Eva cada vez mais sente a necessidade de foder com o filho, mas a moralidade ainda a segura. Mas o diário do Pedro, por si só, já a deixa com tesão...
Ela acordou agitada. Não tinha conseguido descansar. O sono foi muito leve e ela acordou várias vezes durante a noite.
Levantou-se e foi ao banheiro fazer xixi. Quando terminou, se olhou no espelho.
— Mas o que ele vê em mim? — se perguntou.
Estava despenteada, com olheiras. Não achava que pudesse atrair ninguém. Pegou a escova e arrumou o cabelo. Lavou o rosto com água fria e pegou o roupão que estava atrás da porta.
Quando chegou na cozinha, o marido e o Pedro já estavam tomando café.
— Bom dia — disse ela.
— Bom dia, mãe.
— Bom dia — disse o marido.
Os olhares de Eva e do filho se cruzaram por um instante. Ela desviou, virou-se e preparou um café.
Quando eles terminaram, saíram juntos. O marido deu um beijo rápido na bochecha dela. Eva esperava o beijo do Pedro.
— Até logo, mamãe — ele disse quando os lábios se separaram.
— Até logo, tesouro.
Olhando eles se afastando, Eva levou a mão até o ponto onde os lábios quentes do Pedro tinham beijado. Depois, arrumou a cozinha e começou a fazer os serviços da casa.
Cômodo por cômodo, tirou o pó e passou pano no chão. Evitou o quarto do Pedro. Evitou a tentação.
"Porra. Tenho que limpar o quarto dele. Mas não vou ler o diário dele."
Quando entrou, a primeira coisa que os olhos fizeram foi procurar o caderno. Viu ele entre os livros, onde tinha deixado no dia anterior. Começou a limpeza.
De vez em quando, olhava para a estante. Uma parte do cérebro dela queria ler o diário. A outra parte queria sair correndo dali.
"Só um pouquinho... Só uma página... nada mais... E aí não leio mais."
"Não. Não faz isso. Se fizer, não vai conseguir parar."
"Só uma. Eu juro."
Deixou a vassoura encostada na porta, foi até a estante e pegou o caderno. Sentou-se. na cadeira e abriu o caderno. Procurou a última coisa que tinha escrito. Era do dia anterior. Devia ter escrito à noite, antes de deitar.
"Hoje acordei muito excitado. Com o pau duro, como sempre. Ainda tinha tempo antes de ter que ir pra aula, então comecei a me acariciar.
Muitas vezes pensei no que aconteceria se minha mãe me pegasse batendo punheta. Fantasio muito com isso. A porta do meu quarto está fechada, mas sem chave. Ela poderia abrir a porta e entrar.
Me descobri e puxei a cueca pra baixo. Agarrei meu pau e comecei a me masturbar olhando pra porta. Desejando que ela se abrisse e ela me visse.
Não era a primeira vez que eu fazia isso. Gosto de tentar a sorte. Talvez seja na esperança de que realmente aconteça. Que minha mãe abra a porta e me pegue com o pau na mão."
A imagem de Pedro se masturbando na cama e desejando que ela o visse fez Eva ficar molhada na hora. Já tinha passado muitas vezes pelo corredor, na frente da porta fechada dele. Em quantas dessas vezes Pedro estaria se tocando?
Ela abriu o roupão. Abriu as pernas. Enfiou a mão direita entre elas. Com a esquerda segurava o diário.
E enquanto continuava lendo, começou a se masturbar.
"Comecei a fantasiar. A imaginar. A desejar.
A porta se abre. É ela.
-Pedro... Você tem roupa pra...?
Os olhos dela se fixam no meu pau. Minha mão não para de subir e descer ao longo do meu mastro duro. Ela olha nos meus olhos por um momento, mas logo volta a olhar pro meu pau.
Em vez de ir embora, ela entra no meu quarto e fecha a porta. Devagar, sem parar de me olhar, se aproxima da minha cama e senta na minha cama, do meu lado. Ela sorri pra mim.
-Nossa. Parece que meu menino tá com tesão.
-Humm, mãe. Muito.
-E no que meu menino tá pensando pra ficar assim? Qual garota é a sortuda que tem seus pensamentos?
-Mãe... não posso te contar.
-Por que não? Pode me contar tudo.
-Tô com vergonha. Vergonha.
- Vem cá, tesouro. Diz pra mamãe qual mulher te deixa a pica dura assim.
- Você, mamãe. Tô com ela dura assim por sua causa. É você a mulher em quem eu tô pensando.
- Sério?
- Sim.
- Hummm... Você tá batendo uma punheta pensando em mim? Na sua mãe?
- Aaah, sim... só em você.
- Seu... pervertidinho.
Olha minha pica. Da ponta tá saindo líquido pré-seminal.
- Uf, olha como sua pica tá babando, tesouro. Tá babando por mim?
- Sim... aah... por você.
Ela se aproxima ainda mais de mim. O corpo dela roça no meu.
- E você vai continuar assim até gozar? Vai pensar em mim enquanto sua pica cospe a porra quente?
- Mamãe... sim... vou gozar por você.
Ela me olha nos olhos, com malícia.
- Sabe? Se você tá com ela dura assim por mim, acho que seria justo eu ser a que... cê sabe.
- Você faria?
- Claro que sim. Quer que a mamãe te faça uma punheta? Quer que a mamãe esvazie essa sua pica linda?
Ele não disse nada. Só abaixou a pica. Ela, sem parar de sorrir, aproxima a mão e agarra. Começa uma punheta lenta, bem lenta.
- Hummm, como o meu neném tá com a pica dura.
A gente se olha nos olhos enquanto ela move a mão cada vez mais rápido. Os olhos dela brilham. Eu começo a gemer. Vou gozar muito rápido. Ela me excita até o limite.
- Aaah, mamãe... vou gozar... vou gozar...
- Isso, isso, goza pra mamãe. Deixa eu ver sua pica cuspindo a porra.
Ela para de me olhar nos olhos pra olhar minha pica. A mão dela me leva inevitavelmente a um orgasmo poderoso. Os dedos dos meus pés se contraem. Meus músculos ficam rígidos. Minha pica começa a ter espasmos até que da ponta sai disparado um jato potente de porra que cai depois no meu peito.
- Hummm, meu menino tá gozando: Isso, isso... assim, assim... dá toda sua porra pra sua mamãe.
Ela me ordenha por completo. São vários jatos de sêmen que saem disparados da minha pica pra gozar no meu peito e na minha barriga. Os últimos, mais fracos, caem na mão dela.
Ela se Ela fica olhando minha gozada escorrendo na minha pele. E sorri.
-Ufa, que gozada que meu tesouro deu. Quanto leite que você tinha guardado! Você gostou da punheta que a mamãe te deu?
-Muito. Quero mais.
-Viciado - ela fala, sorrindo.
Meu peito estava realmente cheio de porra. Mas eu mesmo tinha tirado com minha mão. Fiquei uns minutos assim, olhando pra porta, desejando que ela entrasse.
Mas ela não entrou.
Eva se recuperava do orgasmo intenso que teve lendo a fantasia do Pedro. Ela gozou bem na hora que o filho, na fantasia, gozava graças à mão dela.
Tinha mais escrito sobre aquele dia. Sem tirar a mão de entre as pernas, continuou lendo.
"No meio-dia notei algo estranho. Ela me olhava muito, mas desviava o olhar. Não sei por que seria."
Ela tremeu da cabeça aos pés. Ele tinha percebido.
"À noite ela me pediu pra ajudar a preparar o jantar. Fiquei felizão. Isso significava ficar do lado dela. Poder olhar pra ela. Poder admirá-la.
Ela é tão gostosa! Amo tudo nela. O jeito que se mexe, os gestos dela. O perfume suave. Não parei de olhar disfarçadamente. Até esbarrei de propósito nela umas duas vezes."
Eva lembrava desses esbarrões. Achou que tinham sido acidentais, com os dois se movendo no espaço pequeno da cozinha. Ele fez de propósito. Pra roçar nela.
"Quando ela virava de costas, meus olhos iam direto pra bunda dela. A bunda da minha mãe me deixa louco. Acho que até sonho com ela. São incontáveis as vezes que bati uma pensando naquelas nádegas redondas e tentadoras. Não deu pra evitar que meu pau ficasse duro. E minha cabeça doida começou a tramar.
Falei pra mim mesmo pra esbarrar nela de novo. Falei pra passar por trás e esfregar meu pau na bunda dela. Quase fiz. Fiquei a ponto. Mas não consegui. Não tive coragem. O que ela pensaria se o filho esfregasse o pau duro na bunda dela?
Fiz o que sempre faço. Olhar disfarçadamente. Desejar em segredo.
Tentei pensar em outras coisas. Tirar ela da cabeça. Não consegui. Nunca tiro ela da cabeça.
Jantamos e fui pro meu quarto. Falei pra eles que ia estudar. Mas não fui estudar. Fui continuar pensando nela. Ia imaginar que fazia o que não tive coragem de fazer na cozinha. Deitado na minha cama, subindo e descendo minha mão ao longo do meu pau, fechei os olhos e deixei a imaginação voar.
Eva abriu os olhos. Lembrou que depois do jantar tinha passado duas vezes na frente da porta do Pedro pra ir ao banheiro. Agora sabia que atrás da porta o filho dela tava se masturbando, pensando nela... de novo.
"Voltava a estar na cozinha, com o pau duro. Dessa vez eu cheguei perto dela. Dessa vez passei meu pau na bunda dela. Ela ficou tensa.
-O que você tá fazendo?
-Nada, mãe.
Apertei mais. Ela não se mexia. Minhas mãos acariciaram os braços dela. Cheguei perto da orelha dela e sussurrei.
-Mãe... Sua bunda me deixa louco.
-Pedro... me deixa... isso não é certo.
-É certo sim, mãe. Não aguento mais. Te desejo com toda minha alma.
Beijei a nuca dela e senti ela tremer. Gemeu docemente. E com alegria notei que ela balançava a bunda contra meu pau.
-Ummm, Pedro... meu menino lindo... Mas sou sua mãe. Você não pode fazer isso com sua mãe - ela disse, esfregando a bunda com mais força em mim.
Minhas mãos chegaram nos peitos dela. Agarrei, apertei. Ela gemeu mais forte."
Eva, lendo, também gemia. Seus dedos subiam e desciam ao longo da rachinha da buceta dela. Era como se vivesse de verdade o que lia. De vez em quando fechava os olhos.
"Abri os botões da camisa dela até abrir toda. Pelas costas, desabotoei o sutiã e joguei no chão. A pele dos peitos dela era quente, macia. Eram duros, grandes. E os bicos estavam durinhos. Prendi eles entre meus dedos e ela gemeu.
-Ummm, mãe. Você tá com tesão?
-Não... não tô não.
-E então por que seus bicos tão tão duros?
Ela não respondeu.
-Como tá sua Bucetinha, mamãe? Tá molhadinha?"
"Aff, Pedro... Não tô... molhada. O que cê tá fazendo comigo?"
"Só te acariciando."
Continuei beijando o pescoço dela e levei minhas mãos até os quadris dela. Ela tava usando uma saia larga, até o joelho. Não precisei fazer força pra levantar. Quando acariciei as coxas nuas dela, ela tremeu levemente.
"Pedro... pelo amor... não continua... não continua" – ela reclamou, mas sem parar de esfregar a calcinha na dureza do meu pau.
Minha mão direita foi se aproximando devagar do púbis dela. E, devagar, desceu e se meteu entre as pernas dela.
"Ummm, mamãe. Cê é uma mentirosa."
"Aaafff, por que cê tá falando isso?"
"Você disse que não tava com a buceta molhada. Mas tá encharcada. A calcinha tá escorrendo. Cê tá com tesão, mamãe. Não tem como negar."
Eva tava com tanto tesão na realidade quanto a Eva que o Pedro descrevia no diário. Talvez até mais. Fechou os olhos e gozou, enchendo os dedos de meladinha, molhando ainda mais a calcinha. Na solidão da casa dela, gritou de prazer.
E pela primeira vez, gritou o nome do filho. Gozou pronunciando o nome dele. Intensamente. Ficou cheia de longos segundos de puro prazer. Ficou na cadeira ofegante, de olhos fechados, os dedos, agora parados, ainda entre as pernas.
"O que tá acontecendo comigo, meu Deus? Por que as palavras dele, o desejo dele por mim, me excitam tanto? O que eu faço pra tudo voltar a ser como antes?"
Olhou pro caderno que segurava na mão esquerda. É fácil, pensou. É só fechar, colocar de volta onde tava e nunca mais ler. Em vez de fazer o que a razão mandava, continuou lendo.
"Enfiei a mão por baixo da calcinha. Agora sim ela tremeu. Se arrepiou contra mim quando meus dedos percorreram a rachinha babada da buceta dela. Senti como ela parou de respirar, como ficou tensa. E como gozou entre meus dedos. Mordi de leve o lóbulo de uma orelha dela. E sussurrei:
'Cê tá gozando, mamãe. Só de roçar a buceta com meus dedos, cê goza.'
Ela começou a ter fortes... Espasmos. Meus dedos se encheram dos sucos dela. Quando ela terminou de gozar, ficou quase sem forças. Ela se jogou pra frente e apoiou as mãos na mesa da cozinha, empinando aquela bunda soberba pra trás.
Devagar, comecei a me ajoelhar, até que o centro dos meus desejos ficou bem na minha cara. Aproximei a boca e beijei cada nádega, fazendo ela gemer de novo.
— Pedro... minha vida... Você vai me matar.
Puxei a calcinha dela e deixei nos joelhos. Fiquei vários segundos olhando praquele rabo. Que coisa mais linda!
Beijei de novo, agora lábio contra pele. Lambi. As duas nádegas. Uma por uma, deixando um rastro brilhante da minha saliva. Usei minhas mãos pra abrir, pra separar. Descobri a buceta dela, brilhante, molhada, e bem na frente da minha boca, aquele furinho apertado. Era uma tentação forte demais.
Me aproximei, estiquei a língua e comecei a lamber, a chupar. Minha língua passou uma e outra vez pelo esfíncter estriado dela. Ela mexeu a bunda em círculos, buscando minha língua.
— Agggg Pedro... que gostoso... como você me lambe... Não para... por favor... não para.
Não tinha intenção de parar. Apertei a ponta da língua contra o furinho, tentando penetrar. Lubrifiquei com uma porrada de saliva.
— Vai foder minha bunda? Meu tesouro vai cravar o pau duro dele no meu cu? — disse Eva, em voz alta.
Com o olhar, ela procurou linha por linha no diário até ler:
"E eu enfiei. Centímetro por centímetro fui metendo meu pau na bunda apertada dela, até minhas bolas baterem nas nádegas dela. Ela arqueou as costas e comecei a foder o cu dela. Comecei a dar o cu na minha mãe."
Eva mordeu o lábio inferior, com força. E gozou de novo. O quarto se encheu do cheiro da buceta dela, do aroma do desejo. Ela não conseguiu mais segurar o caderno, que caiu na mesa. Fechou os olhos e se viu na cozinha, apoiada na mesa, com a bunda pra trás, enquanto Pedro, agarrado na cintura dela, metia e tirava. a piroca dele no cu dela, com força, até o fundo, até que encheu ela com jatos fortes de esperma quente que ela sentiu banhar ela por dentro.
Levou vários minutos para se recuperar. Quase sem forças, pegou o caderno e leu o último parágrafo escrito.
"Acabei de terminar de escrever meus pensamentos de hoje. Minha piroca tá dura igual pedra. Agora vou apagar a luz, me meter na cama e bater uma punheta relaxante e gostosa. E vou pensar só numa coisa. Na minha mãe. Sempre na minha mãe."
Eva ficou uns minutos ali, pensando. Nem quando era jovem tinha sentido uma excitação assim, um desejo tão forte. Tinha dito pra Rosa que não conseguiria trair o marido.
Agora não tinha tanta certeza. Um garoto jovem se sentir tão atraído por ela enchia ela de vida. Fazia ela se sentir especial. Se sentia muito bem. Pensou que se um gato jovem desse em cima dela e dissesse que queria transar com ela, talvez topasse.
Mas o jovem que a desejava era o próprio filho dela. E isso ela não podia aceitar. Nunca.
Fechou o caderno e colocou no lugar. Foi preparar a comida.
Continua...
Ela acordou agitada. Não tinha conseguido descansar. O sono foi muito leve e ela acordou várias vezes durante a noite.
Levantou-se e foi ao banheiro fazer xixi. Quando terminou, se olhou no espelho.
— Mas o que ele vê em mim? — se perguntou.
Estava despenteada, com olheiras. Não achava que pudesse atrair ninguém. Pegou a escova e arrumou o cabelo. Lavou o rosto com água fria e pegou o roupão que estava atrás da porta.
Quando chegou na cozinha, o marido e o Pedro já estavam tomando café.
— Bom dia — disse ela.
— Bom dia, mãe.
— Bom dia — disse o marido.
Os olhares de Eva e do filho se cruzaram por um instante. Ela desviou, virou-se e preparou um café.
Quando eles terminaram, saíram juntos. O marido deu um beijo rápido na bochecha dela. Eva esperava o beijo do Pedro.
— Até logo, mamãe — ele disse quando os lábios se separaram.
— Até logo, tesouro.
Olhando eles se afastando, Eva levou a mão até o ponto onde os lábios quentes do Pedro tinham beijado. Depois, arrumou a cozinha e começou a fazer os serviços da casa.
Cômodo por cômodo, tirou o pó e passou pano no chão. Evitou o quarto do Pedro. Evitou a tentação.
"Porra. Tenho que limpar o quarto dele. Mas não vou ler o diário dele."
Quando entrou, a primeira coisa que os olhos fizeram foi procurar o caderno. Viu ele entre os livros, onde tinha deixado no dia anterior. Começou a limpeza.
De vez em quando, olhava para a estante. Uma parte do cérebro dela queria ler o diário. A outra parte queria sair correndo dali.
"Só um pouquinho... Só uma página... nada mais... E aí não leio mais."
"Não. Não faz isso. Se fizer, não vai conseguir parar."
"Só uma. Eu juro."
Deixou a vassoura encostada na porta, foi até a estante e pegou o caderno. Sentou-se. na cadeira e abriu o caderno. Procurou a última coisa que tinha escrito. Era do dia anterior. Devia ter escrito à noite, antes de deitar.
"Hoje acordei muito excitado. Com o pau duro, como sempre. Ainda tinha tempo antes de ter que ir pra aula, então comecei a me acariciar.
Muitas vezes pensei no que aconteceria se minha mãe me pegasse batendo punheta. Fantasio muito com isso. A porta do meu quarto está fechada, mas sem chave. Ela poderia abrir a porta e entrar.
Me descobri e puxei a cueca pra baixo. Agarrei meu pau e comecei a me masturbar olhando pra porta. Desejando que ela se abrisse e ela me visse.
Não era a primeira vez que eu fazia isso. Gosto de tentar a sorte. Talvez seja na esperança de que realmente aconteça. Que minha mãe abra a porta e me pegue com o pau na mão."
A imagem de Pedro se masturbando na cama e desejando que ela o visse fez Eva ficar molhada na hora. Já tinha passado muitas vezes pelo corredor, na frente da porta fechada dele. Em quantas dessas vezes Pedro estaria se tocando?
Ela abriu o roupão. Abriu as pernas. Enfiou a mão direita entre elas. Com a esquerda segurava o diário.
E enquanto continuava lendo, começou a se masturbar.
"Comecei a fantasiar. A imaginar. A desejar.
A porta se abre. É ela.
-Pedro... Você tem roupa pra...?
Os olhos dela se fixam no meu pau. Minha mão não para de subir e descer ao longo do meu mastro duro. Ela olha nos meus olhos por um momento, mas logo volta a olhar pro meu pau.
Em vez de ir embora, ela entra no meu quarto e fecha a porta. Devagar, sem parar de me olhar, se aproxima da minha cama e senta na minha cama, do meu lado. Ela sorri pra mim.
-Nossa. Parece que meu menino tá com tesão.
-Humm, mãe. Muito.
-E no que meu menino tá pensando pra ficar assim? Qual garota é a sortuda que tem seus pensamentos?
-Mãe... não posso te contar.
-Por que não? Pode me contar tudo.
-Tô com vergonha. Vergonha.
- Vem cá, tesouro. Diz pra mamãe qual mulher te deixa a pica dura assim.
- Você, mamãe. Tô com ela dura assim por sua causa. É você a mulher em quem eu tô pensando.
- Sério?
- Sim.
- Hummm... Você tá batendo uma punheta pensando em mim? Na sua mãe?
- Aaah, sim... só em você.
- Seu... pervertidinho.
Olha minha pica. Da ponta tá saindo líquido pré-seminal.
- Uf, olha como sua pica tá babando, tesouro. Tá babando por mim?
- Sim... aah... por você.
Ela se aproxima ainda mais de mim. O corpo dela roça no meu.
- E você vai continuar assim até gozar? Vai pensar em mim enquanto sua pica cospe a porra quente?
- Mamãe... sim... vou gozar por você.
Ela me olha nos olhos, com malícia.
- Sabe? Se você tá com ela dura assim por mim, acho que seria justo eu ser a que... cê sabe.
- Você faria?
- Claro que sim. Quer que a mamãe te faça uma punheta? Quer que a mamãe esvazie essa sua pica linda?
Ele não disse nada. Só abaixou a pica. Ela, sem parar de sorrir, aproxima a mão e agarra. Começa uma punheta lenta, bem lenta.
- Hummm, como o meu neném tá com a pica dura.
A gente se olha nos olhos enquanto ela move a mão cada vez mais rápido. Os olhos dela brilham. Eu começo a gemer. Vou gozar muito rápido. Ela me excita até o limite.
- Aaah, mamãe... vou gozar... vou gozar...
- Isso, isso, goza pra mamãe. Deixa eu ver sua pica cuspindo a porra.
Ela para de me olhar nos olhos pra olhar minha pica. A mão dela me leva inevitavelmente a um orgasmo poderoso. Os dedos dos meus pés se contraem. Meus músculos ficam rígidos. Minha pica começa a ter espasmos até que da ponta sai disparado um jato potente de porra que cai depois no meu peito.
- Hummm, meu menino tá gozando: Isso, isso... assim, assim... dá toda sua porra pra sua mamãe.
Ela me ordenha por completo. São vários jatos de sêmen que saem disparados da minha pica pra gozar no meu peito e na minha barriga. Os últimos, mais fracos, caem na mão dela.
Ela se Ela fica olhando minha gozada escorrendo na minha pele. E sorri.
-Ufa, que gozada que meu tesouro deu. Quanto leite que você tinha guardado! Você gostou da punheta que a mamãe te deu?
-Muito. Quero mais.
-Viciado - ela fala, sorrindo.
Meu peito estava realmente cheio de porra. Mas eu mesmo tinha tirado com minha mão. Fiquei uns minutos assim, olhando pra porta, desejando que ela entrasse.
Mas ela não entrou.
Eva se recuperava do orgasmo intenso que teve lendo a fantasia do Pedro. Ela gozou bem na hora que o filho, na fantasia, gozava graças à mão dela.
Tinha mais escrito sobre aquele dia. Sem tirar a mão de entre as pernas, continuou lendo.
"No meio-dia notei algo estranho. Ela me olhava muito, mas desviava o olhar. Não sei por que seria."
Ela tremeu da cabeça aos pés. Ele tinha percebido.
"À noite ela me pediu pra ajudar a preparar o jantar. Fiquei felizão. Isso significava ficar do lado dela. Poder olhar pra ela. Poder admirá-la.
Ela é tão gostosa! Amo tudo nela. O jeito que se mexe, os gestos dela. O perfume suave. Não parei de olhar disfarçadamente. Até esbarrei de propósito nela umas duas vezes."
Eva lembrava desses esbarrões. Achou que tinham sido acidentais, com os dois se movendo no espaço pequeno da cozinha. Ele fez de propósito. Pra roçar nela.
"Quando ela virava de costas, meus olhos iam direto pra bunda dela. A bunda da minha mãe me deixa louco. Acho que até sonho com ela. São incontáveis as vezes que bati uma pensando naquelas nádegas redondas e tentadoras. Não deu pra evitar que meu pau ficasse duro. E minha cabeça doida começou a tramar.
Falei pra mim mesmo pra esbarrar nela de novo. Falei pra passar por trás e esfregar meu pau na bunda dela. Quase fiz. Fiquei a ponto. Mas não consegui. Não tive coragem. O que ela pensaria se o filho esfregasse o pau duro na bunda dela?
Fiz o que sempre faço. Olhar disfarçadamente. Desejar em segredo.
Tentei pensar em outras coisas. Tirar ela da cabeça. Não consegui. Nunca tiro ela da cabeça.
Jantamos e fui pro meu quarto. Falei pra eles que ia estudar. Mas não fui estudar. Fui continuar pensando nela. Ia imaginar que fazia o que não tive coragem de fazer na cozinha. Deitado na minha cama, subindo e descendo minha mão ao longo do meu pau, fechei os olhos e deixei a imaginação voar.
Eva abriu os olhos. Lembrou que depois do jantar tinha passado duas vezes na frente da porta do Pedro pra ir ao banheiro. Agora sabia que atrás da porta o filho dela tava se masturbando, pensando nela... de novo.
"Voltava a estar na cozinha, com o pau duro. Dessa vez eu cheguei perto dela. Dessa vez passei meu pau na bunda dela. Ela ficou tensa.
-O que você tá fazendo?
-Nada, mãe.
Apertei mais. Ela não se mexia. Minhas mãos acariciaram os braços dela. Cheguei perto da orelha dela e sussurrei.
-Mãe... Sua bunda me deixa louco.
-Pedro... me deixa... isso não é certo.
-É certo sim, mãe. Não aguento mais. Te desejo com toda minha alma.
Beijei a nuca dela e senti ela tremer. Gemeu docemente. E com alegria notei que ela balançava a bunda contra meu pau.
-Ummm, Pedro... meu menino lindo... Mas sou sua mãe. Você não pode fazer isso com sua mãe - ela disse, esfregando a bunda com mais força em mim.
Minhas mãos chegaram nos peitos dela. Agarrei, apertei. Ela gemeu mais forte."
Eva, lendo, também gemia. Seus dedos subiam e desciam ao longo da rachinha da buceta dela. Era como se vivesse de verdade o que lia. De vez em quando fechava os olhos.
"Abri os botões da camisa dela até abrir toda. Pelas costas, desabotoei o sutiã e joguei no chão. A pele dos peitos dela era quente, macia. Eram duros, grandes. E os bicos estavam durinhos. Prendi eles entre meus dedos e ela gemeu.
-Ummm, mãe. Você tá com tesão?
-Não... não tô não.
-E então por que seus bicos tão tão duros?
Ela não respondeu.
-Como tá sua Bucetinha, mamãe? Tá molhadinha?"
"Aff, Pedro... Não tô... molhada. O que cê tá fazendo comigo?"
"Só te acariciando."
Continuei beijando o pescoço dela e levei minhas mãos até os quadris dela. Ela tava usando uma saia larga, até o joelho. Não precisei fazer força pra levantar. Quando acariciei as coxas nuas dela, ela tremeu levemente.
"Pedro... pelo amor... não continua... não continua" – ela reclamou, mas sem parar de esfregar a calcinha na dureza do meu pau.
Minha mão direita foi se aproximando devagar do púbis dela. E, devagar, desceu e se meteu entre as pernas dela.
"Ummm, mamãe. Cê é uma mentirosa."
"Aaafff, por que cê tá falando isso?"
"Você disse que não tava com a buceta molhada. Mas tá encharcada. A calcinha tá escorrendo. Cê tá com tesão, mamãe. Não tem como negar."
Eva tava com tanto tesão na realidade quanto a Eva que o Pedro descrevia no diário. Talvez até mais. Fechou os olhos e gozou, enchendo os dedos de meladinha, molhando ainda mais a calcinha. Na solidão da casa dela, gritou de prazer.
E pela primeira vez, gritou o nome do filho. Gozou pronunciando o nome dele. Intensamente. Ficou cheia de longos segundos de puro prazer. Ficou na cadeira ofegante, de olhos fechados, os dedos, agora parados, ainda entre as pernas.
"O que tá acontecendo comigo, meu Deus? Por que as palavras dele, o desejo dele por mim, me excitam tanto? O que eu faço pra tudo voltar a ser como antes?"
Olhou pro caderno que segurava na mão esquerda. É fácil, pensou. É só fechar, colocar de volta onde tava e nunca mais ler. Em vez de fazer o que a razão mandava, continuou lendo.
"Enfiei a mão por baixo da calcinha. Agora sim ela tremeu. Se arrepiou contra mim quando meus dedos percorreram a rachinha babada da buceta dela. Senti como ela parou de respirar, como ficou tensa. E como gozou entre meus dedos. Mordi de leve o lóbulo de uma orelha dela. E sussurrei:
'Cê tá gozando, mamãe. Só de roçar a buceta com meus dedos, cê goza.'
Ela começou a ter fortes... Espasmos. Meus dedos se encheram dos sucos dela. Quando ela terminou de gozar, ficou quase sem forças. Ela se jogou pra frente e apoiou as mãos na mesa da cozinha, empinando aquela bunda soberba pra trás.
Devagar, comecei a me ajoelhar, até que o centro dos meus desejos ficou bem na minha cara. Aproximei a boca e beijei cada nádega, fazendo ela gemer de novo.
— Pedro... minha vida... Você vai me matar.
Puxei a calcinha dela e deixei nos joelhos. Fiquei vários segundos olhando praquele rabo. Que coisa mais linda!
Beijei de novo, agora lábio contra pele. Lambi. As duas nádegas. Uma por uma, deixando um rastro brilhante da minha saliva. Usei minhas mãos pra abrir, pra separar. Descobri a buceta dela, brilhante, molhada, e bem na frente da minha boca, aquele furinho apertado. Era uma tentação forte demais.
Me aproximei, estiquei a língua e comecei a lamber, a chupar. Minha língua passou uma e outra vez pelo esfíncter estriado dela. Ela mexeu a bunda em círculos, buscando minha língua.
— Agggg Pedro... que gostoso... como você me lambe... Não para... por favor... não para.
Não tinha intenção de parar. Apertei a ponta da língua contra o furinho, tentando penetrar. Lubrifiquei com uma porrada de saliva.
— Vai foder minha bunda? Meu tesouro vai cravar o pau duro dele no meu cu? — disse Eva, em voz alta.
Com o olhar, ela procurou linha por linha no diário até ler:
"E eu enfiei. Centímetro por centímetro fui metendo meu pau na bunda apertada dela, até minhas bolas baterem nas nádegas dela. Ela arqueou as costas e comecei a foder o cu dela. Comecei a dar o cu na minha mãe."
Eva mordeu o lábio inferior, com força. E gozou de novo. O quarto se encheu do cheiro da buceta dela, do aroma do desejo. Ela não conseguiu mais segurar o caderno, que caiu na mesa. Fechou os olhos e se viu na cozinha, apoiada na mesa, com a bunda pra trás, enquanto Pedro, agarrado na cintura dela, metia e tirava. a piroca dele no cu dela, com força, até o fundo, até que encheu ela com jatos fortes de esperma quente que ela sentiu banhar ela por dentro.
Levou vários minutos para se recuperar. Quase sem forças, pegou o caderno e leu o último parágrafo escrito.
"Acabei de terminar de escrever meus pensamentos de hoje. Minha piroca tá dura igual pedra. Agora vou apagar a luz, me meter na cama e bater uma punheta relaxante e gostosa. E vou pensar só numa coisa. Na minha mãe. Sempre na minha mãe."
Eva ficou uns minutos ali, pensando. Nem quando era jovem tinha sentido uma excitação assim, um desejo tão forte. Tinha dito pra Rosa que não conseguiria trair o marido.
Agora não tinha tanta certeza. Um garoto jovem se sentir tão atraído por ela enchia ela de vida. Fazia ela se sentir especial. Se sentia muito bem. Pensou que se um gato jovem desse em cima dela e dissesse que queria transar com ela, talvez topasse.
Mas o jovem que a desejava era o próprio filho dela. E isso ela não podia aceitar. Nunca.
Fechou o caderno e colocou no lugar. Foi preparar a comida.
Continua...
2 comentários - Desejo de filho, desejo de mãe: O diário (Parte 3)