o cuzão da minha cunhada

Esse relato eu encontrei na net, méritos pra quem viveu e mais ainda pra quem compartilhou, saudações espero que curtam!
Quando me casei com a que hoje é minha esposa, já conhecia toda a família dela, e reparei numa coisa em particular: são muito bundudas, têm essa peculiaridade de ter umas bundas redondinhas e umas pernas bem torneadas, e embora de peitos não careçam, o melhor mesmo são as bundas delas.
Pois bem, isso aconteceu há pouco tempo; minha esposa e eu trabalhamos e, como ainda não temos filhos, normalmente passamos os fins de semana em festa. Há 20 dias foi o aniversário da minha cunhada Nancy, ela tem 22 anos e um corpinho que sempre me excitou, já que ela gosta de vestir shortinhos apertados e saias curtas, sabe que tem umas pernas e uma bunda que enlouquecem qualquer um, mas sempre a chamam de difícil e provocante, porque nunca dá pra ninguém (ou pelo menos é o que dizem).
Enfim, pra festa dela, decidiu fazer num buteco conhecido da cidade, pra não ter que se estressar com tudo que uma festa envolve, e por consequência nos convidou pra ir. Minha esposa e eu combinamos de passar pra buscá-la, quando ela saiu com uma saia curta, mas rodada (ou não sei se é assim que se fala), que mal cobria a bunda dela, e deixava ver aquelas pernas impressionantes, uma blusa super decotada, como se só duas alças cobrissem os peitos pequenos mas redondinhos dela, e o cabelo preso, ah, ela estava espetacular.
Nosso carro é de só duas portas, o que agradeci quando chegamos, porque ao descer, Nancy deu uma passada que me deixou ver a virilha dela por breves instantes... (fio dental) ufa! Acho que tive uma ereção na hora. Entramos no buteco e o normal: ela foi dançar em roda com os amigos e eu com minha esposa, mas como era de se esperar, a festa passou da conta pra aniversariante e, por sorte, pra minha esposa também. Ela se empolgou tanto com a festa (coisa que raramente acontece) e curtiram até quase 3 da manhã.
Na hora de ir embora, Com as duas bêbadas, coloquei elas no carro,
já estavam meio inconscientes, por sorte.
No caminho, em cada semáforo, aproveitei pra
dar uma olhada na minha cunhada, com a
desculpa
de arrumar ela no banco de trás. A saia dela,
como eu disse antes, era perfeita pra apreciar aquela
bunda
redonda e firme que eu tanto queria. Ao chegar em casa,
meti o carro (o portão é elétrico), então tive
certa privacidade pra levar minha esposa pro
quarto. Ela tava tão chapada que não reagia,
e comecei a tramar como saciar meu apetite
pela minha cunhada.

Quando desci, minha cunhada tinha reagido
e tentava sair do carro pra vomitar. — Fodeu —
pensei. Tirei ela do carro e levei até o
ralo, e com a desculpa de ajudar ela a vomitar, segurei
no peito dela como se tivesse pegando de quatro,
fodendo-me, o que eu queria mesmo era sentir aquela bundinha
contra meu pau, que já tava duro pra caralho.
Ela não se incomodou, só tentava vomitar e
balbuciava alguma coisa, mas não entendi, então levei
ela pra dentro. Já com o plano na mão, coloquei
ela no sofá e ofereci outra dose. Ela não conseguia
articular palavra, mesmo assim bebeu, derramando
no decote. Peguei um papel toalha e
comecei a secar os peitos dela. Ela se reclinou pra trás
e se deixou fazer, tava perdida de bêbada.
Então abri a blusa dela e comecei a chupar aqueles mamilos
e mordiscar os peitos dela, enquanto ela só
gemia. Tirei meu pau pra fora, coloquei na boca dela, mas ela
não coordenava nem pra abrir os olhos. Coloquei ela
de joelhos no sofá, apoiada no encosto,
levantei a saia dela e comecei a lamber a buceta
e o cu dela, afastando a calcinha fio dental enquanto ela
só continuava gemendo. Comecei a dilatar
o cu dela com meus dedos até conseguir enfiar
dois. Então me levantei, olhei pra ela na luz que entrava
pelas janelas e admirei aquele cu dilatado e pronto pra me receber.

Não pensei duas vezes, coloquei a ponta do
pau no cu dela e comecei a meter devagar. tava tão excitado que achei que ia gozar antes da hora, mas curti pra caralho, tanto que antes de perceber já tava metendo nela toda, uma porrada de vezes, ela tava apagada, encostada, e o corpo dela balançava com cada metida que eu dava. dei umas palmadas na bunda dela, ela só gemeu; empurrei com força e levantei ela pelos peitos pra encostar ela em mim, dava pra sentir como meu pau era apertado por aquela buceta estreita e a pele da bunda dela contra minha pelve, a sensação era foda, ver meu pau sumindo entre as nádegas dela. gozei e despejei toda a porra dentro enquanto empurrava com força a cada descarga que sentia. fiquei exausto, minhas pernas tremiam, larguei ela no sofá e me sentei no chão, respirando pesado e todo suado. me levantei depois de um tempo, acendi um cigarro e olhei pra ela, ali, com o rabo cheio da minha porra. carreguei ela até o quarto onde ela ia ficar, só acomodei ela debaixo dos lençóis, passei a mão na bunda dela mais uma vez e dei um beijo nela enquanto apalpava os peitos dela (sou um tarado, kkkk). fui pro meu quarto, minha esposa ainda tava apagada. no dia seguinte, já tarde, acordei, elas já estavam almoçando. a Nancy tinha vestido um moletom e uma camiseta grandona, uns óculos escuros, e minha esposa algo parecido. dei bom dia pra elas e elas perguntaram:
- te fizemos sofrer muito ontem à noite?
respondi com um - hmm, não, só achei que você fosse vomitar no carro, Nancy!
minha esposa riu enquanto dizia:
- mas queria festa de balada, agora tá aí, com dor até pra sentar!
KKKKKKKKKK
todo mundo riu e deixamos a vida seguir... comentar não custa nada e uns pontinhos aí.

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