Depois de tocar na minha irmã toda noite, ela começou a gostar das carícias do irmão dela...
Passou uma semana e, numa noite, tudo mudou. Eu já tinha começado a me esfregar nela, como quase toda noite, quando, de repente, ela abaixou um pouco a calça do pijama dela, dizendo que assim era melhor, já que não tinha pijama limpo, e que a Mariza já estava desconfiando de algo, ao ver que ela lavava o pijama com tanta frequência. Achei que estava sonhando ao ouvir e ver o que ela fez. Sentir que ela estava nua da cintura pra baixo era incrível, e me deu um tesão ainda maior.
Sem perguntar nada, depois de alguns minutos, fiz o mesmo que ela. Abaixei um pouco minha cueca e liberei meu pau da pressão. Pensei que ela fosse falar algo, mas não. Com certeza ela deve ter pensado que eu também não queria sujar minha roupa, ou será que ela também estava começando a gostar? Meu contato com ela era geralmente contra a bunda dela, mas dessa vez, depois de um tempo me esfregando, meu pau ficou apertado entre as pernas dela, que era uma sensação divina! Em um momento, ela afastou um pouco as pernas e, inevitavelmente, meu pau subiu e roçou na buceta dela. Minha irmã reagiu na hora e disse que ali não. Parei e abaixei um pouco, voltando a colocar entre as pernas dela, mas de novo escapou e foi parar no começo da região genital dela. Senti a reação nervosa dela de novo, alterada ao sentir minha coisa no sexo dela. Antes que ela dissesse algo, peguei e abaixei de novo, mas com o movimento escapou e foi parar ali pela terceira vez. Agora não tirei, e ela, vendo que eu não tirava, ouvi ela dizer que ali não, mas fiz ouvidos moucos, ainda mais quando, num movimento, senti meu pau roçar na buceta dela. Foi só um segundo, mas deu pra sentir a umidade da ppk dela.
Minha irmã coloca a mão entre as pernas e por Primeira vez que pega na minha pica, só com a ponta dos dedos, e abaixa ela pra voltar a ficar entre as pernas dela, dessa vez mais apertadas. Meus movimentos não paravam e minha pica saía daquele lugar toda hora, chegando a roçar a buceta dela. Minha irmã segurou ela mais duas vezes, e na terceira deixou a mão lá, como se impedisse de ir pra buceta dela. Mas sentir o roçar dos dedos dela era igual ou mais gostoso, e já entregue ao prazer, pedi na cara dura se ela podia pegar na minha pica com a mão. Ela pensou um minuto, e aí sinto a mão dela segurando ela timidamente.
O prazer era muito maior sentindo a mão da minha irmã apertando minha pica, e aí perdi o controle, peguei ela por trás e apertei os peitos dela. Ela não falou nada, só ficou com minha pica firme na mão dela e eu me deliciando com os peitinhos macios dela já direto nas minhas mãos.
Ela não dizia nada, tentava manter a calma, enquanto o irmão dela, feito um polvo, amassava os peitos dela e se esfregava nela, até que virei ela e fui atrás dos peitos dela. Ela tentou me parar, mas já era tarde, a camisola dela levantada e minha boca num dos peitos dela.
- Para... para um pouco
- Não consigo...
- Já... chega...
- Não quero, Mari... tô com vontade de você
- Ahhhh não faz isso... que me descontrola também
- Só deixa eu beijar eles... hmm que gostoso
- Ahhhh... já... suficiente... para, por favor...
- Mmmm que delícia... só mais um pouco...
- Não... chega... por favor
- Não gosta?
- Ufff claro que sim... mas não podemos
- Mari, são só beijos...
- Mmmmm ahhhh... por favor não continua...
- Por que não...?
- Porque me excita também...
- Vamos... é sua vez de aproveitar também... relaxa...
- Não consigo
- E como você pedia pra mim... agora é sua vez Vira... relaxa... deixa eu chupar eles...
- Sei não... ahhh... tá bom... mas só isso...
- Fica tranquila, maninha... só quero chupar eles... mmmm
- Ahhh, que gostoso que é... tô gostando...
- Deixa eu te tocar aqui...?
- Não, aí embaixo não...
- Deixa...
- Não... aí não...
- Mmmm, tava com vontade de te tocar inteira...
- Ahhhh... não!... tira a mão!... não me toca aí...
- Mmmmm, você tem um corpo muito lindo, gostosa... como que eu não vou ficar de pau duro toda noite?
- Ahhhh... você me faz sentir tão bem, maninho... ahh... nunca me tocaram assim... mmmm, que gostoso...
- Que delícia que você é... deixa eu te masturbar agora...
- Não... não tá certo... se acalma... se acalma um pouco...
- Não consigo... não quero... você me deixou muito excitada
- A gente não pode fazer nada... somos irmãos
- Se eu não vou meter, mas quero que a gente se toque, vamos dar prazer um pro outro... se solta... não tem nada de errado
- Ahhha... agora entendo o que você sentia... é difícil se soltar...
- Vamos, faz isso... se solta... me fala se você não gosta disso... me fala se você não gosta que eu acaricie entre suas pernas...
- Ahhhhh... já... chega, por favor... você me deixou muito excitada... vou gozar...
- Vai... goza na mão do seu irmão...
- Não me fala isso que me deixa mais excitada!...
- Mmmm, que gostoso...
- Chupa meus peitos... chupa eles, por favor...
- Mmm... que corpo gostoso você tem, Mari...
- Ahhhhh... ahhhh... não tão rápido... vou gozar... ahhhh, para um pouco... ahhh, para... vou gozar... ohhhhhhhh, que prazer... não continua... chega... chega....
- Mmmmm
- Ahhhhhaggggggggg
- Vai, Mari... goza...
- Ahhh, é isso que eu tô fazendo! ahh... que delíciaaaa... uffff, que prazer... ahhhhgggg, tô gozando... ahhh, tô gozando... não não me solta... por favor, não me solta!!!
- Vai... vai vai... continua assim
- Ahhhhh não me solta... Assim... ahhhhhh
Minha irmã conseguiu pela primeira vez um orgasmo sufocado, mas prazeroso, ficando com a respiração muito ofegante, se revirando na cama, com minha mão enfiada entre as pernas dela e os peitos dela de fora. Foi um momento mágico, excitante, quente. A gente tinha atravessado uma barreira que eu já via chegando a qualquer hora.
Deixei ela descansar, ela se virou, me dando as costas, me dizendo o quanto me amava e eu carinhosamente continuei acariciando os peitos dela por um tempo, eu ainda sem gozar, mas preferi ficar assim, pra não sobrecarregar ela. Ela dormiu com minhas mãos nos peitos dela e as mãos dela sobre as minhas. A gente não disse nada, no outro dia, tudo foi tão normal como sempre.
No entanto, o dia inteiro fiquei esperando que chegasse a hora de deitar de novo. Tava ansioso pra tocar o corpo da minha irmã de novo, beijar aqueles peitos gostosos dela. Já tinha tudo planejado o que ia falar, o que ia fazer etc, até que finalmente chegou a hora. Eu já deitado há um tempão e minha irmã se enrolando pela casa antes de ir dormir. Por fim, ela foi, entrou no quarto com a calça de pijama e uma regata fina que deixava os peitos dela lindos. Ela deitou do meu lado, ninguém falou nada, apagou a luz e se virou pra dormir. Esperei um pouco pra ver se ela fazia alguma coisa, se me obrigava a abraçar ela, mas não fez. Então fui eu que tomei a iniciativa dessa vez.
Abracei ela por trás como de costume, comecei a brincar com meus dedos na barriga dela, com movimentos suaves e circulares, acariciando ela, encostando meu corpo no dela. Depois, lentamente, fui subindo, bem devagar, cada vez mais, até que minhas mãos quase chegavam nos peitos dela, quando a mão dela parou meu avanço. Mas isso não me parou, com meu pau já Acordei, comecei a roçar bem de leve, sentindo a bunda gostosa dela contra a minha, fazendo meu pau crescer cada vez mais. Percebia que ela tava nervosa, e toda vez que tentava soltar minhas mãos, ela impedia. Já meus movimentos genitais tavam bem mais evidentes, claramente minha irmã devia estar sentindo o pau do irmão roçando na bunda dela.
- Fica quieto, dorme
- Não quero
- Por favor, não...
- Calma...
- Melhor dormir, fica tranquilo...
- Shuuuuu calma... deixa eu te acariciar.
Consegui soltar uma das minhas mãos e coloquei na cintura dela. Com ela, empurrava o corpo dela pra trás, sentindo uma pequena resistência da parte dela. Mas continuei, cada vez mais forte, até que procurei os peitos dela de novo, encontrando o caminho livre. Comecei a roçar na minha irmãzinha, com os peitos gostosos dela nas minhas mãos, e ela já se deixando tocar. Acariciava eles suavemente, brincando com os bicos cada vez mais duros, até que busquei o pescoço dela e beijei. Aí minha irmã cometeu um erro e virou de bruços na cama, como pra evitar que eu continuasse acariciando os peitos dela. Mas aí eu montei descaradamente em cima dela e comecei a foder a bunda dela, ainda com roupa, claro, com movimentos completamente sem vergonha. Ela não dizia nada, só segurou a roupa quando tentei puxar pra baixo, mas na quarta ou quinta tentativa, deixou o irmão baixar a calça dela, deixando na altura do joelho.
Depois tentou me parar de novo quando tentei baixar a minha, quis evitar, mas não conseguiu. Aí meu pau ficou nu contra a bunda gostosa dela, me movendo pra cima e pra baixo, passando meu pau pela bunda nua e carnuda dela. Comecei a beijar o pescoço dela, respirando no ouvido, percebendo o quanto isso excitava ela, até que ela começou a... movendo devagar, fazendo com que nossos corpos se juntassem cada vez mais. Foi difícil conseguir que ela abrisse as pernas, mas assim que consegui que ela separasse um pouco, coloquei meu pau entre elas e comecei a me mover como se estivesse fodendo ela, suavemente, ela fechando as pernas de novo, deixando meu pau preso. O atrito era delicioso e eu, cada vez mais, buscava a buceta dela, até que em algumas roçadas consegui acertar, fazendo minha irmã ficar muito nervosa e tentar parar meus movimentos.
Já não dava pra negar que ela estava gostando de ser apalpada daquele jeito pelo irmão, não aguento mais e ela começou a gemer bem baixinho. Também não reclamou quando sussurrei no ouvido dela que queria ela completamente nua e comecei a tirar a parte de cima. Terminei de puxar a calça dela pra baixo e tirei a minha também. Já completamente pelados, continuamos naquela posição, aproveitando as carícias dos nossos corpos nus, até que, descendo de cima dela, virei ela.
Ficamos nos olhando de frente, nos abraçamos, sentindo os peitos dela no meu peito, nos movendo devagar, até que, pela primeira vez, nossos lábios se encontraram. Nos beijamos por uns cinco minutos no escuro do nosso quarto, sem parar o beijo, só quando ela me disse pra fechar a porta com chave. Num movimento rápido, levantei e tranquei a porta do quarto. Com apenas a luz da rua entrando pela janela, vi o corpo nu da minha irmã me esperando na cama. Entrei rapidamente e nos fundimos num beijo apaixonado, que depois desceu pro pescoço dela, enquanto minhas mãos tocavam cada parte do corpo dela. Minha irmã se deixava tocar, gemendo em silêncio, tentando não fazer muito barulho pra colega de quarto não descobrir o que estava rolando. Ela não reclamou quando chupei os Apertava os peitos com força, ainda mais quando minha mão explorava a virgindade dela, uma e outra vez, fazendo ela tremer. Aquela noite tinha que ser mágica, tinha que fazer durar bastante. Sabia bem que se continuasse acariciando ela assim, em pouco tempo ia fazer ela gozar. Me segurei um pouco e pedi pra ela me tocar. Deitado de costas, com minha irmã do meu lado, a cabeça dela no meu peito, a mão dela acariciou meu pau suavemente e depois começou a me masturbar bem devagar, como se estivesse experimentando a sensação de ter um pau na mão, bem de leve, mexendo por um bom tempo.
Pedir pra ela me beijar, mas ela não quis, era demais pra uma mulher virgem e inexperiente como ela, então não forcei. Mas quando trocamos de posição, ela de costas e eu beijando os peitos dela, comecei a descer, beijando a barriga dela, tentando ensinar os prazeres do sexo oral. Mas também não deixou, me parava e pedia pra eu subir de novo, e eu voltava ao ataque, até que meus beijos desciam de novo, até que consegui chegar no púbis dela.
Mari estava muito nervosa, não sabia como reagir com o irmão procurando a intimidade dela com beijos. Pelo que soube depois, o namorado dela só tinha pegado na bunda e nos peitos, mas tudo com roupa. Eu era o primeiro a tocar o corpo nu dela com a boca e, mais ainda, o primeiro a chegar tão perto da buceta dela. Beijei as pernas dela, beijei os pelinhos, mas ela não tirava as mãos da buceta, ficava nervosa e me fazia subir de novo e de novo. No fim, só consegui dar uns beijos perto dali, mas nada mais. Continuamos nos beijando e nos tocando por um bom tempo, nos masturbando devagar, tentando abafar nossos gemidos de prazer, até que só com carícias consegui fazer ela gozar e depois, com a mão dela, ela me masturbou até eu gozar também. Isso aconteceu mais duas vezes naquela mesma noite. Os dois ansiosos por tocar o corpo do outro
De dia, éramos os mesmos irmãos de sempre, mas à noite, assim que apagávamos a luz, nossos pijamas iam parar em qualquer canto e nossos corpos nus se encontravam debaixo dos lençóis, se tocando por todo lado até gozar.
Era coisa de toda noite, a gente se tocava até não aguentar mais, eu chupava os peitos da minha irmã por um tempão enquanto ela mexia sem parar no meu pau. Mas ela nunca deixava eu chupar ela ou ela me chupar. Sempre em silêncio, sempre escondido. A gente esperava ansioso pelo fim de semana, quando a Mariza ia viajar pra casa dos pais e deixava o apartamento só pra nós.
Continua...
Passou uma semana e, numa noite, tudo mudou. Eu já tinha começado a me esfregar nela, como quase toda noite, quando, de repente, ela abaixou um pouco a calça do pijama dela, dizendo que assim era melhor, já que não tinha pijama limpo, e que a Mariza já estava desconfiando de algo, ao ver que ela lavava o pijama com tanta frequência. Achei que estava sonhando ao ouvir e ver o que ela fez. Sentir que ela estava nua da cintura pra baixo era incrível, e me deu um tesão ainda maior.
Sem perguntar nada, depois de alguns minutos, fiz o mesmo que ela. Abaixei um pouco minha cueca e liberei meu pau da pressão. Pensei que ela fosse falar algo, mas não. Com certeza ela deve ter pensado que eu também não queria sujar minha roupa, ou será que ela também estava começando a gostar? Meu contato com ela era geralmente contra a bunda dela, mas dessa vez, depois de um tempo me esfregando, meu pau ficou apertado entre as pernas dela, que era uma sensação divina! Em um momento, ela afastou um pouco as pernas e, inevitavelmente, meu pau subiu e roçou na buceta dela. Minha irmã reagiu na hora e disse que ali não. Parei e abaixei um pouco, voltando a colocar entre as pernas dela, mas de novo escapou e foi parar no começo da região genital dela. Senti a reação nervosa dela de novo, alterada ao sentir minha coisa no sexo dela. Antes que ela dissesse algo, peguei e abaixei de novo, mas com o movimento escapou e foi parar ali pela terceira vez. Agora não tirei, e ela, vendo que eu não tirava, ouvi ela dizer que ali não, mas fiz ouvidos moucos, ainda mais quando, num movimento, senti meu pau roçar na buceta dela. Foi só um segundo, mas deu pra sentir a umidade da ppk dela.
Minha irmã coloca a mão entre as pernas e por Primeira vez que pega na minha pica, só com a ponta dos dedos, e abaixa ela pra voltar a ficar entre as pernas dela, dessa vez mais apertadas. Meus movimentos não paravam e minha pica saía daquele lugar toda hora, chegando a roçar a buceta dela. Minha irmã segurou ela mais duas vezes, e na terceira deixou a mão lá, como se impedisse de ir pra buceta dela. Mas sentir o roçar dos dedos dela era igual ou mais gostoso, e já entregue ao prazer, pedi na cara dura se ela podia pegar na minha pica com a mão. Ela pensou um minuto, e aí sinto a mão dela segurando ela timidamente.
O prazer era muito maior sentindo a mão da minha irmã apertando minha pica, e aí perdi o controle, peguei ela por trás e apertei os peitos dela. Ela não falou nada, só ficou com minha pica firme na mão dela e eu me deliciando com os peitinhos macios dela já direto nas minhas mãos.
Ela não dizia nada, tentava manter a calma, enquanto o irmão dela, feito um polvo, amassava os peitos dela e se esfregava nela, até que virei ela e fui atrás dos peitos dela. Ela tentou me parar, mas já era tarde, a camisola dela levantada e minha boca num dos peitos dela.
- Para... para um pouco
- Não consigo...
- Já... chega...
- Não quero, Mari... tô com vontade de você
- Ahhhh não faz isso... que me descontrola também
- Só deixa eu beijar eles... hmm que gostoso
- Ahhhh... já... suficiente... para, por favor...
- Mmmm que delícia... só mais um pouco...
- Não... chega... por favor
- Não gosta?
- Ufff claro que sim... mas não podemos
- Mari, são só beijos...
- Mmmmm ahhhh... por favor não continua...
- Por que não...?
- Porque me excita também...
- Vamos... é sua vez de aproveitar também... relaxa...
- Não consigo
- E como você pedia pra mim... agora é sua vez Vira... relaxa... deixa eu chupar eles...
- Sei não... ahhh... tá bom... mas só isso...
- Fica tranquila, maninha... só quero chupar eles... mmmm
- Ahhh, que gostoso que é... tô gostando...
- Deixa eu te tocar aqui...?
- Não, aí embaixo não...
- Deixa...
- Não... aí não...
- Mmmm, tava com vontade de te tocar inteira...
- Ahhhh... não!... tira a mão!... não me toca aí...
- Mmmmm, você tem um corpo muito lindo, gostosa... como que eu não vou ficar de pau duro toda noite?
- Ahhhh... você me faz sentir tão bem, maninho... ahh... nunca me tocaram assim... mmmm, que gostoso...
- Que delícia que você é... deixa eu te masturbar agora...
- Não... não tá certo... se acalma... se acalma um pouco...
- Não consigo... não quero... você me deixou muito excitada
- A gente não pode fazer nada... somos irmãos
- Se eu não vou meter, mas quero que a gente se toque, vamos dar prazer um pro outro... se solta... não tem nada de errado
- Ahhha... agora entendo o que você sentia... é difícil se soltar...
- Vamos, faz isso... se solta... me fala se você não gosta disso... me fala se você não gosta que eu acaricie entre suas pernas...
- Ahhhhh... já... chega, por favor... você me deixou muito excitada... vou gozar...
- Vai... goza na mão do seu irmão...
- Não me fala isso que me deixa mais excitada!...
- Mmmm, que gostoso...
- Chupa meus peitos... chupa eles, por favor...
- Mmm... que corpo gostoso você tem, Mari...
- Ahhhhh... ahhhh... não tão rápido... vou gozar... ahhhh, para um pouco... ahhh, para... vou gozar... ohhhhhhhh, que prazer... não continua... chega... chega....
- Mmmmm
- Ahhhhhaggggggggg
- Vai, Mari... goza...
- Ahhh, é isso que eu tô fazendo! ahh... que delíciaaaa... uffff, que prazer... ahhhhgggg, tô gozando... ahhh, tô gozando... não não me solta... por favor, não me solta!!!
- Vai... vai vai... continua assim
- Ahhhhh não me solta... Assim... ahhhhhh
Minha irmã conseguiu pela primeira vez um orgasmo sufocado, mas prazeroso, ficando com a respiração muito ofegante, se revirando na cama, com minha mão enfiada entre as pernas dela e os peitos dela de fora. Foi um momento mágico, excitante, quente. A gente tinha atravessado uma barreira que eu já via chegando a qualquer hora.
Deixei ela descansar, ela se virou, me dando as costas, me dizendo o quanto me amava e eu carinhosamente continuei acariciando os peitos dela por um tempo, eu ainda sem gozar, mas preferi ficar assim, pra não sobrecarregar ela. Ela dormiu com minhas mãos nos peitos dela e as mãos dela sobre as minhas. A gente não disse nada, no outro dia, tudo foi tão normal como sempre.
No entanto, o dia inteiro fiquei esperando que chegasse a hora de deitar de novo. Tava ansioso pra tocar o corpo da minha irmã de novo, beijar aqueles peitos gostosos dela. Já tinha tudo planejado o que ia falar, o que ia fazer etc, até que finalmente chegou a hora. Eu já deitado há um tempão e minha irmã se enrolando pela casa antes de ir dormir. Por fim, ela foi, entrou no quarto com a calça de pijama e uma regata fina que deixava os peitos dela lindos. Ela deitou do meu lado, ninguém falou nada, apagou a luz e se virou pra dormir. Esperei um pouco pra ver se ela fazia alguma coisa, se me obrigava a abraçar ela, mas não fez. Então fui eu que tomei a iniciativa dessa vez.
Abracei ela por trás como de costume, comecei a brincar com meus dedos na barriga dela, com movimentos suaves e circulares, acariciando ela, encostando meu corpo no dela. Depois, lentamente, fui subindo, bem devagar, cada vez mais, até que minhas mãos quase chegavam nos peitos dela, quando a mão dela parou meu avanço. Mas isso não me parou, com meu pau já Acordei, comecei a roçar bem de leve, sentindo a bunda gostosa dela contra a minha, fazendo meu pau crescer cada vez mais. Percebia que ela tava nervosa, e toda vez que tentava soltar minhas mãos, ela impedia. Já meus movimentos genitais tavam bem mais evidentes, claramente minha irmã devia estar sentindo o pau do irmão roçando na bunda dela.
- Fica quieto, dorme
- Não quero
- Por favor, não...
- Calma...
- Melhor dormir, fica tranquilo...
- Shuuuuu calma... deixa eu te acariciar.
Consegui soltar uma das minhas mãos e coloquei na cintura dela. Com ela, empurrava o corpo dela pra trás, sentindo uma pequena resistência da parte dela. Mas continuei, cada vez mais forte, até que procurei os peitos dela de novo, encontrando o caminho livre. Comecei a roçar na minha irmãzinha, com os peitos gostosos dela nas minhas mãos, e ela já se deixando tocar. Acariciava eles suavemente, brincando com os bicos cada vez mais duros, até que busquei o pescoço dela e beijei. Aí minha irmã cometeu um erro e virou de bruços na cama, como pra evitar que eu continuasse acariciando os peitos dela. Mas aí eu montei descaradamente em cima dela e comecei a foder a bunda dela, ainda com roupa, claro, com movimentos completamente sem vergonha. Ela não dizia nada, só segurou a roupa quando tentei puxar pra baixo, mas na quarta ou quinta tentativa, deixou o irmão baixar a calça dela, deixando na altura do joelho.
Depois tentou me parar de novo quando tentei baixar a minha, quis evitar, mas não conseguiu. Aí meu pau ficou nu contra a bunda gostosa dela, me movendo pra cima e pra baixo, passando meu pau pela bunda nua e carnuda dela. Comecei a beijar o pescoço dela, respirando no ouvido, percebendo o quanto isso excitava ela, até que ela começou a... movendo devagar, fazendo com que nossos corpos se juntassem cada vez mais. Foi difícil conseguir que ela abrisse as pernas, mas assim que consegui que ela separasse um pouco, coloquei meu pau entre elas e comecei a me mover como se estivesse fodendo ela, suavemente, ela fechando as pernas de novo, deixando meu pau preso. O atrito era delicioso e eu, cada vez mais, buscava a buceta dela, até que em algumas roçadas consegui acertar, fazendo minha irmã ficar muito nervosa e tentar parar meus movimentos.
Já não dava pra negar que ela estava gostando de ser apalpada daquele jeito pelo irmão, não aguento mais e ela começou a gemer bem baixinho. Também não reclamou quando sussurrei no ouvido dela que queria ela completamente nua e comecei a tirar a parte de cima. Terminei de puxar a calça dela pra baixo e tirei a minha também. Já completamente pelados, continuamos naquela posição, aproveitando as carícias dos nossos corpos nus, até que, descendo de cima dela, virei ela.
Ficamos nos olhando de frente, nos abraçamos, sentindo os peitos dela no meu peito, nos movendo devagar, até que, pela primeira vez, nossos lábios se encontraram. Nos beijamos por uns cinco minutos no escuro do nosso quarto, sem parar o beijo, só quando ela me disse pra fechar a porta com chave. Num movimento rápido, levantei e tranquei a porta do quarto. Com apenas a luz da rua entrando pela janela, vi o corpo nu da minha irmã me esperando na cama. Entrei rapidamente e nos fundimos num beijo apaixonado, que depois desceu pro pescoço dela, enquanto minhas mãos tocavam cada parte do corpo dela. Minha irmã se deixava tocar, gemendo em silêncio, tentando não fazer muito barulho pra colega de quarto não descobrir o que estava rolando. Ela não reclamou quando chupei os Apertava os peitos com força, ainda mais quando minha mão explorava a virgindade dela, uma e outra vez, fazendo ela tremer. Aquela noite tinha que ser mágica, tinha que fazer durar bastante. Sabia bem que se continuasse acariciando ela assim, em pouco tempo ia fazer ela gozar. Me segurei um pouco e pedi pra ela me tocar. Deitado de costas, com minha irmã do meu lado, a cabeça dela no meu peito, a mão dela acariciou meu pau suavemente e depois começou a me masturbar bem devagar, como se estivesse experimentando a sensação de ter um pau na mão, bem de leve, mexendo por um bom tempo.
Pedir pra ela me beijar, mas ela não quis, era demais pra uma mulher virgem e inexperiente como ela, então não forcei. Mas quando trocamos de posição, ela de costas e eu beijando os peitos dela, comecei a descer, beijando a barriga dela, tentando ensinar os prazeres do sexo oral. Mas também não deixou, me parava e pedia pra eu subir de novo, e eu voltava ao ataque, até que meus beijos desciam de novo, até que consegui chegar no púbis dela.
Mari estava muito nervosa, não sabia como reagir com o irmão procurando a intimidade dela com beijos. Pelo que soube depois, o namorado dela só tinha pegado na bunda e nos peitos, mas tudo com roupa. Eu era o primeiro a tocar o corpo nu dela com a boca e, mais ainda, o primeiro a chegar tão perto da buceta dela. Beijei as pernas dela, beijei os pelinhos, mas ela não tirava as mãos da buceta, ficava nervosa e me fazia subir de novo e de novo. No fim, só consegui dar uns beijos perto dali, mas nada mais. Continuamos nos beijando e nos tocando por um bom tempo, nos masturbando devagar, tentando abafar nossos gemidos de prazer, até que só com carícias consegui fazer ela gozar e depois, com a mão dela, ela me masturbou até eu gozar também. Isso aconteceu mais duas vezes naquela mesma noite. Os dois ansiosos por tocar o corpo do outro
De dia, éramos os mesmos irmãos de sempre, mas à noite, assim que apagávamos a luz, nossos pijamas iam parar em qualquer canto e nossos corpos nus se encontravam debaixo dos lençóis, se tocando por todo lado até gozar.
Era coisa de toda noite, a gente se tocava até não aguentar mais, eu chupava os peitos da minha irmã por um tempão enquanto ela mexia sem parar no meu pau. Mas ela nunca deixava eu chupar ela ou ela me chupar. Sempre em silêncio, sempre escondido. A gente esperava ansioso pelo fim de semana, quando a Mariza ia viajar pra casa dos pais e deixava o apartamento só pra nós.
Continua...
3 comentários - Dormindo com minha irmã Mari (Parte 2)