Que alegria estar de volta. Mas se esse post não chegar a 500 pontos, espero que comprem o livro pra saber como continua (faltam vinte capítulos). Um abraço a todos os amigos.
Capítulo I
Eu, Juan, pela Graça de Deus, príncipe e servo de Sua Igreja. Tendo alcançado o ápice da minha existência terrena e com o único propósito de libertar minha alma dos pesados pecados que a afligem. Desejando salvar do calvário tantos irmãos que, como eu, podem sucumbir à fraqueza. Ofereço este testemunho de vida; pedindo a vocês, meus irmãos, sua misericórdia e orações no momento em que minha alma partir.
Sendo quase um menino de onze anos, acreditei ter recebido o chamado de Nosso Senhor; na minha vocação Sacerdotal e missionária. Com o incentivo dos meus mestres e a feliz permissão da minha mãe, uma mulher devota que dedicava sua vida de pobreza ao serviço da Igreja e dos necessitados; ingressei no aspirantado sacerdotal. Durante cinco anos convivi com outros jovens como eu, fugidos da pobreza, com famílias devotas, que viam no sacerdócio uma espécie de promoção social.
Meu diploma do ensino médio e minha nova condição de noviço me deram muitas vantagens. Soube apreciar as viagens a todas as casas da congregação, promocionais se quiserem, a fim de inspirar jovens e crianças a abraçar o sacerdócio; a respeitabilidade que um colarinho clerical me dava no meio de massas devotas; uma educação cada vez mais afiada que me dava acesso às consciências e aos sentimentos das pessoas.
Tudo isso foi valorizado. Embora eu estivesse sempre insatisfeito. Algo no meu íntimo me impulsionava a aprofundar e espremer essas vantagens em meu próprio benefício. Eu era aquela sanguessuga silenciosa que sugava sem se fazer notar. Tirava proveito do suco vital de tudo que me cercava. Era um homem protegido e mimado; vivia numa sociedade que respeitava as renúncias mas não ousava praticá-las, e me recolhia a uma outra sociedade de eunucos sagrados que acolhia homens e mulheres sem sexo, mas que no fundo cuspiam nas próprias afirmações.
Descobri isso durante meus estudos de teologia; quando o padre Francisco me encaminhou para o "túnel". Vai, meu filho, e presta teu serviço espiritual; que tua mão direita não saiba o que faz a esquerda! E diante desse sagrado mandamento, me encaminhei, pela primeira vez, até chegar a uma sala enorme. Uma mesa recém-servida, uma cama e um altar divino se distribuíam no espaço. Um cálice transbordante, um cibório com hóstias e vários apetrechos de culto completavam o quadro. O mais surpreendente era a jovem noviça que rezava devotamente diante do altar.
Fiquei alguns instantes na moldura da porta, em respeitoso silêncio da oração que se elevava ao altíssimo.
Na minha mente, giravam mártires e santos que sacrificaram suas vidas por nossa santa fé, mas a noviça virou a cabeça, me olhou e disse:
-Meu pai espera perene sacrifício, que meu corpo seja a sua vontade!!!!!
Eu não entendi, seu olhar não tinha nada de devoto.
E o que se supõe que eu faça, minha filha?
O que você dispuser, padrecito!!
A dúvida seguiu a ação. A noviça se despiu do hábito, deixando exposto seu corpo totalmente nu. Verdadeiramente fiquei pasmo com a brancura de sua pele, suas ancas redondas, o broto de seus seios que me pareciam coroados por morangos milf. Mais abaixo, uma fina fenda rosada brilhava como pêssego maduro, numa deliciosa antecipação dos prazeres que haveriam de reclamá-la.
A noviça se encaminhou até mim e, prostrada de joelhos, ergueu seu olhar suplicante e pesaroso.
-Amatíssimo pai, a Madre Superiora já me instruiu em meus deveres, aos quais me entrego sem a menor dúvida ou objeção.
-Qual é seu nome, minha filha?
-Sou a noviça Clara, padrecito!
A perversão se prestava a esse jogo sacrílego, só se lia uma sensualidade desenfreada nesse rosto angelical.
E ato contínuo, começou a me despir de minhas vestes sem que eu me opusesse no mínimo.
Clara deixou escapar uma Exclamação de surpresa quando o prisioneiro oculto saltou como uma mola e apontou ameaçadoramente direto para a boca dela.
—Querido padrinho, não me avisaram que eu veria um monstro. O padre Francisco e os dois noviços anteriores devem ter só a metade disso!!
—Você não tem nada a temer, só precisa cumprir seu sagrado dever!
Apesar dos protestos, Clara não escondia sua expressão de luxúria.
E sem mais, o pau seguiu em direção à boca dela, abrindo caminho entre seus lábios abertos. Clara ofegava, soltava ruídos abafados cada vez que tentava respirar. Meu prazer era piedoso, sentia a língua dela brincar com a glande e o buraco da uretra, os lábios apertando a coroa enquanto uns dedos finos e brancos esfregavam o tronco grosso.
Minhas pernas tremiam ao sentir os espasmos que anunciavam o prazer. Bastou um olhar para o rosto dela todo vermelho pra saber que ela também estava gostando.
Foram só alguns segundos até meu pau começar a jorrar gozo na garganta dela. Num impulso brutal, sem consciência, peguei a cabeça dela com as mãos e empurrei, penetrando a boca dela, enquanto a besta continuava soltando seu precioso leite.
Clara engasgou quando se soltou, mas as mãos dela, solícitas, pegavam todo o gozo derramado no rosto e levavam à boca. Lambeu cada resto de porra espalhado com uma devoção de dar gosto.
—Amado padrinho, prazer divino o senhor me proporcionou. O senhor também sentiu?
Agitado demais pra responder, me limitei a levantá-la e beijá-la apaixonadamente, enquanto minhas mãos apertavam os peitos deliciosos dela.
Clara mostrava que precisava de um pouco de prazer pra ela, e as carícias dela no membro começaram a dar resultado. A vara se esticou até alcançar uma ereção gloriosa; o pau ameaçava o céu e se dobrava sobre a barriga.
Suavemente, empurrei Clara para a cama, até acomodá-la nela. Com movimentos apressados, me livrei do resto das roupas e, sem mais, apoiei a glande entre os... lábios da buceta molhada.
Diante do contato mágico de carnes e fluidos, o corpo inteiro dela tremeu, se antecipando aos prazeres do coito; foi indescritível a sensação de sentir meu pau preso entre as dobras apertadas da buceta dela; era um deleite doentio ver os olhos dela arregalados e uma música celestial ouvir os gemidos ofegantes dela. Tudo conspirava para que eu curtisse os prazeres mais seletos sem me preocupar com nada.
- filha da putaaa, termina logo e tira!!!
Clara tinha esquecido todo o recato e a linguagem floreada que as freiras usavam com os padres; as pernas dela se debatiam contra o colchão enquanto tentava me acertar, sem sucesso, com os punhos fechados no meu peito.
De propósito, eu atrasava minha gozada, movendo bem devagar, enquanto minha boca ansiosa devorava toda a carne que aparecia no caminho.
Chegou uma hora que comecei a sentir uma umidade considerável na buceta quente; o rosto da minha adorável companheira ficava avermelhado e a respiração dela ficava mais ofegante. O prazer tinha tomado conta dela e a natureza safada dela exigia o que era seu.
- Sim, sim, sim, não para de se mexer, me dá tudo, arrebenta comigo!
Meus movimentos aceleraram até o frenesi, com uma fúria lasciva beirando a loucura; Clara se contorcia e gemia a cada estocada; na incoerência dela, me xingava, me arranhava, me declarava amor.
Mas tudo tem um fim, mesmo que prazeroso, e torrentes de porra escaparam ardentemente do meu pau. E foram recebidas com muito deleite. Na perfeição do gozo, Clara explodiu num orgasmo histriônico de riso e choro misturados.
Veio uma pausa razoável em que Clara se abraçou, chorando e agradecendo; quando conseguimos nos levantar, aproveitamos as dádivas da mesa com muitas doses de bom vinho. O calor da bebida com a conversa de putaria, somado ao fato de estarmos completamente pelados, serviu pra reavivar o desejo.
A um simples convite Clara foi até a cama; sem pensar duas vezes, me deitei de costas e ela se posicionou montada em mim, enfiando até o fundo do seu ser.
Foi uma noite inteira dedicada ao prazer e à luxúria. Nada do corpo dela ficou sem ser explorado, nem cavidade alguma ficou sem ser preenchida com fluido apaixonado. Uma e outra vez, a insanidade tomou conta das nossas consciências até nos levar ao paroxismo.
Rezamos juntos em agradecimento diante do altar e nos despedimos com beijos e promessas mútuas. A verdade é que meu corpo estava cheio de satisfação e eu não me importava com mais nada.
Capítulo II
Silenciosamente, desfiz o caminho do túnel e me enfiei no meu quarto. Grande foi minha surpresa ao encontrar o Reverendo padre Francisco sentado na minha cadeira de escritório, me esperando.
— Bem-vindo, meu filho!
— Mas, mas!
Só conseguia balbuciar timidamente diante da presença autoritária do meu mestre de noviços. Será que ele sabia da magnitude do meu pecado?
— Não temas, é hora de te introduzir nos segredos da nossa ordem e te instruir para que também tu cumpras os deveres que te cabem.
— Como bem sabes, nosso Santo Fundador instituiu nossa ordem com o único propósito de cuidar da juventude pobre e abandonada. Pois bem, cedo antes que tarde, ele compreendeu os riscos de entregar crianças a uma sociedade de homens celibatários e com necessidades mais que evidentes. Ele mesmo era um homem de santas intenções, mas também de fortes apetites sexuais, e por isso decidiu criar a ordem de freiras irmãs com o objetivo explícito de cuidar das meninas, mas com o secretíssimo fim de cuidar da saúde dos nossos bons padres e irmãs.
Antigamente, meu filho, esse segredo era revelado aos irmãos e irmãs já ordenados. Mais tarde, diante das deserções de noviços e noviças com um pé nos votos perpétuos, os conselhos inspetoriais de ambas as ordens decidiram introduzir na prática todos os noviços de terceiro ano.
— Mas então... tudo isso é permitido???
- Claro, meu filho, nosso Pai celestial nos fez homens e mulheres para o prazer mútuo. Existem pecados extremamente repugnantes e maiores, como a homossexualidade, o lesbianismo e a pedofilia, que atentam contra a saúde da nossa ordem e do ministério. Deus perdoa seus filhos por preservarem sua saúde como adultos e livres.
- Então posso desfrutar desses prazeres sem medo de punição?
- Claro, sempre obedecendo às regras e normas estabelecidas. Você deverá esperar que seu superior, neste caso eu, lhe indique que é hora de fazê-lo. A madre superiora da congregação irmã aplica as mesmas regras e, em todo caso, decidimos quem é mais conveniente relacionar; por ser sua primeira vez, te isento de apresentar seu relatório, mas sempre que eu te convocar, você deverá dar detalhes minuciosos do seu encontro. Seu corpo e alma estarão sujeitos a um sagrado voto de silêncio sobre este assunto e sua obediência deverá ser estrita.
- Assim farei, padre.
E dito isso, o padre Francisco se retirou silenciosamente, me dando sua bênção. Deixando-me assim, sozinho com meus pensamentos.
Capítulo III
Várias semanas se passaram desde o curioso incidente da minha iniciação na cópula sagrada. Durante esse tempo, pude descobrir, pelos meus irmãos, inúmeros segredos. O famoso túnel ligava ambas as casas religiosas; a grande sala ficava embaixo da praça interna. Cada prédio tinha seu próprio acesso e chave.
- Então, se você está pensando em dar uma passadinha à noite para aliviar uma freirinha, esquece! Disse um colega que já tinha tentado.
As chaves dos acessos estavam nas mãos do Padre Francisco e da Madre superiora. Eles decidiam quando e com quem. E pelo que deduzi, sabiam cada detalhe íntimo dos encontros. Era interessante, mas por precaução, evitavam que dois religiosos se encontrassem com frequência; uma maneira de impedir namoros inconvenientes, ciúmes ou invejas.
Todos os sacerdotes E os noviços seguiam seu caminho, cada um na sua vez. Até os mais velhos faziam aquilo com um entusiasmo juvenil.
Pacientemente, esperei minha vez. E foi imensa minha alegria quando, na noite de Natal, o Padre Francisco me ordenou que prestasse meu serviço. Caminhei resoluto, na certeza de que um manjar seleto me aguardava.
Grande foi minha surpresa ao encontrar a madre superiora, acompanhada de outras duas freiras.
— Madre superiora! O que está acontecendo?
— Nada que deva te preocupar, meu filho. Permita-me apresentar-te as irmãs Assunta e Ester. E acho que devo te explicar direito.
— Na casa das irmãs, somos quatro freiras para cada padre. É bem difícil dar conta de satisfazer todas as irmãs. Levando isso em conta, e os comentários da irmã Clara, não tenho dúvidas de que serás capaz de apagar o fogo que nos consome.
Dito isso, as freiras inclinaram a cabeça numa breve oração e deixaram cair seus hábitos. As três mulheres tinham entre quarenta e cinquenta anos. Completamente nuas, exceto pelas toucas, exibiam corpos magros; aqueles corpos que se conseguem com a prática constante do trabalho e do ascetismo.
Mas nada tinham de ascetas aquelas mulheres lascivas. Como verdadeiras hetairas, aproximaram-se felinamente. Meu corpo foi alvo de um apalpamento obsceno, enquanto, aos poucos, me despiam.
— Você é um deus pagão da antiguidade! — admirou-se a madre superiora enquanto me arrastava para o leito.
— É hora de brindar, irmãs!
E do nada apareceu uma garrafa de vinho. Ela jogava jorros sobre meu corpo nu. Assunta e Ester lambiam o precioso líquido direto da pele. Esse proceder lascivo me causava cócegas, mas, mais ainda, uma excitação urgente.
A brincadeira subiu de intensidade quando a freira encostou o bico da garrafa no prepúcio:
— Não percam nem uma gota, irmãzinhas!!!
E ambas as freiras realizaram sua tarefa com tanta fruição, que me causaram um orgasmo agônico. As duas lambiam escroto, tronco e testículos, o vinho abundante. misturado com sêmen. Meu corpo se contorcia como um lagarto.
Entre meus gritos de prazerosa angústia, a madre superiora empurrou suas companheiras de jogo. Pegando o pênis ainda ereto, empalou-se nele até o próprio útero. Com movimentos ondulantes de seus quadris, contrações voluntárias de sua buceta e um fluido ardente; milagrosamente impediu que a vara ficasse mole.
-É sua vez, Assunta! - disse a superiora soltando a estaca. E prontamente a aludida ocupou seu lugar. As tetas enormes de Assunta balançavam, enquanto ela soltava risadinhas histéricas e virava a cabeça de um lado para o outro.
-ARRRGHHHH! é verdade o que Clara dizia!!!! sinto até no estômago!!!!
Ester não queria ficar de fora do prazer que contemplava. Decididamente colocou sua buceta na altura da minha boca. Dizer que chupei é uma descrição pobre. Literalmente minha boca virou uma ventosa; ameaçando arrancar as partes mais sensíveis.
Minhas mãos foram até seus peitos. Eram quase inexistentes. No entanto, tinham uns bicos enormes. Ao apertar esses bicos, a freira já não conseguiu segurar os gritos. A boca a estava matando e seus mamilos apertados só fizeram explodir seu prazer desesperado.
Assunta e Ester se abraçavam. Se beijavam. A madre superiora colaborava com o jogo excitante acariciando meus testículos. De vez em quando, enfiava dois dedos no cu de Assunta.
Sem conseguir me segurar por mais tempo, o pênis explodiu. Com desespero, redobrei meu trabalho bucal na buceta de Ester. Ambas as freiras caíram desfalecidas.
Só a madre superiora intensificou a ação. Era uma bebedora compulsiva de sêmen. Vendo a fonte que jorrava da buceta de Assunta, atirou-se sobre ela para devorá-la. Pobre Assunta. Com um grito de desmaio anunciou que suas defesas tinham cedido mais uma vez.
Só a Superiora e seu servo permaneciam incólumes. E depois de um jogo prévio de beijos e carícias, a ânfora sagrada da superiora recebeu seu Tributo em toda a extensão.
Elas eram três mulheres experientes e gostosas. Mas o vigor da juventude era meu. Estar na companhia de mulheres tão santas e espirituais despertava desejos incontroláveis. Uma e outra vez, o instrumento rijo cumpriu sua tarefa. Numa bagunça amorfa de corpos, o prazer foi infinito.
Mas, apesar dos meus pedidos e súplicas, só a madre superiora aceitou se submeter e permitir que meu instrumento rijo penetrasse no escuro nicho do templo de Sodoma.
Não houve ceia de Natal. Exaustos, saciados e derrotados, cada um buscou abrigo em seus leitos frios. Só lembro que dormi com um sorrisão no rosto.
Capítulo I
Eu, Juan, pela Graça de Deus, príncipe e servo de Sua Igreja. Tendo alcançado o ápice da minha existência terrena e com o único propósito de libertar minha alma dos pesados pecados que a afligem. Desejando salvar do calvário tantos irmãos que, como eu, podem sucumbir à fraqueza. Ofereço este testemunho de vida; pedindo a vocês, meus irmãos, sua misericórdia e orações no momento em que minha alma partir.
Sendo quase um menino de onze anos, acreditei ter recebido o chamado de Nosso Senhor; na minha vocação Sacerdotal e missionária. Com o incentivo dos meus mestres e a feliz permissão da minha mãe, uma mulher devota que dedicava sua vida de pobreza ao serviço da Igreja e dos necessitados; ingressei no aspirantado sacerdotal. Durante cinco anos convivi com outros jovens como eu, fugidos da pobreza, com famílias devotas, que viam no sacerdócio uma espécie de promoção social.
Meu diploma do ensino médio e minha nova condição de noviço me deram muitas vantagens. Soube apreciar as viagens a todas as casas da congregação, promocionais se quiserem, a fim de inspirar jovens e crianças a abraçar o sacerdócio; a respeitabilidade que um colarinho clerical me dava no meio de massas devotas; uma educação cada vez mais afiada que me dava acesso às consciências e aos sentimentos das pessoas.
Tudo isso foi valorizado. Embora eu estivesse sempre insatisfeito. Algo no meu íntimo me impulsionava a aprofundar e espremer essas vantagens em meu próprio benefício. Eu era aquela sanguessuga silenciosa que sugava sem se fazer notar. Tirava proveito do suco vital de tudo que me cercava. Era um homem protegido e mimado; vivia numa sociedade que respeitava as renúncias mas não ousava praticá-las, e me recolhia a uma outra sociedade de eunucos sagrados que acolhia homens e mulheres sem sexo, mas que no fundo cuspiam nas próprias afirmações.
Descobri isso durante meus estudos de teologia; quando o padre Francisco me encaminhou para o "túnel". Vai, meu filho, e presta teu serviço espiritual; que tua mão direita não saiba o que faz a esquerda! E diante desse sagrado mandamento, me encaminhei, pela primeira vez, até chegar a uma sala enorme. Uma mesa recém-servida, uma cama e um altar divino se distribuíam no espaço. Um cálice transbordante, um cibório com hóstias e vários apetrechos de culto completavam o quadro. O mais surpreendente era a jovem noviça que rezava devotamente diante do altar.
Fiquei alguns instantes na moldura da porta, em respeitoso silêncio da oração que se elevava ao altíssimo.
Na minha mente, giravam mártires e santos que sacrificaram suas vidas por nossa santa fé, mas a noviça virou a cabeça, me olhou e disse:
-Meu pai espera perene sacrifício, que meu corpo seja a sua vontade!!!!!
Eu não entendi, seu olhar não tinha nada de devoto.
E o que se supõe que eu faça, minha filha?
O que você dispuser, padrecito!!
A dúvida seguiu a ação. A noviça se despiu do hábito, deixando exposto seu corpo totalmente nu. Verdadeiramente fiquei pasmo com a brancura de sua pele, suas ancas redondas, o broto de seus seios que me pareciam coroados por morangos milf. Mais abaixo, uma fina fenda rosada brilhava como pêssego maduro, numa deliciosa antecipação dos prazeres que haveriam de reclamá-la.
A noviça se encaminhou até mim e, prostrada de joelhos, ergueu seu olhar suplicante e pesaroso.
-Amatíssimo pai, a Madre Superiora já me instruiu em meus deveres, aos quais me entrego sem a menor dúvida ou objeção.
-Qual é seu nome, minha filha?
-Sou a noviça Clara, padrecito!
A perversão se prestava a esse jogo sacrílego, só se lia uma sensualidade desenfreada nesse rosto angelical.
E ato contínuo, começou a me despir de minhas vestes sem que eu me opusesse no mínimo.
Clara deixou escapar uma Exclamação de surpresa quando o prisioneiro oculto saltou como uma mola e apontou ameaçadoramente direto para a boca dela.
—Querido padrinho, não me avisaram que eu veria um monstro. O padre Francisco e os dois noviços anteriores devem ter só a metade disso!!
—Você não tem nada a temer, só precisa cumprir seu sagrado dever!
Apesar dos protestos, Clara não escondia sua expressão de luxúria.
E sem mais, o pau seguiu em direção à boca dela, abrindo caminho entre seus lábios abertos. Clara ofegava, soltava ruídos abafados cada vez que tentava respirar. Meu prazer era piedoso, sentia a língua dela brincar com a glande e o buraco da uretra, os lábios apertando a coroa enquanto uns dedos finos e brancos esfregavam o tronco grosso.
Minhas pernas tremiam ao sentir os espasmos que anunciavam o prazer. Bastou um olhar para o rosto dela todo vermelho pra saber que ela também estava gostando.
Foram só alguns segundos até meu pau começar a jorrar gozo na garganta dela. Num impulso brutal, sem consciência, peguei a cabeça dela com as mãos e empurrei, penetrando a boca dela, enquanto a besta continuava soltando seu precioso leite.
Clara engasgou quando se soltou, mas as mãos dela, solícitas, pegavam todo o gozo derramado no rosto e levavam à boca. Lambeu cada resto de porra espalhado com uma devoção de dar gosto.
—Amado padrinho, prazer divino o senhor me proporcionou. O senhor também sentiu?
Agitado demais pra responder, me limitei a levantá-la e beijá-la apaixonadamente, enquanto minhas mãos apertavam os peitos deliciosos dela.
Clara mostrava que precisava de um pouco de prazer pra ela, e as carícias dela no membro começaram a dar resultado. A vara se esticou até alcançar uma ereção gloriosa; o pau ameaçava o céu e se dobrava sobre a barriga.
Suavemente, empurrei Clara para a cama, até acomodá-la nela. Com movimentos apressados, me livrei do resto das roupas e, sem mais, apoiei a glande entre os... lábios da buceta molhada.
Diante do contato mágico de carnes e fluidos, o corpo inteiro dela tremeu, se antecipando aos prazeres do coito; foi indescritível a sensação de sentir meu pau preso entre as dobras apertadas da buceta dela; era um deleite doentio ver os olhos dela arregalados e uma música celestial ouvir os gemidos ofegantes dela. Tudo conspirava para que eu curtisse os prazeres mais seletos sem me preocupar com nada.
- filha da putaaa, termina logo e tira!!!
Clara tinha esquecido todo o recato e a linguagem floreada que as freiras usavam com os padres; as pernas dela se debatiam contra o colchão enquanto tentava me acertar, sem sucesso, com os punhos fechados no meu peito.
De propósito, eu atrasava minha gozada, movendo bem devagar, enquanto minha boca ansiosa devorava toda a carne que aparecia no caminho.
Chegou uma hora que comecei a sentir uma umidade considerável na buceta quente; o rosto da minha adorável companheira ficava avermelhado e a respiração dela ficava mais ofegante. O prazer tinha tomado conta dela e a natureza safada dela exigia o que era seu.
- Sim, sim, sim, não para de se mexer, me dá tudo, arrebenta comigo!
Meus movimentos aceleraram até o frenesi, com uma fúria lasciva beirando a loucura; Clara se contorcia e gemia a cada estocada; na incoerência dela, me xingava, me arranhava, me declarava amor.
Mas tudo tem um fim, mesmo que prazeroso, e torrentes de porra escaparam ardentemente do meu pau. E foram recebidas com muito deleite. Na perfeição do gozo, Clara explodiu num orgasmo histriônico de riso e choro misturados.
Veio uma pausa razoável em que Clara se abraçou, chorando e agradecendo; quando conseguimos nos levantar, aproveitamos as dádivas da mesa com muitas doses de bom vinho. O calor da bebida com a conversa de putaria, somado ao fato de estarmos completamente pelados, serviu pra reavivar o desejo.
A um simples convite Clara foi até a cama; sem pensar duas vezes, me deitei de costas e ela se posicionou montada em mim, enfiando até o fundo do seu ser.
Foi uma noite inteira dedicada ao prazer e à luxúria. Nada do corpo dela ficou sem ser explorado, nem cavidade alguma ficou sem ser preenchida com fluido apaixonado. Uma e outra vez, a insanidade tomou conta das nossas consciências até nos levar ao paroxismo.
Rezamos juntos em agradecimento diante do altar e nos despedimos com beijos e promessas mútuas. A verdade é que meu corpo estava cheio de satisfação e eu não me importava com mais nada.
Capítulo II
Silenciosamente, desfiz o caminho do túnel e me enfiei no meu quarto. Grande foi minha surpresa ao encontrar o Reverendo padre Francisco sentado na minha cadeira de escritório, me esperando.
— Bem-vindo, meu filho!
— Mas, mas!
Só conseguia balbuciar timidamente diante da presença autoritária do meu mestre de noviços. Será que ele sabia da magnitude do meu pecado?
— Não temas, é hora de te introduzir nos segredos da nossa ordem e te instruir para que também tu cumpras os deveres que te cabem.
— Como bem sabes, nosso Santo Fundador instituiu nossa ordem com o único propósito de cuidar da juventude pobre e abandonada. Pois bem, cedo antes que tarde, ele compreendeu os riscos de entregar crianças a uma sociedade de homens celibatários e com necessidades mais que evidentes. Ele mesmo era um homem de santas intenções, mas também de fortes apetites sexuais, e por isso decidiu criar a ordem de freiras irmãs com o objetivo explícito de cuidar das meninas, mas com o secretíssimo fim de cuidar da saúde dos nossos bons padres e irmãs.
Antigamente, meu filho, esse segredo era revelado aos irmãos e irmãs já ordenados. Mais tarde, diante das deserções de noviços e noviças com um pé nos votos perpétuos, os conselhos inspetoriais de ambas as ordens decidiram introduzir na prática todos os noviços de terceiro ano.
— Mas então... tudo isso é permitido???
- Claro, meu filho, nosso Pai celestial nos fez homens e mulheres para o prazer mútuo. Existem pecados extremamente repugnantes e maiores, como a homossexualidade, o lesbianismo e a pedofilia, que atentam contra a saúde da nossa ordem e do ministério. Deus perdoa seus filhos por preservarem sua saúde como adultos e livres.
- Então posso desfrutar desses prazeres sem medo de punição?
- Claro, sempre obedecendo às regras e normas estabelecidas. Você deverá esperar que seu superior, neste caso eu, lhe indique que é hora de fazê-lo. A madre superiora da congregação irmã aplica as mesmas regras e, em todo caso, decidimos quem é mais conveniente relacionar; por ser sua primeira vez, te isento de apresentar seu relatório, mas sempre que eu te convocar, você deverá dar detalhes minuciosos do seu encontro. Seu corpo e alma estarão sujeitos a um sagrado voto de silêncio sobre este assunto e sua obediência deverá ser estrita.
- Assim farei, padre.
E dito isso, o padre Francisco se retirou silenciosamente, me dando sua bênção. Deixando-me assim, sozinho com meus pensamentos.
Capítulo III
Várias semanas se passaram desde o curioso incidente da minha iniciação na cópula sagrada. Durante esse tempo, pude descobrir, pelos meus irmãos, inúmeros segredos. O famoso túnel ligava ambas as casas religiosas; a grande sala ficava embaixo da praça interna. Cada prédio tinha seu próprio acesso e chave.
- Então, se você está pensando em dar uma passadinha à noite para aliviar uma freirinha, esquece! Disse um colega que já tinha tentado.
As chaves dos acessos estavam nas mãos do Padre Francisco e da Madre superiora. Eles decidiam quando e com quem. E pelo que deduzi, sabiam cada detalhe íntimo dos encontros. Era interessante, mas por precaução, evitavam que dois religiosos se encontrassem com frequência; uma maneira de impedir namoros inconvenientes, ciúmes ou invejas.
Todos os sacerdotes E os noviços seguiam seu caminho, cada um na sua vez. Até os mais velhos faziam aquilo com um entusiasmo juvenil.
Pacientemente, esperei minha vez. E foi imensa minha alegria quando, na noite de Natal, o Padre Francisco me ordenou que prestasse meu serviço. Caminhei resoluto, na certeza de que um manjar seleto me aguardava.
Grande foi minha surpresa ao encontrar a madre superiora, acompanhada de outras duas freiras.
— Madre superiora! O que está acontecendo?
— Nada que deva te preocupar, meu filho. Permita-me apresentar-te as irmãs Assunta e Ester. E acho que devo te explicar direito.
— Na casa das irmãs, somos quatro freiras para cada padre. É bem difícil dar conta de satisfazer todas as irmãs. Levando isso em conta, e os comentários da irmã Clara, não tenho dúvidas de que serás capaz de apagar o fogo que nos consome.
Dito isso, as freiras inclinaram a cabeça numa breve oração e deixaram cair seus hábitos. As três mulheres tinham entre quarenta e cinquenta anos. Completamente nuas, exceto pelas toucas, exibiam corpos magros; aqueles corpos que se conseguem com a prática constante do trabalho e do ascetismo.
Mas nada tinham de ascetas aquelas mulheres lascivas. Como verdadeiras hetairas, aproximaram-se felinamente. Meu corpo foi alvo de um apalpamento obsceno, enquanto, aos poucos, me despiam.
— Você é um deus pagão da antiguidade! — admirou-se a madre superiora enquanto me arrastava para o leito.
— É hora de brindar, irmãs!
E do nada apareceu uma garrafa de vinho. Ela jogava jorros sobre meu corpo nu. Assunta e Ester lambiam o precioso líquido direto da pele. Esse proceder lascivo me causava cócegas, mas, mais ainda, uma excitação urgente.
A brincadeira subiu de intensidade quando a freira encostou o bico da garrafa no prepúcio:
— Não percam nem uma gota, irmãzinhas!!!
E ambas as freiras realizaram sua tarefa com tanta fruição, que me causaram um orgasmo agônico. As duas lambiam escroto, tronco e testículos, o vinho abundante. misturado com sêmen. Meu corpo se contorcia como um lagarto.
Entre meus gritos de prazerosa angústia, a madre superiora empurrou suas companheiras de jogo. Pegando o pênis ainda ereto, empalou-se nele até o próprio útero. Com movimentos ondulantes de seus quadris, contrações voluntárias de sua buceta e um fluido ardente; milagrosamente impediu que a vara ficasse mole.
-É sua vez, Assunta! - disse a superiora soltando a estaca. E prontamente a aludida ocupou seu lugar. As tetas enormes de Assunta balançavam, enquanto ela soltava risadinhas histéricas e virava a cabeça de um lado para o outro.
-ARRRGHHHH! é verdade o que Clara dizia!!!! sinto até no estômago!!!!
Ester não queria ficar de fora do prazer que contemplava. Decididamente colocou sua buceta na altura da minha boca. Dizer que chupei é uma descrição pobre. Literalmente minha boca virou uma ventosa; ameaçando arrancar as partes mais sensíveis.
Minhas mãos foram até seus peitos. Eram quase inexistentes. No entanto, tinham uns bicos enormes. Ao apertar esses bicos, a freira já não conseguiu segurar os gritos. A boca a estava matando e seus mamilos apertados só fizeram explodir seu prazer desesperado.
Assunta e Ester se abraçavam. Se beijavam. A madre superiora colaborava com o jogo excitante acariciando meus testículos. De vez em quando, enfiava dois dedos no cu de Assunta.
Sem conseguir me segurar por mais tempo, o pênis explodiu. Com desespero, redobrei meu trabalho bucal na buceta de Ester. Ambas as freiras caíram desfalecidas.
Só a madre superiora intensificou a ação. Era uma bebedora compulsiva de sêmen. Vendo a fonte que jorrava da buceta de Assunta, atirou-se sobre ela para devorá-la. Pobre Assunta. Com um grito de desmaio anunciou que suas defesas tinham cedido mais uma vez.
Só a Superiora e seu servo permaneciam incólumes. E depois de um jogo prévio de beijos e carícias, a ânfora sagrada da superiora recebeu seu Tributo em toda a extensão.
Elas eram três mulheres experientes e gostosas. Mas o vigor da juventude era meu. Estar na companhia de mulheres tão santas e espirituais despertava desejos incontroláveis. Uma e outra vez, o instrumento rijo cumpriu sua tarefa. Numa bagunça amorfa de corpos, o prazer foi infinito.
Mas, apesar dos meus pedidos e súplicas, só a madre superiora aceitou se submeter e permitir que meu instrumento rijo penetrasse no escuro nicho do templo de Sodoma.
Não houve ceia de Natal. Exaustos, saciados e derrotados, cada um buscou abrigo em seus leitos frios. Só lembro que dormi com um sorrisão no rosto.
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