Pamela dá as ordens (8)




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Compêndio IQuando cheguei no meu antigo escritório, a Sonia me recebeu com um abraço.Pamela dá as ordens (8)Perguntou como é que tava tudo, mas antes que eu pudesse me ajeitar pra bater um papo, meu chefe mandou eu entrar no escritório dele.

Lá dentro, um senhor de cabelo grisalho e gordinho tava esperando a gente. Era o chefe da área regional da mina. Meu chefe falou que eu era o cara que ele tinha mencionado.

Ele explicou o que eu tava fazendo no norte, do meu projeto pro mestrado e que ainda estudava à noite.

O homem ficou impressionado e me perguntou quais eram meus planos pro futuro. Falei que queria ir pra Austrália, já que a mineração tava crescendo, casar e ver se conseguia uma segunda graduação.

O chefe regional curtiu meus planos e me perguntou se eu tava interessado em tocar um projeto administrativo.

Falei que não era minha área de experiência, que tinha caído naquele cargo por pura sorte e que, provavelmente, era melhor falarem com a Sonia. Meu chefe ficou meio puto, dizendo pra eu não me preocupar com ela.

O grisalho falou que tavam avaliando montar uma operação na Austrália e que precisavam de gente empreendedora pra administrar. Como eu tinha dito, a mineração na Austrália tava começando a se desenvolver na região central do país e não tinha muita gente com experiência na área, então tavam procurando nas outras filiais pra preencher as vagas.

O projeto que eu tava tocando tinha chamado a atenção deles e ele me deixou o cartão dele pra eu entrar em contato, se eu me interessasse.

A gente se despediu e eu saí pra falar com a Sonia, que tava super curiosa, enquanto meu chefe acompanhava o senhor até a saída. Ela sabia quem era o cara grisalho e queria saber do que a gente tinha falado.

Eu me senti estranho e perguntei se a gente podia sair pra comer alguma coisa.

Passamos num restaurante de fast food e sentamos. Os olhos da Sonia brilhavam de empolgação e eu contei tudo.
sexoO olhar dela foi se apagando aos poucos, mesmo eu tendo dito que ela era a mais indicada pra vaga. Mas parecia que tinha algo estranho entre meu chefe e ela, e ela não queria me contar.

A gente mudou de assunto pra coisas mais leves. Falei do meu trampo na lida e do escritório, e sem querer acabei contando o que tinha rolado com a minha sogra.

No começo, ela achou que eu tava zoando. Falou que eu não tinha cara de quem pegava uma e outra, mas quando contei como foi que as coisas aconteceram, os olhos dela se encheram de surpresa.
MasturbacaoQueria ouvir a opinião dela, já que isso era um problema pra mim. Surpreendentemente, ela me disse pra aproveitar. Se a oportunidade tava se dando pra fazer isso, por que não?

No fundo, ela sabia que eu amava a Marisol, mas tinha muito homem na minha situação que tinha uma namorada no trampo e uma esposa em casa. Além disso, a gente não era casado e eu era completamente livre pra fazer o que quisesse.

As palavras dela ecoaram pelo resto do dia. Depois, conversei com meu professor orientador e, quando voltei pra casa, a Marisol me cumprimentou, pegou as coisas dela e foi embora, já que tava atrasada pras aulas.

Da minha parte, tentava me distrair do problema vendo televisão. Mas daí a pouco, a Pamela começava a me amargar a existência.
primaQuando precisava de mim, me chamava de “Pau mole, para me irritar. Queria beber água. Levei um copo pra ela.Pau moleQuero almoçar. A Marisol tinha cozinhado uns macarrão e eu tive que dar de comer pra ela.Pau molePrecisava ir ao banheiro.
Olhei pra ela surpreso. Precisava que alguém a carregasse até lá. Ela não é muito pesada, então peguei ela no colo, mas o balançar dos peitos dela sem sutiã me distraía.
Sentei ela no vaso e fui embora.
masturbacao cubanaEla me disse pra ficar. Perguntei se ela era louca. Ela disse que precisava de alguém pra limpar ela e que, com a mão livre, não conseguia fazer isso.

Foi um silêncio estranho esperar. Não conseguia olhar pra ela. Ela tava de camisola rosa, com alças, que deixava ver uma boa parte dos peitos dela.

Finalmente, o jato dourado dela fez barulho e ela me ordenou que limpasse ela. Acho que a Marisol nunca imaginou uma situação dessas.

Fiz ela se apoiar no meu ombro. Sentia os peitos macios dela nas minhas costas, enquanto minhas mãos apalpavam por baixo da camisola.

Ela disse que se eu não olhasse, a gente ia ficar ali um tempão, então tive que levantar a camisola. Consegui ver a buceta dela meio depilada e o botãozinho rosado.

Ela disse pra eu não ficar de pau duro e fazer logo de uma vez. Peguei o papel higiênico e comecei a limpar ela. Ela mandava eu pegar outro pedaço e passar mais suave. Depois outro papel e mais outro.

Ela perguntou se eu era porco, que não dava descarga no vaso, e, sem querer roçando nas cadeironas dela, cumpri as ordens.

De novo, peguei ela no colo e levei pra cama dela, vendo os peitos dela balançando e apalpando de leve a bunda dela. Ela me agradeceu, olhando pro meio das minhas pernas.

Tava durasso. Precisava beber água...
Pau moleMe ligou de novo. Perguntei o que ela queria.Pamela dá as ordens (8)Olhando nos meus olhos, ela me pediu pra masturbá-la…

Perguntei se ela tinha ficado maluca de vez.

Respondeu que tava com tesão desde o dia anterior, que tinha ouvido eu e a Marisol, ficou excitada e não pôde fazer nada, e agora, quando foi no banheiro, tinha ficado com tesão de novo.

Falei que não. Era ridículo e eu não ia fazer aquilo. Ela disse que “
Marisol tinha me falado que não teria problema, que eu cuidaria dela no que precisasse.Era algo que a Marisol teria dito, mas não deixava de ser uma loucura… no entanto, lembrei das palavras sábias da Sonia.Se der a oportunidade, vai fundo.As chances de algo assim acontecer comigo de novo na vida eram infinitesimais. Além disso, mesmo se tivesse a oportunidade, quem me garantia que seria com uma gostosa igual a Pamela?

Comecei a distorcer a verdade a meu favor: a Marisol até teria dito algo assim... mas num contexto completamente diferente.

Pamela achou que eu não ia ter coragem, mas quando viu eu me abaixando na altura da buceta dela, se assustou. Me perguntou o que eu tava fazendo. Respondi: “Ué, vou te masturbar. Por quê? Não é assim que faz?”.

Ela não soube o que me responder. Me deixou agir, mas dava pra sentir a tensão na perna dela. Tava com cheiro de queijo velho. Provavelmente nem tinha tomado banho desde que quebrou o osso. A buceta dela tava meio molhada e o clitóris inchado. Abri a boca e parti pra ação.

Ela tava muito sensível. Quando sentiu minha língua no botãozinho dela, se arqueou toda. Enfiei um dedo na buraquinha dela e ela começou a ficar molhada.

A respiração dela ficou ofegante e ela fechava os olhos, mordendo os lábios. De repente, ficou extremamente molhada e um líquido escorria entre meus dedos. Não era possível que ela já tinha gozado.
sexoTinha acabado de começar…

Continuei lambendo os sucos dela. Ela tentava se mexer, mas a dor na perna e no braço não deixava. A buceta dela se ajustava no ritmo dos meus dedos. Comecei a ficar com medo. Provavelmente, ela ia dizer que eu tinha feito errado e que não era do jeito que ela gostava.

Aí, comecei a lamber mais rápido e enfiar meus dedos mais fundo. Os peitos dela tremiam como gelatina e, de onde eu estava, dava pra ver os bicos inchando e endurecendo.

Uns gemidos escapavam e, com a mão livre, ela acariciava minha cabeça, sem eu saber se queria que eu parasse ou continuasse.

Ela se encharcou de sucos mais seis vezes. Até soltou uns peidos um par de vezes. Embora eu gostasse de masturbar a Marisol na cama, chegava uma hora que começava a me faltar ar, mas a Pamela demorava pra gozar.

Continuei por mais uns dez minutos. Ela se encharcou de sucos mais três vezes. Meus dedos começaram a doer. Era um gosto amargo, mas gostoso, um pouco mais doce que o da Marisol.

Depois de meia hora, desisti. Chupei meus dedos, que estavam molhados até os cotovelos. Olhei pra Pamela e ela estava toda suada, parecia que faltava ar. Dava pra ver os peitões enormes dela, e ela parecia exausta de cansaço.
MasturbacaoPedi desculpas, porque ela não gozou. Ela perguntou do que eu tava falando, se aquela tinha sido a vez que ela teve mais orgasmos seguidos na vida. Disse que, em agradecimento, eu merecia um boquete.

Tirei a pica da calça, sorrindo de alegria. Tava dura como um cacete. Tentei colocar perto da cara dela, mas não consegui.

Como ela não podia se mexer, mal tocava com a língua.

Era a história da minha vida. Não podia ser naquele dia…

“Se quiser, pode usar meus peitos.” ela disse.

Perguntei se ela tava brincando. Ela disse que não, com uma cara bem séria. Já tava acostumada que os caras gozassem nos peitos dela e por que seria diferente comigo?

Eu tava alucinando. Um genuíno “paizuri”, com os peitos da Pamela…

Ela perguntou que porra era um paizuri.

Tentei me ajeitar. Surpreendentemente, encaixava bem. Podia apoiar uma perna no chão e a outra na cama e dava espaço suficiente pra Pamela não encostar o braço engessado.

Ela me deu as instruções de como pegar os peitos dela e enrolar na minha pica. Não precisava, porque ao sentir as almofadas macias, meu corpo já sabia o que fazer.

Comecei devagar, entrando na altura das costelas dela. As aréolas eram enormes e os bicos já estavam bem inchados. Era excelente.

Apertava com mais força. Começava a sentir minha pica mais molhada e como crescia entre os peitos dela.

Já começava a pegar o ritmo. Socava os peitos dela, balançando como gelatina. Pamela falava pra eu não ser tão bruto e que tava começando a doer.

A cama balançava com o vai e vem. Os peitos dela chegavam na altura do queixo. De repente, vi minha cabeça aparecer.

Ela tava estranhada. Parecia que era a primeira pica que via. Sentia a língua dela e pedi pra ela dar uma chupada. Foi incrível! Eu conseguia tocar!

Sentia como os lábios dela envolviam minha cabeça. Os peitos dela, tudo começava a girar. Avisei que ia gozar e me descarreguei na boca dela.

Ela não aguentou todo o jato e sujei os peitos dela. Peitos cobertos de porra. Agora nós dois respirávamos ofegantes. Eu sorria. Nunca pensei que me fariam um paizuri. Agradeci a Pamela, peguei minha cueca e comecei a me vestir. Ainda ofegante, ela me perguntou que porra eu tava fazendo.
primaTinha deixado os peitos e o rosto dela cheios de porra. O que será que a Marisol ia dizer se visse ela assim?
Fui no banheiro e comecei a encher a banheira. Enquanto enchia, ela reclamava que eu tinha sujado até o cabelo dela. Como é que diabos ela achava que eu ia limpar o cabelo dela?
masturbacao cubanaSentei ela no vaso e pedi pra ela se descobrir. Os peitos dela me hipnotizaram. Peguei a esponja e comecei a passar neles.

Ela pedia pra eu ir mais devagar, que ainda doíam. Perguntei se podia chupá-los e ela disse que claro.

As auréolas dela eram enormes, mas os biquinhos eram quentinhos e macios. Eu tentava me enterrar neles enquanto minha mão acariciava o contorno da bucetinha dela. Ela começava a ficar com tesão, mas era resistente.

"Já, vai. Continua limpando" ordenou.

Limpei todo o resto de porra. Os peitos dela me deixavam besta.

"Ué, você vê os peitos da Marisol o tempo todo..." ela dizia, meio corada.

Passei uma toalha e a camisola dela. Felizmente, antes que ela fizesse a "masturbação cubana", como chamava, tirei a camisola e joguei num canto do quarto.

Ou melhor, tava tão louco pra ver aqueles peitos que peguei a camisola e arremessei longe.

Aí perguntei se devia limpar a virilha dela. Vendo ela corada, Pamela parecia uma menininha.

Ela não sabia. Falei que era melhor limpar, porque se sobrassem fluidos, podia dar fungos ou algo assim.

Ela topou e tentamos. Mas ela não tinha força pra ficar de pé. Tentei colocar ela em cima da pia, mas não adiantava: o braço e a perna dela desequilibravam e mexiam.

Então, minha cabeça de engenheiro sacou a solução que tinha ignorado: a borda da banheira.
Pamela dá as ordens (8)Pamela gritava pra mim, perguntando se eu tava brincando. Eu dizia que não. Pamela conseguia abrir as pernas e apoiar a perna boa e a machucada, empinando a bunda e sem perder o equilíbrio, enquanto a borda da banheira segurava ela pela barriga. Dava pra ver clarinho a buraquinha rosada dela e os sucos molhadinhos.

Parece que ela tava curtindo o pano molhado no buraco dela, porque ela falava e se cortava num gemidinho. Ela me disse que tinha me ouvido tentando enfiar no cu dela.

Ela falou que tinha a solução, mas primeiro eu precisava limpar ela. As gotas frias nas coxas dela faziam ela soltar uns gemidinhos. Não pensei que uma mulher pudesse ficar excitada numa posição daquelas.

Ela me disse que no momento antes de eu chegar no orgasmo, pra eu enfiar um dedo no cu dela. Quando ela se acostumasse, enfiar dois e quando eu conseguisse enfiar três, tentar de novo.

Era uma parada tão simples. Por que não tinha pensado nisso antes?

Falei que tinha terminado, que tinha deixado ela limpinha. Mas ela me disse pra enfiar, que por favor, enfiasse meu pau…
sexo


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