Minha cunhada
Eram 10:30 da noite e eu começava a me desesperar porque minha namorada não aparecia.
Ela tinha combinado de passar no meu trabalho às 10:00 pra irmos dançar na companhia de um casal de amigos dela.
Tive que sair do meu posto às 10:00 porque, sendo sexta-feira, o prédio fecha nesse horário, então fiquei parado no meio da rua.
Com o frio gelando minhas mãos e uma raiva crescente estampada no meu rosto.
O plano inicial era ir jantar em algum lugar no centro e esperar enquanto a Cláudia e o Leandro chegavam, e depois ir dançar até de madrugada.
Esse plano não me animava muito, porque a ideia de ir dançar por si só já não me agrada, e se ainda for na companhia de amigos da minha esposa, é ainda menos interessante; no entanto, ela insistiu tanto que não pude recusar.
Às 10:45, quando eu estava prestes a pegar um táxi pra ir pra casa, vi o carro da minha namorada se aproximando ao longe, e percebi então o que considerei naquele momento a gota d'água. (Quão enganado eu estava): minha cunhada, irmã mais nova da minha esposa, com seus 24 anos ainda solteira e sem muitas propostas no curto prazo, vinha confortavelmente sentada ao lado da minha namorada; esperei ingenuamente que no banco de trás viesse algum amigo pra fazer companhia a ela, já que, caso contrário, minha esposa passaria a noite preocupada porque a irmãzinha ficaria sentada sozinha ou dançando com um desconhecido; e o sentimento de culpa dela acabaria com a noite.
Quando o carro estacionou na minha frente, enfiei a cabeça no banco de trás e, como eu temia, estava vazio. Minha namorada notou imediatamente meu incômodo e, com o melhor dos seus sorrisos, me disse:
- Olha quem veio! Me atrasei porque esperei a Soledad se arrumar e ficar toda gostosa pra nos acompanhar.
Sorri, mas meu sorriso ficou mais genuíno quando cumprimentei minha cunhada enfiando metade do meu corpo pela janela aberta e notei que estava vestida como nunca tinha visto, nem imaginado.
Soledad é uma mulher de 24 anos, magra e de altura média, muito simpática e divertida, sempre vestida com roupas comuns que não mostram nada e deixam pouco para a imaginação, passa horas dormindo e estudando em casa; tem muitas amizades e mora sozinha.
Naquela noite, descobri nela um corpo de mulher incrível, pela primeira vez livre das roupas do dia a dia. Ela usava uma blusa preta semitransparente com um decote marcante na frente. Os peitos dela, grandes, no ponto certo para serem beijados e mordidos à vontade, desafiavam a gravidade — não sei se era pelo tipo de sutiã que ela usava ou pelo calor suave que crescia devagar no meu corpo, mas me pareceram perfeitos. Só consegui ver o contorno superior, que brilhava timidamente, talvez por causa de algum maquiagem. Ela também vestia uma minissaia da mesma cor, que deixava à mostra suas pernas longas e bem torneadas.
Num tom suplicante, Soledad me disse:
— Não fica bravo, cunhado, vou me comportar direitinho.
Ao falar essas palavras, ela me tirou dos meus pensamentos profundos e me fez desviar o olhar das suas pernas deliciosas. Levantei a cabeça e, pela vergonha de ter sido pego, joguei o corpo para trás, batendo a cabeça com força; as duas caíram na gargalhada.
Minha esposa pediu para Soledad passar para o banco de trás para que eu pudesse sentar no lugar dela. Imediatamente ela abriu a porta e eu me afastei para deixá-la passar, e foi aí que ela me fez o que pensei ser o maior presente da noite: ao descer, pude ver sua figura esbelta em toda a sua magnitude. O cabelo longo preso deixava à mostra seus ombros finos em plenitude, a queda da blusa fina permitia quase sentir os seios dela. Notei então que a blusa chegava bem na altura do umbigo, e ele aparecia, provocante, por entre os tecidos; a minissaia já não me parecia tão curta, estava exatamente acima da joelhos; quando ela andou até a porta dos fundos, pude ver sua bunda incrivelmente redonda e linda, que se erguia imponente por baixo da roupa.
Abri a porta dos fundos e, quando ela subiu, tive que fazer um esforço enorme para não me inclinar um pouco e ver o que escondia debaixo da saia, já que minha esposa poderia ficar chateada.
Ao subir no carro, minha esposa me tirou do meu princípio de tesão ao dizer que os amigos dela estavam atrasados, então teríamos que esperá-los um pouco mais. Disse a elas que fôssemos a um restaurante pequeno perto dali, muito bem iluminado (não queria perder nenhum detalhe do corpo recém-descoberto da minha cunhada); elas concordaram e lá fomos nós.
Ao chegar no lugar, desci rapidamente do carro e abri a porta da minha esposa (não queria que ela se sentisse deixada de lado); enquanto isso, um manobrista estava se deliciando visualmente com a vida ao abrir a porta para minha cunhada e ajudá-la a descer. Quando entreguei as chaves, meu olhar revelava minha irritação, e minha esposa me perguntou:
- Por que você está bravo?
Ao que respondi, meio envergonhado:
- Acontece que esse cara olhou pra Soledad de um jeito muito safado (igual eu fiz não menos de 15 minutos atrás)
Ela desaprovou a atitude do motorista e sorriu (eu era o herói dela), enquanto, para minha surpresa, minha cunhada me segurou bem forte no braço, dizendo no meu ouvido:
- Muito obrigada, acho que não estou acostumada com essa roupa e de repente posso mostrar demais.
Sorri e arrisquei um pouco:
- Não se preocupa, Sole, você está espetacular e, de certa forma, entendo esse rapaz que, ao te ver, não conseguiu evitar de olhar demais.
Ela sorriu e me deu um beijo sonoro na bochecha.
A partir desse momento, as coisas seguiram bem tranquilas. Chegamos à mesa e, como sempre fui muito cavalheiro, ajudei minhas duas acompanhantes a se sentar e ficar confortáveis, chamei o garçom e pedi Margaritas para nós três. Minha esposa me olhou estranha porque eu não costumo beber, mas eu disse a ela que estava muito feliz de estar com duas mulheres tão gostosas.
Não sei se meu subconsciente estava preparando o terreno para o que aconteceria depois, mas se não foi, foi um baita estímulo, porque no calor das bebidas, as línguas tendem a se soltar e os assuntos podem ficar cada vez mais picantes. Foi o que aconteceu, e depois da terceira margarita, a conversa derivou para temas pessoais, muito pessoais, eu diria.
Começamos a falar sobre relações sexuais antes do casamento, minha namorada vem de uma família muito conservadora e eu sabia disso, mas o álcool me deu coragem pra revelar um dos nossos segredos mais profundos: a gente já tinha transado (e não uma, mas várias vezes). Ao ouvir isso, minha cunhada ficou super surpresa e olhou pra irmã com uma desaprovação profunda. Pra mim, ela olhou como se estivesse decepcionada com meu comportamento, então tive que contra-atacar e perguntei na lata:
- Não vai me dizer que com seus 24 anos você nunca transou com ninguém
Soledad não esperava uma pergunta tão direta, me olhou bem nos olhos e disse:
- Não; eu sou VIRGEM
A palavra ficou ecoando entre nós: Virgem, virgem, virgem.
Ficamos em silêncio por alguns minutos que pareceram uma eternidade, primeiro porque o assunto com certeza era muito delicado pra minha cunhada, mas por outro lado porque eu pessoalmente comecei a sentir uma atração enorme por ela, além do corpo já bem definido que eu já tinha comentado, o fato dela ser virgem representava algo totalmente novo pra mim.
Sempre encarei a virgindade como uma forma de controle dos pais sobre os filhos, transar com minha esposa antes do casamento foi super normal pra mim, e casar com ela, mesmo ela não sendo mais virgem, não me afetou moralmente em nada, eu achava que todo mundo experimentava a sexualidade desde cedo. Saber que Soledad era virgem criou em mim um tesão impressionante, pensar que nenhum homem tinha chegado à sua intimidade e a feito gozar como toda uma mulher provocava em mim um desejo imenso de fazer isso; imaginar pelo menos 8 anos de energia sexual contida naquele corpo gostoso, e pronta para ser acesa e explorada à vontade me causava uma excitação única.
Minha mulher quebrou o silêncio com uma bronca suave para mim:
- Sim, a Sole é virgem e isso não é da sua conta.
Olhei para elas e me desculpei, e minha cunhada me disse:
- Tá tudo bem, também não é pra tanto, tenho certeza que não sou nem serei a última mulher virgem aos 24 anos.
Pelo comentário, deduzi que tinha magoado ela com o que disse, o tom da voz dela me entristeceu, e não soube o que mais falar.
Então, como a gente fala por aqui: A campainha me salvou, o celular da minha namorada tocou várias vezes, eram os amigos dela, já estavam chegando e a gente teria que se apressar pra não perder a reserva.
Paguei a conta e subimos no carro, dessa vez eu dirigi e minha esposa foi pro banco de trás com minha cunhada, elas cochichavam e eu não conseguia entender o que diziam, mas tinha certeza que ainda estavam falando do assunto. Por mim, esperava que os amigos da minha namorada chegassem com algum amigo, assim minha cunhada não ficaria sozinha e teria que dançar com estranhos.
Ao chegar, mais uma vez me decepcionei, só estavam a Claudia e o Leandro do lado de fora da balada. Entramos, nos deram nossa mesa e ao sentar, a Sole sentou do meu lado e disse:
- Vamos, cunhado, me paga outra margarita e eu te perdoo.
Aceitei na hora e pedi mais uma rodada de margaritas pra todo mundo.
Dancei um pouco com minha esposa, a pista tava lotada demais e o ritmo da música fazia com que eu esbarrasse direto no corpo dela ou nos outros dançando. Minha namorada vivia olhando pra mesa e a Sole continuava lá, sozinha, vários caras tinham se animado a chamar ela pra dançar, mas ela só sorria tímida e balançava a cabeça que não. Pensei em chamar ela pra dançar, mas minha minha namorada estava bem entretida.
Depois de uns 30 minutos de dança na pista, a banda ao vivo foi descansar e começaram a tocar música gravada. Começou uma música lenta que não consigo lembrar, e minha esposa me disse:
- Vai, tira a Sole pra dançar, ela tá muito sozinha.
Com um sorrisão, fui até a mesa, enquanto minha mulher ia ao banheiro. Quando cheguei, falei pra Sole:
- Por que tão sozinha? Aposto que não menos de uns 10 otários chegaram e você mandou todos pastar.
Ela soltou uma gargalhada gostosa e disse que não se sentia à vontade pra dançar com ninguém, porque tinha medo de que se aproveitassem. Eu falei:
- Se eu prometer não me aproveitar, você dança comigo?
Ela então disse o que, de uma vez, mudaria o rumo dos acontecimentos naquela noite:
- Danço contigo só se você prometer se aproveitar.
Fiquei gelado e, por consequência, mudo. Fiquei paralisado por uns segundos, e ela se levantou e falou:
- Vamos, tira essa cara de bobo que você fez e me leva pra pista, porque essa música eu adoro.
Dançamos bem juntinhos o resto da música, mas eu tentava não ficar muito perto pra ela não perceber a ereção discreta que o comentário dela e tudo o que tinha rolado na noite tinham provocado.
Quando a música acabou, começou uma sequência de rock nacional que minha esposa não curte, então a gente continuou dançando por um bom tempo. No fim da sequência, a banda ao vivo voltou ao palco, e eu pensei que minha aventura curta ia acabar ali, mas, pra minha surpresa, minha namorada chegou perto da gente e disse que os sapatos estavam apertando e que preferia ficar sentada, e que a gente "desse brilho na pista".
A banda começou a tocar bachata. A cadência da música, junto com os movimentos sensuais da minha cunhada, me jogaram num estado de tesão que eu nunca tinha sentido antes. Os movimentos dela estavam cada vez mais perto de mim, e, conforme a pista lotava de gente, nossos corpos tinham que se encostar com mais frequência e com mais força; numa volta em que ela ficou de costas pra mim, o destino fez das suas, porque ao mesmo tempo fui empurrado por trás, ficando meu corpo colado no dela e uns braços bateram nos meus, deixando meu braço direito abraçando ela por trás, bem abaixo dos peitos dela. Minha mão direita pousou por frações de segundo no peito esquerdo dela, enquanto minha pica ereta se encostava na bunda poderosa dela.
Tirei a mão na hora e me afastei, torcendo pra ela não ter notado minha ereção enorme nas nádegas dela. Afinal, era a irmã da minha esposa, além de uma mulher até então muito conservadora, e não queria problema com ninguém. Quando a música acabou, decidi que era hora de parar com aquela loucura e acompanhei minha cunhada até a mesa, com a intenção de dançar de novo com minha namorada. Além disso, eu já tava muito tarado e precisava desabafar com alguém, e quem melhor do que minha linda mulher.
Minha namorada pediu pra eu sentar um pouco pra descansar, e fiquei sentado no meio das duas. Olhei pra ela com uns olhos que mostravam a safadeza que tava correndo no meu corpo e comecei a beijá-la apaixonadamente. Discretamente, enfiei a mão por baixo da blusa dela e acariciei a parte de baixo dos peitos dela por cima do sutiã. Ela reagiu na hora e passou a mão por trás do meu pescoço com força pra me puxar mais pra perto. Nosso beijo intenso durou uns minutos, e ela ficava esfregando minha pica por cima da calça o tempo todo.
Quando terminamos nossa sessão de beijos, voltei a sentar confortavelmente na cadeira e peguei minha taça pra brindar por estarmos juntos, mas notei que minha cunhada tava me olhando, e não conseguia esconder um pouco de irritação e talvez ciúmes no olhar dela.
A música gravada começou de novo, e foi aí que minha cunhada tomou a iniciativa e me pediu pra dançar com ela. Olhei pra minha namorada como quem pede aprovação, e ela sorriu e disse:
- Vai lá dançar, eu espero você pra me dar um pouco de love de novo…
Sole se levantou e em dois segundos já estávamos na pista, tava tocando Reggaeton, um gênero musical que até então eu desprezava, e digo até então porque ao olhar as cadeiras da Sole se mexendo no ritmo de “La gasolina”, eu adorei o criador de um ritmo tão foda que fazia a bunda enorme e redonda da minha cunhada se mexer de um jeito tão safado, tão perto de mim.
Os drinks e o ambiente, junto com a gostosa que era minha cunhada, me levaram aonde eu nunca pensei que iria, comecei a me mexer no ritmo da música, no começo mantendo a distância da minha cunhada pra evitar um tapa, mas depois, “já na confiança”, roçando descaradamente nas curvas dela, na desculpa da dança. Ah, o reggaeton, bela justificativa pra poder aproveitar o corpo de uma mulher na frente dos outros, até da sua cunhada na frente da sua própria namorada.
A música continuava e continuava, parecia não ter fim, as curvas da minha cunhada se mexiam cada vez mais provocantes, eu apoiava minhas mãos nas cadeiras dela bem ali, onde a curva da bunda dela ficava mais cheia e não tinha risco dela se irritar, e ela colocava as mãos dela por cima das minhas, mexendo as cadeiras de um lado pro outro, e ajudando disfarçadamente a descer minhas mãos milímetro por milímetro, numa operação perigosa onde nós dois éramos cúmplices, mas não tínhamos coragem de confessar. Depois de alguns minutos, minhas mãos já não estavam mais nas cadeiras dela, mas ajudavam descaradamente no movimento gostoso da bunda redonda dela, subiam e desciam com toda liberdade sempre acompanhadas pelas dela, começando na cinturinha dela onde meus dedos podiam tocar a pele nua dela, e descendo devagar pelas laterais da bunda dela até as coxas bem torneadas, por cima da saia dela. O tecido macio deslizava fácil entre meus dedos, mas eu me perguntava como seria a pele dela… como seria a sensação do roçar dos meus dedos diretamente na pele nua das suas pernas.
O reggaeton continuava tocando com toda força, e os casais na pista cada vez se amontoavam com mais sensualidade; de vez em quando minha cunhada me olhava nos olhos, eu não conseguia interpretar outra coisa senão luxúria no olhar dela, provavelmente eu estava enganado, mas como o bêbado acha que todo mundo ao redor está bêbado, eu pensava e jurava que minha cunhada estava sentindo no corpo as mesmas sensações que percorriam o meu já fazia um tempo.
Então levei nossa travessura um pouco mais longe, cada vez que minhas mãos desciam pelas pernas dela, tentava abaixá-las um pouco mais, até conseguir tocar a pele dela diretamente, eventualmente consegui, em uma das tantas carícias, minhas mãos deslizaram por baixo da saia dela, e lentamente fui subindo até sentir o suor das coxas dela, foi uma sensação indescritível; o suor lubrificou, por assim dizer, o movimento, tornando-o, se possível, ainda mais erótico, a Sole parou por uma fração de segundo e virou para me olhar, por um momento pensei que a brincadeira acabava ali; mas não foi assim, ela sorriu e continuou dançando como se nada tivesse acontecido.
Com a confiança que isso representava, minhas mãos já não sentiram mais medo nenhum, e começaram a subir e descer por baixo da saia dela. Nossos corpos estavam tão colados que a operação era quase imperceptível para quem estava ao redor, que, pensando bem, tinham se tornado cúmplices do nosso pecado.
O suor das minhas mãos combinado com o suor das pernas dela acabou me excitando ainda mais, dessa vez a operação era ao contrário, minhas mãos iam subindo disfarçadamente pelas pernas dela, com o firme e louco propósito de chegar naquela bunda desejada que me esperava a apenas alguns centímetros de distância. Ela, por sua vez, continuava se mexendo, as mãos dela já não me acompanhavam, aparentemente ela tinha decidido me deixar seguir meu próprio caminho, interpretei o sinal como um sinal verde, e minhas mãos lentamente pousaram naquela bunda incrível que horas atrás eu só imaginava e dias atrás nem prestava atenção nela.
A sensação era incrível, Sole estava usando uma micro tanga que mal dava pra sentir, então minhas mãos viraram donas absolutas daquele terreno virgem que ninguém devia ter aproveitado ainda. A bunda dela estava dura como pedra, era redonda, muito redonda, a pele dela era macia como um pêssego e minhas mãos percorreram cada centímetro, desde o ponto onde formava aquela curva deliciosa no fim das pernas dela, até perto das costas; ela, por sua vez, simplesmente se encaixava cada vez mais pra trás, com uma desespero que eu nunca vi em ninguém.
Nessa altura já não dançávamos mais, nos deixávamos levar numa cadência sensual infinita digna de qualquer filme pornô; de vez em quando ela parava totalmente reta e eu aproveitava pra puxar ela pra perto e deixar ela sentir minha piroca dura bem onde minhas mãos tinham se deliciado.
Já não ligava pra mais nada, naquele momento podia até chegar minha namorada na pista que eu continuaria com minha deliciosa tarefa, ter aquela mulher gostosa e tesuda nas minhas mãos, saber que era virgem e que guardava todo tipo de instinto baixo; e ainda por cima ter me escolhido pra importante missão de descobrir e explorar tudo aquilo, me deixou completamente alucinado.
Pra minha má sorte, a música acabou e tivemos que nos separar na hora, fomos de mãos dadas até a mesa onde minha namorada nos esperava com um sorrisão. Quando sentamos, fiquei de novo no meio das duas, e minha namorada aproveitou pra continuar o que a gente tinha deixado pendente, começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava meu pau que já tava com uma ereção considerável. Ela sorriu surpresa e falou:
- Que bom, você tá pronto pra tudo
Eu sorri e Sole, como quem não quer nada, disse:
- Pronto pra quê?
Minha namorada, muito Envergonhada, respondeu que não era nada e virou-se pra comentar algo com os amigos, enquanto minha cunhada se aproximou do meu ouvido e, dessa vez, acariciando descaradamente meu pau duro, disse:
— Sim, já imagino pra que você tá pronto.
Fiquei de boca aberta, ela era uma pessoa completamente diferente da que eu conhecia até então. Provavelmente, era um monte de fatores que estavam deixando essa mulher no ponto, e eu era o sortudo que estaria ali quando acontecesse.
Queria ter saído da balada na hora e levado a Sole pro primeiro motel que aparecesse, mas era impossível. A presença da minha namorada e dos amigos dela me limitava demais. No entanto, não tava disposto a deixar o assunto por isso mesmo, além de não poder deixar a noite passar sem que algo rolasse, porque depois que o efeito da bebida e do tesão passasse, talvez ninguém tivesse coragem de fazer nada.
Naquele momento, fiz "meu movimento". Era algo que tinha aprendido há mais de 15 anos e sempre parecia ter o mesmo efeito em todas as mulheres na primeira vez: coloquei minha mão direita fechada, com os dedos juntos, sobre o joelho nu da minha cunhada e, suavemente, deslizei os dedos pra fora, abrindo a mão. Repeti a operação várias vezes, conseguindo o resultado desejado — a pele da perna da minha cunhada se arrepiou e a respiração dela ficou ofegante.
Pra disfarçar, com a mão livre, abracei minha esposa pela parte baixa das costas, mas acho que ela também tava meio tarada, e discretamente deslizei a mão até a bunda dela, enquanto continuava conversando sem vergonha nenhuma com os amigos. A cena era única: com uma mão, acariciava a bunda linda da minha namorada, ali na frente dos amigos dela, e com a outra, acariciava timidamente a perna da minha cunhada, bem debaixo do nariz da minha namorada. Hoje entendo o risco que corria, mas talvez esse fator tornasse a situação ainda mais excitante.
Sole pegou minha mão, talvez sentindo que a gente tinha... chegado longe demais e pararia tudo na hora. Mas não foi assim, lentamente fui subindo pela perna dela, percorrendo centímetro por centímetro seus músculos e carne quente, sentindo cada imperfeição e detalhe da pele nua sob meus dedos. Subi minha mão por baixo da saia dela, e me perdi na escuridão do tecido. Minha pika parecia não conhecer limites fisiológicos, a cada segundo que passava minha pika crescia mais e mais e pedia aos gritos para ser libertada da prisão de pano.
Minha mão continuava subindo e descendo pela perna da Sole, tentando a cada movimento ir mais alto, para tocar pela primeira vez seu tesouro precioso, seu triângulo de energia nunca tocado por homem algum, sua buceta ardente precisando de um homem que a ensinasse a tocar o céu.
No instante em que minha mão alcançava seu destino final, uma poderosa descarga elétrica pareceu tomar conta de nós, ela apertou minha mão com uma força incrível e eu quase gozei sem precisar de mais contato que aquele. A calcinha fio dental dela estava muito molhada, pude sentir por um instante a viscosidade dos fluidos vaginais dela, o calor da sua xota acesa ansiosa por batalha, e eu estava pronto para enfrentá-la.
Ela parou de repente, pegou minha mão e a afastou com força da sua entreperna. Me olhou, piscou o olho, e na sequência disse à minha esposa que iria ao banheiro, que não demorava.
Eu fiquei ali sentado, gelado e sem entender porra nenhuma do que tinha acontecido. Com um tesão do caralho que só poderia liberar com uma longa sessão de sexo com minha mina horas depois.
Apenas alguns segundos depois, Sole voltou com o rosto visivelmente descomposto, falou algo com minha mina e por um momento pensei que ela estaria contando da nossa aventura quente. As cores subiram no meu rosto, e pensei que ali terminava tudo. Minha mina me olhou e me disse em segredo que Sole tinha pedido para eu acompanhá-la ao banheiro porque no caminho ela tinha encontrei um grupo de caras que tava enchendo o saco dela, virei pra olhar a Sole que tava com um sorriso entre preocupado e safado. Entendi na hora o plano dela: era o único jeito da gente ficar longe da minha mina por pelo menos uns minutos.
Levantei na hora, mas não sem antes esconder como pude meu pau já bem visível. Sole pegou na minha mão e me arrastou praticamente até os banheiros, que ficavam no segundo andar do lugar. Uns metros antes de chegar, ela parou, olhou nos meus olhos e falou:
- O que cê acha, por que cê tá fazendo isso comigo?
Eu não sabia o que dizer, mas consegui gaguejar a resposta certa:
- Porque cê gosta.
Ela sorriu e perguntou:
- Como é que cê sabe que eu gosto?
Eu, todo ousado que tava, peguei minha mão direita e levei até meu nariz, cheirei com calma e quando terminei falei:
- O cheiro e a umidade da minha mão tão dizendo que cê tá tão excitada quanto eu.
Com certeza nós dois sabíamos o que a gente queria, as preliminares não deixavam dúvida, mas ninguém se decidia a cruzar aquela linha fina depois da qual não tem volta. A velha "moral" tava nos segurando, mas pensando bem já távamos além: minutos atrás minhas mãos tinham acariciado desesperadamente a bunda dela e ela mesma tinha chegado até ali não só me deixando como me ajudando na tarefa, e com certeza a esfregada no meu pau na frente da minha mina não era algo que passasse despercebido.
Com todos esses pensamentos, me convenci de que as mesmas consequências teria se fosse até o fim ou se cancelasse a aventura naquele momento.
Então peguei pela primeira vez na noite a iniciativa, afinal Sole era a "inexperiente" nesses assuntos. Segurei ela pela cintura com firmeza e caminhei com ela até um lugar afastado e escuro o suficiente, e encostei ela na parede. Sem falar mais nada, cheguei perto do rosto dela e coloquei meus lábios nos dela, primeiro delicadamente, até com um pouco de timidez, e depois, ao ir sentindo a umidade da boca dela com uma paixão indescritível. Minha língua brincava com a dela numa perseguição de vai e vem, onde cada roçada aumentava a respiração dela, seus lábios, sem nenhum batom e molhados com nossa saliva, eram um verdadeiro manjar. Eu a beijei por alguns segundos, mas minhas mãos estavam ávidas para continuar descobrindo o corpo dela, então partiram em busca de território já conhecido e pousaram só um segundo na cintura dela para depois descerem até as maravilhosas nádegas dela e, dessa vez, sem nenhum rodeio, deslizei por baixo da saia dela para depois levantá-la e ter à minha disposição a melhor bunda que eu já tinha tocado.
Estávamos de frente um para o outro e minhas mãos subiam e desciam pelas nádegas e coxas dela, eu podia sentir a renda da calcinha fio dental dela e, de vez em quando, enfiava meus dedos entre o tecido fino e a linha que separava as nádegas dela. Eu apertava, amassava e beliscava com força, ela, por sua vez, não parava de me beijar com desespero, a língua dela entrava e saía da minha boca de um jeito incrível, e por um momento imaginei como seria tê-la lambendo meu pau.
Cada vez que minhas mãos apertavam as nádegas dela, eu a puxava para perto de mim, roçando meu pau na deliciosa buceta dela, e a cada roçada o corpo dela tremia com mais força e a respiração dela ficava tão ofegante que pensei que alguém pudesse nos ouvir. Sole abriu um pouco as pernas e aproveitei para me colocar entre elas, a posição, embora desconfortável, me permitia esfregar meu pau com mais força na buceta dela parcialmente aberta, e isso parecia provocar nela um prazer nunca antes experimentado.
Tomei então outro caminho, queria sentir aqueles peitos durões nas minhas mãos, embora não quisesse fazer isso tão diretamente porque temia que ela ainda pudesse se arrepender. Parei de beijá-la nos lábios e passei a percorrer com minha boca as bochechas dela e, disfarçadamente, cheguei até a orelha esquerda dela; eu tinha um trunfo na manga: anos atrás, minha namorada tinha me contado que Sole era fraca ali. ponto.
Assim que meus lábios úmidos chegaram na orelha dela, o corpo dela reagiu, e mesmo parecendo resistir ao carinho balançando um pouco a cabeça, as mãos dela diziam o contrário, porque na mesma hora foram parar na minha ereção marcada e começaram a esfregar com uma força fora do comum. Aproveitei aquele tesão todo pra subir minhas mãos e acariciar os peitos dela por cima da blusa, eram magníficos, duros igual pedra, se eu não conhecesse a Sole teria jurado que os peitos dela eram operados; mas não. Acariciei pelos lados juntando eles no meio do peito dela, fazendo isso dava pra ver melhor porque eles se destacavam da blusa, apertei assim várias vezes, dava pra sentir através do tecido da blusa e do sutiã os bicos durinhos, belisquei um pouco e ela reagiu na hora abrindo o zíper da minha calça, com dificuldade conseguiu tirar o ciclope desejoso da prisão dele, e começou a acariciar ele inteirinho.
Eu continuava na minha deliciosa tarefa de apalpar os peitos gloriosos dela, mas dessa vez fazia com uma mão enquanto a outra continuava apertando a bunda dela e puxando ela mais pra perto de mim. Sole fez algo que me surpreendeu ainda mais, parou de esfregar meu pau por uns segundos, subiu as mãos na altura dos peitos e desabotoou a blusa completamente, deixando os peitos cobertos só pelo sutiã. Francamente fiquei pasmo, eram formidáveis, muito melhores do que o decote deixava imaginar; sempre achei que minha namorada tinha os melhores peitos que já tinha tocado, mas os da Sole eram superiores, francamente estavam fora da realidade.
Pensei então que até ali ia com os peitos dela, mas qual foi minha surpresa que o sutiã dela tinha um fecho pequeno na frente; eureca! bendisse o inventor de um troço desses. Com a mão livre abri o fecho, o sutiã deslizou pros lados do corpo dela, e os seios magníficos dela ficaram se mostrando com toda a vaidade. Eram da mesma cor dos ombros dela. brancas como porra, com os biquinhos apontando pro céu e uma auréola um pouco mais clara que combinava com o conjunto. Não consegui evitar me abaixar e deliciar meu paladar com um petisco desses, não cabia em mim de tesão, minha boca percorria cada milímetro, passava de um peito pro outro como tentando ser justo no prazer, mordiscava levemente os biquinhos, percorria o caminho uma e outra vez; podia ter ficado ali pra sempre, curtindo aquele par de "melões" que nunca imaginei ter na minha boca.
Ela, por sua vez, continuava massageando meu pau que tava prestes a explodir, tive que me segurar várias vezes pra não gozar e sujar a roupa dela e a minha; além disso, não queria acabar, tava curtindo pra caralho. Da boca dela saíam palavras, mais sussurros tipo:
- Não espera, a gente não pode, o que minha irmã vai dizer?
Mas ela não falava com firmeza, com certeza eram parte dos preconceitos que ainda ocupavam a mente dela, mas eu ia dar um jeito de eles sumirem logo.
Saí do meu isolamento e notei que dois casais bem mais jovens olhavam pra gente insistentemente de longe, mas não liguei, uma merda de exibicionismo que nunca senti antes tava aparecendo em mim. Eu cobria a Soledad com meu corpo, então nossos novos espectadores não iam ver muito e teriam que se contentar com o poder da imaginação deles; não sei o que me motivou naquele instante, talvez a loucura tenha tomado conta de mim; olhei fixamente pra plateia limitada, e sem mais, demos uma virada de 180º, eu fiquei encostado na parede e a Sole de costas pra eles; em seguida, levei minhas mãos pra bunda dela, desci até o final da saia, e devagar, bem devagar, levantei pra acariciar diretamente. Com certeza aqueles caras tavam se esbaldando visualmente olhando a bunda poderosa da minha cunhada, com a sublime e sensual calcinha fio dental partindo ela no meio; massageei por uns segundos as nádegas dela e fiz então a coisa mais alucinada que podia imaginar: virei a Sole pra ela ficar de De costas pra mim, os peitões enormes dela ficaram à mostra, livres da blusa e do sutiã, e eu pude ver os olhos arregalados dos nossos jovens voyeurs. Com certeza eles, assim como eu, nunca tinham visto um par de peitos daqueles.
Enquanto isso, ela passava as mãos na minha cabeça, eu esfregava minha pica enorme na bunda dela e continuava beijando suas orelhas, alternando de um lado pro outro. Tocava os peitos dela por trás e apertava com força os bicos, amassava, saboreava com as mãos.
Soledad respirava ofegante, os olhos semicerrados, e o corpo dela tava totalmente entregue ao puta amasso que eu tava dando. Naquele momento, eu me senti dono daquela mulher que tinha me deixado louco a noite inteira, mas que agora tava à minha inteira disposição. Tinha certeza de que ela faria qualquer coisa que eu pedisse naquela hora, sem se importar com nada — nem com a irmã, nem com a virgindade que ela tinha guardado por tanto tempo.
Nessa posição, minhas mãos percorriam livremente a anatomia dela, subiam e desciam dos joelhos até os peitos, reconhecendo cada centímetro quadrado e tomando posse de cada pedaço daquela mulher majestosa. Percebi que tava tão vidrado nos peitos e na bunda dela que praticamente tinha esquecido do centro do universo dela, e nem tinha tentado acariciar. Então deslizei devagar minhas mãos até a virilha dela, e bem quando comecei a sentir a umidade, ela parou na hora com as duas mãos e falou:
— Espera, a gente tem que voltar.
Infelizmente, ela tava certa. Até aquele momento, nosso breve caso não tinha levantado suspeitas, mas era melhor continuar assim pra levar a coisa a um final feliz e cheio de tesão.
Soledad então notou os olhos dos admiradores nos peitos dela, e rapidamente se cobriu com as mãos e virou pra mim pra se esconder com meu corpo. Ajudei ela a colocar o sutiã e a blusa no lugar, e ela me deu um beijo profundo. Quando terminou, falou com a voz rouca de tesão. — Estavam olhando pra minha buceta
Falei num tom bem sério.
— Não culpo eles, tá uma delícia
Ela deu um sorrisinho meio sem graça, ajeitou a roupa e saiu correndo pro banheiro. Fiquei de pé esperando ela voltar, acendi um cigarro e dei uma olhada de canto pros nossos espectadores — a cara deles já mostrava uma putaria crescendo, e os olhos deixavam bem clara a inveja que sentiam.
Enquanto a Soledad voltava, montei um plano pra poder aproveitar ela o resto da noite: chamei o garçom que tava cuidando da nossa mesa e pedi que, de agora em diante, só servisse refrigerante pra mim, bebida normal pra Sole, e pra minha mulher dobrasse a dose de álcool em cada copo. O garçom me olhou com cumplicidade quando entreguei a nota pelos serviços "extras", com certeza pensando que meu plano era "tirar vantagem" da minha esposa... Voltei pro banheiro e a Soledad já tava saindo; beijei ela pela última vez antes de voltar pra mesa. Minha namorada me perguntou:
— E aí, precisou da sua intervenção?
Respondi:
— Não foi nada, só um bando de iludido devorando sua irmã com o olhar (e olha que tavam mesmo)
A partir dali, a gente praticamente largou a dança, pediu rodada atrás de rodada, e eu e minha esposa parecíamos cada vez mais animados. Num certo momento, ela falou meio preocupada:
— A gente tá bebendo demais e ainda tem que levar a Soledad pra casa
Respondi:
— A Sole tá parecendo bem tranquila, deixa ela dirigir e ficar em casa com a gente
Ela me olhou com uma cara inocente e concordou, convencida. Meu plano tava tomando forma: a Sole ia passar a noite na minha casa, e minha namorada ia encher a cara de bebida.
Pra manter a Sole no ponto, em cada oportunidade eu passava a mão nas pernas dela e um pouco mais pra cima por debaixo da mesa, ou sussurrava umas putarias no ouvido dela, tipo: como você tá gostosa, onde escondeu esse corpaço, adorei te acariciar toda... Ela sorria e respondia com umas carícias escondidas na minha perna e na minha virilha.
Passou só uma hora. e minha esposa já estava caindo de bêbada, não tinha costume de beber, e ainda por cima estavam servindo um pouco mais pra ela... Falei no ouvido dela que a gente precisava ir embora, e ela topou na hora. Olhei de canto pra Soledad, os olhos dela brilhavam igual criança esperando o Papai Noel, e mais tarde ela ia receber o "presente" dela por se comportar "tão bem".
Pedi a conta e paguei rápido, não queria que o clima esfriasse. Peguei minha esposa pelo braço e a Sole pela cintura, nos despedimos da Claudia e do Leandro: ela me encarou com uma careta, olhando bem nos meus olhos, e ele se despediu falando baixinho:
- Sortudo hein, parece que vai ter um "banquete" essa noite
O comentário dele me surpreendeu, e mais ainda a reação da Claudia, será que eles tinham percebido nosso joguinho? Não liguei, porque no fim das contas, o que me esperava era um banquete magnífico, digno de uma festa grega.
Subimos no carro, dessa vez minha cunhada pegou o volante e ajudei minha esposa a entrar no banco de trás, ela tava muito mal, arrumei as pernas dela como deu e subi no banco do carona. Pelo estado da Sole, teria sido mais prudente eu dirigir, mas ia perder minutos preciosos pra manter o forno na temperatura certa.
A Sole deu partida e a gente seguiu pra casa. A saia dela, com o movimento das pernas pra dirigir, subiu um pouco, quase até as coxas, e eu aproveitei esse pequeno "acidente" pra começar a acariciá-las discretamente, passava a mão do joelho dela até quase tocar a buceta e voltava, minha intenção era continuar com esses joguinhos que iam esquentar cada vez mais minha excitada cunhada. Cada vez que eu tentava chegar na buceta dela, ela pegava na minha mão, mas ao contrário do que eu podia pensar, empurrava com força em direção à fruta proibida dela; eu resistia, tinha que fazer um esforço danado pra não tocar e comer ela ali mesmo.
Nessa hora, percebi que minha namorada tinha tinha caído num sono profundo. Aproveitei a situação para passar para aquelas tetas enormes que estavam totalmente à minha mercê; desabotoei cada um dos botões da blusa dela e depois o sutiã querido com fecho na frente (tenho certeza que tem um nome, mas não sei). Mais uma vez, aqueles "melões" incríveis saíram do cativeiro, e comecei a acariciá-los desesperadamente; ela tentou me conter e fechar a blusa, eu a segurei dizendo bem baixinho:
- Deixa assim, não me diga que não te excitou ser olhada...
Sole me olhou muito séria, pensei que tinha cometido o erro catastrófico que acabaria com o sonho que estava vivendo, mas não foi assim, ela sorriu e me deixou fazer. Eu acariciava alternadamente as tetas e as pernas dela, sem tocar, claro, na buceta dela para mantê-la no ponto, a respiração dela estava fora de controle, por um momento pensei que ela teria um orgasmo ali mesmo.
Ela dirigia em alta velocidade, acho que estava tão apressada quanto eu para chegarmos a um lugar privado; naquela hora o trânsito era inexistente e os semáforos piscavam amarelo ao longo da Avenida dos Insurgentes, e Soledad aproveitava para acelerar fundo. Minutos depois chegamos em casa, ela abriu a garagem e estacionou o carro; tentou abotoar a blusa e com um sinal da minha mão ordenei que não fizesse isso. Descemos do carro e peguei minha namorada no colo e subi rapidamente para o nosso quarto, quando a deitei ela disse:
- Cuida bem da Soledad, a vi muito triste à tarde e por isso quis que viesse conosco.
Beijei ela e falei:
- Não se preocupa, vou "papear" um pouco com ela, tenho certeza que depois vai se sentir super bem.
Não podia acreditar, minha própria namorada estava me dando o pretexto ideal para deixá-la dormindo enquanto eu comia a irmã dela na sala da nossa casa, assim no dia seguinte ela não me perguntaria por que demorei tanto, nem nada do tipo. Tomei como precaução extra fechar a porta. do nosso quarto trancado por fora, se alguém reclamasse, eu diria que, como a vi tão bebada, pensei que era melhor "trancá-la" pra não cair escada abaixo. Meu plano tava saindo perfeito, parecia até que os astros se alinharam pra eu poder aproveitar a deliciosa mulher que me esperava a poucos passos.
Desci as escadas correndo, lá estava ela, andando pela sala olhando o enorme aquário de água salgada que é o orgulho da minha namorada. Embora tivesse certeza de que ela tava super tarada, queria que tudo fosse perfeito. Mario Puzzo escreveu em "O Poderoso Chefão" que uma mulher virgem pode escravizar um homem por meses em troca do seu precioso tesouro, mas, quando o homem consegue possuí-la, se fizer direito, os papéis se invertem na hora e ela vira sua escrava sexual por um bom tempo, disposta a aprender e experimentar com "seu mestre". Eu tinha pulado os meses de escravidão, mas minha intenção era transformar a Soledad na minha escrava, na minha putinha pessoal pra realizar minhas maiores perversões.
Me aproximei e peguei na mão dela, levei-a devagar até o sofá e sentei ao lado. Comecei a beijá-la delicadamente, como se fôssemos namorados de anos atrás, ela correspondia a cada beijo na mesma medida: se eu enfiava a língua pra tocar o céu da boca dela, ela repetia na hora; se eu chupava a língua dela e sugava, ela devolvia o favor. Se a noite toda fosse assim, eu passaria um dos melhores momentos da minha vida.
Ela continuava com os peitos de fora, e eu passava minhas mãos bem perto deles, mal tocando, arrancando todo tipo de suspiro da Sole. Dava pra ver a pele dela se arrepiando cada vez mais. Quando passava pelos mamilos, a coisa mudava: eu apertava discretamente uma e outra vez. Segui beijando o pescoço dela, minha língua percorreu várias vezes cada cantinho, enquanto ela simplesmente segurou minha nuca pra... tentar me guiar. Desci até os seios dela e me reencontrei com eles, beijei e beijei até cansar, enquanto minhas mãos tiravam habilmente a blusa e o sutiã dela.
Tinha a Sole ali, sentada na minha sala, sem blusa nem sutiã, com os peitos livres e pronta pra tudo. Eu continuei na minha e a Sole só conseguia respirar mais rápido, sem soltar um instante a minha nuca, guiando minha cabeça pros cantos que meus lábios deviam percorrer. Beijei os peitos dela, beijei os lados do peito e desci um pouco mais, até a barriga, e aí foi o auge. A Sole tava louca, e começou a me dizer, quase gritando:
— Me faz amor, quero que você me faça amor!!!!
Sorri maliciosamente. A Sole não fazia ideia do quanto eu era capaz de levá-la antes de penetrar ela, tinha certeza de que ia deixá-la doida com meus beijos e carícias. Continuei no meu trabalho, mas agora, enquanto beijava os peitos e a barriga dela, acariciava as pernas dela. Tirei um por um os sapatos dela e encontrei uns pés maravilhosos que não destoavam do conjunto. Deixei os peitos dela de lado por um momento e a deitei no sofá. Ela disse:
— Por favor, não aguento mais.
Atendi aos pedidos dela, levantei as pernas dela no sofá e coloquei um dos pés dela na altura da minha boca. Beijei um por um os dedos dela, apertei a sola e mordi o calcanhar. Repeti a operação com o outro pé e a Sole tava incrivelmente excitada. Por eu estar tão longe, ela baixou a mão e começou a desabotoar a saia.
Subi minha língua do pé esquerdo dela até o joelho e um pouco mais pra cima. Nessa hora, a saia já tava pronta pra ser tirada, e ela me empurrou pra fazer isso. Ficou só com a calcinha fio-dental maravilhosa, preta, com renda no triângulo e na linha que dividia a bunda dela. Era uma visão maravilhosa, ela toda era sensualidade, transbordava cadência sem limites.
Continuei subindo com minha língua pela perna dela até a coxa, mas mais uma vez voltei. Refiz o mesmo caminho e troquei de pé, subi de novo pela perna dela, e bem quando tava chegando na... coxa, ela me puxou pelos cabelos e me atraiu para me dar um delicioso e apaixonado beijo nos lábios, então ela implorou:
- Já, por favor, quero sentir você dentro de mim!!
Ainda não era hora, queria que lubrificasse o máximo possível para tornar a penetração menos dolorosa. Ajudei ela a se levantar e ela ficou de costas para mim, a visão era indescritível, aquela bunda enorme na minha cara, me levantei e tirei toda a roupa num instante, apoiei meu pau ereto na racha da bunda dela e comecei a beijar seus ombros, enquanto isso acariciava seus peitos uma e outra vez e depois acidentalmente descia até o umbigo, e um pouco mais. Ela acompanhava minhas mãos nesse percurso intenso, sempre sobre as minhas; esfregava meu pau contra a bunda dela, o roçar da renda era maravilhoso, e eu sentia como se as nádegas dela se fechassem para prender ele entre elas e nunca mais soltar.
Fiz então o que mais gostei em todas as minhas experiências sexuais: assim como estávamos, ela de costas para mim, e com meus braços abraçando ela com um toque de proteção, inseri minha mão direita entre a calcinha fio dental e a pele dela, o resultado é único, a mulher experimenta uma profunda sensação de segurança enquanto entrega seu bem mais precioso: sua buceta.
Sole deu um pequeno pulo e começou a se mexer mais como se masturbasse meu pau entre as nádegas dela, suas mãos me abraçavam como podiam pelas costas, seus instintos mais baixos afloravam com muita facilidade. Uma mulher é como um cofre de segurança máxima, mas se você consegue decifrar a combinação dela, ela se abre sem problema nenhum.
Acariciei sua linda e depilada pussy com cuidado. Sentia sua umidade, seus fluidos estavam saindo em boa quantidade, o trabalho prévio estava funcionando. Desci um pouco mais minha mão esticando o dedo médio e consegui tocar pela primeira vez o canal que eu sabia que em alguns minutos me faria tocar o céu; aproveitando a umidade, meu dedo deslizou com muita facilidade uns 2 centímetros para dentro dela, Sole deu um grito de prazer:
- Ahhhhhh, que delíciaaaaaa
Comecei a mover meu dedo devagar, sem enfiar muito fundo, não queria desvirginar ela no nosso “aquecimento”. Sole não sabia o que fazer com as mãos, puxava meu cabelo, apertava minha bunda, e de vez em quando, meio tímida, apertava os peitões dela. Tirei minha mão da buceta molhada dela e me afastei bruscamente do corpo dela, ela ficou ali, tremendo, o peito subindo e descendo de tanto esforço e tesão. Sentei no sofá e girei ela pra ficar de frente pra mim, ainda em pé. Sole fazia tudo que eu pedia sem resistir; naquele momento, o olhar dela, além de uma puta safadeza, mostrava uma curiosidade pelo que viria; parecia saber que eu ia meter quando quisesse, mas tava adorando a preliminar.
Aproximei minha boca da cintura dela, virei pro lado e mordi a calcinha fio dental, puxei com a boca uns centímetros pra baixo, repeti do outro lado, a calcinha tava no meio da bunda dela, e a buceta mal coberta por um pedaço de pano; então mordi bem naquela área, queria que minha boca roçasse um pouco na buceta dela pra causar, se possível, mais expectativa, mordi a calcinha e puxei pra baixo; Sole gritou de novo:
- Continua... Me dá mais!!!
Já livre daquela pressão na bunda, a calcinha era presa fácil pra minha boca, e deslizei até os pés dela bem rápido. Ali estava Soledad, minha cunhada virgem, com o corpo espetacular totalmente pelada na minha sala, e implorando pra eu comer ela, que maravilha.
Ajudei ela a deitar no sofá, abri as pernas dela devagar, comecei a beijar os peitos dela, desci pela barriga, até chegar no começo da virilha e daí pulei pra coxa, desci até os joelhos e daí até os pés, mais uma vez mordi o calcanhar direito dela. Voltei pelo mesmo caminho mas do lado oposto e, ao chegar na coxa, minha língua se detuvo, virei pra olhar ela e ela me implorou com um gesto. Delicadamente, deslizei minha língua pela buceta dela, estava toda lubrificada, enfiei uma e outra vez enquanto a Sole se contorcia de prazer, as mãos dela me seguraram firme pelos cabelos e mais uma vez guiaram o gozo dela, já não sabia mais se eu enfiava minha boca na buceta dela ou se a buceta dela enfiava na minha boca. Aquele gosto salgado característico da buceta da mulher é delicioso, mas na minha cunhada tinha um sabor particularmente forte, talvez por tanto tempo de contenção e espera.
Enquanto eu dava uma sessão de sexo oral digna de admiração, acariciava a bunda exuberante dela, puxava ela pra perto de mim, e ela cooperava com os movimentos e com o ronronar de gata no cio.
Era o momento certo, a Sole estava pronta pra me dar o maior presente que uma mulher pode dar a um homem: a virgindade dela. Olhei nos olhos dela com uma cara bem séria e falei:
- Quer fazer isso?
Queria dar a chance dela se arrepender de última hora, parece mentira mas queria que o que a gente tava fazendo fosse de comum acordo. Com um olhar mais que eloqüente ela respondeu:
- Sim, me faz amor por favor
"Por favor?" Uma mulher como essa podia ter os homens que quisesse só com um piscar de olhos, e pra mim ela tava pedindo "por favor", sem dúvida nenhuma naquele exato momento eu era o homem mais sortudo sobre a face da terra.
Ajudei ela a se deitar de corpo inteiro no sofá, e me deitei por cima dela, abri um pouco as pernas dela e apontei meu pau desesperado pra buceta escorrendo dela. Enquanto beijava ela na boca, devagar fui entrando no paraíso, o calor que envolvia meu pau era único, a umidade dela, juro que dava pra sentir no meu pau as batidas do coração dela através da buceta dela; fui com toda calma, não queria machucar ela, não queria desperdiçar esse momento único na vida de uma mulher. A lubrificação das preliminares tinha funcionado perfeitamente, teria pude enfiar meu pau até o fundo com um único empurrão; mas não fiz isso, escolhi o caminho difícil, porém mais recompensador: a paciência.
Esperei a Sole se acostumar com meu pau dentro dela, ela tinha as unhas cravadas nas minhas costas, os olhos semicerrados, a respiração presa, não se mexia. Enquanto isso, eu fazia pequenos movimentos de um lado para o outro pra dilatar um pouco o canal dela até o centro do universo; sabia que ela ia me avisar quando estivesse pronta, e foi o que aconteceu; de repente, ela começou a empurrar a pélvis contra meu pau, percebi que tava ansiosa pra me sentir. Com esse sinal, embarquei numa viagem até o fim do mundo, comecei a meter naquela buceta deliciosa e virgem, em cada penetração aprofundava só um milímetro ou dois, queria que durasse pra sempre.
Depois de algumas metidas, onde era praticamente impossível não penetrar mais, toquei naquela pelinha delicada que separa as mocinhas das mulheres, a ponta do meu pau sentiu com toda clareza essa fina camada que divide a idade da inocência da perversão, parei um segundo, só um segundo pra gravar na memória a sensação deliciosa de receber um tesouro tão precioso da Sole. Senti o rompimento do hímem dela no meu pau e nas minhas costas, porque a Sole cravou as unhas com violência; pensei que fosse dor, mas na verdade era prazer.
Planejava continuar com calma o processo todo, mas a Sole me abraçou com mais força e sussurrou no meu ouvido:
- Mais, mais, me dá mais
Superada essa barreira, meu pau se sentiu totalmente livre pra penetrar minha mulher, minhas metidas aumentaram de velocidade e logo de profundidade, podia sentir centímetro por centímetro as dobras da buceta dela, meu pau e a buceta dela estavam fundidos num só ser. A Sole, por sua vez, respirava com dificuldade por causa do prazer, me acariciava desajeitadamente as costas e as nádegas, levantava como podia o púbis pra pedir penetrações mais profundas e não parava de repetir:
- Mais, mais, me dá mais
Continuei penetrando ela uma vez e outra, eu me segurava pra não gozar ainda, tinha que fazer ela chegar ao clímax com meu pau dentro, era minha missão desesperada naquela noite de loucura; tinha que levar ela ao céu mesmo que eu sacrificasse meu próprio prazer, tinha que fazer ela sentir que eu era o único que podia proporcionar essas sensações pra ela ser minha, pelo menos por um tempo.
Foi assim, depois de uns minutos de penetração, a Sole tensionou o corpo, cravou as unhas nas minhas costas de novo, prendeu a respiração, revirou os olhos, e soltou um grito que eu achei que ia acordar minha esposa e todos os vizinhos:
- Ahhhh, Ahhhh, por favor, Ahhhh, que gostoso
Senti perfeitamente todos os músculos da buceta dela se contraindo em volta do meu pau, a contração era alternada, ou seja, apertava e soltava; esse foi o ápice da noite, o movimento da minha cunhada no orgasmo dela provocou em mim uma onda de prazer infinito que resultou na gozada mais longa que já tive. A Sole percebeu e continuou se mexendo com força até deixar meu pau limpo de todo vestígio de porra.
Ela me abraçou com força e ficamos assim, unidos num só por uns minutos. Quis me separar dela, mas ela me impediu me abraçando com as pernas, aproximou meu ouvido da boca dela e me disse quase sem forças:
- Valeu, cunhado
Eram 10:30 da noite e eu começava a me desesperar porque minha namorada não aparecia.
Ela tinha combinado de passar no meu trabalho às 10:00 pra irmos dançar na companhia de um casal de amigos dela.
Tive que sair do meu posto às 10:00 porque, sendo sexta-feira, o prédio fecha nesse horário, então fiquei parado no meio da rua.
Com o frio gelando minhas mãos e uma raiva crescente estampada no meu rosto.
O plano inicial era ir jantar em algum lugar no centro e esperar enquanto a Cláudia e o Leandro chegavam, e depois ir dançar até de madrugada.
Esse plano não me animava muito, porque a ideia de ir dançar por si só já não me agrada, e se ainda for na companhia de amigos da minha esposa, é ainda menos interessante; no entanto, ela insistiu tanto que não pude recusar.
Às 10:45, quando eu estava prestes a pegar um táxi pra ir pra casa, vi o carro da minha namorada se aproximando ao longe, e percebi então o que considerei naquele momento a gota d'água. (Quão enganado eu estava): minha cunhada, irmã mais nova da minha esposa, com seus 24 anos ainda solteira e sem muitas propostas no curto prazo, vinha confortavelmente sentada ao lado da minha namorada; esperei ingenuamente que no banco de trás viesse algum amigo pra fazer companhia a ela, já que, caso contrário, minha esposa passaria a noite preocupada porque a irmãzinha ficaria sentada sozinha ou dançando com um desconhecido; e o sentimento de culpa dela acabaria com a noite.
Quando o carro estacionou na minha frente, enfiei a cabeça no banco de trás e, como eu temia, estava vazio. Minha namorada notou imediatamente meu incômodo e, com o melhor dos seus sorrisos, me disse:
- Olha quem veio! Me atrasei porque esperei a Soledad se arrumar e ficar toda gostosa pra nos acompanhar.
Sorri, mas meu sorriso ficou mais genuíno quando cumprimentei minha cunhada enfiando metade do meu corpo pela janela aberta e notei que estava vestida como nunca tinha visto, nem imaginado.
Soledad é uma mulher de 24 anos, magra e de altura média, muito simpática e divertida, sempre vestida com roupas comuns que não mostram nada e deixam pouco para a imaginação, passa horas dormindo e estudando em casa; tem muitas amizades e mora sozinha.
Naquela noite, descobri nela um corpo de mulher incrível, pela primeira vez livre das roupas do dia a dia. Ela usava uma blusa preta semitransparente com um decote marcante na frente. Os peitos dela, grandes, no ponto certo para serem beijados e mordidos à vontade, desafiavam a gravidade — não sei se era pelo tipo de sutiã que ela usava ou pelo calor suave que crescia devagar no meu corpo, mas me pareceram perfeitos. Só consegui ver o contorno superior, que brilhava timidamente, talvez por causa de algum maquiagem. Ela também vestia uma minissaia da mesma cor, que deixava à mostra suas pernas longas e bem torneadas.
Num tom suplicante, Soledad me disse:
— Não fica bravo, cunhado, vou me comportar direitinho.
Ao falar essas palavras, ela me tirou dos meus pensamentos profundos e me fez desviar o olhar das suas pernas deliciosas. Levantei a cabeça e, pela vergonha de ter sido pego, joguei o corpo para trás, batendo a cabeça com força; as duas caíram na gargalhada.
Minha esposa pediu para Soledad passar para o banco de trás para que eu pudesse sentar no lugar dela. Imediatamente ela abriu a porta e eu me afastei para deixá-la passar, e foi aí que ela me fez o que pensei ser o maior presente da noite: ao descer, pude ver sua figura esbelta em toda a sua magnitude. O cabelo longo preso deixava à mostra seus ombros finos em plenitude, a queda da blusa fina permitia quase sentir os seios dela. Notei então que a blusa chegava bem na altura do umbigo, e ele aparecia, provocante, por entre os tecidos; a minissaia já não me parecia tão curta, estava exatamente acima da joelhos; quando ela andou até a porta dos fundos, pude ver sua bunda incrivelmente redonda e linda, que se erguia imponente por baixo da roupa.
Abri a porta dos fundos e, quando ela subiu, tive que fazer um esforço enorme para não me inclinar um pouco e ver o que escondia debaixo da saia, já que minha esposa poderia ficar chateada.
Ao subir no carro, minha esposa me tirou do meu princípio de tesão ao dizer que os amigos dela estavam atrasados, então teríamos que esperá-los um pouco mais. Disse a elas que fôssemos a um restaurante pequeno perto dali, muito bem iluminado (não queria perder nenhum detalhe do corpo recém-descoberto da minha cunhada); elas concordaram e lá fomos nós.
Ao chegar no lugar, desci rapidamente do carro e abri a porta da minha esposa (não queria que ela se sentisse deixada de lado); enquanto isso, um manobrista estava se deliciando visualmente com a vida ao abrir a porta para minha cunhada e ajudá-la a descer. Quando entreguei as chaves, meu olhar revelava minha irritação, e minha esposa me perguntou:
- Por que você está bravo?
Ao que respondi, meio envergonhado:
- Acontece que esse cara olhou pra Soledad de um jeito muito safado (igual eu fiz não menos de 15 minutos atrás)
Ela desaprovou a atitude do motorista e sorriu (eu era o herói dela), enquanto, para minha surpresa, minha cunhada me segurou bem forte no braço, dizendo no meu ouvido:
- Muito obrigada, acho que não estou acostumada com essa roupa e de repente posso mostrar demais.
Sorri e arrisquei um pouco:
- Não se preocupa, Sole, você está espetacular e, de certa forma, entendo esse rapaz que, ao te ver, não conseguiu evitar de olhar demais.
Ela sorriu e me deu um beijo sonoro na bochecha.
A partir desse momento, as coisas seguiram bem tranquilas. Chegamos à mesa e, como sempre fui muito cavalheiro, ajudei minhas duas acompanhantes a se sentar e ficar confortáveis, chamei o garçom e pedi Margaritas para nós três. Minha esposa me olhou estranha porque eu não costumo beber, mas eu disse a ela que estava muito feliz de estar com duas mulheres tão gostosas.
Não sei se meu subconsciente estava preparando o terreno para o que aconteceria depois, mas se não foi, foi um baita estímulo, porque no calor das bebidas, as línguas tendem a se soltar e os assuntos podem ficar cada vez mais picantes. Foi o que aconteceu, e depois da terceira margarita, a conversa derivou para temas pessoais, muito pessoais, eu diria.
Começamos a falar sobre relações sexuais antes do casamento, minha namorada vem de uma família muito conservadora e eu sabia disso, mas o álcool me deu coragem pra revelar um dos nossos segredos mais profundos: a gente já tinha transado (e não uma, mas várias vezes). Ao ouvir isso, minha cunhada ficou super surpresa e olhou pra irmã com uma desaprovação profunda. Pra mim, ela olhou como se estivesse decepcionada com meu comportamento, então tive que contra-atacar e perguntei na lata:
- Não vai me dizer que com seus 24 anos você nunca transou com ninguém
Soledad não esperava uma pergunta tão direta, me olhou bem nos olhos e disse:
- Não; eu sou VIRGEM
A palavra ficou ecoando entre nós: Virgem, virgem, virgem.
Ficamos em silêncio por alguns minutos que pareceram uma eternidade, primeiro porque o assunto com certeza era muito delicado pra minha cunhada, mas por outro lado porque eu pessoalmente comecei a sentir uma atração enorme por ela, além do corpo já bem definido que eu já tinha comentado, o fato dela ser virgem representava algo totalmente novo pra mim.
Sempre encarei a virgindade como uma forma de controle dos pais sobre os filhos, transar com minha esposa antes do casamento foi super normal pra mim, e casar com ela, mesmo ela não sendo mais virgem, não me afetou moralmente em nada, eu achava que todo mundo experimentava a sexualidade desde cedo. Saber que Soledad era virgem criou em mim um tesão impressionante, pensar que nenhum homem tinha chegado à sua intimidade e a feito gozar como toda uma mulher provocava em mim um desejo imenso de fazer isso; imaginar pelo menos 8 anos de energia sexual contida naquele corpo gostoso, e pronta para ser acesa e explorada à vontade me causava uma excitação única.
Minha mulher quebrou o silêncio com uma bronca suave para mim:
- Sim, a Sole é virgem e isso não é da sua conta.
Olhei para elas e me desculpei, e minha cunhada me disse:
- Tá tudo bem, também não é pra tanto, tenho certeza que não sou nem serei a última mulher virgem aos 24 anos.
Pelo comentário, deduzi que tinha magoado ela com o que disse, o tom da voz dela me entristeceu, e não soube o que mais falar.
Então, como a gente fala por aqui: A campainha me salvou, o celular da minha namorada tocou várias vezes, eram os amigos dela, já estavam chegando e a gente teria que se apressar pra não perder a reserva.
Paguei a conta e subimos no carro, dessa vez eu dirigi e minha esposa foi pro banco de trás com minha cunhada, elas cochichavam e eu não conseguia entender o que diziam, mas tinha certeza que ainda estavam falando do assunto. Por mim, esperava que os amigos da minha namorada chegassem com algum amigo, assim minha cunhada não ficaria sozinha e teria que dançar com estranhos.
Ao chegar, mais uma vez me decepcionei, só estavam a Claudia e o Leandro do lado de fora da balada. Entramos, nos deram nossa mesa e ao sentar, a Sole sentou do meu lado e disse:
- Vamos, cunhado, me paga outra margarita e eu te perdoo.
Aceitei na hora e pedi mais uma rodada de margaritas pra todo mundo.
Dancei um pouco com minha esposa, a pista tava lotada demais e o ritmo da música fazia com que eu esbarrasse direto no corpo dela ou nos outros dançando. Minha namorada vivia olhando pra mesa e a Sole continuava lá, sozinha, vários caras tinham se animado a chamar ela pra dançar, mas ela só sorria tímida e balançava a cabeça que não. Pensei em chamar ela pra dançar, mas minha minha namorada estava bem entretida.
Depois de uns 30 minutos de dança na pista, a banda ao vivo foi descansar e começaram a tocar música gravada. Começou uma música lenta que não consigo lembrar, e minha esposa me disse:
- Vai, tira a Sole pra dançar, ela tá muito sozinha.
Com um sorrisão, fui até a mesa, enquanto minha mulher ia ao banheiro. Quando cheguei, falei pra Sole:
- Por que tão sozinha? Aposto que não menos de uns 10 otários chegaram e você mandou todos pastar.
Ela soltou uma gargalhada gostosa e disse que não se sentia à vontade pra dançar com ninguém, porque tinha medo de que se aproveitassem. Eu falei:
- Se eu prometer não me aproveitar, você dança comigo?
Ela então disse o que, de uma vez, mudaria o rumo dos acontecimentos naquela noite:
- Danço contigo só se você prometer se aproveitar.
Fiquei gelado e, por consequência, mudo. Fiquei paralisado por uns segundos, e ela se levantou e falou:
- Vamos, tira essa cara de bobo que você fez e me leva pra pista, porque essa música eu adoro.
Dançamos bem juntinhos o resto da música, mas eu tentava não ficar muito perto pra ela não perceber a ereção discreta que o comentário dela e tudo o que tinha rolado na noite tinham provocado.
Quando a música acabou, começou uma sequência de rock nacional que minha esposa não curte, então a gente continuou dançando por um bom tempo. No fim da sequência, a banda ao vivo voltou ao palco, e eu pensei que minha aventura curta ia acabar ali, mas, pra minha surpresa, minha namorada chegou perto da gente e disse que os sapatos estavam apertando e que preferia ficar sentada, e que a gente "desse brilho na pista".
A banda começou a tocar bachata. A cadência da música, junto com os movimentos sensuais da minha cunhada, me jogaram num estado de tesão que eu nunca tinha sentido antes. Os movimentos dela estavam cada vez mais perto de mim, e, conforme a pista lotava de gente, nossos corpos tinham que se encostar com mais frequência e com mais força; numa volta em que ela ficou de costas pra mim, o destino fez das suas, porque ao mesmo tempo fui empurrado por trás, ficando meu corpo colado no dela e uns braços bateram nos meus, deixando meu braço direito abraçando ela por trás, bem abaixo dos peitos dela. Minha mão direita pousou por frações de segundo no peito esquerdo dela, enquanto minha pica ereta se encostava na bunda poderosa dela.
Tirei a mão na hora e me afastei, torcendo pra ela não ter notado minha ereção enorme nas nádegas dela. Afinal, era a irmã da minha esposa, além de uma mulher até então muito conservadora, e não queria problema com ninguém. Quando a música acabou, decidi que era hora de parar com aquela loucura e acompanhei minha cunhada até a mesa, com a intenção de dançar de novo com minha namorada. Além disso, eu já tava muito tarado e precisava desabafar com alguém, e quem melhor do que minha linda mulher.
Minha namorada pediu pra eu sentar um pouco pra descansar, e fiquei sentado no meio das duas. Olhei pra ela com uns olhos que mostravam a safadeza que tava correndo no meu corpo e comecei a beijá-la apaixonadamente. Discretamente, enfiei a mão por baixo da blusa dela e acariciei a parte de baixo dos peitos dela por cima do sutiã. Ela reagiu na hora e passou a mão por trás do meu pescoço com força pra me puxar mais pra perto. Nosso beijo intenso durou uns minutos, e ela ficava esfregando minha pica por cima da calça o tempo todo.
Quando terminamos nossa sessão de beijos, voltei a sentar confortavelmente na cadeira e peguei minha taça pra brindar por estarmos juntos, mas notei que minha cunhada tava me olhando, e não conseguia esconder um pouco de irritação e talvez ciúmes no olhar dela.
A música gravada começou de novo, e foi aí que minha cunhada tomou a iniciativa e me pediu pra dançar com ela. Olhei pra minha namorada como quem pede aprovação, e ela sorriu e disse:
- Vai lá dançar, eu espero você pra me dar um pouco de love de novo…
Sole se levantou e em dois segundos já estávamos na pista, tava tocando Reggaeton, um gênero musical que até então eu desprezava, e digo até então porque ao olhar as cadeiras da Sole se mexendo no ritmo de “La gasolina”, eu adorei o criador de um ritmo tão foda que fazia a bunda enorme e redonda da minha cunhada se mexer de um jeito tão safado, tão perto de mim.
Os drinks e o ambiente, junto com a gostosa que era minha cunhada, me levaram aonde eu nunca pensei que iria, comecei a me mexer no ritmo da música, no começo mantendo a distância da minha cunhada pra evitar um tapa, mas depois, “já na confiança”, roçando descaradamente nas curvas dela, na desculpa da dança. Ah, o reggaeton, bela justificativa pra poder aproveitar o corpo de uma mulher na frente dos outros, até da sua cunhada na frente da sua própria namorada.
A música continuava e continuava, parecia não ter fim, as curvas da minha cunhada se mexiam cada vez mais provocantes, eu apoiava minhas mãos nas cadeiras dela bem ali, onde a curva da bunda dela ficava mais cheia e não tinha risco dela se irritar, e ela colocava as mãos dela por cima das minhas, mexendo as cadeiras de um lado pro outro, e ajudando disfarçadamente a descer minhas mãos milímetro por milímetro, numa operação perigosa onde nós dois éramos cúmplices, mas não tínhamos coragem de confessar. Depois de alguns minutos, minhas mãos já não estavam mais nas cadeiras dela, mas ajudavam descaradamente no movimento gostoso da bunda redonda dela, subiam e desciam com toda liberdade sempre acompanhadas pelas dela, começando na cinturinha dela onde meus dedos podiam tocar a pele nua dela, e descendo devagar pelas laterais da bunda dela até as coxas bem torneadas, por cima da saia dela. O tecido macio deslizava fácil entre meus dedos, mas eu me perguntava como seria a pele dela… como seria a sensação do roçar dos meus dedos diretamente na pele nua das suas pernas.
O reggaeton continuava tocando com toda força, e os casais na pista cada vez se amontoavam com mais sensualidade; de vez em quando minha cunhada me olhava nos olhos, eu não conseguia interpretar outra coisa senão luxúria no olhar dela, provavelmente eu estava enganado, mas como o bêbado acha que todo mundo ao redor está bêbado, eu pensava e jurava que minha cunhada estava sentindo no corpo as mesmas sensações que percorriam o meu já fazia um tempo.
Então levei nossa travessura um pouco mais longe, cada vez que minhas mãos desciam pelas pernas dela, tentava abaixá-las um pouco mais, até conseguir tocar a pele dela diretamente, eventualmente consegui, em uma das tantas carícias, minhas mãos deslizaram por baixo da saia dela, e lentamente fui subindo até sentir o suor das coxas dela, foi uma sensação indescritível; o suor lubrificou, por assim dizer, o movimento, tornando-o, se possível, ainda mais erótico, a Sole parou por uma fração de segundo e virou para me olhar, por um momento pensei que a brincadeira acabava ali; mas não foi assim, ela sorriu e continuou dançando como se nada tivesse acontecido.
Com a confiança que isso representava, minhas mãos já não sentiram mais medo nenhum, e começaram a subir e descer por baixo da saia dela. Nossos corpos estavam tão colados que a operação era quase imperceptível para quem estava ao redor, que, pensando bem, tinham se tornado cúmplices do nosso pecado.
O suor das minhas mãos combinado com o suor das pernas dela acabou me excitando ainda mais, dessa vez a operação era ao contrário, minhas mãos iam subindo disfarçadamente pelas pernas dela, com o firme e louco propósito de chegar naquela bunda desejada que me esperava a apenas alguns centímetros de distância. Ela, por sua vez, continuava se mexendo, as mãos dela já não me acompanhavam, aparentemente ela tinha decidido me deixar seguir meu próprio caminho, interpretei o sinal como um sinal verde, e minhas mãos lentamente pousaram naquela bunda incrível que horas atrás eu só imaginava e dias atrás nem prestava atenção nela.
A sensação era incrível, Sole estava usando uma micro tanga que mal dava pra sentir, então minhas mãos viraram donas absolutas daquele terreno virgem que ninguém devia ter aproveitado ainda. A bunda dela estava dura como pedra, era redonda, muito redonda, a pele dela era macia como um pêssego e minhas mãos percorreram cada centímetro, desde o ponto onde formava aquela curva deliciosa no fim das pernas dela, até perto das costas; ela, por sua vez, simplesmente se encaixava cada vez mais pra trás, com uma desespero que eu nunca vi em ninguém.
Nessa altura já não dançávamos mais, nos deixávamos levar numa cadência sensual infinita digna de qualquer filme pornô; de vez em quando ela parava totalmente reta e eu aproveitava pra puxar ela pra perto e deixar ela sentir minha piroca dura bem onde minhas mãos tinham se deliciado.
Já não ligava pra mais nada, naquele momento podia até chegar minha namorada na pista que eu continuaria com minha deliciosa tarefa, ter aquela mulher gostosa e tesuda nas minhas mãos, saber que era virgem e que guardava todo tipo de instinto baixo; e ainda por cima ter me escolhido pra importante missão de descobrir e explorar tudo aquilo, me deixou completamente alucinado.
Pra minha má sorte, a música acabou e tivemos que nos separar na hora, fomos de mãos dadas até a mesa onde minha namorada nos esperava com um sorrisão. Quando sentamos, fiquei de novo no meio das duas, e minha namorada aproveitou pra continuar o que a gente tinha deixado pendente, começou a beijar meu pescoço enquanto acariciava meu pau que já tava com uma ereção considerável. Ela sorriu surpresa e falou:
- Que bom, você tá pronto pra tudo
Eu sorri e Sole, como quem não quer nada, disse:
- Pronto pra quê?
Minha namorada, muito Envergonhada, respondeu que não era nada e virou-se pra comentar algo com os amigos, enquanto minha cunhada se aproximou do meu ouvido e, dessa vez, acariciando descaradamente meu pau duro, disse:
— Sim, já imagino pra que você tá pronto.
Fiquei de boca aberta, ela era uma pessoa completamente diferente da que eu conhecia até então. Provavelmente, era um monte de fatores que estavam deixando essa mulher no ponto, e eu era o sortudo que estaria ali quando acontecesse.
Queria ter saído da balada na hora e levado a Sole pro primeiro motel que aparecesse, mas era impossível. A presença da minha namorada e dos amigos dela me limitava demais. No entanto, não tava disposto a deixar o assunto por isso mesmo, além de não poder deixar a noite passar sem que algo rolasse, porque depois que o efeito da bebida e do tesão passasse, talvez ninguém tivesse coragem de fazer nada.
Naquele momento, fiz "meu movimento". Era algo que tinha aprendido há mais de 15 anos e sempre parecia ter o mesmo efeito em todas as mulheres na primeira vez: coloquei minha mão direita fechada, com os dedos juntos, sobre o joelho nu da minha cunhada e, suavemente, deslizei os dedos pra fora, abrindo a mão. Repeti a operação várias vezes, conseguindo o resultado desejado — a pele da perna da minha cunhada se arrepiou e a respiração dela ficou ofegante.
Pra disfarçar, com a mão livre, abracei minha esposa pela parte baixa das costas, mas acho que ela também tava meio tarada, e discretamente deslizei a mão até a bunda dela, enquanto continuava conversando sem vergonha nenhuma com os amigos. A cena era única: com uma mão, acariciava a bunda linda da minha namorada, ali na frente dos amigos dela, e com a outra, acariciava timidamente a perna da minha cunhada, bem debaixo do nariz da minha namorada. Hoje entendo o risco que corria, mas talvez esse fator tornasse a situação ainda mais excitante.
Sole pegou minha mão, talvez sentindo que a gente tinha... chegado longe demais e pararia tudo na hora. Mas não foi assim, lentamente fui subindo pela perna dela, percorrendo centímetro por centímetro seus músculos e carne quente, sentindo cada imperfeição e detalhe da pele nua sob meus dedos. Subi minha mão por baixo da saia dela, e me perdi na escuridão do tecido. Minha pika parecia não conhecer limites fisiológicos, a cada segundo que passava minha pika crescia mais e mais e pedia aos gritos para ser libertada da prisão de pano.
Minha mão continuava subindo e descendo pela perna da Sole, tentando a cada movimento ir mais alto, para tocar pela primeira vez seu tesouro precioso, seu triângulo de energia nunca tocado por homem algum, sua buceta ardente precisando de um homem que a ensinasse a tocar o céu.
No instante em que minha mão alcançava seu destino final, uma poderosa descarga elétrica pareceu tomar conta de nós, ela apertou minha mão com uma força incrível e eu quase gozei sem precisar de mais contato que aquele. A calcinha fio dental dela estava muito molhada, pude sentir por um instante a viscosidade dos fluidos vaginais dela, o calor da sua xota acesa ansiosa por batalha, e eu estava pronto para enfrentá-la.
Ela parou de repente, pegou minha mão e a afastou com força da sua entreperna. Me olhou, piscou o olho, e na sequência disse à minha esposa que iria ao banheiro, que não demorava.
Eu fiquei ali sentado, gelado e sem entender porra nenhuma do que tinha acontecido. Com um tesão do caralho que só poderia liberar com uma longa sessão de sexo com minha mina horas depois.
Apenas alguns segundos depois, Sole voltou com o rosto visivelmente descomposto, falou algo com minha mina e por um momento pensei que ela estaria contando da nossa aventura quente. As cores subiram no meu rosto, e pensei que ali terminava tudo. Minha mina me olhou e me disse em segredo que Sole tinha pedido para eu acompanhá-la ao banheiro porque no caminho ela tinha encontrei um grupo de caras que tava enchendo o saco dela, virei pra olhar a Sole que tava com um sorriso entre preocupado e safado. Entendi na hora o plano dela: era o único jeito da gente ficar longe da minha mina por pelo menos uns minutos.
Levantei na hora, mas não sem antes esconder como pude meu pau já bem visível. Sole pegou na minha mão e me arrastou praticamente até os banheiros, que ficavam no segundo andar do lugar. Uns metros antes de chegar, ela parou, olhou nos meus olhos e falou:
- O que cê acha, por que cê tá fazendo isso comigo?
Eu não sabia o que dizer, mas consegui gaguejar a resposta certa:
- Porque cê gosta.
Ela sorriu e perguntou:
- Como é que cê sabe que eu gosto?
Eu, todo ousado que tava, peguei minha mão direita e levei até meu nariz, cheirei com calma e quando terminei falei:
- O cheiro e a umidade da minha mão tão dizendo que cê tá tão excitada quanto eu.
Com certeza nós dois sabíamos o que a gente queria, as preliminares não deixavam dúvida, mas ninguém se decidia a cruzar aquela linha fina depois da qual não tem volta. A velha "moral" tava nos segurando, mas pensando bem já távamos além: minutos atrás minhas mãos tinham acariciado desesperadamente a bunda dela e ela mesma tinha chegado até ali não só me deixando como me ajudando na tarefa, e com certeza a esfregada no meu pau na frente da minha mina não era algo que passasse despercebido.
Com todos esses pensamentos, me convenci de que as mesmas consequências teria se fosse até o fim ou se cancelasse a aventura naquele momento.
Então peguei pela primeira vez na noite a iniciativa, afinal Sole era a "inexperiente" nesses assuntos. Segurei ela pela cintura com firmeza e caminhei com ela até um lugar afastado e escuro o suficiente, e encostei ela na parede. Sem falar mais nada, cheguei perto do rosto dela e coloquei meus lábios nos dela, primeiro delicadamente, até com um pouco de timidez, e depois, ao ir sentindo a umidade da boca dela com uma paixão indescritível. Minha língua brincava com a dela numa perseguição de vai e vem, onde cada roçada aumentava a respiração dela, seus lábios, sem nenhum batom e molhados com nossa saliva, eram um verdadeiro manjar. Eu a beijei por alguns segundos, mas minhas mãos estavam ávidas para continuar descobrindo o corpo dela, então partiram em busca de território já conhecido e pousaram só um segundo na cintura dela para depois descerem até as maravilhosas nádegas dela e, dessa vez, sem nenhum rodeio, deslizei por baixo da saia dela para depois levantá-la e ter à minha disposição a melhor bunda que eu já tinha tocado.
Estávamos de frente um para o outro e minhas mãos subiam e desciam pelas nádegas e coxas dela, eu podia sentir a renda da calcinha fio dental dela e, de vez em quando, enfiava meus dedos entre o tecido fino e a linha que separava as nádegas dela. Eu apertava, amassava e beliscava com força, ela, por sua vez, não parava de me beijar com desespero, a língua dela entrava e saía da minha boca de um jeito incrível, e por um momento imaginei como seria tê-la lambendo meu pau.
Cada vez que minhas mãos apertavam as nádegas dela, eu a puxava para perto de mim, roçando meu pau na deliciosa buceta dela, e a cada roçada o corpo dela tremia com mais força e a respiração dela ficava tão ofegante que pensei que alguém pudesse nos ouvir. Sole abriu um pouco as pernas e aproveitei para me colocar entre elas, a posição, embora desconfortável, me permitia esfregar meu pau com mais força na buceta dela parcialmente aberta, e isso parecia provocar nela um prazer nunca antes experimentado.
Tomei então outro caminho, queria sentir aqueles peitos durões nas minhas mãos, embora não quisesse fazer isso tão diretamente porque temia que ela ainda pudesse se arrepender. Parei de beijá-la nos lábios e passei a percorrer com minha boca as bochechas dela e, disfarçadamente, cheguei até a orelha esquerda dela; eu tinha um trunfo na manga: anos atrás, minha namorada tinha me contado que Sole era fraca ali. ponto.
Assim que meus lábios úmidos chegaram na orelha dela, o corpo dela reagiu, e mesmo parecendo resistir ao carinho balançando um pouco a cabeça, as mãos dela diziam o contrário, porque na mesma hora foram parar na minha ereção marcada e começaram a esfregar com uma força fora do comum. Aproveitei aquele tesão todo pra subir minhas mãos e acariciar os peitos dela por cima da blusa, eram magníficos, duros igual pedra, se eu não conhecesse a Sole teria jurado que os peitos dela eram operados; mas não. Acariciei pelos lados juntando eles no meio do peito dela, fazendo isso dava pra ver melhor porque eles se destacavam da blusa, apertei assim várias vezes, dava pra sentir através do tecido da blusa e do sutiã os bicos durinhos, belisquei um pouco e ela reagiu na hora abrindo o zíper da minha calça, com dificuldade conseguiu tirar o ciclope desejoso da prisão dele, e começou a acariciar ele inteirinho.
Eu continuava na minha deliciosa tarefa de apalpar os peitos gloriosos dela, mas dessa vez fazia com uma mão enquanto a outra continuava apertando a bunda dela e puxando ela mais pra perto de mim. Sole fez algo que me surpreendeu ainda mais, parou de esfregar meu pau por uns segundos, subiu as mãos na altura dos peitos e desabotoou a blusa completamente, deixando os peitos cobertos só pelo sutiã. Francamente fiquei pasmo, eram formidáveis, muito melhores do que o decote deixava imaginar; sempre achei que minha namorada tinha os melhores peitos que já tinha tocado, mas os da Sole eram superiores, francamente estavam fora da realidade.
Pensei então que até ali ia com os peitos dela, mas qual foi minha surpresa que o sutiã dela tinha um fecho pequeno na frente; eureca! bendisse o inventor de um troço desses. Com a mão livre abri o fecho, o sutiã deslizou pros lados do corpo dela, e os seios magníficos dela ficaram se mostrando com toda a vaidade. Eram da mesma cor dos ombros dela. brancas como porra, com os biquinhos apontando pro céu e uma auréola um pouco mais clara que combinava com o conjunto. Não consegui evitar me abaixar e deliciar meu paladar com um petisco desses, não cabia em mim de tesão, minha boca percorria cada milímetro, passava de um peito pro outro como tentando ser justo no prazer, mordiscava levemente os biquinhos, percorria o caminho uma e outra vez; podia ter ficado ali pra sempre, curtindo aquele par de "melões" que nunca imaginei ter na minha boca.
Ela, por sua vez, continuava massageando meu pau que tava prestes a explodir, tive que me segurar várias vezes pra não gozar e sujar a roupa dela e a minha; além disso, não queria acabar, tava curtindo pra caralho. Da boca dela saíam palavras, mais sussurros tipo:
- Não espera, a gente não pode, o que minha irmã vai dizer?
Mas ela não falava com firmeza, com certeza eram parte dos preconceitos que ainda ocupavam a mente dela, mas eu ia dar um jeito de eles sumirem logo.
Saí do meu isolamento e notei que dois casais bem mais jovens olhavam pra gente insistentemente de longe, mas não liguei, uma merda de exibicionismo que nunca senti antes tava aparecendo em mim. Eu cobria a Soledad com meu corpo, então nossos novos espectadores não iam ver muito e teriam que se contentar com o poder da imaginação deles; não sei o que me motivou naquele instante, talvez a loucura tenha tomado conta de mim; olhei fixamente pra plateia limitada, e sem mais, demos uma virada de 180º, eu fiquei encostado na parede e a Sole de costas pra eles; em seguida, levei minhas mãos pra bunda dela, desci até o final da saia, e devagar, bem devagar, levantei pra acariciar diretamente. Com certeza aqueles caras tavam se esbaldando visualmente olhando a bunda poderosa da minha cunhada, com a sublime e sensual calcinha fio dental partindo ela no meio; massageei por uns segundos as nádegas dela e fiz então a coisa mais alucinada que podia imaginar: virei a Sole pra ela ficar de De costas pra mim, os peitões enormes dela ficaram à mostra, livres da blusa e do sutiã, e eu pude ver os olhos arregalados dos nossos jovens voyeurs. Com certeza eles, assim como eu, nunca tinham visto um par de peitos daqueles.
Enquanto isso, ela passava as mãos na minha cabeça, eu esfregava minha pica enorme na bunda dela e continuava beijando suas orelhas, alternando de um lado pro outro. Tocava os peitos dela por trás e apertava com força os bicos, amassava, saboreava com as mãos.
Soledad respirava ofegante, os olhos semicerrados, e o corpo dela tava totalmente entregue ao puta amasso que eu tava dando. Naquele momento, eu me senti dono daquela mulher que tinha me deixado louco a noite inteira, mas que agora tava à minha inteira disposição. Tinha certeza de que ela faria qualquer coisa que eu pedisse naquela hora, sem se importar com nada — nem com a irmã, nem com a virgindade que ela tinha guardado por tanto tempo.
Nessa posição, minhas mãos percorriam livremente a anatomia dela, subiam e desciam dos joelhos até os peitos, reconhecendo cada centímetro quadrado e tomando posse de cada pedaço daquela mulher majestosa. Percebi que tava tão vidrado nos peitos e na bunda dela que praticamente tinha esquecido do centro do universo dela, e nem tinha tentado acariciar. Então deslizei devagar minhas mãos até a virilha dela, e bem quando comecei a sentir a umidade, ela parou na hora com as duas mãos e falou:
— Espera, a gente tem que voltar.
Infelizmente, ela tava certa. Até aquele momento, nosso breve caso não tinha levantado suspeitas, mas era melhor continuar assim pra levar a coisa a um final feliz e cheio de tesão.
Soledad então notou os olhos dos admiradores nos peitos dela, e rapidamente se cobriu com as mãos e virou pra mim pra se esconder com meu corpo. Ajudei ela a colocar o sutiã e a blusa no lugar, e ela me deu um beijo profundo. Quando terminou, falou com a voz rouca de tesão. — Estavam olhando pra minha buceta
Falei num tom bem sério.
— Não culpo eles, tá uma delícia
Ela deu um sorrisinho meio sem graça, ajeitou a roupa e saiu correndo pro banheiro. Fiquei de pé esperando ela voltar, acendi um cigarro e dei uma olhada de canto pros nossos espectadores — a cara deles já mostrava uma putaria crescendo, e os olhos deixavam bem clara a inveja que sentiam.
Enquanto a Soledad voltava, montei um plano pra poder aproveitar ela o resto da noite: chamei o garçom que tava cuidando da nossa mesa e pedi que, de agora em diante, só servisse refrigerante pra mim, bebida normal pra Sole, e pra minha mulher dobrasse a dose de álcool em cada copo. O garçom me olhou com cumplicidade quando entreguei a nota pelos serviços "extras", com certeza pensando que meu plano era "tirar vantagem" da minha esposa... Voltei pro banheiro e a Soledad já tava saindo; beijei ela pela última vez antes de voltar pra mesa. Minha namorada me perguntou:
— E aí, precisou da sua intervenção?
Respondi:
— Não foi nada, só um bando de iludido devorando sua irmã com o olhar (e olha que tavam mesmo)
A partir dali, a gente praticamente largou a dança, pediu rodada atrás de rodada, e eu e minha esposa parecíamos cada vez mais animados. Num certo momento, ela falou meio preocupada:
— A gente tá bebendo demais e ainda tem que levar a Soledad pra casa
Respondi:
— A Sole tá parecendo bem tranquila, deixa ela dirigir e ficar em casa com a gente
Ela me olhou com uma cara inocente e concordou, convencida. Meu plano tava tomando forma: a Sole ia passar a noite na minha casa, e minha namorada ia encher a cara de bebida.
Pra manter a Sole no ponto, em cada oportunidade eu passava a mão nas pernas dela e um pouco mais pra cima por debaixo da mesa, ou sussurrava umas putarias no ouvido dela, tipo: como você tá gostosa, onde escondeu esse corpaço, adorei te acariciar toda... Ela sorria e respondia com umas carícias escondidas na minha perna e na minha virilha.
Passou só uma hora. e minha esposa já estava caindo de bêbada, não tinha costume de beber, e ainda por cima estavam servindo um pouco mais pra ela... Falei no ouvido dela que a gente precisava ir embora, e ela topou na hora. Olhei de canto pra Soledad, os olhos dela brilhavam igual criança esperando o Papai Noel, e mais tarde ela ia receber o "presente" dela por se comportar "tão bem".
Pedi a conta e paguei rápido, não queria que o clima esfriasse. Peguei minha esposa pelo braço e a Sole pela cintura, nos despedimos da Claudia e do Leandro: ela me encarou com uma careta, olhando bem nos meus olhos, e ele se despediu falando baixinho:
- Sortudo hein, parece que vai ter um "banquete" essa noite
O comentário dele me surpreendeu, e mais ainda a reação da Claudia, será que eles tinham percebido nosso joguinho? Não liguei, porque no fim das contas, o que me esperava era um banquete magnífico, digno de uma festa grega.
Subimos no carro, dessa vez minha cunhada pegou o volante e ajudei minha esposa a entrar no banco de trás, ela tava muito mal, arrumei as pernas dela como deu e subi no banco do carona. Pelo estado da Sole, teria sido mais prudente eu dirigir, mas ia perder minutos preciosos pra manter o forno na temperatura certa.
A Sole deu partida e a gente seguiu pra casa. A saia dela, com o movimento das pernas pra dirigir, subiu um pouco, quase até as coxas, e eu aproveitei esse pequeno "acidente" pra começar a acariciá-las discretamente, passava a mão do joelho dela até quase tocar a buceta e voltava, minha intenção era continuar com esses joguinhos que iam esquentar cada vez mais minha excitada cunhada. Cada vez que eu tentava chegar na buceta dela, ela pegava na minha mão, mas ao contrário do que eu podia pensar, empurrava com força em direção à fruta proibida dela; eu resistia, tinha que fazer um esforço danado pra não tocar e comer ela ali mesmo.
Nessa hora, percebi que minha namorada tinha tinha caído num sono profundo. Aproveitei a situação para passar para aquelas tetas enormes que estavam totalmente à minha mercê; desabotoei cada um dos botões da blusa dela e depois o sutiã querido com fecho na frente (tenho certeza que tem um nome, mas não sei). Mais uma vez, aqueles "melões" incríveis saíram do cativeiro, e comecei a acariciá-los desesperadamente; ela tentou me conter e fechar a blusa, eu a segurei dizendo bem baixinho:
- Deixa assim, não me diga que não te excitou ser olhada...
Sole me olhou muito séria, pensei que tinha cometido o erro catastrófico que acabaria com o sonho que estava vivendo, mas não foi assim, ela sorriu e me deixou fazer. Eu acariciava alternadamente as tetas e as pernas dela, sem tocar, claro, na buceta dela para mantê-la no ponto, a respiração dela estava fora de controle, por um momento pensei que ela teria um orgasmo ali mesmo.
Ela dirigia em alta velocidade, acho que estava tão apressada quanto eu para chegarmos a um lugar privado; naquela hora o trânsito era inexistente e os semáforos piscavam amarelo ao longo da Avenida dos Insurgentes, e Soledad aproveitava para acelerar fundo. Minutos depois chegamos em casa, ela abriu a garagem e estacionou o carro; tentou abotoar a blusa e com um sinal da minha mão ordenei que não fizesse isso. Descemos do carro e peguei minha namorada no colo e subi rapidamente para o nosso quarto, quando a deitei ela disse:
- Cuida bem da Soledad, a vi muito triste à tarde e por isso quis que viesse conosco.
Beijei ela e falei:
- Não se preocupa, vou "papear" um pouco com ela, tenho certeza que depois vai se sentir super bem.
Não podia acreditar, minha própria namorada estava me dando o pretexto ideal para deixá-la dormindo enquanto eu comia a irmã dela na sala da nossa casa, assim no dia seguinte ela não me perguntaria por que demorei tanto, nem nada do tipo. Tomei como precaução extra fechar a porta. do nosso quarto trancado por fora, se alguém reclamasse, eu diria que, como a vi tão bebada, pensei que era melhor "trancá-la" pra não cair escada abaixo. Meu plano tava saindo perfeito, parecia até que os astros se alinharam pra eu poder aproveitar a deliciosa mulher que me esperava a poucos passos.
Desci as escadas correndo, lá estava ela, andando pela sala olhando o enorme aquário de água salgada que é o orgulho da minha namorada. Embora tivesse certeza de que ela tava super tarada, queria que tudo fosse perfeito. Mario Puzzo escreveu em "O Poderoso Chefão" que uma mulher virgem pode escravizar um homem por meses em troca do seu precioso tesouro, mas, quando o homem consegue possuí-la, se fizer direito, os papéis se invertem na hora e ela vira sua escrava sexual por um bom tempo, disposta a aprender e experimentar com "seu mestre". Eu tinha pulado os meses de escravidão, mas minha intenção era transformar a Soledad na minha escrava, na minha putinha pessoal pra realizar minhas maiores perversões.
Me aproximei e peguei na mão dela, levei-a devagar até o sofá e sentei ao lado. Comecei a beijá-la delicadamente, como se fôssemos namorados de anos atrás, ela correspondia a cada beijo na mesma medida: se eu enfiava a língua pra tocar o céu da boca dela, ela repetia na hora; se eu chupava a língua dela e sugava, ela devolvia o favor. Se a noite toda fosse assim, eu passaria um dos melhores momentos da minha vida.
Ela continuava com os peitos de fora, e eu passava minhas mãos bem perto deles, mal tocando, arrancando todo tipo de suspiro da Sole. Dava pra ver a pele dela se arrepiando cada vez mais. Quando passava pelos mamilos, a coisa mudava: eu apertava discretamente uma e outra vez. Segui beijando o pescoço dela, minha língua percorreu várias vezes cada cantinho, enquanto ela simplesmente segurou minha nuca pra... tentar me guiar. Desci até os seios dela e me reencontrei com eles, beijei e beijei até cansar, enquanto minhas mãos tiravam habilmente a blusa e o sutiã dela.
Tinha a Sole ali, sentada na minha sala, sem blusa nem sutiã, com os peitos livres e pronta pra tudo. Eu continuei na minha e a Sole só conseguia respirar mais rápido, sem soltar um instante a minha nuca, guiando minha cabeça pros cantos que meus lábios deviam percorrer. Beijei os peitos dela, beijei os lados do peito e desci um pouco mais, até a barriga, e aí foi o auge. A Sole tava louca, e começou a me dizer, quase gritando:
— Me faz amor, quero que você me faça amor!!!!
Sorri maliciosamente. A Sole não fazia ideia do quanto eu era capaz de levá-la antes de penetrar ela, tinha certeza de que ia deixá-la doida com meus beijos e carícias. Continuei no meu trabalho, mas agora, enquanto beijava os peitos e a barriga dela, acariciava as pernas dela. Tirei um por um os sapatos dela e encontrei uns pés maravilhosos que não destoavam do conjunto. Deixei os peitos dela de lado por um momento e a deitei no sofá. Ela disse:
— Por favor, não aguento mais.
Atendi aos pedidos dela, levantei as pernas dela no sofá e coloquei um dos pés dela na altura da minha boca. Beijei um por um os dedos dela, apertei a sola e mordi o calcanhar. Repeti a operação com o outro pé e a Sole tava incrivelmente excitada. Por eu estar tão longe, ela baixou a mão e começou a desabotoar a saia.
Subi minha língua do pé esquerdo dela até o joelho e um pouco mais pra cima. Nessa hora, a saia já tava pronta pra ser tirada, e ela me empurrou pra fazer isso. Ficou só com a calcinha fio-dental maravilhosa, preta, com renda no triângulo e na linha que dividia a bunda dela. Era uma visão maravilhosa, ela toda era sensualidade, transbordava cadência sem limites.
Continuei subindo com minha língua pela perna dela até a coxa, mas mais uma vez voltei. Refiz o mesmo caminho e troquei de pé, subi de novo pela perna dela, e bem quando tava chegando na... coxa, ela me puxou pelos cabelos e me atraiu para me dar um delicioso e apaixonado beijo nos lábios, então ela implorou:
- Já, por favor, quero sentir você dentro de mim!!
Ainda não era hora, queria que lubrificasse o máximo possível para tornar a penetração menos dolorosa. Ajudei ela a se levantar e ela ficou de costas para mim, a visão era indescritível, aquela bunda enorme na minha cara, me levantei e tirei toda a roupa num instante, apoiei meu pau ereto na racha da bunda dela e comecei a beijar seus ombros, enquanto isso acariciava seus peitos uma e outra vez e depois acidentalmente descia até o umbigo, e um pouco mais. Ela acompanhava minhas mãos nesse percurso intenso, sempre sobre as minhas; esfregava meu pau contra a bunda dela, o roçar da renda era maravilhoso, e eu sentia como se as nádegas dela se fechassem para prender ele entre elas e nunca mais soltar.
Fiz então o que mais gostei em todas as minhas experiências sexuais: assim como estávamos, ela de costas para mim, e com meus braços abraçando ela com um toque de proteção, inseri minha mão direita entre a calcinha fio dental e a pele dela, o resultado é único, a mulher experimenta uma profunda sensação de segurança enquanto entrega seu bem mais precioso: sua buceta.
Sole deu um pequeno pulo e começou a se mexer mais como se masturbasse meu pau entre as nádegas dela, suas mãos me abraçavam como podiam pelas costas, seus instintos mais baixos afloravam com muita facilidade. Uma mulher é como um cofre de segurança máxima, mas se você consegue decifrar a combinação dela, ela se abre sem problema nenhum.
Acariciei sua linda e depilada pussy com cuidado. Sentia sua umidade, seus fluidos estavam saindo em boa quantidade, o trabalho prévio estava funcionando. Desci um pouco mais minha mão esticando o dedo médio e consegui tocar pela primeira vez o canal que eu sabia que em alguns minutos me faria tocar o céu; aproveitando a umidade, meu dedo deslizou com muita facilidade uns 2 centímetros para dentro dela, Sole deu um grito de prazer:
- Ahhhhhh, que delíciaaaaaa
Comecei a mover meu dedo devagar, sem enfiar muito fundo, não queria desvirginar ela no nosso “aquecimento”. Sole não sabia o que fazer com as mãos, puxava meu cabelo, apertava minha bunda, e de vez em quando, meio tímida, apertava os peitões dela. Tirei minha mão da buceta molhada dela e me afastei bruscamente do corpo dela, ela ficou ali, tremendo, o peito subindo e descendo de tanto esforço e tesão. Sentei no sofá e girei ela pra ficar de frente pra mim, ainda em pé. Sole fazia tudo que eu pedia sem resistir; naquele momento, o olhar dela, além de uma puta safadeza, mostrava uma curiosidade pelo que viria; parecia saber que eu ia meter quando quisesse, mas tava adorando a preliminar.
Aproximei minha boca da cintura dela, virei pro lado e mordi a calcinha fio dental, puxei com a boca uns centímetros pra baixo, repeti do outro lado, a calcinha tava no meio da bunda dela, e a buceta mal coberta por um pedaço de pano; então mordi bem naquela área, queria que minha boca roçasse um pouco na buceta dela pra causar, se possível, mais expectativa, mordi a calcinha e puxei pra baixo; Sole gritou de novo:
- Continua... Me dá mais!!!
Já livre daquela pressão na bunda, a calcinha era presa fácil pra minha boca, e deslizei até os pés dela bem rápido. Ali estava Soledad, minha cunhada virgem, com o corpo espetacular totalmente pelada na minha sala, e implorando pra eu comer ela, que maravilha.
Ajudei ela a deitar no sofá, abri as pernas dela devagar, comecei a beijar os peitos dela, desci pela barriga, até chegar no começo da virilha e daí pulei pra coxa, desci até os joelhos e daí até os pés, mais uma vez mordi o calcanhar direito dela. Voltei pelo mesmo caminho mas do lado oposto e, ao chegar na coxa, minha língua se detuvo, virei pra olhar ela e ela me implorou com um gesto. Delicadamente, deslizei minha língua pela buceta dela, estava toda lubrificada, enfiei uma e outra vez enquanto a Sole se contorcia de prazer, as mãos dela me seguraram firme pelos cabelos e mais uma vez guiaram o gozo dela, já não sabia mais se eu enfiava minha boca na buceta dela ou se a buceta dela enfiava na minha boca. Aquele gosto salgado característico da buceta da mulher é delicioso, mas na minha cunhada tinha um sabor particularmente forte, talvez por tanto tempo de contenção e espera.
Enquanto eu dava uma sessão de sexo oral digna de admiração, acariciava a bunda exuberante dela, puxava ela pra perto de mim, e ela cooperava com os movimentos e com o ronronar de gata no cio.
Era o momento certo, a Sole estava pronta pra me dar o maior presente que uma mulher pode dar a um homem: a virgindade dela. Olhei nos olhos dela com uma cara bem séria e falei:
- Quer fazer isso?
Queria dar a chance dela se arrepender de última hora, parece mentira mas queria que o que a gente tava fazendo fosse de comum acordo. Com um olhar mais que eloqüente ela respondeu:
- Sim, me faz amor por favor
"Por favor?" Uma mulher como essa podia ter os homens que quisesse só com um piscar de olhos, e pra mim ela tava pedindo "por favor", sem dúvida nenhuma naquele exato momento eu era o homem mais sortudo sobre a face da terra.
Ajudei ela a se deitar de corpo inteiro no sofá, e me deitei por cima dela, abri um pouco as pernas dela e apontei meu pau desesperado pra buceta escorrendo dela. Enquanto beijava ela na boca, devagar fui entrando no paraíso, o calor que envolvia meu pau era único, a umidade dela, juro que dava pra sentir no meu pau as batidas do coração dela através da buceta dela; fui com toda calma, não queria machucar ela, não queria desperdiçar esse momento único na vida de uma mulher. A lubrificação das preliminares tinha funcionado perfeitamente, teria pude enfiar meu pau até o fundo com um único empurrão; mas não fiz isso, escolhi o caminho difícil, porém mais recompensador: a paciência.
Esperei a Sole se acostumar com meu pau dentro dela, ela tinha as unhas cravadas nas minhas costas, os olhos semicerrados, a respiração presa, não se mexia. Enquanto isso, eu fazia pequenos movimentos de um lado para o outro pra dilatar um pouco o canal dela até o centro do universo; sabia que ela ia me avisar quando estivesse pronta, e foi o que aconteceu; de repente, ela começou a empurrar a pélvis contra meu pau, percebi que tava ansiosa pra me sentir. Com esse sinal, embarquei numa viagem até o fim do mundo, comecei a meter naquela buceta deliciosa e virgem, em cada penetração aprofundava só um milímetro ou dois, queria que durasse pra sempre.
Depois de algumas metidas, onde era praticamente impossível não penetrar mais, toquei naquela pelinha delicada que separa as mocinhas das mulheres, a ponta do meu pau sentiu com toda clareza essa fina camada que divide a idade da inocência da perversão, parei um segundo, só um segundo pra gravar na memória a sensação deliciosa de receber um tesouro tão precioso da Sole. Senti o rompimento do hímem dela no meu pau e nas minhas costas, porque a Sole cravou as unhas com violência; pensei que fosse dor, mas na verdade era prazer.
Planejava continuar com calma o processo todo, mas a Sole me abraçou com mais força e sussurrou no meu ouvido:
- Mais, mais, me dá mais
Superada essa barreira, meu pau se sentiu totalmente livre pra penetrar minha mulher, minhas metidas aumentaram de velocidade e logo de profundidade, podia sentir centímetro por centímetro as dobras da buceta dela, meu pau e a buceta dela estavam fundidos num só ser. A Sole, por sua vez, respirava com dificuldade por causa do prazer, me acariciava desajeitadamente as costas e as nádegas, levantava como podia o púbis pra pedir penetrações mais profundas e não parava de repetir:
- Mais, mais, me dá mais
Continuei penetrando ela uma vez e outra, eu me segurava pra não gozar ainda, tinha que fazer ela chegar ao clímax com meu pau dentro, era minha missão desesperada naquela noite de loucura; tinha que levar ela ao céu mesmo que eu sacrificasse meu próprio prazer, tinha que fazer ela sentir que eu era o único que podia proporcionar essas sensações pra ela ser minha, pelo menos por um tempo.
Foi assim, depois de uns minutos de penetração, a Sole tensionou o corpo, cravou as unhas nas minhas costas de novo, prendeu a respiração, revirou os olhos, e soltou um grito que eu achei que ia acordar minha esposa e todos os vizinhos:
- Ahhhh, Ahhhh, por favor, Ahhhh, que gostoso
Senti perfeitamente todos os músculos da buceta dela se contraindo em volta do meu pau, a contração era alternada, ou seja, apertava e soltava; esse foi o ápice da noite, o movimento da minha cunhada no orgasmo dela provocou em mim uma onda de prazer infinito que resultou na gozada mais longa que já tive. A Sole percebeu e continuou se mexendo com força até deixar meu pau limpo de todo vestígio de porra.
Ela me abraçou com força e ficamos assim, unidos num só por uns minutos. Quis me separar dela, mas ela me impediu me abraçando com as pernas, aproximou meu ouvido da boca dela e me disse quase sem forças:
- Valeu, cunhado
37 comentários - Minha cunhada gostosa (relato)
Van p
y no estaria mal una fotico 😀 😀
che tiene que haber una continuacion...
Comparti mas relatos... seguro que seguiste con tu cuñada..