Como contei antes, depois da segunda vez com o tucu, queria ver se com outra pica sentia a mesma coisa. Depois do primeiro relato, recebi algumas DMs de uns caras do porno que queriam me comer, eu ria, mas depois da segunda vez, entrei em contato com alguns deles pra ver qual era. Alguns sumiram, mas sobraram dois: um moleque de 28 anos e um coroa de 52, muito gente boa nas conversas que tivemos. Ele também é casado e me contava que tinha uma piroca boa que talvez eu gostasse de experimentar. Marcamos um dia num bar em Belgrano e foi assim: nos encontramos, batemos um papo, gostei dele, um cara maneiro. Ele me disse que se eu quisesse, podíamos tentar e ver no que dava, que não queria confusão, que era casado e que de vez em quando gostava de comer um cara, não um viado nem traveco, que eu parecia legal pra passar um bom tempo, sem mais. Fomos pra um hotel.
Entramos, tiramos a roupa, fomos pro chuveiro. A pica dele parecia normal. Ele fala: "Tô vendo que você tá olhando minha rola? Espera ela acordar que você vai ver o que é bom." Tomamos banho, fiquei apalpando um pouco a pica dele e ela começou a crescer, virar uma linguiça. Porra, como crescia, parecia que tinha fermento, a desgraçada. Quando saímos do chuveiro, achei que já tava dura, mas quando peguei nela, percebi que ainda faltava mais pra ficar no ponto. Me deitei na cama, ele começou a chupar meu cu. Viramos pra um 69, ele pediu, e ca*****e, foi aí que vi o tamanho daquela piroca. A verdade é que me assustei um pouco: era enorme e bem curvada, não era cabeçuda, mas comprida e bem grossa. Fiquei lambendo ela, chupando os ovos dele, enquanto ele chupava minha pica e meu cu, enfiava os dedos no meu rabo e pedia pra eu enfiar também um dedo no cu dele. Ficamos nessa por um tempo. Depois ele se levantou e tirou da maleta que trouxe um dildo comprido com duas pontas. Me perguntou: "Já experimentou isso?" A verdade é que não. Passou um pouco de gel no meu cu e no dele, e ficamos de quatro. ruiva de cabelo ruivo com rabo e foi colocando o dildo em mim e depois ele enfiou, assim a gente transou um pouquinho, ele tirou, ficou brincando com o dildo na minha bunda e depois de um tempo tirou e disse "agora vem o de carne", me lambeu bem a buceta, mais gel, só pedi pra ele ir devagar, que ele tinha um pau enorme, "eu sei, você vai ver que vai gostar mais do que o do tucu". Pelo amor de Deus, ele encostou na porta do meu cu e eu sentia ele super quente, ele pedia pra eu me mexer, assim eu enfiaria do jeito que eu quisesse, e foi assim, só que como não era cabeçudo, eu empurrei a bunda um pouco pra trás e já estava dentro, eu continuava sentindo ele muito quente e como era tão grosso, a primeira parte entrou quase sozinha, mas depois era como se estivesse rasgando, eu nem queria me mexer, ele ria e dizia "o que foi, não empurra mais? Dá mais uma empurradinha, faz força", "porque dói muito, isso é enorme", fiquei assim um tempinho, sem me mexer, ele se comportou como um cavalheiro, nada de tentar enfiar à força, ele tirava e colocava só a pontinha, assim o esfíncter foi relaxando, foi dilatando, por um lado eu sentia medo, mas por outro queria sentir ele dentro, tantas vezes aquela ponta entrou e saiu, que num momento ele disse "não aguento mais, vou gozar", "então goza e empurra um pouquinho mais pra dentro quando gozar", e foi assim, eu sentia ele gozando, não muito, bem pouquinho, mas a gente deu o empurrão na hora certa, eu pra trás e ele pra frente, AAHHHHHHHHHHH, senti que ia desmaiar, mordi o travesseiro e meu grito saiu abafado, senti que chegou no meio da minha barriga, ele gozou gemendo e disse "viu, já tem metade pra dentro!" "Só metade?" "Sim, mas calma que já gozei, agora relaxa que a gente deixa ela quietinha aí dentro e seu cu vai acostumar", sentia meu cu queimando por dentro, ficamos assim uns 5 minutos, e sim, verdade, o cu foi se acostumando com aquela pica enorme e depois de um tempo, de pouquinho em pouquinho, ele começou a mexer, pra fora, pra dentro, de vez em quando eu dava uns gritinhos de dor e afrouxava um pouco, mas depois senti que as bolinhas dos meus olhos iam saltar, ela tinha enterrado tudo em mim, me deu umas boas sacudidas e disse: agora vou encher você de porra! sim, vai fundo, tirei ela toda pra fora e de uma vez enfiei tudo pra dentro, assim umas quantas vezes, de repente me agarrou pela cintura com força e meteu tudo, me matou, só nessa investida enterrou tudo, senti os ovos dele nas minhas nádegas e jatos de porra quente dentro de mim, que jeito de soltar porra, era incrível, aqueles leitões acalmaram um pouco a dor, depois disso não me importava mais nada, eu mesma comia ele, adiantava a bunda até sentir que ia sair e jogava a bunda pra trás até sentir os ovos dele, assim por um tempinho, depois afrouxei as pernas e ele ficou em cima de mim com a anaconda dentro de mim, um tempo e senti que aquela pica morreu, ele tirou e me disse que não acreditava que eu aguentaria, que muitas vezes acontece dele não aguentarem a pica toda, perguntei quanto media aquela besta, ele disse 28 x 10, conversamos um pouco e quando falamos de ir embora, ele perguntou se eu não queria foder ele um pouco, sim, vai fundo, então começamos de novo, chupei bem a bunda dele no 69 de lado, ele ficou de quatro e eu comi ele, quando gozei e joguei a mão pra frente, a anaconda estava dura de novo, então sem pensar, falei: senta nessa cadeira que vou chupar de novo, tem certeza que quer mais? Sim, vai fundo, eu chupo até onde der, ele sentou, chupei um pouco aquela pica, abri as pernas ficando ele sentado e eu em pé em cima, sem me mexer, aquela pica tocava minha bunda e a verdade é que isso me excitou muito, de costas pra ele, pedi pra ele cuspir no meu cu e meter uns dedos, foi assim, cuspiu e três dedos pra dentro, tirou os dedos e sentei naquela picona, comi mais da metade, inteira não dava, doía pra caralho, assim por um bom tempo, até que ele jogou a porra dentro de novo, foi ficando mas molinha e assim fui sentando em cima, descansamos um pouquinho e fomos embora, cheguei em casa, mas a verdade é que não tava com vontade de nada, então dormi que nem um docinho.
A verdade é que adorei, acho que por um mês não vou procurar mais nada, tô completinho, acho que a próxima vai ser uma rola normalzinha tipo de 20 e não muito grossa.
Valeu por passar e ler.
Entramos, tiramos a roupa, fomos pro chuveiro. A pica dele parecia normal. Ele fala: "Tô vendo que você tá olhando minha rola? Espera ela acordar que você vai ver o que é bom." Tomamos banho, fiquei apalpando um pouco a pica dele e ela começou a crescer, virar uma linguiça. Porra, como crescia, parecia que tinha fermento, a desgraçada. Quando saímos do chuveiro, achei que já tava dura, mas quando peguei nela, percebi que ainda faltava mais pra ficar no ponto. Me deitei na cama, ele começou a chupar meu cu. Viramos pra um 69, ele pediu, e ca*****e, foi aí que vi o tamanho daquela piroca. A verdade é que me assustei um pouco: era enorme e bem curvada, não era cabeçuda, mas comprida e bem grossa. Fiquei lambendo ela, chupando os ovos dele, enquanto ele chupava minha pica e meu cu, enfiava os dedos no meu rabo e pedia pra eu enfiar também um dedo no cu dele. Ficamos nessa por um tempo. Depois ele se levantou e tirou da maleta que trouxe um dildo comprido com duas pontas. Me perguntou: "Já experimentou isso?" A verdade é que não. Passou um pouco de gel no meu cu e no dele, e ficamos de quatro. ruiva de cabelo ruivo com rabo e foi colocando o dildo em mim e depois ele enfiou, assim a gente transou um pouquinho, ele tirou, ficou brincando com o dildo na minha bunda e depois de um tempo tirou e disse "agora vem o de carne", me lambeu bem a buceta, mais gel, só pedi pra ele ir devagar, que ele tinha um pau enorme, "eu sei, você vai ver que vai gostar mais do que o do tucu". Pelo amor de Deus, ele encostou na porta do meu cu e eu sentia ele super quente, ele pedia pra eu me mexer, assim eu enfiaria do jeito que eu quisesse, e foi assim, só que como não era cabeçudo, eu empurrei a bunda um pouco pra trás e já estava dentro, eu continuava sentindo ele muito quente e como era tão grosso, a primeira parte entrou quase sozinha, mas depois era como se estivesse rasgando, eu nem queria me mexer, ele ria e dizia "o que foi, não empurra mais? Dá mais uma empurradinha, faz força", "porque dói muito, isso é enorme", fiquei assim um tempinho, sem me mexer, ele se comportou como um cavalheiro, nada de tentar enfiar à força, ele tirava e colocava só a pontinha, assim o esfíncter foi relaxando, foi dilatando, por um lado eu sentia medo, mas por outro queria sentir ele dentro, tantas vezes aquela ponta entrou e saiu, que num momento ele disse "não aguento mais, vou gozar", "então goza e empurra um pouquinho mais pra dentro quando gozar", e foi assim, eu sentia ele gozando, não muito, bem pouquinho, mas a gente deu o empurrão na hora certa, eu pra trás e ele pra frente, AAHHHHHHHHHHH, senti que ia desmaiar, mordi o travesseiro e meu grito saiu abafado, senti que chegou no meio da minha barriga, ele gozou gemendo e disse "viu, já tem metade pra dentro!" "Só metade?" "Sim, mas calma que já gozei, agora relaxa que a gente deixa ela quietinha aí dentro e seu cu vai acostumar", sentia meu cu queimando por dentro, ficamos assim uns 5 minutos, e sim, verdade, o cu foi se acostumando com aquela pica enorme e depois de um tempo, de pouquinho em pouquinho, ele começou a mexer, pra fora, pra dentro, de vez em quando eu dava uns gritinhos de dor e afrouxava um pouco, mas depois senti que as bolinhas dos meus olhos iam saltar, ela tinha enterrado tudo em mim, me deu umas boas sacudidas e disse: agora vou encher você de porra! sim, vai fundo, tirei ela toda pra fora e de uma vez enfiei tudo pra dentro, assim umas quantas vezes, de repente me agarrou pela cintura com força e meteu tudo, me matou, só nessa investida enterrou tudo, senti os ovos dele nas minhas nádegas e jatos de porra quente dentro de mim, que jeito de soltar porra, era incrível, aqueles leitões acalmaram um pouco a dor, depois disso não me importava mais nada, eu mesma comia ele, adiantava a bunda até sentir que ia sair e jogava a bunda pra trás até sentir os ovos dele, assim por um tempinho, depois afrouxei as pernas e ele ficou em cima de mim com a anaconda dentro de mim, um tempo e senti que aquela pica morreu, ele tirou e me disse que não acreditava que eu aguentaria, que muitas vezes acontece dele não aguentarem a pica toda, perguntei quanto media aquela besta, ele disse 28 x 10, conversamos um pouco e quando falamos de ir embora, ele perguntou se eu não queria foder ele um pouco, sim, vai fundo, então começamos de novo, chupei bem a bunda dele no 69 de lado, ele ficou de quatro e eu comi ele, quando gozei e joguei a mão pra frente, a anaconda estava dura de novo, então sem pensar, falei: senta nessa cadeira que vou chupar de novo, tem certeza que quer mais? Sim, vai fundo, eu chupo até onde der, ele sentou, chupei um pouco aquela pica, abri as pernas ficando ele sentado e eu em pé em cima, sem me mexer, aquela pica tocava minha bunda e a verdade é que isso me excitou muito, de costas pra ele, pedi pra ele cuspir no meu cu e meter uns dedos, foi assim, cuspiu e três dedos pra dentro, tirou os dedos e sentei naquela picona, comi mais da metade, inteira não dava, doía pra caralho, assim por um bom tempo, até que ele jogou a porra dentro de novo, foi ficando mas molinha e assim fui sentando em cima, descansamos um pouquinho e fomos embora, cheguei em casa, mas a verdade é que não tava com vontade de nada, então dormi que nem um docinho.
A verdade é que adorei, acho que por um mês não vou procurar mais nada, tô completinho, acho que a próxima vai ser uma rola normalzinha tipo de 20 e não muito grossa.
Valeu por passar e ler.
1 comentários - Depois do tucu, um chongo de porra.