Acordamos no dia seguinte quando o despertador tocou às 5:45 da manhã. A gente estava abraçado, nossos corpos bem juntinhos, com as bocas quase coladas, quando senti a boca quentinha dela nos meus lábios. Ela chupava e mordia de leve, e eu correspondi, beijando ela também. Quando a gente separou as bocas, ela falou sorrindo e, ao mesmo tempo, desabotoando o roupão: "Amor, sinto meus peitos cheinhos, é sua hora". Ao ouvir essas palavras, cheio de vontade, baixei meu rosto e peguei o mamilo esquerdo dela, comecei a chupar rapidinho, alternando entre as duas tetas, tomando todo o leite da minha mãe, enquanto ela acariciava minha testa. Em alguns minutos, terminei com o leite gostoso dos dois peitos dela, porque a gente não podia demorar, já que tínhamos que nos arrumar pra sair: eu pra escola e ela pro trabalho. Quando terminei, minha mãe foi tomar banho, enquanto eu bati uma punheta ali mesmo, porque tava muito duro. Depois fui tomar banho e me arrumar. No café da manhã, não parei de admirar o corpo curvilíneo da minha mãe, que tinha vestido um conjunto muito sexy: um blazer e uma minissaia cinza escuro, bem justinha, que mostrava as pernas lindas dela por ser tão curta. A blusa era branca e decotada. Adorava ver ela assim, despertava meu tesão pra caralho. Enquanto a gente conversava no café, ela sugeriu que eu fosse buscá-la de novo no escritório. Respondi todo feliz que sim. Ela me levou até a escola, e a gente se despediu com um beijo na boca. Era maravilhoso que ela deixasse eu tocar o corpo dela.
Quando saí da aula, não aguentei mais e decidi ir até o escritório da minha mãe. Tava com uma puta vontade de ver e tocar o corpo gostoso dela. Fui direto da escola pro escritório dela. Era um pouco mais das 4 da tarde quando cheguei. Entrei no prédio e subi até a sala dela. Como a secretária não tava lá, passei direto pro escritório. Entrei e minha mãe tava lendo uns relatórios. Ela sorriu e me cumprimentou: "Filho, boa tarde, que bom te ver, não esperava que você viesse tão cedo". "Oi, mãe, é que já tava com muita saudade de você e resolvi ir direto da escola pra cá -, - olha, querido, ainda não terminei meu trabalho, mas me espera que daqui a pouco a gente vai embora -, sentei pra esperar sem tirar os olhos do corpo da minha mãe, porque ela não tinha vestido o casaco, só a blusa decotada. Quando ela se levantou pra tirar umas cópias, admirei a bunda enorme dela em ação enquanto andava, já que a saia curta e justa fazia ela parecer deliciosa, além de ver aquelas pernas tão lindas enquanto ela fazia isso. Como ela tinha me dado permissão pra tocar e acariciar ela depois da conversa do dia anterior, me levantei, caminhei até ela e abracei ela pela cintura, sentindo o abdômen estreito e sensual. Acariciei a cintura dela, comecei a beijar o pescoço dela - você tá inquieto, querido, mas adoro como você me acaricia - eu te adoro, mãe, seu corpo é tão lindo, você não sabe tudo o que me provoca - então me conta, filho, tudo o que você sente, diz o que meu corpo te provoca - mãe, seu corpo é fantástico, não paro de admirar ele, mesmo você sendo minha mãe, seu corpo me encanta, por isso quero sentir ele nu -. Minha mãe sorriu me olhando nos olhos - vou aceitar ter intimidade com você porque te adoro e não tem nada de errado em demonstrar fisicamente o amor - suas palavras me deixam muito feliz, mãe, te adoro e também seu lindo corpo - deixa eu terminar isso e a gente vai comer -. Minha mãe terminou os compromissos dela e saímos pra comer num restaurante, convivemos alegremente, enquanto eu tava morrendo de vontade de chegar em casa e ficar com minha mãe, como ela tinha dito.
Chegamos em casa às 6:30 da tarde, minha mãe sentou no sofá pra relaxar, eu também sentei, mas como tava meio cansado acabei dormindo. Mas não fiquei muito tempo assim, depois de alguns minutos minha mãe me acordou com um carinho, com as mãos dela acariciou suavemente minhas bochechas e meu queixo. Acordei e vi ela na minha frente, ela tinha se trocado, vestia um robe vermelho sensual meio justo, de seda. Minha mãe me deu um sorriso lindo me olhando nos olhos e na minha frente, devagar e cadenciadamente, começou a desatar os nós do O jaleco dela, quando terminou, abriu ele completamente e deixou cair, me mostrando toda aquela anatomia impressionante em todo seu esplendor, porque ela não tava usando nada de roupa íntima, tava completamente nua. — Cê gosta do meu corpo, meu bem? —, — Cl-cl-cl-cl-claro, mãe, é lindíssimo, cê é muito gostosa, muito linda —, — Então é seu, coração, completamente seu, sou sua mãe e quero que você me mostre o quanto me ama, me acaricia, meu bem, também vou te mostrar o quanto te amo —. Eu tava impressionado com aquilo, o corpo dela era incrível, com tantas curvas, nunca tinha conseguido ver tão de perto nem com tanta calma, amei a cintura fina dela junto com aqueles quadris sensuais, os dois formavam um paraíso de curvas, além daquelas tetas enormes cheias de um leite gostoso. Voluptuosamente, ela se aproximou de mim, ainda sentado eu abracei ela pela cintura e comecei a beijar e acariciar a barriga fina e sensual dela, ela colocou as mãos na minha nuca acariciando, comecei a lamber a barriga dela, a pele tinha uma textura macia e bem firme. Nisso, ela com as mãos me apoiou no sofá e começou a desabotoar minha camisa sorrindo, abriu ela, suavemente e com muita sensualidade me beijou o peito e minha barriga, sentir a boca molhada dela era uma delícia nessas áreas, enquanto eu tava tão excitado que desabotoei minha calça e tirei meu pau pra fora.
Ao ver meu pau pra fora, minha mãe sorriu pra mim, com uma mão começou a acariciar ele, enquanto com a outra mão me oferecia um dos peitos enormes dela na minha boca, que eu peguei com gosto, ela me masturbava superbem que me excitou ainda mais, as mãos dela eram tão macias que me deixavam louco de prazer, eu não parava de chupar as tetas dela e beber aquele leite gostoso, era a primeira vez que ela me masturbava e aquelas mãos eram incríveis, pela maciez e pelo jeito que ela fazia. Ela desceu a outra mão pro meu pau, agora com as duas mãos me acariciava, aos poucos começou a acariciar minhas bolas suavemente, fazia massagem nelas e com as unhas acariciava com lentidão e habilidade. Comecei a lubrificar, as mãos da minha mãe se Enchi minha mãe de fluidos, ela com os dedos espalhava no meu glande e com movimentos circulares nas pontas dos dedos acariciava aquela parte, as carícias dela eram rítmicas e muito prazerosas. Nisso minha mãe se levantou, me ergueu do sofá com os braços e disse: -vem, querido, vamos pro meu quarto ficar mais à vontade-, me pegou pela mão e subi atrás dela, entramos no quarto, com os braços me fez deitar na cama e ela, me olhando fixamente e com um sorrisinho, se deitou devagar sobre mim até colocar os peitões enormes na minha cara, e eu comecei a chupar com muita vontade, ela esfregava eles mais e mais no meu rosto, com uma das mãos apertava pra sair mais leite, meu pau não parava de lubrificar, quando terminei todo o leite da minha mãe ela me beijou com delicadeza mas com muita sensualidade ao mesmo tempo, me abraçou e puxou até eu ficar por cima dela, aí me olhando disse: -vai, acho que já tá pronto, me penetra, me sente-, -tô nervoso, mãe-, -não precisa ficar, relaxa e aponta seu pau pra minha entrada-, coloquei meu pau na buceta dela e senti o calor e a umidade, tava muito molhada, sentir aquele calor endureceu ainda mais, como não achava o buraco da buceta, minha mãe com a mão guiou minha ereção pra lá, quando senti comecei a empurrar um pouco até começar a entrar nela, com força empurrei tudo pra entrar completamente, senti delicioso aquela cavidade molhada e apertada, minha mãe gritou e gemeu: -ahhhhhhh ahhhh não tão bruto, lindo aaauuuuuhhh aaaauhhhhh-, comecei a me mover metendo e tirando sem sair completamente, era indescritível o calor daquelas entranhas, procurei a boca da minha mãe e começamos a nos beijar de novo, foi um beijo mais molhado.
Tava completamente extasiado, finalmente tava penetrando aquela mulher tão linda e gostosa que era minha mãe, como tava no vai e vem num momento acabei saindo completamente dela, então apontei meu pau de novo pra lá, entrei de novo com um pouco de trabalho porque ela Eu tava apertada por causa da falta de sexo, ela, ao me sentir entrando, reclamava um pouco, apesar da umidade dela e da minha lubrificação. Minha mãe, ao me sentir entrando, gemia de um jeito muito sensual, o que me excitava ainda mais, enquanto eu beijava o pescoço dela e segurava seus ombros. Por causa da excitação, só aguentei mais uns minutos penetrando ela, porque foi tanta excitação que gozei dentro dela. Gritei e ofeguei, porque o orgasmo foi muito forte e intenso. Na hora, beijei ela com força e senti me esvaziar de porra. Ela me abraçou e, olhando nos meus olhos, disse: — Já, amor? Terminou? — Sim, sim, gozei dentro. Acho que não é muito bom. — Não, não se preocupa, love, depois compro a pílula. — Me abraçou, me deu um beijo na bochecha e ficou um tempão acariciando meu cabelo. Acabei dormindo junto com ela. Pouco depois, ouvi a porta do quarto. Era ela, vestida com uma calça de moletom e uma camiseta: — Vou na farmácia, amor, não demoro. — Vou com você, tá? — Ela sorriu e deu sinal positivo. Me vesti rápido e saímos na caminhonete, porque a farmácia mais perto ficava a uns 10 minutos de carro e já era noite. Quando chegamos, descemos e entramos no lugar. Tinha um homem atendendo. Minha mãe pediu a pílula do dia seguinte, e o cara me olhou estranho, porque imaginou que eu era mesmo quem podia engravidar ela. Achei que ele ficou com inveja de eu estar comendo uma mulher como ela, ainda mais porque a camiseta que minha mãe tava usando era justa, decotada e deixava ver aqueles peitões ainda mais sensuais, o que aumentava a inveja dele. Quando o funcionário trouxe a caixa de pílulas, minha mãe pediu uma caixa de camisinhas enquanto me olhava e sorria.
O funcionário foi buscar e trouxe uma de 100 camisinhas. Minha mãe pagou e pegou as coisas. Enquanto ele passava no caixa, me olhou de novo, estranho e com muita inveja. Saímos e entramos na caminhonete. Enquanto ela dirigia, falei: — Tô com vontade, muita vontade. — De quê, meu céu? — Dos seus peitos, tô com um tesão imenso neles. — Ela me deu um sorriso e abaixou a camiseta. Camiseta regata com uma mão, enquanto com a outra dirigia, —anda, pega elas—, na hora me agarrei naquelas tetonas e chupei enquanto ela continuava dirigindo, sem problema porque já era noite e não passava muitos carros, continuei assim até chegar em casa, chupando e sugando aquelas maravilhas, minha mãe me avisou que tínhamos chegado porque, de tão concentrado chupando aquelas tetas, nem percebi: —já chegamos, amor—, colocamos a caminhonete pra dentro de casa, enquanto ela tinha levantado a camiseta, olhei a hora e eram 10:25 da noite, entramos na sala, ela disse: —agora sim estamos mais à vontade— e tirou de uma vez a camiseta e o sutiã, eu me joguei nela pra lamber e afundar minha cara naquelas tetonas que eram meu delírio, tirei a pica e pedi pra ela me masturbar forte, ela pegou e fez isso enquanto eu chupava os peitos dela, ela me masturbava, como ela fazia forte, não demorei pra gozar, gozei com um peito na boca, o orgasmo foi forte e muito gostoso, depois ela me beijou suavemente e foi pegar um papel e com cuidado me limpou o pau, no final disse: —vou tomar a pílula, amor, já volto—, depois de alguns minutos voltou e nos aninhamos no sofá da sala, ela me abraçou e eu me acomodei entre a maciez dos peitos dela, não falamos mais nada, tudo tinha sido muito gostoso e novo pra mim, também pra ela, estávamos entrando numa situação, se bem que muito excitante, também muito complexa, ficamos em silêncio e parados pensando no que tinha acontecido até pegarmos no sono.
Foi perto da 1:30 da manhã que ela me acordou: —amor, a gente dormiu, vamos pra cama agora—, me deu um beijo na bochecha e fomos pros nossos quartos, estávamos exaustos, na manhã seguinte acordei com o despertador, preparei minha roupa com a toalha e saí do quarto pra tomar banho, cheguei lá e ouvi que minha mãe já estava tomando banho, uma excitação me percorreu, pensei em entrar com ela ou não, bati na porta —Vai, anda, já tô quase terminando—. Ao ouvir isso, me despi rápido e, com uma ereção, entrei no banheiro. Minha mãe tinha a cortina do chuveiro fechada; ao ouvir que eu entrei, ela a puxou e, com a mão, me convidou para entrar com ela no box. —Já terminei, querido, vou deixar você tomar banho—. Ela saiu do banheiro, me deixando muito excitado. Tomei banho rápido; fiquei meio desconcertado por não ter rolado algo a mais. Me apressei, me arrumei e desci pra tomar café. Ela já tinha deixado meu café pronto enquanto se arrumava. Enquanto comia, ela apareceu espetacular, com uma saia justa de conjunto azul-marinho, um decote discreto, mas muito sexy dado o tamanho dos peitos dela, maquiada e perfumada. Me deu um beijo, deixando a marca vermelha do batom, e sentou pra tomar café. Na mesa, ela disse pra eu buscá-la no escritório às 5 da tarde. Aceitei encantado. Como estava ficando tarde, subimos na caminhonete, ela me deixou na escola e seguiu pro escritório dela. No fim das aulas, foi um alívio; esperava ansiosamente pra ir ver minha mãe. Fui direto pra casa, descansei e fiz minhas tarefas. Antes de sair pro escritório, peguei uns preservativos da caixa que minha mãe tinha comprado. No caminho, não parava de pensar nos peitos dela e naquelas bundonas lindas. Finalmente, ao chegar, entrei rápido no escritório sem nem olhar pra secretária. Lá estava minha mãe, trabalhando na mesa dela. Me aproximei e ela me cumprimentou com um beijo profundo. Como ainda tinha pendências, ela pediu pra eu esperar. Fiz isso e sentei no sofá que ela tem no escritório. Como já tava muito tesudo, decidi bater uma punheta na frente dela. Aproveitando que ela tava sentada e concentrada lendo uns papéis, e como tava sem o paletó, os peitões enormes dela estavam uma delícia. Então, abaixei o zíper da calça, tirei meu pau ereto e, olhando pra minha mãe, que tava muito gostosa, comecei a me masturbar. Ela não percebeu de imediato, por estar tão focada nos papéis, mas num momento em que levantou o olhar, notou o que eu tava fazendo. Ação, -mmmmm, cê tá muito gostosa, né? mmmm, bom, tá bem, continua fazendo isso enquanto eu termino de revisar esses documentos- e me mandou um beijo, assim, enquanto continuava trabalhando e revisando os papéis, eu continuei me masturbando olhando pra ela, tentava não fazer muito forte e controlar meus desejos, porque não queria gozar só com uma punheta, como se me entendesse de algum jeito, ela desabotoou a blusa e abriu um pouco, deixando ver parte do sutiã vermelho de renda, eu tava em êxtase com aquela visão. Ficamos assim uns 25 minutos, eu me masturbando olhando pra ela e ela me dando umas boas vistas do corpo dela, até que ela disse que tinha finalmente terminado o trabalho e que era hora de ir. Saímos do escritório pra comer, porque já tava morrendo de fome. Fomos a um boteco perto do escritório. Comemos bem à vontade enquanto eu não tirava os olhos dos peitos dela. Ela percebeu e me disse: -assim que a gente terminar de comer, tenho uma surpresa pra você, e acho que vai gostar muito- piscou o olho e eu fiquei bem intrigado e com tesão ao mesmo tempo. Terminamos de comer rápido e minha mãe pagou. Saímos do lugar e subimos na caminhonete. Ela dirigiu um pouco até chegarmos a um motel. Fiquei meio surpreso, eram 6:45 da tarde quando chegamos no motel. -chegamos, agora me fode aqui como qualquer casal num motel desses, me sinto completamente cheia de porra nos peitos, te espera sua porra gostosa e nutritiva- ela disse, abrindo um pouco o decote. -bom, sim, sim, sim, vamos- tava muito nervoso, mas puta que pariu, excitado. -toma, pega esse dinheiro pra pagar na recepção- deixamos a caminhonete num estacionamento perto e fomos andando pro motel. Vi vários casais saindo e entrando no lugar. Quando entrei, fiquei muito nervoso, porque nunca tinha ido num. O recepcionista me olhou surpreso, e minha mãe também. Talvez não entendesse o que um moleque como eu tava fazendo com uma mulherão daquela, porque ela exalava sensualidade com a roupa dela, mas não parecia puta, só uma Mulher linda vestida sensual, mas elegante e sofisticada, então ele com certeza não achava que eu ia pegar uma prostituta, mas sim uma mulher do mundo, linda e gostosa. Perguntei o preço do quarto, o recepcionista disse que eram 250 pesos, paguei e ele me deu as chaves. Minha mãe me pegou pela mão, caminhava rebolando aquele rabão, e o som dos saltos dela aumentou minha excitação. Subimos as escadas porque o quarto ficava em cima.
Entramos no quarto, eu já tava com uma excitação do caralho. Ela tirou o casaco e a blusa rapidinho, ficando só de sutiã vermelho de renda. De repente, ela pegou minha cabeça por trás e a enfiou nos peitos dela, afundou meu rosto na maciez das tetas dela. Comecei a lamber e chupar enquanto sentia aquela maciez na minha cara. Ela soltou as alças, tirei o sutiã e fui direto pro leite dela, me agarrando nos pezões grandes. Ela começou a gemer, eu chupava e sugava uma teta e depois a outra, tava em êxtase e louco por aquelas maravilhas com o leite doce e gostoso dela. Enquanto chupava um peito, acariciava o outro com a mão. De vez em quando, por causa da quantidade de leite que tinha nas tetas dela, escorria um fio de leite pelo contorno, e eu lambia pra não perder uma gota. Minha mãe se deitou de costas na cama, enquanto eu, por cima dela, continuava hipnotizado pelas tetas enormes e deliciosas dela. Enquanto chupava e tomava o leite, com as mãos eu apertava de leve pra não machucar, mas também adorava sentir a maciez, o peso e a sensação de não conseguir pegar aquelas maravilhas inteiras com a mão. Quando senti que tinha acabado com o leite dela, ela pediu pra eu me despir completamente. Fiz isso. — Vai, deita e continua batendo uma, já volto, vou retocar a maquiagem —. Ela pegou a bolsa e foi pro banheiro. Depois de uns 5 minutos, apareceu na minha frente pelada, toda maquiada e com o batom. Vermelho vibrante, os lábios dela estavam muito sensuais. Ela se aproximou de mim e, bem devagar, passava a língua nos lábios vermelhos, me provocando ainda mais. Começou a lamber suavemente meu peito e abdômen, a língua molhada e brincalhona era algo muito prazeroso. Ela me mandou parar de me masturbar, eu obedeci, e ela começou a descer para minha virilha, lambia minhas coxas com umidade, depois abaixo do meu umbigo, me dando beijos e lambidas. A elegância e delicadeza ao usar a boca era incrível, ela sabia como e o que lamber.
Ela começou a se concentrar nas carícias na região da minha virilha, percorria com a língua minhas coxas, até dando pequenas mordidas na minha pele naquela área. Continuou subindo para meu abdômen inferior, me dando beijos suaves e molhados. Quando senti que ela começou a beijar meu pau já completamente ereto, começando pela base, dava pequenos beijos seguindo ao longo dele, espalhando seus beijinhos molhados até deixá-lo meio vermelho por causa do batom. Então ela começou a usar a língua, provava meu pau como se fosse um pirulito, com lambidas longas primeiro na cabeça e depois ao longo, percorria ele todo com a língua e, ao chegar no freio, me dava um beijo nele. Ela estava me fazendo um boquete incrível, a delicadeza e sensualidade dela me enlouqueciam. Com a língua, ela brincava com minha cabeça, passava em círculos ao redor dela, então, com a mão, suavemente pegou a base do meu pau e o levou à boca. Foi uma sensação enorme e muito quente, ela chupava gostoso pra caralho minha cabeça enquanto estava dentro. Ao tirar, com a língua acariciava e colocava de novo, eu ouvia os estalos da boca dela e até os sons de "mmmm, mmmmmmm, mmmmmm, mmmmmm" que ela fazia quando tinha ele dentro da boca. Às vezes, sugava como se fosse canudo, mas com delicadeza; outras, chupava como pirulito. Me dava beijos molhados no tronco, depois colocava de novo na boca para chupar minha cabeça enquanto suavemente me masturbava na base. Quando tirava minha cabeça da boca, juntava os lábios, relambendo eles, até que no ponto mais excitante... Depois da sua puta mamada fenomenal, ela tirou a boca do meu pau, se levantou e disse: — Não quero que você goze assim, quero sentir dentro de mim. A chupada tinha sido tão incrível que eu fiquei sem palavras. Ela montou em mim, pegou meu pau duro e guiou até a buceta dela, sentando e enfiando tudo de uma vez. Ela gemeu alto quando sentiu ele entrar por completo. Começou a se mexer, já que aquela posição favorecia o movimento. Segurei seus quadris enquanto ela reboleava com força e apertava com a buceta. Não sabia quanto tempo ia aguentar, porque o prazer era imenso com o jeito que ela se movia. Ela pulava em cima de mim sem parar, eu via o rostinho dela excitado, os olhos fechados de vez em quando, passando a língua nos lábios e gemendo alto.
Tentava me concentrar para não gozar, porque o prazer era forte demais. Era uma mulher cheia de paixão, com muito tesão. Ela gemia e gritava: — Forte, forte, me fode forte! Agora eu via como aquela mulher era fogosa e cheia de desejo, e era minha mãe, o que me intimidava um pouco, porque aquele tesão todo me impunha respeito. Ficava pensando se ia dar conta de satisfazer ela. Mas ela sabia exatamente o que fazer e como me fazer gozar de prazer. Enquanto pulava com meu pau enterrado nela sem parar, passava a mão no meu peito, até me dava uns beliscões gostosos com as unhas. Era prazer demais para mim, ainda mais sentindo como a buceta dela se enfiava em mim. Não aguentei mais e gozei vários jatos dentro dela, num orgasmo muito forte. Minha mãe terminou de se mexer, se aproximou do meu rosto e me beijou delicadamente. Depois se deitou e me abraçou, acariciando minhas costas com os dedos macios. Ficamos assim um tempão, pensando no que tinha acontecido.
Quando saí da aula, não aguentei mais e decidi ir até o escritório da minha mãe. Tava com uma puta vontade de ver e tocar o corpo gostoso dela. Fui direto da escola pro escritório dela. Era um pouco mais das 4 da tarde quando cheguei. Entrei no prédio e subi até a sala dela. Como a secretária não tava lá, passei direto pro escritório. Entrei e minha mãe tava lendo uns relatórios. Ela sorriu e me cumprimentou: "Filho, boa tarde, que bom te ver, não esperava que você viesse tão cedo". "Oi, mãe, é que já tava com muita saudade de você e resolvi ir direto da escola pra cá -, - olha, querido, ainda não terminei meu trabalho, mas me espera que daqui a pouco a gente vai embora -, sentei pra esperar sem tirar os olhos do corpo da minha mãe, porque ela não tinha vestido o casaco, só a blusa decotada. Quando ela se levantou pra tirar umas cópias, admirei a bunda enorme dela em ação enquanto andava, já que a saia curta e justa fazia ela parecer deliciosa, além de ver aquelas pernas tão lindas enquanto ela fazia isso. Como ela tinha me dado permissão pra tocar e acariciar ela depois da conversa do dia anterior, me levantei, caminhei até ela e abracei ela pela cintura, sentindo o abdômen estreito e sensual. Acariciei a cintura dela, comecei a beijar o pescoço dela - você tá inquieto, querido, mas adoro como você me acaricia - eu te adoro, mãe, seu corpo é tão lindo, você não sabe tudo o que me provoca - então me conta, filho, tudo o que você sente, diz o que meu corpo te provoca - mãe, seu corpo é fantástico, não paro de admirar ele, mesmo você sendo minha mãe, seu corpo me encanta, por isso quero sentir ele nu -. Minha mãe sorriu me olhando nos olhos - vou aceitar ter intimidade com você porque te adoro e não tem nada de errado em demonstrar fisicamente o amor - suas palavras me deixam muito feliz, mãe, te adoro e também seu lindo corpo - deixa eu terminar isso e a gente vai comer -. Minha mãe terminou os compromissos dela e saímos pra comer num restaurante, convivemos alegremente, enquanto eu tava morrendo de vontade de chegar em casa e ficar com minha mãe, como ela tinha dito.
Chegamos em casa às 6:30 da tarde, minha mãe sentou no sofá pra relaxar, eu também sentei, mas como tava meio cansado acabei dormindo. Mas não fiquei muito tempo assim, depois de alguns minutos minha mãe me acordou com um carinho, com as mãos dela acariciou suavemente minhas bochechas e meu queixo. Acordei e vi ela na minha frente, ela tinha se trocado, vestia um robe vermelho sensual meio justo, de seda. Minha mãe me deu um sorriso lindo me olhando nos olhos e na minha frente, devagar e cadenciadamente, começou a desatar os nós do O jaleco dela, quando terminou, abriu ele completamente e deixou cair, me mostrando toda aquela anatomia impressionante em todo seu esplendor, porque ela não tava usando nada de roupa íntima, tava completamente nua. — Cê gosta do meu corpo, meu bem? —, — Cl-cl-cl-cl-claro, mãe, é lindíssimo, cê é muito gostosa, muito linda —, — Então é seu, coração, completamente seu, sou sua mãe e quero que você me mostre o quanto me ama, me acaricia, meu bem, também vou te mostrar o quanto te amo —. Eu tava impressionado com aquilo, o corpo dela era incrível, com tantas curvas, nunca tinha conseguido ver tão de perto nem com tanta calma, amei a cintura fina dela junto com aqueles quadris sensuais, os dois formavam um paraíso de curvas, além daquelas tetas enormes cheias de um leite gostoso. Voluptuosamente, ela se aproximou de mim, ainda sentado eu abracei ela pela cintura e comecei a beijar e acariciar a barriga fina e sensual dela, ela colocou as mãos na minha nuca acariciando, comecei a lamber a barriga dela, a pele tinha uma textura macia e bem firme. Nisso, ela com as mãos me apoiou no sofá e começou a desabotoar minha camisa sorrindo, abriu ela, suavemente e com muita sensualidade me beijou o peito e minha barriga, sentir a boca molhada dela era uma delícia nessas áreas, enquanto eu tava tão excitado que desabotoei minha calça e tirei meu pau pra fora.
Ao ver meu pau pra fora, minha mãe sorriu pra mim, com uma mão começou a acariciar ele, enquanto com a outra mão me oferecia um dos peitos enormes dela na minha boca, que eu peguei com gosto, ela me masturbava superbem que me excitou ainda mais, as mãos dela eram tão macias que me deixavam louco de prazer, eu não parava de chupar as tetas dela e beber aquele leite gostoso, era a primeira vez que ela me masturbava e aquelas mãos eram incríveis, pela maciez e pelo jeito que ela fazia. Ela desceu a outra mão pro meu pau, agora com as duas mãos me acariciava, aos poucos começou a acariciar minhas bolas suavemente, fazia massagem nelas e com as unhas acariciava com lentidão e habilidade. Comecei a lubrificar, as mãos da minha mãe se Enchi minha mãe de fluidos, ela com os dedos espalhava no meu glande e com movimentos circulares nas pontas dos dedos acariciava aquela parte, as carícias dela eram rítmicas e muito prazerosas. Nisso minha mãe se levantou, me ergueu do sofá com os braços e disse: -vem, querido, vamos pro meu quarto ficar mais à vontade-, me pegou pela mão e subi atrás dela, entramos no quarto, com os braços me fez deitar na cama e ela, me olhando fixamente e com um sorrisinho, se deitou devagar sobre mim até colocar os peitões enormes na minha cara, e eu comecei a chupar com muita vontade, ela esfregava eles mais e mais no meu rosto, com uma das mãos apertava pra sair mais leite, meu pau não parava de lubrificar, quando terminei todo o leite da minha mãe ela me beijou com delicadeza mas com muita sensualidade ao mesmo tempo, me abraçou e puxou até eu ficar por cima dela, aí me olhando disse: -vai, acho que já tá pronto, me penetra, me sente-, -tô nervoso, mãe-, -não precisa ficar, relaxa e aponta seu pau pra minha entrada-, coloquei meu pau na buceta dela e senti o calor e a umidade, tava muito molhada, sentir aquele calor endureceu ainda mais, como não achava o buraco da buceta, minha mãe com a mão guiou minha ereção pra lá, quando senti comecei a empurrar um pouco até começar a entrar nela, com força empurrei tudo pra entrar completamente, senti delicioso aquela cavidade molhada e apertada, minha mãe gritou e gemeu: -ahhhhhhh ahhhh não tão bruto, lindo aaauuuuuhhh aaaauhhhhh-, comecei a me mover metendo e tirando sem sair completamente, era indescritível o calor daquelas entranhas, procurei a boca da minha mãe e começamos a nos beijar de novo, foi um beijo mais molhado.
Tava completamente extasiado, finalmente tava penetrando aquela mulher tão linda e gostosa que era minha mãe, como tava no vai e vem num momento acabei saindo completamente dela, então apontei meu pau de novo pra lá, entrei de novo com um pouco de trabalho porque ela Eu tava apertada por causa da falta de sexo, ela, ao me sentir entrando, reclamava um pouco, apesar da umidade dela e da minha lubrificação. Minha mãe, ao me sentir entrando, gemia de um jeito muito sensual, o que me excitava ainda mais, enquanto eu beijava o pescoço dela e segurava seus ombros. Por causa da excitação, só aguentei mais uns minutos penetrando ela, porque foi tanta excitação que gozei dentro dela. Gritei e ofeguei, porque o orgasmo foi muito forte e intenso. Na hora, beijei ela com força e senti me esvaziar de porra. Ela me abraçou e, olhando nos meus olhos, disse: — Já, amor? Terminou? — Sim, sim, gozei dentro. Acho que não é muito bom. — Não, não se preocupa, love, depois compro a pílula. — Me abraçou, me deu um beijo na bochecha e ficou um tempão acariciando meu cabelo. Acabei dormindo junto com ela. Pouco depois, ouvi a porta do quarto. Era ela, vestida com uma calça de moletom e uma camiseta: — Vou na farmácia, amor, não demoro. — Vou com você, tá? — Ela sorriu e deu sinal positivo. Me vesti rápido e saímos na caminhonete, porque a farmácia mais perto ficava a uns 10 minutos de carro e já era noite. Quando chegamos, descemos e entramos no lugar. Tinha um homem atendendo. Minha mãe pediu a pílula do dia seguinte, e o cara me olhou estranho, porque imaginou que eu era mesmo quem podia engravidar ela. Achei que ele ficou com inveja de eu estar comendo uma mulher como ela, ainda mais porque a camiseta que minha mãe tava usando era justa, decotada e deixava ver aqueles peitões ainda mais sensuais, o que aumentava a inveja dele. Quando o funcionário trouxe a caixa de pílulas, minha mãe pediu uma caixa de camisinhas enquanto me olhava e sorria.
O funcionário foi buscar e trouxe uma de 100 camisinhas. Minha mãe pagou e pegou as coisas. Enquanto ele passava no caixa, me olhou de novo, estranho e com muita inveja. Saímos e entramos na caminhonete. Enquanto ela dirigia, falei: — Tô com vontade, muita vontade. — De quê, meu céu? — Dos seus peitos, tô com um tesão imenso neles. — Ela me deu um sorriso e abaixou a camiseta. Camiseta regata com uma mão, enquanto com a outra dirigia, —anda, pega elas—, na hora me agarrei naquelas tetonas e chupei enquanto ela continuava dirigindo, sem problema porque já era noite e não passava muitos carros, continuei assim até chegar em casa, chupando e sugando aquelas maravilhas, minha mãe me avisou que tínhamos chegado porque, de tão concentrado chupando aquelas tetas, nem percebi: —já chegamos, amor—, colocamos a caminhonete pra dentro de casa, enquanto ela tinha levantado a camiseta, olhei a hora e eram 10:25 da noite, entramos na sala, ela disse: —agora sim estamos mais à vontade— e tirou de uma vez a camiseta e o sutiã, eu me joguei nela pra lamber e afundar minha cara naquelas tetonas que eram meu delírio, tirei a pica e pedi pra ela me masturbar forte, ela pegou e fez isso enquanto eu chupava os peitos dela, ela me masturbava, como ela fazia forte, não demorei pra gozar, gozei com um peito na boca, o orgasmo foi forte e muito gostoso, depois ela me beijou suavemente e foi pegar um papel e com cuidado me limpou o pau, no final disse: —vou tomar a pílula, amor, já volto—, depois de alguns minutos voltou e nos aninhamos no sofá da sala, ela me abraçou e eu me acomodei entre a maciez dos peitos dela, não falamos mais nada, tudo tinha sido muito gostoso e novo pra mim, também pra ela, estávamos entrando numa situação, se bem que muito excitante, também muito complexa, ficamos em silêncio e parados pensando no que tinha acontecido até pegarmos no sono.
Foi perto da 1:30 da manhã que ela me acordou: —amor, a gente dormiu, vamos pra cama agora—, me deu um beijo na bochecha e fomos pros nossos quartos, estávamos exaustos, na manhã seguinte acordei com o despertador, preparei minha roupa com a toalha e saí do quarto pra tomar banho, cheguei lá e ouvi que minha mãe já estava tomando banho, uma excitação me percorreu, pensei em entrar com ela ou não, bati na porta —Vai, anda, já tô quase terminando—. Ao ouvir isso, me despi rápido e, com uma ereção, entrei no banheiro. Minha mãe tinha a cortina do chuveiro fechada; ao ouvir que eu entrei, ela a puxou e, com a mão, me convidou para entrar com ela no box. —Já terminei, querido, vou deixar você tomar banho—. Ela saiu do banheiro, me deixando muito excitado. Tomei banho rápido; fiquei meio desconcertado por não ter rolado algo a mais. Me apressei, me arrumei e desci pra tomar café. Ela já tinha deixado meu café pronto enquanto se arrumava. Enquanto comia, ela apareceu espetacular, com uma saia justa de conjunto azul-marinho, um decote discreto, mas muito sexy dado o tamanho dos peitos dela, maquiada e perfumada. Me deu um beijo, deixando a marca vermelha do batom, e sentou pra tomar café. Na mesa, ela disse pra eu buscá-la no escritório às 5 da tarde. Aceitei encantado. Como estava ficando tarde, subimos na caminhonete, ela me deixou na escola e seguiu pro escritório dela. No fim das aulas, foi um alívio; esperava ansiosamente pra ir ver minha mãe. Fui direto pra casa, descansei e fiz minhas tarefas. Antes de sair pro escritório, peguei uns preservativos da caixa que minha mãe tinha comprado. No caminho, não parava de pensar nos peitos dela e naquelas bundonas lindas. Finalmente, ao chegar, entrei rápido no escritório sem nem olhar pra secretária. Lá estava minha mãe, trabalhando na mesa dela. Me aproximei e ela me cumprimentou com um beijo profundo. Como ainda tinha pendências, ela pediu pra eu esperar. Fiz isso e sentei no sofá que ela tem no escritório. Como já tava muito tesudo, decidi bater uma punheta na frente dela. Aproveitando que ela tava sentada e concentrada lendo uns papéis, e como tava sem o paletó, os peitões enormes dela estavam uma delícia. Então, abaixei o zíper da calça, tirei meu pau ereto e, olhando pra minha mãe, que tava muito gostosa, comecei a me masturbar. Ela não percebeu de imediato, por estar tão focada nos papéis, mas num momento em que levantou o olhar, notou o que eu tava fazendo. Ação, -mmmmm, cê tá muito gostosa, né? mmmm, bom, tá bem, continua fazendo isso enquanto eu termino de revisar esses documentos- e me mandou um beijo, assim, enquanto continuava trabalhando e revisando os papéis, eu continuei me masturbando olhando pra ela, tentava não fazer muito forte e controlar meus desejos, porque não queria gozar só com uma punheta, como se me entendesse de algum jeito, ela desabotoou a blusa e abriu um pouco, deixando ver parte do sutiã vermelho de renda, eu tava em êxtase com aquela visão. Ficamos assim uns 25 minutos, eu me masturbando olhando pra ela e ela me dando umas boas vistas do corpo dela, até que ela disse que tinha finalmente terminado o trabalho e que era hora de ir. Saímos do escritório pra comer, porque já tava morrendo de fome. Fomos a um boteco perto do escritório. Comemos bem à vontade enquanto eu não tirava os olhos dos peitos dela. Ela percebeu e me disse: -assim que a gente terminar de comer, tenho uma surpresa pra você, e acho que vai gostar muito- piscou o olho e eu fiquei bem intrigado e com tesão ao mesmo tempo. Terminamos de comer rápido e minha mãe pagou. Saímos do lugar e subimos na caminhonete. Ela dirigiu um pouco até chegarmos a um motel. Fiquei meio surpreso, eram 6:45 da tarde quando chegamos no motel. -chegamos, agora me fode aqui como qualquer casal num motel desses, me sinto completamente cheia de porra nos peitos, te espera sua porra gostosa e nutritiva- ela disse, abrindo um pouco o decote. -bom, sim, sim, sim, vamos- tava muito nervoso, mas puta que pariu, excitado. -toma, pega esse dinheiro pra pagar na recepção- deixamos a caminhonete num estacionamento perto e fomos andando pro motel. Vi vários casais saindo e entrando no lugar. Quando entrei, fiquei muito nervoso, porque nunca tinha ido num. O recepcionista me olhou surpreso, e minha mãe também. Talvez não entendesse o que um moleque como eu tava fazendo com uma mulherão daquela, porque ela exalava sensualidade com a roupa dela, mas não parecia puta, só uma Mulher linda vestida sensual, mas elegante e sofisticada, então ele com certeza não achava que eu ia pegar uma prostituta, mas sim uma mulher do mundo, linda e gostosa. Perguntei o preço do quarto, o recepcionista disse que eram 250 pesos, paguei e ele me deu as chaves. Minha mãe me pegou pela mão, caminhava rebolando aquele rabão, e o som dos saltos dela aumentou minha excitação. Subimos as escadas porque o quarto ficava em cima.
Entramos no quarto, eu já tava com uma excitação do caralho. Ela tirou o casaco e a blusa rapidinho, ficando só de sutiã vermelho de renda. De repente, ela pegou minha cabeça por trás e a enfiou nos peitos dela, afundou meu rosto na maciez das tetas dela. Comecei a lamber e chupar enquanto sentia aquela maciez na minha cara. Ela soltou as alças, tirei o sutiã e fui direto pro leite dela, me agarrando nos pezões grandes. Ela começou a gemer, eu chupava e sugava uma teta e depois a outra, tava em êxtase e louco por aquelas maravilhas com o leite doce e gostoso dela. Enquanto chupava um peito, acariciava o outro com a mão. De vez em quando, por causa da quantidade de leite que tinha nas tetas dela, escorria um fio de leite pelo contorno, e eu lambia pra não perder uma gota. Minha mãe se deitou de costas na cama, enquanto eu, por cima dela, continuava hipnotizado pelas tetas enormes e deliciosas dela. Enquanto chupava e tomava o leite, com as mãos eu apertava de leve pra não machucar, mas também adorava sentir a maciez, o peso e a sensação de não conseguir pegar aquelas maravilhas inteiras com a mão. Quando senti que tinha acabado com o leite dela, ela pediu pra eu me despir completamente. Fiz isso. — Vai, deita e continua batendo uma, já volto, vou retocar a maquiagem —. Ela pegou a bolsa e foi pro banheiro. Depois de uns 5 minutos, apareceu na minha frente pelada, toda maquiada e com o batom. Vermelho vibrante, os lábios dela estavam muito sensuais. Ela se aproximou de mim e, bem devagar, passava a língua nos lábios vermelhos, me provocando ainda mais. Começou a lamber suavemente meu peito e abdômen, a língua molhada e brincalhona era algo muito prazeroso. Ela me mandou parar de me masturbar, eu obedeci, e ela começou a descer para minha virilha, lambia minhas coxas com umidade, depois abaixo do meu umbigo, me dando beijos e lambidas. A elegância e delicadeza ao usar a boca era incrível, ela sabia como e o que lamber.
Ela começou a se concentrar nas carícias na região da minha virilha, percorria com a língua minhas coxas, até dando pequenas mordidas na minha pele naquela área. Continuou subindo para meu abdômen inferior, me dando beijos suaves e molhados. Quando senti que ela começou a beijar meu pau já completamente ereto, começando pela base, dava pequenos beijos seguindo ao longo dele, espalhando seus beijinhos molhados até deixá-lo meio vermelho por causa do batom. Então ela começou a usar a língua, provava meu pau como se fosse um pirulito, com lambidas longas primeiro na cabeça e depois ao longo, percorria ele todo com a língua e, ao chegar no freio, me dava um beijo nele. Ela estava me fazendo um boquete incrível, a delicadeza e sensualidade dela me enlouqueciam. Com a língua, ela brincava com minha cabeça, passava em círculos ao redor dela, então, com a mão, suavemente pegou a base do meu pau e o levou à boca. Foi uma sensação enorme e muito quente, ela chupava gostoso pra caralho minha cabeça enquanto estava dentro. Ao tirar, com a língua acariciava e colocava de novo, eu ouvia os estalos da boca dela e até os sons de "mmmm, mmmmmmm, mmmmmm, mmmmmm" que ela fazia quando tinha ele dentro da boca. Às vezes, sugava como se fosse canudo, mas com delicadeza; outras, chupava como pirulito. Me dava beijos molhados no tronco, depois colocava de novo na boca para chupar minha cabeça enquanto suavemente me masturbava na base. Quando tirava minha cabeça da boca, juntava os lábios, relambendo eles, até que no ponto mais excitante... Depois da sua puta mamada fenomenal, ela tirou a boca do meu pau, se levantou e disse: — Não quero que você goze assim, quero sentir dentro de mim. A chupada tinha sido tão incrível que eu fiquei sem palavras. Ela montou em mim, pegou meu pau duro e guiou até a buceta dela, sentando e enfiando tudo de uma vez. Ela gemeu alto quando sentiu ele entrar por completo. Começou a se mexer, já que aquela posição favorecia o movimento. Segurei seus quadris enquanto ela reboleava com força e apertava com a buceta. Não sabia quanto tempo ia aguentar, porque o prazer era imenso com o jeito que ela se movia. Ela pulava em cima de mim sem parar, eu via o rostinho dela excitado, os olhos fechados de vez em quando, passando a língua nos lábios e gemendo alto.
Tentava me concentrar para não gozar, porque o prazer era forte demais. Era uma mulher cheia de paixão, com muito tesão. Ela gemia e gritava: — Forte, forte, me fode forte! Agora eu via como aquela mulher era fogosa e cheia de desejo, e era minha mãe, o que me intimidava um pouco, porque aquele tesão todo me impunha respeito. Ficava pensando se ia dar conta de satisfazer ela. Mas ela sabia exatamente o que fazer e como me fazer gozar de prazer. Enquanto pulava com meu pau enterrado nela sem parar, passava a mão no meu peito, até me dava uns beliscões gostosos com as unhas. Era prazer demais para mim, ainda mais sentindo como a buceta dela se enfiava em mim. Não aguentei mais e gozei vários jatos dentro dela, num orgasmo muito forte. Minha mãe terminou de se mexer, se aproximou do meu rosto e me beijou delicadamente. Depois se deitou e me abraçou, acariciando minhas costas com os dedos macios. Ficamos assim um tempão, pensando no que tinha acontecido.
8 comentários - Minha mãe gostosa amamentando 3