Bom, aqui vai um conto muito bom, não sei se já postaram ou não, mas espero que gostem. Um beijo, meninas, se quiserem escrevam.
Em casa, sem namorado, sem amante, sem nenhum macho pra me curtir. Apesar do que meus contos possam sugerir, não sou uma putinha promíscua, não sou de sair entregando a bunda pra qualquer um que cruzar meu caminho. Pra transar com alguém, preciso sentir algo por essa pessoa, não digo amor, mas pelo menos uma certa atração. Ok, já transei com um cara por dinheiro e chupei o pau de outro por uma aposta, mas foram circunstâncias excepcionais, coisas isoladas que aconteceram e que eu não pude nem quis evitar. Mas podem ter certeza: se eu estiver com vontade, não vou sair procurando o primeiro que passar na esquina pra me foder. Prefiro bater uma punheta antes. Por isso que eu tava sozinha em casa, melancólica, olhando pra TV sem realmente ver, pensando, pensando e pensando… pensando no Raúl, óbvio. Por mais que eu tente, não consigo esquecer ele, não consigo tirar ele da cabeça. E olha que ele já nem me dá mais bola. Não sei se foi só por causa da mensagem, ou se ele já tava planejando me comer, matar a vontade comigo, e depois "te vi e não lembro". Talvez aquele maldito mensagem tenha sido a desculpa perfeita pra ele terminar me deixando como a grande culpada. Pode ser assim, de qualquer forma, já não importa mais.
Tento não pensar, mas continuo obcecada por ele. Entro no Facebook só pra ver as fotos dele. Pra lembrar dele, pra sentir que ele tá perto, mesmo que seja só numa imagem. Nisso, alguém me chama no Chat. Pergunto quem é.
— Ariel — ele responde — o namorado da Sabrina, você me aceitou outro dia.
Sim, lembro dele, mas pelo que eu sabia, eles já tinham terminado. Falo isso pra ele.
— Já resolvemos — ele diz, colocando um sorrisinho do lado da mensagem.
Que bom, penso, todo mundo feliz, menos eu. Ele pergunta o que eu tô fazendo, e eu digo que nada, que tô sozinha em casa, entediada pra caralho. Ele ri. Bom, digita aí que ela ri. Aí ele me manda o seguinte:
- Quer que a gente se veja?
Fico surpresa, o que ele tá me propondo?
- Pra quê? – perguntei.
- Sei lá, pra o que você quiser, já que você tá entediada – ele responde.
- Você não tinha combinado com a Sabrina? – mais que uma pergunta, é um lembrete.
- Sim, mas agora ela não tá, tenho tempo, o que você acha?
- Sei lá, não sei o que te dizer – respondi.
Na real, eu não sabia mesmo. Já sei que devia ter dito não, mandado ele tomar no cu e bloqueado pra sempre, mas… sou uma idiota. Lembrava do namorado da minha amiga como um cara bem gostoso, alto, corpo bonito, com aquele jeito de metido que me quebra toda. Sempre percebi que tinha uma química entre a gente, mas fazer o quê, era o namorado da minha amiga… correção… ainda é o namorado da minha amiga.
- Vai, olha que não tenho o dia inteiro – ele me apressa.
Filho da puta gostoso! Um filho da puta divino. Como me excitam caras assim!, os que nem perguntam se podem te comer, já vão te comendo direto. Sou uma otária submissa, admito. Mas o que vocês queriam que eu fizesse, a falta de pica tava nublando meu raciocínio.
- OK – escrevi, não tive coragem de colocar outra coisa.
- Onde a gente se vê? – ele perguntou.
Pensei, a verdade é que não tava a fim de me arrumar, vestir e sair. Não que não tivesse vontade, só que já tava desesperada, morrendo de tesão… literalmente.
- Vem aqui em casa – mandei e passei o endereço.
Minha mãe não ia voltar até tarde, e minha avó fica o dia todo no quarto dela, sem encher o saco de ninguém.
- OK – ele escreveu – Se prepara porque tô perto.
Nem se despediu. Fechou o chat e me deixou esperando. Como tava em casa, eu tava vestida com uma calça de moletom e uma camiseta, nada muito sedutor, mas que importava, a gente tinha pulado completamente essa parte.
Em poucos minutos ele já tava tocando a campainha de casa. Juro que por um momento quase não atendi, quase deixei ele se cansar de tocar e ir embora. Não tava disposta a me meter em outra encrenca, e me deitar com o namorado da minha amiga com certeza seria uma grande. Mas… já falei que sou muito otária? Então fui e abri a porta. Assim que me viu, o cara pulou em cima de mim como se tivesse molas.
- Para, freia aí - falei pra ele enquanto fechava a porta - Fica claro que é só dessa vez e nunca mais, e ninguém pode saber, OK?
- Sim, mamãe, ninguém vai saber que vou te deixar cheia de bolhas de tanto te foder - ele disse, enfiando as mãos nos lugares mais íntimos do meu corpo.
Assim, em chamas, fomos pro meu quarto. Tranquei a porta, caso minha mãe resolvesse voltar mais cedo. Sentei na beira da cama e, com ele parado na minha frente, desabotoei a calça dele. Assim que baixei, junto com a cueca, a pica apareceu em todo seu esplendor, dando um pulo, quase batendo na minha cara. Peguei com uma mão e, olhando pra ele de baixo, comecei a bater uma punheta enquanto falava aquelas coisinhas que vocês tanto gostam de ouvir:
- Que pica boa que você tem!… Tá dura pra caralho!… Vou chupar ela toda!… Mmmmm, vou comer ela dobrada!…
E assim meti na boca, fechei meus lábios em volta daquele volume pegajoso e pulsante, e comecei a chupar com frenesi. Como falei, chupei ela toda, devorava até a garganta, não era bem que comia dobrada, mas faltava pouco. Verdade que o Ariel é muito bem dotado, tem uma dessas picas fortes e cheias de veias, com a pele bem esticada, o que faz a cabeça se destacar como uma cereja no melhor dos doces.
- Ahhhhhh… isso, puta… chupa ela toda… ahhhhhh… que boca boa que você tem…! - ele dizia entre suspiros excitados, aproveitando intensamente a mamada foda que eu tava dando.
- Boqueteira… boqueteira filha da puta… como você chupa… como você gosta de pica, garota…! - ele se exaltava, tremendo diante do ataque incansável dos meus lábios.
Adoro fazer boquete quando eles ficam assim, tipo louquinhos, tanto que parece que as veias da pica vão estourar de tanta calor. Mesmo que não fosse de forma consciente, sentia que de algum jeito tava competindo com a Sabrina, por isso tentava chupar tudo, mesmo que a cada vez ficasse maior. Mais de uma vez tinha falado com ela sobre os malefícios e/ou benefícios do sexo oral. Pra mim, tudo é benefício quando se trata de chupar, não consigo achar nada de errado em ter uma rola na boca, já pra ela, era o contrário. Imaginava que ela não devia chupar assim o namorado dela. "Aquela magrela não te chupa assim", pensava enquanto enfiava até passar da campainha. Os gemidos e ofegos dele me respondiam que não, que ela não chupava nem de longe como eu chupava. De vez em quando eu dava uma pausa, tirava a boca, empurrava contra a barriga dele, e devorava as bolas, comia elas inteiras, o Ariel tem umas bolas lindas e deliciosas, quentes, peludinhas, e cheias de porra, como tavam naquele momento, ficam ainda mais gostosas. Fiquei viciada nelas, saboreando com o maior prazer. Mas mesmo querendo continuar curtindo esse manjar dos deuses, o Ariel tava no limite, saindo da casca de vontade de meter, parecia que minha amiga não cuida dele direito, então parei de chupar e me levantei. Comecei a me despir na frente dele. —Vai me comer?!— falei, mas mais que uma pergunta, era uma afirmação. Não sei por que, mas adoro me ouvir falando coisas tipo: "Me come", "Me dá mais", "Mais fundo", "Mete tudo", "Me come bem comida", "Arrebenta minha bunda", e sei perfeitamente que vocês adoram ouvir, então não me privo de falar… isso se não tiver uma rola tampando minha garganta… hahaha. —Vou te comer pra caralho, gostosa, vou te fazer engasgar de tanta rola!— garantiu o Ariel, se despindo também, me ameaçando o tempo todo com aquela ereção poderosa que se mantinha bem firme e erguida. Já os dois pelados, ele deu um tapão na minha bunda, beliscou minhas nádegas e, me dando um Empurrãozinho me fez ficar de quatro na cama. Ele abriu bem minhas pernas com as mãos e começou a passar a língua de cima a baixo. Soltei um gemido de prazer ao sentir. Alguns nessa hora estão tão loucos que enfiam direto sem dar nem uma lambidinha miserável, e isso que você passou um tempão chupando bem a rola deles. Por sorte, Ariel dedicou um tempinho pra saborear toda minha intimidade, e olha que ele já tava explodindo.
¡Gurizada, lembrem, a gente também gosta de ser chupada gostoso! Então, depois de ter me agradado nesse aspecto, ele colocou um dos vários preservativos que tinha trazido pra isso… pra me foder, hahaha… colocou bem na portinha e… nem precisou empurrar, minha buceta engoliu sozinha até as bolas.
-¡Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhhh…!- meus suspiros explodiram na hora, fortes e descontrolados.
-¡Ahhhhhhhhhh…!- ele também não ficou atrás com os dele, se exaltando cada vez mais à medida que chegava no fundo.
Ele me agarrou então pela cintura… pelos pneuzinhos, hahaha… e começou a me foder com um ritmo delicioso e vibrante, nem muito forte nem muito devagar, mas mudando de velocidade toda hora, como se quisesse me penetrar de jeitos diferentes. Eu tava escarrapachada na cama, toda aberta, com a raba empinada e a buceta escorrendo sem parar. Era um tsunami de lubrificação saindo de dentro de mim. Fazia tempo que eu tava segurando a vontade de transar, e esse guri tava ali na hora certa pra saciar.
-¡Sim… sim… me fode… me fode assim… toda… ahhhhhh… mete tudo… ahhhhhh… sim… até o fundo… mmmmm… que rola gostosa…!- minhas palavras acompanhavam cada enfiada que Ariel me dava por trás, umas enfiadas bem fortes e certeiras que ecoavam até no mais íntimo do meu corpo.
-¡Vou te fazer a Booty, Gise!- ele disse num certo momento, parando de repente as investidas e ficando metade dentro, metade fora.
-¡Faz o que quiser comigo!- foi minha resposta.
-Que Puta gostosa, você se superou... a piranha da Sabrina não me deixa nem enfiar um dedo" — ele disse.
Minha amiga não dá a bunda pro namorado dela? Isso não pode ficar assim! Como pode uma coisa dessas? Vou ter que conversar sério com ela, senão nenhum homem vai ficar com ela. Além disso, dar a raba é a coisa mais gostosa do mundo, não é? (Respostas nos comentários, por favor)
Eu, claro, deixei ele enfiar mais que um dedo — por pouco não enfiou a mão inteira, o safado. Ele ficou tão empolgado com meu outro buraquinho que, enquanto me comia por frente, já ia trabalhando por trás. Quando eu já estava bem dilatada, ele fez a troca e meteu por trás. Não dá pra descrever o gemido de prazer que ele soltou quando sentiu a rola bem guardada no meu cu. O garoto ficou todo bobo, todo feliz. Então ele me segurou pela cintura de novo (pegando nos meus pneuzinhos outra vez) e começou a me foder naquele ritmo que já parecia a marca registrada dele.
Fodemos em todas as posições que você puder imaginar. Ele até gozou uma vez, mas em poucos minutos já tava pronto de novo, com a pica no talo. É óbvio que com minha amiga ele não consegue a satisfação que um macho como ele precisa, porque num certo momento, depois de já ter me comido pra caralho, ele pediu mais uma coisinha. Queria gozar nos meus peitos. Naquela altura eu já não conseguia negar nada pra ele, então me deitei de costas na cama e convidei ele a tirar a camisinha e bater uma punheta em cima das minhas tetas. Ele se sentou de lado, com a pica no fogo, e começou a se masturbar enquanto com a outra mão explorava minha buceta. Ficou assim um tempão, mas não gozava — tava era passado de tesão! Eu ajudei, passando a mão nas bolas dele, acariciando a bunda, e nada. Até que eu me mandei: fiz ele enfiar a pica na minha boca e comecei a chupar até que os jatos de porra começaram a jorrar como se ele não tivesse gozado antes. Engoli tudo, claro, me lambendo toda como se naquela substância eu fosse encontrar a essência da minha vida. Ariel se limpou direitinho. O pau com meus lábios e começou a se vestir. Típico de infiel, te come e não vê a hora de vazar, como se tivesse acabado de cometer um crime.
Em casa, sem namorado, sem amante, sem nenhum macho pra me curtir. Apesar do que meus contos possam sugerir, não sou uma putinha promíscua, não sou de sair entregando a bunda pra qualquer um que cruzar meu caminho. Pra transar com alguém, preciso sentir algo por essa pessoa, não digo amor, mas pelo menos uma certa atração. Ok, já transei com um cara por dinheiro e chupei o pau de outro por uma aposta, mas foram circunstâncias excepcionais, coisas isoladas que aconteceram e que eu não pude nem quis evitar. Mas podem ter certeza: se eu estiver com vontade, não vou sair procurando o primeiro que passar na esquina pra me foder. Prefiro bater uma punheta antes. Por isso que eu tava sozinha em casa, melancólica, olhando pra TV sem realmente ver, pensando, pensando e pensando… pensando no Raúl, óbvio. Por mais que eu tente, não consigo esquecer ele, não consigo tirar ele da cabeça. E olha que ele já nem me dá mais bola. Não sei se foi só por causa da mensagem, ou se ele já tava planejando me comer, matar a vontade comigo, e depois "te vi e não lembro". Talvez aquele maldito mensagem tenha sido a desculpa perfeita pra ele terminar me deixando como a grande culpada. Pode ser assim, de qualquer forma, já não importa mais.
Tento não pensar, mas continuo obcecada por ele. Entro no Facebook só pra ver as fotos dele. Pra lembrar dele, pra sentir que ele tá perto, mesmo que seja só numa imagem. Nisso, alguém me chama no Chat. Pergunto quem é.
— Ariel — ele responde — o namorado da Sabrina, você me aceitou outro dia.
Sim, lembro dele, mas pelo que eu sabia, eles já tinham terminado. Falo isso pra ele.
— Já resolvemos — ele diz, colocando um sorrisinho do lado da mensagem.
Que bom, penso, todo mundo feliz, menos eu. Ele pergunta o que eu tô fazendo, e eu digo que nada, que tô sozinha em casa, entediada pra caralho. Ele ri. Bom, digita aí que ela ri. Aí ele me manda o seguinte:
- Quer que a gente se veja?
Fico surpresa, o que ele tá me propondo?
- Pra quê? – perguntei.
- Sei lá, pra o que você quiser, já que você tá entediada – ele responde.
- Você não tinha combinado com a Sabrina? – mais que uma pergunta, é um lembrete.
- Sim, mas agora ela não tá, tenho tempo, o que você acha?
- Sei lá, não sei o que te dizer – respondi.
Na real, eu não sabia mesmo. Já sei que devia ter dito não, mandado ele tomar no cu e bloqueado pra sempre, mas… sou uma idiota. Lembrava do namorado da minha amiga como um cara bem gostoso, alto, corpo bonito, com aquele jeito de metido que me quebra toda. Sempre percebi que tinha uma química entre a gente, mas fazer o quê, era o namorado da minha amiga… correção… ainda é o namorado da minha amiga.
- Vai, olha que não tenho o dia inteiro – ele me apressa.
Filho da puta gostoso! Um filho da puta divino. Como me excitam caras assim!, os que nem perguntam se podem te comer, já vão te comendo direto. Sou uma otária submissa, admito. Mas o que vocês queriam que eu fizesse, a falta de pica tava nublando meu raciocínio.
- OK – escrevi, não tive coragem de colocar outra coisa.
- Onde a gente se vê? – ele perguntou.
Pensei, a verdade é que não tava a fim de me arrumar, vestir e sair. Não que não tivesse vontade, só que já tava desesperada, morrendo de tesão… literalmente.
- Vem aqui em casa – mandei e passei o endereço.
Minha mãe não ia voltar até tarde, e minha avó fica o dia todo no quarto dela, sem encher o saco de ninguém.
- OK – ele escreveu – Se prepara porque tô perto.
Nem se despediu. Fechou o chat e me deixou esperando. Como tava em casa, eu tava vestida com uma calça de moletom e uma camiseta, nada muito sedutor, mas que importava, a gente tinha pulado completamente essa parte.
Em poucos minutos ele já tava tocando a campainha de casa. Juro que por um momento quase não atendi, quase deixei ele se cansar de tocar e ir embora. Não tava disposta a me meter em outra encrenca, e me deitar com o namorado da minha amiga com certeza seria uma grande. Mas… já falei que sou muito otária? Então fui e abri a porta. Assim que me viu, o cara pulou em cima de mim como se tivesse molas.
- Para, freia aí - falei pra ele enquanto fechava a porta - Fica claro que é só dessa vez e nunca mais, e ninguém pode saber, OK?
- Sim, mamãe, ninguém vai saber que vou te deixar cheia de bolhas de tanto te foder - ele disse, enfiando as mãos nos lugares mais íntimos do meu corpo.
Assim, em chamas, fomos pro meu quarto. Tranquei a porta, caso minha mãe resolvesse voltar mais cedo. Sentei na beira da cama e, com ele parado na minha frente, desabotoei a calça dele. Assim que baixei, junto com a cueca, a pica apareceu em todo seu esplendor, dando um pulo, quase batendo na minha cara. Peguei com uma mão e, olhando pra ele de baixo, comecei a bater uma punheta enquanto falava aquelas coisinhas que vocês tanto gostam de ouvir:
- Que pica boa que você tem!… Tá dura pra caralho!… Vou chupar ela toda!… Mmmmm, vou comer ela dobrada!…
E assim meti na boca, fechei meus lábios em volta daquele volume pegajoso e pulsante, e comecei a chupar com frenesi. Como falei, chupei ela toda, devorava até a garganta, não era bem que comia dobrada, mas faltava pouco. Verdade que o Ariel é muito bem dotado, tem uma dessas picas fortes e cheias de veias, com a pele bem esticada, o que faz a cabeça se destacar como uma cereja no melhor dos doces.
- Ahhhhhh… isso, puta… chupa ela toda… ahhhhhh… que boca boa que você tem…! - ele dizia entre suspiros excitados, aproveitando intensamente a mamada foda que eu tava dando.
- Boqueteira… boqueteira filha da puta… como você chupa… como você gosta de pica, garota…! - ele se exaltava, tremendo diante do ataque incansável dos meus lábios.
Adoro fazer boquete quando eles ficam assim, tipo louquinhos, tanto que parece que as veias da pica vão estourar de tanta calor. Mesmo que não fosse de forma consciente, sentia que de algum jeito tava competindo com a Sabrina, por isso tentava chupar tudo, mesmo que a cada vez ficasse maior. Mais de uma vez tinha falado com ela sobre os malefícios e/ou benefícios do sexo oral. Pra mim, tudo é benefício quando se trata de chupar, não consigo achar nada de errado em ter uma rola na boca, já pra ela, era o contrário. Imaginava que ela não devia chupar assim o namorado dela. "Aquela magrela não te chupa assim", pensava enquanto enfiava até passar da campainha. Os gemidos e ofegos dele me respondiam que não, que ela não chupava nem de longe como eu chupava. De vez em quando eu dava uma pausa, tirava a boca, empurrava contra a barriga dele, e devorava as bolas, comia elas inteiras, o Ariel tem umas bolas lindas e deliciosas, quentes, peludinhas, e cheias de porra, como tavam naquele momento, ficam ainda mais gostosas. Fiquei viciada nelas, saboreando com o maior prazer. Mas mesmo querendo continuar curtindo esse manjar dos deuses, o Ariel tava no limite, saindo da casca de vontade de meter, parecia que minha amiga não cuida dele direito, então parei de chupar e me levantei. Comecei a me despir na frente dele. —Vai me comer?!— falei, mas mais que uma pergunta, era uma afirmação. Não sei por que, mas adoro me ouvir falando coisas tipo: "Me come", "Me dá mais", "Mais fundo", "Mete tudo", "Me come bem comida", "Arrebenta minha bunda", e sei perfeitamente que vocês adoram ouvir, então não me privo de falar… isso se não tiver uma rola tampando minha garganta… hahaha. —Vou te comer pra caralho, gostosa, vou te fazer engasgar de tanta rola!— garantiu o Ariel, se despindo também, me ameaçando o tempo todo com aquela ereção poderosa que se mantinha bem firme e erguida. Já os dois pelados, ele deu um tapão na minha bunda, beliscou minhas nádegas e, me dando um Empurrãozinho me fez ficar de quatro na cama. Ele abriu bem minhas pernas com as mãos e começou a passar a língua de cima a baixo. Soltei um gemido de prazer ao sentir. Alguns nessa hora estão tão loucos que enfiam direto sem dar nem uma lambidinha miserável, e isso que você passou um tempão chupando bem a rola deles. Por sorte, Ariel dedicou um tempinho pra saborear toda minha intimidade, e olha que ele já tava explodindo.
¡Gurizada, lembrem, a gente também gosta de ser chupada gostoso! Então, depois de ter me agradado nesse aspecto, ele colocou um dos vários preservativos que tinha trazido pra isso… pra me foder, hahaha… colocou bem na portinha e… nem precisou empurrar, minha buceta engoliu sozinha até as bolas.
-¡Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhhh…!- meus suspiros explodiram na hora, fortes e descontrolados.
-¡Ahhhhhhhhhh…!- ele também não ficou atrás com os dele, se exaltando cada vez mais à medida que chegava no fundo.
Ele me agarrou então pela cintura… pelos pneuzinhos, hahaha… e começou a me foder com um ritmo delicioso e vibrante, nem muito forte nem muito devagar, mas mudando de velocidade toda hora, como se quisesse me penetrar de jeitos diferentes. Eu tava escarrapachada na cama, toda aberta, com a raba empinada e a buceta escorrendo sem parar. Era um tsunami de lubrificação saindo de dentro de mim. Fazia tempo que eu tava segurando a vontade de transar, e esse guri tava ali na hora certa pra saciar.
-¡Sim… sim… me fode… me fode assim… toda… ahhhhhh… mete tudo… ahhhhhh… sim… até o fundo… mmmmm… que rola gostosa…!- minhas palavras acompanhavam cada enfiada que Ariel me dava por trás, umas enfiadas bem fortes e certeiras que ecoavam até no mais íntimo do meu corpo.
-¡Vou te fazer a Booty, Gise!- ele disse num certo momento, parando de repente as investidas e ficando metade dentro, metade fora.
-¡Faz o que quiser comigo!- foi minha resposta.
-Que Puta gostosa, você se superou... a piranha da Sabrina não me deixa nem enfiar um dedo" — ele disse.
Minha amiga não dá a bunda pro namorado dela? Isso não pode ficar assim! Como pode uma coisa dessas? Vou ter que conversar sério com ela, senão nenhum homem vai ficar com ela. Além disso, dar a raba é a coisa mais gostosa do mundo, não é? (Respostas nos comentários, por favor)
Eu, claro, deixei ele enfiar mais que um dedo — por pouco não enfiou a mão inteira, o safado. Ele ficou tão empolgado com meu outro buraquinho que, enquanto me comia por frente, já ia trabalhando por trás. Quando eu já estava bem dilatada, ele fez a troca e meteu por trás. Não dá pra descrever o gemido de prazer que ele soltou quando sentiu a rola bem guardada no meu cu. O garoto ficou todo bobo, todo feliz. Então ele me segurou pela cintura de novo (pegando nos meus pneuzinhos outra vez) e começou a me foder naquele ritmo que já parecia a marca registrada dele.
Fodemos em todas as posições que você puder imaginar. Ele até gozou uma vez, mas em poucos minutos já tava pronto de novo, com a pica no talo. É óbvio que com minha amiga ele não consegue a satisfação que um macho como ele precisa, porque num certo momento, depois de já ter me comido pra caralho, ele pediu mais uma coisinha. Queria gozar nos meus peitos. Naquela altura eu já não conseguia negar nada pra ele, então me deitei de costas na cama e convidei ele a tirar a camisinha e bater uma punheta em cima das minhas tetas. Ele se sentou de lado, com a pica no fogo, e começou a se masturbar enquanto com a outra mão explorava minha buceta. Ficou assim um tempão, mas não gozava — tava era passado de tesão! Eu ajudei, passando a mão nas bolas dele, acariciando a bunda, e nada. Até que eu me mandei: fiz ele enfiar a pica na minha boca e comecei a chupar até que os jatos de porra começaram a jorrar como se ele não tivesse gozado antes. Engoli tudo, claro, me lambendo toda como se naquela substância eu fosse encontrar a essência da minha vida. Ariel se limpou direitinho. O pau com meus lábios e começou a se vestir. Típico de infiel, te come e não vê a hora de vazar, como se tivesse acabado de cometer um crime.
5 comentários - A buceta gostosa da amiga
Muy buen relatos