Chegou o sábado, Alejandra saiu do curso lá pras 16h30, e eu trabalhei até as 19h. Não parava de pensar no que ela tinha dito no quarto do hotel…
— Só porque você é meu cunhadinho… e eu te respeito, senão te estuprava aqui mesmo…
Minhas mãos ainda lembravam do tamanho e da firmeza da bundinha dela… quando me toquei, tava completamente excitado e meu amigo tava durasso dentro da calça. Cheguei no meu quarto, tomei um banho longo, dormi uma soneca bem grande, como se pressentisse que algo ia rolar naquela noite — mesmo que não fosse com a Alejandra; seria com outra pessoa…
Acordei e olhei o relógio: 22h10. Levantei, me vesti, saí do quarto lá pras 22h45. Fui até o quarto da Alejandra e bati na porta — ninguém respondeu. Insisti, e nada de novo. Virei e desci pro lobby do hotel, não vi ninguém da empresa por lá… então falei:
— Foda-se, vou pra algum lugar ver o que rola…
Peguei o carro da empresa e saí do estacionamento do hotel. No meio do caminho, sem destino, meu celular tocou — número desconhecido. Hesitei em atender, mas pensei: — que se dane.
— Alô?…
— Oi, boa noite, Engenheiro Mireles, sou a Malena, amiga da Alejandra… — disse uma voz feminina.
— Aaah… sim, fala? Aconteceu algo com a Alejandra? — perguntei.
— Não, não, é que a gente tá te esperando no bar do hotel pra comemorar o aniversário dela… — disse a Malena.
— Ok, pequena, já tô indo pra lá… — respondi.
Desliguei e voltei pro hotel. Estacionei o carro e entrei no bar. Olhei em volta pra localizar o pessoal da empresa e lá estavam eles. Me aproximei e, mais perto, reparei numa mulher de cabelo solto e cacheado, um casaco de couro marrom, jeans justos que realçavam uma bundinha pequena e bem feita, e umas botas caubói marrons. Quando cheguei, um dos caras me cumprimentou e aquela mulher se virou…
— Cunhadinhooo… olha só que horas são… — disse a Alejandra.
Não podia acreditar: a mulher que meus olhos tinham visto e escolhido… Pra acalmar meus desejos sexuais, era minha cunhada…
- Já tô aqui, isso que importa… - respondi.
Peguei um copo e ela me deu, ela levantou o dela e disse:
- Pelos meus 25 anos… saúde…
Dando um belo gole na bebida, todo mundo começou a formar grupinhos e a papear. Eu me aproximei do balcão e sentei num banco. Alejandra chegou perto e colocou outro copo na minha frente…
- Quer me embebedar, cunhada? - perguntei.
- Não, quero você sóbrio pra ouvir bem o que vou te dizer… - respondeu a Ale.
Peguei o copo e dei um gole, olhei pra Alejandra e falei:
- Pode mandar… cunhada…
- Vamos parar de frescura e vou direto ao ponto… - disse Alejandra.
Desde que a conheci, nunca tinha ouvido ela soltar um palavrão, pelo contrário, sempre a vi como uma santinha…
- Como não quero que nenhum desses idiotas comece uma fofoca, quero que me leve pra outro lugar e me coma muito, muito bem… - falou Alejandra.
- Hahaha… cê tá bêbada de novo, cunhada? - perguntei.
- Não, não. Ontem você disse que quando eu falasse de sexo, fosse sóbria, né? Pois tô, e sei bem o que tô dizendo… se disser não, vou entender… - exclamou Alejandra.
- Vou sair do bar sem ninguém perceber e te espero no estacionamento… - disse Alejandra, e foi falar com os outros…
Eu não tirava os olhos dela, e ao mesmo tempo não conseguia acreditar, minha cunhada era uma gostosa completa. Anabel me contava que as irmãs dela eram bem loucas, mas nunca imaginei que tanto… depois de um tempo, perdi ela de vista… peguei minha jaqueta e saí do bar, indo pro estacionamento… cheguei no carro da empresa e vi ela sentada na calçada pra ninguém notar, me esperando… abri a porta do carro e ela entrou rápido… subi e liguei o motor.
Passei por vários hotéis, mas nenhum me agradava, eram motéis e auto-hotéis, minha cunhada merecia algo melhor, então fui pra um hotel 5 estrelas. Entrei no estacionamento e ela virou, me olhando e disse:
- Aqui não… quero que me trate como uma puta… que você pegou na rua…
- Sério… você quer isso, Alejandra? – perguntei incrédulo.
- Sim, sempre foi minha fantasia… e o Alberto nunca quis realizar comigo…
- Ok… se é assim que você quer…
Saí do estacionamento e fui para um motel. Chegamos, estacionei o carro e pedi um quarto. Caminhei até o carro, Alejandra desceu, me alcançou e subimos para o segundo andar do motel. Chegamos ao quarto e entramos. Sentei na cama e ela disse:
- O que você quer que eu faça, papai… o que você está a fim…?
Olhei para ela por alguns segundos e respondi:
- Tira a roupa e fica só de lingerie… faz devagar… pra eu poder te ver…
Ela deixou a bolsa cair numa poltrona que tinha no quarto. Lentamente, tirou o casaco de couro, pegou a blusa e desabotoou um a um os botões. Sem tirar a blusa, pegou o botão da calça jeans e o desabotoou, abaixou o zíper e, segurando pelos lados, puxou até os joelhos. Levantou uma perna, tirando primeiro a bota daquele pé e depois a calça. Depois fez o mesmo com a outra perna, exatamente igual… Pegou a blusa de novo e tirou primeiro de um braço, depois do outro… Toda a roupa ficou no chão. Olhei o corpo dela semidesnudo e a lingerie era meio fofa – tanto o sutiã quanto a calcinha eram brancos com estampa de jornal… Sorri ao ver.
- E agora, papai, você tem que cobrar o que pagou por mim… – disse Alejandra.
Naquele momento, percebi que ela falava sério: queria mesmo ser tratada como prostituta…
- Chega aqui, deixa eu terminar de te despir…
Ela se aproximou e ficou na minha frente. Peguei o sutiã dela, desabotoei e me livrei dele. Devagar, minhas mãos desceram roçando os seios e a barriga dela, até chegar na calcinha. Peguei e tirei sem esforço nenhum…
- Agora quero que você se sente na poltrona e se masturbe… pra mim… – falei para Alejandra.
Ela, sem dizer nada, caminhou até a poltrona, sentou e levantou as pernas, se recostando. Enfiou dois dedos na boca dela, os ensalivo e deslizo por todo o corpo dela até chegar na buceta dela, suavemente esfregava contra os lábios da buceta dela depois de uns minutos ela suavemente os deslizou na buceta dela…
- Oooouuuu….!!! Assim… assim. Cê gosta, papai…? - perguntou a Ale -
- Sim, se toca com a outra mão… - eu disse -
A mão livre dela foi direto pros peitos dela e começou a massagear eles… enquanto os dedos davam descargas imensas de prazer, a buceta dela era um sonho, morena por fora e rosada por dentro, dava pra ver como os fluidos vaginais começavam a sair dela… O clitóris dela era de tamanho normal e meio desbotado…
- Cê gosta de se masturbar, putinha…? - eu falei alto -
- Aaaa…, aaa…aaaa…aaaa… siiiim… adoro me masturbar e ser olhada fazendo isso, papai… - ela respondeu -
- Cê já enfiou o dedo no cu, vagabunda…? - perguntei -
- Aham… quer ver como eu faço… - ela respondeu -
Ela largou os peitos e enfiou o dedo médio na boca, encheu de saliva e colocou no cu dela, começou a esfregar fazendo círculos nele… e de repente o dedo foi sugado pelo rabo dela… como um asteroide por um buraco negro… porque era assim o cu da Alejandra…. Deixou o dedo lá dentro por uns minutos e suavemente começou a mexer ele no cu dela… os gemidos aumentaram
- Uuu, uuu, uuu, aaa, aaa, aaa, auuu…!!! Cê gosta de me ver, papai? - a Ale perguntava -
- Sim, cê é uma gostosa… mamacita, fica assim e continua se dando pelos dois buracos… - eu disse -
Naquela hora comecei a tirar toda a roupa, até ficar pelado na frente dela, meu amigo cabeçudo, tava duro que nem pedra com aquela cena de masturbação feminina…
- Aaayyyy..!!! papai, tudo isso é pra mim…? - a Alejandra perguntou vendo meu pau ereto apontando pro céu… -
- Siiim… cê quer ele…? - eu disse -
- Aham… me dá ele pra chupar um pouquinho… - ela respondeu -
Me aproximei dela e virei um pouco a cara dela, colocando meu pau na boca dela, ela começou a beijar e lamber ele… uma das mãos dela, tentou alcançar meu pau e eu falei
- Não, não mamacita… cê continua se dando pelos dois buracos…
Ela continuou dando prazer no próprio cu e na buceta com os dedos… enquanto eu pegava ela pelos cabelos brilhantes e enfiava meu pau na boca dela…
- Aggg, aahggggg, aggg, aaagggg, uggg, uggg, uggg, uggg, ugg… aaaaa…!!!!
- Assim…, puta… de rua, você é boa de chupar né… aposto que seus clientes sempre te comem pela boca…
- Aggg, uugggg, uggg, uuuggg, ugggg, uggg, mmm… sim, eu gosto de ter paus duros na boca — dizia Alejandra.
Assim continuou por uns minutos e os dedos dela se moviam cada vez mais rápido nos buracos dela… provocando uma boa explosão de suco feminino, resultado do orgasmo dela… quando sentiu a explosão dentro de si, ela engoliu meu pau inteiro e bufava pelo nariz, eu peguei um dos peitos dela e apertei forte por causa daquela sensação tão gostosa… ela tirou meu pau da boca e uma bolha grande de saliva ficou pendurada… ela lambeu e cuspiu de novo no meu pau…
Percebi que minha cunhada era expert em sexo oral, porque em nenhum momento fez aquele barulho clássico de engasgo ou tentativa de vômito…
Peguei meu pau com a mão, enfiando e tirando ele inteiro da boca da Alejandra, depois bati ele nos lábios dela… enquanto ela cuspia ainda mais.
- Aaa..!!, me dá mais cock, papai…deixa ele dentro até eu me engasgar… com essa pica enorme… — dizia Alejandra.
E de novo zaz…!!! Até a garganta…. Ela abriu os olhos bem grandes e usando a língua como jeito de expulsar, tirou meu pau da boca, dessa vez tossiu um pouco e disse…
- Aaaaa….!!!! Assim que eu gosto de ser comida na boca com força… mas agora eu quero esse pauzão dentro de mim… me dá logo, papai….
Peguei meu pau e sacudi na boca dela, depois fiquei de frente pra ela na posição que ela tava e pedi pra ela tirar os dedos da buceta… ela tirou e a buceta dela ficou pronta pro meu pau, coloquei na entrada do canal dela, e sem dificuldade nenhuma entrou até a metade…
- Aaaaaooouuuu….!!!! Papai… que cock boa… que yummy que é… dura e firme do jeito que eu gosto… — dizia Alejandra…
- Você gosta de paus duros na Sua buceta, vagabunda… —eu dizia—
—Ajajaaaaa… É, eu adoro… —ela respondia—
—Quantos caralhos já passaram por aqui, vagabunda…? —eu perguntava—
—Aaaauuu… não muitos… alguns, mas nenhum tão bom quanto o seu, papacito. —dizia Alejandra.
Eu ficava mais e mais excitado a cada palavra que saía da boca dela, minhas mãos apertavam os seios pequenos mas duros, e ela continuava com o dedo no cu…
—Quero meter tudo… cunhada, vagabunda…? —falei—
Ao dizer isso, Alejandra me olhou e arregalou os olhos, estava realmente perdida na putaria que a gente sentia naquele momento…
—Siii… papai… mete tudo… —ela disse—
De um empurrão zazzz..!!! Entrou tudo…
—Aaaaayyyyy…. Vai, vai nessa vagabunda, mais caralho papai, dá pra sua cunhada puta, pela buceta…. —gritava e gemia Alejandra—
—Assim que você gosta, cunhada?... você é uma puta suja… sabia?.... —eu dizia—
—Ajjaaaaaaa… sou sim… e adoro ser comida… —ela respondia—
Comecei a bombar forte e com ritmo… Alejandra se sacudia e mexia os quadris pra fazer meu pau entrar sem esforço na buceta dela… de vez em quando eu bombava e tirava meu pau da buceta dela pra colocar na boca… ela chupava, pegava com a mão e colocava de volta na buceta…
Continuei bombando assim por mais um tempo, parei de repente e falei
—Fica de quatro na cama, puta suja…
Ela se levantou do sofá e se deitou de bruços espalhada na cama, e levantou os joelhos e a bunda… fiquei atrás dela e meti de novo de uma vez só todo meu pau na buceta…
—Ouuuuuu…. Papai… —ela disse levantando a cabeça e abrindo a boca grande…—
—Que caralho gostoso você tem… papai… adoro seu pau… —ela dizia a cada estocada do meu pau—
Eu dava umas estocadas fortes e depois mudava o ritmo, ficavam lentas e suaves… enquanto meu polegar afundava no cu dela… apertado e escuro..
—Aaaaa… papai… quer meu cuzinho também…. Isso vai te custar mais… —disse Alejandra.—
—Quanto mais…? —perguntei—
—Umas duas ou três vezes mais do seu Pau… quando eu quiser…" — ela respondeu.
"É um trato, vagabunda… você vai ter ele quando quiser…" — eu disse entre gemidos.
Continuei assim, bombando a buceta dela por um bom tempo. De repente, sem dizer nada, ela pegou meu pau, tirou da buceta dela, subiu um pouco e disse:
"Dá pra sua cunhada, a putinha, pelo cuzinho… seja bonzinho… não é minha primeira vez, mas seu pau é maior do que os que já estiveram aqui antes…"
Ela passou os dedos na buceta, pegou um pouco do lubrificante feminino dela, levou até o cu e esfregou…
"Vai devagar na sua putinha… papai…"
Me ajudando com a mão dela a guiar meu pau, ela colocou bem na entrada do cu dela. Comecei a empurrar devagar meu pau e senti o cu dela começando a se abrir aos poucos…
"Aaaaaa…!!! Ooooouuuuu…!!!" — Alejandra gemia.
Devagar, o cu dela cedeu e deixou meu pau entrar até a metade…
"Aaaaaayyyyy… Uuuyyyyy… papai… já entrou tudo… Por que dói pra caralho…" — disse Alejandra.
"Não… vagabunda, foi só até a metade…" — respondi.
"Aaayyy,!!! Não fode… então espera, papai… deixa meu cuzinho descansar um pouquinho…" — disse Alejandra, com voz de sofrimento…
Deixei meu pau parado por uns minutos enquanto minhas mãos pegavam os peitinhos dela e massageavam, tentando acalmar a Alejandra…
"Já pode, papai, enfia esse pau todo no meu cuzinho…" — disse Alejandra, mais relaxada…
Comecei a empurrar meu pau até ter ele todo dentro da Alejandra. Ela apertava os lençóis da cama e, por um momento, mordeu um travesseiro que tinha colocado na frente dela… Fiquei imóvel de novo por uns segundos, dando tempo pro cu dela se acostumar com meu pau… Depois de um instante, comecei a me mover devagar…
"Aaauuu…!! Auuu… mmmm… mmmm… que pau gostoso, papai… me dá mais forte…" — disse a Ale.
Comecei a aumentar a velocidade das estocadas… O cu dela era apertado e tava fervendo… lá dentro… Por um momento, lembrei do da mãe dela e do da irmã… e não tinha muita diferença… todos eram bem apertados e bem quentes…
Continuei comendo ela pelo cu, dando umas boas estocadas…
"Aa, aa, aa, aa, aa, aa, mm, mm, mm, mm, assim papacito... como é bom sentir essa pica enorme partindo minha tiny ass... — dizia Ale —
— Tá gostando, cunhadinha safada? — perguntei —
— Aham... adoro... que transa boa que você tá me dando, papi... — respondeu Ale —
— Quantas rolas já teve nessa tiny ass, vagabunda? — perguntei —
— Aaaauuu... mmmm... só duas, contando com a sua... — respondeu —
— Aaaammm... mmmm... aaauuuu... papi, quero seu gozo fora da minha tiny ass... sim, papi, me dá seu gozo... — disse Ale —
Comecei a meter forte no cu dela... e de repente meu pau começou a dar sinais do inevitável... tirei de uma vez e Alejandra deu um grito quando sentiu meu pau saindo do cu dela... e soltei a carga na bunda dela... um jorrinho enorme de porra escorreu por toda a racha até descer pra buceta dela... meu pau ainda soltava pequenos jatos de porra em toda a bundinha dela... ela se contorcia e gemia sentindo o leite escorrendo nas nádegas... terminei de gozar e desabei em cima dela, ficamos assim um tempão sem falar e sem nos mexer...
Quando finalmente recuperamos o fôlego, ela me disse algo que mudou pra sempre a forma como eu via a família dela...
— Cunhado... quem faz melhor, minha mãe, minha irmã ou eu...?
Olhei pra ela com cara de incredulidade e respondi
— Queeee...?
— Não se faz de bobo, eu sei da sua e da minha mãe... e duvido que você não coma a Anabel toda vez que pode... vai, responde — disse Alejandra —
— Kkkkkkk, sua mãe te contou... pfff, não sei, as três são muito boas...
Ela chegou perto do meu rosto e disse
— Sei que as putas normalmente não fazem isso, mas eu sou uma vagabunda diferente e ainda sou a putinha do meu cunhado...
Me beijou suavemente nos lábios... depois se levantou e entrou no banheiro, tomou um banho... e quando saiu, se vestiu e disse...
— Beleza, papi, foi uma delícia o rala e rola, mas tenho que voltar pro trampo...
Pegou a bolsa e saiu do quarto... eu fiquei deitado pensando que já três mulheres da família dela tinham provado do meu pau... e faltava uma...
Na manhã seguinte, nos encontramos no No elevador do hotel, a gente se cumprimentou como sempre e partiu pro aeroporto. Voamos pra casa e, ao chegar no aeroporto da Cidade do México, a família toda já tava esperando. Todo mundo se abraçou e voltamos pra casa...
E foi assim que minha cunhada... Alejandra... me deu uma noite deliciosa de prazer...
Fim...
— Só porque você é meu cunhadinho… e eu te respeito, senão te estuprava aqui mesmo…
Minhas mãos ainda lembravam do tamanho e da firmeza da bundinha dela… quando me toquei, tava completamente excitado e meu amigo tava durasso dentro da calça. Cheguei no meu quarto, tomei um banho longo, dormi uma soneca bem grande, como se pressentisse que algo ia rolar naquela noite — mesmo que não fosse com a Alejandra; seria com outra pessoa…
Acordei e olhei o relógio: 22h10. Levantei, me vesti, saí do quarto lá pras 22h45. Fui até o quarto da Alejandra e bati na porta — ninguém respondeu. Insisti, e nada de novo. Virei e desci pro lobby do hotel, não vi ninguém da empresa por lá… então falei:
— Foda-se, vou pra algum lugar ver o que rola…
Peguei o carro da empresa e saí do estacionamento do hotel. No meio do caminho, sem destino, meu celular tocou — número desconhecido. Hesitei em atender, mas pensei: — que se dane.
— Alô?…
— Oi, boa noite, Engenheiro Mireles, sou a Malena, amiga da Alejandra… — disse uma voz feminina.
— Aaah… sim, fala? Aconteceu algo com a Alejandra? — perguntei.
— Não, não, é que a gente tá te esperando no bar do hotel pra comemorar o aniversário dela… — disse a Malena.
— Ok, pequena, já tô indo pra lá… — respondi.
Desliguei e voltei pro hotel. Estacionei o carro e entrei no bar. Olhei em volta pra localizar o pessoal da empresa e lá estavam eles. Me aproximei e, mais perto, reparei numa mulher de cabelo solto e cacheado, um casaco de couro marrom, jeans justos que realçavam uma bundinha pequena e bem feita, e umas botas caubói marrons. Quando cheguei, um dos caras me cumprimentou e aquela mulher se virou…
— Cunhadinhooo… olha só que horas são… — disse a Alejandra.
Não podia acreditar: a mulher que meus olhos tinham visto e escolhido… Pra acalmar meus desejos sexuais, era minha cunhada…
- Já tô aqui, isso que importa… - respondi.
Peguei um copo e ela me deu, ela levantou o dela e disse:
- Pelos meus 25 anos… saúde…
Dando um belo gole na bebida, todo mundo começou a formar grupinhos e a papear. Eu me aproximei do balcão e sentei num banco. Alejandra chegou perto e colocou outro copo na minha frente…
- Quer me embebedar, cunhada? - perguntei.
- Não, quero você sóbrio pra ouvir bem o que vou te dizer… - respondeu a Ale.
Peguei o copo e dei um gole, olhei pra Alejandra e falei:
- Pode mandar… cunhada…
- Vamos parar de frescura e vou direto ao ponto… - disse Alejandra.
Desde que a conheci, nunca tinha ouvido ela soltar um palavrão, pelo contrário, sempre a vi como uma santinha…
- Como não quero que nenhum desses idiotas comece uma fofoca, quero que me leve pra outro lugar e me coma muito, muito bem… - falou Alejandra.
- Hahaha… cê tá bêbada de novo, cunhada? - perguntei.
- Não, não. Ontem você disse que quando eu falasse de sexo, fosse sóbria, né? Pois tô, e sei bem o que tô dizendo… se disser não, vou entender… - exclamou Alejandra.
- Vou sair do bar sem ninguém perceber e te espero no estacionamento… - disse Alejandra, e foi falar com os outros…
Eu não tirava os olhos dela, e ao mesmo tempo não conseguia acreditar, minha cunhada era uma gostosa completa. Anabel me contava que as irmãs dela eram bem loucas, mas nunca imaginei que tanto… depois de um tempo, perdi ela de vista… peguei minha jaqueta e saí do bar, indo pro estacionamento… cheguei no carro da empresa e vi ela sentada na calçada pra ninguém notar, me esperando… abri a porta do carro e ela entrou rápido… subi e liguei o motor.
Passei por vários hotéis, mas nenhum me agradava, eram motéis e auto-hotéis, minha cunhada merecia algo melhor, então fui pra um hotel 5 estrelas. Entrei no estacionamento e ela virou, me olhando e disse:
- Aqui não… quero que me trate como uma puta… que você pegou na rua…
- Sério… você quer isso, Alejandra? – perguntei incrédulo.
- Sim, sempre foi minha fantasia… e o Alberto nunca quis realizar comigo…
- Ok… se é assim que você quer…
Saí do estacionamento e fui para um motel. Chegamos, estacionei o carro e pedi um quarto. Caminhei até o carro, Alejandra desceu, me alcançou e subimos para o segundo andar do motel. Chegamos ao quarto e entramos. Sentei na cama e ela disse:
- O que você quer que eu faça, papai… o que você está a fim…?
Olhei para ela por alguns segundos e respondi:
- Tira a roupa e fica só de lingerie… faz devagar… pra eu poder te ver…
Ela deixou a bolsa cair numa poltrona que tinha no quarto. Lentamente, tirou o casaco de couro, pegou a blusa e desabotoou um a um os botões. Sem tirar a blusa, pegou o botão da calça jeans e o desabotoou, abaixou o zíper e, segurando pelos lados, puxou até os joelhos. Levantou uma perna, tirando primeiro a bota daquele pé e depois a calça. Depois fez o mesmo com a outra perna, exatamente igual… Pegou a blusa de novo e tirou primeiro de um braço, depois do outro… Toda a roupa ficou no chão. Olhei o corpo dela semidesnudo e a lingerie era meio fofa – tanto o sutiã quanto a calcinha eram brancos com estampa de jornal… Sorri ao ver.
- E agora, papai, você tem que cobrar o que pagou por mim… – disse Alejandra.
Naquele momento, percebi que ela falava sério: queria mesmo ser tratada como prostituta…
- Chega aqui, deixa eu terminar de te despir…
Ela se aproximou e ficou na minha frente. Peguei o sutiã dela, desabotoei e me livrei dele. Devagar, minhas mãos desceram roçando os seios e a barriga dela, até chegar na calcinha. Peguei e tirei sem esforço nenhum…
- Agora quero que você se sente na poltrona e se masturbe… pra mim… – falei para Alejandra.
Ela, sem dizer nada, caminhou até a poltrona, sentou e levantou as pernas, se recostando. Enfiou dois dedos na boca dela, os ensalivo e deslizo por todo o corpo dela até chegar na buceta dela, suavemente esfregava contra os lábios da buceta dela depois de uns minutos ela suavemente os deslizou na buceta dela…
- Oooouuuu….!!! Assim… assim. Cê gosta, papai…? - perguntou a Ale -
- Sim, se toca com a outra mão… - eu disse -
A mão livre dela foi direto pros peitos dela e começou a massagear eles… enquanto os dedos davam descargas imensas de prazer, a buceta dela era um sonho, morena por fora e rosada por dentro, dava pra ver como os fluidos vaginais começavam a sair dela… O clitóris dela era de tamanho normal e meio desbotado…
- Cê gosta de se masturbar, putinha…? - eu falei alto -
- Aaaa…, aaa…aaaa…aaaa… siiiim… adoro me masturbar e ser olhada fazendo isso, papai… - ela respondeu -
- Cê já enfiou o dedo no cu, vagabunda…? - perguntei -
- Aham… quer ver como eu faço… - ela respondeu -
Ela largou os peitos e enfiou o dedo médio na boca, encheu de saliva e colocou no cu dela, começou a esfregar fazendo círculos nele… e de repente o dedo foi sugado pelo rabo dela… como um asteroide por um buraco negro… porque era assim o cu da Alejandra…. Deixou o dedo lá dentro por uns minutos e suavemente começou a mexer ele no cu dela… os gemidos aumentaram
- Uuu, uuu, uuu, aaa, aaa, aaa, auuu…!!! Cê gosta de me ver, papai? - a Ale perguntava -
- Sim, cê é uma gostosa… mamacita, fica assim e continua se dando pelos dois buracos… - eu disse -
Naquela hora comecei a tirar toda a roupa, até ficar pelado na frente dela, meu amigo cabeçudo, tava duro que nem pedra com aquela cena de masturbação feminina…
- Aaayyyy..!!! papai, tudo isso é pra mim…? - a Alejandra perguntou vendo meu pau ereto apontando pro céu… -
- Siiim… cê quer ele…? - eu disse -
- Aham… me dá ele pra chupar um pouquinho… - ela respondeu -
Me aproximei dela e virei um pouco a cara dela, colocando meu pau na boca dela, ela começou a beijar e lamber ele… uma das mãos dela, tentou alcançar meu pau e eu falei
- Não, não mamacita… cê continua se dando pelos dois buracos…
Ela continuou dando prazer no próprio cu e na buceta com os dedos… enquanto eu pegava ela pelos cabelos brilhantes e enfiava meu pau na boca dela…
- Aggg, aahggggg, aggg, aaagggg, uggg, uggg, uggg, uggg, ugg… aaaaa…!!!!
- Assim…, puta… de rua, você é boa de chupar né… aposto que seus clientes sempre te comem pela boca…
- Aggg, uugggg, uggg, uuuggg, ugggg, uggg, mmm… sim, eu gosto de ter paus duros na boca — dizia Alejandra.
Assim continuou por uns minutos e os dedos dela se moviam cada vez mais rápido nos buracos dela… provocando uma boa explosão de suco feminino, resultado do orgasmo dela… quando sentiu a explosão dentro de si, ela engoliu meu pau inteiro e bufava pelo nariz, eu peguei um dos peitos dela e apertei forte por causa daquela sensação tão gostosa… ela tirou meu pau da boca e uma bolha grande de saliva ficou pendurada… ela lambeu e cuspiu de novo no meu pau…
Percebi que minha cunhada era expert em sexo oral, porque em nenhum momento fez aquele barulho clássico de engasgo ou tentativa de vômito…
Peguei meu pau com a mão, enfiando e tirando ele inteiro da boca da Alejandra, depois bati ele nos lábios dela… enquanto ela cuspia ainda mais.
- Aaa..!!, me dá mais cock, papai…deixa ele dentro até eu me engasgar… com essa pica enorme… — dizia Alejandra.
E de novo zaz…!!! Até a garganta…. Ela abriu os olhos bem grandes e usando a língua como jeito de expulsar, tirou meu pau da boca, dessa vez tossiu um pouco e disse…
- Aaaaa….!!!! Assim que eu gosto de ser comida na boca com força… mas agora eu quero esse pauzão dentro de mim… me dá logo, papai….
Peguei meu pau e sacudi na boca dela, depois fiquei de frente pra ela na posição que ela tava e pedi pra ela tirar os dedos da buceta… ela tirou e a buceta dela ficou pronta pro meu pau, coloquei na entrada do canal dela, e sem dificuldade nenhuma entrou até a metade…
- Aaaaaooouuuu….!!!! Papai… que cock boa… que yummy que é… dura e firme do jeito que eu gosto… — dizia Alejandra…
- Você gosta de paus duros na Sua buceta, vagabunda… —eu dizia—
—Ajajaaaaa… É, eu adoro… —ela respondia—
—Quantos caralhos já passaram por aqui, vagabunda…? —eu perguntava—
—Aaaauuu… não muitos… alguns, mas nenhum tão bom quanto o seu, papacito. —dizia Alejandra.
Eu ficava mais e mais excitado a cada palavra que saía da boca dela, minhas mãos apertavam os seios pequenos mas duros, e ela continuava com o dedo no cu…
—Quero meter tudo… cunhada, vagabunda…? —falei—
Ao dizer isso, Alejandra me olhou e arregalou os olhos, estava realmente perdida na putaria que a gente sentia naquele momento…
—Siii… papai… mete tudo… —ela disse—
De um empurrão zazzz..!!! Entrou tudo…
—Aaaaayyyyy…. Vai, vai nessa vagabunda, mais caralho papai, dá pra sua cunhada puta, pela buceta…. —gritava e gemia Alejandra—
—Assim que você gosta, cunhada?... você é uma puta suja… sabia?.... —eu dizia—
—Ajjaaaaaaa… sou sim… e adoro ser comida… —ela respondia—
Comecei a bombar forte e com ritmo… Alejandra se sacudia e mexia os quadris pra fazer meu pau entrar sem esforço na buceta dela… de vez em quando eu bombava e tirava meu pau da buceta dela pra colocar na boca… ela chupava, pegava com a mão e colocava de volta na buceta…
Continuei bombando assim por mais um tempo, parei de repente e falei
—Fica de quatro na cama, puta suja…
Ela se levantou do sofá e se deitou de bruços espalhada na cama, e levantou os joelhos e a bunda… fiquei atrás dela e meti de novo de uma vez só todo meu pau na buceta…
—Ouuuuuu…. Papai… —ela disse levantando a cabeça e abrindo a boca grande…—
—Que caralho gostoso você tem… papai… adoro seu pau… —ela dizia a cada estocada do meu pau—
Eu dava umas estocadas fortes e depois mudava o ritmo, ficavam lentas e suaves… enquanto meu polegar afundava no cu dela… apertado e escuro..
—Aaaaa… papai… quer meu cuzinho também…. Isso vai te custar mais… —disse Alejandra.—
—Quanto mais…? —perguntei—
—Umas duas ou três vezes mais do seu Pau… quando eu quiser…" — ela respondeu.
"É um trato, vagabunda… você vai ter ele quando quiser…" — eu disse entre gemidos.
Continuei assim, bombando a buceta dela por um bom tempo. De repente, sem dizer nada, ela pegou meu pau, tirou da buceta dela, subiu um pouco e disse:
"Dá pra sua cunhada, a putinha, pelo cuzinho… seja bonzinho… não é minha primeira vez, mas seu pau é maior do que os que já estiveram aqui antes…"
Ela passou os dedos na buceta, pegou um pouco do lubrificante feminino dela, levou até o cu e esfregou…
"Vai devagar na sua putinha… papai…"
Me ajudando com a mão dela a guiar meu pau, ela colocou bem na entrada do cu dela. Comecei a empurrar devagar meu pau e senti o cu dela começando a se abrir aos poucos…
"Aaaaaa…!!! Ooooouuuuu…!!!" — Alejandra gemia.
Devagar, o cu dela cedeu e deixou meu pau entrar até a metade…
"Aaaaaayyyyy… Uuuyyyyy… papai… já entrou tudo… Por que dói pra caralho…" — disse Alejandra.
"Não… vagabunda, foi só até a metade…" — respondi.
"Aaayyy,!!! Não fode… então espera, papai… deixa meu cuzinho descansar um pouquinho…" — disse Alejandra, com voz de sofrimento…
Deixei meu pau parado por uns minutos enquanto minhas mãos pegavam os peitinhos dela e massageavam, tentando acalmar a Alejandra…
"Já pode, papai, enfia esse pau todo no meu cuzinho…" — disse Alejandra, mais relaxada…
Comecei a empurrar meu pau até ter ele todo dentro da Alejandra. Ela apertava os lençóis da cama e, por um momento, mordeu um travesseiro que tinha colocado na frente dela… Fiquei imóvel de novo por uns segundos, dando tempo pro cu dela se acostumar com meu pau… Depois de um instante, comecei a me mover devagar…
"Aaauuu…!! Auuu… mmmm… mmmm… que pau gostoso, papai… me dá mais forte…" — disse a Ale.
Comecei a aumentar a velocidade das estocadas… O cu dela era apertado e tava fervendo… lá dentro… Por um momento, lembrei do da mãe dela e do da irmã… e não tinha muita diferença… todos eram bem apertados e bem quentes…
Continuei comendo ela pelo cu, dando umas boas estocadas…
"Aa, aa, aa, aa, aa, aa, mm, mm, mm, mm, assim papacito... como é bom sentir essa pica enorme partindo minha tiny ass... — dizia Ale —
— Tá gostando, cunhadinha safada? — perguntei —
— Aham... adoro... que transa boa que você tá me dando, papi... — respondeu Ale —
— Quantas rolas já teve nessa tiny ass, vagabunda? — perguntei —
— Aaaauuu... mmmm... só duas, contando com a sua... — respondeu —
— Aaaammm... mmmm... aaauuuu... papi, quero seu gozo fora da minha tiny ass... sim, papi, me dá seu gozo... — disse Ale —
Comecei a meter forte no cu dela... e de repente meu pau começou a dar sinais do inevitável... tirei de uma vez e Alejandra deu um grito quando sentiu meu pau saindo do cu dela... e soltei a carga na bunda dela... um jorrinho enorme de porra escorreu por toda a racha até descer pra buceta dela... meu pau ainda soltava pequenos jatos de porra em toda a bundinha dela... ela se contorcia e gemia sentindo o leite escorrendo nas nádegas... terminei de gozar e desabei em cima dela, ficamos assim um tempão sem falar e sem nos mexer...
Quando finalmente recuperamos o fôlego, ela me disse algo que mudou pra sempre a forma como eu via a família dela...
— Cunhado... quem faz melhor, minha mãe, minha irmã ou eu...?
Olhei pra ela com cara de incredulidade e respondi
— Queeee...?
— Não se faz de bobo, eu sei da sua e da minha mãe... e duvido que você não coma a Anabel toda vez que pode... vai, responde — disse Alejandra —
— Kkkkkkk, sua mãe te contou... pfff, não sei, as três são muito boas...
Ela chegou perto do meu rosto e disse
— Sei que as putas normalmente não fazem isso, mas eu sou uma vagabunda diferente e ainda sou a putinha do meu cunhado...
Me beijou suavemente nos lábios... depois se levantou e entrou no banheiro, tomou um banho... e quando saiu, se vestiu e disse...
— Beleza, papi, foi uma delícia o rala e rola, mas tenho que voltar pro trampo...
Pegou a bolsa e saiu do quarto... eu fiquei deitado pensando que já três mulheres da família dela tinham provado do meu pau... e faltava uma...
Na manhã seguinte, nos encontramos no No elevador do hotel, a gente se cumprimentou como sempre e partiu pro aeroporto. Voamos pra casa e, ao chegar no aeroporto da Cidade do México, a família toda já tava esperando. Todo mundo se abraçou e voltamos pra casa...
E foi assim que minha cunhada... Alejandra... me deu uma noite deliciosa de prazer...
Fim...
1 comentários - Minha cunhada gostosa Alejandra… Parte 02