Adotado. (cap.2)

Se encontraram num bar, perto da Plaza de Mayo, e pra Pedro foi ótimo porque foi a pé.
Damião era um cara gato, corpo cuidado mas sem ser musculoso, muito bem vestido, dava pra ver que tinha grana. Se reconheceram pelas características que tinham mandado por mensagem e sentaram numa mesa, meio afastada, lá no fundo do bar.
A primeira coisa que Damião perguntou foi qual era o motivo do anúncio, o que Pedro realmente queria.
— Olha, senhor — disse Pedro — vim do Chaco, lá não tinha muito futuro, aqui comecei a estudar direito, tô no cursinho ainda, mas não tô indo mal.
O problema é que minhas economias tão acabando e não consigo um trampo que me deixe estudar… largar os estudos pra trabalhar não faz sentido, vim pra cá pra estudar e se não arrumar algo logo, vou ter que voltar.
Pensei que com isso, sem ter que pagar pensão, daria pra continuar os estudos… além disso, a parte sexual também é importante, não tenho muita experiência, mas a ideia de transar com um casal, de gozar entre os três, me atrai muito…

Pedro sabia que com essa afirmação tava deixando a porta aberta pra transar também com ele, mas não ligou, era mais importante conseguir o que queria, depois via o que rolava…

Damião contou que era tabelião e a mulher dele, estilista de moda, que não tinham filhos e que tavam precisando de uma sacudida na vida sexual, que tava ficando sem graça, e que vendo o anúncio gostaram da ideia, porque isso podia ser melhor do que procuravam, agora seriam três pra crescer nas experiências sexuais.
Mas Damião não conhecia Pedro e não era ingênuo como ele, tinha muitos medos, medos lógicos de meter um desconhecido dentro de casa…
Encheu Pedro de perguntas, interrogou sobre a vida dele no Chaco, a experiência sexual, a família, os amigos… se ele tinha amigos aqui, pediu dados, endereços, referências… Pedro tava sobrecarregado, mas já esperava algo assim, tava preparado, aliás, ele também tava. preocupado com onde ia se meter, mas duas coisas deram tranquilidade pra ele: se o Damián tava preocupado, queria dizer que não tinha más intenções, e a outra é que ele parecia ter uma boa posição, isso dava a ideia de que não teria problema em bancarem ele financeiramente.

— Bom — disse Damián —, só faltam duas coisas pra gente fechar. Primeiro, você vai fazer esses exames — enquanto falava, tirou do bolso um pedido pra um laboratório —, desculpa, mas você entende que a gente precisa saber que você tá saudável, já tão pagos, vai nesse endereço amanhã em jejum e faz. Pra sua tranquilidade, vou te mostrar que a gente também fez os nossos, aqui tão os resultados.

Pedro pegou o papel com as mãos e leu sem entender muito, embora tenha visto que dizia que tava tudo bem.

— A segunda coisa que vou te pedir é alguma foto pra mostrar pra Vero, minha mulher, ela quer te conhecer pra ver se tá tudo certo, e quando digo te conhecer é que ela quer ver uma foto sua pelado.

— Não tenho nenhuma — disse Pedro.

— Sem problema, vamos até o banheiro e tiro com o celular, em um minuto só e já mando pra ela daqui.

Dito isso, ele pegou o celular e tirou uma foto do rosto dele, e na hora mandou pra mulher dele. Foram juntos até o banheiro, Pedro tava nervoso e vermelho, nunca tinham pedido uma coisa dessas pra ele.

Ia passando entre as mesas seguido pelo Damián e parecia que todo mundo olhava pra eles, como se todos soubessem o que iam fazer.

Entraram no banheiro e não tinha ninguém. Damián o colocou dentro de um dos cubículos do vaso e pediu pra ele tirar a camiseta e abaixar a calça.

Pedro tava muito nervoso, mas obedeceu. Tirou a camiseta e abaixou a calça junto com a cueca. A buceta dele tava totalmente mole, o nervosismo e a situação desconfortável atrapalhavam. Damián tirou uma foto e disse que seria bom tirar uma com a buceta bem dura. Pedro começou a se masturbar devagar, mas nada.

Nisso, entrou gente no banheiro, o coração de Pedro... começou a pulsar forte, Damián fez sinal pra ele ficar em silêncio. Aproveitando o momento, pegou na cock dele com a mão e começou a acariciar devagar, uma masturbação bem lenta e sensual que atingiu o objetivo, a cock de Pedro ficou duríssima. Damián esperava o cara do banheiro ir embora pra não detectar o disparo do flash, continuava punhetando Pedro, que entrecerrava os olhos e suspirava forte. Damián fez sinal pra ele calar a boca, mas Pedro não conseguia parar de suspirar. Então ele pegou ele pela nuca e beijou, enfiou a língua na boca do garoto enquanto continuava punhetando, desceu a mão do pescoço e acariciou o corpo dele… Nem preciso dizer que conseguiu as fotos que queria, até uma enquanto ele gozava entre os dedos. Voltaram pra mesa e pediram outro café, Pedro sentou sem entender nada, toda a adrenalina do momento, o cagaço de ser descoberto, o coração batendo a mil, tudo saiu do corpo dele junto com o esperma grosso que jorrava da cock e escorria pelos dedos de Damián. Agora tava sentado naquela cadeira, sem forças, com um sorriso no rosto e a mente em branco. Se Damián tivesse más intenções, naquele momento ele tava ferrado… mas por sorte pra ele não era assim, Damián tinha boas intenções, ter um garoto em casa pra curtir com a mulher dele. Mandou as fotos e logo recebeu a resposta. A aprovação e um presente extra pro garoto. Uma foto da buceta bem molhada e com dois dedos lá dentro, uma masturbação linda, resultado da tesão que as fotos que o marido mandou deram nela. No dia seguinte foi fazer os exames, falaram que em 24 horas tava pronto. Voltou andando pra pensão dele pra tomar uns mates e estudar, agora mais do que nunca tinha que se dedicar aos estudos. Era a grande chance dele. No caminho encontrou o Willy e contou o que tinha rolado. Ele convidou ele pra ir na casa dele. departamento, mas Pedro preferiu não ir, tinha bastante o que estudar.
– Que horas você volta? – perguntou Willy
– E... tipo, chego umas 11 mais ou menos…
– Perfeito! Você vem pra casa jantar pra comemorar o acontecimento – respondeu Willy, e não deixou Pedro recusar.
Os irmãos já sabiam das intenções do Pedro e tinham incentivado ele a seguir com o plano. Agora, feliz com os novos resultados, Willy queria comemorar junto com o amigo.

Chegou na pensão dos irmãos lá pelas 11 e quinze, foi recebido pelo Willy, que contou que a irmã dele tinha acabado de chegar do supermercado e estava tomando banho.
Na mesinha quadrada de madeira no meio do quarto, tinha uma garrafa de fernet já começada e três copos limpos. Willy tirou uma coca da geladeira e preparou dois copos.
– Vamos brindar à sua nova vida!!! – disse ele.
– Não vamos esperar a Doris?
– Tem muito o que comemorar, essa oportunidade que você tá tendo vai fazer você continuar estudando, e não ter que ir embora… a gente se apegou a você, porra!!! Kkkk
– Mas espera, ainda nem tenho os resultados… – Pedro não queria criar muita expectativa, só por precaução – tem que ver o que a mulher diz… se eu gostar do que me propuserem…
– Qual é!!! Com a punheta que ela te mandou por foto, você já agradou… e o exame vai dar certo!!! Que doença você vai ter se acabou de sair do mato!!!
– Porra!!! – respondeu Pedro, e os dois riram enquanto tomavam o fernet.

Doris terminou de se lavar e saiu do banheiro enrolada numa toalha. A visão que Pedro teve foi de tirar o fôlego: ela saindo de uma nuvem de vapor, enrolada numa toalha branca curta, amarrada nos peitos e aberta embaixo, de lado, deixando ver o esplendor das pernas, os cabelos enrolados em outra toalha… Ela se aproximou dele e deu um selinho. Serviu um fernet e sentou na mesa.
Depois tirou a toalha da cabeça e deixou a cabeleira molhada e preta cair bagunçada sobre os ombros.
Pedro, mais do que com tesão, estava Perdidamente apaixonado por aquela imagem, sabia que a Doris estava por perto pra amizade e sexo, mas longe pra love…. Pelo menos era assim que ele via, pelo que já tinham conversado antes.

Tinham pedido umas pizzas e foi nessa que o delivery chegou com elas.
Comeram, beberam e papearam juntos, curtiram a nova amizade e aquelas pizzas gostosas, o fernet foi fazendo o efeito dele e as risadas contagiante eram sem fim.
A Doris não tinha se trocado, continuava com a toalha, que se abria a cada movimento dela deixando a pussy dela, coroada com um lindo tufinho de pelo preto, à mostra.
O Pedro tava com o olhar perdido naquele espetáculo lindo, a excitação dele era enorme e o álcool fazia com que ele não ligasse muito se percebessem.

O sexo não demorou pra entrar na conversa e a nova experiência que o garoto ia viver virou o assunto principal.

Ver a Doris sentada na frente dele, com a pussy dela claramente molhada à vista, era forte demais pro Pedro. Ele sempre foi muito tímido, mas o fernet tinha tirado a timidez, colocou a mão como quem não quer nada no joelho dela enquanto conversavam, daqui a pouco a mão já tava acariciando a perna… cada vez mais pra cima, a cara de satisfação dele convidou ela a continuar, cada vez mais pra cima, sentia a umidade da Doris na perna dele, bem pertinho da pussy, não ligou se o Willy tava olhando.

A Doris semicerrô os olhos e os dedos do Pedro chegaram até aquela pussy que já tava banhada…ela parou de falar e suspirou forte… ele subiu a outra mão e enfiou pela toalha pegando um peito dela e acariciando o mamilo duro, a toalha se soltou e caiu no chão.

– Ah, então é assim!! – disse o Willy – aqui vai ter putaria mas dessa vez eu participo também…. É bom você saber bem o que é um trio!!!
Pulou da cadeira e foi por trás do Pedro, arrancou a camisa dele e começou a acariciar o peito dele e beijar o pescoço.

Agora quem se levantou foi a Doris, desabotoou a calça dele e ele se ergueu um pouco pra deixar ela tirar. Saque. Deixou o slip nele e começou a amassar a cock dele por cima… Willy não parava de acariciar e beijar ele, e a irmã já tinha puxado a cock dele e começava a lamber.
Willy virou e beijou ele na boca, Pedro sentiu a ereção dele e, instintivamente, com a mão por cima da calça, começou a acariciar.
Depois de um tempo, os três pelados foram para uma cama. Pedro perdeu a cabeça entre as pernas de Doris, lambendo e bebendo o néctar dela. Willy, por sua vez, agarrou a cock de Pedro, e Doris olhou pro irmão, sorriu e se esticou até alcançar ele e cobrir a cock dele com os lábios.
A primeira a gozar foi Doris, entre gritos de prazer. Depois os caras gozaram, cada um no seu tempo, cada um inundando a boca que o recebia…
O cheiro de sexo tomou o quarto, e os três ficaram exaustos, largados na cama. Mas essa calma duraria pouco… a noite estava só começando.
Doris e Pedro voltaram a se acariciar. Ele lambia as pernas dela, e pouco faltou pra ele estar de novo com a língua na pussy molhada dela, mas dessa vez ela deixou ele um pouco e depois foi se virando de costas até que o cara ficou beijando a bunda dela… ele nunca pensou que isso daria tanto prazer: beijava, lambia, enchia de saliva e lambia de novo…
Willy, do lado dele, contava sobre o prazer que dá ter a bunda beijada e, acariciando ele, desceu até a própria bunda de Pedro e começou a lamber.
O jogo daquela língua habilidosa encheu Pedro de prazer, que, enquanto lambia Doris, brincava com um dedo no clitóris dela e provocava um orgasmo cheio de espasmos.
Willy se aproximou de Pedro e disse: — Nunca comeu um cu?
Diante da negativa do cara, ele se ofereceu pra ensinar como fazer direito.
Pegou a bunda da irmã e começou a explicação:
— Olha, enche bem de saliva, muita linguada bem cheia de saliva… (enquanto falava, ia fazendo) e agora com o dedinho você vai passando em círculo, bem suave… bem devagar… reconhecendo a anatomia do cu… fazendo ela suspirar… agora mete a pontinha, Suave… mexendo… (Doris suspirou forte) viu, ela tá pedindo pra você meter, mas continua assim… gira em círculos… devagar… como se fosse alargando… abrindo espaço pro seu pau… pode enfiar dois (mandou mais um dedo, fazendo a irmã suspirar forte) continua abrindo… devagar… bem devagar… molha bem com saliva… e agora molha bem o pau com saliva e troca os dedos por ele… (encostou a cabeça do pau no cu da irmã)
— Empurra devagar até a cabeça entrar (um gritinho de dor e prazer, quase sussurrando, escapou da boca da irmã) e agora vai devagar, enfiando aos poucos, milímetro por milímetro, tira um pouco e mete mais, até sentir que tá tudo dentro… e depois é só aproveitar.

Pedro via Willy metendo gostoso no cu da irmã, ele olhou pra ele e disse:
— Faz o mesmo com o meu cu, vamos fazer um verdadeiro menage e foder os três juntos.

Pedro começou a lamber o cu de Willy e depois enfiou o dedo, devagar, lambia e enfiava o dedo. Willy tinha uma bunda linda e lisinha, e Pedro adorava brincar com ela, seguiu as instruções à risca, fazendo o garoto gozar enquanto se mexia bem devagar dentro do cu da irmã.

Quando encostou a cabeça do pau, segurou com uma mão o corpo de Willy e com a outra o de Doris e empurrou. O cu de Willy, acostumado a receber paus, engoliu o de Pedro na primeira tentativa, e os três ficaram abraçados, bem juntinhos, se acariciando por uns instantes, até começarem um movimento cadenciado e bem ritmado.

As carícias se misturavam, as respirações ficavam ofegantes e o ritmo aumentava até que gozaram barulhentamente, caindo exaustos e dormindo abraçados.

Willy foi o primeiro a acordar, levantou e foi comprar uns pães de queijo pra tomar café.

Ao fechar a porta, acordou Doris, que acordou Pedro com carícias e beijos. As carícias e beijos foram ficando mais intensos até que Doris o virou de costas e montou, enfiando Enfiou o pau inteiro de uma vez, montou nele com fúria, os peitos dela balançavam e Pedro acariciava um com uma mão enquanto com a outra brincava com o clitóris dela, fazendo ela gozar rapidinho, e ele também gozou, enchendo a buceta dela de porra quente no momento em que ela desabou sobre ele e o abraçou.
Foi assim que Willy os encontrou quando chegou:
— Vocês tão no fogo, hein!! Não dá pra deixar vocês sozinhos que já tão é fodendo!!!
E os três riram juntos.

Depois de tomar café, ele foi, nervoso, buscar os resultados. Enquanto caminhava, se perguntava se os irmãos sempre transavam juntos. Outra coisa que percebeu é que quem ele achava que era totalmente gay, na verdade era bissexual… coisas que ele adoraria perguntar pra eles…

Pegou os resultados e viu que estava totalmente saudável. Cheio de alegria, mandou uma mensagem pro Damián:
— Peguei os resultados, tô limpo!
— Show!! — respondeu Damián — a gente se vê hoje às duas no mesmo bar.

Foi pra casa, precisava tomar um banho e clarear a mente depois da noite intensa que teve. Tava feliz por ter alguém pra aprender com ele.Não percam o capítulo três, o encontro com o casal!!!

6 comentários - Adotado. (cap.2)

Excelente amigo....es difícil manejar tantos personajes en una historia y lo venís haciendo bárbaro.
Qué morbosito resultó Ud. jajajaj
... y esto es solo el comienzo... jaja
Genial el relato!!!
gracias...seguilo porque se va a poner bueno!!!