Rapidamente, sem enfiar meu pau dentro da Martha, abri a gaveta e peguei um pote de vaselina, coloquei do lado da Martha e falei:
— Cê tá pronta, sua puta, Martha…?
Ela olhou pro pote e respondeu:
— Sim, meu amor, mas primeiro pela Booty…
De repente, ela se virou e disse:
— Fabio, posso descer na cozinha?
Achei que ela tava com sede ou algo assim, então falei que sim… ela se levantou e saiu correndo, toda pelada, enquanto a Beatriz já tava deitada na cama. Eu me aproximei do rosto dela e coloquei meu pau perto da boca dela.
— Quer mais umas mamadas de cock, papacito…? — ela perguntou.
— Aham… — falei.
— Vê se me empresta esse pedaço de cock que cê tem… — respondeu.
Ela pegou com a mão, deu uns puxões e começou a chupar de novo.
— Uuggg, uuggg, uuggg, uugg, uugg — dava pra ouvir.
A Martha entrou no quarto com as mãos nas costas e disse:
— Fabio, cê tem camisinha…?
— Sim, tão na gaveta… — respondi.
Pensei que ela queria camisinha pra quando eu enfiasse no cu dela… pra minha surpresa, não era isso. Ela abriu a gaveta e quando vi o que ela tinha nas mãos, fiquei bem surpreso. Era uma cenoura. Ela colocou uma camisinha nela, passou vaselina e falou pra Beatriz:
— Agora sim, maninha, vou te fazer ver as estrelas…
Ela se deitou de barriga pra cima na cama e me disse:
— Tira ele daí e come minha Booty, papacito…
— Uggg..!!! aaaaa…!!! — tirando meu pau da boca da Beatriz.
Desci da cama e me posicionei entre as pernas da Martha, levantei elas e coloquei nos meus ombros.
— Maninha, fica em cima de mim com sua Booty na minha cara. — disse pra Beatriz.
A Beatriz se colocou em cima da Martha com aquele cuzão enorme na cara dela, enquanto me dava linguadas no pau. Pegou dois dedos, molhou com saliva e enfiou na buceta da Martha…
— Ahiii,!!! Mana, vai, vai, prepara minha pussy pra essa cock… — dizia a Martha.
A Martha, entre gemidos e empurrões, pegou a cenoura com a mão direita e com a esquerda separou uma das nádegas da Beatriz, colocou o tubérculo no cu dela e começou a penetrar aquele buraco. Suave e devagar… enquanto dava umas boas chupadas no clitóris dela. Eu olhava atento, batendo uma punheta…
- Mana, manaaaaa….!!!!! Tira, tira, não enche o saco… auuuuuuu… - dizia Beatriz -
- Relaxa, maninha, relaxa, pra você aproveitar… - Martha com voz excitada -
- Você continua dando na minha buceta, e relaxa… - de novo Martha -
No meio da cena, as lambidas de Beatriz e as batidas da minha mão, meu pau começou a ficar duro, e senti que ia explodir… Martha vendo minha cara:
- Papacito, vai gozar…?
- Aaaaa… acho que siiiim.!!!!! - eu disse -
- Mana, aperta o canudinho do pau dele pra ele não gozar ainda… - Martha pra Beatriz.. -
Beatriz, com o polegar e com muita delicadeza, enfiou a unha na separação da minha glande e a haste do pau, cravou devagar e naquele momento… oooo por deusss. A sensação era incrível, sentia uma pressão enorme dentro do pau mas ao mesmo tempo doía, me contorcia igual minhoca, e gemia igual louco. Depois de alguns segundos, comecei a parar as sacudidas, Beatriz ao perceber isso soltou devagar o dedo e parou de cravar no meu pau. Ao fazer isso, um pequeno jato de porra ficou na uretra do meu pau.
- Aíiii. Papi, saiu um pouquinho, deixa eu limpar…
Beatriz lambeu meu pau até deixar limpo, e duro de novo. Martha disse:
- Já, já, mete no meu cool…
Beatriz já só gemia, ao ser penetrada pela cenoura que tinha no cu. Eu me preparei pra meter o pau na Martha, mas Beatriz pegou com a mão, chupou ele, e colocou na buceta da amiga. Me olhou e sussurrou:
- Mete ele, todinho, papacito…. Quero ver como ele crava na buceta dela…
Sem mais aviso, zasss… entrou tudo sem oferecer muita resistência, por causa do bom trabalho de Beatriz e seus dedos na amiga.
- Aaaaaayyyyy… weyyyy, vai, vai, come essa puta gostosa… - dizia Martha com loucura -
- Isso papacito, dá pau nessa buceta, mete, mete… - Beatriz, olhando a penetração -
Comecei a me mexer, tirando e metendo o pau na Martha devagar. Ela me deu um tapa. na coxa e uma leve beliscada, e disse
— Me come, forte, filho da puta, me dá até me partir no meio….
Ao ouvir isso e sentir o calor que sua palmada e beliscada tinham provocado, comecei a meter com tudo, via minha barriga se contrair e bater no rosto da Beatriz, ela pegou a mão da Martha, que segurava a cenoura no cu dela, saiu de cima da Martha e se ajoelhou do meu lado, enquanto se dedava no cu… beijava minhas coxas e acariciava minhas bolas, peguei a Martha pela frente das coxas e estiquei bem as pernas dela para cima, e enfiei o pau com força, os peitos dela começaram a balançar como uma novinha no baile, subida nas caixas de som, a Martha não parava de soltar palavrões e palavras sujas saíam da boca dela, a mesma que há pouco tentava me convencer a amar o deus dela…
— Me come, filho da puta, me come, bem filho da putinha….
— Me arrebenta toda, filho da puta…
— Mete até o fundo, até o talo….
— Mais, filho da puta, maaais…!!!!
— Mais forte, mais duro…. Viado….
Eu ficava mais excitado a cada palavra que ela dizia, lembrei daquela tarde de sexo sujo com a Luciana, então naquele momento…..
— Zasssss.!!!! dei um tapaão nela….
Ela abriu os olhos grandes, me olhou e neles eu vi que não tinha nada além de luxúria e desejo…
— Assim, filho da puta… assim me bate…. Dá uns tapas nessa puta …
— Me morde os peitoss..!!!!
— Bate nesses peitos filho da puta…..
— Dá neles, dá….
Daí comecei a dar tapas nos peitos dela e beliscar os bicos, puxando com força… ela se contorcia e jogava o corpo pra cima e pra baixo. Enquanto a Beatriz se enfiava mais forte no cu, excitada e levada pela luxúria daquele momento. Ela também começou a falar putaria…
— Aperto suas bolas, filho da putinha…
— Arranco elas, viado…
Enquanto agora era ela quem me dava palmadas… não acreditava, agora o sodomizado era eu… de repente, a Martha soltou um gemido longo e tremeu… chegou o orgasmo… me agarrou pelas nádegas Levantando da cama, ela me beijou e me manteve imóvel com meu pau bem no fundo da buceta dela. Depois, se deixou cair na cama e disse:
— Agora sim, filho da puta, você vai arrebentar meu cu, igual fez com minha bunda…
Pegando o pote de vaselina, ela passou no cu por fora e por dentro… depois de terminar de lubrificar e dilatar um pouco o cu, disse:
— Pronto, promíscuo… enfia tudo até o fundo…
Ela pegou meu pau e, com a mão, guiou até o cu dele, colocou bem em cima e disse:
— Empurra, filho da puta, com força, vagabundo…
Sem dizer mais nada, comecei a empurrar meu pau tentando abrir o cu dela, ela não soltava meu pau da mão… e aos poucos senti a vaselina começando a fazer efeito, deixando o convidado entrar naquele buraco tão apertado…
— Puta que pariu, que pau gostoso você tem, filho da puta… — disse a Martha.
— E você… tá bem apertada…! No cu… — eu falei.
— Vai, filho da puta, quero ele todo dentro… — Martha com a voz entrecortada.
Sem nenhuma cerimônia, dei um empurrão e o que faltava de pau entrou até meu saco bater na buceta dela.
— Filho da puta, que gostoso, que gostoso… dói pra caralho mas que gostoso…
Comecei a meter sem piedade, via as paredes do esfíncter dela se afundarem e depois voltarem, a cada estocada do meu pau.
Beatriz ficava esfregando o clitóris pequeno da Martha, que se sacudia violentamente com as descargas de prazer que o corpo dela recebia… não aguentei muito, porque a apertura daquele cu e o calor que saía dele me deixaram excitado pra caralho. Comecei a sentir meu pau pulsar e falei:
— Vou gozar, vou gozar… putas, vou gozar, quem quer e onde…?
— Mana, rápido, pega o pau desse filho da puta e enfia na boca pra ele gozar na sua cara… — disse a Martha pra Beatriz.
Sem dizer nada, Beatriz pegou meu pau, tirou do cu da Martha e enfiou na boca dela. Eu não aguentei mais e explodi dentro da boca da Beatriz…
— Aaaaarggggg… toma, sua puta de merda…
Senti meu pau jorrando. Três jatos enormes de porra, e a Beatriz massageava minha glande com a língua... soltando pequenos jatos de porra...
- Aaaaaaaa, que puta foda gostosa você me deu, papai... Vamos ver quando repetimos - disse a Martha -
- Quando você quiser, putinha... - eu disse -
A Beatriz não conseguia falar por causa da porra e do meu pau dentro da boca dela. A Martha se levantou e tirou meu pau da boca da Beatriz, e disse:
- Abre a boca, mana, e me dá um pouco...
A Beatriz abriu a boca e começaram a passar a porra uma pra outra, derramando nas caras das duas... o que sobrou na boca elas engoliram e se beijaram... eu tava exausto.
Elas se jogaram de cada lado do meu corpo, colando as tetas no meu peito... já que eu tinha caído de costas na cama. A gente descansou até recuperar o fôlego e nisso...
- Agora vou eu... - disse a Beatriz -
- É mana, falta você sentir esse pedaço de pau no cu - respondeu a Martha -
- Beleza... a próxima é você... - respondi - mas sabia que tava totalmente moído...
A Martha começou a chupar meu pau depois de um tempo lambendo e dando umas boas mamadas, meu amigo cabeçudo ficou duro e pronto pra ação.
- Agora, siim!!! Já tá pronto - a Martha tirando meu pau da boca dela -
- Já, mana? Já quero ele dentro de mim... - a Beatriz, babando de tesão -
A Beatriz me olhou e perguntou:
- Como você quer comer meu cu, pai...
- Como é a primeira vez dela no cu, deixa ela controlar... pai... - disse a Martha -
- Ok, que ela sente em cima do meu pau... então... - respondi -
A Martha pegou a Beatriz pela mão, colocou ela de pé na frente da cama, eu me deslizei até a beirada dela e fechei as pernas, apoiado no meu quadril.
- Vai, mana, come esse pau... com esse cuzão que você tem... - disse a Martha, pegando a Beatriz pela mão e colocando ela de costas pra sentar no meu pau...
De repente, olhei aquela bunda enorme se aproximando do meu pau ereto e duro, peguei ele com a mão e direcionei pro cu que vinha chegando, com a outra mão abri um pouco as nádegas dela pra ver onde enfiar a pica... e notei uma coisa que me deu uma certa risada. A cenoura que a Beatriz tinha enfiado no cu ainda estava lá… só se via o cabinho dela, meio esverdeado. Quando vi aquilo, falei:
— Pera aí, essa puta ainda tá com a cenoura no cu…
— Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk — as duas riram.
— Mana, por isso que você tava tão feliz… — disse a Martha.
Peguei a cenoura com as unhas e comecei a tirar devagar do cu da Beatriz…
Quando saiu toda, vi que o cu dela tinha ficado totalmente dilatado… então só encostei meu pau na entrada e, de uma sentada só, a Beatriz engoliu ele inteiro…
— Aaaaaaiii…!!! Que gostoso, mana — falou a Beatriz.
— Isso, mana, é uma delícia… agora sobe e desce, quero ver você engolindo ele todinho… — disse a Martha.
A Beatriz começou a subir e descer devagar. Eu sentia menos pressão no pau dela, porque tava bem aberto. Já o da Martha, afff, era bem apertadinho. Ela foi aumentando a velocidade, enquanto a Martha, ajoelhada na frente das minhas pernas fechadas, abriu elas pelos meus joelhos, se meteu no meio e começou a chupar minhas bolas e lamber a buceta da Beatriz. Ela não parava de gemer e gritar putaria…
— Ai, minha mãe… ai, minha mãe… que delícia… que gostoso… me dá mais pau…
— Cê gosta de como eu como seu pau, papai? Gosta de ver como eu engulo seu pau pelo cu?
O barulho daquelas bundonas gelatinosas era incrível: pá, pá, pá, pá, pá, pá… Dava pra ouvir cada batida delas no meu púbis, e as coxas suadas e cheias de fluidos grudavam nas minhas… A Martha continuava no trabalho dela, chupando bolas e buceta… e de vez em quando lambia meu pau quando saía do cu da Beatriz… Assim a gente seguiu por um tempo, uns 20 ou 25 minutos, até que de repente senti aquela queimação e inchaço no pau… falei:
— Vou gozar, puta… vou gozar…
— É sua vez, mana… — disse a Beatriz pra Martha.
— Isso, joga na minha boca, papai… me avisa quando for pra eu tirar da minha mana — falou a Martha.
Enfiei mais umas quantas vezes e falei:
— Já. Jááááááá...!!!
Martha tirou meu pau do cu da amiga dela, ela gritou com a sensação de dor... colocou na boca dela e mal entrou, boooomm...!!! Um jato enorme de porra inundou a boca dela, ela chupava mais e mais meu pau como se quisesse espremer ele... o que fez com maestria... tirou da boca e cuspiu toda a porra até derramar nos peitos dela... esfregou neles e beijou a Beatriz...
- Mana, a gente tem que fazer isso mais vezes... - Disse Beatriz pra Martha...
- Sim, mana... a gente tem que repetir... - Respondeu Martha...
- Quando vocês quiserem - falei eu...
Beatriz saiu de cima de mim e se deitou de bruços na cama, Martha me pegou pelas bochechas e me beijou suave e devagar... puxei ela pra perto de mim e a gente caiu na cama...
Depois de um tempo, Beatriz olhou o relógio e disse:
- Mana, você viu que horas são? O Melé já vai chegar pra buscar a gente... - falou ela.
- É mesmo, já tá tarde, bom que meu velho deve estar vidrado na TV... - Disse Martha.
Elas se levantaram da cama, me pediram licença pra usar o banheiro e quando voltaram, Martha pegou um pacote de lenços umedecidos da bolsa, limpou a buceta e o cu, e depois Beatriz fez o mesmo. Eu fiquei lá, largado na cama, olhando pra elas... Terminaram de se vestir e disseram: "Já vamos, papacito... muito obrigada por tudo." Levantei da cama, peguei uma calça de moletom e uma camiseta na gaveta e acompanhei elas até a porta. Sentei no sofá e Beatriz disse:
- Posso usar seu telefone?...
- Claro - respondi.
Ela ligou pro marido e desligou... Enquanto o marido demorou pra chegar, elas me deram um boquete foda, as duas ao mesmo tempo. Buzinou uma corneta lá fora, a Maya começou a latir, elas se levantaram, limparam a boca, me beijaram e a gente saiu. Já na porta, Martha pegou meu pau por cima da calça e disse:
- Que pau gostoso você tem, moleque... queria provar de novo...
- Quando a senhora quiser, dona Martha... quando quiser - respondi.
Abri a porta e elas me beijaram no rosto, dizendo:
- Então a gente espera você na congregação no sábado, ok... boa noite. Noites…
O marido acenou a mão se despedindo, elas subiram no carro, eu fechei a porta e fui pro meu quarto, caí feito tábua no colchão, dormi profundamente e na manhã seguinte notei que o cheiro das booties delas ainda estava por toda a cama… Sorri e me levantei…
E foi assim que, duas amantes de Jeová, acabaram sendo minhas amantes por um dia… agora, toda vez que um domingo tocam a campainha de casa, peço a Jeová que sejam duas mulheres tão perversas quanto elas…
Fim…
— Cê tá pronta, sua puta, Martha…?
Ela olhou pro pote e respondeu:
— Sim, meu amor, mas primeiro pela Booty…
De repente, ela se virou e disse:
— Fabio, posso descer na cozinha?
Achei que ela tava com sede ou algo assim, então falei que sim… ela se levantou e saiu correndo, toda pelada, enquanto a Beatriz já tava deitada na cama. Eu me aproximei do rosto dela e coloquei meu pau perto da boca dela.
— Quer mais umas mamadas de cock, papacito…? — ela perguntou.
— Aham… — falei.
— Vê se me empresta esse pedaço de cock que cê tem… — respondeu.
Ela pegou com a mão, deu uns puxões e começou a chupar de novo.
— Uuggg, uuggg, uuggg, uugg, uugg — dava pra ouvir.
A Martha entrou no quarto com as mãos nas costas e disse:
— Fabio, cê tem camisinha…?
— Sim, tão na gaveta… — respondi.
Pensei que ela queria camisinha pra quando eu enfiasse no cu dela… pra minha surpresa, não era isso. Ela abriu a gaveta e quando vi o que ela tinha nas mãos, fiquei bem surpreso. Era uma cenoura. Ela colocou uma camisinha nela, passou vaselina e falou pra Beatriz:
— Agora sim, maninha, vou te fazer ver as estrelas…
Ela se deitou de barriga pra cima na cama e me disse:
— Tira ele daí e come minha Booty, papacito…
— Uggg..!!! aaaaa…!!! — tirando meu pau da boca da Beatriz.
Desci da cama e me posicionei entre as pernas da Martha, levantei elas e coloquei nos meus ombros.
— Maninha, fica em cima de mim com sua Booty na minha cara. — disse pra Beatriz.
A Beatriz se colocou em cima da Martha com aquele cuzão enorme na cara dela, enquanto me dava linguadas no pau. Pegou dois dedos, molhou com saliva e enfiou na buceta da Martha…
— Ahiii,!!! Mana, vai, vai, prepara minha pussy pra essa cock… — dizia a Martha.
A Martha, entre gemidos e empurrões, pegou a cenoura com a mão direita e com a esquerda separou uma das nádegas da Beatriz, colocou o tubérculo no cu dela e começou a penetrar aquele buraco. Suave e devagar… enquanto dava umas boas chupadas no clitóris dela. Eu olhava atento, batendo uma punheta…
- Mana, manaaaaa….!!!!! Tira, tira, não enche o saco… auuuuuuu… - dizia Beatriz -
- Relaxa, maninha, relaxa, pra você aproveitar… - Martha com voz excitada -
- Você continua dando na minha buceta, e relaxa… - de novo Martha -
No meio da cena, as lambidas de Beatriz e as batidas da minha mão, meu pau começou a ficar duro, e senti que ia explodir… Martha vendo minha cara:
- Papacito, vai gozar…?
- Aaaaa… acho que siiiim.!!!!! - eu disse -
- Mana, aperta o canudinho do pau dele pra ele não gozar ainda… - Martha pra Beatriz.. -
Beatriz, com o polegar e com muita delicadeza, enfiou a unha na separação da minha glande e a haste do pau, cravou devagar e naquele momento… oooo por deusss. A sensação era incrível, sentia uma pressão enorme dentro do pau mas ao mesmo tempo doía, me contorcia igual minhoca, e gemia igual louco. Depois de alguns segundos, comecei a parar as sacudidas, Beatriz ao perceber isso soltou devagar o dedo e parou de cravar no meu pau. Ao fazer isso, um pequeno jato de porra ficou na uretra do meu pau.
- Aíiii. Papi, saiu um pouquinho, deixa eu limpar…
Beatriz lambeu meu pau até deixar limpo, e duro de novo. Martha disse:
- Já, já, mete no meu cool…
Beatriz já só gemia, ao ser penetrada pela cenoura que tinha no cu. Eu me preparei pra meter o pau na Martha, mas Beatriz pegou com a mão, chupou ele, e colocou na buceta da amiga. Me olhou e sussurrou:
- Mete ele, todinho, papacito…. Quero ver como ele crava na buceta dela…
Sem mais aviso, zasss… entrou tudo sem oferecer muita resistência, por causa do bom trabalho de Beatriz e seus dedos na amiga.
- Aaaaaayyyyy… weyyyy, vai, vai, come essa puta gostosa… - dizia Martha com loucura -
- Isso papacito, dá pau nessa buceta, mete, mete… - Beatriz, olhando a penetração -
Comecei a me mexer, tirando e metendo o pau na Martha devagar. Ela me deu um tapa. na coxa e uma leve beliscada, e disse
— Me come, forte, filho da puta, me dá até me partir no meio….
Ao ouvir isso e sentir o calor que sua palmada e beliscada tinham provocado, comecei a meter com tudo, via minha barriga se contrair e bater no rosto da Beatriz, ela pegou a mão da Martha, que segurava a cenoura no cu dela, saiu de cima da Martha e se ajoelhou do meu lado, enquanto se dedava no cu… beijava minhas coxas e acariciava minhas bolas, peguei a Martha pela frente das coxas e estiquei bem as pernas dela para cima, e enfiei o pau com força, os peitos dela começaram a balançar como uma novinha no baile, subida nas caixas de som, a Martha não parava de soltar palavrões e palavras sujas saíam da boca dela, a mesma que há pouco tentava me convencer a amar o deus dela…
— Me come, filho da puta, me come, bem filho da putinha….
— Me arrebenta toda, filho da puta…
— Mete até o fundo, até o talo….
— Mais, filho da puta, maaais…!!!!
— Mais forte, mais duro…. Viado….
Eu ficava mais excitado a cada palavra que ela dizia, lembrei daquela tarde de sexo sujo com a Luciana, então naquele momento…..
— Zasssss.!!!! dei um tapaão nela….
Ela abriu os olhos grandes, me olhou e neles eu vi que não tinha nada além de luxúria e desejo…
— Assim, filho da puta… assim me bate…. Dá uns tapas nessa puta …
— Me morde os peitoss..!!!!
— Bate nesses peitos filho da puta…..
— Dá neles, dá….
Daí comecei a dar tapas nos peitos dela e beliscar os bicos, puxando com força… ela se contorcia e jogava o corpo pra cima e pra baixo. Enquanto a Beatriz se enfiava mais forte no cu, excitada e levada pela luxúria daquele momento. Ela também começou a falar putaria…
— Aperto suas bolas, filho da putinha…
— Arranco elas, viado…
Enquanto agora era ela quem me dava palmadas… não acreditava, agora o sodomizado era eu… de repente, a Martha soltou um gemido longo e tremeu… chegou o orgasmo… me agarrou pelas nádegas Levantando da cama, ela me beijou e me manteve imóvel com meu pau bem no fundo da buceta dela. Depois, se deixou cair na cama e disse:
— Agora sim, filho da puta, você vai arrebentar meu cu, igual fez com minha bunda…
Pegando o pote de vaselina, ela passou no cu por fora e por dentro… depois de terminar de lubrificar e dilatar um pouco o cu, disse:
— Pronto, promíscuo… enfia tudo até o fundo…
Ela pegou meu pau e, com a mão, guiou até o cu dele, colocou bem em cima e disse:
— Empurra, filho da puta, com força, vagabundo…
Sem dizer mais nada, comecei a empurrar meu pau tentando abrir o cu dela, ela não soltava meu pau da mão… e aos poucos senti a vaselina começando a fazer efeito, deixando o convidado entrar naquele buraco tão apertado…
— Puta que pariu, que pau gostoso você tem, filho da puta… — disse a Martha.
— E você… tá bem apertada…! No cu… — eu falei.
— Vai, filho da puta, quero ele todo dentro… — Martha com a voz entrecortada.
Sem nenhuma cerimônia, dei um empurrão e o que faltava de pau entrou até meu saco bater na buceta dela.
— Filho da puta, que gostoso, que gostoso… dói pra caralho mas que gostoso…
Comecei a meter sem piedade, via as paredes do esfíncter dela se afundarem e depois voltarem, a cada estocada do meu pau.
Beatriz ficava esfregando o clitóris pequeno da Martha, que se sacudia violentamente com as descargas de prazer que o corpo dela recebia… não aguentei muito, porque a apertura daquele cu e o calor que saía dele me deixaram excitado pra caralho. Comecei a sentir meu pau pulsar e falei:
— Vou gozar, vou gozar… putas, vou gozar, quem quer e onde…?
— Mana, rápido, pega o pau desse filho da puta e enfia na boca pra ele gozar na sua cara… — disse a Martha pra Beatriz.
Sem dizer nada, Beatriz pegou meu pau, tirou do cu da Martha e enfiou na boca dela. Eu não aguentei mais e explodi dentro da boca da Beatriz…
— Aaaaarggggg… toma, sua puta de merda…
Senti meu pau jorrando. Três jatos enormes de porra, e a Beatriz massageava minha glande com a língua... soltando pequenos jatos de porra...
- Aaaaaaaa, que puta foda gostosa você me deu, papai... Vamos ver quando repetimos - disse a Martha -
- Quando você quiser, putinha... - eu disse -
A Beatriz não conseguia falar por causa da porra e do meu pau dentro da boca dela. A Martha se levantou e tirou meu pau da boca da Beatriz, e disse:
- Abre a boca, mana, e me dá um pouco...
A Beatriz abriu a boca e começaram a passar a porra uma pra outra, derramando nas caras das duas... o que sobrou na boca elas engoliram e se beijaram... eu tava exausto.
Elas se jogaram de cada lado do meu corpo, colando as tetas no meu peito... já que eu tinha caído de costas na cama. A gente descansou até recuperar o fôlego e nisso...
- Agora vou eu... - disse a Beatriz -
- É mana, falta você sentir esse pedaço de pau no cu - respondeu a Martha -
- Beleza... a próxima é você... - respondi - mas sabia que tava totalmente moído...
A Martha começou a chupar meu pau depois de um tempo lambendo e dando umas boas mamadas, meu amigo cabeçudo ficou duro e pronto pra ação.
- Agora, siim!!! Já tá pronto - a Martha tirando meu pau da boca dela -
- Já, mana? Já quero ele dentro de mim... - a Beatriz, babando de tesão -
A Beatriz me olhou e perguntou:
- Como você quer comer meu cu, pai...
- Como é a primeira vez dela no cu, deixa ela controlar... pai... - disse a Martha -
- Ok, que ela sente em cima do meu pau... então... - respondi -
A Martha pegou a Beatriz pela mão, colocou ela de pé na frente da cama, eu me deslizei até a beirada dela e fechei as pernas, apoiado no meu quadril.
- Vai, mana, come esse pau... com esse cuzão que você tem... - disse a Martha, pegando a Beatriz pela mão e colocando ela de costas pra sentar no meu pau...
De repente, olhei aquela bunda enorme se aproximando do meu pau ereto e duro, peguei ele com a mão e direcionei pro cu que vinha chegando, com a outra mão abri um pouco as nádegas dela pra ver onde enfiar a pica... e notei uma coisa que me deu uma certa risada. A cenoura que a Beatriz tinha enfiado no cu ainda estava lá… só se via o cabinho dela, meio esverdeado. Quando vi aquilo, falei:
— Pera aí, essa puta ainda tá com a cenoura no cu…
— Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk — as duas riram.
— Mana, por isso que você tava tão feliz… — disse a Martha.
Peguei a cenoura com as unhas e comecei a tirar devagar do cu da Beatriz…
Quando saiu toda, vi que o cu dela tinha ficado totalmente dilatado… então só encostei meu pau na entrada e, de uma sentada só, a Beatriz engoliu ele inteiro…
— Aaaaaaiii…!!! Que gostoso, mana — falou a Beatriz.
— Isso, mana, é uma delícia… agora sobe e desce, quero ver você engolindo ele todinho… — disse a Martha.
A Beatriz começou a subir e descer devagar. Eu sentia menos pressão no pau dela, porque tava bem aberto. Já o da Martha, afff, era bem apertadinho. Ela foi aumentando a velocidade, enquanto a Martha, ajoelhada na frente das minhas pernas fechadas, abriu elas pelos meus joelhos, se meteu no meio e começou a chupar minhas bolas e lamber a buceta da Beatriz. Ela não parava de gemer e gritar putaria…
— Ai, minha mãe… ai, minha mãe… que delícia… que gostoso… me dá mais pau…
— Cê gosta de como eu como seu pau, papai? Gosta de ver como eu engulo seu pau pelo cu?
O barulho daquelas bundonas gelatinosas era incrível: pá, pá, pá, pá, pá, pá… Dava pra ouvir cada batida delas no meu púbis, e as coxas suadas e cheias de fluidos grudavam nas minhas… A Martha continuava no trabalho dela, chupando bolas e buceta… e de vez em quando lambia meu pau quando saía do cu da Beatriz… Assim a gente seguiu por um tempo, uns 20 ou 25 minutos, até que de repente senti aquela queimação e inchaço no pau… falei:
— Vou gozar, puta… vou gozar…
— É sua vez, mana… — disse a Beatriz pra Martha.
— Isso, joga na minha boca, papai… me avisa quando for pra eu tirar da minha mana — falou a Martha.
Enfiei mais umas quantas vezes e falei:
— Já. Jááááááá...!!!
Martha tirou meu pau do cu da amiga dela, ela gritou com a sensação de dor... colocou na boca dela e mal entrou, boooomm...!!! Um jato enorme de porra inundou a boca dela, ela chupava mais e mais meu pau como se quisesse espremer ele... o que fez com maestria... tirou da boca e cuspiu toda a porra até derramar nos peitos dela... esfregou neles e beijou a Beatriz...
- Mana, a gente tem que fazer isso mais vezes... - Disse Beatriz pra Martha...
- Sim, mana... a gente tem que repetir... - Respondeu Martha...
- Quando vocês quiserem - falei eu...
Beatriz saiu de cima de mim e se deitou de bruços na cama, Martha me pegou pelas bochechas e me beijou suave e devagar... puxei ela pra perto de mim e a gente caiu na cama...
Depois de um tempo, Beatriz olhou o relógio e disse:
- Mana, você viu que horas são? O Melé já vai chegar pra buscar a gente... - falou ela.
- É mesmo, já tá tarde, bom que meu velho deve estar vidrado na TV... - Disse Martha.
Elas se levantaram da cama, me pediram licença pra usar o banheiro e quando voltaram, Martha pegou um pacote de lenços umedecidos da bolsa, limpou a buceta e o cu, e depois Beatriz fez o mesmo. Eu fiquei lá, largado na cama, olhando pra elas... Terminaram de se vestir e disseram: "Já vamos, papacito... muito obrigada por tudo." Levantei da cama, peguei uma calça de moletom e uma camiseta na gaveta e acompanhei elas até a porta. Sentei no sofá e Beatriz disse:
- Posso usar seu telefone?...
- Claro - respondi.
Ela ligou pro marido e desligou... Enquanto o marido demorou pra chegar, elas me deram um boquete foda, as duas ao mesmo tempo. Buzinou uma corneta lá fora, a Maya começou a latir, elas se levantaram, limparam a boca, me beijaram e a gente saiu. Já na porta, Martha pegou meu pau por cima da calça e disse:
- Que pau gostoso você tem, moleque... queria provar de novo...
- Quando a senhora quiser, dona Martha... quando quiser - respondi.
Abri a porta e elas me beijaram no rosto, dizendo:
- Então a gente espera você na congregação no sábado, ok... boa noite. Noites…
O marido acenou a mão se despedindo, elas subiram no carro, eu fechei a porta e fui pro meu quarto, caí feito tábua no colchão, dormi profundamente e na manhã seguinte notei que o cheiro das booties delas ainda estava por toda a cama… Sorri e me levantei…
E foi assim que, duas amantes de Jeová, acabaram sendo minhas amantes por um dia… agora, toda vez que um domingo tocam a campainha de casa, peço a Jeová que sejam duas mulheres tão perversas quanto elas…
Fim…
2 comentários - Testemunhas de Jeová… Parte 03