mãos, pegando meu pau pelado, já que eu não tava de cueca.
— Mmm!!... genro, que gostoso… tinha esquecido como você é bom… — minha sogra
— E a senhora tá mais gostosa ainda, que da última vez, sogrinha… — falei
De repente, a voz da Anabel apareceu no monitor do bebê.
— Mãe, traz meus remédios, por favor… — minha esposa disse
Nós dois nos afastamos, e minha sogra vestiu rápido a jaqueta da calça de moletom e subiu as escadas correndo. Eu terminei de fazer o macarrão e deixei esfriar um pouco. Minha sogra demorou pra descer, então me servi um prato de macarrão pra jantar. Depois de um tempo sentado comendo, Dona Vera desceu as escadas e sentou na minha frente.
— Ufff… que susto… — ela disse, segurando o peito
— Mmm… é, mas fazer o que, isso é coisa de gente safada, sogrinha… — falei
Ela me olhou e pediu pra eu dar um pouco do macarrão, queria provar como tinha ficado. Enrolei um pouco da comida no garfo e dei na boca dela. Ela engoliu e disse:
— Mmm… genro… tá uma delícia…
Notei que um pouco de molho tinha escorrido pelo canto da boca dela, então peguei meu guardanapo e limpei. Aquele gesto teve efeito de novo. Dona Vera pegou minha mão e começou a chupar meus dedos.
— Somos safados por natureza, genro… — minha sogra disse
— É, acho que sim… — falei
Levantei da cadeira, deixando ela continuar chupando meus dedos. Peguei o zíper da jaqueta dela de novo e tirei, enfiando a mão por baixo da regata e segurando um dos peitos dela, flácidos mas enormes.
— Mmm!!... mmm!!... mmm!!... genro… tira minha camiseta, agora… — minha sogra disse
Ela soltou minha mão da boca, e eu peguei a regata dela. Ela levantou os braços, e eu tirei devagar por cima da cabeça, deixando os peitos dela nus.
Ela se inclinou e começou a beijar meu pau por cima da calça de moletom. A cada roçada dos lábios dela, meu pau endurecia mais e mais. Em Naquele fim de semana, ela nunca me deixou provar os lábios dela nos meus, então tentei de novo. Me aproximando devagar do rosto dela, ela me olhou e disse:
- "Nããão!!... genro, você já sabe, beijos não..."
Aquilo me deixou ainda mais excitado e obcecado em beijá-la e comer a buceta dela, já que ela não tinha deixado naquele fim de semana. Peguei ela pela nuca e pelo queixo e beijei com força, ela resistiu um pouco no começo; mas depois começou a curtir, passando as mãos no meu peito. Soltei os lábios dela e, olhando pra ela, exclamei:
- "Uffa, genrinho... como você beija bem... agora se prepara, porque não vou querer parar mais..."
Ela me beijou de novo, agora mais suave e sem nenhuma pressão da minha parte. Os lábios dela eram tão parecidos com os da minha mulher, finos e macios, a língua se movendo devagar dentro da minha boca.
Minhas mãos massageavam os peitos caídos dela, levantando um pouco e deixando cair, fazendo um som que me excitava.
- "Plap, plap, plap..."
Paramos os beijos e dona Vera abaixou meu moletom, deixando meu pau pular pra fora. Ele bateu no nariz dela. Vera sorriu e, suavemente, pegou ele com uma das mãos, beijando minha glande e passando a língua quente por todo o meu pau.
- "Mmm!!... genro... duro como sempre... é disso que sinto falta no meu Ricardo..." – disse minha sogra.
- "O sogrão já não fica mais duro?" – perguntei.
- "Mmm, ele tem dificuldade às vezes... hehe" – Dona Vera.
Suavemente, ela deslizou a mão até minhas nádegas e começou a passar os dedos por toda a minha racha enquanto enfiava meu pau na boca dela.
- "Gug, gug, gug, gug, gug, aaa!!... genro, que delícia... deixa eu chupar mais antes de você meter..." – Minha sogra.
- "Aham... chupa, sogrinha, mas já vai pensando em me dar essa papaya dessa vez... quero sentir sua buceta no meu pau..." – falei.
Ela me olhou por um segundo e respondeu:
- "Você quer minha buceta, genro... Nããão!! Já me beijou e agora também quer a única coisa que é do meu marido... Cê é louco... mas vou pensar... gug, gug, gug, gug, gug, aaa!!..."
Ela continuou chupando meu pau por vários minutos, até que eu a parei pelos cabelos e disse:
- "Me dá sua... peitos da sogra... vamos comer essas pechonas...
- Mmm!!.. é, eu gostei disso... coloca no meio... - disse Dona Vera tirando meu pau da boca dela -
Ele colocou no meio dos peitos dela e começou a subir e descer os peitos flácidos.
- Aaa!!... aaa!!... mmm!!... mmm!!... - gemeu Dona Vera -
- Ssshhh... sogra, vai acordar minhas mulheres... - falei, tapando a boca dela com a mão -
Continuei comendo os peitos dela, enquanto tapava a boca dela. Meu pau queria mais ação, então falei.
- Então, sogra, meto no cu ou na buceta...?
- Mmm!!... já... te proponho uma coisa... se você me fizer gozar sem usar os dedos, fode minha boceta... - disse Dona Vera -
- É um trato... - falei, me ajoelhando -
Comecei a chupar a buceta dela, minha língua passava por toda a extensão dos lábios vaginais, pegando o clitóris dela com meus lábios e puxando um pouco.
- Ooouuu!!... genro... assim, assim, não para... me dá mais língua... - dizia Dona Vera sussurrando -
- Aaayy!!... maldito genro gostoso; como chupa bem boceta... - Dona Vera -
- Uy, uy, uy, uy, como você mexe bem a língua... mmm!!... sem dúvida, virei sua putinha... genro - Dona Vera -
Eu tava dando um cunnilingus daqueles quando ela me segurou pelos cabelos, enfiando minha cara na boceta dela e disse...
- Já, ayy, já, já, vou gozar... mmmm....
Os fluidos vaginais dela escorreram no meu rosto, não me importei nem por um segundo, então continuei chupando a buceta dela enquanto ela gozava.
- Ayy..!! genro... uuu!!... não fode... você tá me deixando seca... - Dona Vera -
Nunca tinha ouvido minha sogra falar um único palavrão, mas a verdade é que me excitava ouvi-la falando.
- Agora sim, sogrinha, cumpri, então é sua vez de cumprir... - falei -
- Ammmm... siiiim!!... tenho que... Mmmm... pois é, não tem jeito... vou te dar a bucetinha... - Dona Vera -
Ela me deu umas mamadas pra deixar meu pau no ponto, porque tinha perdido um pouco da dureza, e se levantando da cadeira, se colocou de quatro em cima da mesa.
- Mete em mim, genro, antes que eu me arrependa... - Dona Vera -
Me colocando atrás dela, enfiei todo o meu pau a buceta.
- Aaaa!!... uuuuyyy…!! gostosa, gostosa… me dá mais… -Dona Vera-
- Sshhhh, sogra… as mulheres do andar de cima vão acordar… -falei-
Ela pegou na minha mão e colocou na boca dela. Meu pau penetrava ela devagar e eu sentia finalmente a buceta dela em volta dele. Ela gemia, mas minha mão abafava todo o som da boca dela.
- Ummmmgg… mgmggm… -dizia Dona Vera-
Com a mão que tava livre, peguei um dos peitos dela e apertei com força. De repente, ela pegou na minha mão que tava na boca dela, tirou e disse…
- Vamos pro banheiro e abre o chuveiro, genro… não gosto de não poder gemer… à vontade…
Tirei meu pau da buceta dela e fomos pro banheiro do térreo, abri o chuveiro e, se segurando na pia, Dona Vera se posicionou de quatro, mas em pé. Meti nela com força de novo.
- Aaaaaa!!... assim… papai… assim… come a puta da sua sogra…
- Mmm!!... me dá pica, genrinho… me dá mais… enfia o pau na sua putinha… -dizia Dona Vera-
Enquanto meu pau penetrava ela com mais força, minhas mãos pegavam nos peitos dela apertando forte.
- Ou, ou, ou, ou, ou, ou, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, sim, papai… ui, ui, ui, ui, mais, mais, duro, duro… -Dona Vera-
- Sogra… que gostosa que você rebola… uuu!!... tá uma delícia essa sua buceta… -falei-
- Uyy!!... genro… você tá me dando a foda da minha vida… seu sogro tem maior e mais grossa, mas não reboca como você…. Aaa!!... não para… por favor… -Dona Vera-
Assim continuamos por muitos minutos, até que, cansado das investidas, falei.
- Sogrinha, agora é no cu…
Tirei o pau e coloquei várias toalhas no chão do banheiro. Ela se deitou e levantou as pernas. Dobrei ela um pouco pra facilitar a entrada do meu pau no cu dela, peguei meu pau com a mão esquerda e apontei pro cu dela. Ela tirou minha mão e pegou ela mesma, guiando toda a penetração.
- Mmmm!!... devagar, papai… devagar… você sabe que dói no começo… -Dona Vera-
- Aham… sogra… calma… -falei-
A mão dela apertava meu pau a cada milímetro que este se afundava na bunda dela, enquanto com a outra mão ela segurava as próprias pernas pelas panturrilhas. Meu pau depois de uns momentos conseguiu entrar por completo no cu apertado e quase novo dela…
- Aa!!... genro!!... que gostoso… só você esteve dentro desse buraco… -Dona Vera-
- Mmm… sogra, sua bunda é apertada… ooo!!... que gostoso… ela tem -falei-
Devagar comecei a bombar a bunda dela, ela segurou as pernas com as mãos e abriu um pouco pra deixar eu entrar no meio, peguei de novo os peitos dela com as mãos e enquanto enfiava o pau na bunda dela, chupava os bicos com a boca.
- Aaay!!... genro… filho da puta… você é um filho da puta… mmm!!... me come gostoso… me dá uma fodida que dure até a próxima… -Dona Vera-
- Então quer mais, sogrinha… -falei-
- Mmmju… quero que você continue metendo o pau quando quiser… e der… -Dona Vera-
As enfiadas na bunda dela cada vez eram mais fortes e ritmadas. Fazendo a buceta dela se inundar de novo com os líquidos femininos dela.
- Aaaaa!!... pelo amor de deus!!... já, já… ufff… gozei de novo… genro… mmmm!!... –Dona Vera-
Ela tremia dos pés à cabeça enquanto eu não parava nem quando ela pedia, sabia que não tinha muito tempo, já que Ana ou a menina iam acordar a qualquer hora…
- Já, já… genro termina… quero meu leite… já… mmm!!... caralho… que gostoso você me come… filho da puta… -Dona Vera-
- Mmm, gosta, sogra… gosta do meu pau… -falei-
- Adoro, papai… adoro… -Dona Vera-
Meti o pau no cu dela por mais alguns minutos até deixar um pouco de porra dentro da bunda dela pra tirar violentamente do cu dela, terminando de soltar minha carga de filhotes nos peitos e no pescoço dela… as sacudidas eram violentas assim como meus gemidos.
- Aaa!!... sogra… que cu gostoso… uuu!!... toma seu leite…. Sogra putona… -eu falava-
- Aammm!!... me dá mais, mais leite… -Dona Vera falava, enquanto semicerrava os olhos –
Finalmente terminei de encher ela de porra por todos os peitos dela, levantei e ajudei ela a se levantar, como a O chuveiro estava aberto, rapidamente tomamos um banho e saímos pra pegar nossas roupas que tinham ficado na cozinha. Ainda estávamos nos vestindo às pressas quando ouvi a voz da Anabel, minha mulher, dizendo:
— Ma… me ajuda, quero ir ao banheiro…
Minha sogra me deu um beijo suave nos lábios e disse:
— O dever me chama… genro safado… que gostosa você me pegou… a gente se vê amanhã…
Ela subiu as escadas, eu fiquei lavando os pratos e as mamadeiras…
Fim…
Por causa disso, minha sogra se mudou pra nossa casa pra ajudar a filha na recuperação. Eu cuidava da casa e ajudava com a bebê, então acabava exausto. Várias vezes minha sogra dava em cima de mim, esfregando as tetonas ou a bunda.
Um desses dias, depois de dar banho na minha filha e entregar pra Anabel mamar, desci pra cozinha pra preparar um macarrão pro jantar. Minha sogra desceu atrás de mim e falou:
- Uff, finalmente dormiram - se referindo à minha esposa e à neta.
- É, sogra... vamos descansar um pouco - falei.
- O que cê tá fazendo, genro? - disse Vera, chegando perto e colando os peitos nas minhas costas.
- Sogra!!... não gruda tanto não, senão eu não me seguro... olha que tô na quarentena... - falei.
Minha sogra sorriu e sentou na mesa da copa. Pedi pra ela me passar o pote de molho do macarrão que tava no armário. Ela levantou e eu olhei, notei que tinha perdido peso desde aquele fim de semana.
- Olha só... sogrinha... tá ficando mais gostosa... - falei.
- Kkk, besta... - respondeu.
- Tá fazendo o quê, dieta ou algo assim? - falei.
- Não... tô tomando uns shakes que minha tia recomendou - disse.
Aquilo funcionou, porque minha sogra chegou perto com o pote de molho e falou baixinho:
- Quer transar... genro... quer desabafar... um pouco?
Dona Vera tava vestida com uma calça de moletom branca e uma regata. Então peguei o zíper da jaqueta dela e desci até soltar. Abri a jaqueta e, devagar, peguei os peitos caídos dela com as mãos.
- Mmm!!... genro... isso quer dizer que sim... - disse Vera.
As mãos dela pegaram no meu pau e começaram a esfregar por cima da calça. Tirei a jaqueta dela, deixando só de regata. Minhas mãos ficavam loucas percorrendo os peitos dela todos. corpo. Ela continuou esfregando meu pau devagar; meu pau endurecia a cada passada das mãos dela. Ela pegou o elástico da calça de moletom e enfiou uma das mãos, pegando meu pau pelado, já que eu não tava de cueca.
— Mmm!!... genro, que gostoso… tinha esquecido como você é bom… — minha sogra
— E a senhora tá mais gostosa ainda, que da última vez, sogrinha… — falei
De repente, a voz da Anabel apareceu no monitor do bebê.
— Mãe, traz meus remédios, por favor… — minha esposa disse
Nós dois nos afastamos, e minha sogra vestiu rápido a jaqueta da calça de moletom e subiu as escadas correndo. Eu terminei de fazer o macarrão e deixei esfriar um pouco. Minha sogra demorou pra descer, então me servi um prato de macarrão pra jantar. Depois de um tempo sentado comendo, Dona Vera desceu as escadas e sentou na minha frente.
— Ufff… que susto… — ela disse, segurando o peito
— Mmm… é, mas fazer o que, isso é coisa de gente safada, sogrinha… — falei
Ela me olhou e pediu pra eu dar um pouco do macarrão, queria provar como tinha ficado. Enrolei um pouco da comida no garfo e dei na boca dela. Ela engoliu e disse:
— Mmm… genro… tá uma delícia…
Notei que um pouco de molho tinha escorrido pelo canto da boca dela, então peguei meu guardanapo e limpei. Aquele gesto teve efeito de novo. Dona Vera pegou minha mão e começou a chupar meus dedos.
— Somos safados por natureza, genro… — minha sogra disse
— É, acho que sim… — falei
Levantei da cadeira, deixando ela continuar chupando meus dedos. Peguei o zíper da jaqueta dela de novo e tirei, enfiando a mão por baixo da regata e segurando um dos peitos dela, flácidos mas enormes.
— Mmm!!... mmm!!... mmm!!... genro… tira minha camiseta, agora… — minha sogra disse
Ela soltou minha mão da boca, e eu peguei a regata dela. Ela levantou os braços, e eu tirei devagar por cima da cabeça, deixando os peitos dela nus.
Ela se inclinou e começou a beijar meu pau por cima da calça de moletom. A cada roçada dos lábios dela, meu pau endurecia mais e mais. Em Naquele fim de semana, ela nunca me deixou provar os lábios dela nos meus, então tentei de novo. Me aproximando devagar do rosto dela, ela me olhou e disse:
- "Nããão!!... genro, você já sabe, beijos não..."
Aquilo me deixou ainda mais excitado e obcecado em beijá-la e comer a buceta dela, já que ela não tinha deixado naquele fim de semana. Peguei ela pela nuca e pelo queixo e beijei com força, ela resistiu um pouco no começo; mas depois começou a curtir, passando as mãos no meu peito. Soltei os lábios dela e, olhando pra ela, exclamei:
- "Uffa, genrinho... como você beija bem... agora se prepara, porque não vou querer parar mais..."
Ela me beijou de novo, agora mais suave e sem nenhuma pressão da minha parte. Os lábios dela eram tão parecidos com os da minha mulher, finos e macios, a língua se movendo devagar dentro da minha boca.
Minhas mãos massageavam os peitos caídos dela, levantando um pouco e deixando cair, fazendo um som que me excitava.
- "Plap, plap, plap..."
Paramos os beijos e dona Vera abaixou meu moletom, deixando meu pau pular pra fora. Ele bateu no nariz dela. Vera sorriu e, suavemente, pegou ele com uma das mãos, beijando minha glande e passando a língua quente por todo o meu pau.
- "Mmm!!... genro... duro como sempre... é disso que sinto falta no meu Ricardo..." – disse minha sogra.
- "O sogrão já não fica mais duro?" – perguntei.
- "Mmm, ele tem dificuldade às vezes... hehe" – Dona Vera.
Suavemente, ela deslizou a mão até minhas nádegas e começou a passar os dedos por toda a minha racha enquanto enfiava meu pau na boca dela.
- "Gug, gug, gug, gug, gug, aaa!!... genro, que delícia... deixa eu chupar mais antes de você meter..." – Minha sogra.
- "Aham... chupa, sogrinha, mas já vai pensando em me dar essa papaya dessa vez... quero sentir sua buceta no meu pau..." – falei.
Ela me olhou por um segundo e respondeu:
- "Você quer minha buceta, genro... Nããão!! Já me beijou e agora também quer a única coisa que é do meu marido... Cê é louco... mas vou pensar... gug, gug, gug, gug, gug, aaa!!..."
Ela continuou chupando meu pau por vários minutos, até que eu a parei pelos cabelos e disse:
- "Me dá sua... peitos da sogra... vamos comer essas pechonas...
- Mmm!!.. é, eu gostei disso... coloca no meio... - disse Dona Vera tirando meu pau da boca dela -
Ele colocou no meio dos peitos dela e começou a subir e descer os peitos flácidos.
- Aaa!!... aaa!!... mmm!!... mmm!!... - gemeu Dona Vera -
- Ssshhh... sogra, vai acordar minhas mulheres... - falei, tapando a boca dela com a mão -
Continuei comendo os peitos dela, enquanto tapava a boca dela. Meu pau queria mais ação, então falei.
- Então, sogra, meto no cu ou na buceta...?
- Mmm!!... já... te proponho uma coisa... se você me fizer gozar sem usar os dedos, fode minha boceta... - disse Dona Vera -
- É um trato... - falei, me ajoelhando -
Comecei a chupar a buceta dela, minha língua passava por toda a extensão dos lábios vaginais, pegando o clitóris dela com meus lábios e puxando um pouco.
- Ooouuu!!... genro... assim, assim, não para... me dá mais língua... - dizia Dona Vera sussurrando -
- Aaayy!!... maldito genro gostoso; como chupa bem boceta... - Dona Vera -
- Uy, uy, uy, uy, como você mexe bem a língua... mmm!!... sem dúvida, virei sua putinha... genro - Dona Vera -
Eu tava dando um cunnilingus daqueles quando ela me segurou pelos cabelos, enfiando minha cara na boceta dela e disse...
- Já, ayy, já, já, vou gozar... mmmm....
Os fluidos vaginais dela escorreram no meu rosto, não me importei nem por um segundo, então continuei chupando a buceta dela enquanto ela gozava.
- Ayy..!! genro... uuu!!... não fode... você tá me deixando seca... - Dona Vera -
Nunca tinha ouvido minha sogra falar um único palavrão, mas a verdade é que me excitava ouvi-la falando.
- Agora sim, sogrinha, cumpri, então é sua vez de cumprir... - falei -
- Ammmm... siiiim!!... tenho que... Mmmm... pois é, não tem jeito... vou te dar a bucetinha... - Dona Vera -
Ela me deu umas mamadas pra deixar meu pau no ponto, porque tinha perdido um pouco da dureza, e se levantando da cadeira, se colocou de quatro em cima da mesa.
- Mete em mim, genro, antes que eu me arrependa... - Dona Vera -
Me colocando atrás dela, enfiei todo o meu pau a buceta.
- Aaaa!!... uuuuyyy…!! gostosa, gostosa… me dá mais… -Dona Vera-
- Sshhhh, sogra… as mulheres do andar de cima vão acordar… -falei-
Ela pegou na minha mão e colocou na boca dela. Meu pau penetrava ela devagar e eu sentia finalmente a buceta dela em volta dele. Ela gemia, mas minha mão abafava todo o som da boca dela.
- Ummmmgg… mgmggm… -dizia Dona Vera-
Com a mão que tava livre, peguei um dos peitos dela e apertei com força. De repente, ela pegou na minha mão que tava na boca dela, tirou e disse…
- Vamos pro banheiro e abre o chuveiro, genro… não gosto de não poder gemer… à vontade…
Tirei meu pau da buceta dela e fomos pro banheiro do térreo, abri o chuveiro e, se segurando na pia, Dona Vera se posicionou de quatro, mas em pé. Meti nela com força de novo.
- Aaaaaa!!... assim… papai… assim… come a puta da sua sogra…
- Mmm!!... me dá pica, genrinho… me dá mais… enfia o pau na sua putinha… -dizia Dona Vera-
Enquanto meu pau penetrava ela com mais força, minhas mãos pegavam nos peitos dela apertando forte.
- Ou, ou, ou, ou, ou, ou, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, sim, papai… ui, ui, ui, ui, mais, mais, duro, duro… -Dona Vera-
- Sogra… que gostosa que você rebola… uuu!!... tá uma delícia essa sua buceta… -falei-
- Uyy!!... genro… você tá me dando a foda da minha vida… seu sogro tem maior e mais grossa, mas não reboca como você…. Aaa!!... não para… por favor… -Dona Vera-
Assim continuamos por muitos minutos, até que, cansado das investidas, falei.
- Sogrinha, agora é no cu…
Tirei o pau e coloquei várias toalhas no chão do banheiro. Ela se deitou e levantou as pernas. Dobrei ela um pouco pra facilitar a entrada do meu pau no cu dela, peguei meu pau com a mão esquerda e apontei pro cu dela. Ela tirou minha mão e pegou ela mesma, guiando toda a penetração.
- Mmmm!!... devagar, papai… devagar… você sabe que dói no começo… -Dona Vera-
- Aham… sogra… calma… -falei-
A mão dela apertava meu pau a cada milímetro que este se afundava na bunda dela, enquanto com a outra mão ela segurava as próprias pernas pelas panturrilhas. Meu pau depois de uns momentos conseguiu entrar por completo no cu apertado e quase novo dela…
- Aa!!... genro!!... que gostoso… só você esteve dentro desse buraco… -Dona Vera-
- Mmm… sogra, sua bunda é apertada… ooo!!... que gostoso… ela tem -falei-
Devagar comecei a bombar a bunda dela, ela segurou as pernas com as mãos e abriu um pouco pra deixar eu entrar no meio, peguei de novo os peitos dela com as mãos e enquanto enfiava o pau na bunda dela, chupava os bicos com a boca.
- Aaay!!... genro… filho da puta… você é um filho da puta… mmm!!... me come gostoso… me dá uma fodida que dure até a próxima… -Dona Vera-
- Então quer mais, sogrinha… -falei-
- Mmmju… quero que você continue metendo o pau quando quiser… e der… -Dona Vera-
As enfiadas na bunda dela cada vez eram mais fortes e ritmadas. Fazendo a buceta dela se inundar de novo com os líquidos femininos dela.
- Aaaaa!!... pelo amor de deus!!... já, já… ufff… gozei de novo… genro… mmmm!!... –Dona Vera-
Ela tremia dos pés à cabeça enquanto eu não parava nem quando ela pedia, sabia que não tinha muito tempo, já que Ana ou a menina iam acordar a qualquer hora…
- Já, já… genro termina… quero meu leite… já… mmm!!... caralho… que gostoso você me come… filho da puta… -Dona Vera-
- Mmm, gosta, sogra… gosta do meu pau… -falei-
- Adoro, papai… adoro… -Dona Vera-
Meti o pau no cu dela por mais alguns minutos até deixar um pouco de porra dentro da bunda dela pra tirar violentamente do cu dela, terminando de soltar minha carga de filhotes nos peitos e no pescoço dela… as sacudidas eram violentas assim como meus gemidos.
- Aaa!!... sogra… que cu gostoso… uuu!!... toma seu leite…. Sogra putona… -eu falava-
- Aammm!!... me dá mais, mais leite… -Dona Vera falava, enquanto semicerrava os olhos –
Finalmente terminei de encher ela de porra por todos os peitos dela, levantei e ajudei ela a se levantar, como a O chuveiro estava aberto, rapidamente tomamos um banho e saímos pra pegar nossas roupas que tinham ficado na cozinha. Ainda estávamos nos vestindo às pressas quando ouvi a voz da Anabel, minha mulher, dizendo:
— Ma… me ajuda, quero ir ao banheiro…
Minha sogra me deu um beijo suave nos lábios e disse:
— O dever me chama… genro safado… que gostosa você me pegou… a gente se vê amanhã…
Ela subiu as escadas, eu fiquei lavando os pratos e as mamadeiras…
Fim…
1 comentários - La Cuarentena… Doña Vera.