Dupla Função (35): Seis por Oito




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Compêndio ISempre que eu via hentai com a Marisol (desde que seja animação japonesa, a Marisol assiste de boa... mais um motivo pelo qual eu amo ela), eu falava como seria difícil transar com duas mulheres ao mesmo tempo.

Eu explicava que, embora fosse o sonho de qualquer um, era complicado pra mim, porque significava que uma das mulheres poderia se sentir rejeitada quando o cara metesse na outra. Mesmo que ele usasse as mãos ou o resto do corpo, o pau dele sempre estaria dentro de uma delas, e não nas duas.

"Legal! Então você vai comer a mãe e a filha... Sortudo pra caralho!" vocês podem pensar. Sim e não. Também tem o meu cansaço físico pra considerar.

Se a gente contar as gozadas daquele dia, temos as 3 boquetas matinais da Amélia, a boquete da Sônia, a penetração anal e vaginal da Sônia na sex shop e o sexo anal e apaixonado que eu acabei de ter com a Verônica. Ou seja, no total, 8 gozadas no que já tinha rolado no dia, e agora eu tinha que encarar uma Amélia bêbada com a libido no talo e a mãe dela, querendo uma revanche.

Por mais que eu forçasse a matemática, eu calculava que ainda dava pra gozar umas 1 ou 2 vezes, o que não era suficiente pra satisfazer as exigências delas.

Mas eu já tinha previsto essa possibilidade, já que a primeira suruba que eu tive foi na casa dos meus sogros, então achei que era uma boa ideia acumular distrações, pra me recuperar (e, claro, evitar outra queda de pressão por cansaço).

Como vocês devem ter imaginado, minha visita à sex shop foi muito mais do que mostrar um lugar legal pra Sônia ou me preocupar com o negócio do vendedor. Meu interesse principal era comprar "reforços", pra dar conta da putaria da minha sogra e da minha aparentemente inocente cunhada.

Eu continuei descendo as escadas, conseguindo vestir a calça. Quando cheguei na sala, já dava pra imaginar o que tinha rolado: as meninas tinham detonado a garrafa de rum e ficado loucas... as duas mais sortudas, estavam com as camisas vestidas, ou as saias na cintura, deitadas se abraçando umas com as outras… uma imagem muito interessante.

E igual ao meu sogrão, dormiam no chão, pra curar a bebedeira.
Dupla Função (35): Seis por OitoAcho melhor eu ligar pros pais dela" — disse Verônica, se cobrindo com seu roupão branco fino, preocupada ao ver o espetáculo.

"É, não é má ideia. Diz pra eles que ela se divertiu tanto que a Amélia resolveu fazer uma festa do pijama. Assim ninguém vai se meter em encrenca."

Verônica sorriu. Como sempre, eu enxergava além do óbvio...

Enquanto ela pegava o telefone, fui ver a Amélia. Ela estava chorando no travesseiro do meu quarto, deitada na minha cama, ainda vestindo seu uniforme escolar justinho. Dava pra ver a calcinha branca e inocente dela, e meus pensamentos perversos começaram a fluir...
peitudas“Já, calma! Tá tudo bem!” acariciei sua cintura, roçando naquela bunda deliciosa.

“Não, porque eu queria você só pra mim hoje.”

“Bom, você sabe que sua mãe também precisa de mim.” falei “além disso, não ia te dar meu presente se você tivesse com suas amigas.”

“Você comprou… um presente pra mim?”

Os olhos dela brilharam e a tristeza foi embora. Na real, ela era um pouco safada que nem o pai.

Embora eu tivesse consciência e o uniforme dela moldasse a imaginação das curvas escondidas, levei ela pro banheiro pra tomar água e lavar o rosto. Eu gostava muito da Amelia, mas não era tão canalha a ponto de me aproveitar da bebedeira dela.

Quando ela recuperou um pouco mais os sentidos, a Verónica já tinha terminado de ligar pros pais das meninas. Felizmente, a personalidade da Amelia era tão inocente que ninguém desconfiou que a gente tivesse escondendo algo mais.

Verónica e Amelia tiraram a roupa delas (tinha motivos fortes pra eu não fazer isso) e cobriram com uns cobertores.

“Bom… acho que é hora de você dar o presente pra menina. Vou dormir” disse Verónica, meio desanimada por ter que deitar com o gordo do Sergio, todo apagado.

“Não faz isso! Também tenho um presente pra você!”

“Mas Amelia… sei que você quer um tempo a sós com ele…”

“Vai!... além disso, é algo que você sempre quis ter.”

Elas aceitaram ir pro quarto da Amelia, já que os presentes estavam no meu.

O dono tinha embrulhado os presentes. Não podia estar mais grato.

As duas estavam animadas quando entreguei os pacotes. As duas ficaram confusas quando abriram.
masturbacao“O que são essas coisas?” Verônica me perguntou, ao ver o ovoide.

“Já vai ver. Pode parecer estranho, mas abram as pernas.”

Comecei com a Amélia. Levantei a saia xadrez dela, de leve, pra puxar a calcinha branca pra baixo.

“Marco, não na frente da minha mãe!” ela falou, envergonhada, sentindo meus dedos na bucetinha dela.

Quando terminei de encaixar, subi a calcinha dela e beijei a testa dela.

Não sei se foi a sacanagem, mas tive a impressão de que a Verônica estava ficando com tesão.

“Beleza! É sua vez, Verônica…”

Ela abriu o roupão, deixando eu ver um dos peitões enormes dela. Passei a mão no biquinho dela de leve, enquanto ela abria as pernas. Encaixei o ovoide, aproveitando pra passar os dedos na buceta melada dela.

“Pronto, tão prontinhas!”
trio“Isso tá estranho!” disse Amélia.

“É, o que é?” perguntou Verônica, meio decepcionada por minhas carícias terem sido tão curtas.
Peguei um dos controles e liguei, esperando ver quem seria a sortuda.

“Ah!” exclamaram elas, ao mesmo tempo…

Pra minha surpresa, os dois ovinhos estavam funcionando na mesma frequência.

“Tá…tão…bom!... O que… é?” perguntou Amélia, bem excitada, tentando levar a mão por baixo da calcinha. A mãe dela fazia algo parecido, abrindo o roupão e coçando o próprio botão.

“É um vibrador, em formato de ovo! Você coloca na sua buceta e pode se estimular quando quiser.”

As duas gemiam baixinho, aproveitando e tentando fechar as pernas, sem ousar meter os dedos na própria intimidade.

“Achei… que vibradores… eram compridos…” disse Verônica, segurando os espasmos.

“O que te dei era assim, mas tem de vários tipos! Um desses foi o que deu o orgasmo na sua filha, na cerimônia de aniversário dela!”

“Em… mim?... Ah!” disse Amélia, com o primeiro orgasmo. A calcinha dela estava manchada de sucos e ela já não se preocupava em tirar o ovo, só em acariciar os próprios peitos por cima da camisa.

“Não, na Marisol. Não lembra dela?”

“Não… só lembro… que mamãe me pediu… Ai!... pra cuidar da Violeta… naquela tarde… Tô me sentindo tão estranha!...”

Verônica começava a gemer baixinho, arqueando as costas. Os peitos dela balançavam soltos, com o roupão totalmente aberto.
incesto“Tua irmã usava um desses, claro que com mais potência” falei, tentando não me empolgar tanto com o espetáculo.

“Pode… vibrar… mais?” dizia Verônica, tentando não continuar gemendo.

“Bom, sim. Olha…”

O tesão me levou a continuar. Coloquei na intensidade média…

“Ah!... parece… tão gostoso…” dizia Amélia, soltando gemidinhos. Ela tinha desabotoado os botões da camisa e tentava se livrar do sutiã.

“Sim!... nunca me… senti assim… Amélia”. Verônica acariciava os próprios mamilos e o clitóris, com uma cara de desejo que começava a me afetar.

“Você podia… enfiar um pouquinho?... é meu aniversário… você tem que… Ah!... me dar um presente…”

Amélia levantava a saia e tirava a calcinha molhada, abrindo as pernas pra eu ver a bucetinha escorrendo.

“Não… Amélia!... Você tem que esperar!... Ai!... tô muito tarada…”

Verônica começava a esfregar o clitóris com força, enquanto se apoiava na cama da filha, me oferecendo a raba.

Eu começava a passar a mão no pau e elas ficavam mais excitadas.

“Só um pouquinho… mãe!... tô muito molhada…” dizia Amélia, já enfiando os dedos na bocetinha sem vergonha.

“Não, Amélia!... ela tem que enfiar em mim primeiro…” respondia a mãe, levantando a bunda.

Meu grande problema, na minha frente: 2 mulheres, fervendo de tesão, se tocavam, me desejando.

Como eu decidia quem comer: a inocente Amélia, se masturbando de pernas abertas e acariciando os peitos branquinhos e macios, vestida feito uma colegial?

Ou a fogosa Verônica, que não parava de me oferecer a raba, enquanto apertava os próprios peitos, completamente pelada?

A resposta era óbvia: nenhuma…

“Você pode segurar o controle? Vou mostrar pra sua mãe o que a gente fez de manhã!”

“Por quê?... É meu aniversário!” ela dizia, muito brava.

“Mas meu presente de aniversário é dormir com você a noite toda…” respondi.

Ela ficou vermelha.

“Os dois… juntos?”

Já tava convencida…

“Verônica, “Deita na cama!” ordenei, e ela obedeceu na hora. “Pelo jeito que você é sensível, acho que ninguém nunca bateu uma punheta nos seus peitos, né?”
“Bater uma… nos meus peitos?” ela perguntou, toda surpresa.
SograEra definitivamente a melhor resposta.

Ela adorou ver minha ereção entre os peitos dela.

“Tenta manter eles apertados!” eu falei.

“Você pode sentir umas cócegas!” disse a Amélia, se esfregando no clitóris.

“Isso é estranho!” ela nos disse.

Comecei a bombar devagar. Os peitos dela não eram tão grandes quanto os da filha, mas ainda assim eram bons, macios e gelatinosos… e também eram uma fantasia minha de cara.

“Tô… gostando!... E você… também, Marco?”

“Sim, isso é… muito bom.”

“Mãe, você já tá molhada!” disse a Amélia, olhando a fresta da mãe.

“Amélia, não olha praí!”

“Desculpa, mas parece tão gostoso… Ah!...”

Amélia ligou o vibrador de novo. Mãe e filha se sacudiram ao mesmo tempo.

“Era assim… que você fazia comigo?... é tão grande…”

Amélia começou a se masturbar. Meu segundo trisal começava a cruzar a fronteira do bizarro pro incestuoso.

“Amélia… não se toca… me olhando!” dizia a Verônica, se excitando ainda mais.

“Mãe… chupa o sorvete dele!...” disse a Amélia, ao ver minha cabeça aparecer entre os peitos da mãe, com olhos cheios de desejo.
cunhadaVerónica chupava com tanta intensidade…

"Marco parece… tão feliz!... Ah!..." dizia Amélia, se masturbando igual uma louca.

Os olhos de Verónica se arregalaram. Amélia tinha aumentado a intensidade de novo e ela chupava minha cabeça como se fosse uma putinha.

"Me… perguntei… o que vai acontecer… se eu aumentar… Ah!..."

Tavam no talo. Marisol aguentava, no máximo, 2 minutos…

A boca de Verónica lambia meu pau, sem parar, tentando acompanhar o ritmo das vibrações. Eu também ia gozar logo e Amélia tinha soltado o controle, pra esfregar o peito enquanto roçava o clitóris, se deixando levar pelo tesão.

"Vou gozar!..." falei pra elas, metendo a bacia o mais forte que podia.

"Eu… também!" dizia Amélia, se esfregando sem parar.

Verónica só me lambia, mas os olhos dela diziam tudo.

"Ah!" Gritamos, enquanto gozávamos juntos. Não sei se Verónica gozou na mesma hora, mas vi os fluidos dela escorrendo.

Caímos exaustos um do lado do outro.

"Isso foi… muito bom" disse Verónica, com um pouco do meu gozo escapando dos lábios dela.

Ela tava acabada. Deitamos ela na cama da Amélia e deixamos ela dormir.

"Quer vir comigo?" falei pra Amélia, pegando na mão dela.

Ela sorriu. Passamos uma noite tranquila, enroscados, nos abraçando.

"Era isso que eu queria pro meu aniversário!" ela falou, antes de se ajeitar pra dormir.

Tinha sido um dia foda…
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2 comentários - Dupla Função (35): Seis por Oito

DGE1976 +1
Buenísimo...q linda imagen...decime q se chuparon madre e hija xq no aguantaron su calentura...
Gracias por la fantasía...saludos...
sip... vamos avanzando para alla... lentamente... que bueno que haya gente que lo entienda. saludos