Na empresa, as vendas caíram e decidiram mandar vendedores visitar os clientes do interior. Eu peguei o Tucu como parceiro de viagem, um cara gente boa de 42 anos, solteiro e sem problemas. Nos mandaram pro sul pra visitar uns clientes, íamos ficar uns 15 dias fora. Minha esposa não gostou muito, mas no fim aceitou.
Nos encontramos no Aeroparque e voamos pra Comodoro, nenhum dos dois conhecia. Chegamos e fomos direto pro hotel, um vento do caralho. Fomos pro quarto e começamos as ligações pros clientes que tínhamos que visitar, dois pra tarde e outros pro dia seguinte. O Tucu me fala que queria tomar um banho e eu continuei revisando o que íamos fazer nos próximos dias. Daqui a pouco ele sai do banho, de cueca branca e um volume do cacete. Zooei ele um pouco, falei: "Parece que faz tempo que não come ninguém, hein Tucu, tá cheio de vontade". Ele se cagava de rir e me respondia: "Verdade, faz uns dias que não rola nada. Espero que nesses dias eu consiga comer alguém, senão vou te pegar, hahaha". Fomos ver os clientes, fechamos umas boas vendas e voltamos umas 21h pro hotel. "Bom, vamos tomar banho e comemorar as vendas, que acha?" "Fechou."
Passei primeiro, tomei banho e saí, aí ele entrou pra se lavar. Eu voltei pra me barbear e daqui a pouco ele termina o banho e, pelo espelho, vejo ele sair pelado. "Que pedaço que esse Tucu tem", pensei, meus olhos escapavam olhando pra ele, mas tentei disfarçar. Fomos jantar e perguntamos pro garçom onde dava pra se divertir um pouco. Ele falou que, como era baixa temporada e tinha pouca gente, só tinha um cabaré aberto, que só na sexta-feira a coisa ficava boa. Mesmo assim, pedimos pra ele dizer onde era e que daríamos uma passada. Fomos e, verdade, não rolava nada, as minas eram umas coroas velhas. Então, depois de um tempo, voltamos pro hotel. No dia seguinte, tudo igual. Assim passamos três dias bem tranquilos. À noite, eu conversava... Com a minha esposa e depois pra cama. Naquela noite, o Tucu saiu sozinho. Eu, pra ser sincero, tava muito cansado. Ele voltou umas 3 da manhã, meio bêbado e xingando, dizendo que as putinhas eram umas coroas e que queriam cobrar uma fortuna. Levantei pra ir ao banheiro e ele tava tirando a calça. Junto com a calça, a cueca desceu e o pau ficou de fora. Olhei e ri. Ele, meio doidão como tava, me perguntou: "Gostou?" Não respondi e fui pro banheiro. Ele apareceu por trás e falou de novo: "Gostou? Não me respondeu." "Não enche o saco, Tucu, cê não vê que tô meio dormindo? Vai deitar e para de encher." Vontade de falar que eu amava! Deitei. Ele foi pro banheiro e, quando saiu, um tempo depois veio e se meteu na minha cama. Eu fingi que tava dormindo e ele tava com o pau durasso, no talo. Encostou ele na minha bunda e eu continuei na minha. Começou a querer tirar minha cueca e nessa hora eu falei: "O que cê tá fazendo? É maluco?" Ele disse: "Não, tô muito tesudo. Vai, deixa eu te comer um pouquinho e não te encho mais. Ninguém vai ficar sabendo." Não falei nada e ele arrancou minha cueca. Lambeu bem minha bunda, enfiou um dedo no meu cu, pegou um tubo de gel, passou no meu cu e no pau dele, e começou a me meter bem gostoso. Adorei, mas não falava nada. Ele foi empurrando, mas não entrava. É um pau bem grosso e com a cabeça bem grande. Colocou um travesseiro embaixo pra deixar minha bunda mais levantada e passou mais gel de novo. Atacou de novo. Não entrava. A dor me matava e não entrava. Pedi pra ele enfiar o dedo pra me dilatar mais. Foi assim: primeiro um, depois dois e três dedos. Ele me comeu com os dedos. Tirou e encostou o pau de novo. Pressionou, pressionou e a cabeça entrou. Mordi a cama e pedi pra ele esperar um pouquinho pra meter. Ficou paradinho uns minutos e eu sentia aquela cabeçona lá dentro. Empurrava um pouquinho e aliviava. Era só dor. Ele tirou e eu soltei um gritinho, e meteu de novo. Assim várias vezes. Fui me acostumando. Nesse pedaço, depois de um tempo já tava metendo e parando. Levantei um pouco e fiquei de quatro. Ele enterrava tudo e tirava até a beirada da cabeçona. Não podia acreditar: 24 cm de carne dentro de mim. Ele me segurava firme pela cintura e me sacudia, pra dentro, pra fora. Me arrastou pra beira da cama, minhas pernas penduradas, e ele enfiava tudo bem fundo. Foi acelerando, mais, mais, mais. Me agarrou bem forte pela cintura e eu senti os jatos de porra quente dentro do meu intestino. Ele se jogou em cima de mim e ficou parado, com a pica bem enterrada dentro de mim. Depois de um tempo, tirou, foi pra cama dele e no dia seguinte nem uma palavra sobre o que tinha rolado na noite. Continua na segunda parte.
Nos encontramos no Aeroparque e voamos pra Comodoro, nenhum dos dois conhecia. Chegamos e fomos direto pro hotel, um vento do caralho. Fomos pro quarto e começamos as ligações pros clientes que tínhamos que visitar, dois pra tarde e outros pro dia seguinte. O Tucu me fala que queria tomar um banho e eu continuei revisando o que íamos fazer nos próximos dias. Daqui a pouco ele sai do banho, de cueca branca e um volume do cacete. Zooei ele um pouco, falei: "Parece que faz tempo que não come ninguém, hein Tucu, tá cheio de vontade". Ele se cagava de rir e me respondia: "Verdade, faz uns dias que não rola nada. Espero que nesses dias eu consiga comer alguém, senão vou te pegar, hahaha". Fomos ver os clientes, fechamos umas boas vendas e voltamos umas 21h pro hotel. "Bom, vamos tomar banho e comemorar as vendas, que acha?" "Fechou."
Passei primeiro, tomei banho e saí, aí ele entrou pra se lavar. Eu voltei pra me barbear e daqui a pouco ele termina o banho e, pelo espelho, vejo ele sair pelado. "Que pedaço que esse Tucu tem", pensei, meus olhos escapavam olhando pra ele, mas tentei disfarçar. Fomos jantar e perguntamos pro garçom onde dava pra se divertir um pouco. Ele falou que, como era baixa temporada e tinha pouca gente, só tinha um cabaré aberto, que só na sexta-feira a coisa ficava boa. Mesmo assim, pedimos pra ele dizer onde era e que daríamos uma passada. Fomos e, verdade, não rolava nada, as minas eram umas coroas velhas. Então, depois de um tempo, voltamos pro hotel. No dia seguinte, tudo igual. Assim passamos três dias bem tranquilos. À noite, eu conversava... Com a minha esposa e depois pra cama. Naquela noite, o Tucu saiu sozinho. Eu, pra ser sincero, tava muito cansado. Ele voltou umas 3 da manhã, meio bêbado e xingando, dizendo que as putinhas eram umas coroas e que queriam cobrar uma fortuna. Levantei pra ir ao banheiro e ele tava tirando a calça. Junto com a calça, a cueca desceu e o pau ficou de fora. Olhei e ri. Ele, meio doidão como tava, me perguntou: "Gostou?" Não respondi e fui pro banheiro. Ele apareceu por trás e falou de novo: "Gostou? Não me respondeu." "Não enche o saco, Tucu, cê não vê que tô meio dormindo? Vai deitar e para de encher." Vontade de falar que eu amava! Deitei. Ele foi pro banheiro e, quando saiu, um tempo depois veio e se meteu na minha cama. Eu fingi que tava dormindo e ele tava com o pau durasso, no talo. Encostou ele na minha bunda e eu continuei na minha. Começou a querer tirar minha cueca e nessa hora eu falei: "O que cê tá fazendo? É maluco?" Ele disse: "Não, tô muito tesudo. Vai, deixa eu te comer um pouquinho e não te encho mais. Ninguém vai ficar sabendo." Não falei nada e ele arrancou minha cueca. Lambeu bem minha bunda, enfiou um dedo no meu cu, pegou um tubo de gel, passou no meu cu e no pau dele, e começou a me meter bem gostoso. Adorei, mas não falava nada. Ele foi empurrando, mas não entrava. É um pau bem grosso e com a cabeça bem grande. Colocou um travesseiro embaixo pra deixar minha bunda mais levantada e passou mais gel de novo. Atacou de novo. Não entrava. A dor me matava e não entrava. Pedi pra ele enfiar o dedo pra me dilatar mais. Foi assim: primeiro um, depois dois e três dedos. Ele me comeu com os dedos. Tirou e encostou o pau de novo. Pressionou, pressionou e a cabeça entrou. Mordi a cama e pedi pra ele esperar um pouquinho pra meter. Ficou paradinho uns minutos e eu sentia aquela cabeçona lá dentro. Empurrava um pouquinho e aliviava. Era só dor. Ele tirou e eu soltei um gritinho, e meteu de novo. Assim várias vezes. Fui me acostumando. Nesse pedaço, depois de um tempo já tava metendo e parando. Levantei um pouco e fiquei de quatro. Ele enterrava tudo e tirava até a beirada da cabeçona. Não podia acreditar: 24 cm de carne dentro de mim. Ele me segurava firme pela cintura e me sacudia, pra dentro, pra fora. Me arrastou pra beira da cama, minhas pernas penduradas, e ele enfiava tudo bem fundo. Foi acelerando, mais, mais, mais. Me agarrou bem forte pela cintura e eu senti os jatos de porra quente dentro do meu intestino. Ele se jogou em cima de mim e ficou parado, com a pica bem enterrada dentro de mim. Depois de um tempo, tirou, foi pra cama dele e no dia seguinte nem uma palavra sobre o que tinha rolado na noite. Continua na segunda parte.
2 comentários - Agora meu colega de trabalho me come.