Bom, aqui vai um conto muito bom, não sei se já postaram ou não, mas espero que gostem. Um beijo, meninas, se quiserem escrevam.
Em casa, sem namorado, sem amante, sem nenhum macho pra me curtir. Apesar do que meus contos possam dar a entender, não sou uma putinha promíscua, não sou de sair entregando a buceta pro primeiro que aparece. Pra transar com alguém, tenho que sentir algo pela pessoa, não digo amor, mas pelo menos uma certa atração. Ok, já deitei com um cara por dinheiro e chupei o pau de outro por uma aposta, mas foram situações excepcionais, coisas isoladas que aconteceram e que não pude nem quis evitar. Mas podem ter certeza: se eu tiver com vontade, não vou sair procurando o primeiro que passar na esquina pra me foder. Antes prefiro bater uma punheta. Por isso que eu estava sozinha em casa, melancólica, olhando pra TV sem realmente ver, pensando, pensando e pensando… pensando no Raúl, óbvio. Por mais que eu tente, não consigo esquecê-lo, não consigo tirá-lo da cabeça. E olha que ele já não me dá mais bola. Não sei se foi só por causa da mensagem, ou se ele já tinha planos de me comer, matar a vontade comigo, e depois "te vi e não lembro". Talvez aquele maldito mensagem tenha sido a desculpa perfeita pra ele terminar me deixando como a grande culpada. Pode ser assim, de qualquer forma, já não importa mais.
Tento não pensar, mas continuo obcecada por ele. Entro no Facebook só pra ver as fotos dele. Pra lembrar, pra sentir que ele está perto, mesmo que só numa imagem. Nisso, alguém me chama no Chat. Pergunto quem é.
— Ariel — ele responde — o namorado da Sabrina, você me aceitou outro dia.
Sim, lembro dele, mas pelo que eu sabia, eles já tinham terminado. Falo isso.
— Já nos resolvemos — ele diz, colocando um sorrisinho ao lado da mensagem.
Que bom, penso, todo mundo feliz, menos eu. Ele pergunta o que estou fazendo, e eu digo que nada, que estou sozinha em casa, entediada pra caralho. Ele ri. Bom, digita aí que ela ri. Aí ele me manda o seguinte:
- Quer que a gente se veja?
Fico surpresa, o que ele tá me propondo?
- Pra quê? - perguntei.
- Sei lá, pra o que você quiser, já que você tá entediada - ele responde.
- Você não tinha combinado com a Sabrina? - mais que uma pergunta, é um lembrete.
- Sim, mas agora ela não tá, tenho tempo, o que você acha?
- Sei lá, não sei o que te dizer - respondi.
Na real, eu não sabia mesmo. Já sei que devia ter dito não, mandado ele tomar no cu e bloqueado pra sempre, mas... sou uma otária. Lembrava do namorado da minha amiga como um cara bem gato, alto, corpo bonito, com aquela cara de metido que me quebra toda. Sempre percebi que tinha uma química entre a gente, mas fazer o quê, era o namorado da minha amiga... correção... continua sendo o namorado da minha amiga.
- Vai, olha que não tenho o dia inteiro - ele me apressa.
Filho da puta gostoso! Um filho da puta divino. Como me excitam caras assim!, os que nem perguntam se podem te comer, já vão comendo direto. Sou uma idiota submissa, admito. Mas o que vocês queriam que eu fizesse, a falta de rola tava nublando meu raciocínio.
- OK - escrevi, não tive coragem de colocar outra coisa.
- Onde a gente se vê? - ele perguntou.
Pensei, verdade que não tava a fim de me arrumar, me vestir e sair. Não é que não tivesse vontade, só que já tava desesperada, morrendo de tesão... literalmente.
- Vem aqui em casa - mandei e passei o endereço.
Minha mãe não ia voltar até tarde, e minha avó fica o dia todo no quarto dela, sem encher o saco de ninguém.
- OK - ele escreveu - Se prepara porque tô perto.
Nem se despediu. Fechou o chat e me deixou esperando. Como tava em casa, eu tava vestida com uma calça de moletom e uma camiseta, nada muito sedutor, mas que importava, a gente já tinha pulado completamente essa parte.
Em poucos minutos ele já tava tocando a campainha de casa. Juro que por um momento quase não atendi, quase deixei ele se cansar de tocar e ir embora. Não tava disposta a me meter em outra enrascada, e me enfiar na cama com o namorado da minha amiga com certeza seria uma grande. Mas… já falei que sou muito otária? Então fui e abri a porta. Assim que me viu, o cara pulou como se tivesse molas em cima de mim.
-“Para, freia esse cavalo” – falei fechando a porta – “Fica claro que é dessa vez e nunca mais, e ninguém pode saber, OK?”
-“Sim, mamãe, ninguém vai saber que vou te deixar cheia de bolha de tanto te foder” – ele disse, enfiando as mãos nos lugares mais íntimos do meu corpo.
Assim, em chamas, fomos pro meu quarto. Tranquei a porta, caso minha mãe resolvesse voltar mais cedo. Sentei na beira da cama e, com ele parado na minha frente, desabotoei a calça dele. Mal baixei, junto com a cueca, a pica surgiu em todo seu esplendor, dando um pulo, quase batendo na minha cara. Peguei com uma mão e, olhando pra ele de baixo, comecei a bater uma punheta enquanto falava aquelas coisinhas que vocês tanto gostam de ouvir:
-“Que pica boa você tem!… Tá durona!… Vou chupar ela toda!… Mmmmm, vou comer ela dobrada!…”-
E assim enfiei na boca, fechei meus lábios em volta daquele volume pegajoso e pulsante, e comecei a chupar com frenesi. Como falei, chupei ela toda, devorava até a garganta, não era bem que comia dobrada, mas faltava pouco. Verdade que o Ariel é muito bem dotado, tem uma dessas picas fortes e cheias de veia, com a pele bem esticada, o que faz a cabeça se destacar como uma cereja no melhor dos doces.
-“Ahhhhhh… isso, puta… chupa ela toda… ahhhhhh… que boca boa você tem…!” – ele dizia entre suspiros excitados, aproveitando intensamente a mamada foda que eu tava dando.
-“Boa de boca… boa de boca, filha da puta… como você chupa… como você gosta de pica, garota…!” – ele se exaltava, tremendo diante do ataque incansável dos meus lábios.
Adoro quando eles ficam assim, tipo louquinhos, tanto que parece que as veias da pica vão estourar de tanta calor. Mesmo que não fosse de forma consciente, eu sentia que de algum jeito tava competindo com a Sabrina, por isso tentava chupar tudo, mesmo que cada vez ficasse maior. Mais de uma vez tinha falado com ela sobre os malefícios e/ou benefícios do sexo oral. Pra mim, tudo é benefício quando o assunto é chupar, não consigo achar nada de ruim em ter uma pica na boca, já pra ela, era o contrário. Imaginava que ela não devia chupar o namorado daquele jeito. "Aquela magrela não te chupa assim", pensava enquanto enfiava até passar da campainha. Os gemidos e ofegos dele me respondiam que não, que ela não chupava nem de longe como eu chupava. De vez em quando eu dava uma pausa, tirava a boca, empurrava contra a barriga dele, e devorava as bolas, comia inteirinhas, o Ariel tem umas bolas lindas e deliciosas, quentes, peludinhas, e cheias de porra, como tavam naquele momento, ficam ainda mais gostosas. Fiquei vidrada nelas, saboreando com o maior prazer. Mas mesmo querendo continuar curtindo esse manjar dos deuses, o Ariel tava no limite, mal se segurando pra meter, parecia que minha amiga não cuida dele direito, então parei de chupar e me levantei. Comecei a me despir na frente dele. —Vai me comer?!— falei, mas mais uma afirmação do que uma pergunta. Não sei por que, mas adoro me ouvir falando coisas tipo: "Me come", "Me dá mais", "Mais fundo", "Mete tudo", "Me come bem comida", "Arrebenta minha bunda", e sei muito bem que vocês adoram ouvir, então não me privo de falar... isso se não tiver uma pica tampando minha garganta... hahaha. —Vou te comer até não poder mais, gatinha, vou fazer você engasgar!— garantiu o Ariel, se despindo também, me ameaçando o tempo todo com aquela ereção poderosa que tava bem firme e empinada. Já nós dois pelados, ele deu um tapinha na minha bunda, beliscou minhas nádegas e, me dando um Um empurrãozinho me fez ficar de quatro na cama. Ele abriu bem minhas pernas com as mãos e começou a passar a língua de cima a baixo. Soltei um gemido de prazer ao sentir. Alguns nessa hora tão tão tarados que enfiam direto sem dar nem uma lambidinha mixuruca, e isso que você passou um tempão chupando bem a rola deles, mas por sorte o Ariel dedicou um tempinho pra saborear toda minha intimidade, e olha que ele já tava explodindo.
Ô, rapaziada, lembrem: a gente também gosta de ser chupada, delícia! Então depois de me agradar nesse aspecto, ele pegou um dos vários preservativos que tinha trazido pra isso… pra me comer, hahaha… colocou bem na portinha e… nem precisou empurrar, minha buceta engoliu sozinha até as bolas.
-Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhhh…!- meus suspiros explodiram na hora, fortes e sem controle.
-Ahhhhhhhhhh…!- ele também não ficou atrás com os dele, se exaltando cada vez mais à medida que ia até o fundo.
Ele me agarrou então pela cintura… pelos pneuzinhos, hahaha… e começou a me comer num ritmo gostoso e vibrante, nem muito forte nem muito devagar, mas mudando de velocidade de vez em quando, como se quisesse me penetrar de jeitos diferentes. Eu tava escarrapachada na cama, toda aberta, com a raba empinada e a buceta escorrendo pra caralho. Era um tsunami de lubrificação saindo de dentro de mim. Fazia tempo que eu tava segurando a vontade de transar, e esse guri tava ali na hora certa pra tirar essa vontade.
-Sim… sim… me come… me come assim… toda… ahhhhhh… mete tudo… ahhhhhh… sim… até o fundo… mmmmm… que rola gostosa…!- minhas palavras acompanhavam cada enfiada que o Ariel me dava por trás, umas enfiadas bem fortes e certeiras que ecoavam até no mais íntimo do meu corpo.
-Vou te fazer a Booty, Gise!- ele disse num momento, parando de repente as investidas e ficando metade dentro, metade fora.
-Faz o que quiser comigo!- foi minha resposta.
-Que Vadia gostosa, você se superou, a piranha da Sabrina não me deixa nem enfiar um dedo" — ele disse.
Minha amiga não dá a bunda pro namorado? Isso não pode ficar assim! Como pode uma coisa dessas? Vou ter que falar sério com ela, porque assim nenhum homem vai ficar com ela. Além disso, dar a raba é a coisa mais gostosa do mundo, ou não é? (Respostas nos comentários, por favor)
Eu, claro, deixei enfiar mais que um dedo — por pouco o safado não enfiou a mão inteira. Ele ficou tão empolgado com meu outro buraquinho que, enquanto me comia por frente, já ia trabalhando por trás. Quando já estava bem dilatada, ele fez a troca e meteu por trás. Nem posso descrever o gemido de prazer dele quando sentiu a rola bem guardada no meu cu. O garoto ficou todo bobo, felizão da vida. Então ele me segurou pela cintura de novo (pegando nos meus pneuzinhos) e começou a me foder naquele ritmo que já parecia a marca registrada dele.
Transamos em todas as posições que você puder imaginar. Ele até gozou uma vez, mas em poucos minutos já estava pronto de novo, com a pica no máximo do potencial. É óbvio que com minha amiga ele não consegue a satisfação que um macho como ele precisa, porque num determinado momento, depois de já ter me comido pra caralho, ele pediu mais uma coisinha. Queria gozar nos meus peitos. Naquela altura, eu já não podia negar nada, então me deitei de costas na cama e convidei ele a tirar a camisinha e bater uma punheta sobre meus peitos. Ele se posicionou de lado, com a pica no fogo, e começou a se masturbar enquanto com a outra mão explorava minha xereca. Ficou assim por um tempo, mas não gozava — tava era muito tarado! Eu ajudei, passando a mão nas bolas dele, acariciando a bunda, e nada. Até que me joguei… fiz ele enfiar a pica na minha boca e comecei a chupar até que os jatos de porra começaram a jorrar como se ele não tivesse gozado antes. Engoli tudo, claro, me lambendo toda como se naquela substância eu fosse encontrar a essência da minha vida. Ariel se limpou direitinho. O pau com meus lábios e começou a se vestir. Típico de infiel, te come e não vê a hora de vazar, como se tivesse acabado de cometer um crime.
Em casa, sem namorado, sem amante, sem nenhum macho pra me curtir. Apesar do que meus contos possam dar a entender, não sou uma putinha promíscua, não sou de sair entregando a buceta pro primeiro que aparece. Pra transar com alguém, tenho que sentir algo pela pessoa, não digo amor, mas pelo menos uma certa atração. Ok, já deitei com um cara por dinheiro e chupei o pau de outro por uma aposta, mas foram situações excepcionais, coisas isoladas que aconteceram e que não pude nem quis evitar. Mas podem ter certeza: se eu tiver com vontade, não vou sair procurando o primeiro que passar na esquina pra me foder. Antes prefiro bater uma punheta. Por isso que eu estava sozinha em casa, melancólica, olhando pra TV sem realmente ver, pensando, pensando e pensando… pensando no Raúl, óbvio. Por mais que eu tente, não consigo esquecê-lo, não consigo tirá-lo da cabeça. E olha que ele já não me dá mais bola. Não sei se foi só por causa da mensagem, ou se ele já tinha planos de me comer, matar a vontade comigo, e depois "te vi e não lembro". Talvez aquele maldito mensagem tenha sido a desculpa perfeita pra ele terminar me deixando como a grande culpada. Pode ser assim, de qualquer forma, já não importa mais.
Tento não pensar, mas continuo obcecada por ele. Entro no Facebook só pra ver as fotos dele. Pra lembrar, pra sentir que ele está perto, mesmo que só numa imagem. Nisso, alguém me chama no Chat. Pergunto quem é.
— Ariel — ele responde — o namorado da Sabrina, você me aceitou outro dia.
Sim, lembro dele, mas pelo que eu sabia, eles já tinham terminado. Falo isso.
— Já nos resolvemos — ele diz, colocando um sorrisinho ao lado da mensagem.
Que bom, penso, todo mundo feliz, menos eu. Ele pergunta o que estou fazendo, e eu digo que nada, que estou sozinha em casa, entediada pra caralho. Ele ri. Bom, digita aí que ela ri. Aí ele me manda o seguinte:
- Quer que a gente se veja?
Fico surpresa, o que ele tá me propondo?
- Pra quê? - perguntei.
- Sei lá, pra o que você quiser, já que você tá entediada - ele responde.
- Você não tinha combinado com a Sabrina? - mais que uma pergunta, é um lembrete.
- Sim, mas agora ela não tá, tenho tempo, o que você acha?
- Sei lá, não sei o que te dizer - respondi.
Na real, eu não sabia mesmo. Já sei que devia ter dito não, mandado ele tomar no cu e bloqueado pra sempre, mas... sou uma otária. Lembrava do namorado da minha amiga como um cara bem gato, alto, corpo bonito, com aquela cara de metido que me quebra toda. Sempre percebi que tinha uma química entre a gente, mas fazer o quê, era o namorado da minha amiga... correção... continua sendo o namorado da minha amiga.
- Vai, olha que não tenho o dia inteiro - ele me apressa.
Filho da puta gostoso! Um filho da puta divino. Como me excitam caras assim!, os que nem perguntam se podem te comer, já vão comendo direto. Sou uma idiota submissa, admito. Mas o que vocês queriam que eu fizesse, a falta de rola tava nublando meu raciocínio.
- OK - escrevi, não tive coragem de colocar outra coisa.
- Onde a gente se vê? - ele perguntou.
Pensei, verdade que não tava a fim de me arrumar, me vestir e sair. Não é que não tivesse vontade, só que já tava desesperada, morrendo de tesão... literalmente.
- Vem aqui em casa - mandei e passei o endereço.
Minha mãe não ia voltar até tarde, e minha avó fica o dia todo no quarto dela, sem encher o saco de ninguém.
- OK - ele escreveu - Se prepara porque tô perto.
Nem se despediu. Fechou o chat e me deixou esperando. Como tava em casa, eu tava vestida com uma calça de moletom e uma camiseta, nada muito sedutor, mas que importava, a gente já tinha pulado completamente essa parte.
Em poucos minutos ele já tava tocando a campainha de casa. Juro que por um momento quase não atendi, quase deixei ele se cansar de tocar e ir embora. Não tava disposta a me meter em outra enrascada, e me enfiar na cama com o namorado da minha amiga com certeza seria uma grande. Mas… já falei que sou muito otária? Então fui e abri a porta. Assim que me viu, o cara pulou como se tivesse molas em cima de mim.
-“Para, freia esse cavalo” – falei fechando a porta – “Fica claro que é dessa vez e nunca mais, e ninguém pode saber, OK?”
-“Sim, mamãe, ninguém vai saber que vou te deixar cheia de bolha de tanto te foder” – ele disse, enfiando as mãos nos lugares mais íntimos do meu corpo.
Assim, em chamas, fomos pro meu quarto. Tranquei a porta, caso minha mãe resolvesse voltar mais cedo. Sentei na beira da cama e, com ele parado na minha frente, desabotoei a calça dele. Mal baixei, junto com a cueca, a pica surgiu em todo seu esplendor, dando um pulo, quase batendo na minha cara. Peguei com uma mão e, olhando pra ele de baixo, comecei a bater uma punheta enquanto falava aquelas coisinhas que vocês tanto gostam de ouvir:
-“Que pica boa você tem!… Tá durona!… Vou chupar ela toda!… Mmmmm, vou comer ela dobrada!…”-
E assim enfiei na boca, fechei meus lábios em volta daquele volume pegajoso e pulsante, e comecei a chupar com frenesi. Como falei, chupei ela toda, devorava até a garganta, não era bem que comia dobrada, mas faltava pouco. Verdade que o Ariel é muito bem dotado, tem uma dessas picas fortes e cheias de veia, com a pele bem esticada, o que faz a cabeça se destacar como uma cereja no melhor dos doces.
-“Ahhhhhh… isso, puta… chupa ela toda… ahhhhhh… que boca boa você tem…!” – ele dizia entre suspiros excitados, aproveitando intensamente a mamada foda que eu tava dando.
-“Boa de boca… boa de boca, filha da puta… como você chupa… como você gosta de pica, garota…!” – ele se exaltava, tremendo diante do ataque incansável dos meus lábios.
Adoro quando eles ficam assim, tipo louquinhos, tanto que parece que as veias da pica vão estourar de tanta calor. Mesmo que não fosse de forma consciente, eu sentia que de algum jeito tava competindo com a Sabrina, por isso tentava chupar tudo, mesmo que cada vez ficasse maior. Mais de uma vez tinha falado com ela sobre os malefícios e/ou benefícios do sexo oral. Pra mim, tudo é benefício quando o assunto é chupar, não consigo achar nada de ruim em ter uma pica na boca, já pra ela, era o contrário. Imaginava que ela não devia chupar o namorado daquele jeito. "Aquela magrela não te chupa assim", pensava enquanto enfiava até passar da campainha. Os gemidos e ofegos dele me respondiam que não, que ela não chupava nem de longe como eu chupava. De vez em quando eu dava uma pausa, tirava a boca, empurrava contra a barriga dele, e devorava as bolas, comia inteirinhas, o Ariel tem umas bolas lindas e deliciosas, quentes, peludinhas, e cheias de porra, como tavam naquele momento, ficam ainda mais gostosas. Fiquei vidrada nelas, saboreando com o maior prazer. Mas mesmo querendo continuar curtindo esse manjar dos deuses, o Ariel tava no limite, mal se segurando pra meter, parecia que minha amiga não cuida dele direito, então parei de chupar e me levantei. Comecei a me despir na frente dele. —Vai me comer?!— falei, mas mais uma afirmação do que uma pergunta. Não sei por que, mas adoro me ouvir falando coisas tipo: "Me come", "Me dá mais", "Mais fundo", "Mete tudo", "Me come bem comida", "Arrebenta minha bunda", e sei muito bem que vocês adoram ouvir, então não me privo de falar... isso se não tiver uma pica tampando minha garganta... hahaha. —Vou te comer até não poder mais, gatinha, vou fazer você engasgar!— garantiu o Ariel, se despindo também, me ameaçando o tempo todo com aquela ereção poderosa que tava bem firme e empinada. Já nós dois pelados, ele deu um tapinha na minha bunda, beliscou minhas nádegas e, me dando um Um empurrãozinho me fez ficar de quatro na cama. Ele abriu bem minhas pernas com as mãos e começou a passar a língua de cima a baixo. Soltei um gemido de prazer ao sentir. Alguns nessa hora tão tão tarados que enfiam direto sem dar nem uma lambidinha mixuruca, e isso que você passou um tempão chupando bem a rola deles, mas por sorte o Ariel dedicou um tempinho pra saborear toda minha intimidade, e olha que ele já tava explodindo.
Ô, rapaziada, lembrem: a gente também gosta de ser chupada, delícia! Então depois de me agradar nesse aspecto, ele pegou um dos vários preservativos que tinha trazido pra isso… pra me comer, hahaha… colocou bem na portinha e… nem precisou empurrar, minha buceta engoliu sozinha até as bolas.
-Ahhhhhhh… ahhhhhhh… ahhhhhhhhh…!- meus suspiros explodiram na hora, fortes e sem controle.
-Ahhhhhhhhhh…!- ele também não ficou atrás com os dele, se exaltando cada vez mais à medida que ia até o fundo.
Ele me agarrou então pela cintura… pelos pneuzinhos, hahaha… e começou a me comer num ritmo gostoso e vibrante, nem muito forte nem muito devagar, mas mudando de velocidade de vez em quando, como se quisesse me penetrar de jeitos diferentes. Eu tava escarrapachada na cama, toda aberta, com a raba empinada e a buceta escorrendo pra caralho. Era um tsunami de lubrificação saindo de dentro de mim. Fazia tempo que eu tava segurando a vontade de transar, e esse guri tava ali na hora certa pra tirar essa vontade.
-Sim… sim… me come… me come assim… toda… ahhhhhh… mete tudo… ahhhhhh… sim… até o fundo… mmmmm… que rola gostosa…!- minhas palavras acompanhavam cada enfiada que o Ariel me dava por trás, umas enfiadas bem fortes e certeiras que ecoavam até no mais íntimo do meu corpo.
-Vou te fazer a Booty, Gise!- ele disse num momento, parando de repente as investidas e ficando metade dentro, metade fora.
-Faz o que quiser comigo!- foi minha resposta.
-Que Vadia gostosa, você se superou, a piranha da Sabrina não me deixa nem enfiar um dedo" — ele disse.
Minha amiga não dá a bunda pro namorado? Isso não pode ficar assim! Como pode uma coisa dessas? Vou ter que falar sério com ela, porque assim nenhum homem vai ficar com ela. Além disso, dar a raba é a coisa mais gostosa do mundo, ou não é? (Respostas nos comentários, por favor)
Eu, claro, deixei enfiar mais que um dedo — por pouco o safado não enfiou a mão inteira. Ele ficou tão empolgado com meu outro buraquinho que, enquanto me comia por frente, já ia trabalhando por trás. Quando já estava bem dilatada, ele fez a troca e meteu por trás. Nem posso descrever o gemido de prazer dele quando sentiu a rola bem guardada no meu cu. O garoto ficou todo bobo, felizão da vida. Então ele me segurou pela cintura de novo (pegando nos meus pneuzinhos) e começou a me foder naquele ritmo que já parecia a marca registrada dele.
Transamos em todas as posições que você puder imaginar. Ele até gozou uma vez, mas em poucos minutos já estava pronto de novo, com a pica no máximo do potencial. É óbvio que com minha amiga ele não consegue a satisfação que um macho como ele precisa, porque num determinado momento, depois de já ter me comido pra caralho, ele pediu mais uma coisinha. Queria gozar nos meus peitos. Naquela altura, eu já não podia negar nada, então me deitei de costas na cama e convidei ele a tirar a camisinha e bater uma punheta sobre meus peitos. Ele se posicionou de lado, com a pica no fogo, e começou a se masturbar enquanto com a outra mão explorava minha xereca. Ficou assim por um tempo, mas não gozava — tava era muito tarado! Eu ajudei, passando a mão nas bolas dele, acariciando a bunda, e nada. Até que me joguei… fiz ele enfiar a pica na minha boca e comecei a chupar até que os jatos de porra começaram a jorrar como se ele não tivesse gozado antes. Engoli tudo, claro, me lambendo toda como se naquela substância eu fosse encontrar a essência da minha vida. Ariel se limpou direitinho. O pau com meus lábios e começou a se vestir. Típico de infiel, te come e não vê a hora de vazar, como se tivesse acabado de cometer um crime.
5 comentários - A amiga gostosa do meu amigo
Muy buen relatos