No geral, quando minha esposa traz um macho pra casa ou eu, pra satisfazer as necessidades dela, os papéis são bem claros: o macho faz o que tem que fazer — comer ela. E eu, o que cabe a um cuck: olhar e bater uma. Umas coisas a mais, outras a menos, mas essa é a dinâmica.
Mas um dia, algo mudou num encontro. Vamos chamar o macho de "João" (não é o nome real dele) pra deixar a história mais clara.
Minha esposa conheceu o João pelo Facebook, e começaram a conversar. Trocaram fotos, e brincaram pelo Skype. Ele, orgulhoso do pau dele, batia uma pra ela, e ela se exibia pra ele. Enquanto faziam isso, ele ficava de saco cheio perguntando por que ela era tão puta e por que me chifrava.
Ela sempre respondia a mesma coisa: que sou pouco homem, que minha piroquinha é de neném, que não sei comer, que não fico duro.
Ele, em troca disso, se erguia que nem um cavalo, e aproximava o pauzão pegando com a mão e dizia "não é assim? Não fica dura que nem a minha?" e assim continuavam o jogo.
Chegou o grande dia em que ele vinha em casa. Naquela tarde, com tanta expectativa, estávamos os dois muito tarados. Ela e eu. Desde cedo, ela começou a se preparar:
Se depilou, tomou um banho longo, e passou creme no corpo todo. Lembro que naquele dia eu mesmo escolhi a roupa dela: Uma calcinha booty branca, de algodão, com um desenho de um coração vermelho na frente, sutiã combinando, leggings (amo como fica nela) e uma regatinha justa.
Claro, sempre, mas sempre, nesse processo, quando ela se veste, ela se exibe pra mim e pergunta "essa calcinha fica bem em mim?" e mostra a bunda... Ou fala "arruma pra mim" e vira de costas, e eu enfio na bunda dela e ajusto a tanga pros lados.
Quando isso acontece, eu fico excitado de um jeito único, ela sabe, e como me ama, fala "bate uma, meu amor, se quiser". E eu faço, rapidinho tiro minha piroquinha e bato uma olhando pra ela. Naquele dia, como já estávamos quentes por causa do encontro, ela ficou molhada desde cedo, então foi no banheiro, tirou a tanga que tava usando antes, do cesto de roupa, e enquanto eu me masturbava, ela me deu e disse: "toma, minha vida, cheira, tem cheirinho de mim, do jeito que você gosta".
Assim que cheirei e segurei nas mãos, gozei... O que eu não sabia era que aquela punheta, depois, ia me humilhar ainda mais diante do que viria.
Bom, chegou a hora. O Juan chegou. Batemos um papo, tomamos algo, e conversa vai, conversa vem, ela senta mais perto dele e tenta tocar as pernas dele (pra subir e começar o jogo). Mas ele diz: "Não. Não vai ser assim."
Minha esposa não entendia nada. Aí ele diz: "Quero que seu marido te coma." Ele olha pra mim e fala: "Come ela, quero ver como você come."
E aí entendemos: minha esposa tinha enchido tanto a cabeça dele que o cara não acreditava que eu era tão ruim na cama. Além disso, depois percebemos que, como um verdadeiro garanhão, ele queria deixar claro quem sabia e quem não sabia comer uma puta como ela, do jeito que ela merece e como deve ser.
Então começamos.
Comecei a beijar ela na boca, de pé, enquanto esfregava a bunda dela na legging, ao mesmo tempo que, com a outra mão, tocava de leve nos peitos dela e lambia o pescoço. Me inclinei um pouco, levantei a camiseta dela e passei meus lábios pela barriga dela, enquanto, com a outra mão, roçava a buceta dela por cima da roupa. Me levantei, virei ela de costas e esfreguei meu pauzinho na bunda dela, enquanto enfiava as mãos por baixo da legging, procurando a virilha dela... O cara só olhava.
Ela, claro, olhava pra ele com cara de puta.
Devagar, puxei a legging dela pra baixo, garantindo que ele visse como a bunda linda dela ficava exposta naquela calça legging maravilhosa... O Juan não se abalava.
Deitei ela na cama e comecei a beijar por cima da calcinha fio dental dela, puxei de lado e lambi os lábios da buceta dela. Ela estava toda molhada. Me levantei e tirei a roupa. Assim que fiquei pelado, o cara diz: "Uau, você tem mesmo um pau pequeno." Ela olha pra ele e responde: "Te falei... olha só isso" e mal tocou no meu pauzinho que estava mole e bem pequenininho, claro.
O cara diz: "Não é possível. Ela tá dormindo, chupa ela"
Então ela me deita, fica de quatro, mostrando a bunda pro macho, pronta pra chupar minha pica. Começa a fazer.
Chupa de um jeito incrível, não é que seja minha esposa, mas é uma expert. Claro, eu ia esquentando cada vez mais, mas minha pica mal ficava um pouco dura e amolecia de novo. Ela começou a ficar mais tesuda. Largou minha pica, olhou pra ela, e disse "vai, me come você". Mas o cara, nada.
O cara falou "não, deixa o cuck te comer". Aí ela sentou em cima de mim, pegou com dois dedos minha pica e colocou na buceta dela. Dobrou. Não entrou. Então ela abriu os lábios da vagina, encaixou minha piquinha no meio e começou a se mexer, esfregando o clitóris na carne mole da minha pica. Eu não aguentava mais, tava louco, e ela, tava muito molhada com a situação. Precisava de uma pica.
Assim que sentiu que eu tava um pouco duro, ela se levantou um pouco, encaixou na entrada e sentou... se mexeu duas vezes que nem uma doida, mas minha pica, por ser tão curta, saiu e amoleceu.
Ela, desesperada, falou "ele não consegue me comer, você não vê? Me come você".
Juan respondeu "ele vai conseguir, acredita, ele vai conseguir, você é uma puta gostosa, não tem como ele não te comer. Fica de quatro".
Ela ficou de quatro, e ele me disse "bate uma e deixa ela dura". Eu bati, mas não conseguia. Aí ela, que me conhece, fala "Ele não vai conseguir. É um inútil. Tira sua pica, você vai ver como ele fica duro".
O cara se aproxima, tira a roupa e ali tava pendurada uma pica que, mesmo dormindo, tinha uns 17 cm fácil. Ela gemeu. Disse "meu deus, que linda!! Olha ela, meu amor" – falou pra mim.
E eu olhei. Ver aquela pica tão grande me deixou a mil. Na hora minha piquinha ficou dura. Aproveitei, não hesitei, meti nela. Entrei nela. Tava ensopada. A buceta dela fervia. Fazia tempo que não metia nela. Ele me olhou e disse "bom, agora sim, cuck, come ela, come ela pra mim".
Me mexi duas vezes, só isso. E senti que explodia. Tentei segurar o gozo pra não parecer tão ruim comendo, e tirei, mas mal saiu minha pica, espirrei na bucetinha dela. Cu com umas gotas de porra... aí o Juan falou, rindo "ah, além de precoce, quase não tem porra"
Ela tava fora de si, então olhou pra ele com raiva e disse "você vai me comer agora ou não, filho da puta?"
E ele, sem responder, olhou pra mim e disse "olha bem, vou te mostrar como se come gostosas como sua esposa. Tem que comer elas como putas, é isso que elas adoram"
Ele me afastou, pegou uma camisinha do criado-mudo, agarrou o pau dele, e enquanto colocava, o pau dele ia crescendo cada vez mais. Era enorme! Ele fazia com confiança. Com calma. Com aquela confiança que os caras de pau grande e garanhão têm. Devagar foi desenrolando e, enquanto fazia isso, o pau dele crescia mais e mais. Só cobriu a metade. Só a cabeça do pau, e ficou exposto em todo seu esplendor, totalmente duro. Minha esposa, vendo aquela imagem, não conseguia parar de se tocar...
O cara se aproximou, e ela abriu as pernas. Ele riu... Levantou ela, pegou pela cintura, e de pé, como estava, foi descendo ela devagar sobre o pau dele. Muito devagar. Os braços dele marcavam os músculos enquanto segurava ela. Os peitorais dele incharam. Ele era forte. Ele sabia disso. Ela, assim, levantada junto daquele cara, parecia delicada, pequena, frágil.
Eu me ajoelhei debaixo deles e pude ver como, enquanto ele descia ela, o pau enorme dele entrava nela abrindo toda a buceta dela... ouvi como ela gemia, como doía, e não parava de falar "deus, que linda que é, deus... é enorme"
Assim que ele teve o pau todo dentro, ele firmou ela bem, acomodou ela em cima do pau, e começou a subir e descer ela. Em 3 estocadas, ela começou a gritar e tremer. Ela tava gozando. Enquanto ela gemia desesperada, ele mantinha a calma. Olhou pra mim e disse "vê, cuck, além de um bom pau, um homem tem que saber usar, olha como sua puta goza"
Eu não parava de bater punheta como podia, porque mal conseguia segurar ele nos meus dedos. Ele levantou ela de novo, enfiou o pauzão nela, e falou de novo pra mim "olha, se você fosse um homem de verdade, faria isso você, mas como é um cuck de merda, eu tenho Eu é que tenho que fazer todo o trabalho?" E enfiou os dedos na boca da minha esposa, mandando: "Molha eles com saliva, puta gostosa."
Ela, gemendo, obedeceu. E ele, segurando ela com uma mão (era impressionante a força daquele macho), com a outra, enfiou os dedos molhados de saliva no cuzinho dela... Ela só gritou, gritou, e continuou gritando, não sei se de prazer ou dor. Ela estava sendo penetrada na buceta e no cuzinho, suspensa no ar só por aquela pica enorme e aqueles dedos que destruíram a rabeta dela... Ele gozou. Gozou como nunca tinha gozado antes. Quase desmaiou.
Ele a desenterrou, com toda a calma, e deixou ela na cama. Tirou a camisinha. A pica dele continuava enorme, inchada, as veias saltadas, prestes a estourar.
Ele me disse: "Coloca a fio dental e a legging nela." Obedeci. Ela já quase não sabia o que estava acontecendo, só respirava ofegante, de tanto prazer.
Coloquei a fio dental e a legging nela, que entrava bem fundo no cu dela. Ele se aproximou e, tocando o cu dela com uma mão e a pica dele com a outra, começou a se masturbar. Enquanto fazia isso, me disse: "Desculpa, não sei onde ela gosta de levar porra, mas eu tô pouco me fodendo, essa rabeta merece uma punheta do caralho."
Então ele bateu umas punhetadas na pica e começaram a sair jatos e jatos de porra que caíam bem no meio do cu, onde a legging entrava. Molhou ela toda!!!
Ele se afastou e me perguntou onde era o banheiro. Apontei e ele foi tomar banho.
Eu aproveitei e fiz o mesmo. Fiquei atrás dela e me masturbei pela última vez, vendo a rabeta dela de legging, com a fio dental bem marcada, e gozei assim, mas dessa vez, nada. Já não tinha nem uma gota de porra.
O macho saiu do banho, se vestiu, me cumprimentou e disse: "Quando precisar de outra boa foda, é só chamar."
Deitei do lado dela e dormimos. Passou um tempo, mas toda vez que lembramos, a gente se masturba junto, ela e eu.
Mas um dia, algo mudou num encontro. Vamos chamar o macho de "João" (não é o nome real dele) pra deixar a história mais clara.
Minha esposa conheceu o João pelo Facebook, e começaram a conversar. Trocaram fotos, e brincaram pelo Skype. Ele, orgulhoso do pau dele, batia uma pra ela, e ela se exibia pra ele. Enquanto faziam isso, ele ficava de saco cheio perguntando por que ela era tão puta e por que me chifrava.
Ela sempre respondia a mesma coisa: que sou pouco homem, que minha piroquinha é de neném, que não sei comer, que não fico duro.
Ele, em troca disso, se erguia que nem um cavalo, e aproximava o pauzão pegando com a mão e dizia "não é assim? Não fica dura que nem a minha?" e assim continuavam o jogo.
Chegou o grande dia em que ele vinha em casa. Naquela tarde, com tanta expectativa, estávamos os dois muito tarados. Ela e eu. Desde cedo, ela começou a se preparar:
Se depilou, tomou um banho longo, e passou creme no corpo todo. Lembro que naquele dia eu mesmo escolhi a roupa dela: Uma calcinha booty branca, de algodão, com um desenho de um coração vermelho na frente, sutiã combinando, leggings (amo como fica nela) e uma regatinha justa.
Claro, sempre, mas sempre, nesse processo, quando ela se veste, ela se exibe pra mim e pergunta "essa calcinha fica bem em mim?" e mostra a bunda... Ou fala "arruma pra mim" e vira de costas, e eu enfio na bunda dela e ajusto a tanga pros lados.
Quando isso acontece, eu fico excitado de um jeito único, ela sabe, e como me ama, fala "bate uma, meu amor, se quiser". E eu faço, rapidinho tiro minha piroquinha e bato uma olhando pra ela. Naquele dia, como já estávamos quentes por causa do encontro, ela ficou molhada desde cedo, então foi no banheiro, tirou a tanga que tava usando antes, do cesto de roupa, e enquanto eu me masturbava, ela me deu e disse: "toma, minha vida, cheira, tem cheirinho de mim, do jeito que você gosta".
Assim que cheirei e segurei nas mãos, gozei... O que eu não sabia era que aquela punheta, depois, ia me humilhar ainda mais diante do que viria.
Bom, chegou a hora. O Juan chegou. Batemos um papo, tomamos algo, e conversa vai, conversa vem, ela senta mais perto dele e tenta tocar as pernas dele (pra subir e começar o jogo). Mas ele diz: "Não. Não vai ser assim."
Minha esposa não entendia nada. Aí ele diz: "Quero que seu marido te coma." Ele olha pra mim e fala: "Come ela, quero ver como você come."
E aí entendemos: minha esposa tinha enchido tanto a cabeça dele que o cara não acreditava que eu era tão ruim na cama. Além disso, depois percebemos que, como um verdadeiro garanhão, ele queria deixar claro quem sabia e quem não sabia comer uma puta como ela, do jeito que ela merece e como deve ser.
Então começamos.
Comecei a beijar ela na boca, de pé, enquanto esfregava a bunda dela na legging, ao mesmo tempo que, com a outra mão, tocava de leve nos peitos dela e lambia o pescoço. Me inclinei um pouco, levantei a camiseta dela e passei meus lábios pela barriga dela, enquanto, com a outra mão, roçava a buceta dela por cima da roupa. Me levantei, virei ela de costas e esfreguei meu pauzinho na bunda dela, enquanto enfiava as mãos por baixo da legging, procurando a virilha dela... O cara só olhava.
Ela, claro, olhava pra ele com cara de puta.
Devagar, puxei a legging dela pra baixo, garantindo que ele visse como a bunda linda dela ficava exposta naquela calça legging maravilhosa... O Juan não se abalava.
Deitei ela na cama e comecei a beijar por cima da calcinha fio dental dela, puxei de lado e lambi os lábios da buceta dela. Ela estava toda molhada. Me levantei e tirei a roupa. Assim que fiquei pelado, o cara diz: "Uau, você tem mesmo um pau pequeno." Ela olha pra ele e responde: "Te falei... olha só isso" e mal tocou no meu pauzinho que estava mole e bem pequenininho, claro.
O cara diz: "Não é possível. Ela tá dormindo, chupa ela"
Então ela me deita, fica de quatro, mostrando a bunda pro macho, pronta pra chupar minha pica. Começa a fazer.
Chupa de um jeito incrível, não é que seja minha esposa, mas é uma expert. Claro, eu ia esquentando cada vez mais, mas minha pica mal ficava um pouco dura e amolecia de novo. Ela começou a ficar mais tesuda. Largou minha pica, olhou pra ela, e disse "vai, me come você". Mas o cara, nada.
O cara falou "não, deixa o cuck te comer". Aí ela sentou em cima de mim, pegou com dois dedos minha pica e colocou na buceta dela. Dobrou. Não entrou. Então ela abriu os lábios da vagina, encaixou minha piquinha no meio e começou a se mexer, esfregando o clitóris na carne mole da minha pica. Eu não aguentava mais, tava louco, e ela, tava muito molhada com a situação. Precisava de uma pica.
Assim que sentiu que eu tava um pouco duro, ela se levantou um pouco, encaixou na entrada e sentou... se mexeu duas vezes que nem uma doida, mas minha pica, por ser tão curta, saiu e amoleceu.
Ela, desesperada, falou "ele não consegue me comer, você não vê? Me come você".
Juan respondeu "ele vai conseguir, acredita, ele vai conseguir, você é uma puta gostosa, não tem como ele não te comer. Fica de quatro".
Ela ficou de quatro, e ele me disse "bate uma e deixa ela dura". Eu bati, mas não conseguia. Aí ela, que me conhece, fala "Ele não vai conseguir. É um inútil. Tira sua pica, você vai ver como ele fica duro".
O cara se aproxima, tira a roupa e ali tava pendurada uma pica que, mesmo dormindo, tinha uns 17 cm fácil. Ela gemeu. Disse "meu deus, que linda!! Olha ela, meu amor" – falou pra mim.
E eu olhei. Ver aquela pica tão grande me deixou a mil. Na hora minha piquinha ficou dura. Aproveitei, não hesitei, meti nela. Entrei nela. Tava ensopada. A buceta dela fervia. Fazia tempo que não metia nela. Ele me olhou e disse "bom, agora sim, cuck, come ela, come ela pra mim".
Me mexi duas vezes, só isso. E senti que explodia. Tentei segurar o gozo pra não parecer tão ruim comendo, e tirei, mas mal saiu minha pica, espirrei na bucetinha dela. Cu com umas gotas de porra... aí o Juan falou, rindo "ah, além de precoce, quase não tem porra"
Ela tava fora de si, então olhou pra ele com raiva e disse "você vai me comer agora ou não, filho da puta?"
E ele, sem responder, olhou pra mim e disse "olha bem, vou te mostrar como se come gostosas como sua esposa. Tem que comer elas como putas, é isso que elas adoram"
Ele me afastou, pegou uma camisinha do criado-mudo, agarrou o pau dele, e enquanto colocava, o pau dele ia crescendo cada vez mais. Era enorme! Ele fazia com confiança. Com calma. Com aquela confiança que os caras de pau grande e garanhão têm. Devagar foi desenrolando e, enquanto fazia isso, o pau dele crescia mais e mais. Só cobriu a metade. Só a cabeça do pau, e ficou exposto em todo seu esplendor, totalmente duro. Minha esposa, vendo aquela imagem, não conseguia parar de se tocar...
O cara se aproximou, e ela abriu as pernas. Ele riu... Levantou ela, pegou pela cintura, e de pé, como estava, foi descendo ela devagar sobre o pau dele. Muito devagar. Os braços dele marcavam os músculos enquanto segurava ela. Os peitorais dele incharam. Ele era forte. Ele sabia disso. Ela, assim, levantada junto daquele cara, parecia delicada, pequena, frágil.
Eu me ajoelhei debaixo deles e pude ver como, enquanto ele descia ela, o pau enorme dele entrava nela abrindo toda a buceta dela... ouvi como ela gemia, como doía, e não parava de falar "deus, que linda que é, deus... é enorme"
Assim que ele teve o pau todo dentro, ele firmou ela bem, acomodou ela em cima do pau, e começou a subir e descer ela. Em 3 estocadas, ela começou a gritar e tremer. Ela tava gozando. Enquanto ela gemia desesperada, ele mantinha a calma. Olhou pra mim e disse "vê, cuck, além de um bom pau, um homem tem que saber usar, olha como sua puta goza"
Eu não parava de bater punheta como podia, porque mal conseguia segurar ele nos meus dedos. Ele levantou ela de novo, enfiou o pauzão nela, e falou de novo pra mim "olha, se você fosse um homem de verdade, faria isso você, mas como é um cuck de merda, eu tenho Eu é que tenho que fazer todo o trabalho?" E enfiou os dedos na boca da minha esposa, mandando: "Molha eles com saliva, puta gostosa."
Ela, gemendo, obedeceu. E ele, segurando ela com uma mão (era impressionante a força daquele macho), com a outra, enfiou os dedos molhados de saliva no cuzinho dela... Ela só gritou, gritou, e continuou gritando, não sei se de prazer ou dor. Ela estava sendo penetrada na buceta e no cuzinho, suspensa no ar só por aquela pica enorme e aqueles dedos que destruíram a rabeta dela... Ele gozou. Gozou como nunca tinha gozado antes. Quase desmaiou.
Ele a desenterrou, com toda a calma, e deixou ela na cama. Tirou a camisinha. A pica dele continuava enorme, inchada, as veias saltadas, prestes a estourar.
Ele me disse: "Coloca a fio dental e a legging nela." Obedeci. Ela já quase não sabia o que estava acontecendo, só respirava ofegante, de tanto prazer.
Coloquei a fio dental e a legging nela, que entrava bem fundo no cu dela. Ele se aproximou e, tocando o cu dela com uma mão e a pica dele com a outra, começou a se masturbar. Enquanto fazia isso, me disse: "Desculpa, não sei onde ela gosta de levar porra, mas eu tô pouco me fodendo, essa rabeta merece uma punheta do caralho."
Então ele bateu umas punhetadas na pica e começaram a sair jatos e jatos de porra que caíam bem no meio do cu, onde a legging entrava. Molhou ela toda!!!
Ele se afastou e me perguntou onde era o banheiro. Apontei e ele foi tomar banho.
Eu aproveitei e fiz o mesmo. Fiquei atrás dela e me masturbei pela última vez, vendo a rabeta dela de legging, com a fio dental bem marcada, e gozei assim, mas dessa vez, nada. Já não tinha nem uma gota de porra.
O macho saiu do banho, se vestiu, me cumprimentou e disse: "Quando precisar de outra boa foda, é só chamar."
Deitei do lado dela e dormimos. Passou um tempo, mas toda vez que lembramos, a gente se masturba junto, ela e eu.
8 comentários - Macho me obliga a coger a mi esposa