Oi, de novo Leti. Quero contar pra vocês um rolê de uns anos atrás. Hoje tenho 37, sou casada com o Leandro e temos dois filhos. Se leram algum relato meu antes, sabem que a gente é super fogoso. Voltando: a gente tava casado há mais de um ano e um dia fomos no aniversário da tia do Lean. Um aniversário normal, de noite, que acabou cedo. Quando a gente tava indo embora, chamamos o primo e a prima (irmãos) pra vir em casa tomar um negócio. O Mariano tinha 26 anos na época e a Victoria, 29. Todo mundo tinha mais ou menos a mesma idade.
Já em casa, a gente conversou, tomou uns drinks e quando o Lean foi pegar o champanhe, o Mariano avisou que ia vazar, que ia encontrar uma mina. Falamos pra Vicky ficar e ela topou. O Mariano foi embora e a gente continuou bebendo. A Vicky era um ano mais velha que eu, mas parecia mais novinha. Uma cara bonita, loira de olhos verdes, peitão bom e um pouco (só um pouco) larga de quadril. O que fazia ela ter uma raba bem grande. Eu e a Vicky sempre nos demos bem desde que conheci ela quando era namorada do Leandro, saímos algumas vezes e sabia que ela gostava de transar tanto quanto eu. A parada é que entre um champanhe e outro, começamos a falar de sexo. No meio do papo, o Leandro e a Vicky lembraram que quando eram crianças, tipo 15, 16 anos, tinham se beijado. Minha cara de tesão durante o relato foi na cara, o Leandro me olhou e falou: "Filha da puta, já tá ficando com tesão?!", "É minha prima irmã, porra, hahaha". A Vicky, sem piscar, respondeu: "Eu te fodo, priminho". E começaram a morrer de rir. Juro que olhei pra os dois e saiu do fundo da alma: "Vai, transa, quero ver".
O clima foi esquentando, a Vicky se mexia pela sala se fazendo de gata. Eu cheguei perto, me encostei nela e a gente começou a se esfregar, deixando o Lean louco, que assistia do sofá. Tirei a regata da Vicky e comecei, sensual, a desabotoar a calça dela. Puxei pra baixo, deixando à mostra uma fio dental preta que combinava. Sutiã preto. Subi de novo, fiquei atrás dela e, sutilmente, desabotoei o sutiã dela. Os peitos dela ficaram de fora, eu cobri eles com a minha mão e falei no ouvido dela: "chupa a pica dela".
Vicky se desgrudou de mim e foi até o Leandro, no sofá de dois lugares. Com uma voz sexy, disse: "Primo, vamos matar a vontade". E se abaixou pra desabotoar a calça jeans dele, puxou um pouco pra baixo, baixou a cueca e pegou na pica dele. Ele já tava durasso, todo tesudo, e Vicky começou a engolir ela, igual uma puta. Chupava até o fundo, até bater na garganta. O Lean tava nas nuvens, olhando a prima chupando a pica dele, cuspindo nela, engolindo tudo.
Eu não aguentei mais e cheguei perto pra ajudar a comer aquela pica. Nós duas começamos a lamber, a chupar, e enquanto isso eu comi ela, peguei na cara dela e beijei ela de língua. Coloquei uma mão na bunda dela e comecei a apalpar. Passei a mão naquela bunda grande, brinquei com o rabo dela, até chegar na buceta toda molhada. Masturbei ela um pouco, me afastei, fui pra trás, baixei a calcinha fio dental e toquei na buceta. Ela tava depilada, quase sem nada, só um pouquinho em cima do clitóris. Me abaixei e comecei a chupar, a sentir ela na minha boca. Ela gemeu e disse: "Ahh, filha da puta, como me excita". Ela continuava chupando a pica do Lean e eu alternava entre a buceta dela e meter a língua no cu dela. Comecei a comer o cu dela com a língua enquanto com a mão masturbava a buceta dela. Ela tava explodindo.
Nisso, Vicky se levanta, Leandro segura ela pela cintura e ela se ajeita pra receber toda a pica pra dentro. "Você vai me comer, primo, vai meter em mim?", dizia Vicky enquanto enfiava a pica devagar. Meteu até o fundo e começou a cavalgar. Eu fui pro lado deles, comecei a beijar a boca da Vicky de novo enquanto apalpava os peitos dela. Sentia os bicos ficarem duros, me abaixei e comecei a chupar eles. Vicky gemia de prazer, com uma mão começou a se tocar no clitóris, a Se excitar. Eu falei pro Lean: "você tá comendo sua prima, isso te excita, filho da puta?" "Cê queria meter no cu dela?" Enquanto eu falava isso, já tava começando a passar a mão na bunda da Vicky. E ela tava aceitando. Ele separou ela da pica dele, ajoelhou ela no sofá, com as mãos no encosto, levantou a bunda dela, cuspiu nas mãos, passou no cu da Vicky, eu chupei a pica do meu marido pra molhar e entrar no cu da prima dele. Devagar foi penetrando, foi abrindo a bunda dela, enfiou a cabeça, com as mãos abriu o rabo dela, fez um pouco mais de força pra pica inteira começar a entrar. Não parou até chegar no fundo, a Vicky tava entre a dor e o prazer, ou o prazer que a dor causa quando uma pica entra no seu cu. Que safada, como ela gritava e xingava, pedia pra ele meter no cu, pra pegar ela toda, pra arrebentar o rabo dela. Eu fiquei do lado dela, beijava ela e me masturbava, falava: "como você gosta de comer seu primo, igual uma puta... Sente ele todo dentro!" Ela tava louca, se masturbava sem parar, o Lean tava quase gozando... Ela falou: "Filho da puta, ficou mais dura... Quer gozar dentro de mim."
Isso foi o suficiente pro Leandro encher o cu dela de porra quente... Meu deus, ele bombou tudo, e eu me masturbei horrores olhando! Ele tirou a pica do cu, eu fiquei do lado pra ver como ficou a bunda dela... Quando ele tira a pica, ela goza com um orgasmo estridente... Como essa filha da puta goza!!!
Tomamos um banho juntos, transamos de novo, dessa vez ele me comeu enquanto eu chupava a buceta da prima dela. Fomos dormir e no dia seguinte a Vicky foi pra casa dela.
Já em casa, a gente conversou, tomou uns drinks e quando o Lean foi pegar o champanhe, o Mariano avisou que ia vazar, que ia encontrar uma mina. Falamos pra Vicky ficar e ela topou. O Mariano foi embora e a gente continuou bebendo. A Vicky era um ano mais velha que eu, mas parecia mais novinha. Uma cara bonita, loira de olhos verdes, peitão bom e um pouco (só um pouco) larga de quadril. O que fazia ela ter uma raba bem grande. Eu e a Vicky sempre nos demos bem desde que conheci ela quando era namorada do Leandro, saímos algumas vezes e sabia que ela gostava de transar tanto quanto eu. A parada é que entre um champanhe e outro, começamos a falar de sexo. No meio do papo, o Leandro e a Vicky lembraram que quando eram crianças, tipo 15, 16 anos, tinham se beijado. Minha cara de tesão durante o relato foi na cara, o Leandro me olhou e falou: "Filha da puta, já tá ficando com tesão?!", "É minha prima irmã, porra, hahaha". A Vicky, sem piscar, respondeu: "Eu te fodo, priminho". E começaram a morrer de rir. Juro que olhei pra os dois e saiu do fundo da alma: "Vai, transa, quero ver".
O clima foi esquentando, a Vicky se mexia pela sala se fazendo de gata. Eu cheguei perto, me encostei nela e a gente começou a se esfregar, deixando o Lean louco, que assistia do sofá. Tirei a regata da Vicky e comecei, sensual, a desabotoar a calça dela. Puxei pra baixo, deixando à mostra uma fio dental preta que combinava. Sutiã preto. Subi de novo, fiquei atrás dela e, sutilmente, desabotoei o sutiã dela. Os peitos dela ficaram de fora, eu cobri eles com a minha mão e falei no ouvido dela: "chupa a pica dela".
Vicky se desgrudou de mim e foi até o Leandro, no sofá de dois lugares. Com uma voz sexy, disse: "Primo, vamos matar a vontade". E se abaixou pra desabotoar a calça jeans dele, puxou um pouco pra baixo, baixou a cueca e pegou na pica dele. Ele já tava durasso, todo tesudo, e Vicky começou a engolir ela, igual uma puta. Chupava até o fundo, até bater na garganta. O Lean tava nas nuvens, olhando a prima chupando a pica dele, cuspindo nela, engolindo tudo.
Eu não aguentei mais e cheguei perto pra ajudar a comer aquela pica. Nós duas começamos a lamber, a chupar, e enquanto isso eu comi ela, peguei na cara dela e beijei ela de língua. Coloquei uma mão na bunda dela e comecei a apalpar. Passei a mão naquela bunda grande, brinquei com o rabo dela, até chegar na buceta toda molhada. Masturbei ela um pouco, me afastei, fui pra trás, baixei a calcinha fio dental e toquei na buceta. Ela tava depilada, quase sem nada, só um pouquinho em cima do clitóris. Me abaixei e comecei a chupar, a sentir ela na minha boca. Ela gemeu e disse: "Ahh, filha da puta, como me excita". Ela continuava chupando a pica do Lean e eu alternava entre a buceta dela e meter a língua no cu dela. Comecei a comer o cu dela com a língua enquanto com a mão masturbava a buceta dela. Ela tava explodindo.
Nisso, Vicky se levanta, Leandro segura ela pela cintura e ela se ajeita pra receber toda a pica pra dentro. "Você vai me comer, primo, vai meter em mim?", dizia Vicky enquanto enfiava a pica devagar. Meteu até o fundo e começou a cavalgar. Eu fui pro lado deles, comecei a beijar a boca da Vicky de novo enquanto apalpava os peitos dela. Sentia os bicos ficarem duros, me abaixei e comecei a chupar eles. Vicky gemia de prazer, com uma mão começou a se tocar no clitóris, a Se excitar. Eu falei pro Lean: "você tá comendo sua prima, isso te excita, filho da puta?" "Cê queria meter no cu dela?" Enquanto eu falava isso, já tava começando a passar a mão na bunda da Vicky. E ela tava aceitando. Ele separou ela da pica dele, ajoelhou ela no sofá, com as mãos no encosto, levantou a bunda dela, cuspiu nas mãos, passou no cu da Vicky, eu chupei a pica do meu marido pra molhar e entrar no cu da prima dele. Devagar foi penetrando, foi abrindo a bunda dela, enfiou a cabeça, com as mãos abriu o rabo dela, fez um pouco mais de força pra pica inteira começar a entrar. Não parou até chegar no fundo, a Vicky tava entre a dor e o prazer, ou o prazer que a dor causa quando uma pica entra no seu cu. Que safada, como ela gritava e xingava, pedia pra ele meter no cu, pra pegar ela toda, pra arrebentar o rabo dela. Eu fiquei do lado dela, beijava ela e me masturbava, falava: "como você gosta de comer seu primo, igual uma puta... Sente ele todo dentro!" Ela tava louca, se masturbava sem parar, o Lean tava quase gozando... Ela falou: "Filho da puta, ficou mais dura... Quer gozar dentro de mim."
Isso foi o suficiente pro Leandro encher o cu dela de porra quente... Meu deus, ele bombou tudo, e eu me masturbei horrores olhando! Ele tirou a pica do cu, eu fiquei do lado pra ver como ficou a bunda dela... Quando ele tira a pica, ela goza com um orgasmo estridente... Como essa filha da puta goza!!!
Tomamos um banho juntos, transamos de novo, dessa vez ele me comeu enquanto eu chupava a buceta da prima dela. Fomos dormir e no dia seguinte a Vicky foi pra casa dela.
4 comentários - Relato real IV: A três com meu marido e a prima
saludos
pasaste por mis aportes a la comunidad?
comentar es el mejor agradecimiento.
de esta forma te digo GRACIAS.