Olá!!! Obrigada a todos que leram, comentaram e deram pontos no meu primeiro post. Hoje trago outra história bem quente.
Depois daquele encontro caliente com o Manuel, o relações públicas da empresa de publicidade onde trabalho, fiquei encantada com a pica dele e o jeito que ele usava, e ele ficou louco por mim, tanto que insistia pra gente repetir o momento. Eu enrolei um pouco, embora morresse de vontade de dar mais uma vez com ele.
Um dia (duas semanas depois daquela tarde), aceitei o convite dele pra ir no apartamento dele em Ramos Mejía. Então, antes de sair da empresa, o Manu teve que resolver umas coisas do trabalho, e eu esperei ele sentada no hall. Tava com uma regata branca quase transparente, amarrada com um nó pra mostrar minha barriguinha, e uma jeans justa gasta e tênis branco. Tava com o cabelo solto e, como tinha acabado de sair de uma produção de fotos, tava muito gata, produzida pra matar.
Tava trocando mensagem com minha mãe avisando que chegava um pouco mais tarde em casa, quando aparece o Diego, o filho do Manuel. Um moleque de 18 anos, muito gostoso, lindo e desenrolado. Eu sabia que o Diego tinha uma quedinha por mim há um tempo, embora nunca tivesse me falado. Quando ele me viu, a gente tava sozinho e ele sentiu que era a chance dele, então sentou do meu lado e a gente começou a conversar. Até que ele criou coragem e disse:
— Fiore, você é realmente linda, e sempre gostei de você. Um dia vou poder te chamar pra sair?
A verdade é que não me surpreendi com a declaração dele, mas, mesmo o moleque não sendo feio, o fato de ser mais novo que eu me broxava muito. Além da idade (tenho sobrinhos até de 19 anos e a verdade é que dá vergonha ficar com alguém da idade deles), então falei:
— Obrigada, Diego, você é muito doce, mas a verdade é que tô esperando alguém.
— Ah, já devia ter imaginado. Uma mina tão linda como você não deve estar sozinha, me desculpa — ele disse. Nisso, o Manu sai e vê o filho sentado do meu lado. Eles se cumprimentam, o Diego dá umas chaves pro pai e vai embora. O Manuel me perguntou qual era a dele. Meu filho e eu, falei que nada, tava só batendo papo. Aí saímos da empresa e subimos no carro dele, um Volkswagen Voyage muito bonito, até chegarmos no apê dele em Ramos. Já fomos nos pegando no elevador, até entrar no apê, bem confortável, um dois cômodos bem tranquilo. Tomamos algo e fui no banheiro primeiro, arrumei um pouco o cabelo e saí. Na porta do banheiro, ele estava, me pega pela cintura e me dá um beijo bem profundo, com muita língua. Depois ele fala:
— Fica à vontade que já saio, Fio.
Eu entrei no quarto dele, muito bonito, meio bagunçado e com uma cama box que parecia bem confortável. Aproveitei e me despi, fiquei só de calcinha e sutiã, um conjunto de lingerie preta, e subi na cama, deitada esperando por ele. Quando Manuel entra e me vê, um sorriso se desenha no rosto dele, ele morde o lábio inferior e diz:
— Aaahhh, então é tudo isso que vou comer? Fiore, você é demais...
Eu, rindo, me aproximo do pé da cama, assim como ele, e nos encontramos num beijo muito apaixonado. Com uma mão, eu pego no volume dele, que já tava duro. Abaixo a cabeça, fico na frente do volume dele, baixo a calça e descubro o pauzão dele já pronto. Fiquei com água na boca, e ele dizia:
— Vai, gata, chupa ele que não aguento mais.
Eu obedeci e coloquei na boca, comecei o boquete. Ele em pé no chão e eu em cima da cama, de quatro, chupando o pau dele. Batia uma punheta com uma mão, com a outra tocava as bolas dele. Engolia até onde dava, de vez em quando tirava e passava a língua por todo o comprimento do pau, cuspia nele. Tava entregue praquele pau. Enquanto isso, ele gozava, gemia, acariciava minhas costas e repetia:
— Aaaiii sim, gata, assim, vai, bebê, que delícia!
Isso me excitava ainda mais a continuar. Depois, minha boca pediu um descanso, então me levantei, fiquei de joelhos, tirei o sutiã, e Manu tirou a camiseta e a calça sem parar de me olhar nos olhos de um jeito lascivo. Já pelado, subiu na cama. e se joga nos meus peitos muito excitado, chupando eles com muita vontade, e com as mãos ele acariciava minhas costas e minha bunda. Aí eu empurro ele, jogando ele na cama de barriga pra cima, subo em cima dele e falo:
— Hoje vou fazer você se sentir o homem mais sortudo do mundo — ele, de boca aberta e cara de admiração, só me olha. Pego meus peitos e ofereço pra ele aproveitar o quanto quiser, ele, como um desesperado, chupava um peito e com a mão amassava o outro, assim nos dois peitos, eu curtia e segurava a cabeça dele com força, apertando contra meus peitos. Depois, vou beijando ele pelo torso até chegar no pau dele, sempre olhando nos olhos dele, pego o pau dele e chupo de novo, com muita intensidade e muita saliva, com o pau dele na minha boca eu olhava pra ele e ele gozava como ninguém. Num momento, batendo uma pra ele com uma mão, falo:
— Tá gostando?
— Siimm gata, tô adorando!! Continua assim, sua puta, ninguém nunca chupou assim! — chupei ele mais um pouco e depois, com meus peitos, fiz uma masturbação (o tal do "boobs fuck"), olhando pra ele, enquanto Manu, todo molhado de êxtase e prazer, gemia bem alto. Chupei ele mais um pouco até que ele me joga de barriga pra cima pra eu tirar a calcinha fio dental, fazendo isso ele fala:
— Hoje você vai me dar essa bunda pequenininha, meu amor?
— Mmmm, se você se comportar comigo, pode ser — respondo enquanto abro minhas pernas (eu já tinha experiência com sexo anal e, verdade seja dita, eu gosto), ele pega o pau dele e enfia na minha buceta, ao sentir o pau entrando em mim, um prazer imenso percorria meu corpo, fazendo eu me contorcer. Assim começa o "vai-e-vem", primeiro devagar e depois aumentando a intensidade, aquele pau tava me dando um puta prazer, fazendo meus gemidos ficarem mais altos e, com as mãos, eu acariciava e arranhava o peito dele, Manu me segurando pela cintura fazia as estocadas mais rápidas, fazendo meus peitos balançarem no ritmo, de vez em quando apertava meus peitos com as mãos e beijava meu pescoço e orelha, o que Me fazia voar de prazer. Depois ela se estica de novo na cama, e eu subo em cima, pego o pau dela com minhas mãos e enfio na minha pussy, então começo minha cavalgada em cima do pau dela, aproveitando, mexo nos meus peitos, puxo meu cabelo balançando meus quadris, ele passava as mãos por todo meu corpo, desde meus peitos, passando pela minha barriga, minha cintura, minhas costas até chegar na minha bunda, onde parou apertando com as duas mãos guiando a velocidade da cavalgada, dava pra ouvir o barulho brusco dos lençóis com o colchão, então me jogando nele, meus peitos esfregavam no peito dele enquanto nos beijávamos de novo, depois me levanto sem parar de me mexer com o pau dele dentro, meus gemidos viram gritos enquanto ele fica deitado de braços abertos, só curtindo e admirando meus movimentos. Quando paro, tiro o pau dele e ele me diz:
— E aí, Fiore? vai me dar a Booty? — eu com um sorriso pego o pau dele e chupo de novo assim mesmo, encho de saliva, Manu fecha os olhos com força com as mãos atrás da cabeça, gozando muito. Então olho pra ele e falo:
— A verdade é que você merece um presente por ter sido tão bom comigo... — Fico de quatro, de costas pra ele, com minha tiny ass empinada olhando pra ele. Manu segura a cabeça e diz:
— Não é possível ter essa bunda, girl, nem na melhor das minhas fantasias imaginei algo assim. — Com as duas mãos acaricia minha Booty, abrindo pra cuspir nela, babava os dedos pra passar na minha Booty lubrificando, eu já tava com uma sensação de prazer incrível e só queria ter o pau dele na minha Booty já! Depois ele pega o pau dele, cuspe um pouco e enterra só a cabeça do pau. Quando senti entrar na minha Booty, me deu uma dor intensa que fez eu gritar forte e falar:
— Ai ai ai!! não não não, para que tá doendo!! — Manu me olha e diz:
— Não vai me pedir isso agora, desde que te conheço sonho com esse momento, sempre te olhando usando essas leggings coladas pras fotos, ou aqueles shorts Bem curtinhos que marcam toda a raba e aqueles jeans que fazem parecer que a bunda vai explodir, agora você é minha e não vou deixar isso passar. Ele vai enfiando devagar, enquanto eu apertava os dentes e os lençóis de dor.
— Puufff, gata, a imagem da sua buceta engolindo meu pau é fantástica, você é muito apertada, meu amor, já vai se acostumar e vai curtir — ele dizia com as mãos agarrando minha raba. Assim ele começou a meter devagar, eu podia sentir como minha bunda apertava o pauzão dele, aos poucos fui me acostumando com o pau dele e a dor foi virando prazer. Depois de uns minutos, a velocidade das metidas foi aumentando até ele tirar o pau quase todo e enfiar de uma vez, fazendo eu soltar uns gritos bem altos, me contorcendo toda. Num momento, sem tirar o pau, ele me levantou de costas para ele, que com uma mão amassava meus peitos e com a outra me tocava o clitóris, que já estava molhado há um tempão, e me beijava o pescoço, e continuava metendo forte até que minhas pernas não aguentaram mais e eu me joguei na cama, cansada mas querendo mais. Então Manuel me diz:
— Você gosta que eu arrebente sua bunda, Fiore?
— Sim, gosto — falo com a voz bem ofegante.
— Então me pede — ele fala.
— Arrebenta minha bunda, Manuel, não me deixa assim! — falo, sempre com a cabeça apoiada no estrado. E enquanto ele colocava um travesseiro na minha pélvis, deixando minha raba bem empinada e entregue a ele, ele dizia:
— Que putinha gostosa que eu tenho, você é minha putinha?
— Sou sua putinha, papai — falo já olhando para ele e com as poucas forças que me restavam, mexia minha bunda de um lado para o outro.
— Tá bom, putinha, é assim que se arrebenta a bunda de vadias como você! — Ele abre minha bunda e enfia de novo de uma vez e com força, eu mordo os lençóis e ele começa a comer meu cu com intensidade, eu com as pernas esticadas e juntas, ele por cima de mim todo suado, me tinha totalmente entregue aos desejos dele. Depois de vários minutos, já dá para ouvir ele bem ofegante, perto de gozar. apertando os lençóis, gritando que nem uma louca, sinto ele tirar o pau, deixando só a pontinha dentro, e solta todo o leite bem quentinho na minha bunda, soltando um gemido forte de prazer. Aí ele tira, me dá um tapa na bunda e se joga do meu lado, de barriga pra cima, exausto e ofegante. Eu olho pra ele, também muito, mas muito cansada e ofegante, e ele me diz:
— Juro que nunca comi uma bunda igual a sua, nem uma mina como você, você é incrível, tão gostosa e tão puta, me fez dar a melhor foda da minha vida...
Eu sorrio pra ele, a gente se beija. Depois tomo banho, me visto, arrumo o cabelo e a gente sai. Ele me leva até minha casa em Liniers, e antes de a gente se despedir, ele pergunta:
— Do que vocês estavam falando com meu filho hoje?
— Hehehe! Ele quis se adiantar, tá apaixonado por mim — falo sorrindo.
— E o que você disse pra ele? — pergunta o Manu.
— Que eu tava com alguém... — respondo.
— Tá certo, o Dieguito ainda não tá preparado pra comer um tesão desse, tem que aprender, hehe...
A gente se beija e eu desço do carro. No resto do dia, só lembrava do momento incrível de sexo anal que tive com meu amigo no apartamento dele, esperando que se repita...
Depois daquele encontro caliente com o Manuel, o relações públicas da empresa de publicidade onde trabalho, fiquei encantada com a pica dele e o jeito que ele usava, e ele ficou louco por mim, tanto que insistia pra gente repetir o momento. Eu enrolei um pouco, embora morresse de vontade de dar mais uma vez com ele.
Um dia (duas semanas depois daquela tarde), aceitei o convite dele pra ir no apartamento dele em Ramos Mejía. Então, antes de sair da empresa, o Manu teve que resolver umas coisas do trabalho, e eu esperei ele sentada no hall. Tava com uma regata branca quase transparente, amarrada com um nó pra mostrar minha barriguinha, e uma jeans justa gasta e tênis branco. Tava com o cabelo solto e, como tinha acabado de sair de uma produção de fotos, tava muito gata, produzida pra matar.
Tava trocando mensagem com minha mãe avisando que chegava um pouco mais tarde em casa, quando aparece o Diego, o filho do Manuel. Um moleque de 18 anos, muito gostoso, lindo e desenrolado. Eu sabia que o Diego tinha uma quedinha por mim há um tempo, embora nunca tivesse me falado. Quando ele me viu, a gente tava sozinho e ele sentiu que era a chance dele, então sentou do meu lado e a gente começou a conversar. Até que ele criou coragem e disse:
— Fiore, você é realmente linda, e sempre gostei de você. Um dia vou poder te chamar pra sair?
A verdade é que não me surpreendi com a declaração dele, mas, mesmo o moleque não sendo feio, o fato de ser mais novo que eu me broxava muito. Além da idade (tenho sobrinhos até de 19 anos e a verdade é que dá vergonha ficar com alguém da idade deles), então falei:
— Obrigada, Diego, você é muito doce, mas a verdade é que tô esperando alguém.
— Ah, já devia ter imaginado. Uma mina tão linda como você não deve estar sozinha, me desculpa — ele disse. Nisso, o Manu sai e vê o filho sentado do meu lado. Eles se cumprimentam, o Diego dá umas chaves pro pai e vai embora. O Manuel me perguntou qual era a dele. Meu filho e eu, falei que nada, tava só batendo papo. Aí saímos da empresa e subimos no carro dele, um Volkswagen Voyage muito bonito, até chegarmos no apê dele em Ramos. Já fomos nos pegando no elevador, até entrar no apê, bem confortável, um dois cômodos bem tranquilo. Tomamos algo e fui no banheiro primeiro, arrumei um pouco o cabelo e saí. Na porta do banheiro, ele estava, me pega pela cintura e me dá um beijo bem profundo, com muita língua. Depois ele fala:
— Fica à vontade que já saio, Fio.
Eu entrei no quarto dele, muito bonito, meio bagunçado e com uma cama box que parecia bem confortável. Aproveitei e me despi, fiquei só de calcinha e sutiã, um conjunto de lingerie preta, e subi na cama, deitada esperando por ele. Quando Manuel entra e me vê, um sorriso se desenha no rosto dele, ele morde o lábio inferior e diz:
— Aaahhh, então é tudo isso que vou comer? Fiore, você é demais...
Eu, rindo, me aproximo do pé da cama, assim como ele, e nos encontramos num beijo muito apaixonado. Com uma mão, eu pego no volume dele, que já tava duro. Abaixo a cabeça, fico na frente do volume dele, baixo a calça e descubro o pauzão dele já pronto. Fiquei com água na boca, e ele dizia:
— Vai, gata, chupa ele que não aguento mais.
Eu obedeci e coloquei na boca, comecei o boquete. Ele em pé no chão e eu em cima da cama, de quatro, chupando o pau dele. Batia uma punheta com uma mão, com a outra tocava as bolas dele. Engolia até onde dava, de vez em quando tirava e passava a língua por todo o comprimento do pau, cuspia nele. Tava entregue praquele pau. Enquanto isso, ele gozava, gemia, acariciava minhas costas e repetia:
— Aaaiii sim, gata, assim, vai, bebê, que delícia!
Isso me excitava ainda mais a continuar. Depois, minha boca pediu um descanso, então me levantei, fiquei de joelhos, tirei o sutiã, e Manu tirou a camiseta e a calça sem parar de me olhar nos olhos de um jeito lascivo. Já pelado, subiu na cama. e se joga nos meus peitos muito excitado, chupando eles com muita vontade, e com as mãos ele acariciava minhas costas e minha bunda. Aí eu empurro ele, jogando ele na cama de barriga pra cima, subo em cima dele e falo:
— Hoje vou fazer você se sentir o homem mais sortudo do mundo — ele, de boca aberta e cara de admiração, só me olha. Pego meus peitos e ofereço pra ele aproveitar o quanto quiser, ele, como um desesperado, chupava um peito e com a mão amassava o outro, assim nos dois peitos, eu curtia e segurava a cabeça dele com força, apertando contra meus peitos. Depois, vou beijando ele pelo torso até chegar no pau dele, sempre olhando nos olhos dele, pego o pau dele e chupo de novo, com muita intensidade e muita saliva, com o pau dele na minha boca eu olhava pra ele e ele gozava como ninguém. Num momento, batendo uma pra ele com uma mão, falo:
— Tá gostando?
— Siimm gata, tô adorando!! Continua assim, sua puta, ninguém nunca chupou assim! — chupei ele mais um pouco e depois, com meus peitos, fiz uma masturbação (o tal do "boobs fuck"), olhando pra ele, enquanto Manu, todo molhado de êxtase e prazer, gemia bem alto. Chupei ele mais um pouco até que ele me joga de barriga pra cima pra eu tirar a calcinha fio dental, fazendo isso ele fala:
— Hoje você vai me dar essa bunda pequenininha, meu amor?
— Mmmm, se você se comportar comigo, pode ser — respondo enquanto abro minhas pernas (eu já tinha experiência com sexo anal e, verdade seja dita, eu gosto), ele pega o pau dele e enfia na minha buceta, ao sentir o pau entrando em mim, um prazer imenso percorria meu corpo, fazendo eu me contorcer. Assim começa o "vai-e-vem", primeiro devagar e depois aumentando a intensidade, aquele pau tava me dando um puta prazer, fazendo meus gemidos ficarem mais altos e, com as mãos, eu acariciava e arranhava o peito dele, Manu me segurando pela cintura fazia as estocadas mais rápidas, fazendo meus peitos balançarem no ritmo, de vez em quando apertava meus peitos com as mãos e beijava meu pescoço e orelha, o que Me fazia voar de prazer. Depois ela se estica de novo na cama, e eu subo em cima, pego o pau dela com minhas mãos e enfio na minha pussy, então começo minha cavalgada em cima do pau dela, aproveitando, mexo nos meus peitos, puxo meu cabelo balançando meus quadris, ele passava as mãos por todo meu corpo, desde meus peitos, passando pela minha barriga, minha cintura, minhas costas até chegar na minha bunda, onde parou apertando com as duas mãos guiando a velocidade da cavalgada, dava pra ouvir o barulho brusco dos lençóis com o colchão, então me jogando nele, meus peitos esfregavam no peito dele enquanto nos beijávamos de novo, depois me levanto sem parar de me mexer com o pau dele dentro, meus gemidos viram gritos enquanto ele fica deitado de braços abertos, só curtindo e admirando meus movimentos. Quando paro, tiro o pau dele e ele me diz:
— E aí, Fiore? vai me dar a Booty? — eu com um sorriso pego o pau dele e chupo de novo assim mesmo, encho de saliva, Manu fecha os olhos com força com as mãos atrás da cabeça, gozando muito. Então olho pra ele e falo:
— A verdade é que você merece um presente por ter sido tão bom comigo... — Fico de quatro, de costas pra ele, com minha tiny ass empinada olhando pra ele. Manu segura a cabeça e diz:
— Não é possível ter essa bunda, girl, nem na melhor das minhas fantasias imaginei algo assim. — Com as duas mãos acaricia minha Booty, abrindo pra cuspir nela, babava os dedos pra passar na minha Booty lubrificando, eu já tava com uma sensação de prazer incrível e só queria ter o pau dele na minha Booty já! Depois ele pega o pau dele, cuspe um pouco e enterra só a cabeça do pau. Quando senti entrar na minha Booty, me deu uma dor intensa que fez eu gritar forte e falar:
— Ai ai ai!! não não não, para que tá doendo!! — Manu me olha e diz:
— Não vai me pedir isso agora, desde que te conheço sonho com esse momento, sempre te olhando usando essas leggings coladas pras fotos, ou aqueles shorts Bem curtinhos que marcam toda a raba e aqueles jeans que fazem parecer que a bunda vai explodir, agora você é minha e não vou deixar isso passar. Ele vai enfiando devagar, enquanto eu apertava os dentes e os lençóis de dor.
— Puufff, gata, a imagem da sua buceta engolindo meu pau é fantástica, você é muito apertada, meu amor, já vai se acostumar e vai curtir — ele dizia com as mãos agarrando minha raba. Assim ele começou a meter devagar, eu podia sentir como minha bunda apertava o pauzão dele, aos poucos fui me acostumando com o pau dele e a dor foi virando prazer. Depois de uns minutos, a velocidade das metidas foi aumentando até ele tirar o pau quase todo e enfiar de uma vez, fazendo eu soltar uns gritos bem altos, me contorcendo toda. Num momento, sem tirar o pau, ele me levantou de costas para ele, que com uma mão amassava meus peitos e com a outra me tocava o clitóris, que já estava molhado há um tempão, e me beijava o pescoço, e continuava metendo forte até que minhas pernas não aguentaram mais e eu me joguei na cama, cansada mas querendo mais. Então Manuel me diz:
— Você gosta que eu arrebente sua bunda, Fiore?
— Sim, gosto — falo com a voz bem ofegante.
— Então me pede — ele fala.
— Arrebenta minha bunda, Manuel, não me deixa assim! — falo, sempre com a cabeça apoiada no estrado. E enquanto ele colocava um travesseiro na minha pélvis, deixando minha raba bem empinada e entregue a ele, ele dizia:
— Que putinha gostosa que eu tenho, você é minha putinha?
— Sou sua putinha, papai — falo já olhando para ele e com as poucas forças que me restavam, mexia minha bunda de um lado para o outro.
— Tá bom, putinha, é assim que se arrebenta a bunda de vadias como você! — Ele abre minha bunda e enfia de novo de uma vez e com força, eu mordo os lençóis e ele começa a comer meu cu com intensidade, eu com as pernas esticadas e juntas, ele por cima de mim todo suado, me tinha totalmente entregue aos desejos dele. Depois de vários minutos, já dá para ouvir ele bem ofegante, perto de gozar. apertando os lençóis, gritando que nem uma louca, sinto ele tirar o pau, deixando só a pontinha dentro, e solta todo o leite bem quentinho na minha bunda, soltando um gemido forte de prazer. Aí ele tira, me dá um tapa na bunda e se joga do meu lado, de barriga pra cima, exausto e ofegante. Eu olho pra ele, também muito, mas muito cansada e ofegante, e ele me diz:
— Juro que nunca comi uma bunda igual a sua, nem uma mina como você, você é incrível, tão gostosa e tão puta, me fez dar a melhor foda da minha vida...
Eu sorrio pra ele, a gente se beija. Depois tomo banho, me visto, arrumo o cabelo e a gente sai. Ele me leva até minha casa em Liniers, e antes de a gente se despedir, ele pergunta:
— Do que vocês estavam falando com meu filho hoje?
— Hehehe! Ele quis se adiantar, tá apaixonado por mim — falo sorrindo.
— E o que você disse pra ele? — pergunta o Manu.
— Que eu tava com alguém... — respondo.
— Tá certo, o Dieguito ainda não tá preparado pra comer um tesão desse, tem que aprender, hehe...
A gente se beija e eu desço do carro. No resto do dia, só lembrava do momento incrível de sexo anal que tive com meu amigo no apartamento dele, esperando que se repita...
9 comentários - No departamento da Manu
que suerte no todos se cojen una modelito asi
dejo los 5 que me quedaban
besos Misko
sacarle el polvo de su vida a manu un tipo con experiencia
gracias por compartir
super excitante
me calento mal