3º Relato - Morbo e uma punheta violenta

Já tinham se passado 5 dias do que rolou na casa da Sofia e do Thiago, nossa relação tinha voltado ao normal, mas eu notava a Vale um pouco mais solta e segura de si, isso me agradava pra caralho, ela nunca foi de se maquiar muito, nem de se vestir de forma provocante, mas isso tinha mudado um pouco depois do ocorrido. Era quarta-feira, verão, um calor infernal, então ela me chamou pra ir na casa dela, na piscina. Pra minha surpresa, as amigas dela estavam lá, não são tão bonitas, mas cada uma tem seu charme, então entrei e cumprimentei uma por uma: tava a Carla (loira, gata de rosto, mais ou menos), a Julieta (morena, baixinha, rabão gostoso, peitos normais), a Solange (morena, gordinha, peitão) e os inevitáveis Thiago e Sofia. As minas ainda não estavam de biquíni, mas o calor infernal não demorou pra fazer elas tirarem a roupa. Eu fui pra dentro, tinha vindo andando e tava morrendo de calor, então peguei uma coca bem gelada e sentei perto da janela, debaixo do ventilador. A janela dava pro quintal, de lá dava pra ver uma por uma tirando a roupa. A Solange foi a primeira a mostrar o biquíni branco que destacava os peitos dela e deixava os bicos quase aparecendo. A Juli, com aquele rabo, me deixava louco, um biquíni turquesa em baixo e preto em cima já tinha me deixado de pau duro. A Vale tava com um biquíni violeta, muito lindo, que marcava a buceta dela, e a Sofia e a Carla estavam com um top vermelho e a parte de baixo branca e preta, respectivamente. A Vale logo notou minha falta e ficou insistindo pra eu ir, mas a graça de ver tudo de fora me fez ficar de boa, falando que tava com uma dor de cabeça por causa do calor da caminhada até a casa dela. Ela entendeu, falou pra eu deitar um pouco e saiu. Eu aproveitei pra subir pro primeiro andar, pro quarto dela, e ver tudo de lá bem sossegado. Desabotoei a sunga e fui acariciando meu pau devagar. Todo mundo entrou na piscina, o Thiago também. As minas já molhadas me davam um tesão extra e eu cada vez me esfregava mais. Forte, os mamilos da Juli ficavam todos marcados na roupa e isso me deixava louco, mas eu ia devagar porque não queria gozar rápido. Tava tudo normal, as minas conversavam entre si, riam, só o Thiago parecia fora da cena, aparentemente tava igual a mim, de olho nas minas só que sem poder se tocar, ou pelo menos era o que eu achava, porque ele tava com meio corpo dentro d'água e as mãos debaixo d'água. Nisso, percebi que as minas começaram a brincar na água, obviamente o Thiago não ficou de fora e aproveitava qualquer situação pra pegar nelas. Depois de um tempo muito gostoso de brincadeira, eu decidi que precisava gozar, mas as minas cortaram tudo e começaram a se secar e vestir a roupa. Não entendia o que tava rolando, até que pegaram suas carteiras, as chaves e foram comprar algo pra beber e comer. Foram todas, menos a Vale e a Carla, e o Thiago, claro, também ficou na piscina com minha mina e a amiga dela. A Vale aproveitou que as minas saíram e veio me ver, eu rapidamente me deitei na cama dela e fingi que tava dormindo, ela não me interrompeu e desceu de novo. Os três estavam na piscina, e eu olhando pra eles sem piscar da janela. A Carla pediu permissão pra Vale e entrou no banheiro, mal fechou a porta e eles se agarraram num beijo, que parecia que tava sendo esperado desde que a tarde começou. Ele apalpou ela toda, enquanto ela se deixava levar e marcava as costas dele com as unhas. Na hora, meu pau ficou duro pra caralho, enchi ele de saliva e comecei a bater uma, bem forte, da cabeça até a base. O Thiago chupava o pescoço dela, desceu pras tetas, sentou ela na borda e começou a chupar a buceta dela. Imediatamente ouviram a porta, e a Vale se jogou na piscina, tinha cortado o clímax deles, mas era tarde demais pra mim, eu gozei tudo, espirrou até no meu peito, o pau pulsava da punheta que eu tinha dedicado a eles. A cara do Thiago era de ódio total, e a Vale mordia os lábios como quem diz "quero me matar". Cada vez que a Carla virava as costas, eles aproveitavam pra se roçar, ou ele passar a mão na raba dela. Enfiar um dedinho, tudo valia, o tesão dela era mais forte. Não sei se a Carla sabia da situação ou desconfiava, mas decidiu pegar as coisas dela e ir embora, falando que não tava se sentindo bem. Na hora, a Vale abriu a porta e deixou ela ir. A Carla morava a três quarteirões, então dava pra ir andando. O Thiago ficou sentado na borda esperando, enquanto a Vale vinha andando, toda sorridente, curtindo que finalmente tava sozinha com o seu macho.

Na caminhada até a piscina, ela rebolava com uma cara bem safada, enquanto tirava a calcinha. O Thiago continuava sentado. Ela chegou perto e usou a boca dele como se fosse uma cadeira. Ele começou a chupar a buceta dela desesperadamente, enquanto se masturbava com a mão. Depois de um tempo assim, ela saiu e começou a chupar ele todinho, até virou ele pra chupar o cu dele enquanto batia uma pra ele. O Thiago parecia que não ia aguentar muito mais, aí ela parou e começaram a se pegar.

Na mesma hora, a campainha tocou. Os dois entraram em pânico, mas o tesão fez o Thiago levar a boca da Vale pro pau dele pra gozar, porque não aguentava mais. Foi assim que ele encheu ela de porra. A Vale cuspiu tudo, vestiu o biquíni rápido, fez bochecho com água da piscina e foi abrir a porta pras amigas, pra ninguém desconfiar.

As minas chegaram, tomaram Coca, comeram bolachas e, quando chegou o fim da tarde/noite, foram embora. Ninguém desconfiou de nada, só a Sofi, que com certeza era cúmplice do namorado dela.

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