Anto en su primer Trio - Parte I

Minha grande amiga Anto me contou... Vai aí...

Uns meses atrás fiquei sem trampo, a faculdade apertou e minha mãe ficou doente, e a gente precisava de grana pros remédios. Meu pai nunca conheci, porque o cagão sumiu dias depois de saber que minha mãe tava grávida. Ela me criou sozinha, sem depender de ninguém além dela mesma. Mas quando ela adoeceu, não tive outra escolha senão sair pra trampar em qualquer coisa. Um dia andando, passei na porta de um posto de gasolina e vi um cartaz impresso que dizia "Precisa-se de frentista c/ ou s/ experiência, Contratação imediata". Não pensei duas vezes, entrei na loja de conveniência e perguntei pra moça do caixa com quem eu tinha que falar. Ela me fez esperar e, depois de uns minutos, me disse que eu tinha que subir pro escritório no primeiro andar.

Quando entrei, me deparei com um cara de uns 40 anos, bem conservado pra idade, cabelo escuro com uns fios grisalhos aparecendo, corpo normal, grandalhão e mãos enormes. Ele apertou minha mão e senti que em algum momento ele tinha feito trabalho pesado ou algo assim, pela aspereza da pele. Me convidou pra sentar e começou a ler meu currículo, que eu tinha impresso enquanto esperava pra ser atendida. De vez em quando ele balançava a cabeça, como se concordasse, até que soltou:

- Pelo que vejo, Antonela, você nunca trabalhou como frentista, tem ideia do que precisa fazer aqui?
- Acho que abastecer e tal, sorrir e cobrar os clientes.
- Algo assim, mas aqui não temos gasolina, e sim gás. Mas não se preocupa, não tem muito mistério.
- Na real, eu aprendo rápido, preciso trabalhar.
- Beleza, deixa eu te ver!

Ele ficou sentado lá, sem falar nada, e eu não sabia o que fazer. Quando me deu na telha de olhar pro térreo, entendi o que ele queria. As outras minas estavam de legging branca, e aí percebi que ele queria ver ou imaginar minha bunda empacotada na lycra. Mas sinceramente, eu precisava trampar e, acima de tudo, precisava A grana, então engoli o orgulho e me levantei. Me virei, sabendo que o cara tava olhando pra minha bunda, então aproveitei e desabotoei um botão a mais na camisa, deixando aparecer parte do sutiã e dos peitos. Quando me virei de novo, vi ele olhando pros meus peitos com os olhos arregalados. Depois de um tempo, ele fez um sinal com a mão pra eu sentar de novo.

- Vou ser sincero. Fisicamente, você tá perfeita pro trampo, mas... (os "mas" numa entrevista são o pior momento que alguém pode passar)
- Mas?
- Mas você não parece o tipo de mulher pra esse serviço, tem mais cara de ser administrativa num escritório do que de ficar na frente de uma enxurrada de besteiras que você vai ter que responder com um sorriso, como se fosse o elogio mais doce de todos. E sinceramente, não tenho uma vaga de administrativa, e sim de garçonete.
- Então? Quer dizer, eu preciso do trampo, minha mãe tá doente e a gente precisa de grana pra comprar os remédios. Se eu tiver que aturar as sacanagens, vou aguentar sim!!

O cara ficou pensando um tempo até que finalmente falou de novo. Me contou que o salário era quinzenal, registrado, com plano de saúde e seguro de acidente de trabalho, e que no começo as folgas eram rotativas durante a semana. Nos primeiros três meses de experiência, era uma folga semanal de segunda a sexta, e só depois de um ano iam me dar as folgas de fim de semana. O salário era mais do que eu imaginava.

- Quando você quer começar?
- A partir de quando vocês tão precisando de gente? Se for necessário, posso começar amanhã mesmo. Me diz, por favor, onde compro o uniforme e o que tenho que usar, que amanhã trago.
- Pelo uniforme, não se preocupa. Aqui é simples: legging branca, regata da mesma cor e uma jaquetinha de moletom e friza azul claro. Se tiver um tênis preto, melhor; senão, me fala que eu te adianto a grana pra comprar um par e desconto do salário total do mês.
- Ok, tênis eu tenho uns que uso pra sair. correr, mas tão praticamente novas, o resto vou ter que conseguir.
- Não precisa, me fala o tamanho da legging, regata e jaqueta que você já tem tudo pronto pra amanhã. Você vai trabalhar todo dia das 8 às 20h, isso sim, amanhã seria bom você vir mais cedo pra poder se trocar e pra eu explicar como abastece. A parte de cobrar você já sabe pela experiência de caixa que tem no currículo.

Agradeci pela ajuda, deixei escrito num papel os tamanhos que ela pediu, e depois de me despedir com um beijo voltei pra casa. Contei pra minha mãe que tinha arrumado um trampo, mas falei que era como administrativa numa loja, porque se eu dissesse que era frentista mostrando a bunda e os peitos ela morria antes do tempo.

A primeira semana foi exaustiva. Nunca antes me falaram tanta sacanagem ao mesmo tempo. Parece que o crossfit tinha dado resultado no meu corpo, principalmente na bunda. Os peitos eu tinha herdado da minha mãe, mas a bunda é fruto de tanto exercício. A primeira vez com o uniforme tive vergonha de sair do vestiário, me senti uma puta, completamente nua. Juro e rejuro que do tamanho da legging me deram um número menor, porque o tecido violava minha bunda de tão apertado que ficava. A mesma coisa com a regata, que era super justa e marcava bem os peitos com ênfase.

Minhas colegas também eram um pouco sacanas e me garantiram que com o tempo eu ia me transformar na mesma coisa que elas. Todas são gostosas também e TODAS têm uma bunda monumental. Às vezes sinto que até melhor que a minha. As semanas foram passando e eu fui pegando o jeito do trabalho. Abastecer não era tão difícil quanto eu pensei. Os conselhos das minhas amigas variavam, mas no fim das contas focavam na postura que você tinha que adotar pra chamar atenção, esquentar os caras e ganhar mais gorjeta. Até a Analía, uma morena com uma das melhores bundas que já vi, me contou que tinha duas Clientes VIP. Eu chamava eles assim porque ela transava com eles na hora do almoço e cobrava um extra por isso. No começo, fiquei impressionada com a naturalidade com que ela contava, mas depois descobri que muitas faziam a mesma coisa.

Candela e Fernanda foram das primeiras que começaram a trabalhar lá, tinham uns 25 e 26 anos, eram novinhas, muito bonitas de rosto, bundas lindas, mas nada de peitos. Muitas vezes me incentivavam a abaixar um pouco o zíper da jaqueta e aproveitar minha frente. Quando comecei a experimentar, percebi que as gorjetas começavam a aumentar. No final do terceiro mês, entendi que a diferença de salário estava nas gorjetas. Então comecei a ser o mais vadia possível, provocando homens e, às vezes, mulheres, que respondiam com gorjetas generosas, e até mesmo números de telefone para os quais nunca liguei, mas sempre prometi ligar. Esses "jogos" me permitiam aumentar meus ganhos limpos, o que era importante e bem promissor.

Um dos dias, chegou a hora do almoço, Fernanda e Candela se ofereceram para pegar o segundo horário, e Analia e eu pegamos o primeiro. Fui comer no escritório do pessoal, onde a gente trocava de roupa, comia e tomava café. Depois de alguns minutos, ouvi algo que me chamou a atenção: eram uns gemidos que vinham do setor dos chuveiros, que eram exclusivos para os funcionários. Tirei os tênis para andar sem fazer barulho e fui até um deles, que eu sabia que tinha um buraco grande o suficiente para ver através. Me agachei e olhei, mas não podia acreditar no que via. De costas para onde eu estava, estava Analia ajoelhada chupando o pau do meu chefe, o senhor Alberto, que segurava a cabeça dela com as duas mãos e comia a boca dela com força, enquanto Ana dava uma ou duas engasgadas seguidas. A força daquela comida na boca era tanta que a sufocava, e ela parecia gostar. E ele também. também. Depois de alguns minutos, levanta ela pelo cabelo e encosta na parede, como se fosse revistar ela, puxa a calça legging e a calcinha fio dental ao mesmo tempo e eu pude ver a bunda dela. Quando pensei que ia chupar ela, vi o Alberto passando saliva na pica mais grossa que já vi na vida, cheia de veias e com a cabeça roxa. Enfia de uma vez e ela solta um grito como se estivessem num hotel só os dois. Ele metia com força pela buceta enquanto segurava ela pela cintura e pelo cabelo, uma, duas, três, cinco enfiadas seguidas até o fundo e ela gemia e se contorcia de prazer. Ele tira e enfia de novo, mas dessa vez mais devagar no cu. Ela se arqueou por causa da grossura dessa pica majestosa, e depois de umas metidas e tiradas devagar, ele arranca com outra estocada forte. Pelo jeito que ela se arqueou e gritou, gozou com a pica no cu. Ele falava coisas no ouvido dela e, ao mesmo tempo, ela continuava gozando jogando a raba pra trás. Alberto tirou a pica do cu, se agachou e cuspiu no buraco dela:
— Adoro te comer o cu, puta!! Adoro, me deixa louco arrebentar esse seu rabo!!!
— Aí sim, papai, arrebenta tudo, me come bem forte, sangra meu cu que eu quero tomar seu leite!!
As palavras fizeram efeito na hora porque o Alberto pegou a pica pela base e enfiou de uma vez no cu. Uma, duas, três, quatro, seis, sete estocadas sem parar e continuava, onze, doze e a Ana gritava e se arqueava excitada. Perdi a conta de quantas vezes ele meteu e tirou do cu, até que dava pra ver pelo estado dele que tava prestes a gozar. Ele tirou e gozou três jatos grossos de leite fresco na cara da minha colega, um quarto mais curto foi parar nos peitos. A Ana devorou a pica toda, enquanto limpava o leite com um dedo e enfiava na boca. Se vestiram e foram embora exatamente 5 minutos antes de acabar o horário do almoço.
Eu fiquei com a boca seca, e percebi como tava com a buceta molhada. Ver aquilo me excitou, ver como arrebentavam o O cu da minha colega me deixou louca, mas ver aquela rola me deixou mais que tesuda.. Eu precisava transar.. e precisava fazer isso o quanto antes....

4 comentários - Anto en su primer Trio - Parte I

ludaza +1
suena prometedor el relato! Que venga la 2°
Viene bien viene bien!! Quedo a la espera de la segunda parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/2613388/Anto-en-su-primer-Trio---Parte-II.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2615987/Anto-en-su-primer-Trio---Parte-III-Final.html