Não tenho fotos da bunda da minha mulher, mas isso é verdade, sem grupo. A bunda dessa mulher é enorme, escultural e receptiva. Ela curte sexo anal, ela não nega. E se eu tô fodendo e negligencio o cu dela durante a transa, ela vai me pedir, pelo menos, pra enfiar um dedo, um vibrador, ou direto a pica no cu. Agora, preciso deixar claro que esse relato não é sobre o quanto minha esposa é puta na intimidade. O relato é sobre a flatulência dela. O mais importante que quero destacar é que o melhor do peido da minha esposa vem do cu grande e redondo dela e dessa atividade de sexo anal que, ao dilatar o esfíncter e deixá-lo maior, mais arejado e sem cheiro, tem um sentido musical que me surpreendeu. No ritmo da bombada com a vara ou o brinquedo, ela solta com frequência, e é verdade que ela fica com vergonha porque eu anseio que possa rolar, e não dá pra sugerir isso, certas coisas saem ou não saem. Então ela faz parecer um espirro, ou como se fosse uma das minhas ideias ao ouvir o som musical. Tudo começou quando ela me perguntou por que eu gosto daquele som do cu dela. Eu disse que quando saía um peido, me permitia ver o interior da buceta molhada e suja dos fluidos quando eu tava arrebentando ela. Então, sim, ela me deixa ver, mas às vezes faz shiu com o dedo indicador, o que tá de boa, mas é mais sobre o ar. Assim, ela tem o costume de peidar perto de mim e se cagar de rir. Ela dizia "caramba, escuta todo o ar que você bombou com todo o sexo anal de ontem à noite". Depois me fala algo tipo "ah não, me sinto meio surda, quer ver o cu e ouvir o pum saindo?" Como vocês veem, ela faz parecer que foi ideia minha. Mas, claro, eu adoro ver e ouvir o estrondo de um peido furioso saindo do cu dela cheio de umidade. Ela estabeleceu desde o início ao me avisar que se sentia meio inchada e pensou "que algo tava prestes a explodir entre as nádegas dela". Então ela me sugeriu que a ajudaria a se ensaboar na banheira antes de transar. Adoro passar o sabão no corpo macio, curvilíneo e escorregadio dela. Ela entrou na banheira com a água correndo, não tinha espuma... mas de repente surgiram bolhas na água! O barulho era uma loucura, achei que o chão tremeu. Ela me perguntou se eu vi ela naquela borbulhada e quando abriu as nádegas: saiu. Fiz cara de decepcionado e disse que não, seu marrom tá tampado debaixo da água. (Ela ri pra caramba toda vez que invento nomes sujos pro cu dela.) Aí ela disse "vou colocar minhas mãos e segurar os joelhos pra você ver melhor". Me joga um jato de sabonete líquido cheiro de lavanda com espuma e na água virou de costas. Então a bunda grande molhada dela ficou no ar e bem na minha cara ela passa mais um pouco de sabão na mão, esfregou entre as nádegas carnudas. Na mesma hora, ela soltou um peido solto bem na minha cara. O sabonete de lavanda ainda serviu como desodorante de ambiente, mas o peido foi fedido o suficiente pra eu ver o cuzinho aberto causando todo tipo de bolha que dá pra esperar ver tipo as cores das florestas do filme Avatar. Minha pica tava bem dura e ela enfiou dois dedos no cu molenga marrom dela. Afundei uns 5 centímetros quando ela tirou os dedos com um vento barulhento. Com minhas bolas batendo nas nádegas na frente do reto dela e todo aquele ar voando pelas dobras anulares do cu dela... Já tinha uma vista do rabo aberto dela. Glorioso! Vou combinar com vocês que essa história tá cada vez mais longa, mas continuamos na cama depois que ela se enxaguou. Sinceramente posso dizer, medrosa como ela é, ela não curte muito o 69. Mas essa noite ela propôs fazer aquela troca pra me dar um boquete, e ela tem direito na posição dela com a cara na minha ereção de colocar a virilha barulhenta na minha cara. Assim que coloquei a boca na buceta dela, o cu dela Se abriu e um trovão enorme veio rugindo. Juro que dava pra ver a boceta do cu dela vibrando e parecia que minhas sobrancelhas iam voar! Vou ter que cortar o relato e deixar o que aconteceu depois pra imaginação de vocês... Mas vou dizer uma coisa. Naquela noite, aquele rabo besuntado de vaselina me deu uma das aventuras anais mais agitadas, mais molhadas, mais barulhentas que já tive. Pena que não tenho nem uma foto daquela bunda.
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