Olá, meu nome é Andrés. A história que vou contar é real, aconteceu há vários anos, uma situação que marcou minha família para sempre. Na época, eu tinha 12 anos, minha mãe 32, e eu também tinha uma irmã de 15. Meu pai estava trabalhando no exterior.
Mãe: Gostosa. Cabelo castanho, quase loiro, com olhos verdes/marrom. Cara de anjo, é realmente linda de rosto. Alta, corpo bonito, peitos relativamente grandes e firmes, curvas finas, mas o melhor são as pernas e a bunda. Tem umas pernas excelentes, coxas grossas e proporcionais, a bunda bem grande, redondez perfeita e carnuda, uma bunda excelente, igual a de modelos, ou talvez melhor — uma bunda empinada e bem formada. Cara de menina capaz de apaixonar qualquer um.
Uma noite, minha mãe e eu estávamos sozinhos em casa, minha irmã estava numa festa do pijama com as amigas. Ela foi se trocar pra dormir mais confortável, vestiu um conjunto de short e camiseta verde de renda, que é o que ela usa quase sempre. Eu fui dormir no meu quarto, estava quase pegando no sono quando ouvi alguém bater na porta. Minha mãe abriu a porta, eram dois caras armados. Nisso, eles se aproximam e dizem que só vieram pegar as coisas e vão embora, que era melhor ela cooperar pra fazer tudo mais rápido, e minha mãe aceitou. Depois, reviraram a casa toda. Eu tinha me escondido debaixo da minha cama. Minha mãe estava muito nervosa, sabia que estava totalmente vulnerável.
Depois de revirar a casa, pediram todo o dinheiro em espécie que tivesse. Minha mãe deu, embora não fosse muito, o que não agradou eles.
Reviraram cada quarto, abrindo e fechando gavetas, pegando qualquer objeto de valor que encontrassem, até que um dos caras disse:
— Muito bem, senhora, agora é hora de nos levar onde estão as joias.
Então ela os levou até o quarto dela, onde estavam guardadas, numa das gavetas do armário. Eram várias joias que minha mãe tinha comprado e que tinham sido Ficou de herança, todas pegaram, depois começaram a abrir cada uma das outras gavetas, uma por uma, não tinha mais nada que interessasse eles, até que abriram a gaveta onde estava a roupa íntima dela. Não era o que procuravam, mas minha mãe se assustou quando viu que um dos ladrões pegou uma peça e jogou dentro do saco dele.
Minha mãe perguntou o que eles estavam fazendo, e eles responderam para ela calar a boca. Os dois começaram a olhar pra minha mãe de cima a baixo, não tinham reparado no corpo daquela mulher até aquele momento.
Um dos ladrões não se segurou e meteu a mão dentro da calcinha dela, começou a brincar com a buceta dela, enquanto o outro acariciava as pernas dela e terminou nas nádegas.
Minha mãe pediu pra eles não fazerem nada, que já tinham o que queriam, mas eles não deram bola. Mandaram ela calar a boca e tirar o short que ela estava usando. Como não tinha outra opção, ela teve que fazer. Tirou devagar, deslizando pelas pernas até o chão. Ela estava usando uma calcinha vermelha de renda também, que excitou eles ainda mais. Depois mandaram ela tirar a camiseta que estava vestindo. Ela tirou e deixou os peitos grandes caírem ao ar, tentando cobrir com as duas mãos.
Disseram pra ela deitar na cama e abrir as pernas, que não reagisse porque senão iam machucar ela e de qualquer jeito iam estuprar ela. Então ela fez o que mandaram, mas não parava de chorar. Os dois ladrões baixaram as calças e deixaram os paus de fora. Um deles se aproximou da minha mãe e, com um puxão, rasgou a calcinha que ela estava usando. Agora sim a buceta dela estava desprotegida e à vista dos dois caras. O ladrão meteu a cabeça entre as pernas da minha mãe e começou a chupar a buceta dela, a língua dele entrava em toda a cavidade vaginal e a saliva se misturava com os fluidos da minha mãe. Enquanto a cabeça dele focava na virilha dela, a mão não parava de massagear os peitos dela. Ela pedia pra ele parar, mas ele calou ela enfiando o pau na boca dela. Sua enorme e carnuda buceta, levantei as pernas dela e comecei a bombar, os peitos dela balançavam no ritmo da foda, a cock do cara entrava e saía rápido da pussy dela, ela estava adorando, enquanto minha mãe não aguentava a situação.
Depois mandei ela ficar de quatro, e minha mãe aceitou, já que já tinha sido penetrada, que diferença fazia. A pussy dela, já dilatada pela investida, foi penetrada pela segunda vez, agora por trás, isso ajudou o cara a agarrar com força os peitos dela que balançavam no ar e apertar os mamilos maduros e duros pela ação do momento.
O cara não parecia cansar, então separou as nádegas da minha mãe e meteu o pau no cu dela, e minha mãe gritou de dor. O cara estava chegando no êxtase, porque o aperto do reto dela aumentava o prazer, embora a dor para minha mãe também fosse grande. Essa penetração não durou muito, pouco tempo depois o cara gozou dentro do cu dela, a quantidade de porra era tanta que começou a escorrer sozinha. O cara tirou a cock, vestiu a calça e disse pro parceiro: "faz o que quiser", se vestiu e sentou, enquanto o outro continuava.
Enquanto isso, minha mãe, com os peitos na cama e lágrimas nos olhos por causa da foda, agradecia que ele não tinha gozado dentro da pussy dela, porque ela estava ovulando e tinha chance de engravidar.
O outro cara estava muito excitado com a forma como o parceiro tinha montado na minha mãe, então mandou ela levantar da cama, disse que não ia enrolar, que ia penetrar ela de uma vez. O cara deitou e mandou minha mãe sentar na cock dele, então ela ficou em pé na cama, abriu as pernas e foi se abaixando devagar até a ponta da cock do cara tocar a pussy dela, depois foi enfiando aos poucos até a cock do cara desaparecer.
Os movimentos da minha mãe eram de cima pra baixo, todo o trabalho ela quem fazia. Ela, os peitos dela balançavam que nem bolas, até que com as duas mãos ele apertou os seios dela, que já tavam cheios de marcas e arranhões, parecia que tinham inchado mais.
Depois a penetração mudou, os movimentos da minha mãe eram de um lado pro outro, o cara tava chegando no fim, só se ouviu quando ele disse "vou gozar", e com as duas mãos soltando os peitos da minha mãe, mas segurando a cintura dela, gozou dentro. Logo um jato de porra inundou a buceta da minha mãe, o cara tinha acabado. Minha mãe desabou de cansaço em cima do cara, tava exausta. Depois ele mandou ela levantar, porque já tinham que ir, então minha mãe foi se levantando devagar pra tirar o pau da buceta dela, ainda grudados, a porra escorrendo pelas pernas dela. A buceta dela tava toda cheia de leite, e quando finalmente conseguiu se separar, um jato de porra saiu da buceta dela e caiu nas bolas do cara. O ladrão deu um tapa nela e mandou ela limpar as bolas dele com a boca, então ela teve que se humilhar pela última vez e chupou as bolas dele até deixar tudo limpo de porra.
Os dois indivíduos se levantaram e foram embora, levaram as coisas de valor e o dinheiro que tinha em casa, além de toda a roupa íntima da minha mãe. Era um jeito de humilhar ela de novo. A única calcinha que deixaram foi a que rasgaram e tava coberta de porra.
Um dos ladrões.
Mãe, que tava jogada no chão. Eu tava com medo e voltei pra minha cama de novo. No outro dia, ela agia estranha, mas dentro do normal. Não denunciou e acho que assumiu que eu não tinha visto nada. Tudo continuou igual, exceto que daí em diante comecei a ver ela com outros olhos, e bom, acho que ela também não era mais a mesma.
Esse foi o começo de uma grande obsessão: ver minha mãe sendo fodida, que é uma mulher descomunal, embora eu saiba que é algo inapropriado pensar e querer ver minha mãe assim, além de sentir uma forte atração sexual por ela. Mas a verdade é que é algo muito forte e excitante.
Pra mim. Ver minha mãe vestida sexy, somado à sensualidade natural no jeito dela, fez com que aos 12 anos eu começasse a vê-la como uma mulher desejável, digna de ser comida, a enxergá-la como uma mulher gostosa. Desde então, passei a vê-la de outro jeito, com outros olhos, com olhos de sexo, de luxúria, de paixão, até de obsessão. Assim, desde aquela época, comecei a bater punheta pensando nela, nas tetonas dela, na raba imponente, no rostinho lindo, nas pernas bonitas. Também comecei a me masturbar com a calcinha dela, com as tangas e calcinhas sujas e acabadas de tirar, porque eu tinha elas à mão, embora sempre tentasse ser discreto e cuidadoso com esses objetos. Comecei a ficar obcecado e excitado com a minha mãe cada vez mais, não fazia outra coisa senão observá-la e desejá-la todo o tempo que estávamos juntos. Vê-la naquelas saias tão justas, naqueles jeans tão apertados era algo espetacular, minha mãe transbordava sensualidade e convidava a pensar em coisas muito sujas. Outra coisa que comecei a perceber era a grande admiração e excitação que minha mãe causava nos homens, por ser uma mulher tão espetacular, nunca passava despercebida. Ao passar andando ou chegar em algum lugar, sempre provocava cantadas e olhares para a bunda e os peitos dela. No começo, isso me incomodava, mas com o tempo passou a me excitar muito e a sentir muito orgulho de ter uma mulher tão comível como mãe. Naquela época, minha obsessão pela minha mãe era tanta que comecei a visitar na internet vários sites sobre incesto e contos eróticos com esse tema. Comecei a ler histórias de incesto, de como filhos de mães putas se excitavam vendo elas foder. Tudo isso começou a me chamar muita atenção e a me excitar muito.
A ideia de comer e ver minha mãe sendo fodida começou a tomar forma na minha mente e nas minhas fantasias eróticas. Imaginava minha mãe chupando um pau, fazendo um boquete espetacular, fazendo uma siririca cubana nas tetonas dela, sendo fodida pelo cu, sendo coberta de porra no rostinho lindo. Só de imaginar isso, minha excitação... aumentava, começou a se tornar quase algo obsessivo e muito desejado por mim, ver aquela mulher espetacular foder era algo que eu imaginava todo dia. Minha mãe não tinha parceiro e, até onde eu sabia, depois da partida do meu pai, ela nunca mais teve ninguém, embora tivesse vários pretendentes por razões óbvias. Um deles, talvez o mais ousado, era o Seu Teodoro, um vizinho do nosso bairro, um homem de 40 anos, advogado de profissão, e eu sempre o pegava olhando pra bunda da minha mãe, quando os dois se encontravam na rua ou em algum outro lugar. Minha mãe sempre o tratava com respeito e agradecia os elogios que ele fazia, embora às vezes eu visse que ela também percebia os olhares lascivos do velho sobre ela. Outro pretendente da minha mãe era um vizinho chamado Ramón, um professor de 45 anos que uma vez eu peguei tirando fotos da bunda dela enquanto ela caminhava na calçada. Esse ato me deu muito tesão e, mais tarde, eu o peguei de novo. Minha mãe tem muitos pretendentes em todos os lugares que frequenta, mas nunca deu bola pra nenhum, talvez nenhum atendesse às expectativas dela, sei lá, ou talvez ela pense que eu levaria a mal se ela tivesse um parceiro, embora eu adorasse vê-la foder, não sei se aceitaria outro homem morando com a gente. Na verdade, acho que só queria vê-la foder mesmo.
Minha mãe é uma mulher muito carinhosa e compreensiva comigo, é uma mãe que muitos gostariam de ter, pelo caráter e personalidade que ela tem. Sempre a obedeço e tiro boas notas na escola, então nossa relação é muito boa, raramente ela me grita ou me chama a atenção. Nosso relacionamento de mãe e filho é agradável, e como ela não tem parceiro, sempre saímos juntos pra todo lugar: cinema, parque, comer, tomar sorvete, futebol, parque de diversões, passear em geral. Sempre a pego pelo ombro ou às vezes pela mão, não gosto de me desgrudar dela, pois até quando vemos A gente vendo TV junto, eu abraçava ela. A companhia dela era muito agradável, a gente sempre conversava sobre tudo, ela era minha professora e guia em muitas coisas e atividades. Me ajudava em tudo e dizia que eu sempre podia contar ou conversar com ela sobre qualquer coisa, várias vezes passou pela minha cabeça contar que ela me excitava como mulher, mas apesar do jeito dela, eu sabia que era demais, além disso não sabia bem como ela reagiria e muito menos poderia contar que eu fantasiava ver ela dando, ela ficaria muito puta. Quase todo dia eu me masturbava vendo ela, às vezes pegava as calcinhas sujas dela e enquanto cheirava, gozava, também tirava fotos da bunda da minha mãe escondido, às vezes até vídeo, ficava louco vendo o movimento da bunda dela enquanto andava, minha coleção de fotos e vídeos voyeur que eu tirava da minha mãe era grande, tinha cerca de 20.000 fotos e quase 500 vídeos, eu fotografava minha mãe quase todo dia, a bunda dela marcada na calça jeans, na legging, na saia, as pernas dela também e o decote, era muito discreto porque camuflava bem a câmera, essas fotos eu guardava bem escondidas porque se minha mãe visse, ela ficaria brava e me castigaria. Ver minha mãe se vestir sexy todo dia me excitava muito, sempre olhava como ela mexia a bunda quando ela não tava olhando, imaginava o que muitos homens que viam ela pensariam. Quando a gente saía pra algum lugar, eu sempre ficava de olho nos olhares dos homens pra minha mãe, os peitos dela sempre chamavam atenção, sem falar na bundona dela, sempre que minha mãe passava, via todo mundo virando pra olhar a bunda dela, minha mãe percebia mas nunca ligava porque acontecia muito com ela.
Foi assim que comecei a ficar tão obcecado pela minha mãe que comecei a escrever contos eróticos de incesto e de mães que dão, que eu publicava em vários sites, embora também lesse os de outros usuários e guardasse na minha coleção pessoal, baixava todo conteúdo de incesto que encontrava, também via muita pornografia de todo tipo, embora tenha começado a me interessar pelo tema interracial. ver mulheres brancas devorando paus pretos enormes e depois ver como elas curtiam igual umas loucas na penetração me chamou muito a atenção esses temas e comecei a fantasiar pensando na minha mãe tentando enfiar um pau preto enorme na boca dela e depois sendo fodida gozando que nem uma louca. Ficava com muito tesão imaginando situações assim, não só com situações interraciais eram as fantasias com a minha mãe, mas também com outros temas, como dominação feminina, chantagens, table dance, orgias, etc. Minha mãe despertava e incitava com aquela beleza e aquele corpo a realizar milhares de fantasias, escrevia contos e guardava eles na minha coleção pra depois postar em sites de contos. Minha mãe sempre me dava inspiração pra escrever contos, já tinha escrito uns 80 contos fantasiando com ela nas mais diversas situações, desde sexo interracial passando por dançarina erótica até sexo mãe-filho, com vários subgêneros nos diferentes temas, em todos os contos eu descrevia minha mãe exatamente como ela era fisicamente e usava o nome real dela.
Em casa sempre tentava ser discreto quando via ela, mas sempre ficava muito nervoso e excitado quando via ela vestindo sexy, o que era quase todo dia, sempre era cauteloso ao olhar a bunda e o decote dela, quase todo dia me masturbava pensando nela e às vezes olhando as fotos que tirava dela com meu celular. Mas um dia à tarde minha mãe dormia no sofá da sala, eu subi pro meu quarto e coloquei um filme pornô, excitado tinha esquecido de fechar bem a porta, a TV do meu quarto fica paralela à porta, se uma pessoa entra eu tô de costas e não vejo, uns 15 minutos depois de estar me punhetando e quando na tela aparecia uma garota sendo fodida analmente mostrando o cu bem dilatado enquanto o homem gozava naquele buraco e os gemidos da garota eram mais altos, ouvi a voz da minha mãe que gelou meu sangue: — Por que você tá vendo essas coisas?! Me responde, —, e na mesma hora ela foi até o aparelho Ela tirou o disco, eu tava morrendo de vergonha e medo do que ela fosse falar. — Se arruma direito e quero que me entregue todos os filmes que você tem, anda logo. — Sim, sim, mãe, desculpa, me perdoa. — Eu subi a calça e abri uma gaveta onde guardava só uma parte dos filmes, só 8 dos mais de 400 que eu tinha, escondidos em outro lugar. Minha mãe pegou, abriu as capas e quebrou os discos, e junto com as capas, colocou tudo num saco de lixo. — Você tá de castigo, não sai pra lugar nenhum e pra ir pra escola só vou te dar o necessário, porque vejo que o resto você gasta com porcaria. — Ela saiu brava, levando o aparelho também. Mas como ela me deixou no meio da minha punheta, eu tava com vontade de gozar. Ela vestia uma calça jeans justa sem bolsos e uma blusa vermelha apertada e decotada. Desci e ela tava parada no terraço do jardim. Eu fiquei na entrada e, vendo que ela não tinha percebido que eu tava ali, comecei a bater uma olhando pra aquela bundona. Não demorei muito e gozei. Quando terminei, meio assustado, limpei o esperma e subi pro meu quarto.
Nas semanas seguintes, o incidente foi esquecido e minha mãe me disse que eu ainda era novo pra ver pornografia, mas que entendia meus impulsos. A gente conversou sobre sexo, porque ela era aberta e moderna, mas não era legal eu ver pornografia, pelo menos não agora.
Depois da conversa, eu continuei fazendo o que sempre fazia: me masturbar todo dia pensando nela, vendo pornô, escrevendo histórias com ela como protagonista e, claro, fantasiando em vê-la no ato. Passaram-se uns meses assim, e até virou costume bater uma todo dia com as calcinhas sujas dela, sentindo aquele cheiro íntimo que eu amava. Eu fazia isso de manhã, quando ela tirava a roupa íntima que usava pra dormir e entrava no banho, e também quando via ela se trocando. Mesmo sempre tendo risco de ser pego, minha excitação e vontade de ter aquelas peças eram mais fortes. Mas um dia, minha mãe chegou do trabalho e disse que ia tomar banho porque tava com calor e muito cansada. Ela facilitou pra eu pegar as roupas íntimas dela, até porque naquele dia ela tava usando uma calça de conjunto formal azul marinho, bem justa, que marcava o cuzão dela de um jeito sensual e provocante, e por ser tão apertada dava pra ver a calcinha fio dental, isso me deixou ainda mais excitado. Aí esperei um tempo até ela se despir e entrar no banho. Depois de uns 10 minutos, entrei no quarto dela sem fazer barulho e logo vi as roupas íntimas: um sutiã azul de renda bem sexy e uma calcinha fio dental azul celeste. Peguei na hora, cheirei as taças do sutiã onde, minutos antes, estavam os peitões enormes dela. Tava com cheiro de perfume e ainda quente. Tirei meu pau e coloquei entre as taças, me masturbando com o sutiã. Peguei a calcinha fio dental dela e comecei a cheirar. Tava tão concentrado que não ouvi a porta do banheiro abrir. Minha mãe saiu de roupão, me encarou de boca aberta, surpresa, e levantou a voz: — Mas que porra você tá fazendo, por que você tá se masturbando com minha roupa íntima? Seu filho da puta pervertido! — Larguei as roupas, ela me deu um tapa, depois outro, e um soco seco nas costas. — Mãe, me desculpa, não sei o que tô fazendo, me perdoa. — Agora você não sabe o que faz? Tá me achando com cara de otária? Sai do meu quarto, que merda de vício é esse? Eu trabalhando que nem uma condenada pra te dar o melhor e você vem com essas palhaçadas? Vaza, vaza! — Saí correndo e me tranquei no meu quarto. Só saí na manhã seguinte. Minha mãe tava na sala, sentada, pensativa. Passei reto de cabeça baixa, ela falou: — Vem aqui, senta. A gente precisa conversar sobre várias coisas. — Disse num tom calmo, mas sério. Voltei pra sala e sentei. — O que aconteceu ontem é inaceitável pra mim, porque percebo que você sente atração física por mim, e o que você fez foi um jeito de aliviar sua libido, não é? — Bem, mãe, tô envergonhado, muito envergonhado, queria que me perdoasse. — Para de fugir do assunto e aceita a verdade. — Ela disse olhando bem nos meus olhos. — Bem, então... então sim, admito que te acho muito gostosa e... aceito que gostei muito de ver sua lingerie-, -sou sua mãe e você tem que me respeitar, não pode fazer o que fez ontem à noite, é algo fora de lugar, sou uma mulher jovem e gostosa mas antes de tudo sou sua mãe e te amo muito, o de ontem à noite não pode se repetir ou vou ter que te mandar para seus avós-, -sim mãe, entendi, peço desculpas e não vai acontecer de novo-, -é o que espero filho, somos mãe e filho não esqueça-, em seguida me deu um abraço e embora tudo tenha se acalmado, minha mãe trancava o quarto dela todo dia.
Depois disso tive que me segurar, mas era difícil, digo também porque depois do estupro minha mãe se vestia cada vez mais provocante.
Ao afastar minha mente da minha mãe, comecei a reparar na outra mulher mais próxima de mim, na minha irmã Carol.
Como disse antes, ela tinha 15 anos, morena, olhos castanhos. Cabelo ondulado. Bochechuda, rosto bonito, o forte dela é sem dúvida o corpo. Tem um corpo de dar inveja, quadris definidos, os peitos dela são menores que os da mãe, mas igualmente apetitosos, redondinhos e firmes, com uma barriguinha que a deixava ainda mais linda. Um piercing no umbigo. Embora já tivesse namorado, não tinha ido tão longe com ele, era um colega de escola um ano mais velho, mas duraram pouco e só teve beijos. Na idade dela ainda era virgem, e quase não tinha conhecimento sexual, só coisas básicas aprendidas com as amigas.
Então comecei a me masturbar com as roupas da minha irmã, que cheiro morbidão que essa calcinha exalava!
Tudo ia bem até que um dia eu estava com a calça e a cueca abaixadas, me masturbando com a calcinha recém usada da minha irmã Florencia no rosto.
Estava gozando quando de repente
- O que você está…?! –Carol tinha entrado no banheiro e descoberto tudo!
- ISSO QUE VOCÊ TEM NA MÃO É MINHA CALCINHA!!??. VOCÊ É UM DOENTE FILHO DA PUTA.
- Pode me explicar o que você estava fazendo?
- ……..
- Ei.! Te fiz uma pergunta. Me responde!.
- Acho que você já sabe. Eu estava me masturbando. Masturbação e é, feliz?
- Shhhhhh. Não fala esses palavrões, seu porco.
- Bom… eu estava “me masturbando” se é assim que você prefere.
- Tá bom. Eu sei o que você tava fazendo. Agora quero que me responda claramente: o que você tinha na cara era minha calcinha fio dental?
- ……Sim.
- Sim? Só isso que você vai dizer?
- Não sei mais o que você quer que eu fale. É a verdade… entendo se você não quiser mais falar comigo daqui pra frente, tomara que não conte pra ninguém, tô morrendo de vergonha e peço desculpas. Não sei mais o que dizer.
- Olha aqui, anão, não sei o que você tava fazendo aí, também não foi minha intenção invadir sua privacidade. O que é seu é seu e você pode fazer o que quiser, mas acho que me deve uma explicação… isso é difícil pra mim, não sou sua mãe nem seu pai pra te dar bronca, e não quero fazer isso, mas…
- Flor…
- Me escuta: sou sua irmã, e entendo perfeitamente o que você tava fazendo. Você pode… pode fazer isso… são suas coisas, sua privacidade… mas… sei lá, eu tô aqui… vou ser clara… se masturbar é algo normal… não tem problema nenhum nisso, já passou minha raiva, mas o que não vou permitir é você fazer certas coisas com minhas calcinhas fio dental… O que você tava fazendo com minha calcinha na cara?
- Eu queria ter uma desculpa, ou algo assim… mas… vou ser totalmente sincero. Mas você vai ficar muito brava. Bom… é que… quando eu me… me mas… quando me masturbo…
- Solta logo, porra, juro que não vou ficar brava… se continuar sem falar, aí sim vou ficar! Anda logo antes que a mãe venha ver o que tá rolando.
- Bom… é que quando me masturbo… eu gosto de fazer com suas calcinhas… quer dizer, não só as suas, mas as da mãe também…
- Você gosta de se masturbar com minhas calcinhas? – Florcha não entendia nada.
- Sim… é difícil explicar, mas… sei lá, um dia, eu tava fazendo isso… tipo, me… masturbando – Não entendo. E por que você tava com ela na cara?
- …..
- Me responde!
- …Uff, é pelo cheiro que elas têm… eu coloco assim no rosto pra sentir o cheiro… amo o cheiro que elas têm.
VOCÊ É DOENTE. Tem que se tratar, seu merda. Como Você consegue fazer algo assim? Somos irmãos!!!!
Foi aí que eu comecei a chorar e foi aí que ela me disse que me perdoava, que me entendia, mas me falou pra nunca mais usar as calcinhas dela (coisa que continuei fazendo).
Cap: pegando minha irmã
Quando eu e minha irmã voltávamos da escola, eu sempre perguntava um monte de coisas pra ela, e ficava de olho nos peitos e na bunda dela quando ela subia as escadas. Desde que minha irmã começou a dar mole pros caras do bairro, o velho começou a perguntar coisas cada vez mais picantes, tipo: "gata, já tem namorado?", "gata, já te beijaram?", "gata, já te apalparam?", "gata, já viu o pau do seu namorado?"
No começo, minha irmã chamava ele de "velho tarado" e coisas assim. Mas depois foi relaxando e só ria quando ele falava essas coisas. Aí o porteiro foi ganhando confiança, e em vez de só falar, começou a se esfregar nela quando passava do lado, ou a botar a mão na bunda dela quando a gente ficava sozinho no elevador. Até começou a dar beliscões nos biquinhos dos peitos dela quando via ela de frente... e minha irmã tirava a mão dele, mas só devolvia uma risadinha "hihihi".
Uma tarde, eu e minha irmã voltávamos da escola e tava chovendo pra caramba lá fora. Quando entramos no prédio, o porteiro disse que minha mãe teve que sair correndo pro hospital, e perguntaram se ele não se importava de a gente ficar na casa dele até eles voltarem (eu e minha irmã ainda não tínhamos chave de casa porque minha mãe não trabalhava, e ela sempre tava lá quando a gente voltava da escola).
Então o porteiro falou que a gente podia entrar na casa dele e ver TV até minha mãe voltar. Também disse que ia nos deixar sozinhos um pouco até terminar o serviço na portaria, mas que se precisasse de alguma coisa, era só chamar ele.
Umas meia hora depois, o velho voltou, sentou na sala com a gente e perguntou se a gente queria um lanche. Eu e minha irmã falamos que sim, e ele fez uns sanduíches de presunto. e queijo pra cada um, com um copo de suco.
Enquanto eu e minha irmã comíamos, o velho começou a perguntar umas coisas pra ela: "Ontem te vi no parque com o filho do Julián", "e vi vocês se beijando no meio do mato, perto da fonte dos patos". Minha irmã ficou vermelha que nem pimentão, mas não falava nada... só dava mordidinhas no sanduíche dela. E o velho continuava: "Ele baixou a calça e te mostrou a coisa dele, né?". Minha irmã quase engasgou quando ouviu aquilo. Eu, enquanto isso, fingia que não tava prestando atenção no que eles diziam, olhando pra tela da TV. Mas o velho seguia como se estivessem os dois sozinhos na sala, jijiji.
Continuaram conversando um tempão até que o velho perguntou pra minha irmã: "E aí, já deu uma punheta nele?", "já mamou ele?", "já te tocou a bucetinha?"... minha irmã só olhava pro prato e ria, jijiji. Aí, o velho disse: "Já viu uma cock de verdade?", não desses moleques do bairro, de um homem feito e direito". Minha irmã balançou a cabeça, tipo concordando que já tinha visto uma. O velho arregalou os olhos que nem pires e perguntou: "É mesmo? Quem?". E minha irmã respondeu tão baixinho que quase não dava pra ouvir. O velho disse: "Quem? Fala mais alto que não escutei". "O... meu... professor", respondeu minha irmã com a voz trêmula. E o velho começou a rir.
"hahaha... teu professor... que figura, hahaha... que safado", "já tava desconfiando... hahaha". "Mas, você viu ele quando tava grande?". Minha irmã tava vermelha que nem tomate, mas negou com a cabeça... com um sorrisinho maroto no rosto.
O porteiro riu de novo: "hahaha... ficou na vontade, hein, safadinha?, hahaha". Minha irmã concordou com a cabeça de novo, tipo que sim, que realmente tinha ficado na vontade de ver a cock dura do professor dela.
O porteiro arregalou os olhos de novo e disse: "Se quiser ver uma... aqui tenho uma coisa pra você". E enquanto falava isso, ele se inclinou pra frente. atrás na cadeira, e abrindo as pernas, passou a mão no próprio pacote lentamente, sem tirar os olhos da minha irmã.
Minha irmã riu de novo, mas dessa vez largou o prato na mesinha de centro que tinha entre os sofás da sala, e colocou as duas mãos entre as pernas, fechando-as enquanto devolvia pro velho um sorriso de puta safada.
O velho, que não perdeu nenhum detalhe do que minha irmã dizia sem palavras, levantou da cadeira e, olhando pra mim, falou: "você fica aqui", que vou mostrar as plantas do quintal pra sua irmã. E se você se comportar, depois saio pra comprar uma palmeira de chocolate pra você". E pegando minha irmã pela mão, os dois foram pra dentro do apartamento por uma porta do lado da sala. Eu segui eles na maciota
ouvi a voz do velho: "assim, gatinha, assim", "que boquinha mais gostosa você tem", "abre mais um pouco, princesa". Eu fui me aproximando devagar pelo corredor, até chegar no quarto onde eles estavam. Que no caso era o banheiro, e a porta estava entreaberta.
Quando enfiei a cabeça devagar, vi o velho de pé, com a calça arriada até o tornozelo, e a camisa levantada por cima da barrigona. Minha irmã tava sentada na privada, com a saia do colégio puxada até a cintura, a meia-calça e a calcinha arriadas até o tornozelo, e a blusa meio aberta, deixando ver uma das tetinhas lindas dela. Ela tava fazendo um boquete no velho, e com uma mão passava a mão nos ovos dele. Enquanto com a outra mão, ela mesma tava se esfregando bem na buceta, se masturbando gostoso.
O velho dizia: "que bem que você faz, gatinha", "cê gosta, hein, vadiazinha?". Minha irmã só conseguia fazer sons afirmando, porque tinha a boca cheia com a linguiça do velho... que entrava e saía da boquinha dela com muita pressa.
De repente, o cara tira o pau da boca dela, e batendo uma com força, começa a falar: "ahhhhhhhhhh, grrrrr, ahhhhhhhhhhh... que vem! que vem!". A minha Irmã não teve tempo nem de reagir, o velho começou a soltar jatos e jatos de porra, que foram parar na cara toda dela, no cabelo, na boca (que ainda estava aberta) e na teta que estava pra fora da camisa... puta merda, ele encharcou ela de porra kkkkk".
Ao ver que o velho fez o gesto pra subir as calças, saí correndo de volta pra sala pra eles não perceberem que eu tinha ficado olhando.
Trinta segundos depois, o velho aparece na porta, com um sorriso de orelha a orelha (o filho da puta, hein kkkk), apertando o cinto e ajeitando bem as calças. E me diz: "sua irmã já vem... acho que tá usando o banheiro". "Volto já... vou pegar a palmeira de chocolate pra você, porque se comportou direitinho".
Pouco depois, minha irmã saiu, com o cabelo meio molhado e recém-penteado, e uma mancha d'água na blusa. Eu olhei pra ela e perguntei: "o que o porteiro te ensinou?". E ela responde: "nada... uns cactos que ele tinha no pátio".
Nisso, o porteiro entrou com minha palmeira de chocolate na mão, dizendo: "sua mãe acabou de chegar. Falou pra vocês subirem, que já tá quase na hora do jantar".
Quando saímos pela porta, ouvi ele dar um tapinha na bunda da minha irmã... kkkk, o safado do caralho, kkk!
Minha irmã continuou tendo contatos com o velho porteiro, e sempre me levava junto pra meus pais não desconfiarem. Em troca, eu podia chantagear ela depois.
Ela mamou ele várias vezes atrás da portaria, onde tinha um quartinho com um sofá e uma TV pequena. Me colocavam pra vigiar atrás da cortina (o quarto não tinha porta), caso alguém descesse.
Minha irmã sentava no sofá, e o velho ficava sempre de pé, só abaixava as calças. Eu, atrás da cortina, olhava de vez em quando, e via o velho de lado, com a barriga grande, o pau dele (que, mesmo não sendo muito comprido, era bem grosso) bem duro, e minha irmã sentada, abrindo a boca o máximo que podia pra engolir aquele pedaço de carne em barra kkkk.
O velho acariciava o cabelo da minha irmã, ou passava a mão nos peitinhos dela por cima da blusa branca.
Conforme os meses foram passando, o velho foi se animando. Já não só passava a mão nos peitinhos da minha irmã, agora também passava a mão na bucetinha dela, enquanto ela chupava ele, e ele enfiava os dedos.
Eu sempre ficava atrás da cortina vigiando, e como o truque da palmeira de chocolate já não funcionava, o velho me dava dinheiro pra eu não contar nada pra ninguém (500 pesetas em moeda kkkk).
Até que o velho passou pra mais, e começou a despir minha irmã por completo quando os dois se metiam no quartinho atrás da portaria. Deixava ela completamente pelada, com os peitinhos e a bucetinha de fora, e o velho lambia o corpo todo dela com uma língua grossa e babosa, dos pés à cara. Abria as pernas dela, deixando a bucetinha completamente exposta, e beijava e comia como se a vida dele dependesse disso kkkk (e eu olhando da cortina hehe... dava risada de ver aquele velho gordo e barrigudo, de calças arriadas, e de joelhos no chão, lambendo toda a racha da buceta da minha irmã kkk).
Minha irmã também parecia estar gostando. No começo ela parecia meio envergonhada, mas depois ia se animando, abria bem as pernas no sofá, completamente pelada. Enfiava os dedos na buceta toda, e olhava pro velho babudo com cara de puta safada, mostrando a língua kkkk. O velho ficava doido quando via ela assim... ia se aproximando devagar, com as calças nos tornozelos, e batendo uma freneticamente no pau, olhava nos olhos dela e dizia: "olha o que eu tenho aqui pra você, sua puta."
Ele se ajoelhava na frente da minha irmã, abria bem as pernas dela, e de uma vez só enfiava tudo na buceta. Minha irmã soltava um gemido profundo e enroscava os braços e as pernas no velho porteiro.
Eu, atrás da cortina da portaria, via o velho mexendo a bunda peluda, investindo na bucetinha da minha irmã, num ritmo de vai-e-vem hehehe (foi aí que percebi que minha irmã já devia ter perdido a virgindade há muito tempo, porque o pauzão do velho entrava e saía da buceta dela com uma facilidade que não era normal pra idade dela).
O velho sempre comeu ela no pelo. E muitas vezes gozou dentro da buceta da minha irmã. Depois de gozar, tirava o pau ainda inchado, e minha irmã ficava toda cheia de porra escorrendo pelos lábios da bucetinha, até quase tudo vazar pra fora. Deixando uma mancha branca no almofada do sofá hehehe.
Assim eles ficaram transando quase um ano, e eu sempre vigiando atrás da cortina. Até que um dia o porteiro ouviu minha mãe falando preocupada com outra vizinha, que minha irmã não estava menstruando. Poucos dias depois, o velho porteiro sumiu do prédio, dizendo pro síndico que tinha surgido uma emergência familiar (acho que ele tava cagado de medo de ter deixado minha irmã grávida kkkk).
O que o velho porteiro nunca soube é que minha mãe levou minha irmã no médico, e quase no dia seguinte a menstruação desceu... então foi só um susto.
Bufff, quantas punhetas eu bati com aquelas cenas, até mais velho e tendo namoradas kkkk
A verdade é que minha irmã tinha virado uma putona, e minha mãe, como eu disse antes, também tava fazendo suas coisas, apesar de antes ser muito recatada. Enquanto minha irmã fazia das suas, minha mãe também fazia, mas planejava pra gente não perceber, só uma vez ela chegou totalmente bêbada e cheia de sêmen.
Quando fiz 15 anos, tive que me mudar de casa por problemas financeiros. Nessa época, minha irmã tinha 18 e minha mãe 35, mãe continuava linda e minha irmã cada dia mais gostosa.
No bairro tem uns vagabundos negros, são 6 caras sem emprego nem futuro, entre 20 e 24 anos, liderados por um filho da puta de sangue pesado chamado Max, que passavam o dia Assediando minha irmãzinha, muitas vezes quis reclamar, mas a mamãe me proibia, dizia pra não me meter em encrenca.
Uma tarde, minha irmã chegou em casa toda assustada, eu tinha acabado de tomar banho e estava me vestindo no andar de cima e ouvi a Carol dizer: "esses vagabundos já não aguento mais".
"Ignora esses idiotas" respondeu a mamãe, que tinha acabado de chegar do trabalho e parecia ter tido um dia ruim e não estava com paciência.
"Mas é que cada vez eles tão mais grossos e sem-vergonha" respondeu minha irmã.
"Já chega, tá na hora de botar um ponto final nesses caras, vem comigo" disse a mamãe num tom irritado e logo em seguida saíram de casa. No começo, não dei muita importância, mas depois me toquei e pensei: é melhor eu ir com elas, não vá que esses imbecis fiquem enchendo o saco.
Eles moram numa casa no fim do beco, por onde a gente tem que passar, por isso as grosserias com minha irmã são inevitáveis. Quando saí, já não alcancei a mamãe e a Martita, e fui direto pra casa desses caras. A entrada principal fica no fim do beco, mas antes tem um portão que dá pra porta dos fundos deles. Ao passar por ali, decidi entrar por trás. São uns 10 metros de quintal e depois tem uma janelona sem vidro e com cortina de um lado só. Me aproximei na surdina, dali dá pra ver a sala da casa perfeitamente. Ouvi vozes e me escondi na cortina. A mamãe e a Martita já deviam estar lá uns 3 minutos e ouvi a mamãe dizer:
"Espero que vocês tenham entendido o que eu falei. Não vou tolerar mais um desrespeito. Entenderam?" A mamãe usou uma voz firme e o rosto dela mostrava toda a raiva, além da postura corporal que impunha respeito, tanto que esses imbecis estavam todos encolhidos.
"Não é pra tanto, senhora" disse um dos vagabundos.
"Qual não é pra tanto, qual nada! Essa menina é pra ser respeitada!" continuou a mamãe com autoridade enquanto os babacas olhavam pra ela com caras de medo.
Fiquei orgulhoso da minha mãe! Ao ver como ela tava. colocando no lugar daquela cambada de filhos da puta, ela parecia imponente, até fiz um esforço pra segurar o riso de ver as caras de bunda que os vagabundos colocavam, mas aí o líder Max levantou, um preto de uns 24 anos, e disse com deboche o idiota:
"Já, senhora, se acalme, me parece que não deram manutenção nela e por isso tá assim"
hahaha, riram os outros, provocando a raiva da minha mãe que respondeu:
"Como você ousa dizer essas merdas?"
"Bom, é o que parece, mas não se preocupe, se quiser a gente dá o tratamento aqui mesmo"
Isso fez minha mãe se enfurecer ainda mais, e ela respondeu:
"CALA A BOCA, SEU PRETO FILHO DA PUTA"
Palavras que até eu me surpreendi, porque minha mãe raramente usa esse tipo de linguagem e nunca tinha ouvido ela fazer um comentário racista, sem dúvida a coitada tinha tido um dia muito ruim no escritório.
Mas essas palavras detonaram a fúria dos vagabundos, tanto que até irradiavam pelos olhos.
"Max levantou, pegou minha mãe pelo cabelo e disse:
'Isso eu não vou deixar passar, sua puta maldita, essa ofensa você vai pagar!!'
Rapidamente pensei em intervir, mas fiquei paralisado.
'Me solta, infeliz' minha mãe não se intimidou e se soltou de Max, mas ele pegou ela pelo cabelo de novo e a ajoelhou, ela se levantou de novo, mas o desgraçado a ajoelhou de novo, agora com mais força pelos cabelos, e começou a baixar a cueca que ele usava, deixando o pau dele à mostra e aproximou da boca da minha mãe dizendo: 'Agora você vai ver como eu calo essa sua bocona, sua puta arrogante!!'
'Me solta, seu cabrãooo'
Minha mãe não terminou de falar a frase porque ele enfiou o pau na boca dela, mas ela lutava pra impedir, os gritos da Carol já faziam a cena mais dramática há um tempo, e Max disse pros comparsas: 'Calem a boca dessa puta' os caras foram até a Carol e dois colocaram as mãos na boca dela enquanto os outros a seguravam, enquanto minha mãe tentava se soltar de Max, mas ele com mais força puxava o cabelo dela e enfiava O pau na boca, era tão grande o pau do filho da puta que desfigurava o rosto da minha pobre mãe, inchando as bochechas dela.
Tentei reagir e mal consegui me mexer, procurando alguma coisa, uma pá, um taco ou sei lá o quê pra enfrentar aqueles filhos da puta, mas não achei nada. Quando voltei pra dentro de novo, fiquei paralisado sem conseguir me mover, não entendo o que aconteceu comigo. Nessa altura, já eram dois filhos da puta enfiando o pau na boca da mamãe ao mesmo tempo, inchando as duas bochechas dela.
Mas uma coisa estranha tava rolando! A mamãe já não resistia tanto e até acho que olhava pros paus com desejo. Nessa hora, os outros vagabundos já tinham amarrado a Martita numa cadeira, que tava desmaiada de susto. O Max chamou eles e disse:
"Venham todos pro festim, essa puta vai mamar todo mundo"
Nem demoraram nem foram preguiçosos, chegaram e cercaram a mamãe, que continuava de joelhos num colchão velho no chão no meio da sala, e começaram a esfregar os paus na cara toda dela. A essa altura, a mamãe já olhava pra eles com avidez, o que confirmei ao ver como devorava os paus com paixão frenética. O Max levantou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, depois curvou ela assim em pé e levantou a saia dela e abaixou a calcinha, enfiando a cara dele entre as nádegas da minha mãe. Parecia que ele tava entrando numa câmera fotográfica antiga, com grande desespero ele amassava as nádegas da mamãe e passava a língua pela racha delas, enquanto a mamãe chupava os paus dos amigos do Max.
"Parece que essa puta tá começando a gostar"
disse o Max. Nisso, a mamãe abandonou por um momento a gula dela, levantou a cara e reparou que ali estava a Martita amarrada e desmaiada e perguntou:
"O que aconteceu com a minha filha?"
"Nada, é só um desmaio, mas eu sei como ela vai se recuperar"
disse o filho da puta do Max e foi até ela e aproximou a enorme pica veiuda dele da boca dela "isso vai fazer ela voltar a si"
"Não, não façam nada com ela, ela é muito pequena" disse minha mãe.
"Mas se a Minha mãe acabou sendo uma puta, com certeza ela também é. Além disso, ela vai ter o que merece por ser fofoqueira", respondeu Max, e continuou esfregando a pica na Martita, até que ela começou a reagir, colocando a língua pra fora. Quando sentiu algo na boca, abriu os olhos e, ao ver a pica enorme de Max, se assustou e gritou.
"Calma, mocinha, fica bonzinha que não vai acontecer nada", disse Max. Martita, meio sem jeito, começou a chupar a pica dele, e Max chamou um dos amigos: "Vem, Sam, vamos ver como fica a carinha dessa puta com duas picas dentro".
Enfiaram as duas barras enormes de carne, e igualzinho à mãe, encheram as bochechas dela com as pirocas. Depois, o filho da puta falou pros colegas: "Venham, rapazes, dar pica pra essa menina".
Eles obedeceram, e em pouco tempo minha pobrezinha irmã já estava rodeada de todas as picas. Igualzinho à minha mãe, esfregaram elas no rosto dela inteiro. Até o filho da puta do Max pegava ela pelas maria-chiquinhas e obrigava ela a engolir inteira aquela anaconda descomunal. Ele fazia com tanta brutalidade que quase fez ela vomitar, fazendo as lágrimas da minha irmã aparecerem. Mas, igualzinho à minha mãe, depois de um tempo, a Martita já tava procurando as rolas por conta própria. Ela revezava os turnos pra mamar pica com uma alegria danada, enquanto minha mãe observava a cena com uma mistura de surpresa e safadeza.
O QUE TINHA ACONTECIDO? Minha mãe e minha irmã tinham virado umas cachorras devoradoras de pica!
Depois, Max voltou pra minha mãe e levou ela pra um sofá, onde começou a chupar os peitos dela igual um bebê faminto. Minha mãe tava com um sorriso de satisfação, e eu só observava a cena humilhado, sem poder fazer nada. Logo, Max sentou e chamou a mamãe:
"Vem, dona, vem e monta na minha pica pra você ver o que é bom."
Minha mãe obedeceu, subiu no sofá e foi descendo devagar até ficar bem enfiada na pica daquele preto de merda. Ela ficou de costas pra mim, e eu pude ver aquela piroca descomunal sumindo entre as bundas dela. Faltou pouco pra eu desmaiar, mas continuei de pé.
Lá estavam as bundonas da mamãe quicando no pauzão daquele filho da puta. Depois, ele levou a mamãe até o sofá que estava ao lado, colocou ela de quatro, com os cotovelos apoiados no braço do móvel, e começou a comer ela. Mamãe, sem dúvida, estava adorando.
— Vai, filho da puta, mete essa pica toda em mim, me fode como a puta que eu sou.
Assim ficou por uns três minutos, até que ele aproximou o rosto da bunda da minha mãe, separou as nádegas com as mãos e começou a lamber o cu dela, depois enfiou um dedo. Em poucos segundos, meteu dois dedos. Um suor frio começou a escorrer pelo meu rosto. Eu senti que aquilo era o prelúdio do que viria:
Aquele filho da puta ia comer o cu da minha santíssima mãe!
Max pegou o pauzão dele e apontou pro cu da mamãe, que, ao sentir o roçar, virou na hora e perguntou:
— O que você vai fazer?
— Como assim, o que vou fazer? Vou meter no teu cu.
O rosto da minha mãe mudou de prazer pra preocupação.
— Não, por favor, é novo.
— Não, por favor, seu pau é grande demais, não, não vai entrar.
PELOS MEUS OVOS QUE VAI ENTRAR!
E, num golpe certeiro e letal, enfiou a pica toda no cu dela de uma só vez, até as bolas. Mamãe levantou a cara rapidamente e abriu uns olhos enormes, tão desorbitados que até ficou cômico (se eu tivesse visto aquela cena num filme pornô, obviamente com outra mulher que não fosse minha mãe, teria morrido de rir e aplaudido).
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, filho da puuuuuuuuuuta, você arrebentou meu cuuuuuuu!
Essas palavras rasgaram minha alma, bem diferente do que aconteceu com aquele filho da puta do Max. Pra ele, aquilo era um troféu e o motivava a atacar com mais fúria e velocidade o cu indefeso da minha pobrezinha mãe.
— Ha, ha, ha, olha só, arrebentei teu cu mesmo, tava bem apertadinho — disse o filho da puta, todo satisfeito, e continuou aniquilando o cu da mamãe.
Que enculada do caralho. que aquele filho da puta estava dando na mamãe!
Não tinha dúvida de que a mamãe estava pagando bem caro pela sua ousadia, e o cuzão do Max estava se deliciando com a lição que estava dando na minha mãe, dava pra ver na sorrisona de orelha a orelha, com aquela cara de tarado desgraçado.
Eu via em primeiro plano como a pica enorme daquele gorilão entrava e saía inteira do cu da minha mãe, só os ovozões seguravam a penetração, que por sinal faziam um barulhão ao bater na bunda da mamãe, era uma sensação que não dá pra descrever, uma das piores coisas que podem existir na vida, sem dúvida. Aquela imagem da mamãe com a bunda pra cima e o canhão daquele filho da puta perfurando o rabo dela, junto com o som dos ovos dele batendo na bunda da minha progenitora, eram como facadas pra mim, facadas que se intensificaram quando, em poucos segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte:
— Vamos, cuzão! Arrebenta meu cu, mais forte! Caralho, isso é delicioso, no começo dói, mas depois é o máximo, do que eu estava perdendo!
Não tinha dúvida, a mamãe tinha feito a viagem sem volta.
Ela tinha virado uma puta de primeira!
Enquanto isso, os outros cinco vagabundos lambiam o corpo todo da minha irmã e passavam a pica na cara dela, quando de repente um deles virou e olhou o que o Max estava fazendo com a mamãe, fez cara de surpresa e disse:
— Ei, porra, Max, você está comendo a coroa? Não seja ganancioso e invejoso, eu também quero uma boceta — e o Max respondeu: — Tá bom, rapaziada, venham e façam fila pra dar no cu dessa puta.
Ele colocou a mamãe de quatro no chão, com a bunda pra cima, e foi até a Martita, enquanto os outros cinco vinham fazer fila pra arrebentar o rabo da mamãe.
Max se aproximou da minha irmã e começou a beijar e amassar a bundinha dela. Juntos, era evidente o contraste entre os corpos: Max era um mastodonte de 1,80 de altura, e minha irmãzinha mal chegava a 1,50, com o corpo bem magrinho, quase sem peitos, só se destacava... a redondeza da bunda dela, depois eu levanto ela no colo e me preparo pra enfiar nela a pica, minha irmã só apertou os dentes e aguentou corajosa a foda, o rosto dela começou a ficar vermelho, acho que ela também tava começando a gostar, depois coloquei ela de quatro e fodi ela assim por um bom tempo.
nessa mesma posição de quatro, abri as nadeguinhas da Martita e meti a língua no cu dela, pra depois dizer:
"bom, vamos pra sua próxima lição"
qual é essa?
"vou meter no teu cu"
"mas tua pica é grande demais"
"ah, foda-se isso, se entra, entra"
Então preparei o canhão e, diferente da sua mãe, na Martita deixei ir devagar primeiro a cabeça do meu pauzão, Martita só apertou os dentes, ao ver que minha irmã aguentou, o filho da puta meteu até a metade, Martita só deu um pequeno suspiro, então envalentado o cuzão do Max terminou metendo tudo, minha irmã deu uns gritinhos:
"ai, ai, ai, ai, ai, meu cuzinho, meu cuzinho"
Só durou três minutos metendo no cu da minha irmã, quando soltou um grito e tremeu, o cuzão tinha gozado nas entranhas da minha irmãzinha, se separou e eu pude ver como da bunda da Carol brotava a porra borbulhante.
O filho da puta se levantou e foi pro sofá, sentou e disse:
"Ei, senhora, vem limpar a bagunça que sua filha fez, e vocês, seus cuzões, agora façam fila pra arrebentar o cu da menininha"
Minha mãe avançou até ele com uma cara de luxúria desenfreada de quatro e começou a limpar a pica dele com lambidas enquanto os amigos cuzões do Max correram pra onde a Martita tava como crianças quando ganham saquinhos de doce nas festas, minha pobre irmãzinha tava no chão com a bunda pra cima e um por um foram passando pra encher a bunda dela, ela aguentou corajosa a metralha que os cuzões davam nela e no terceiro turno disse algo que me surpreendeu:
"me fodam duro, acho que gosto mais pelo cu do que pela buceta"
Então Um deles disse:
"Deve ser minha imaginação, mas acho que a dona tinha a buceta mais apertadinha que a menina."
Max respondeu: "Não, cara, o que acontece é que com a dona você foi o primeiro depois de mim, e com a menina você foi o último a comer ela."
Ha, ha, ha, todos caíram na risada. Então Max se levantou do sofá e disse: "Bom, é hora da dipi (d.p.)." "O que é isso?", perguntou minha irmã.
"A dupla penetração", respondeu Max.
"Isso parece interessante", disse minha mãe com cara de tesão.
Em poucos minutos, eu tinha na minha frente as bundas da minha mãe e da minha irmã, duplamente penetradas por aqueles filhos da puta. Foi algo muito impactante ver como enfiavam o pau inteiro na minha mãe e na Carol. Mas naquela tarde, o destino me reservava uma surpresa a mais: vendo aquela cena, comecei a ter uma ereção.
O que estava acontecendo?
Eu não queria elas nem estava excitado, pelo contrário, estava indignado e com raiva, mas mesmo assim tive uma ereção. Embora tenha durado pouco, ainda era uma ereção. Que porra estava acontecendo comigo? Eu estava pensando nisso quando saí daquele transe ao ouvir a voz de Max dizer:
"Bom, chegou a hora do grande final." E colocaram minha mãe e minha irmã de joelhos no colchonete no chão e começaram a se masturbar. Os desgraçados iam gozar na cara delas.
E foi assim: eles se descarregaram nas caras da minha mãe e da minha irmã. Cena que eu vi como se fosse o filme Matrix, percebendo em câmera lenta os grandes jatos daqueles filhos da puta batendo nos rostos delas. Quando terminaram, mãe e Martita estavam com a cara toda coberta de porra e rindo pra caralho.
Não podia acreditar!
No final, elas tinham curtido a porrada que levaram. Nisso, Max falou:
"Bom, par de vadias, espero que tenham aprendido a lição. Podem ir ao banheiro se limpar, o banheiro é no fundo à direita."
Nisso, elas se levantaram totalmente tateando porque a porra não deixava elas enxergarem. Mal tinham dado alguns passos e tropeçaram numa mesinha de centro, caindo as duas de cara no chão. caí no chão e com a bunda pra cima, o que provocou gargalhadas enormes daqueles filhos da puta,
"Kkkkkkk, olha só essas branquelas, o tanto que são putas, o tanto que são burras, kkkkkk", e a mamãe e a Martita se juntaram às risadas, com a mamãe falando num tom festivo:
"essa menina não presta atenção em nada"
— "mas mamãe, eu não tô vendo nada, me deixaram toda besuntada como se fosse bolo de aniversário" — disse a Carol alegremente, kkkkkk, todos riram com o comentário da minha irmã.
Essas palavras me indignaram, minha mãe e minha irmãzinha eram umas putonas autênticas.
Não demoraram muito pra voltar, já vestidas e com o rosto limpo.
"Bom, galera, até mais" — disse a mamãe.
"A senhora já sabe, quando quiser, estamos às suas ordens" — disse o Max.
"Pois acho que não vai ter outra oportunidade, porque minha filha e eu somos mulheres decentes" — e em seguida saíram pela entrada da frente.
Reagi e soube que era hora de ir embora, mas ainda deu tempo de ouvir o cuzão do Max dizer:
"Esqueci de avisar pra essas duas putas que elas não vão conseguir cagar por uma semana, KKKKKKKK", e a cambada de filhos da puta explodiu numa última gargalhada.
(de novo aquela risadinha de merda que ainda fura meus ouvidos)
Fui em direção à cerca e esperei a mamãe e a Martita passarem, aí vi o jeito óbvio como andavam, com as pernas bem abertas.
!!GULP!! (engoli seco) acho que aquele cuzão do Max não estava brincando quando disse que elas não iam conseguir cagar por uma semana.
O caminho pra casa foi um turbilhão de pensamentos, além da raiva e impotência de ter visto o que aconteceu e não sei se me faltou culhão ou o que houve pra não ter conseguido evitar, eu me perguntava: será que minha mãe e minha irmã eram umas putas de marca ou só foram vítimas da situação?
Depois, tentando justificar o comportamento delas, lembrei do que tinha lido numa revista: "7 em cada 10 mulheres fantasiam ser possuídas à força por vários negros, e só 1 em cada 1 milhão realiza esse desejo". fantasia"
Pô, sem dúvida eu podia me gabar de ter uma mãe e uma irmã que eram uma em um milhão, mas o que a porra da revista não mostrava era uma estatística que falasse quantos caras como eu já viram arrebentarem o cu da própria mãe e da irmã ao mesmo tempo sem fazer nada.
Pra sorte dos filhos da puta, minha mãe e minha irmã não eram tão "decentes" assim. Depois daquele dia, foram pra umas festas com eles e nem voltaram pra dormir.
Mãe: Gostosa. Cabelo castanho, quase loiro, com olhos verdes/marrom. Cara de anjo, é realmente linda de rosto. Alta, corpo bonito, peitos relativamente grandes e firmes, curvas finas, mas o melhor são as pernas e a bunda. Tem umas pernas excelentes, coxas grossas e proporcionais, a bunda bem grande, redondez perfeita e carnuda, uma bunda excelente, igual a de modelos, ou talvez melhor — uma bunda empinada e bem formada. Cara de menina capaz de apaixonar qualquer um.
Uma noite, minha mãe e eu estávamos sozinhos em casa, minha irmã estava numa festa do pijama com as amigas. Ela foi se trocar pra dormir mais confortável, vestiu um conjunto de short e camiseta verde de renda, que é o que ela usa quase sempre. Eu fui dormir no meu quarto, estava quase pegando no sono quando ouvi alguém bater na porta. Minha mãe abriu a porta, eram dois caras armados. Nisso, eles se aproximam e dizem que só vieram pegar as coisas e vão embora, que era melhor ela cooperar pra fazer tudo mais rápido, e minha mãe aceitou. Depois, reviraram a casa toda. Eu tinha me escondido debaixo da minha cama. Minha mãe estava muito nervosa, sabia que estava totalmente vulnerável.
Depois de revirar a casa, pediram todo o dinheiro em espécie que tivesse. Minha mãe deu, embora não fosse muito, o que não agradou eles.
Reviraram cada quarto, abrindo e fechando gavetas, pegando qualquer objeto de valor que encontrassem, até que um dos caras disse:
— Muito bem, senhora, agora é hora de nos levar onde estão as joias.
Então ela os levou até o quarto dela, onde estavam guardadas, numa das gavetas do armário. Eram várias joias que minha mãe tinha comprado e que tinham sido Ficou de herança, todas pegaram, depois começaram a abrir cada uma das outras gavetas, uma por uma, não tinha mais nada que interessasse eles, até que abriram a gaveta onde estava a roupa íntima dela. Não era o que procuravam, mas minha mãe se assustou quando viu que um dos ladrões pegou uma peça e jogou dentro do saco dele.
Minha mãe perguntou o que eles estavam fazendo, e eles responderam para ela calar a boca. Os dois começaram a olhar pra minha mãe de cima a baixo, não tinham reparado no corpo daquela mulher até aquele momento.
Um dos ladrões não se segurou e meteu a mão dentro da calcinha dela, começou a brincar com a buceta dela, enquanto o outro acariciava as pernas dela e terminou nas nádegas.
Minha mãe pediu pra eles não fazerem nada, que já tinham o que queriam, mas eles não deram bola. Mandaram ela calar a boca e tirar o short que ela estava usando. Como não tinha outra opção, ela teve que fazer. Tirou devagar, deslizando pelas pernas até o chão. Ela estava usando uma calcinha vermelha de renda também, que excitou eles ainda mais. Depois mandaram ela tirar a camiseta que estava vestindo. Ela tirou e deixou os peitos grandes caírem ao ar, tentando cobrir com as duas mãos.
Disseram pra ela deitar na cama e abrir as pernas, que não reagisse porque senão iam machucar ela e de qualquer jeito iam estuprar ela. Então ela fez o que mandaram, mas não parava de chorar. Os dois ladrões baixaram as calças e deixaram os paus de fora. Um deles se aproximou da minha mãe e, com um puxão, rasgou a calcinha que ela estava usando. Agora sim a buceta dela estava desprotegida e à vista dos dois caras. O ladrão meteu a cabeça entre as pernas da minha mãe e começou a chupar a buceta dela, a língua dele entrava em toda a cavidade vaginal e a saliva se misturava com os fluidos da minha mãe. Enquanto a cabeça dele focava na virilha dela, a mão não parava de massagear os peitos dela. Ela pedia pra ele parar, mas ele calou ela enfiando o pau na boca dela. Sua enorme e carnuda buceta, levantei as pernas dela e comecei a bombar, os peitos dela balançavam no ritmo da foda, a cock do cara entrava e saía rápido da pussy dela, ela estava adorando, enquanto minha mãe não aguentava a situação.
Depois mandei ela ficar de quatro, e minha mãe aceitou, já que já tinha sido penetrada, que diferença fazia. A pussy dela, já dilatada pela investida, foi penetrada pela segunda vez, agora por trás, isso ajudou o cara a agarrar com força os peitos dela que balançavam no ar e apertar os mamilos maduros e duros pela ação do momento.
O cara não parecia cansar, então separou as nádegas da minha mãe e meteu o pau no cu dela, e minha mãe gritou de dor. O cara estava chegando no êxtase, porque o aperto do reto dela aumentava o prazer, embora a dor para minha mãe também fosse grande. Essa penetração não durou muito, pouco tempo depois o cara gozou dentro do cu dela, a quantidade de porra era tanta que começou a escorrer sozinha. O cara tirou a cock, vestiu a calça e disse pro parceiro: "faz o que quiser", se vestiu e sentou, enquanto o outro continuava.
Enquanto isso, minha mãe, com os peitos na cama e lágrimas nos olhos por causa da foda, agradecia que ele não tinha gozado dentro da pussy dela, porque ela estava ovulando e tinha chance de engravidar.
O outro cara estava muito excitado com a forma como o parceiro tinha montado na minha mãe, então mandou ela levantar da cama, disse que não ia enrolar, que ia penetrar ela de uma vez. O cara deitou e mandou minha mãe sentar na cock dele, então ela ficou em pé na cama, abriu as pernas e foi se abaixando devagar até a ponta da cock do cara tocar a pussy dela, depois foi enfiando aos poucos até a cock do cara desaparecer.
Os movimentos da minha mãe eram de cima pra baixo, todo o trabalho ela quem fazia. Ela, os peitos dela balançavam que nem bolas, até que com as duas mãos ele apertou os seios dela, que já tavam cheios de marcas e arranhões, parecia que tinham inchado mais.
Depois a penetração mudou, os movimentos da minha mãe eram de um lado pro outro, o cara tava chegando no fim, só se ouviu quando ele disse "vou gozar", e com as duas mãos soltando os peitos da minha mãe, mas segurando a cintura dela, gozou dentro. Logo um jato de porra inundou a buceta da minha mãe, o cara tinha acabado. Minha mãe desabou de cansaço em cima do cara, tava exausta. Depois ele mandou ela levantar, porque já tinham que ir, então minha mãe foi se levantando devagar pra tirar o pau da buceta dela, ainda grudados, a porra escorrendo pelas pernas dela. A buceta dela tava toda cheia de leite, e quando finalmente conseguiu se separar, um jato de porra saiu da buceta dela e caiu nas bolas do cara. O ladrão deu um tapa nela e mandou ela limpar as bolas dele com a boca, então ela teve que se humilhar pela última vez e chupou as bolas dele até deixar tudo limpo de porra.
Os dois indivíduos se levantaram e foram embora, levaram as coisas de valor e o dinheiro que tinha em casa, além de toda a roupa íntima da minha mãe. Era um jeito de humilhar ela de novo. A única calcinha que deixaram foi a que rasgaram e tava coberta de porra.
Um dos ladrões.
Mãe, que tava jogada no chão. Eu tava com medo e voltei pra minha cama de novo. No outro dia, ela agia estranha, mas dentro do normal. Não denunciou e acho que assumiu que eu não tinha visto nada. Tudo continuou igual, exceto que daí em diante comecei a ver ela com outros olhos, e bom, acho que ela também não era mais a mesma.
Esse foi o começo de uma grande obsessão: ver minha mãe sendo fodida, que é uma mulher descomunal, embora eu saiba que é algo inapropriado pensar e querer ver minha mãe assim, além de sentir uma forte atração sexual por ela. Mas a verdade é que é algo muito forte e excitante.
Pra mim. Ver minha mãe vestida sexy, somado à sensualidade natural no jeito dela, fez com que aos 12 anos eu começasse a vê-la como uma mulher desejável, digna de ser comida, a enxergá-la como uma mulher gostosa. Desde então, passei a vê-la de outro jeito, com outros olhos, com olhos de sexo, de luxúria, de paixão, até de obsessão. Assim, desde aquela época, comecei a bater punheta pensando nela, nas tetonas dela, na raba imponente, no rostinho lindo, nas pernas bonitas. Também comecei a me masturbar com a calcinha dela, com as tangas e calcinhas sujas e acabadas de tirar, porque eu tinha elas à mão, embora sempre tentasse ser discreto e cuidadoso com esses objetos. Comecei a ficar obcecado e excitado com a minha mãe cada vez mais, não fazia outra coisa senão observá-la e desejá-la todo o tempo que estávamos juntos. Vê-la naquelas saias tão justas, naqueles jeans tão apertados era algo espetacular, minha mãe transbordava sensualidade e convidava a pensar em coisas muito sujas. Outra coisa que comecei a perceber era a grande admiração e excitação que minha mãe causava nos homens, por ser uma mulher tão espetacular, nunca passava despercebida. Ao passar andando ou chegar em algum lugar, sempre provocava cantadas e olhares para a bunda e os peitos dela. No começo, isso me incomodava, mas com o tempo passou a me excitar muito e a sentir muito orgulho de ter uma mulher tão comível como mãe. Naquela época, minha obsessão pela minha mãe era tanta que comecei a visitar na internet vários sites sobre incesto e contos eróticos com esse tema. Comecei a ler histórias de incesto, de como filhos de mães putas se excitavam vendo elas foder. Tudo isso começou a me chamar muita atenção e a me excitar muito.
A ideia de comer e ver minha mãe sendo fodida começou a tomar forma na minha mente e nas minhas fantasias eróticas. Imaginava minha mãe chupando um pau, fazendo um boquete espetacular, fazendo uma siririca cubana nas tetonas dela, sendo fodida pelo cu, sendo coberta de porra no rostinho lindo. Só de imaginar isso, minha excitação... aumentava, começou a se tornar quase algo obsessivo e muito desejado por mim, ver aquela mulher espetacular foder era algo que eu imaginava todo dia. Minha mãe não tinha parceiro e, até onde eu sabia, depois da partida do meu pai, ela nunca mais teve ninguém, embora tivesse vários pretendentes por razões óbvias. Um deles, talvez o mais ousado, era o Seu Teodoro, um vizinho do nosso bairro, um homem de 40 anos, advogado de profissão, e eu sempre o pegava olhando pra bunda da minha mãe, quando os dois se encontravam na rua ou em algum outro lugar. Minha mãe sempre o tratava com respeito e agradecia os elogios que ele fazia, embora às vezes eu visse que ela também percebia os olhares lascivos do velho sobre ela. Outro pretendente da minha mãe era um vizinho chamado Ramón, um professor de 45 anos que uma vez eu peguei tirando fotos da bunda dela enquanto ela caminhava na calçada. Esse ato me deu muito tesão e, mais tarde, eu o peguei de novo. Minha mãe tem muitos pretendentes em todos os lugares que frequenta, mas nunca deu bola pra nenhum, talvez nenhum atendesse às expectativas dela, sei lá, ou talvez ela pense que eu levaria a mal se ela tivesse um parceiro, embora eu adorasse vê-la foder, não sei se aceitaria outro homem morando com a gente. Na verdade, acho que só queria vê-la foder mesmo.
Minha mãe é uma mulher muito carinhosa e compreensiva comigo, é uma mãe que muitos gostariam de ter, pelo caráter e personalidade que ela tem. Sempre a obedeço e tiro boas notas na escola, então nossa relação é muito boa, raramente ela me grita ou me chama a atenção. Nosso relacionamento de mãe e filho é agradável, e como ela não tem parceiro, sempre saímos juntos pra todo lugar: cinema, parque, comer, tomar sorvete, futebol, parque de diversões, passear em geral. Sempre a pego pelo ombro ou às vezes pela mão, não gosto de me desgrudar dela, pois até quando vemos A gente vendo TV junto, eu abraçava ela. A companhia dela era muito agradável, a gente sempre conversava sobre tudo, ela era minha professora e guia em muitas coisas e atividades. Me ajudava em tudo e dizia que eu sempre podia contar ou conversar com ela sobre qualquer coisa, várias vezes passou pela minha cabeça contar que ela me excitava como mulher, mas apesar do jeito dela, eu sabia que era demais, além disso não sabia bem como ela reagiria e muito menos poderia contar que eu fantasiava ver ela dando, ela ficaria muito puta. Quase todo dia eu me masturbava vendo ela, às vezes pegava as calcinhas sujas dela e enquanto cheirava, gozava, também tirava fotos da bunda da minha mãe escondido, às vezes até vídeo, ficava louco vendo o movimento da bunda dela enquanto andava, minha coleção de fotos e vídeos voyeur que eu tirava da minha mãe era grande, tinha cerca de 20.000 fotos e quase 500 vídeos, eu fotografava minha mãe quase todo dia, a bunda dela marcada na calça jeans, na legging, na saia, as pernas dela também e o decote, era muito discreto porque camuflava bem a câmera, essas fotos eu guardava bem escondidas porque se minha mãe visse, ela ficaria brava e me castigaria. Ver minha mãe se vestir sexy todo dia me excitava muito, sempre olhava como ela mexia a bunda quando ela não tava olhando, imaginava o que muitos homens que viam ela pensariam. Quando a gente saía pra algum lugar, eu sempre ficava de olho nos olhares dos homens pra minha mãe, os peitos dela sempre chamavam atenção, sem falar na bundona dela, sempre que minha mãe passava, via todo mundo virando pra olhar a bunda dela, minha mãe percebia mas nunca ligava porque acontecia muito com ela.
Foi assim que comecei a ficar tão obcecado pela minha mãe que comecei a escrever contos eróticos de incesto e de mães que dão, que eu publicava em vários sites, embora também lesse os de outros usuários e guardasse na minha coleção pessoal, baixava todo conteúdo de incesto que encontrava, também via muita pornografia de todo tipo, embora tenha começado a me interessar pelo tema interracial. ver mulheres brancas devorando paus pretos enormes e depois ver como elas curtiam igual umas loucas na penetração me chamou muito a atenção esses temas e comecei a fantasiar pensando na minha mãe tentando enfiar um pau preto enorme na boca dela e depois sendo fodida gozando que nem uma louca. Ficava com muito tesão imaginando situações assim, não só com situações interraciais eram as fantasias com a minha mãe, mas também com outros temas, como dominação feminina, chantagens, table dance, orgias, etc. Minha mãe despertava e incitava com aquela beleza e aquele corpo a realizar milhares de fantasias, escrevia contos e guardava eles na minha coleção pra depois postar em sites de contos. Minha mãe sempre me dava inspiração pra escrever contos, já tinha escrito uns 80 contos fantasiando com ela nas mais diversas situações, desde sexo interracial passando por dançarina erótica até sexo mãe-filho, com vários subgêneros nos diferentes temas, em todos os contos eu descrevia minha mãe exatamente como ela era fisicamente e usava o nome real dela.
Em casa sempre tentava ser discreto quando via ela, mas sempre ficava muito nervoso e excitado quando via ela vestindo sexy, o que era quase todo dia, sempre era cauteloso ao olhar a bunda e o decote dela, quase todo dia me masturbava pensando nela e às vezes olhando as fotos que tirava dela com meu celular. Mas um dia à tarde minha mãe dormia no sofá da sala, eu subi pro meu quarto e coloquei um filme pornô, excitado tinha esquecido de fechar bem a porta, a TV do meu quarto fica paralela à porta, se uma pessoa entra eu tô de costas e não vejo, uns 15 minutos depois de estar me punhetando e quando na tela aparecia uma garota sendo fodida analmente mostrando o cu bem dilatado enquanto o homem gozava naquele buraco e os gemidos da garota eram mais altos, ouvi a voz da minha mãe que gelou meu sangue: — Por que você tá vendo essas coisas?! Me responde, —, e na mesma hora ela foi até o aparelho Ela tirou o disco, eu tava morrendo de vergonha e medo do que ela fosse falar. — Se arruma direito e quero que me entregue todos os filmes que você tem, anda logo. — Sim, sim, mãe, desculpa, me perdoa. — Eu subi a calça e abri uma gaveta onde guardava só uma parte dos filmes, só 8 dos mais de 400 que eu tinha, escondidos em outro lugar. Minha mãe pegou, abriu as capas e quebrou os discos, e junto com as capas, colocou tudo num saco de lixo. — Você tá de castigo, não sai pra lugar nenhum e pra ir pra escola só vou te dar o necessário, porque vejo que o resto você gasta com porcaria. — Ela saiu brava, levando o aparelho também. Mas como ela me deixou no meio da minha punheta, eu tava com vontade de gozar. Ela vestia uma calça jeans justa sem bolsos e uma blusa vermelha apertada e decotada. Desci e ela tava parada no terraço do jardim. Eu fiquei na entrada e, vendo que ela não tinha percebido que eu tava ali, comecei a bater uma olhando pra aquela bundona. Não demorei muito e gozei. Quando terminei, meio assustado, limpei o esperma e subi pro meu quarto.
Nas semanas seguintes, o incidente foi esquecido e minha mãe me disse que eu ainda era novo pra ver pornografia, mas que entendia meus impulsos. A gente conversou sobre sexo, porque ela era aberta e moderna, mas não era legal eu ver pornografia, pelo menos não agora.
Depois da conversa, eu continuei fazendo o que sempre fazia: me masturbar todo dia pensando nela, vendo pornô, escrevendo histórias com ela como protagonista e, claro, fantasiando em vê-la no ato. Passaram-se uns meses assim, e até virou costume bater uma todo dia com as calcinhas sujas dela, sentindo aquele cheiro íntimo que eu amava. Eu fazia isso de manhã, quando ela tirava a roupa íntima que usava pra dormir e entrava no banho, e também quando via ela se trocando. Mesmo sempre tendo risco de ser pego, minha excitação e vontade de ter aquelas peças eram mais fortes. Mas um dia, minha mãe chegou do trabalho e disse que ia tomar banho porque tava com calor e muito cansada. Ela facilitou pra eu pegar as roupas íntimas dela, até porque naquele dia ela tava usando uma calça de conjunto formal azul marinho, bem justa, que marcava o cuzão dela de um jeito sensual e provocante, e por ser tão apertada dava pra ver a calcinha fio dental, isso me deixou ainda mais excitado. Aí esperei um tempo até ela se despir e entrar no banho. Depois de uns 10 minutos, entrei no quarto dela sem fazer barulho e logo vi as roupas íntimas: um sutiã azul de renda bem sexy e uma calcinha fio dental azul celeste. Peguei na hora, cheirei as taças do sutiã onde, minutos antes, estavam os peitões enormes dela. Tava com cheiro de perfume e ainda quente. Tirei meu pau e coloquei entre as taças, me masturbando com o sutiã. Peguei a calcinha fio dental dela e comecei a cheirar. Tava tão concentrado que não ouvi a porta do banheiro abrir. Minha mãe saiu de roupão, me encarou de boca aberta, surpresa, e levantou a voz: — Mas que porra você tá fazendo, por que você tá se masturbando com minha roupa íntima? Seu filho da puta pervertido! — Larguei as roupas, ela me deu um tapa, depois outro, e um soco seco nas costas. — Mãe, me desculpa, não sei o que tô fazendo, me perdoa. — Agora você não sabe o que faz? Tá me achando com cara de otária? Sai do meu quarto, que merda de vício é esse? Eu trabalhando que nem uma condenada pra te dar o melhor e você vem com essas palhaçadas? Vaza, vaza! — Saí correndo e me tranquei no meu quarto. Só saí na manhã seguinte. Minha mãe tava na sala, sentada, pensativa. Passei reto de cabeça baixa, ela falou: — Vem aqui, senta. A gente precisa conversar sobre várias coisas. — Disse num tom calmo, mas sério. Voltei pra sala e sentei. — O que aconteceu ontem é inaceitável pra mim, porque percebo que você sente atração física por mim, e o que você fez foi um jeito de aliviar sua libido, não é? — Bem, mãe, tô envergonhado, muito envergonhado, queria que me perdoasse. — Para de fugir do assunto e aceita a verdade. — Ela disse olhando bem nos meus olhos. — Bem, então... então sim, admito que te acho muito gostosa e... aceito que gostei muito de ver sua lingerie-, -sou sua mãe e você tem que me respeitar, não pode fazer o que fez ontem à noite, é algo fora de lugar, sou uma mulher jovem e gostosa mas antes de tudo sou sua mãe e te amo muito, o de ontem à noite não pode se repetir ou vou ter que te mandar para seus avós-, -sim mãe, entendi, peço desculpas e não vai acontecer de novo-, -é o que espero filho, somos mãe e filho não esqueça-, em seguida me deu um abraço e embora tudo tenha se acalmado, minha mãe trancava o quarto dela todo dia.
Depois disso tive que me segurar, mas era difícil, digo também porque depois do estupro minha mãe se vestia cada vez mais provocante.
Ao afastar minha mente da minha mãe, comecei a reparar na outra mulher mais próxima de mim, na minha irmã Carol.
Como disse antes, ela tinha 15 anos, morena, olhos castanhos. Cabelo ondulado. Bochechuda, rosto bonito, o forte dela é sem dúvida o corpo. Tem um corpo de dar inveja, quadris definidos, os peitos dela são menores que os da mãe, mas igualmente apetitosos, redondinhos e firmes, com uma barriguinha que a deixava ainda mais linda. Um piercing no umbigo. Embora já tivesse namorado, não tinha ido tão longe com ele, era um colega de escola um ano mais velho, mas duraram pouco e só teve beijos. Na idade dela ainda era virgem, e quase não tinha conhecimento sexual, só coisas básicas aprendidas com as amigas.
Então comecei a me masturbar com as roupas da minha irmã, que cheiro morbidão que essa calcinha exalava!
Tudo ia bem até que um dia eu estava com a calça e a cueca abaixadas, me masturbando com a calcinha recém usada da minha irmã Florencia no rosto.
Estava gozando quando de repente
- O que você está…?! –Carol tinha entrado no banheiro e descoberto tudo!
- ISSO QUE VOCÊ TEM NA MÃO É MINHA CALCINHA!!??. VOCÊ É UM DOENTE FILHO DA PUTA.
- Pode me explicar o que você estava fazendo?
- ……..
- Ei.! Te fiz uma pergunta. Me responde!.
- Acho que você já sabe. Eu estava me masturbando. Masturbação e é, feliz?
- Shhhhhh. Não fala esses palavrões, seu porco.
- Bom… eu estava “me masturbando” se é assim que você prefere.
- Tá bom. Eu sei o que você tava fazendo. Agora quero que me responda claramente: o que você tinha na cara era minha calcinha fio dental?
- ……Sim.
- Sim? Só isso que você vai dizer?
- Não sei mais o que você quer que eu fale. É a verdade… entendo se você não quiser mais falar comigo daqui pra frente, tomara que não conte pra ninguém, tô morrendo de vergonha e peço desculpas. Não sei mais o que dizer.
- Olha aqui, anão, não sei o que você tava fazendo aí, também não foi minha intenção invadir sua privacidade. O que é seu é seu e você pode fazer o que quiser, mas acho que me deve uma explicação… isso é difícil pra mim, não sou sua mãe nem seu pai pra te dar bronca, e não quero fazer isso, mas…
- Flor…
- Me escuta: sou sua irmã, e entendo perfeitamente o que você tava fazendo. Você pode… pode fazer isso… são suas coisas, sua privacidade… mas… sei lá, eu tô aqui… vou ser clara… se masturbar é algo normal… não tem problema nenhum nisso, já passou minha raiva, mas o que não vou permitir é você fazer certas coisas com minhas calcinhas fio dental… O que você tava fazendo com minha calcinha na cara?
- Eu queria ter uma desculpa, ou algo assim… mas… vou ser totalmente sincero. Mas você vai ficar muito brava. Bom… é que… quando eu me… me mas… quando me masturbo…
- Solta logo, porra, juro que não vou ficar brava… se continuar sem falar, aí sim vou ficar! Anda logo antes que a mãe venha ver o que tá rolando.
- Bom… é que quando me masturbo… eu gosto de fazer com suas calcinhas… quer dizer, não só as suas, mas as da mãe também…
- Você gosta de se masturbar com minhas calcinhas? – Florcha não entendia nada.
- Sim… é difícil explicar, mas… sei lá, um dia, eu tava fazendo isso… tipo, me… masturbando – Não entendo. E por que você tava com ela na cara?
- …..
- Me responde!
- …Uff, é pelo cheiro que elas têm… eu coloco assim no rosto pra sentir o cheiro… amo o cheiro que elas têm.
VOCÊ É DOENTE. Tem que se tratar, seu merda. Como Você consegue fazer algo assim? Somos irmãos!!!!
Foi aí que eu comecei a chorar e foi aí que ela me disse que me perdoava, que me entendia, mas me falou pra nunca mais usar as calcinhas dela (coisa que continuei fazendo).
Cap: pegando minha irmã
Quando eu e minha irmã voltávamos da escola, eu sempre perguntava um monte de coisas pra ela, e ficava de olho nos peitos e na bunda dela quando ela subia as escadas. Desde que minha irmã começou a dar mole pros caras do bairro, o velho começou a perguntar coisas cada vez mais picantes, tipo: "gata, já tem namorado?", "gata, já te beijaram?", "gata, já te apalparam?", "gata, já viu o pau do seu namorado?"
No começo, minha irmã chamava ele de "velho tarado" e coisas assim. Mas depois foi relaxando e só ria quando ele falava essas coisas. Aí o porteiro foi ganhando confiança, e em vez de só falar, começou a se esfregar nela quando passava do lado, ou a botar a mão na bunda dela quando a gente ficava sozinho no elevador. Até começou a dar beliscões nos biquinhos dos peitos dela quando via ela de frente... e minha irmã tirava a mão dele, mas só devolvia uma risadinha "hihihi".
Uma tarde, eu e minha irmã voltávamos da escola e tava chovendo pra caramba lá fora. Quando entramos no prédio, o porteiro disse que minha mãe teve que sair correndo pro hospital, e perguntaram se ele não se importava de a gente ficar na casa dele até eles voltarem (eu e minha irmã ainda não tínhamos chave de casa porque minha mãe não trabalhava, e ela sempre tava lá quando a gente voltava da escola).
Então o porteiro falou que a gente podia entrar na casa dele e ver TV até minha mãe voltar. Também disse que ia nos deixar sozinhos um pouco até terminar o serviço na portaria, mas que se precisasse de alguma coisa, era só chamar ele.
Umas meia hora depois, o velho voltou, sentou na sala com a gente e perguntou se a gente queria um lanche. Eu e minha irmã falamos que sim, e ele fez uns sanduíches de presunto. e queijo pra cada um, com um copo de suco.
Enquanto eu e minha irmã comíamos, o velho começou a perguntar umas coisas pra ela: "Ontem te vi no parque com o filho do Julián", "e vi vocês se beijando no meio do mato, perto da fonte dos patos". Minha irmã ficou vermelha que nem pimentão, mas não falava nada... só dava mordidinhas no sanduíche dela. E o velho continuava: "Ele baixou a calça e te mostrou a coisa dele, né?". Minha irmã quase engasgou quando ouviu aquilo. Eu, enquanto isso, fingia que não tava prestando atenção no que eles diziam, olhando pra tela da TV. Mas o velho seguia como se estivessem os dois sozinhos na sala, jijiji.
Continuaram conversando um tempão até que o velho perguntou pra minha irmã: "E aí, já deu uma punheta nele?", "já mamou ele?", "já te tocou a bucetinha?"... minha irmã só olhava pro prato e ria, jijiji. Aí, o velho disse: "Já viu uma cock de verdade?", não desses moleques do bairro, de um homem feito e direito". Minha irmã balançou a cabeça, tipo concordando que já tinha visto uma. O velho arregalou os olhos que nem pires e perguntou: "É mesmo? Quem?". E minha irmã respondeu tão baixinho que quase não dava pra ouvir. O velho disse: "Quem? Fala mais alto que não escutei". "O... meu... professor", respondeu minha irmã com a voz trêmula. E o velho começou a rir.
"hahaha... teu professor... que figura, hahaha... que safado", "já tava desconfiando... hahaha". "Mas, você viu ele quando tava grande?". Minha irmã tava vermelha que nem tomate, mas negou com a cabeça... com um sorrisinho maroto no rosto.
O porteiro riu de novo: "hahaha... ficou na vontade, hein, safadinha?, hahaha". Minha irmã concordou com a cabeça de novo, tipo que sim, que realmente tinha ficado na vontade de ver a cock dura do professor dela.
O porteiro arregalou os olhos de novo e disse: "Se quiser ver uma... aqui tenho uma coisa pra você". E enquanto falava isso, ele se inclinou pra frente. atrás na cadeira, e abrindo as pernas, passou a mão no próprio pacote lentamente, sem tirar os olhos da minha irmã.
Minha irmã riu de novo, mas dessa vez largou o prato na mesinha de centro que tinha entre os sofás da sala, e colocou as duas mãos entre as pernas, fechando-as enquanto devolvia pro velho um sorriso de puta safada.
O velho, que não perdeu nenhum detalhe do que minha irmã dizia sem palavras, levantou da cadeira e, olhando pra mim, falou: "você fica aqui", que vou mostrar as plantas do quintal pra sua irmã. E se você se comportar, depois saio pra comprar uma palmeira de chocolate pra você". E pegando minha irmã pela mão, os dois foram pra dentro do apartamento por uma porta do lado da sala. Eu segui eles na maciota
ouvi a voz do velho: "assim, gatinha, assim", "que boquinha mais gostosa você tem", "abre mais um pouco, princesa". Eu fui me aproximando devagar pelo corredor, até chegar no quarto onde eles estavam. Que no caso era o banheiro, e a porta estava entreaberta.
Quando enfiei a cabeça devagar, vi o velho de pé, com a calça arriada até o tornozelo, e a camisa levantada por cima da barrigona. Minha irmã tava sentada na privada, com a saia do colégio puxada até a cintura, a meia-calça e a calcinha arriadas até o tornozelo, e a blusa meio aberta, deixando ver uma das tetinhas lindas dela. Ela tava fazendo um boquete no velho, e com uma mão passava a mão nos ovos dele. Enquanto com a outra mão, ela mesma tava se esfregando bem na buceta, se masturbando gostoso.
O velho dizia: "que bem que você faz, gatinha", "cê gosta, hein, vadiazinha?". Minha irmã só conseguia fazer sons afirmando, porque tinha a boca cheia com a linguiça do velho... que entrava e saía da boquinha dela com muita pressa.
De repente, o cara tira o pau da boca dela, e batendo uma com força, começa a falar: "ahhhhhhhhhh, grrrrr, ahhhhhhhhhhh... que vem! que vem!". A minha Irmã não teve tempo nem de reagir, o velho começou a soltar jatos e jatos de porra, que foram parar na cara toda dela, no cabelo, na boca (que ainda estava aberta) e na teta que estava pra fora da camisa... puta merda, ele encharcou ela de porra kkkkk".
Ao ver que o velho fez o gesto pra subir as calças, saí correndo de volta pra sala pra eles não perceberem que eu tinha ficado olhando.
Trinta segundos depois, o velho aparece na porta, com um sorriso de orelha a orelha (o filho da puta, hein kkkk), apertando o cinto e ajeitando bem as calças. E me diz: "sua irmã já vem... acho que tá usando o banheiro". "Volto já... vou pegar a palmeira de chocolate pra você, porque se comportou direitinho".
Pouco depois, minha irmã saiu, com o cabelo meio molhado e recém-penteado, e uma mancha d'água na blusa. Eu olhei pra ela e perguntei: "o que o porteiro te ensinou?". E ela responde: "nada... uns cactos que ele tinha no pátio".
Nisso, o porteiro entrou com minha palmeira de chocolate na mão, dizendo: "sua mãe acabou de chegar. Falou pra vocês subirem, que já tá quase na hora do jantar".
Quando saímos pela porta, ouvi ele dar um tapinha na bunda da minha irmã... kkkk, o safado do caralho, kkk!
Minha irmã continuou tendo contatos com o velho porteiro, e sempre me levava junto pra meus pais não desconfiarem. Em troca, eu podia chantagear ela depois.
Ela mamou ele várias vezes atrás da portaria, onde tinha um quartinho com um sofá e uma TV pequena. Me colocavam pra vigiar atrás da cortina (o quarto não tinha porta), caso alguém descesse.
Minha irmã sentava no sofá, e o velho ficava sempre de pé, só abaixava as calças. Eu, atrás da cortina, olhava de vez em quando, e via o velho de lado, com a barriga grande, o pau dele (que, mesmo não sendo muito comprido, era bem grosso) bem duro, e minha irmã sentada, abrindo a boca o máximo que podia pra engolir aquele pedaço de carne em barra kkkk.
O velho acariciava o cabelo da minha irmã, ou passava a mão nos peitinhos dela por cima da blusa branca.
Conforme os meses foram passando, o velho foi se animando. Já não só passava a mão nos peitinhos da minha irmã, agora também passava a mão na bucetinha dela, enquanto ela chupava ele, e ele enfiava os dedos.
Eu sempre ficava atrás da cortina vigiando, e como o truque da palmeira de chocolate já não funcionava, o velho me dava dinheiro pra eu não contar nada pra ninguém (500 pesetas em moeda kkkk).
Até que o velho passou pra mais, e começou a despir minha irmã por completo quando os dois se metiam no quartinho atrás da portaria. Deixava ela completamente pelada, com os peitinhos e a bucetinha de fora, e o velho lambia o corpo todo dela com uma língua grossa e babosa, dos pés à cara. Abria as pernas dela, deixando a bucetinha completamente exposta, e beijava e comia como se a vida dele dependesse disso kkkk (e eu olhando da cortina hehe... dava risada de ver aquele velho gordo e barrigudo, de calças arriadas, e de joelhos no chão, lambendo toda a racha da buceta da minha irmã kkk).
Minha irmã também parecia estar gostando. No começo ela parecia meio envergonhada, mas depois ia se animando, abria bem as pernas no sofá, completamente pelada. Enfiava os dedos na buceta toda, e olhava pro velho babudo com cara de puta safada, mostrando a língua kkkk. O velho ficava doido quando via ela assim... ia se aproximando devagar, com as calças nos tornozelos, e batendo uma freneticamente no pau, olhava nos olhos dela e dizia: "olha o que eu tenho aqui pra você, sua puta."
Ele se ajoelhava na frente da minha irmã, abria bem as pernas dela, e de uma vez só enfiava tudo na buceta. Minha irmã soltava um gemido profundo e enroscava os braços e as pernas no velho porteiro.
Eu, atrás da cortina da portaria, via o velho mexendo a bunda peluda, investindo na bucetinha da minha irmã, num ritmo de vai-e-vem hehehe (foi aí que percebi que minha irmã já devia ter perdido a virgindade há muito tempo, porque o pauzão do velho entrava e saía da buceta dela com uma facilidade que não era normal pra idade dela).
O velho sempre comeu ela no pelo. E muitas vezes gozou dentro da buceta da minha irmã. Depois de gozar, tirava o pau ainda inchado, e minha irmã ficava toda cheia de porra escorrendo pelos lábios da bucetinha, até quase tudo vazar pra fora. Deixando uma mancha branca no almofada do sofá hehehe.
Assim eles ficaram transando quase um ano, e eu sempre vigiando atrás da cortina. Até que um dia o porteiro ouviu minha mãe falando preocupada com outra vizinha, que minha irmã não estava menstruando. Poucos dias depois, o velho porteiro sumiu do prédio, dizendo pro síndico que tinha surgido uma emergência familiar (acho que ele tava cagado de medo de ter deixado minha irmã grávida kkkk).
O que o velho porteiro nunca soube é que minha mãe levou minha irmã no médico, e quase no dia seguinte a menstruação desceu... então foi só um susto.
Bufff, quantas punhetas eu bati com aquelas cenas, até mais velho e tendo namoradas kkkk
A verdade é que minha irmã tinha virado uma putona, e minha mãe, como eu disse antes, também tava fazendo suas coisas, apesar de antes ser muito recatada. Enquanto minha irmã fazia das suas, minha mãe também fazia, mas planejava pra gente não perceber, só uma vez ela chegou totalmente bêbada e cheia de sêmen.
Quando fiz 15 anos, tive que me mudar de casa por problemas financeiros. Nessa época, minha irmã tinha 18 e minha mãe 35, mãe continuava linda e minha irmã cada dia mais gostosa.
No bairro tem uns vagabundos negros, são 6 caras sem emprego nem futuro, entre 20 e 24 anos, liderados por um filho da puta de sangue pesado chamado Max, que passavam o dia Assediando minha irmãzinha, muitas vezes quis reclamar, mas a mamãe me proibia, dizia pra não me meter em encrenca.
Uma tarde, minha irmã chegou em casa toda assustada, eu tinha acabado de tomar banho e estava me vestindo no andar de cima e ouvi a Carol dizer: "esses vagabundos já não aguento mais".
"Ignora esses idiotas" respondeu a mamãe, que tinha acabado de chegar do trabalho e parecia ter tido um dia ruim e não estava com paciência.
"Mas é que cada vez eles tão mais grossos e sem-vergonha" respondeu minha irmã.
"Já chega, tá na hora de botar um ponto final nesses caras, vem comigo" disse a mamãe num tom irritado e logo em seguida saíram de casa. No começo, não dei muita importância, mas depois me toquei e pensei: é melhor eu ir com elas, não vá que esses imbecis fiquem enchendo o saco.
Eles moram numa casa no fim do beco, por onde a gente tem que passar, por isso as grosserias com minha irmã são inevitáveis. Quando saí, já não alcancei a mamãe e a Martita, e fui direto pra casa desses caras. A entrada principal fica no fim do beco, mas antes tem um portão que dá pra porta dos fundos deles. Ao passar por ali, decidi entrar por trás. São uns 10 metros de quintal e depois tem uma janelona sem vidro e com cortina de um lado só. Me aproximei na surdina, dali dá pra ver a sala da casa perfeitamente. Ouvi vozes e me escondi na cortina. A mamãe e a Martita já deviam estar lá uns 3 minutos e ouvi a mamãe dizer:
"Espero que vocês tenham entendido o que eu falei. Não vou tolerar mais um desrespeito. Entenderam?" A mamãe usou uma voz firme e o rosto dela mostrava toda a raiva, além da postura corporal que impunha respeito, tanto que esses imbecis estavam todos encolhidos.
"Não é pra tanto, senhora" disse um dos vagabundos.
"Qual não é pra tanto, qual nada! Essa menina é pra ser respeitada!" continuou a mamãe com autoridade enquanto os babacas olhavam pra ela com caras de medo.
Fiquei orgulhoso da minha mãe! Ao ver como ela tava. colocando no lugar daquela cambada de filhos da puta, ela parecia imponente, até fiz um esforço pra segurar o riso de ver as caras de bunda que os vagabundos colocavam, mas aí o líder Max levantou, um preto de uns 24 anos, e disse com deboche o idiota:
"Já, senhora, se acalme, me parece que não deram manutenção nela e por isso tá assim"
hahaha, riram os outros, provocando a raiva da minha mãe que respondeu:
"Como você ousa dizer essas merdas?"
"Bom, é o que parece, mas não se preocupe, se quiser a gente dá o tratamento aqui mesmo"
Isso fez minha mãe se enfurecer ainda mais, e ela respondeu:
"CALA A BOCA, SEU PRETO FILHO DA PUTA"
Palavras que até eu me surpreendi, porque minha mãe raramente usa esse tipo de linguagem e nunca tinha ouvido ela fazer um comentário racista, sem dúvida a coitada tinha tido um dia muito ruim no escritório.
Mas essas palavras detonaram a fúria dos vagabundos, tanto que até irradiavam pelos olhos.
"Max levantou, pegou minha mãe pelo cabelo e disse:
'Isso eu não vou deixar passar, sua puta maldita, essa ofensa você vai pagar!!'
Rapidamente pensei em intervir, mas fiquei paralisado.
'Me solta, infeliz' minha mãe não se intimidou e se soltou de Max, mas ele pegou ela pelo cabelo de novo e a ajoelhou, ela se levantou de novo, mas o desgraçado a ajoelhou de novo, agora com mais força pelos cabelos, e começou a baixar a cueca que ele usava, deixando o pau dele à mostra e aproximou da boca da minha mãe dizendo: 'Agora você vai ver como eu calo essa sua bocona, sua puta arrogante!!'
'Me solta, seu cabrãooo'
Minha mãe não terminou de falar a frase porque ele enfiou o pau na boca dela, mas ela lutava pra impedir, os gritos da Carol já faziam a cena mais dramática há um tempo, e Max disse pros comparsas: 'Calem a boca dessa puta' os caras foram até a Carol e dois colocaram as mãos na boca dela enquanto os outros a seguravam, enquanto minha mãe tentava se soltar de Max, mas ele com mais força puxava o cabelo dela e enfiava O pau na boca, era tão grande o pau do filho da puta que desfigurava o rosto da minha pobre mãe, inchando as bochechas dela.
Tentei reagir e mal consegui me mexer, procurando alguma coisa, uma pá, um taco ou sei lá o quê pra enfrentar aqueles filhos da puta, mas não achei nada. Quando voltei pra dentro de novo, fiquei paralisado sem conseguir me mover, não entendo o que aconteceu comigo. Nessa altura, já eram dois filhos da puta enfiando o pau na boca da mamãe ao mesmo tempo, inchando as duas bochechas dela.
Mas uma coisa estranha tava rolando! A mamãe já não resistia tanto e até acho que olhava pros paus com desejo. Nessa hora, os outros vagabundos já tinham amarrado a Martita numa cadeira, que tava desmaiada de susto. O Max chamou eles e disse:
"Venham todos pro festim, essa puta vai mamar todo mundo"
Nem demoraram nem foram preguiçosos, chegaram e cercaram a mamãe, que continuava de joelhos num colchão velho no chão no meio da sala, e começaram a esfregar os paus na cara toda dela. A essa altura, a mamãe já olhava pra eles com avidez, o que confirmei ao ver como devorava os paus com paixão frenética. O Max levantou ela pelos cabelos e colocou ela de pé, depois curvou ela assim em pé e levantou a saia dela e abaixou a calcinha, enfiando a cara dele entre as nádegas da minha mãe. Parecia que ele tava entrando numa câmera fotográfica antiga, com grande desespero ele amassava as nádegas da mamãe e passava a língua pela racha delas, enquanto a mamãe chupava os paus dos amigos do Max.
"Parece que essa puta tá começando a gostar"
disse o Max. Nisso, a mamãe abandonou por um momento a gula dela, levantou a cara e reparou que ali estava a Martita amarrada e desmaiada e perguntou:
"O que aconteceu com a minha filha?"
"Nada, é só um desmaio, mas eu sei como ela vai se recuperar"
disse o filho da puta do Max e foi até ela e aproximou a enorme pica veiuda dele da boca dela "isso vai fazer ela voltar a si"
"Não, não façam nada com ela, ela é muito pequena" disse minha mãe.
"Mas se a Minha mãe acabou sendo uma puta, com certeza ela também é. Além disso, ela vai ter o que merece por ser fofoqueira", respondeu Max, e continuou esfregando a pica na Martita, até que ela começou a reagir, colocando a língua pra fora. Quando sentiu algo na boca, abriu os olhos e, ao ver a pica enorme de Max, se assustou e gritou.
"Calma, mocinha, fica bonzinha que não vai acontecer nada", disse Max. Martita, meio sem jeito, começou a chupar a pica dele, e Max chamou um dos amigos: "Vem, Sam, vamos ver como fica a carinha dessa puta com duas picas dentro".
Enfiaram as duas barras enormes de carne, e igualzinho à mãe, encheram as bochechas dela com as pirocas. Depois, o filho da puta falou pros colegas: "Venham, rapazes, dar pica pra essa menina".
Eles obedeceram, e em pouco tempo minha pobrezinha irmã já estava rodeada de todas as picas. Igualzinho à minha mãe, esfregaram elas no rosto dela inteiro. Até o filho da puta do Max pegava ela pelas maria-chiquinhas e obrigava ela a engolir inteira aquela anaconda descomunal. Ele fazia com tanta brutalidade que quase fez ela vomitar, fazendo as lágrimas da minha irmã aparecerem. Mas, igualzinho à minha mãe, depois de um tempo, a Martita já tava procurando as rolas por conta própria. Ela revezava os turnos pra mamar pica com uma alegria danada, enquanto minha mãe observava a cena com uma mistura de surpresa e safadeza.
O QUE TINHA ACONTECIDO? Minha mãe e minha irmã tinham virado umas cachorras devoradoras de pica!
Depois, Max voltou pra minha mãe e levou ela pra um sofá, onde começou a chupar os peitos dela igual um bebê faminto. Minha mãe tava com um sorriso de satisfação, e eu só observava a cena humilhado, sem poder fazer nada. Logo, Max sentou e chamou a mamãe:
"Vem, dona, vem e monta na minha pica pra você ver o que é bom."
Minha mãe obedeceu, subiu no sofá e foi descendo devagar até ficar bem enfiada na pica daquele preto de merda. Ela ficou de costas pra mim, e eu pude ver aquela piroca descomunal sumindo entre as bundas dela. Faltou pouco pra eu desmaiar, mas continuei de pé.
Lá estavam as bundonas da mamãe quicando no pauzão daquele filho da puta. Depois, ele levou a mamãe até o sofá que estava ao lado, colocou ela de quatro, com os cotovelos apoiados no braço do móvel, e começou a comer ela. Mamãe, sem dúvida, estava adorando.
— Vai, filho da puta, mete essa pica toda em mim, me fode como a puta que eu sou.
Assim ficou por uns três minutos, até que ele aproximou o rosto da bunda da minha mãe, separou as nádegas com as mãos e começou a lamber o cu dela, depois enfiou um dedo. Em poucos segundos, meteu dois dedos. Um suor frio começou a escorrer pelo meu rosto. Eu senti que aquilo era o prelúdio do que viria:
Aquele filho da puta ia comer o cu da minha santíssima mãe!
Max pegou o pauzão dele e apontou pro cu da mamãe, que, ao sentir o roçar, virou na hora e perguntou:
— O que você vai fazer?
— Como assim, o que vou fazer? Vou meter no teu cu.
O rosto da minha mãe mudou de prazer pra preocupação.
— Não, por favor, é novo.
— Não, por favor, seu pau é grande demais, não, não vai entrar.
PELOS MEUS OVOS QUE VAI ENTRAR!
E, num golpe certeiro e letal, enfiou a pica toda no cu dela de uma só vez, até as bolas. Mamãe levantou a cara rapidamente e abriu uns olhos enormes, tão desorbitados que até ficou cômico (se eu tivesse visto aquela cena num filme pornô, obviamente com outra mulher que não fosse minha mãe, teria morrido de rir e aplaudido).
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, filho da puuuuuuuuuuta, você arrebentou meu cuuuuuuu!
Essas palavras rasgaram minha alma, bem diferente do que aconteceu com aquele filho da puta do Max. Pra ele, aquilo era um troféu e o motivava a atacar com mais fúria e velocidade o cu indefeso da minha pobrezinha mãe.
— Ha, ha, ha, olha só, arrebentei teu cu mesmo, tava bem apertadinho — disse o filho da puta, todo satisfeito, e continuou aniquilando o cu da mamãe.
Que enculada do caralho. que aquele filho da puta estava dando na mamãe!
Não tinha dúvida de que a mamãe estava pagando bem caro pela sua ousadia, e o cuzão do Max estava se deliciando com a lição que estava dando na minha mãe, dava pra ver na sorrisona de orelha a orelha, com aquela cara de tarado desgraçado.
Eu via em primeiro plano como a pica enorme daquele gorilão entrava e saía inteira do cu da minha mãe, só os ovozões seguravam a penetração, que por sinal faziam um barulhão ao bater na bunda da mamãe, era uma sensação que não dá pra descrever, uma das piores coisas que podem existir na vida, sem dúvida. Aquela imagem da mamãe com a bunda pra cima e o canhão daquele filho da puta perfurando o rabo dela, junto com o som dos ovos dele batendo na bunda da minha progenitora, eram como facadas pra mim, facadas que se intensificaram quando, em poucos segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte:
— Vamos, cuzão! Arrebenta meu cu, mais forte! Caralho, isso é delicioso, no começo dói, mas depois é o máximo, do que eu estava perdendo!
Não tinha dúvida, a mamãe tinha feito a viagem sem volta.
Ela tinha virado uma puta de primeira!
Enquanto isso, os outros cinco vagabundos lambiam o corpo todo da minha irmã e passavam a pica na cara dela, quando de repente um deles virou e olhou o que o Max estava fazendo com a mamãe, fez cara de surpresa e disse:
— Ei, porra, Max, você está comendo a coroa? Não seja ganancioso e invejoso, eu também quero uma boceta — e o Max respondeu: — Tá bom, rapaziada, venham e façam fila pra dar no cu dessa puta.
Ele colocou a mamãe de quatro no chão, com a bunda pra cima, e foi até a Martita, enquanto os outros cinco vinham fazer fila pra arrebentar o rabo da mamãe.
Max se aproximou da minha irmã e começou a beijar e amassar a bundinha dela. Juntos, era evidente o contraste entre os corpos: Max era um mastodonte de 1,80 de altura, e minha irmãzinha mal chegava a 1,50, com o corpo bem magrinho, quase sem peitos, só se destacava... a redondeza da bunda dela, depois eu levanto ela no colo e me preparo pra enfiar nela a pica, minha irmã só apertou os dentes e aguentou corajosa a foda, o rosto dela começou a ficar vermelho, acho que ela também tava começando a gostar, depois coloquei ela de quatro e fodi ela assim por um bom tempo.
nessa mesma posição de quatro, abri as nadeguinhas da Martita e meti a língua no cu dela, pra depois dizer:
"bom, vamos pra sua próxima lição"
qual é essa?
"vou meter no teu cu"
"mas tua pica é grande demais"
"ah, foda-se isso, se entra, entra"
Então preparei o canhão e, diferente da sua mãe, na Martita deixei ir devagar primeiro a cabeça do meu pauzão, Martita só apertou os dentes, ao ver que minha irmã aguentou, o filho da puta meteu até a metade, Martita só deu um pequeno suspiro, então envalentado o cuzão do Max terminou metendo tudo, minha irmã deu uns gritinhos:
"ai, ai, ai, ai, ai, meu cuzinho, meu cuzinho"
Só durou três minutos metendo no cu da minha irmã, quando soltou um grito e tremeu, o cuzão tinha gozado nas entranhas da minha irmãzinha, se separou e eu pude ver como da bunda da Carol brotava a porra borbulhante.
O filho da puta se levantou e foi pro sofá, sentou e disse:
"Ei, senhora, vem limpar a bagunça que sua filha fez, e vocês, seus cuzões, agora façam fila pra arrebentar o cu da menininha"
Minha mãe avançou até ele com uma cara de luxúria desenfreada de quatro e começou a limpar a pica dele com lambidas enquanto os amigos cuzões do Max correram pra onde a Martita tava como crianças quando ganham saquinhos de doce nas festas, minha pobre irmãzinha tava no chão com a bunda pra cima e um por um foram passando pra encher a bunda dela, ela aguentou corajosa a metralha que os cuzões davam nela e no terceiro turno disse algo que me surpreendeu:
"me fodam duro, acho que gosto mais pelo cu do que pela buceta"
Então Um deles disse:
"Deve ser minha imaginação, mas acho que a dona tinha a buceta mais apertadinha que a menina."
Max respondeu: "Não, cara, o que acontece é que com a dona você foi o primeiro depois de mim, e com a menina você foi o último a comer ela."
Ha, ha, ha, todos caíram na risada. Então Max se levantou do sofá e disse: "Bom, é hora da dipi (d.p.)." "O que é isso?", perguntou minha irmã.
"A dupla penetração", respondeu Max.
"Isso parece interessante", disse minha mãe com cara de tesão.
Em poucos minutos, eu tinha na minha frente as bundas da minha mãe e da minha irmã, duplamente penetradas por aqueles filhos da puta. Foi algo muito impactante ver como enfiavam o pau inteiro na minha mãe e na Carol. Mas naquela tarde, o destino me reservava uma surpresa a mais: vendo aquela cena, comecei a ter uma ereção.
O que estava acontecendo?
Eu não queria elas nem estava excitado, pelo contrário, estava indignado e com raiva, mas mesmo assim tive uma ereção. Embora tenha durado pouco, ainda era uma ereção. Que porra estava acontecendo comigo? Eu estava pensando nisso quando saí daquele transe ao ouvir a voz de Max dizer:
"Bom, chegou a hora do grande final." E colocaram minha mãe e minha irmã de joelhos no colchonete no chão e começaram a se masturbar. Os desgraçados iam gozar na cara delas.
E foi assim: eles se descarregaram nas caras da minha mãe e da minha irmã. Cena que eu vi como se fosse o filme Matrix, percebendo em câmera lenta os grandes jatos daqueles filhos da puta batendo nos rostos delas. Quando terminaram, mãe e Martita estavam com a cara toda coberta de porra e rindo pra caralho.
Não podia acreditar!
No final, elas tinham curtido a porrada que levaram. Nisso, Max falou:
"Bom, par de vadias, espero que tenham aprendido a lição. Podem ir ao banheiro se limpar, o banheiro é no fundo à direita."
Nisso, elas se levantaram totalmente tateando porque a porra não deixava elas enxergarem. Mal tinham dado alguns passos e tropeçaram numa mesinha de centro, caindo as duas de cara no chão. caí no chão e com a bunda pra cima, o que provocou gargalhadas enormes daqueles filhos da puta,
"Kkkkkkk, olha só essas branquelas, o tanto que são putas, o tanto que são burras, kkkkkk", e a mamãe e a Martita se juntaram às risadas, com a mamãe falando num tom festivo:
"essa menina não presta atenção em nada"
— "mas mamãe, eu não tô vendo nada, me deixaram toda besuntada como se fosse bolo de aniversário" — disse a Carol alegremente, kkkkkk, todos riram com o comentário da minha irmã.
Essas palavras me indignaram, minha mãe e minha irmãzinha eram umas putonas autênticas.
Não demoraram muito pra voltar, já vestidas e com o rosto limpo.
"Bom, galera, até mais" — disse a mamãe.
"A senhora já sabe, quando quiser, estamos às suas ordens" — disse o Max.
"Pois acho que não vai ter outra oportunidade, porque minha filha e eu somos mulheres decentes" — e em seguida saíram pela entrada da frente.
Reagi e soube que era hora de ir embora, mas ainda deu tempo de ouvir o cuzão do Max dizer:
"Esqueci de avisar pra essas duas putas que elas não vão conseguir cagar por uma semana, KKKKKKKK", e a cambada de filhos da puta explodiu numa última gargalhada.
(de novo aquela risadinha de merda que ainda fura meus ouvidos)
Fui em direção à cerca e esperei a mamãe e a Martita passarem, aí vi o jeito óbvio como andavam, com as pernas bem abertas.
!!GULP!! (engoli seco) acho que aquele cuzão do Max não estava brincando quando disse que elas não iam conseguir cagar por uma semana.
O caminho pra casa foi um turbilhão de pensamentos, além da raiva e impotência de ter visto o que aconteceu e não sei se me faltou culhão ou o que houve pra não ter conseguido evitar, eu me perguntava: será que minha mãe e minha irmã eram umas putas de marca ou só foram vítimas da situação?
Depois, tentando justificar o comportamento delas, lembrei do que tinha lido numa revista: "7 em cada 10 mulheres fantasiam ser possuídas à força por vários negros, e só 1 em cada 1 milhão realiza esse desejo". fantasia"
Pô, sem dúvida eu podia me gabar de ter uma mãe e uma irmã que eram uma em um milhão, mas o que a porra da revista não mostrava era uma estatística que falasse quantos caras como eu já viram arrebentarem o cu da própria mãe e da irmã ao mesmo tempo sem fazer nada.
Pra sorte dos filhos da puta, minha mãe e minha irmã não eram tão "decentes" assim. Depois daquele dia, foram pra umas festas com eles e nem voltaram pra dormir.
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