Vale se adiantou e pediu pra ele comer ela sem camisinha... o negão não conseguiu disfarçar a alegria e já de cara colocou ela de quatro na cama, cuspiu um pouco na pussy dela e começou a meter de pouquinho. Vale gemia igual uma louca, às vezes parecia que tava doendo, mas o prazer de ter aquela cock enorme na pussy dela era mais forte! — Me come, Sweetie! — ela dizia — Sou sua nenenzinha, me arrebenta toda, adoro sua cock... O moreno começou a meter e meter cada vez mais forte, segurava ela pela cintura e as estocadas eram cada vez mais potentes. Vale gritava cada vez mais alto, nunca tinha visto ela assim. Naquela hora, o negão parou e se deitou na cama pra Vale montar nele. A putinha se mexia igual uma doida enquanto ele apertava os bicos dos peitos dela bem forte. Ele puxou o corpo de Vale pra perto do dele e começou a meter com força, enquanto minha namorada beijava a cara toda dele. Os dois estavam muito tarados. Eu explodia, mas não podia fazer nada porque eles iam me ouvir...
— Cê gosta de ser comida assim, sua putinha?
— Sim, bebê, me dá toda sua porra, goza dentro de mim.
— É mesmo? Posso encher sua pussy de porra?
— Sim, papai, quero tudo.
Essa conversa pareceu ser o estopim pro negão acelerar o ritmo e encher a pussy da minha namorada de porra. Com a gozada, ela também chegou ao orgasmo...
Ficaram um tempão se beijando, até que a porta tocou. Era o loiro avisando o parceiro que já era hora de ir, que tinha outro show pra fazer. O moreno começou a se trocar e, depois de um beijo longo, se despediu da minha namorada. Ela disse que queria vê-lo de novo, trocaram os celulares, e ela desceu pra abrir a porta pros caras. Eu aproveitei pra ir pro quarto de hóspedes e me esconder debaixo da cama. Ia ser uma noite longa, mas eu tinha que esperar a Vale dormir pra poder vazar pra minha casa e aliviar a vontade com uma boa punheta.
— Cê gosta de ser comida assim, sua putinha?
— Sim, bebê, me dá toda sua porra, goza dentro de mim.
— É mesmo? Posso encher sua pussy de porra?
— Sim, papai, quero tudo.
Essa conversa pareceu ser o estopim pro negão acelerar o ritmo e encher a pussy da minha namorada de porra. Com a gozada, ela também chegou ao orgasmo...
Ficaram um tempão se beijando, até que a porta tocou. Era o loiro avisando o parceiro que já era hora de ir, que tinha outro show pra fazer. O moreno começou a se trocar e, depois de um beijo longo, se despediu da minha namorada. Ela disse que queria vê-lo de novo, trocaram os celulares, e ela desceu pra abrir a porta pros caras. Eu aproveitei pra ir pro quarto de hóspedes e me esconder debaixo da cama. Ia ser uma noite longa, mas eu tinha que esperar a Vale dormir pra poder vazar pra minha casa e aliviar a vontade com uma boa punheta.
4 comentários - Despedida de solteira, parte 2