Memórias de Família

Minha avó foi a primeira mulher com quem eu transei. Tudo começou quando eu tinha 18 anos. Tinha uma grande diferença de idade entre meus irmãos, o Luis era um menino pequeno e o Miguel era um bebê. Mamãe e papai foram num cruzeiro de férias, bem merecidas, e a avó veio ficar para cuidar dos meus irmãos, já que eu já me virava sozinho. Era janeiro em Martinez, quente como o pecado, de noite e de dia. Como se fosse algo normal, andar pelado em casa era só mais um dia pra gente. Uma noite, meus irmãos estavam dormindo e a avó e eu estávamos sentados vendo TV. Ela estava no sofá com um daqueles vestidos de casa. Na verdade, ela não tinha ficado pelada nenhuma vez com a gente. Saí do meu quarto, pelado como no dia em que nasci, e me joguei no sofá, sentando do lado da avó. Ela sorriu, passou o braço em volta de mim e ligou a televisão. Depois de um tempo, a avó começou a se abanar com uma revista. Levantei o olhar pra ela e perguntei o que estava rolando. Ela disse que estava toda quente e suada. Falei pra ela tirar a roupa e se refrescar. Ela pensou por um segundo, sorriu e disse que seria justo, levantou e foi pro quarto dela. Em poucos minutos, a avó saiu, completamente pelada, e sentou do meu lado. Parecia uma mulher de uns 60 anos. A buceta dela era toda peluda e os peitos caíam um pouco. Mas ela era minha avó e era linda. Sorri pra ela e deitei com a cabeça no colo dela. Lembro que dava pra sentir o cheiro da buceta dela, e era um cheiro gostoso. Ela colocou a mão no meu ombro e começou a passar a mão pra cima e pra baixo no meu corpo. Assistimos ao filme por um tempo, e aí ela mudou de posição e se encostou nas minhas costas. A avó continuava passando a mão no meu peito e descendo pela minha barriga. Eu não tava prestando muita atenção, e acho que não tava ligado, e logo ela começou a passar a mão pelos meus quadris, se movendo em direção à minha virilha. Logo, ela pegou meu pau com os dedos, esfregando pra cima e pra baixo. Pra trás e pra frente. Como eu disse, eu não tava prestando atenção e logo meu pau era uma pedra de tão duro. Mas tão duro que até eu me assustei com o tamanho que tinha alcançado. Deve ter se sentido bem porque eu comecei a mexer meus quadris pra cima e pra baixo e a vovó começou a me bater uma punheta. Eu gemi e ela disse que o que eu tava fazendo era uma delícia. Uau, e eu gozei. Ela tirou a mão e disse: "Ah, Dani, desculpa! Nem percebi o que tava fazendo!". Eu disse que tava tudo bem, que era gostoso. A vovó sorriu e disse que fazia muito tempo que não sentia o pau de um homem. (Meu avô morreu uns 8 anos atrás) Eu só sorri e falei que me sentia bem porque era bom. Ela sorriu, se inclinou e me deu um beijo longo na boca. Enquanto me beijava, ela estendeu a mão e começou a apertar meus mamilos, o que me fez tremer. Depois de uns minutos, ela se levantou do sofá, pegou minha mão e foi pro quarto dela. Eu deitei na cama e ela sentou do meu lado. Ela sorriu e disse que isso era só entre eu e ela. Eu falei que sim, o que a gente vai fazer, Vó? Ela me empurrou pra trás, se inclinou e pegou meu pau ainda duro na boca dela. Ela lambeu e chupou, e eu fiquei duro e rápido. Ela se inclinou pra que os peitos dela ficassem na minha cara e me ensinou a lamber e chupar os mamilos dela enquanto ela esfregava os lábios da buceta dela no meu pau bem duro. Ela subiu em cima de mim e, abrindo as pernas na minha cara, deixou minha boca começar a chupar a buceta dela e o cuzinho. Isso durou vários minutos. Minha cabeça tava cheia de líquido pré-gozo e eu tava muito excitado. A vovó se mexeu de novo e logo a boceta dela desceu até meu pau, deslizando com a mão direita dela na buceta quente. Ela me deu um beijo, passando a língua pelos dentes e na minha língua. Eu me esfreguei nos mamilos dela e a vovó começou a gozar, tensa e sem controle! Ela apertou todo o meu pau enquanto ela gritava e gritava. Nunca vi uma mulher gozou antes e eu me assustei, mas ela esfregou o rosto dela no meu e pra mim aquilo era como as mulheres fazem amor. Ela disse: Daniel, me dá seu gozo bem fundo. Goza na sua avó de novo." Ela bombava e bombava meu pau pra dentro e pra fora da buceta dela, e logo, nós dois gozamos juntos. Enquanto estávamos gozando, nos abraçamos com muita força e ela cravou as unhas nas minhas costas. Me senti tão amado pela minha avó naquele momento! Foi tão lindo. A Vó e eu dormíamos pelados juntos. Quando acordei de manhã, a vó se colocou atrás de mim, a boceta dela esfregando na minha perna e agarrou meu pau no punho dela até me fazer gozar de novo. Assim que me afastei dali, soube que minha avó realmente me amava. Sinto muita falta dela. Nós fizemos amor um com o outro por anos. Ela era um verdadeiro espírito livre e uma mulher encantadora. E Deus, como ela me fazia gozar e curtia meu gozo!

8 comentários - Memórias de Família

Miercole! Lo leí todo! Interesante historia! Caliente y atrevida! Gracias por compartir!
esto me hizo recordar que alguna vez me clave un par de pajas en honor a mi abuela tambien!!!
Buena esa....