Marido adora me ver dando prazer

O marido dela curte pra caralho vendo a gente e me nomeia o amante oficial da mulher dele, o que agradeço pra cacete.

Valeu meus leitores fiéis pelas mensagens que mandaram, isso me motiva pra burro a continuar escrevendo minhas histórias 100% reais. O pessoal se comunica de todo canto do mundo, obviamente de países que falam espanhol, e até me adicionam no MSN. Por esse meio, a gente conseguiu se conhecer um pouco mais com cada contato, já que fico ligado quase o tempo todo no mensageiro instantâneo do Hotmail ou Yahoo. Principalmente mulheres que querem me conhecer de algum jeito, e também maridos que querem ver as esposas sendo comidas por outro. Não faltam elogios de um ou outro leitor curioso sobre o tema de ménage HMH, e também umas mensagens contra, me chamando de metido e mentiroso.

Dessa vez, tenho material como sempre, baseado em fatos reais na minha cabeça, pra ir contando o que rolou há poucos dias.

Como já falei antes, por causa do trampo, pela necessidade de ficar em contato com todo tipo de gente do planeta, e até por um vício necessário, passo muito tempo conectado no MSN. Outro dia, uma amiga gostosa pra caralho me cumprimentou, com quem já tinha dividido intimidade a três. É um casal jovem que de vez em quando me chama na casa deles, quando deixam as crianças com os pais pra passar uma noite de safadeza comigo. Com ela, ou melhor, com eles, já conseguimos ter um nível de confiança bem forte em todos os sentidos, e isso ajuda pra caramba nos nossos jogos sexuais, deixando tudo mais gostoso. Sou muito amigo deles, mas muito respeitoso com o relacionamento do casal. Se eles não chamam (quem sempre chama é ela), eu não ligo nem insinuo nada. Espero que a chama do desejo acenda neles sem nenhuma pressão. Já fizemos ela gozar algumas vezes até ela cair no sono, exausta de tanto. prazer.

Às vezes a gente conversa no MSN, já que elas não se conectam muito e em horário de expediente quase nunca. Mas dessa vez me surpreendeu vê-la online lá pelas 4 da tarde e, quando me cumprimentou, disse que tava feliz de me ver online e que tinha uma surpresa pra mim.

Segundo ela me explicou rapidamente, na noite anterior tinha se conectado por um momento pra ver o e-mail e, em pouco tempo, viu online um contato que tinha visto num site de anúncios swingers, que era um casal jovem de Guayaquil, mas que, ao conversar, deixaram claro que não queriam fazer troca de casal, e sim que estavam interessados num menage HMH. Depois de me perguntar e perguntar a eles se a gente topava um chat entre todos, vendo o interesse deles e com o nível de confiança que a gente tem, não hesitou em me apresentar eles online, tipo numa conferência. A gente conversou os três por um bom tempo até trocar os e-mails, e ela se despediu educadamente, deixando a gente já conversando, com a clara convicção de ter feito um puta trabalho de relações públicas bem feito.

Continuando com o novo casal online, ela me disse que o marido já tinha se afastado dela e que agora a gente tava sozinho conversando.

Ela me explicou que o marido tem a fantasia de ver ela com outro homem transando há muito tempo, mas que ela sempre dizia não, primeiro porque como é que ele podia pensar numa parada dessas, e segundo porque ela era só dele e de mais ninguém, pelo amor que sente por ele e porque, depois de um bom tempo ele foi convencendo ela aos poucos, ela já tava aceitando, digamos, meio de má vontade ainda, o que ele queria fazer. Mais pra agradar ele do que por qualquer outra coisa, na real.

Achei a conversa super sincera e divertida até aquele ponto. A gente se dedicou a se conhecer, completamente entregues um ao outro, sem nenhuma interrupção. Decidimos trocar fotos e, de repente, ela me mandou uma onde mostrava toda a sua beleza absoluta. Da minha foto, ela disse que eu estava bem e que realmente gostou, o que soou sincero e nos deu mais confiança. Era uma bonequinha miúda, com um rostinho delicioso, bem definido, e uma pele cor de canela muito sensual.

O nome dela é Gaby, uma garota e senhora ao mesmo tempo, de 29 anos, baixinha, miúda, morena de pele canela e cabelo na altura dos ombros, olhos castanhos e um rostinho de menina muito bem delineado, mas com um corpo perfeitamente curvado no formato de violão clássico. A boca dela é pequena, mas com lábios sugestivos, nem grossos nem finos. Os seios são bem grandes e bem formados, com uma auréola escura de 3,5 cm de diâmetro, coroados com mamilos escuros que ficam eretos mesmo em repouso. Considerando que o corpo dela é miúdo, os peitos têm um tamanho excelente para se deliciar com eles. A cintura dela é realmente de vespa, a pele macia e lisa, a bunda empinada e firme, pequena e redonda. As nádegas têm um tônus que parece ser preenchido com esponja dura, chama muita atenção o formato das nádegas protuberantes, tão redondas quanto feitas com compasso. O púbis dela é muito bem cuidado, não tem um único fio à vista. A bucetinha parece de uma menininha, sem um pelo sequer, e só se vê o traçado da própria vagina em direção ascendente. Está raspada no zero e mostra uns lábios levemente escuros na parte externa e rosados e brilhantes na parte interna.

Durante pelo menos umas duas horas de conversa no MSN, rolou uma química impressionante. Rimos, brincamos e nos insinuamos mutuamente. Antes de nos despedirmos, agradeci pelo tempo dela e deixei claro que adoraria vê-la online de novo. Ela disse que eu tinha caído muito bem, que gostava muito de mim e que, há um tempo, para agradar o marido, estavam tentando contatar um cara para realizar a fantasia dele, mas que não gostava de nenhum e por isso... nunca tinham combinado nada con ninguém, marcamos um encontro pro dia seguinte no mesmo horário e nos despedimos com uma certa pena de deixar uma conversa tão agradável.

Quando ela se desconectou, eu olhei a foto dela com mais calma e, definitivamente, era uma mulher que, além de gostosa, sensual e interessante em todos os sentidos, em algum lugar escondido da minha consciência irradiava uma ternura naquele corpinho miúdo dela. Não sei se era o olhar expressivo dela ou sei lá o quê, mas, enquanto eu ficava observando, me invadia um sentimento de ternura absoluta.

Cheguei naquela noite em casa, levei a foto dela no pendrive, salvei no HD do meu PC e, colocando Pink Floyd no volume alto, fiquei admirando ela. Era uma espécie de obra de arte, todo aquele corpo harmonioso, parecia pintado em cada pedaço que eu olhava. O corpo nu dela, que era uma foto digital de resolução muito boa tirada pelo marido dela, enquanto eu viajava nos meus pensamentos perdidos, me fazia imaginar Leonardo Da Vinci, com a precisão de um grande mestre que conhecia profundamente a anatomia humana, pintando em tela o corpo perfeito dela usando o conhecimento dele sobre o número "Phi". Em cada lugar que eu olhava, era um convite pra descobrir, com precisão matemática, a perfeição da natureza daquela mulher miúda. Perdido nos meus pensamentos, naquele dia, acabei dormindo…

No dia seguinte, tudo corria numa normalidade total. Cheguei à tarde no escritório, porque naquele dia tive que resolver uns compromissos pendentes com clientes, mas já estava perto das 6 da tarde e lembrei que tinha um encontro no MSN.

Um pouquinho depois das 6 da tarde, ela se conectou e começamos a conversar bem abertamente, com muito mais confiança do que 26 horas antes. Eu tinha dito pra ela que gostava muito dela e o que tinha acontecido na minha casa na noite anterior, enquanto eu admirava as fotos dela e viajava nos meus pensamentos.

Ela me contou que, depois de encerrar a sessão comigo, tinha contado pro Miguel, o marido dela, que tinham Apresentei no chat um homem que realmente gostou dela. Ao ouvir isso, ela me contou que o marido ficou muito empolgado e disse pra ela se dedicar mais a me conhecer, que não acreditava que finalmente alguém tinha despertado o interesse dela, que ele dava toda a permissão e facilidades pra ela ir se aproximando mais de mim aos poucos.

Eu disse que agradecia muito aos dois pela abertura e também a ela por, até certo ponto, ter me escolhido como o candidato perfeito, como ela mesma soube me dizer.

Miguel, o marido dela, é um homem de 37 anos, de constituição normal, com uma barriguinha começando a aparecer, mas ainda bem formado. Pele clara, olhos escuros e cabelo liso.

Enquanto a gente ia avançando nas conversas e nos dias que estávamos no chat, já tínhamos trocado muitas fotos, inclusive com o Miguel, já com muito mais confiança, e também nossos números de celular, com os quais já tínhamos um contato um pouco mais direto.

Descobri que na voz dela, a Gaby tinha o timbre e o tom de uma menininha mimada, e isso a tornava ainda mais encantadora e me dava mais ternura.

Um dia, quando deu vontade de ouvir e falar com a Gaby, liguei pro celular dela e o marido estava dirigindo, segundo ela me fez saber, e me disse que ela estava de carona.

Toda vez que a gente falava por telefone ou por MSN, ela me chamava de "meu bebê" pra isso ou aquilo, é o apelido carinhoso que ela usa comigo.

"Quero te ver, quando você vem a Guayaquil me ver?" – a Gaby me disse naquele dia por telefone enquanto o marido estava do lado – "Já quero que você venha, decidi que quero fazer isso com você e, se não for com você, não vai ser com mais ninguém."

"Obrigado, minha preciosa. Vou um dia desses te visitar na sua cidade. A gente combina pra isso rolar. Por favor, passa o Miguel, seu marido, pra eu cumprimentar ele."

Ela demorou um pouquinho, acho que até estacionar o carro.

"Olá, Tato, um prazer."

"Olá, Miguel. Deu vontade de conversar com sua gata e queria aproveitar pra te cumprimentar. e agradecer a oportunidade que você me deu de me aproximar dela.

Não se preocupa, Tato, quero que com toda confiança do mundo você continue ligando pra ela sem problema nenhum, chama ela quando quiser, ela me contou que você agrada ela e que caiu bem, te digo que você deu sorte porque ela é bem especial e com você ela me diz que se sente muito à vontade, e o que eu gosto é de agradar ela.

Te agradeço muito, vou fazer isso. Vou ligar pra ela direto pra deixar sua mulher bem quentinha.

Chama ela, amigo, sem problema, vejo ela bem contente e empolgada com você, espero que logo um dia desses você nos visite.

Um dia desses eu apareço aí pra dar prazer pra gatinha.

Ok, vou passar ela de novo pra você continuar falando com a Gaby.

Viu, meu bebê, te falei que não tem problema com o Miguel de você ser meu amante, já conversamos e eu decidi que tem que ser com você, você me agrada, eu gosto de você e me sinto muito bem, quero que você seja meu amante oficial e não quero saber de mais ninguém, só de você. No começo eu não queria, era só pra agradar ele, mas agora tô morrendo de vontade de você vir, me comer e a gente passar um tempo gostoso, meu bebê.

Vou fazer isso, meu amor, logo.

Por um tempo, continuei falando com ela por telefone todo dia, quando o Miguel tava ou não, e a gente tinha conversas bem quentes, trocávamos mensagens no MSN por um tempo, nos víamos pela webcam e todo dia a gente se dedicava muito tempo nos nossos encontros virtuais. Quando ela tava sozinha em casa ou quando ele não tava, ela ficava sem roupa e me mostrava ao vivo, a quilômetros de distância, o corpo lindo dela pelado, e a gente se masturbava bastante às vezes nas nossas sessões de cibersexo.

Também tinha conversas com o Miguel, na verdade, quando por um motivo ou outro o telefone dela tava desligado ou sem sinal, eu ligava pro do Miguel e ele passava ela pra mim em várias ocasiões.

Um dia, por causa do trabalho, eu precisei viajar pra Guayaquil e combinamos de nos ver logo. Numa certa data, por razões alheias à minha vontade, a viagem foi cancelada, já que era a trabalho e não pude mais viajar. Liguei para me desculpar, explicando o que aconteceu e minhas razões. Gaby não levou muito bem, porque ela é muito mimada e gosta que tudo saia do jeito dela. Ela se sentiu frustrada e até um pouco irritada, e deixou isso bem claro pra mim.

Continuamos conversando no chat todos os dias, como sempre, e ela vivia me jogando na cara que eu tinha deixado ela na mão, que tava morrendo de vontade de me pegar e como eu pude fazer aquilo com ela. Na real, os comentários dela me faziam sentir mal. Eu tinha a responsabilidade de ir pra cumprir minha palavra, mas por alguns dias, por causa do trabalho, não dava.

Um dia, enquanto estávamos online, ela me mandou umas fotos que Miguel, o marido dela, tinha tirado exclusivamente pra mim. Era uma sessão de fotos que me deixou louco, igual cachorro sentindo ciúmes de uma puta gostosa. Aquelas fotos causaram um baita impacto em mim. Eram o auge da provocação, em várias poses, nua, e como estávamos nos dias da Copa do Mundo de 2006, ela usava a camisa da seleção do Equador e só.

Aquela mulher ocupava minha mente o tempo todo, e a gente virou tipo namorados. Eu sei que vai parecer estranho e meio fora do comum, mas com ela foi muito especial. Não era só sexo. Aquela mina me roubou com a ternura dela, o jeito de ser, as atenções e os detalhes, conquistou meu coração. A ternura que ela despertava em mim virou um carinho muito especial, que eu nunca tinha sentido por nenhuma outra mulher de casais amigos com quem a gente tem uma amizade legal e curte o sexo, e pronto. Mas nesse caso, não. Comecei a gostar dela de verdade e fiquei apaixonado. O melhor de tudo é que era exatamente o que o marido dela queria. Ele não queria que a gente fosse um trio sexual. O que ele sempre quis, de acordo com o que me disse nas conversas por telefone e com ela nos momentos íntimos, é que a gente fosse amantes, namorados, apaixonados, e que a gente se amasse... Não foi difícil me apaixonar em pouco tempo por essa mulher angelical. que cada dia foi se metendo mais em mim com todos os seus detalhes.

Depois de ver essas últimas fotos, fiquei feito um diabo na garrafa e montei um plano pra que o mais rápido possível rolasse a viagem pra Guayaquil, pra poder ir curtir uma mulher tão gostosa. No escritório, dei um jeito em tudo, já que tinha que viajar urgente a trabalho e ainda aproveitar minha love, que me esperava ansiosa junto com o marido. Combinei a data no escritório e também com eles, e me preparei pra visitá-los na sexta-feira que vinha.

Nesses 4 dias que faltavam, ela me mandava mensagem no celular dizendo como tava louca pra me provar, já era hora da gente se ver cara a cara e se encontrar de carne e osso, porque já era muita arrecheira acumulada, que tava deixando a gente de mal humor por não poder se aproveitar como queria.

Chegou a sexta-feira e eu cheguei na cidade dela, Guayaquil, às 8:30 da noite, como a gente tinha combinado. Eles iam me esperar no terminal da empresa de transporte que eu usei. A viagem durou 5 horas e durante todo o trajeto eu ficava mandando mensagem que já tava mais perto dela. É incrível como em tão pouco tempo a gente, de forma recíproca, criou esses sentimentos de casal apaixonado. Quando desci do ônibus, já me ligaram no celular e me falaram onde estavam.

Quando cheguei no carro deles, depois de alguns passos, lá estava ela, vestida como eu tinha pedido pra ela se arrumar naquele dia pra mim: com uma micro minissaia, com um top que parecia de verdade uma boneca Barbie que tinha acabado de sair da caixa de presente no dia de Natal.

Quando entrei no carro, no banco de trás, me deram as boas-vindas. Miguel dirigia e a Gaby tava sentada no banco do carona, linda como só ela, irradiando um sorriso de felicidade. Ela se esticou pra me cumprimentar com um beijo na boca sonoro e gostoso. Apertei a mão do Miguel e ele ligou o carro.

Enquanto eu via a cidade passando, bem diferente, de relance na frente eu via os dentes da Gaby brilhando de Um jeito espetacular. Eu tava todo iludido por ter essa mulher gostosa na minha frente e naquele instante já podia sentir o cheiro dela, tocar o cabelo dela, a pele dela, era um sonho se realizando.

Como fazia 9 anos que não ia na cidade dela, ela tava muito mudada e eu tava muito admirado com as mudanças que tinham acontecido, era como redescobrir Guayaquil. Me falaram que iam me mostrar como a cidade tava linda e foi o que fizeram. Começamos a dar voltas por todos os cantos da cidade e eu ia lembrando e reconhecendo cada lugar, enquanto beijava ela na boca, passava a mão nas tetas dela, yummy, duras que pareciam dois melões saindo do peito dela. No pescoço dela, acariciava os ossinhos divinos que ela tem debaixo do queixo, no fim da garganta. Ela tava na frente, no banho do carona, e eu no banco de trás, mesmo assim meus avanços eram bons. Ela me disse que tinha ido vestida exatamente como eu pedi, só pra me agradar, e quando levantou a saia dela, tão curtinha, a mais curta que já vi na vida, me mostrou que tava usando uma tanga brasileira que ficava deliciosa nas curvas harmoniosas dela, presa só por dois laços que tinha em cada coxa. Depois de muito nos provocar e de vez em quando nos beijar e nos acariciar com muito amor, bem fofinho, como já tínhamos dado voltas pelos principais pontos turísticos da cidade, a Gaby disse que tava com fome e o Miguel se ligou depois de perguntar o que ela tava a fim de comer. Ela disse que queria uns hambúrgueres e só. Eu não queria comer, na real queria era comer ela, e me joguei nela. Fui elogiando o Miguel pelo bom gosto e pela sorte de ter como esposa e mãe dos filhos dele uma mulher dessas. Ele, se sentindo orgulhoso e satisfeito, só sorria timidamente enquanto pensava que era verdade mesmo.

Foi do Miguel que veio a boa ideia de a Gaby passar pro banco de trás pra ficarmos mais confortáveis, sem o encosto do banco atrapalhar ou separar a gente. Na real, isso eu já Já queria há um tempão, mas fui paciente esperando ele mesmo falar, como sinal de respeito pela relação deles.

Gaby, sem perder tempo, assim que ouviu — sendo ela tão pequenininha e bem flexível também — colocou o pé do lado do freio de mão, se impulsionou por cima do ombro do marido e caiu em cima de mim, se jogando como uma leoa no ataque da presa. Eu, como não sou presa fácil de caçar, dei muita guerra. Os vidros do carro eram polarizados ou fumê, e só o para-brisa da frente não tinha essa película protetora, que naquela noite serviu de cortina para nossos atos lascivos no banco de trás, enquanto o marido dela só dirigia, olhando de vez em quando pelo retrovisor o que eu fazia e o que aquela mulher linda, esposa dele, fazia comigo.

Chegamos no lugar onde vendiam os hambúrgueres e tinha muita gente fora, a pé e de carro. Miguel desceu pra comprar e a gente ficou se mimando e curtindo estar sozinhos. Peguei a bucetinha dela depilada, e ela estava bem molhada. Ela me disse: — Essa noite é toda sua, meu bebê… enquanto eu brincava com ela e os sucos dela que se impregnavam nos meus dedos, e eu os levava ao nariz e depois à boca, chupando eles como aperitivo antes do hambúrguer. Nisso, Miguel chegou e nos encontrou dentro do carro com os olhos cheios de luxúria de tantas carícias. Como deu, ajeitamos a roupa e fomos comer. Apesar de eu ter dito que não queria comer, ele insistiu e me trouxe um hambúrguer super e uma Booty, enquanto conversávamos sobre como estávamos nos divertindo finalmente, depois de tanta relação virtual. Fomos terminando a comida, comendo e conversando naquele lugar por uma hora, com ela do meu lado acariciando meu cabelo com tanta ternura que me invadia aquele sentimento de sempre que ela planta em mim.

A gente tinha combinado de fazer um trio onde deixaríamos as coisas fluírem. Ele não se incomoda nem um pouco que a gente seja namorados, amantes ou que a gente se ame. Ela me tratou como sempre, e melhor, porque finalmente estávamos juntos. juntos presencialmente, a gente se deu uns amassos tão gostosos que ela subiu em mim e os dois começamos a gemer de prazer, e Miguel falou melhor irmos pra outro lugar. Enquanto ele dirigia pela cidade, a gente continuava lá atrás, de boa, fazendo nossas coisas, não existia mais ninguém naquele momento no mundo além de nós dois, entregues a nos dar carícias cada vez mais ousadas…

Nessa viagem, levantei a micro saia dela, desatei os lacinhos e tirei ela pra cravar no pozinho dela, macio e raspado bem rente, depois de dar carícias e beijos na barriga linda dela e na parte interna das coxas. Levantei as pernas dela quase até o teto do carro e me dediquei a fazer o que mais gosto. A gente se olhou nos olhos fixamente enquanto eu fazia, e fiz isso o trajeto todo que faltava. Por uns 25 minutos, me regalei comendo a bucetinha mais macia da minha vida. Tinha a sensação de estar com uma novinha de 15 anos. A Gaby aparenta ter 15 anos, ninguém acredita que ela é mãe de dois filhos e que o mais velho já tem 10. Eu não curto as novinhas, pelo contrário, gosto de mulheres milf, quanto mais velha melhor. Mas a Gaby tem uma mistura de ternura, menina mimada, novinha e mulher madura com experiência. O corpo dela é de uma menininha mimada, mas as atitudes são de toda uma mulher feita e direita, assim como as ideias dela, sem perder o ar de menina mimada que também tem no jeito dela.

Quando chegamos no motel pra onde o Miguel nos levou, ao entrar a gente ficou à vontade e continuamos nos beijando com uma paixão louca e um prazer extremo, não queríamos nos separar nem um minuto. Sentia uma energia que fazia a gente vibrar juntos. Num momento em que demos uma pausa, abracei ela por trás na cintura e coloquei ela na frente do espelho, e via ela no meu peito, pequenininha, gostosa e apetitosa. Com o sorrisinho de canto, ela me olhou nos olhos no reflexo do espelho e falou – Que gostoso que finalmente você tá aqui, meu bebê…

O Miguel foi pro banheiro ou sei lá pra onde, e a gente começou a… Tirar a roupa porque a gente precisava roçar a pele sem parar de se beijar um minuto, aproveitei o corpo dela todinho com minha boca e língua, e não sobrou nada que eu não tivesse beijado. Ela respondia muito bem aos meus carinhos, e dava pra ver que os dois estavam curtindo ao máximo. Miguel chegou pra nos observar, como testemunha muda dos nossos atos, não fazia nada, só contemplava extasiado enquanto eu comia a mulher dele. Totalmente vestido, preparou um clima melhor pra gente, colocou música, ligou a TV pra iluminar o quarto e ficou nos vendo de uma distância prudente, tudo que a gente fazia. Cada vez a gente se excitava mais, ela pegou no meu pau e começou a passar a mãozinha nele, da minha uretra escorria líquido pré-seminal, prova de que eu tava extremamente excitado e com vontade de penetrar ela. Finalmente, queria que ela fosse minha, e ela só se deixava fazer tudo, até que num momento a gente fez um 69 e ela começou a chupar meu pau, e cada vez fazia mais gostoso. Depois de alguns minutos desse tipo de prazer, já era justo e necessário pros dois, que queríamos sentir nossos sexos se cumprimentar como manda o figurino.

A pele da Gaby tava fervendo, parecia um ferro de passar, e as bochechas dela, apesar de ser moreninha, tavam vermelhas de tanto tesão que a gente tava. Ela me ofereceu a buceta dela e abriu as pernas, e eu comecei a serrar sem penetrar, e assim ela começou a gemer, e eu me sentia no paraíso sentindo a bocetinha dela bem molhada e quentinha. Isso fez meu pau endurecer mais, e eu não aguentei mais a tentação de enfiar. Primeiro enfiei a cabeça, que entrou inteira, depois, aos poucos, fui colocando até a metade, e em dois ou três suspiros de autocontrole pra não gritar, enfiei até o fundo, soltando um berro da minha parte e um suspiro lá do fundo dos pulmões dela. Eu pedia pra ela me olhar nos olhos, mas ela via como meu pau entrava até as bolas e saía de novo até aparecer a cabeça. A gente se dedicou a transar, às vezes... duro e às vezes molinho por pelo menos uns 50 minutos, eu suava igual tampa de panela e meu suor caía nela, ela me abraçava com as pernas e braços e eu a deixava toda molhadinha de suor, não aguentei mais e tive que molhar ela também com minha porra leitosa que saía direto dos meus ovos na barriga dela, gozei rugindo igual um leão em sinal de batalha e depois de expelir toda minha oferenda na barriga dela me transformei num putinho, ela ficou como se tivesse desmaiado e eu só sentia os carinhos leves dela enquanto nossas línguas se entrelaçavam já delicadamente…

Ela descansava no meu peito enquanto eu acariciava o cabelo dela e ainda não tínhamos o suficiente, comecei a possuir ela de novo enquanto dessa vez o marido dela tirava fotos e filmava a gente, fazendo de vez em quando uns close-ups, ele continuava vestido e sem vontade de participar, só queria observar, a esposa dele tava toda pra mim…

Aproveitei ela por horas e ela a mim, teve um momento em que ela dormiu exausta depois de uma longa sessão de sexo e amor, coloquei ela do meu lado e o Miguel deitou ainda vestido do outro lado e me ajudou a acariciar o corpo dela enquanto dormia, nós dois passávamos suavemente as pontas dos dedos pela silhueta linda e perfeita do corpo dela, ela dormia satisfeita, exausta, com uma expressão de prazer no rosto sem igual.

Começamos a ver as fotos tiradas e estavam excelentes, os vídeos não estavam muito bons porque saíram escuros por falta de iluminação, perguntei se ele queria que a gente comesse ela juntos e o Miguel falou – Não, tranquilo Tato, essa é sua noite, é sua noite de lua de mel, aproveita, eu tenho ela todo dia.

Enquanto a Gaby dormia no meio de nós dois, viramos grandes amigos com o Miguel, o marido dela, contando histórias que não tinham fim, a conversa estava muito agradável, ela depois de umas duas horas acordou e procurou minha boca… eu enchi ela de beijos e carinhos suaves e ela se sentia grata, perguntei como ela estava se sentindo e ela disse que estava Aquela noite ia ser inesquecível pra ela. Fez meu pau endurecer de novo e coloquei ela como uma putinha na cama, atravessada na horizontal em cima do marido dela. Bateu uma loucura erótica em mim e comecei a meter com força de um jeito bem selvagem, enquanto ela descansava os peitos na barriga do marido. Cada vez eu metia mais forte e mais fundo naquela posição, e ela se agarrava no esposo sentindo cada investida violenta minha. Vendo nossa excitação, o Miguel reagiu e começou a se despir sem sair do lugar onde estava, servindo de travesseiro pra esposa, só pra conseguir uma posição melhor e mais confortável pra que eu, o amante oficial dela, pudesse penetrá-la. Ela gemia gostoso, e isso me deixava ainda mais tesudo. Percebi que o pau do Miguel já estava duro, então fiquei por baixo dela e a Gaby montou em mim de pernas abertas, começando uma subida e descida deliciosa. O marido dela subiu por cima e disse: "Você já sabe, por trás não". Ele, meio decepcionado, começou a enfiar o pau dele na buceta dela, onde eu já estava confortavelmente dentro. Aquela posição, depois que nos acertamos num vai e vem sincronizado, fez a gente gozar pra caralho por alguns minutos, enfiando nossos dois paus na xota da Gaby, que recebeu tudo de boa, sentindo a pressão dos três sexos. Terminamos tudo num concerto de orgasmos e gritos de todo mundo. Ela foi pro banheiro se lavar, enquanto nós dois comentamos o gostoso que foi. Ele me disse, quando ficamos a sós, que queria que eu abrisse o cu dele, porque nunca tinha dado e não queria passar a vida sem experimentar.

Depois que ela voltou, conversamos um pouco entre os três e eu comi ela de novo. Dessa vez o Miguel tirou mais fotos. Aí ela dormiu exausta, abraçada em mim e de costas pra ele.

Eu e o Miguel continuamos conversando até o amanhecer por horas, falando sobre o quanto foi bom. Colocamos as cartas na mesa, tudo claro, e numa das histórias dele eu acabei dormindo abraçado com a mulher dele. gostosa pra caralho.
Um pouco antes de amanhecer, quando todo mundo tava dormindo, me deu vontade de aproveitar ela de novo. Coloquei ela por cima e ela me recebeu de boa, toda gostosa. Pra cama não fazer barulho e não acordar o Miguel, a gente desceu pra foder no tapete. Loucos de tesão, começamos a fazer barulho e ele acordou assustado, perguntando por que não tínhamos chamado ele pra ver. Expliquei que ele tava dormindo pesado e não queria atrapalhar o sono dele. Ele ficou de boa vendo eu comer a mulher dele, e aí a gente fez dupla penetração vaginal de novo. Terminamos os três gostoso pra caralho de novo.

Já tava clareando, umas 6:30 da manhã, eu comi ela de novo. Queria continuar, mas ela falou que não, que já tava de saco cheio de tanto sexo. Era hora de vazar. Além disso, a administração do motel ligou falando que se a gente ficasse mais tempo, ia ter que pagar mais. Nós dois fomos tomar banho com a Gaby, e enquanto passávamos sabão, demos os últimos beijos e amassos dentro do motel. Quase não dormimos, passamos a noite inteira macetando a Gaby.

No caminho de carro, todo mundo concordou em continuar essa relação que a gente tem agora. Eu sou o namorado dela, amante com a permissão e consentimento do Miguel. Eu ligo, mando mensagem, ou ela faz o mesmo, e até hoje a gente se fala todo dia. Ela já quer que eu vá, prometeu vir pra minha cidade esses dias pra gente repetir. O Miguel tá felizão porque finalmente a esposa dele tem um amante. Entre nós três tem uma afinidade muito boa. Respeito muito o Miguel, a Gaby e a relação deles, mas sinto amor por ela. Essa relação é mais poliamor do que swing, porque a gente se quer e se precisa, não é só sexo. O Miguel e eu concordamos em dividir ela, e ela tá feliz com os dois bebês dela, como ela mesma fala.

Vale deixar claro que eu e o Miguel somos 100% héteros, não tem nada entre a gente, nada de putaria de viado. nós, ele é muito respeitoso e isso é o que mais me atrai. Mesmo nesse tipo de relação sexual a três, não dá pra evitar uns roces, mas quando acontece, a gente fica tranquilo porque nos respeitamos muito.

Com a Gaby, a gente se fala todo dia, mais unidos do que nunca, o tempo todo em contato e sempre planejando como se ver. Ela é uma garota, senhora, mulher *yummy* e até descobri que é uma excelente mulher na sua faceta de mãe, e isso me agrada muito, que ela seja tão preocupada com os filhos dela.

Gaby, aqui termina o seu relato que você me pediu pra fazer. Espero ter feito direito e, mais uma vez, te agrado como sempre em tudo que me pede, princesa, e espero continuar te tendo sempre e continuar sentindo essa delícia que nasce em mim por você. Obrigado, Miguel e Nena, por me deixarem entrar no seio do casamento de vocês.

Agradeço comentários de pessoas que já passaram pela mesma situação.

Tato
semental_de_esposas@hotmail.com
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2 comentários - Marido adora me ver dando prazer

Excelente...y mucho mas valorado el saber agradecer!!!
(No todos lo hacen)

http://www.poringa.net/posts/relatos/2456942/Agradecer.html