Estudantes avançados I

Com a Sabri, a gente se conhecia da escola, tipo, faz uns 20 anos mais ou menos, e já tinha transado umas vezes, mas nada além disso, porque a gente sempre se encontrava nos bares quando coincidia. Os dois curtem muito night e têm vidas que, até hoje, são bem parecidas. Os dois solteiros, sem filhos, com uma vida social noturna agitada e bem de vida financeiramente. Cada um tem casa, carro e um trampo que dá uma independência (relativa, mas bem maior que a média das pessoas), e por isso, a gente tem uma boa disposição do tempo livre.

Naquela vez, a gente tinha chegado mais perto de concretizar, na casa dela, os dois bonner pra caralho e... aí chegou a irmã, que era mais gostosa que ela, aliás, e hoje é casada com um jogador de futebol muito conhecido, que fez todas as categorias de base e joga no Independiente. A gente ainda era estudante do ensino médio na época.

Depois daquela vez, cada um seguiu seu rumo, andou de namorico, pelo que eu sabia até a gente se reencontrar. Várias vezes a gente se cruzava à noite, como comentei antes, e como somos do mesmo bairro, alguns dias também, a gente se cumprimentava e cada um seguia seu lado, até essa vez.

Na quarta-feira da semana passada, eu tava sentado no banco de uma praça, respondendo umas mensagens da mina com quem tô agora, combinando de nos ver naquela noite, e sinto alguém me chamar:

— Oi, como cê tá?

Levanto a vista e vejo ela, surpreso com o cumprimento e a imagem linda dela...

— Oooolá, Sabri, o que cê tá fazendo por aqui?

— Só caminhando sozinha, e você?

— Não vai demorar pra arrumar quem te acompanhe... olha como cê tá, uma gostosa! — falei, pegando a mão dela e fazendo ela dar uma voltinha.

— Sempre o mesmo, hein, você.

Pra minha surpresa, ela me abraçou, bem coladinha, aí eu envolvi a cintura dela com os dois braços.

Breve descrição dessa mulher linda: magra, com uns peitões bons, bunda normal, sempre vestida com roupa justa, cabelo comprido até a metade das costas, tingido de preto azulado, olhos verdes que quando Está nublado, parece cinza, carinha com gestos sempre provocantes, brincos e muito gata.
Dessa vez, ela tava usando uma legging preta três quartos da Nike, tênis e meias brancas, uma regata top com mangas bem curtinhas, com um nó na barriga, que ficava de fora e deixava ver o piercing no umbigo, lábios pintados e olhos com delineador preto, cabelo liso... linda.
— Idem... que surpresa gostosa? Igual a quem? Sou único, gata...
— Kkkkk, ai ele, que piranha.
— Nada a ver... não se olhou no espelho não?
— Para com isso, vai, como cê tá?
— Bem... fazendo social?
— Mmmmmm, imagino!!

Trabalhei um tempo como frentista num posto perto de casa, mas que eu não costumava abastecer, e de passagem tinha visto ela — perguntei. Deve ter sido o primeiro emprego dela e ficou um tempão lá, depois ela me contou:
— O que cê faz?
— Sou engenheiro, em obras... e professor na faculdade. Você... assim pode voltar a ser frentista se quiser...
— Não, já não tô mais pra isso? Como cê sabia??
— Te vi, mas devolve o uniforme então
— Kkkkkk, que eu tô mal assim—
E me dá mais uma voltinha, mais devagar que a anterior, óbvio que já tava me esquentando pensando que ela tava me provocando, aí mandei a primeira indireta:
— Para com as voltinhas senão vou ter que ficar sentado um tempo...
Ela riu pra valer e tapou a boca, levantando a perna direita dobrada um pouco o joelho, com uma pequena inclinação que aproximou a boca dela de mim. Se recompôs e com as duas mãos apoiadas nos meus antebraços respondeu:
— Não mudou nada, hein?
— Por quê? O que eu disse
— Sempre safadinho você, é terrível!!!!
— ...............olhei pra ela fingindo que não entendia
— Ai, viajando na maionese né???, por que você falou isso, Marian?
— Porque tenho uma costela trincada e quando rio dói mais se tô em pé, você o que pensou...
— Nãããooo, sério, tô morrendo de vergonha, Marian, que vacilo!!!!
— Conta aí, vai, e a gente ri junto
— Não, eu pensei que Te... e faz o gesto fechando o punho da mão direita, levantando o antebraço, clássico, pra indicar que tu tá de pau duro, que a rola tá dura, digamos...
— Ahhhh, bicho... e tu tava falando pra mim, que sou terrível!!! Somos dois, hahahaha
— Hahahahahahaha, aí eu morro, Marian... vou nessa, vou nessa...
— Para, vai— segurando o antebraço dela— por quê?
— É que tô com vergonha, sou mó sem noção
— Tá bom, tá bom, vai lá... toma um negócio comigo e tá perdoada, eu pago, vai
Ela tava toda vermelha, se escondendo o rosto, quando descobre, vejo ela quase chorando, mó envergonhada... aí falo:
— Nããão, agora quem morre sou eu!!!!! Falei, abracei ela e disse:
— Mentira, olha, não tô com nenhuma costela quebrada, era só pra zuar contigo, olha— e bati nos dois lados do peito— foi por isso que falei, pela mesma coisa que tu pensou de verdade...
— Mentira, tu tá falando isso pra me salvar...
— Toca, vai, me dá um tapinha, juro que não tenho nada.
Carinhosa, ela passou a mão em mim com as duas mãos, por cima da camiseta, e falando "deixa eu ver", levantou minha camiseta e confirmou que não tinha nenhuma marca nem atadura, que agora eu não tava mentindo
— Seu bobo!!!!! E me abraçou de novo, mas dessa vez se apoiou inteira, sem disfarçar, eu também apoiei, queria que ela sentisse como eu tinha ficado. Assim que a gente se soltou, falei:
— Bom... sua maliciosa, adorei te ver
— Hahahahaha, eu também. E maliciosa eu não sou...
— Hahahaha, viu, no final tu tava certa...
— Sim, Marian, percebi, quer meu celular??? Ela perguntou
— Mmmm, me tenta, sei lá... hahaha. Vai... e anotei o celular dela. Mandei um WhatsApp, ela salvou o meu...
— Pronto.
— Amanhã à noite tu faz alguma coisa... te convido de novo??
— Ah, segunda vez não sei não!!!— fazendo carinha e apoiando a palma da mão direita no rosto... sim, bobo, vai sim!!! Onde tu vai me levar?????
— Surpresa, gostosa, se prepara!!!!
A gente se despediu e me ofereci pra levar ela, ela aceitou.
— Que pedaço de carro, Marian... ela me olhou cúmplice e sorrindo
— Um baita pedaço, né???
— Chega, vamos logo!!!!
ME DEIXOU MUITO COM CA RA LHO......disse pra mim mesmo.
Ela desceu em casa, e segui meu dia. Na manhã seguinte, trocamos mensagens e combinamos que eu passaria para buscá-la às 00h30, e avisei que não tinha aprendido a dançar.
— "hahaha, eu te ensino" — respondeu.
— Rebolar também? E se eu me empolgar??
— ayyyyy, coitada de mim!!!!!!!!!
— Pensa onde a gente vai.......
— que cavalheiro......... e se eu me empolgar????
— ufffffffff......!!!!!! não respondi mais
Cheguei quinze minutos atrasado e, ao subir, ela reclamou: "sempre impontual, podia ter me avisado".
Quando me cumprimentou, apoiou a mão esquerda no meio da minha coxa direita:
— que perfume gostoso!!!! — disse
— Me cumprimenta de novo???
— Sim, Marian — e quando se aproximou do meu rosto, com minha mão direita na nuca, eu devorei a boca dela.
Ela estava linda, um shortinho de linho — acho — verde oliva, top branco daqueles que — desculpem, meninas, mas não sei como chama a peça — são tipo uma peitilha que amarra no meio das costas, com gola redonda meio solta e termina na barriguinha em formato de ponta bem em cima do umbigo, casaco preto por cima da bolsa combinando com ela, sapatos, cinto e as duas pulseiras que usava, uma em cada pulso. Maquiagem bem caprichada e discreta, e as unhas pintadas de verde também.
— mmmmm, que isso, taradinho!!! — disse fazendo cara de puta......peguei a mão esquerda dela e falei: "pode devolver se não quiser".
— Vamos dançar??
— Também?????!!!!!!!!!! — fingindo surpresa
— hahahahahaha, não não, vamos dançar, só isso....
— Tá bom, era sua vez de escolher
— Por que, aonde você teria escolhido se fosse sua vez??
— Quer que eu fale a verdade ou que responda como um cavalheiro????? — consultei.....
— haha, vamos ver........ o cavalheiro primeiro?
— Algum lugar ao ar livre, sei lá......mais tranquilo
— E agora o masturbador.....emmmmm digo, o verdadeiro.....
— Aonde a gente pudesse ficar sozinho, beijei ela........e no ouvido falei: pra te devorar, bombom.........
— Calma, lindo, seu bombom não vai derreter.
— Não sei........quando te Deixei sem embalagem, viu?!
—Mmmjjjjjj— sorrio suavemente e ela disse: chega, vamos nos comportar um pouquinho, tá?...
—A senhora quem manda— falei.
Compramos dois tagos no balcão, pra tomar algo e dançar, né? Ela sim, eu... mmmmmmmm, um desastre, mas acompanhava sempre com o mesmo passo...
Sou um desastre, não sou? perguntei
—Nããão, meio desastre só, hahahahaha.
Rimos os dois, agora as costas dela contra meu peito, se movia suavemente e, como que por inércia, eu acompanhava dignamente, meio de pau duro, não a todo vapor, mas ela percebeu e virou, abraçando meu pescoço com os dois antebraços, cruzando as mãos depois e sentenciou... encostando testa com testa
—Se você não se controlar— sem levantar o rosto, mas apontando os olhos pra baixo— capaz de eu derreter um pouquinho... e me beijou, bem de língua e bem molhado, com minha mão nas costas dela e no nó do topzinho dela, pronto pra ser desatado, fingi que ia desabotoar enquanto ainda nos beijávamos, eu sorria na boca dela... ela me parou docemente com um par de frases encantadoras, principalmente pelo tom de voz doce que usou pra falar, uma em cada ouvido:
1) —Não vou me deixar despir aqui, Marian...
2) —Aqui de roupinha... vamos dançar, vai.
Dei um tapinha na bunda dela na altura da cintura quase, bem em cima da raba, enquanto ela apertava minhas duas bochechas ao mesmo tempo perto da minha boca, me olhando fixo, eu movi meu quadril pra pressionar meu pau, pra ela sentir, e ela disse
—Aaaai, você me picou, Marian...
Mal disse isso, sorri e dessa vez o beijo foi... bem profundo, ela só acompanhava e quando minha língua entrava e saía da boca dela— sim, como se estivesse comendo ela com a língua— ela começou a gemer e senti que ela amoleceu, sim, como se tivesse gozado ali mesmo
—Mmmmmm Marian... que beijos gostosos— ela disse me abraçando
Na mesma hora, parou de me abraçar e começou a sorrir, cada vez mais forte...
—O que foi, linda... tá bem?
—Sim, mas tô ficando cada vez mais safadinha... mais a todo vapor
—Imagina como eu tô... mas se você quiser continuar esperando, tudo bem bem!!!!!!
-vamos dançar um pouquinho maaaaaiiiisssss......
dessa vez não disfarço nada, me apoio na coxa direita apertando bem contra ele, abrindo as pernas dela e devorando a boca dela............
-cê gosta dos meus beijos????? ela me perguntou
-tudo que você faz eu gosto, você me faz imaginar cada coisa.....
-me conta a ver......devagar hein!!!!!! não seja bruto
-se em público você beija assim, em particular deve fazer magia passando as mãos nas costas dela enquanto falava, ela tava toda entregue e como eu não ia perguntar de novo, peguei na mão dela, passamos no balcão pra deixar os drinks e fomos pra saída, ver ela sorrir enquanto a gente ia pro carro fez eu não conseguir parar de olhar pra ela, imaginando a noite que nos esperava, igual ela........
(CONTINUA)

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