Prazer do corno (Real)

Após meu relato anterior, algumas coisas mudaram no meu relacionamento. Felizmente, trabalhamos a confiança e transformamos minhas chifradas numa brincadeira sexual, além do nosso amor e da nossa relação. Como todo jogo, tem suas regras: eu aceitei deixar ela transar com o "amigo", mas ela só pode fazer isso com minha permissão, e eu preciso saber exatamente do encontro: dia, hora, lugar, etc. Além disso, saber disso me daria a chance de curtir com muito mais tesão.

Foi mais ou menos há um mês, numa sexta-feira entre o fim da tarde e a madrugada. Lembro que era um dia espetacular, quente, daqueles dias de calor que teve no inverno. Saí mais cedo do trampo e fui direto pra nossa casa. Cheguei, comi alguma coisa e tomei uma latinha de cerveja que tinha acabado de comprar. Daí a pouco minha mina chegou. Sentou na mesa comigo e começamos a conversar. Lembrei ela que era o aniversário do meu sobrinho, e ela me lembrou que ia sair com umas amigas. Fui pro aniversário do meu sobrinho e ela ficou mais um tempo em casa.

Enquanto tava no aniversário, a gente trocou mensagem. Depois de um tempo, falei que já tava voltando pra casa. Ela respondeu que ainda tava no bar com as amigas e que tinha surgido a ideia de ir dançar. Perguntei o que ela ia fazer, e ela disse que não tava muito a fim, mas falei pra não pensar duas vezes e ir, se divertir. A resposta dela não pareceu muito animada, mas ela seguiu meu conselho. Voltei pra casa e me preparei pra curtir a noite do meu jeito: música, cerveja, pó e pornô. Realmente curto fazer isso sempre que posso.

Enquanto na tela do PC rolavam vídeos de gangbang e relatos de corno dessa "comunidade", eu me masturbava devagar pensando na minha mina, colocando ela no lugar das gostosas que apareciam nos vídeos. Imaginava ela de joelhos, rodeada de paus no meio da nossa sala, enquanto eu batia uma vendo a cena. Depois, pensei que ela tinha ido dançar, que ia falar de caras com as amigas, em que tipos eu olharia, que olhariam pra ela, que dançaria sexy como ela faz, e até que poderia fazer com um desconhecido, encostando a bunda na pica dele, como já tinha feito na minha frente, pra deleite dos dois. Logo em seguida, obviamente comecei a pensar na experiência que a gente tinha tido. Comecei a reviver cada lembrança na minha memória, enquanto me masturbava cada vez mais freneticamente. Depois de alguns minutos, mandei uma mensagem pra ela perguntando como ela tava, como tava sendo a noite, e se já tinha dado uma olhada em algum cara que esquentasse ela.Haha, a verdade é que não, né?— ela me respondeuPorque tô afim de fazer a cabeça. Faz a cabeça pra mim.—eu disse pra ela

Então começamos a brincar. Ela me contava que tava dançando, e de olho nos volumes, mas que nenhum chamava a atenção dela. Mesmo assim, me disse que tinha dançado com uns caras, e que encheu o saco deles. Que deixou apalparem um pouco, que deixou encostarem a rola. Perguntei como eles eram de pau, mas a resposta dela foi que não sentiu nada. Depois de um tempo perguntei se não tinha rolado transar com algum, ela disse que não, embora com um tivesse ficado conversando e bebendo um bom tempo. Eu não acreditava na naturalidade que tudo tava rolando, também não acreditava que minha mina se soltasse tanto tão rápido, me sentia um corno manso do caralho, mas tava realmente curtindo tudo aquilo.

Depois de ficarmos de cabeça cheia por um bom tempo, perguntei na lata sobre o ‘amigo’ dela: se tinha falado com ele de novo, ou se tinha visto ele. Ela respondeu que não, que tinham trocado umas mensagens, mas nada além disso. Falei que eu tava muito tarado, com a cabeça a mil. Ela tava na mesma, então perguntei se não dava pra ela mandar uma mensagem pro cara. Ela topou. Dei carta branca pra ela focar em conversar com o sujeito, que esquecesse de mim, mas que me mantivesse por dentro. Meia hora, quarenta minutos depois, ela avisou que com o cara tava tudo certo, e que ele tinha chamado ela pra casa dela. Ela me perguntou se podia ir. Agora era eu quem tinha que decidir se continuava com isso. No fim, dei permissão, mas tratei de deixar bem claro que ela tinha que me manter informado de cada passo. Ok.

Eu tava realmente muito, muito tarado, entre duro, bêbado, a rola cheia de leite, os vídeos rolando freneticamente no computador, e agora também usando o celular como fonte de prazer, trocando mensagens com a minha mina. Ela se despediu das amigas (disse que tava voltando pra nossa casa porque sentia minha falta), saiu da balada, pegou um táxi e foi pra casa do cara. Durante a viagem continuamos conversando, e ela me contava que Ela se sentia tão puta que até pro taxista dava mole. Eu falei pra ela tomar cuidado, mas ela me tranquilizou, disse que tava tudo sob controle. O tesão falou mais alto e perguntei se ele era gostoso; ela disse que sim, normal, mas que a situação a excitava. Eu já tava batendo uma imaginando ela passando pro banco do carona e dando uma siririca nele, ou chupando ele. No fim não rolou nada, mas faltaram poucos minutos pra alguma coisa acontecer.

Ela me avisou que já tinha chegado na casa do macho dela, e que iam tomar alguma coisa. Perguntei se já tinha rolado algo, e ela disse que não. Por uns trinta minutos, mais ou menos, a gente parou de se falar. Cada vez eu batia uma mais forte, imaginando os dois num sofá, se pegando pesado, ele apalpando os peitões dela, ela esfregando o pau dela por cima da calça jeans. Eu tava com uma vontade doida de gozar, mas ainda não queria parar. O celular tocou de novo.Meu amor, tô no banheiro, a gente tá se preparando pra foder. Já chupei meus peitos, ela enfiou os dedos na minha buceta, tô toda molhada! Chupei a pica linda que ela tem, grossa, cabeçuda, é uma delícia!Imaginem meu estado.Que lindo o que você me conta, gostosa. Fico feliz que você esteja se divertindo pra caralho, que seu macho tenha uma rola linda, grande, grossa, e que agora ele vai te foder como você merece. Eu enquanto isso continuo aqui me masturbando enquanto em outro lugar tão comendo a minha namorada divina.-Ai, meu amorrrrrrrrr, que lindo o que você me diz, que delícia ter um namorado como você. Continua batendo uma punheta em casa feito o cuck otário que você é, enquanto eu vou mamar uma pica de verdade, vou dar pra ser bem comida, pra ter minha buceta destruída, gritar, gozar e dar o cum como a puta que sou pro meu macho, corno.-Sim, meu amor, vai lá ser bem comida, encher essa sua buceta de carne, mamar pica. Eu fico aqui me masturbando que nem o bom corno que sou. Te mando beijos, me mantém informada.Continuei me masturbando igual um louco, vendo vídeos, tomando cerveja e pó. Minha cabeça tava realmente explodida, já não dava pra distinguir nada. Lá pelos trinta minutos, meu celular tocou de novo. Era mais uma mensagem dela. Dessa vez, de áudio. Eu sorri.
Coloquei no volume máximo. O que se ouviu por uns 40 segundos foi um show lindo de saliva e gemidos. Tava claro que minha mina tava chupando uma pica boa, enquanto eu tava ali, sozinho, me tocando. Minha excitação era exponencial, meu pau já parecia um sabão ensaboado.Oi, meu amor, como você tá? Eu tô exausta, pra ser sincera, esse cara me comeu como nunca.Não podia acreditar no que tava lendo. A naturalidade com que ela me contava o que tinha rolado. Eu me sentia entre feliz, triste, mais excitado do que nunca, mais cheio de conflito do que nunca, mais lindamente corno do que nunca.Sim, gostosa? Ele te comeu bem? Fez você gozar nessa pica?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E aí, me comeu bem? Melhor do que nunca.amorMe fez sentir esermas puta que nunca. Você não sabe como ela me fez engasgar com aquela porra grossa que ela tem, enfiou até o fundo, igual na buceta.Não podia acreditar no que tava lendo.Até que um momento ela me falou pra chamar um amigo dela que tava precisando de um boquete, mas é, a real é que não tive coragem. Quem sabe na próxima, né? O que você acha?Eu tava fora de mim. Ignorei a última parte e perguntei sobre a porra.Tô me perguntando onde ela queria, falei na cara dela, mas ela queria gozar na minha boca. Falei de novo que não, que a boca é dela. Aí ela me colocou de quatro, com a raba bem empinada e aberta, e encheu meu cu de porra.Diante dessa resposta, falei pra ela voltar pra casa logo, que eu tava com a pica prestes a estourar. Ela disse que ia tomar um banho com o macho dela e voltava, que queria sentir aquela porra e o cum dela mais uma vez. Pedi pra ela, por favor, não tomar banho; que se quisesse que o macho dela comesse ela de novo, tudo bem, mas que não tomasse banho. Ela topou meu pedido.

Umas hora depois, recebo outra mensagem que ela já tava no táxi voltando, que eu esperasse ela com o cum. Perguntei como tinha terminado tudo, e ela disse que ele tinha comido ela de novo e deixado o cum no cu, mas que dessa vez não deixou ela se limpar, mandou ela voltar com o cum escorrendo do cu pelas pernas. Ela curtiu a brincadeira e sacou que eu também ia gostar. Muito bem pensado. Ela comentou que tava sentada no táxi e sentia o cu todo e a parte da frente das coxas quentes, que se sentia toda suja, mas confortável. Depois me contou que percebeu como o taxista olhava pra ela, então ela "ajeitou" os peitos e fingiu uma conversa de telefone com um macho, algo tipo:Oi, gostosa, sim, já tô no taxi voltando. Sim, foi maravilhoso, amor, você é incrível. Não, vou dormir agora, você me deixou acabada, haha.Finalmente, chegou. Eu estava largado na cama, praticamente sem saber o que fazer com as mãos, com meus pensamentos. Qualquer coisa fazia meu gozo brotar, e eu queria guardar ele de qualquer jeito pra minha mina. Ela entrou, a gente cruzou os olhares, e eu presenciei um espetáculo sensacional: minha namorada arrebentada, comida, com cara de puta exausta, mas sempre pedindo um pouquinho mais. Levantei, fui até ela, a gente se encarou por alguns segundos, e aí comecei a lamber ela, lamber o corpo inteiro, até as botas de couro. O cheiro de macho que ela carregava era incrível, de sexo, de gozo. Perguntei se eu podia chupar a pussy dela.Sim, docinho, devagarzinho que tá sensível. Chupa minha buceta, viu como ela me deixou toda arrombada? É que ele encheu ela de carne como nunca, meteu sem parar como nunca…E eu não conseguia parar de pensar que aquela buceta, onde agora eu estava afundando meu nariz, tinha sido habitada recentemente por outra pica.Sentiao cheiro de pica.

Depois de um tempo, pedi pra chupar a bunda dela. Precisava me sentir o pior dos escravos, sentir o cheiro, o gosto de porra do macho da minha namorada. Sem mais, ela ficou de quatro, deixando a bunda toda dela à disposição, e enfiou minha cara violentamente na bundinha dela. Praticamente não conseguia respirar.Cê gosta da Sweetie? Essa bundinha gostosa é uma delícia, né? Sabe que meu macho encheu ela de porra duas vezes, né? Então agora é como se você tivesse chupando a vara dele.Entendeu, gostosa?Nunca tinha sentido uma bagunça tão grande na minha cabeça; me sentia o pior dos cornos, um puto, sentia que minha mina já não era mais minha, que a partir de agora eu era só um acessório, sentia que ela me desprezava, que o macho dela me desprezava.

Perguntei se podia meter, e ela disse que sim. Falei que não ia aguentar nada, porque a porra já tava pulsando na ponta da piroca. Ela disse que não tinha problema, que já tinha sido satisfeita pelo macho dela, que não precisava da minha piroca, só do meu leite.

Dito e feito, dois minutos e senti o orgasmo mais intenso e gostoso que já pude sentir.

Tirei a piroca, mandei ela ajoelhar e chupar. Foram duas sugadas e senti o leite percorrendo todo o meu corpo numa velocidade. Senti como se eu estivesse esguichando dentro da boca dela, como ela ia enchendo de porra, vi o leite escapando pelos cantos da boca. Tirei e ainda senti que sobravam uns dois jatos, que finalmente depositei na cara dela. Nunca tinha gozado assim.

Foi gozo, e voltar a nós. Entender que ela continua sendo minha mina, que não me despreza. Que isso é um jogo maravilhoso, que nos une e nos liberta.

Ela vai continuar dando pro amiguinho dela, sempre me mantendo informado e pedindo a devida permissão. Se surgirem novas variações, ela vai ter que agir do mesmo jeito.

Tudo está perfeitamente claro entre nós: tanto que o único que pode depositar o leite na boca dela sou e sempre serei eu. O namorado dela, o cuck namorado dela.

25 comentários - Prazer do corno (Real)

EXCELENTE POST ME CALENTO MACHINNNN 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 😉 😉
espectaculaaar! como si lo hubiera escrito yo!
Me encanto y terrible paja me eche ! Tu novia es puta como mi señora y me encanta .
muy buen relato, muy buen morbo...comparto y entiendo muchas cosas de las que escribis....saludos....seguí escribiendo.
van puuuntos.... pufff!!!
¡Muchas gracias Carlos! ¡Tu material es genial!
buenisimo, me encantó. Me gusta que contás la mezcla de sensaciones que implica sentirse un cornudo. es una mezcla de placer, un fuerte deseo y erotismo al ver a tu mujer gozar plenamente y a la vez la inseguridad, celos.. gracias por compartir. Martin
Gracias a vos por la buena onda. ¡Saludos!
Me encantó! Al principio dije "meh mucho texto" pero despues me fue enganchando, podría hacer una sugerencia? Quizás algo así como mostrar capturas de los mensajes o algo, haría que los lectores nos sintamos más inmersos en la historia!