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Compêndio IChegamos na cidade por volta da 1. Falei pra Sonia me acompanhar, porque tinha encontrado uma parada que sabia que ela ia gostar.
Levei ela no shopping. Com certeza, ela achou que eu tinha visto algum vestido ou algo do tipo, mas na real, queria mostrar pra ela o que descobri na vez que comprei as camisas da Amelia.
Quando encontrei a loja, fiquei surpreso: era completamente diferente…Não se parecia em nada com aquela boutique deprimente de mercado esquecido que visitei da última vez. Agora tinha luzes de neon, música e o que mais me chamava a atenção: um fluxo constante de clientes, principalmente mulheres.
“Já vi por que você queria que eu viesse junto! Parece promissora!” eu pensava, enquanto olhava a vitrine.
Eu precisava entrar. Precisava ver o caixa de novo. Seria a mesma loja? Tinha falido e outro aproveitou a oportunidade?
Avistei as prateleiras. Tinham uns 15 tipos diferentes de consolos elétricos e não só vaginais, também tinham anais.
Fantasias de policial, enfermeira, freira… até tinha fantasias de personagens de anime. Era uma loja completamente diferente!
Nem o caixa era o mesmo. Era um cara de uns 20 anos, com um corpo bonito e que parecia concentrar a atenção das senhoras quarentonas, que se amontoavam pra pagar os brinquedos.
“Meu amigo! Que prazer te ver!” me surpreendeu um senhor bem elegante, me abraçando com força.
Era o caixa que eu conheci! Respirei aliviado. Pelo menos, ele ainda trabalhava naquele lugar…
“Por um momento, achei que não ia te ver mais!”
“Eu também! O que aconteceu?” falei, ainda surpreso com o abraço efusivo dele.
“Seus conselhos, meu amigo, seus conselhos muito sábios!” disse o homem, começando a chorar.
Depois da minha compra, o coitado ia falir. Só tinha dinheiro suficiente pra se sustentar pelo resto do mês.
Mas ele estava tão resignado com o destino que foi até o fornecedor e pediu pra ver se tinham aqueles “ovos” que eu tinha mencionado.
Parecia inacreditável ouvir que o fornecedor também não fazia ideia do que era um “ovo vaginal”, mas tinha uma caixa velha e esquecida no estoque. Ele pagou com o dinheiro que ia usar pra pagar a conta de luz e pendurou um cartaz escrito à mão, promovendo o produto.
No começo, ninguém parecia dar muita bola… Pô, uma das vizinhas do shopping, talvez movida pela curiosidade, solidariedade ou só pela safadeza mesmo, resolveu perguntar sobre aquele treco.
O vendedor lembrou bem do que tinha dito sobre o bagulho: como era discreto, versátil e fácil de recarregar, comparado com os consolos comuns. Ele me contou que a dona não tava muito convencida, mas comprou mesmo assim, "Só pra testar".
No dia seguinte foi a mesma lentidão, mas faltando 5 minutos pra fechar, chegaram mais 3 vizinhas perguntando sobre os ovos. No outro dia, já tinha 10 mulheres esperando a loja abrir, e no fim da tarde, a caixa de ovos tinha vendido tudo, com mais de 30 mulheres encomendando adiantado.
Ele ligou na hora pro fornecedor, pedindo mais caixas de ovos. No fim da semana, já tinha vendido 5 caixas e a clientela só aumentava.
O fornecedor deu um baita desconto, porque não era só ele que tava afim dos ovos, outros clientes também tavam pedindo pra encher o estoque.
Como eu tinha previsto, os ovos tavam bombando naquela área de mineração e, com tanta grana entrando, ele resolveu expandir o negócio. Orgulhoso, me mostrava a coleção de consolos dele, explicando sobre os anais, que ele não tinha mencionado da outra vez e tava bem por dentro do assunto.
"E é por isso que tava na esperança de te ver de novo! Graças a você, consegui salvar meu negócio e vou te agradecer pra sempre!", o cara falou, com um sorrisão.
Eu sou honesto e dou crédito pra quem merece...
"Na real, senhor, quem cê tem que agradecer é essa moça aqui! Foi por causa dela que aprendi tudo que te ensinei!"
Sônia ficou vermelha, de susto.
"Minha querida moça! Tô em dívida com você! Se achar algo que te agrade, pode levar, cortesia da casa!"
"Muito obrigada!"
E a gente começou vitrinar.
“Você não devia ter feito isso!” ela me disse, ainda envergonhada.
“Mas é verdade!... se não fosse por você, esse homem tava quebrado.”
Ela me agarrou pela camisa e me deu um puta beijo apaixonado.
“Vamos ver o que a gente encontra por aqui!...” ela falou, enquanto olhava os vestidos, com uma cara safada.
Como eu tava besta com o beijo dela, resolvi dar uma olhada na loja por conta própria, pra dar privacidade e esfriar a cabeça. Encontrei uns aparelhos que achei úteis e quando ia pagar, a Sonia me chamou.
“O que você acha disso? Cê acha que vai ficar bom em mim?”
Ela sorriu. Minha cara disse tudo: Era um uniforme escolar, parecidíssimo com o que a Amelia usa. Saia escocesa curta pra caralho; camisa de manga curta, cortada na altura do umbigo; meia branca e sapato preto.
Eu tava babando...
“Preciso ver!” eu falei.
“Não! Não! Não!” ela disse “Só pode entrar uma pessoa de cada vez!”
Ela apontou pra placa pendurada na parede, fora do provador.
“Além disso,” falou a danada “Você mesmo disse agora pouco: ‘Sem pacote, não tem presente!’... então vai ter que me esperar aqui.”
Ela adorava me fazer sofrer, mas era verdade e eu achei que não podia fazer nada.
“E aí, meu amigo? Achou alguma coisa que te agrada?”
Mostrei o que ia comprar.
“Que bom! E sua amiga?”
“Ela achou um vestido de colegial e tá provando...” eu falei com uma cara amargurada.
“Ah! Já entendi!” o vendedor disse, sorrindo “Mas sabe de uma?... originalmente, esse cômodo era pra guardar as vassouras...” o homem falou, tirando os cartazes de “Provador” e a placa que proibia a entrada, me dando um sorriso maroto.
Eu tava babando... mas antes, sussurrei algo no ouvido dele.
O homem sorriu pra mim e me deu uma cartela de camisinhas.
“Pode ir, entregue o presente que você prometeu!”
Peguei ela de surpresa quando tirava a blusa. Pela primeira vez, pude ver os peitos dela.
“Marco!” exclamou surpresa, mas sorrindo.
“Acho que temos um assunto pendente!” falei, mostrando a camisinha pra ela.Me joguei em cima da minha amiga e comecei a enchê-la de beijos. Consegui tirar os peitos dela da prisão. Eram um pouco maiores que os da Marisol, mas mais macios e flexíveis.
“Desde quando você queria pegar nos meus peitos?” ela perguntou, enquanto me beijava sem parar o rosto.
“Desde que você me disse que estava só de calcinha!”
Éramos verdadeiros animais no cio. Eu beijava ela e levantava pelas pernas, tentando encaixar meu pau na bucetinha dela… mesmo ainda vestindo calça e saia de couro, respectivamente.“Você tá… desesperado!” ela dizia, num tom sensual que me deixava mais excitado.
“Sim, é que eu segurei muito!”
“Já sei, já sei! Deixa eu tirar a saia!”
Enquanto ela se desabotoava, eu já tinha tirado a calça e quando ela se abaixou pra puxar a saia, agi por impulso.
“Marco, não!... Não tão bruto!” ela falava, enquanto eu tentava enfiar meu pau na bunda apertada e redonda dela.
“Você dizia que tava em dívida comigo!... Isso é uma forma de pagamento.”
“… Ah!...” ela gritou quando enfiei a cabeça “Não me faz… assim… que eu fico com tesão!”
Eu começava a avançar à força pelo cu dela…
“É que sua bunda é redondinha demais!” eu dizia, segurando as coxas carnudas dela.
“Ah!... Não!... Para!... Não… para!... É… tão grossa!”
Ela começava a gostar.
“Não… grita… O que vão dizer os clientes… que tão comprando?”
“… Ah!...” ela gemia mais sensual “Não fala… isso!... Me dá… vergonha!...”
Finalmente, as coisas viravam a meu favor. Nas nossas conversas, ela também ficava excitada como a Marisol, ao transar ao ar livre.
“Devem… estar pensando… ‘Esse cara… deve estar… arrombando a bunda dela!’… pelos seus gritos” eu falava, pra deixar ela com mais tesão.
“… Não!...” ela gemia mais forte “… Não quero… que me ouçam!... Não quero… que pensem… que sou uma puta!”
“Talvez… pensem que você é… uma puta… que gosta… de dar o cu!”
Nosso vai e vem era bem ágil. A bucetinha dela soltava uns jorros de suco.
“… Não me… fala isso…”
“Fica quieta!... não vai querer contar pra eles… quando eu gozar no seu cu”
“Não!... Não fala… que eu adoro… quando você enche de porra… meu cu!... Não!... Não!... Ah!...”
Gozei no cu dela e ficamos assim uns minutos. Ela tinha gozado pra caralho e tava deitada em cima da roupa no chão.
Quando consegui tirar ele, peguei uma camisinha e tentei domar a fera, com muito sucesso.
Peguei ela no colo e apoiei na parede.
“Me… sinto… tão estranha”
“É hora de te dar o presente que prometi!”
“Ah!... É tão… grossa!” gritou de novo, quando enfiei na rachadinha dela.
Comecei a bombar ela, apoiada na parede. Beijava ela pra não gritar na minha cara e aproveitava pra tocar aqueles peitinhos lindos, enquanto as pernas dela me enrolavam na cintura, fazendo cada estocada entrar mais fundo no ser dela.
“É tão gostoso!... É tão gostoso!...” ela dizia, a cada metida que eu dava.
Cheguei num ponto que achei que ia atravessar o colo do útero dela e estar batendo direto na barriga. Era uma sensação estranha.
“Você está… tão dentro!... consigo sentir você… tão dentro de mim… Ah!... Ah!... Ah!...”
E gozamos juntos. Minhas pernas cansaram e aos poucos, tive que me agachar, enquanto ainda estávamos colados.
“Ainda… consigo sentir você!” ela dizia, me abraçando e me beijando.
Passaram uns 5 minutos até a gente conseguir se soltar e outros 10 pra nos vestir. A Sônia levou o vestido, manchado com nossos sucos e que, ironicamente, nunca chegou a usar.
Ao abrir a porta, notei que todas as mulheres estavam me encarando, algumas com uma mancha evidente entre as pernas e gritando pro rapaz cancelar as contas pra poderem vazar dali.O vendedor, que também tinha uma ereção na calça e algumas manchas, me entregou o pacote e falou pra gente:
“Os banheiros são à esquerda, depois do bebedouro. Também tem chuveiros. Fala que fui eu que mandei… e claro, sejam sempre bem-vindos à minha humilde loja!”
Até acredito. Pelo visto, nossa apresentação tinha matado a pau nas vendas…Post seguinte
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