Quero ver sua calcinha
Quero ver sua calcinha, Laura, o Juan me disse enquanto me segurava dançando. Juan e a mulher dele, Marta, são nossos amigos e ainda por cima ele é o chefe do meu marido. Sempre nos demos super bem os quatro, e naquele sábado a gente tinha saído pra jantar. Depois de rodar vários bares, decidimos ir pra casa deles. Colocamos música e dançamos. No começo, eu dançava com meu marido e o Juan com a mulher dele, mas depois de um tempo trocamos de par. Isso a gente faz direto, uma ou duas vezes por mês: jantamos, batemos papo sobre tudo, bebemos bastante e acabamos em algum lugar com música pra dançar ou na casa deles, como aconteceu naquele sábado.
Sempre que eu e o Juan dançamos, ele me segura firme. Ele tem mais de 1,90m, é um cara robusto, adoro encostar minha cabeça no peito dele, colar meu corpo no dele e me deixar levar. Ele sempre mantém as mãos educadamente nas minhas costas. Não sei o que deu nele naquele dia. A gente tava em silêncio dançando e ele sussurra no meu ouvido:
"Quero ver sua calcinha."
Mandei ele repetir, achei que não tinha ouvido direito. Como ele ousava? Mas, pelo clima bom que tava rolando, pensei que fosse uma brincadeira, mesmo a gente não tendo esse tipo de intimidade. Então falei que não e mandei ele continuar dançando, mas ele insistiu.
Quero ver sua calcinha, aposto que você tá muito gostosa sem essa saia que tá usando, aposto que são muito bonitas, aposto que marcam a forma da sua bunda.
Não sabia como reagir à insistência dele, ele falava baixo pra ninguém ouvir, olhei pro meu marido e ele tava distraído abraçando a Marta e curtindo um dos nossos prazeres, a dança.
A verdade, Juan, não sei o que você quer nem que brincadeira é essa, mas não entendo você me pedir isso, sempre nos respeitamos.
E eu te respeito, mas tava abraçado em você e dançando tão juntinhos que me deu essa vontade. Só tô pedindo pra você me mostrar sua calcinha, não tô pedindo pra você se despir, só quero ver isso, vai me negar esse capricho?
Claro que vou negar pra você.
Por dentro, algo disparou. Amo muito meu marido, mas estamos juntos há 15 anos e, durante esse tempo, nenhum homem tinha se atrevido a me dizer algo tão forte. Toda mulher adora se sentir desejada e saber que, apesar do tempo passar, ainda tem homens que nos querem. Juan continuou:
Por favor, deixa eu ver elas e pronto.
Olha, Juan, não continua ou vou contar pro meu marido.
Não vai, não, ele me disse.
E como você sabe? Claro que vou.
Porque no fundo você gostou que eu pedi. Acha que não vi seus olhos?
Ele tinha me descoberto, mas isso não significava que eu fosse admitir.
Me diz uma coisa, de onde vem esse interesse em ver minha calcinha?
A verdade é que eu queria mais. Queria que você se despisse, ou melhor, queria te despir eu mesmo, desabotoar um por um os botões dessa blusa, abaixar o zíper da saia e deixar ela cair no chão, te admirar de lingerie...
Por favor, Juan, não continua, eu disse, sem muita convicção.
Desabotoar os ganchos do seu sutiã e ver esses dois peitos magníficos que eles escondem, tocar eles, acariciar eles, abaixar sua calcinha...
Eu pedi pra você não continuar, Juan.
Por dentro, eu queria que ele continuasse. Era como se estivessem contando um sonho que eu percebia que também desejava. Acho que, quando ele olhou nos meus olhos de novo, percebeu direitinho o que estava rolando.
Acariciar sua buceta, chupar ela até você ver o céu e depois receber meu pau bem quentinho.
Não pode ser, Juan. Além disso, não é certo. Você e eu somos casados...
Só quero ver sua calcinha. Isso não quebra casamento nenhum.
Tem certeza que sua mulher e meu marido iam concordar?
Sei não….
Viu, com certeza que não.
Mas você quer?
Aí me pegou de jeito, porque hesitei um segundo antes de responder, e ainda fiquei pouco convincente.
Não quero, claro que não.
Tô com tanta vontade que sou capaz até de pedir permissão pra eles.
Não faz besteira.
Ele se afastou de mim e, indo até a Marta e meu marido, disse:
Preciso pedir uma coisa pra vocês.
Eles pararam de dançar, curiosos pra saber o que era tão urgente a ponto de interromper aquele momento.
O que foi? Disse meu marido, estranhando.
Quero ver a calcinha da Laura.
O quê??????, os dois disseram ao mesmo tempo.
Isso mesmo, quero que a Laura levante a saia e me mostre a calcinha dela.
Meu marido pensou a mesma coisa que eu, que aquilo era uma brincadeira, e reagiu como tal.
Então vai, Laura, levanta a saia e mostra pra ele.
Isso, disse a Marta rindo, levanta logo, que putaria que vocês tão aprontando.
Ele tá falando sério, gente, falei.
Mas não acreditaram em mim, e na real, quem é que ia imaginar que aquilo era sério? Continuaram dançando como se nada tivesse acontecido. Vi a Marta se agarrar de novo no meu marido e eles seguirem, eu fiz o mesmo com o Juan. Quando me aproximei, senti que alguma coisa tinha crescido dentro da calça dele.
Viu como ninguém ligou, ele disse.
É, porque não acreditaram em você.
Te faço uma proposta: você desabotoa a saia, deixa ela cair, e a gente continua dançando assim, o que acha?
Ruim, acho ruim, falei.
Mas teria um puta tesão, né?
Nisso, fuck you, você tem razão, falei com um sorriso no rosto.
Continuamos dançando, ficamos um bom tempo em silêncio. Eu não parava de pensar naquilo tudo, e pelo visto o Juan também não, porque eu ainda sentia aquela coisa crescida dentro da calça dele. Só uma coisa me deixava mais nervosa: ele ia descendo as mãos devagar pelas minhas costas. Minha camiseta era bem curta, então logo senti as mãos dele no pequeno espaço entre ela e a borda da saia, que era amarrada. Com um colchete e um zíper atrás, o que você pretendia fazer? Não disse nada e pensei que o melhor era deixar pra lá, já que ele não tinha feito nada de errado por enquanto.
De repente, percebo que os dedos dele tão brincando com a parte de cima do zíper. Sem soltar de mim, ele foi descendo, e eu não sabia como reagir. Já tinha aberto tudo, a única coisa que segurava a saia no lugar era o colchete. Se a Marta ou meu marido olhassem, iam ver. Tava muito nervosa. De repente, sinto ele mexendo nessa única presilha e consegue o que quer: a saia despencou e caiu no chão entre minhas pernas. Que vergonha! E eu continuava agarrada nele. Tive que levantar as pernas pra tirar a saia e não tropeçar. João continuava dançando comigo como se nada tivesse acontecido, claro que eu também não me afastei. Pensei na Marta e no meu marido, mas eles continuavam abraçados, alheios ao que rolava. João sussurrou no meu ouvido:
— Viu como não é tão grave?
— Não sei o que dizer — murmurei. — O que vai acontecer quando eles perceberem?
— A gente pensa nisso depois. Vamos continuar dançando.
Muito nervosa, continuei agarrada, meu corpo tremia e ele devia ter notado. Ele baixou um pouco as mãos até tocar o elástico da minha calcinha. Eu já estava deixando ele fazer qualquer coisa por causa dessa mistura de medo de ser vista e excitação de estar dançando com meu amigo só de calcinha. Além disso, não era especialmente sexy, tipo biquíni de algodão branco. Com certeza, se tivesse pensado nisso, teria colocado algo mais adequado pra mostrar. Juan já brincava com o elástico e me disse:
— Deixa eu tocar nelas?
— O que você já fez é demais, não continua, por favor. Vai dar briga quando descobrirem, e nem sei como vou me defender disso.
Tentei de todo jeito que Juan me escondesse do meu marido e da Marta. O que eu disse serviu pra pouco ou nada, já que as mãos dele iam descendo devagar, acariciando minha calcinha.
— Te imploro, para — falei.
— Deixa, por favor — ele disse num tom de súplica.
Decidi deixar ele fazer o que quisesse, o estrago já estava feito. Juan já acariciava minha bunda inteirinha, bom, na verdade minhas calcinhas, e fazia isso com tanta suavidade que só aumentava meu prazer e meu nervosismo. Depois de um bom tempo assim (sorte que o CD era longo) e quando ele já tinha tocado em tudo quanto era lado (sempre por trás), finalmente sinto ele subir as mãos. Respirei aliviada, mas era só uma manobra, porque o que ele realmente queria era acariciar minha bunda diretamente. Não tive escolha a não ser deixar rolar. Nossos parceiros continuavam ausentes, nem tinham percebido que a gente não tava mais girando. Ele agarrou minhas nádegas com força, minha buceta quase batia palmas, mas de repente olhei melhor pro meu marido e pra Marta. Ela também tava dançando só de calcinha! O que tava rolando naquela noite? A verdade é que me aliviou, sabia que se a situação era aquela, pelo menos meu marido não teria nada pra me recriminar.
Continuamos dançando, mas agora ele já me virava e me mexia. Juan continuava acariciando minha bunda, mas meu marido não tava fazendo o mesmo com a Marta, então fiz a gente ficar bem juntinho, os quatro, e encostei a boca no ouvido do meu marido, falei sem ninguém mais ouvir:
— Acaricia a bunda dela, o Juan tá fazendo comigo.
Ele sorriu e a gente se separou. Vi ele lentamente avançar por cima da calcinha da Marta, e ela deixou. Ela tinha escolhido uma mais bonita, sem ser fio dental, mas bem pequenininha. Aí Juan me diz:
— Agora vou tirar sua blusa.
— Isso não, por favor. Depois você vai querer pegar nos meus peitos.
— É, você tem razão — ele disse.
Ele tirou as mãos de dentro da minha calcinha e começou a desabotoar minha blusa, eu até ajudei me afastando um pouco e esperando pra ver o que meu marido ia fazer, que já tava acariciando a bunda da Marta por dentro da calcinha dela. Quando não sobrou nenhum botão, a blusa se abriu e ele pôde ver o sutiã branco combinando, tirou ela de mim, primeiro uma manga e depois a outra, eu deixei ele fazer, jogou a blusa no chão e me apertou forte pra sentir a pressão dos meus peitos contra a camisa dele, a gente ficou um tempinho dançando, ele brincava com minhas costas nuas e até com as alças do sutiã, de repente vejo que o Juan tá tirando o casaco da Marta pela cabeça, eles estavam seguindo nossos passos.
Agarrei o Juan bem forte, assim não dava chance pra ele tentar acariciar meus peitos, coisa que, curiosamente, ele nem tentou. Fiquei aliviada, mas vi que meu marido não é tão prudente assim — já tinha uma mão em cima de um peito da Marta! Aquilo disparou a vontade de que o Juan fizesse o mesmo, mas ele não se decidia, continuava brincando com minhas costas e minha bunda. Afrouxei a pressão que fazia contra o corpo dele pra dar mais espaço, mas nada, ele continuava me segurando pela bunda enquanto a Marta já curtia as carícias do meu marido nos dois peitos, por cima do sutiã. Logo percebi que o Juan tinha outros planos, porque, sem quase me dar tempo de reagir, ele desabotoou meu sutiã. Aquilo já era demais, mas não tava me desagradando nem um pouco. Ele desceu as alças pelos meus braços, deixando meus peitos nus, e ficou um tempão olhando. Nos juntamos de novo depois que joguei essa peça no chão. Sabia que o próximo passo dele seria tocar neles, e ele não demorou muito: primeiro um, bem de leve, esperando minha reação, e, ao ver que eu facilitava os movimentos, os dois. Enquanto isso, meu marido continuava brincando sem tirar o sutiã dela. O Juan aplicou uma massagem nos meus peitos que, se minha buceta já tava super excitada antes, agora o fluxo que saía devia ser evidente até de calcinha. Aproveitei aquilo, quase gozei na hora.
Mas, apesar de eu achar que Marta e meu marido estavam atrasados, quando olhei direito, não era bem assim, porque meu marido tinha uma mão dentro da calcinha de Marta, chegando até a buceta dela. Juan também viu, sem dúvida, mas ele tinha outros planos, já que, largando meus peitos, baixou a mão e pegou as laterais da minha calcinha e, de um puxão, puxou até o meio da perna. Eu fiz uns movimentos com as pernas para ela descer até os pés e tirei. Não passaram muitos segundos até ele começar a acariciar os pelinhos da minha ppk, ralos, por sinal, porque só deixo uma tirinha fina no meio, e, claro, o próximo passo tinha que ser chegar na minha buceta, e ele chegou. Esse momento coincidiu com os primeiros gemidos de Marta, o que acabou de me esquentar, se é que ainda cabia, e quando eu explodi no meu orgasmo, Marta teve o dela ao mesmo tempo.
O próximo passo foi o Juan sussurrar no meu ouvido pra acompanhá-lo. Ele sabia bem o que queria, e eu não tinha a menor vontade de me opor. De mãos dadas, nos aproximamos da Marta e do meu marido. Eu, completamente nua; a Marta ainda estava de calcinha e sutiã, mas com um peito de fora. Eles pararam por um instante o que estavam fazendo pra ouvir o Juan, que disse pro meu marido:
"Vou levar sua mulher pro quarto. Vou comer ela. Já te falei que assim tudo daria certo."
"Deu certo como planejamos", ele respondeu.
Meu marido olhou pra mim e percebeu que eu tava morrendo de vontade. Ele simplesmente encostou os lábios nos meus e a gente se beijou. Quando já estávamos saindo da sala, ouvi a Marta dizer:
"O Juan vai comer sua mulher. Você não tá a fim de fazer o mesmo com a dele?"
Não esperei a resposta. Era óbvio. Tudo era uma armação pra fazer troca de casais, e tinha dado certo. Mas a gente também tava saindo ganhando, e não íamos reclamar.
Sempre que eu e o Juan dançamos, ele me segura firme. Ele tem mais de 1,90m, é um cara robusto, adoro encostar minha cabeça no peito dele, colar meu corpo no dele e me deixar levar. Ele sempre mantém as mãos educadamente nas minhas costas. Não sei o que deu nele naquele dia. A gente tava em silêncio dançando e ele sussurra no meu ouvido:"Quero ver sua calcinha."
Mandei ele repetir, achei que não tinha ouvido direito. Como ele ousava? Mas, pelo clima bom que tava rolando, pensei que fosse uma brincadeira, mesmo a gente não tendo esse tipo de intimidade. Então falei que não e mandei ele continuar dançando, mas ele insistiu.
Quero ver sua calcinha, aposto que você tá muito gostosa sem essa saia que tá usando, aposto que são muito bonitas, aposto que marcam a forma da sua bunda.Não sabia como reagir à insistência dele, ele falava baixo pra ninguém ouvir, olhei pro meu marido e ele tava distraído abraçando a Marta e curtindo um dos nossos prazeres, a dança.
A verdade, Juan, não sei o que você quer nem que brincadeira é essa, mas não entendo você me pedir isso, sempre nos respeitamos.
E eu te respeito, mas tava abraçado em você e dançando tão juntinhos que me deu essa vontade. Só tô pedindo pra você me mostrar sua calcinha, não tô pedindo pra você se despir, só quero ver isso, vai me negar esse capricho?
Claro que vou negar pra você.Por dentro, algo disparou. Amo muito meu marido, mas estamos juntos há 15 anos e, durante esse tempo, nenhum homem tinha se atrevido a me dizer algo tão forte. Toda mulher adora se sentir desejada e saber que, apesar do tempo passar, ainda tem homens que nos querem. Juan continuou:
Por favor, deixa eu ver elas e pronto.
Olha, Juan, não continua ou vou contar pro meu marido.
Não vai, não, ele me disse.
E como você sabe? Claro que vou.
Porque no fundo você gostou que eu pedi. Acha que não vi seus olhos?
Ele tinha me descoberto, mas isso não significava que eu fosse admitir.
Me diz uma coisa, de onde vem esse interesse em ver minha calcinha?
A verdade é que eu queria mais. Queria que você se despisse, ou melhor, queria te despir eu mesmo, desabotoar um por um os botões dessa blusa, abaixar o zíper da saia e deixar ela cair no chão, te admirar de lingerie...
Por favor, Juan, não continua, eu disse, sem muita convicção.
Desabotoar os ganchos do seu sutiã e ver esses dois peitos magníficos que eles escondem, tocar eles, acariciar eles, abaixar sua calcinha...
Eu pedi pra você não continuar, Juan.
Por dentro, eu queria que ele continuasse. Era como se estivessem contando um sonho que eu percebia que também desejava. Acho que, quando ele olhou nos meus olhos de novo, percebeu direitinho o que estava rolando.
Acariciar sua buceta, chupar ela até você ver o céu e depois receber meu pau bem quentinho.
Não pode ser, Juan. Além disso, não é certo. Você e eu somos casados...
Só quero ver sua calcinha. Isso não quebra casamento nenhum.
Tem certeza que sua mulher e meu marido iam concordar?Sei não….
Viu, com certeza que não.
Mas você quer?
Aí me pegou de jeito, porque hesitei um segundo antes de responder, e ainda fiquei pouco convincente.
Não quero, claro que não.
Tô com tanta vontade que sou capaz até de pedir permissão pra eles.
Não faz besteira.
Ele se afastou de mim e, indo até a Marta e meu marido, disse:
Preciso pedir uma coisa pra vocês.
Eles pararam de dançar, curiosos pra saber o que era tão urgente a ponto de interromper aquele momento.
O que foi? Disse meu marido, estranhando.
Quero ver a calcinha da Laura.
O quê??????, os dois disseram ao mesmo tempo.
Isso mesmo, quero que a Laura levante a saia e me mostre a calcinha dela.
Meu marido pensou a mesma coisa que eu, que aquilo era uma brincadeira, e reagiu como tal.
Então vai, Laura, levanta a saia e mostra pra ele.
Isso, disse a Marta rindo, levanta logo, que putaria que vocês tão aprontando.
Ele tá falando sério, gente, falei.
Mas não acreditaram em mim, e na real, quem é que ia imaginar que aquilo era sério? Continuaram dançando como se nada tivesse acontecido. Vi a Marta se agarrar de novo no meu marido e eles seguirem, eu fiz o mesmo com o Juan. Quando me aproximei, senti que alguma coisa tinha crescido dentro da calça dele.
Viu como ninguém ligou, ele disse.
É, porque não acreditaram em você.
Te faço uma proposta: você desabotoa a saia, deixa ela cair, e a gente continua dançando assim, o que acha?
Ruim, acho ruim, falei.
Mas teria um puta tesão, né?
Nisso, fuck you, você tem razão, falei com um sorriso no rosto.
Continuamos dançando, ficamos um bom tempo em silêncio. Eu não parava de pensar naquilo tudo, e pelo visto o Juan também não, porque eu ainda sentia aquela coisa crescida dentro da calça dele. Só uma coisa me deixava mais nervosa: ele ia descendo as mãos devagar pelas minhas costas. Minha camiseta era bem curta, então logo senti as mãos dele no pequeno espaço entre ela e a borda da saia, que era amarrada. Com um colchete e um zíper atrás, o que você pretendia fazer? Não disse nada e pensei que o melhor era deixar pra lá, já que ele não tinha feito nada de errado por enquanto.
De repente, percebo que os dedos dele tão brincando com a parte de cima do zíper. Sem soltar de mim, ele foi descendo, e eu não sabia como reagir. Já tinha aberto tudo, a única coisa que segurava a saia no lugar era o colchete. Se a Marta ou meu marido olhassem, iam ver. Tava muito nervosa. De repente, sinto ele mexendo nessa única presilha e consegue o que quer: a saia despencou e caiu no chão entre minhas pernas. Que vergonha! E eu continuava agarrada nele. Tive que levantar as pernas pra tirar a saia e não tropeçar. João continuava dançando comigo como se nada tivesse acontecido, claro que eu também não me afastei. Pensei na Marta e no meu marido, mas eles continuavam abraçados, alheios ao que rolava. João sussurrou no meu ouvido: — Viu como não é tão grave?
— Não sei o que dizer — murmurei. — O que vai acontecer quando eles perceberem?
— A gente pensa nisso depois. Vamos continuar dançando.
Muito nervosa, continuei agarrada, meu corpo tremia e ele devia ter notado. Ele baixou um pouco as mãos até tocar o elástico da minha calcinha. Eu já estava deixando ele fazer qualquer coisa por causa dessa mistura de medo de ser vista e excitação de estar dançando com meu amigo só de calcinha. Além disso, não era especialmente sexy, tipo biquíni de algodão branco. Com certeza, se tivesse pensado nisso, teria colocado algo mais adequado pra mostrar. Juan já brincava com o elástico e me disse:— Deixa eu tocar nelas?
— O que você já fez é demais, não continua, por favor. Vai dar briga quando descobrirem, e nem sei como vou me defender disso.
Tentei de todo jeito que Juan me escondesse do meu marido e da Marta. O que eu disse serviu pra pouco ou nada, já que as mãos dele iam descendo devagar, acariciando minha calcinha.
— Te imploro, para — falei.
— Deixa, por favor — ele disse num tom de súplica.
Decidi deixar ele fazer o que quisesse, o estrago já estava feito. Juan já acariciava minha bunda inteirinha, bom, na verdade minhas calcinhas, e fazia isso com tanta suavidade que só aumentava meu prazer e meu nervosismo. Depois de um bom tempo assim (sorte que o CD era longo) e quando ele já tinha tocado em tudo quanto era lado (sempre por trás), finalmente sinto ele subir as mãos. Respirei aliviada, mas era só uma manobra, porque o que ele realmente queria era acariciar minha bunda diretamente. Não tive escolha a não ser deixar rolar. Nossos parceiros continuavam ausentes, nem tinham percebido que a gente não tava mais girando. Ele agarrou minhas nádegas com força, minha buceta quase batia palmas, mas de repente olhei melhor pro meu marido e pra Marta. Ela também tava dançando só de calcinha! O que tava rolando naquela noite? A verdade é que me aliviou, sabia que se a situação era aquela, pelo menos meu marido não teria nada pra me recriminar.Continuamos dançando, mas agora ele já me virava e me mexia. Juan continuava acariciando minha bunda, mas meu marido não tava fazendo o mesmo com a Marta, então fiz a gente ficar bem juntinho, os quatro, e encostei a boca no ouvido do meu marido, falei sem ninguém mais ouvir:
— Acaricia a bunda dela, o Juan tá fazendo comigo.
Ele sorriu e a gente se separou. Vi ele lentamente avançar por cima da calcinha da Marta, e ela deixou. Ela tinha escolhido uma mais bonita, sem ser fio dental, mas bem pequenininha. Aí Juan me diz:
— Agora vou tirar sua blusa.
— Isso não, por favor. Depois você vai querer pegar nos meus peitos.
— É, você tem razão — ele disse.
Ele tirou as mãos de dentro da minha calcinha e começou a desabotoar minha blusa, eu até ajudei me afastando um pouco e esperando pra ver o que meu marido ia fazer, que já tava acariciando a bunda da Marta por dentro da calcinha dela. Quando não sobrou nenhum botão, a blusa se abriu e ele pôde ver o sutiã branco combinando, tirou ela de mim, primeiro uma manga e depois a outra, eu deixei ele fazer, jogou a blusa no chão e me apertou forte pra sentir a pressão dos meus peitos contra a camisa dele, a gente ficou um tempinho dançando, ele brincava com minhas costas nuas e até com as alças do sutiã, de repente vejo que o Juan tá tirando o casaco da Marta pela cabeça, eles estavam seguindo nossos passos.
Agarrei o Juan bem forte, assim não dava chance pra ele tentar acariciar meus peitos, coisa que, curiosamente, ele nem tentou. Fiquei aliviada, mas vi que meu marido não é tão prudente assim — já tinha uma mão em cima de um peito da Marta! Aquilo disparou a vontade de que o Juan fizesse o mesmo, mas ele não se decidia, continuava brincando com minhas costas e minha bunda. Afrouxei a pressão que fazia contra o corpo dele pra dar mais espaço, mas nada, ele continuava me segurando pela bunda enquanto a Marta já curtia as carícias do meu marido nos dois peitos, por cima do sutiã. Logo percebi que o Juan tinha outros planos, porque, sem quase me dar tempo de reagir, ele desabotoou meu sutiã. Aquilo já era demais, mas não tava me desagradando nem um pouco. Ele desceu as alças pelos meus braços, deixando meus peitos nus, e ficou um tempão olhando. Nos juntamos de novo depois que joguei essa peça no chão. Sabia que o próximo passo dele seria tocar neles, e ele não demorou muito: primeiro um, bem de leve, esperando minha reação, e, ao ver que eu facilitava os movimentos, os dois. Enquanto isso, meu marido continuava brincando sem tirar o sutiã dela. O Juan aplicou uma massagem nos meus peitos que, se minha buceta já tava super excitada antes, agora o fluxo que saía devia ser evidente até de calcinha. Aproveitei aquilo, quase gozei na hora.
Mas, apesar de eu achar que Marta e meu marido estavam atrasados, quando olhei direito, não era bem assim, porque meu marido tinha uma mão dentro da calcinha de Marta, chegando até a buceta dela. Juan também viu, sem dúvida, mas ele tinha outros planos, já que, largando meus peitos, baixou a mão e pegou as laterais da minha calcinha e, de um puxão, puxou até o meio da perna. Eu fiz uns movimentos com as pernas para ela descer até os pés e tirei. Não passaram muitos segundos até ele começar a acariciar os pelinhos da minha ppk, ralos, por sinal, porque só deixo uma tirinha fina no meio, e, claro, o próximo passo tinha que ser chegar na minha buceta, e ele chegou. Esse momento coincidiu com os primeiros gemidos de Marta, o que acabou de me esquentar, se é que ainda cabia, e quando eu explodi no meu orgasmo, Marta teve o dela ao mesmo tempo.
O próximo passo foi o Juan sussurrar no meu ouvido pra acompanhá-lo. Ele sabia bem o que queria, e eu não tinha a menor vontade de me opor. De mãos dadas, nos aproximamos da Marta e do meu marido. Eu, completamente nua; a Marta ainda estava de calcinha e sutiã, mas com um peito de fora. Eles pararam por um instante o que estavam fazendo pra ouvir o Juan, que disse pro meu marido:"Vou levar sua mulher pro quarto. Vou comer ela. Já te falei que assim tudo daria certo."
"Deu certo como planejamos", ele respondeu.
Meu marido olhou pra mim e percebeu que eu tava morrendo de vontade. Ele simplesmente encostou os lábios nos meus e a gente se beijou. Quando já estávamos saindo da sala, ouvi a Marta dizer:
"O Juan vai comer sua mulher. Você não tá a fim de fazer o mesmo com a dele?"
Não esperei a resposta. Era óbvio. Tudo era uma armação pra fazer troca de casais, e tinha dado certo. Mas a gente também tava saindo ganhando, e não íamos reclamar.
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