Aqui está a continuação da história, é meio longa, mas vale a pena ler tudo. E sempre deixando claro que essa história não é minha.E num fim de semana, num sábado de manhã, eu ia passar pra buscar a Jazmín pra sair. Mas ela me ligou no celular falando que não dava até a tarde, porque tinha que fazer um trabalho da faculdade. Até a tarde faltavam umas 7 horas. Eu sabia que geralmente nos sábados os pais da Jazmín não estavam até a noite, mas às vezes a Luciana tava. Então falei pra Jazmín:
— Já tô indo praí, te espero na sua casa... — Que era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, tão aqui o Jesse e a Luciana pra te entreter... — Ela falou rindo e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Luciana provavelmente ficava com o Jesse porque os pais delas não queriam que o Jesse ficasse sozinha. Protegiam ela de um jeito doido. E se eu fosse, talvez me deixassem o Jesse sob meus cuidados.
Fui pra casa e a Luciana me atendeu. Que gostosa do caralho. A Luciana parecia uma daquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uns jeans apertados que marcavam toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala os três.
Não via o Jesse, provavelmente tava no quarto dela. A Luciana e o namorado, na conversa, me falaram cúmplices, se eu ficasse na casa com o Jesse, assim eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor pra eles, falei que tava de boa, que eu ficava cuidando do Jesse. Por dentro, eu pulava de alegria.
— A gente volta antes das 7, o Jesse tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas ela confia em você. — A Luciana falou e me deu um beijo na bochecha... amei ter ela perto de mim.
— Não façam putaria!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com o Jesse, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tava tocando um CD da Norah Jones, romântica a menina. Abri Abri a porta bem devagar e vi ela, deitada na cama, lendo um livro. Uma gostosa, vestindo um shortinho azul esportivo e uma camisetinha rosa solta, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. Pulou da cama num salto e me abraçou.
— Oiiee!!... O que cê tá fazendo aqui? — Falou me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá, a Luciana saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinho até a tarde... — Falei sorrindo, ela riu e me abraçou forte. Subindo na ponta dos pés, me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, agarrei as bundinhas dela, massageando. Ela me olhou com aquele olhar diferente de quem tá apaixonada, e a gente sentou na cama pra conversar. Jesse se aninhou no meu ombro, eu abracei ela fazendo carinho. Dava pra ver que ela adorava ser mimada.
— O que cê tava lendo? — Perguntei.
— Um romance onde uma mina se apaixona por um cara mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — Ela falou toda animada. Era bem romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes.
A gente continuou conversando sobre essas bobagens que ela gostava, enquanto eu com uma mão brincava com os cachinhos do cabelo loiro dela, e com a outra acariciava as pernas dela. Até que eu levei a conversa pra assuntos mais íntimos. Jesse começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde. — ... Comecei a fazer o que você me ensinou... — Ela falou tímida. — ...E agora não consigo parar, faço toda noite... — Tava ficando vermelha.
— É normal, é uma coisa boa... — Falei tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela bem perto da buceta.
— Quer que eu faça agora? — Falei no ouvido dela, e ela deitou a cabeça no meu peito e concordou com a cabeça. Então, devagar, enfiei minha mão dentro do shortinho dela, por dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
— Ahhh... isso... eu gosto... — Ela gemeu me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela mexia o corpo. contra o meu, ofegando cada vez mais forte. Eu tava muito tesudo, tinha esperado por isso há semanas, então falei pra ela.
— Tira minha coisinha e faz aquela parada da outra vez... — com a intenção de que ela me masturbasse. Jesse desabotoou o cinto do meu jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E sem mais, ela abaixou a cabeça e enfiou na boca.
Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
— Mmmm... mmmmm... mmmm — ela soltava sons com a boca enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
— Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada. Eu tinha dois dedos na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela se mexendo em círculos. A língua dela no meu pau tava fazendo um bom trabalho, ela enfiava até onde dava, passava a língua, me batia uma punheta... Jesse aprendia bem rápido a fazer de tudo.
— Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — até que ela tirou meu pau da boca e começou a me bater uma punheta rápida com a mão. Eu tava quase gozando, então mexi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei outro dedo no cu dela, e mexi com força. Jesse reagiu a isso, se contorcendo toda.
— Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!... — ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar porra direto na carinha dela. Jesse percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte lambuzou a cara dela. Depois, ofegante e desesperada, ela juntava o sêmen do rosto com as mãos e chupava meu pau, engolindo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de ver ela desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado.
Jesse ficou respirando pesado e sorrindo, toda corada. Eu, depois de ver como ela devorava minha porra gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
— Vou te ensinar outra coisa... — falei, e ela me olhou. emocionada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha dela, comecei a falar:
- Primeiro vai doer um pouco, mas depois vai ser melhor que isso, tá?..- Jesse me olhou meio assustada e sem entender, mas falou "tá bom", sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava esperando. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
- Senta em cima de mim...- Falei quando ela já tava completamente nua, só com umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de emoção e nervoso. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou encostando na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
- E agora?...- Ela falou me olhando. Percebi o nervosismo na voz dela, que mal dava pra notar. Segurei ela pelas nádegas e levantei um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
- Você vai meter isso aí? Não... Não vai entrar...- Ela falou assustada, mas eu beijei ela e falei.
- Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouco, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...- Eu falava, ela me olhava prestando toda atenção do mundo.
- Agora, vou te descendo devagar, e quando sentir o topo, me fala quando estiver pronta, tá?..- Ela concordou com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era a hora... Desci ela um pouco. Se fosse por mim, teria metido de uma vez, sem pena... Mas Jesse era uma coisa tão gostosa, que eu ia fazer do jeito mais suave possível.
- Aahh... aahhhh...- Ela gemeu quando a cabeça entrou. Era tão gostoso estar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez.
- Mmhhhhhhaaa...- Ela gemeu quando desci um pouco mais. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela falou: "ahh, ah aí...". Senti o cabaço dela, a pele que fazia ela virgem. Não podia acreditar que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. realidade. Jesse respirava pesado, enchendo o peito como se tivesse acabado de correr, tinha os olhos fechados e me abraçava tão forte que tava me deixando sem ar.
- Pronta?... - Perguntei, ela disse "ahã" sussurrando. E de repente, deixei ela cair, enterrando toda minha pica dentro dela.
- Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... - Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, Jesse me mordeu o ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como ela se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Era quentinho, uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mulher. Comecei a beijar ela, ela tinha lágrimas nos olhos, mas aguentava firme como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois descia bem devagar, penetrando ela.
- Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... - Ela gemia alto, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então segui descendo e subindo ela. Cada vez um pouco mais rápido, deslizando toda minha pica por dentro dela.
- Aaahhhhh... aahhhhhh... - Os gemidos dela foram se acalmando, a dor passando. Ela já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu já subia e descia ela rapidamente. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando percebi, tava gozando pra caralho.
- Aaahh... aahhh... aahhhh... - Deixei ela, ela mesma subia e descia, enfiando minha pica até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo sozinha. Jesse começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada.
- Aaaahhh... siiiim... aahhh... ahh... ahh... - Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e meti dois dedos babados no cuzinho dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e a gritar, me abraçando forte de novo.
- Aahhhhhhh!!!!!!... - Ela teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima dela e coloquei meu pau na cara dela. Jesse sabia o que eu queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jatos enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra.
-Uau....- Ela disse ofegante e cansada quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e me disse.
-Foi incrível, nunca senti nada igual...-
Viu que ia gostar?..- Falei sorrindo.
-Adorei...- Ela disse. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra gente descer pra comer algo, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro lavanderia e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha desvirginado a gostosona da família, me matavam.
Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava seriamente no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daí voltei e Jesse saía do banheiro. Tinha tomado banho, o cabelo molhado e coberta com uma toalha.
Sorri largo ao ver ela.
-Vou me trocar e a gente come algo...- Ela disse enquanto abria o armário. Tava agindo bem natural, aos poucos perdendo aquela timidez dela comigo. Aí me veio uma ideia, e falei.
-Jesse, por que não veste o uniforme da escola?- Falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme.
-Você gosta?...- Ela perguntou, estranhando minha proposta.
-Adoro como fica em você, você fica linda de uniforme...-
-Ah... obrigada...- Ela disse, pegando o uniforme no armário. Eu vi que tinha outros uniformes também, e perguntei curioso:
-Não tem um uniforme do - Ano passado? - Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro armário e me disse.
- Sim, mas tão pequenos pra mim, mãe vai jogar fora qualquer hora... - Eu sorri, e Jesse caiu na real do que eu queria. Sorrindo safada, pegou outro uniforme e levou pro banheiro.
- Não sai daí, que já volto... - Falou enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei ansioso, Jesse me deixava louco, meu pau começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado.
- Gostou como ficou em mim?.. Tá super pequenininho... - Perguntou. Eu só sorri: Mal cabia no corpo dela, que crescia pra caralho. A saia ficava bem curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo dela, marcando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Meu pau pulsou ao ver aquela gostosa na minha frente.
Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Jesse descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, já que sempre usava roupas largas, nunca tinha visto o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha, pelo jeito que mexia as pernas.
Fizemos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela sentada na cadeira mexia elas igual uma menininha, abria e fechava. Depois não sei o que foi pegar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia levantou toda, deixando a bunda dela na minha vista, bem na minha frente.
Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se apoiou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Jesse olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma das minhas mãos já estava passando a mão na buceta dela, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro.
Nisso, peguei a Jesse e encostei ela na mesa. Ela se deitou ali, deixando a raba empinada e totalmente à minha disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha pra baixo e comecei a lamber a racha dela, fazendo ela gemer.
– Aahhh... siiiim... – Ela ofegava com a cabeça apoiada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber, tentando enfiar a língua naquele buraquinho apertado, o único que ainda não tinha estreado.
– Mmm... Aahhh... – Ela continuava, minha língua ia e vinha da buceta dela pro cu, e eu percebia as pernas dela bambiando de tanto tesão. Tirei meu pau da calça, precisava de ação. Então me levantei, encostei na entrada dos lábios vaginais dela e deslizei pra dentro sem nenhuma dificuldade.
– Aahhhhhhhhhh... – Jesse suspirou fundo quando sentiu ele dentro. Segurei ela pela cintura e comecei a meter devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um gemido dela, cada vez mais alto.
– Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!... – A cada vez eu aumentava mais a velocidade. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que umedeci meus dedos com saliva e comecei a passar na raba dela, enfiando um sem muita dificuldade.
– Mmmm!!... aahhh... ahh... – Ela não reclamou muito até eu enfiar um segundo dedo. Comecei a girar eles, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito.
– Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!... – Jesse começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei metendo no mesmo ritmo, sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo no cu dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o cuzinho dela. Até que depois de um tempo, me apoiei nas costas dela, tirei o pau da buceta, lambuzei ele de saliva e encostei na entrada do cu dela.
– Não vai entrar... – Ela disse suspirando, com os cabelos grudados no rosto de tanto suor. Eu segurei as mãos dela e imobilizei com o peso do meu corpo, e fiz pressão com minha pica, até que a cabeça entrou.
— Aaahhh!!!... dói!!... — Ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei um pouco mais, deslizando minha pica só uns centímetros.
— Haayyyy!!!... tira!!!... dói!!!... ahhhhh!!... — Ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuava fazendo pressão, minha pica ia enterrando cada vez mais. Sentia como o anelzinho dela apertava minha pica de um jeito incrível, era muito apertado.
— Só mais um pouco e já era... aguenta... — Eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tinha lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se segurava na mesa com as mãos, aguentando. Minha pica já tava quase toda dentro, o corpo da Jesse tremia, até que, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente.
— Me... ahhhgghh... queima... aahh... — Ela reclamava, mas eu deixei minha pica parada lá dentro. Pra aliviar a dor dela, com a mão comecei a masturbar ela. Ela começou a gemer numa mistura de dor e prazer. Minha pica pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu tava prestes a comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar...
— Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!... — Comecei a bombar, fazendo a Jesse gritar. Tirava ela devagarzinho da minha pica, e enterrava de novo até o talo. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha a cara toda suada e os cabelos caindo na testa.
— Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!... — Aos poucos eu aumentava as estocadas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear as tetas beijando o pescoço dela. Ela gemia já com mais prazer do que dor.
— Aahhh... aahhhh... ahhhh... — Não demorou muito até que só dava pra ouvir prazer vindo dela. então eu me dediquei a foder ela com calma. De vez em quando, eu tirava minha pica da bunda dela e enfiava de uma vez na buceta dela... Depois voltava pro cu, onde minha pica já entrava deslizando perfeitamente. Eu adorava sentir minha barriga batendo nas nádegas dela a cada estocada.
- Você gosta agora, Jesse?... - perguntei, bombando mais forte. Ela dizia "siiiiim" mal conseguindo entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e fui metendo cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia minha pica até sumir. Depois, me deitei sobre ela e agarrei os peitos dela, apertando eles, bombando mais forte, vendo meu orgasmo e o dela chegando.
- Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!! - Ela começou a gozar num tesão danado, eu não aguentei mais. Dando umas estocadas fortes que faziam a mesa se mover, comecei a gozar jorrando muito leite dentro da bunda dela, enchendo ela. A sensação era incrível, não dá pra descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, todos suados. Minha pica murchou e eu saí de dentro dela. A Jesse parecia que tinha corrido uma maratona, tava toda exausta.
- Vamos pro quarto pra você descansar... - falei, e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela no colo e carreguei até o quarto dela. Ela envolveu meu pescoço com os braços. Depois, coloquei ela na cama, e sem mais, a Jesse dormiu, cansada do esforço que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena podia me dar tanto prazer. Depois fui tomar banho, tava todo suado, minha meta de desvirginar ela nos três buracos tava cumprida.
Depois do banho, me deitei com a Jesse abraçado nela, de conchinha. Ela encaixou a bunda bem no meu volume, dormindo, e ficamos assim por umas horas. Quando acordei, já era tipo 5 da tarde. Luciana ia chegar, pelo que eu imaginava, umas 7 da noite, igual a Jazmín. E os pais delas só à noite. Jesse não estava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela tava se lavando, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver TV.
— Já tomei banho duas vezes... — Jesse falou sentando do meu lado. Ela tinha se trocado, agora tava usando um vestido verde que ia até os joelhos, mas que insinuava a forma dela. Prendeu o cabelo em duas marias-chiquinhas, e tava com um perfume gostoso de rosas que eu curti pra caralho.
— Como você tá se sentindo?... — Perguntei, mas ela deu de ombros e rindo disse: “muito bem”. Percebi que não tinha rolado nada, porque eu achava que podia ter machucado ela depois de ter fodido ela tão selvagemente como fiz na cozinha.
A gente tava vendo TV de boa, enquanto eu tomava um refri, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela obviamente não sabia que tava fazendo isso. Fiquei olhando como ela enfiava a colherzinha na boca e apertava os lábios. Ou se escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela rindo falou:
— O quê?... — Sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Gosto muito quando você come sorvete assim... — Falei.
— Como, assim?... — Disse ela comendo outra colherada, me encarando com aqueles olhões azuis. Minha pica tava pulsando na calça, Jesse viu como um volume cada vez maior se formava.
— Coitadinho... agora tô com vontade de comer outra coisa... — Ela falou abaixando o zíper da minha calça, e sem mais tirou minha pica que saiu disparada, dura e pronta pra ação.
— Mmmmmmm.. Assim você gosta?... — Disse ela passando a língua e apertando o tronco com uma mão.
— Dá uns beijinhos... isso... — Jesse beijava a cabeça da minha pica. Depois, e isso me surpreendeu pra caralho, pegou sorvete e besuntou minha pica com ele. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a A sensação do sorvete frio e da língua morna dela me enlouquecia... finalmente, chupei até onde dava. Ela começou a sugar como se estivesse mamando uma mamadeira, roçando a língua sem mexer a cabeça. A garota aprendia rápido, me dava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez melhor que a Jasmim.
- Mmmmm... mmm... - Depois, com uma mão, peguei no cabelo dela, tirei do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estendi a mão até a bunda dela e comecei a enfiar uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entraram fácil. E o melhor é que a Jesse nem reclamou quando recebeu dois dedos.
Olhei o relógio, eram seis da tarde, dava tempo pra mais uma sessão de sexo. A Jesse chupava devagar, aproveitando o comprimento inteiro da minha pica com a boca. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela — era a vez dela.
- Aahhh... siiiim... eu gosto disso... mmmmaaahhh... - A Jesse começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, enfiava dedos, ela se contorcia no sofá gemendo sem parar. Até que, depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas quase me sufocando, tendo um orgasmo poderoso. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei toda a minha pica na buceta dela.
- Aaahhhhhhhh!!... - Comecei a bombar forte, adorava ouvir ela gritar, ver os peitos dela balançando debaixo do vestido. Fiquei um tempo assim penetrando ela, até que virei ela, tirei o vestido, deixando ela nua... e de quatro, enfiei minha pica na bunda dela devagar, mas sem dificuldade.
- aaahhh... devagar... - Ela falou quando comecei a bombar a bunda dela. Segurei ela pela cintura, metia e tirava meu pau da bunda dela. Ela mordia a mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, trepando, quando ouvi um barulho e, olhando rápido pra porta de entrada do Vivo, vejo a Luciana
e o namorado dela olhando pra gente. E o mais chamativo de tudo era que o namorado da Luciana tava com o pau pra fora se masturbando... e a Luciana tava com a mão dentro da calça jeans dela, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Comecei a bombar a Jesse com mais força.
-Aahhh!!... aahhh!!... aahhh!!!...- Ela gritava. Luciana me olhava com um sorriso nos lábios, segurando uma das tetonas dela e apertando, enquanto com a outra se punhetava com força. Luciana falou algo no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. Jesse nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela brutalmente. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça encostada no chão, com os olhos fechados.
-Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm...- Jesse, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas da Jesse, penetrando ela com mais força, e falava no ouvido dela.
-Relaxa, gata... aproveita... você vai ver como vai adorar...- Jesse tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. Luciana tinha se sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Fiquei putamente excitado vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassava as tetonas enormes dela e enfiava os dedos sem parar na buceta. Luciana punhetava o namorado freneticamente. Os dois olhando pra gente, plateia. Luciana tinha um sorriso malicioso na cara... vendo como eu comia a irmã dela.
-Você gosta da minha irmãzinha?...- Disse Luciana me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
-Você gosta da minha irmãzinha? - Ela continuava falando, olhando fixamente meu pau entrando e saindo do cu da Jesse. Ela tava de olhos fechados e ainda não percebia nada. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcia a toda hora... gozando em múltiplos orgasmos.
-Mmmm!!.... mmmm... mmmm...- Ela ofegava sem parar. A A situação era inacreditável, só faltava a Jasmim chegar e entrar na festa... uma orgia em família.
A Luciana tava passando a mão no meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com paixão, enfiando a língua até minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando.
Ele ria e se espantava com o que a gente tava fazendo. Parecia que excitava ele ainda mais eu beijar a namorada dele. Comecei a chupar os peitões da Luciana. Deus... eram enormes, tipo duas melancias. A Luciana apertava minha cabeça contra ela. Começando a gemer.
-Aahhhh!!... - Gemeu forte a Jesse, ainda de olhos fechados e aguentando a foda. Era foda pensar na cena. Eu tava metendo na buceta da Jesse, a menina da casa que todo mundo cuidava como uma bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, Luciana, esfregando os peitos na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando como espectador de filme pornô.
-Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!... - A Jesse continuava gritando. Aumentei as estocadas. Tava segurando a Jesse pelas nádegas, cada vez bombava mais rápido, mais forte, e a Jesse gritava cada vez mais.
-Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh!!!!.. - A Luciana assistia tudo de perto, e enfiava todos os dedos que podia se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Jesse.
Ela caiu no tapete deitada. Me ajoelhei na frente da Jesse com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Jesse me olhou, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas ao receber os primeiros jorros, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a porra que caía na cara dela.
-Aaahmmmmm... - Ela gemia enquanto engolia instintivamente minha porra. Esfreguei meu pau na cara dela. A Jesse sozinha abria a boca e metia ele, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E naquele momento foi quando ela percebeu que a Luciana, a irmã dela... Cara, ela tava do lado dele, se masturbando e olhando fixo pra ela.
A Luciana, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente do Jesse e começou a lamber o rostinho da irmã, limpando com a língua o esperma que escorria. O Jesse só ficou lá, deitada quieta no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. Ainda mais quando a Luciana começou a beijar a irmãzinha... O Jesse abriu os olhos, surpresa ao sentir os lábios da irmã nos seus. Mas depois de um tempo, fechou os olhos e se deixou levar pelo beijo.
— Inacreditável, cara! Inacreditável! — Gritava o namorado da Luciana, gozando no sofá. Ele tava comemorando o final de um filme que tinha amado.
Assim que as irmãs se separaram, a Luciana pegou a roupa e foi com o namorado, dizendo: "Vamos tomar banho!", nos deixando sozinhos. O Jesse acompanhou eles com o olhar, sem entender como os dois estavam ali. Me olhou confusa e corada, mas já respirando mais calma. O cabelo dela tava bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha rolado.
— Como você tá se sentindo, Jesse?... — Perguntei, esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhou.
Ela sentou no tapete, tentando esconder o corpo pelado. Tava toda envergonhada e tímida. Abracei ela, e ela afundou a cabeça no meu peito. Depois de uns segundos, ela falou...
— É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?... — Perguntou com a voz quase inaudível.
— Sim... mas eles não vão contar nada. Te prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?... — Perguntei curioso. E ela me olhou, corando, e respondeu...
— Sim... bastante... — E me deu aquele sorriso dela que derretia qualquer um.
Bom, termina por aqui. Tem outro usuário que já postou esse relato com mais partes, então vou deixar os links aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2036165/La-Nena-De-La-Familia-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036185/La-Nena-De-La-Familia-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036189/La-Nena-De-La-Familia-Parte-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036195/La-Nena-De-La-Familia-Parte-5.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036202/La-Nena-De-La-Familia-Parte-6-Final.html
— Já tô indo praí, te espero na sua casa... — Que era mentira, eu tava na minha casa.
— Beleza, me espera se não te incomodar, tão aqui o Jesse e a Luciana pra te entreter... — Ela falou rindo e meu rosto se iluminou. Eu também sabia que a Luciana provavelmente ficava com o Jesse porque os pais delas não queriam que o Jesse ficasse sozinha. Protegiam ela de um jeito doido. E se eu fosse, talvez me deixassem o Jesse sob meus cuidados.
Fui pra casa e a Luciana me atendeu. Que gostosa do caralho. A Luciana parecia uma daquelas pornstars americanas. Pura voluptuosidade e cara de gatinha. Tava com uns jeans apertados que marcavam toda a bunda impressionante que ela tinha, os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta que ela usava. O namorado dela também tava lá, e a gente começou a conversar na sala os três.
Não via o Jesse, provavelmente tava no quarto dela. A Luciana e o namorado, na conversa, me falaram cúmplices, se eu ficasse na casa com o Jesse, assim eles podiam sair. Eu, fingindo que tava fazendo um favor pra eles, falei que tava de boa, que eu ficava cuidando do Jesse. Por dentro, eu pulava de alegria.
— A gente volta antes das 7, o Jesse tá no quarto dela, avisa pra ela não abrir a boca... mas ela confia em você. — A Luciana falou e me deu um beijo na bochecha... amei ter ela perto de mim.
— Não façam putaria!... — Falei enquanto eles iam embora e eles riram. Finalmente tava sozinho com o Jesse, tinha a tarde toda. Sem fazer barulho, subi as escadas até o quarto dela. A porta tava fechada, mas dava pra ouvir que ela tava tocando um CD da Norah Jones, romântica a menina. Abri Abri a porta bem devagar e vi ela, deitada na cama, lendo um livro. Uma gostosa, vestindo um shortinho azul esportivo e uma camisetinha rosa solta, que deixava a barriguinha de fora. Ela me viu e sorriu largo. Pulou da cama num salto e me abraçou.
— Oiiee!!... O que cê tá fazendo aqui? — Falou me dando um beijo na bochecha.
— Sou seu babá, a Luciana saiu com o namorado e a gente vai ficar sozinho até a tarde... — Falei sorrindo, ela riu e me abraçou forte. Subindo na ponta dos pés, me deu um beijo suave nos lábios. Depois de uns segundos, agarrei as bundinhas dela, massageando. Ela me olhou com aquele olhar diferente de quem tá apaixonada, e a gente sentou na cama pra conversar. Jesse se aninhou no meu ombro, eu abracei ela fazendo carinho. Dava pra ver que ela adorava ser mimada.
— O que cê tava lendo? — Perguntei.
— Um romance onde uma mina se apaixona por um cara mais velho, e todo mundo é contra, mas eles se amam... — Ela falou toda animada. Era bem romântica e melosa, acreditava em príncipe encantado e finais felizes.
A gente continuou conversando sobre essas bobagens que ela gostava, enquanto eu com uma mão brincava com os cachinhos do cabelo loiro dela, e com a outra acariciava as pernas dela. Até que eu levei a conversa pra assuntos mais íntimos. Jesse começou a me contar o que tinha feito depois daquela tarde. — ... Comecei a fazer o que você me ensinou... — Ela falou tímida. — ...E agora não consigo parar, faço toda noite... — Tava ficando vermelha.
— É normal, é uma coisa boa... — Falei tranquilizando ela, enquanto minhas mãos esfregavam as pernas dela bem perto da buceta.
— Quer que eu faça agora? — Falei no ouvido dela, e ela deitou a cabeça no meu peito e concordou com a cabeça. Então, devagar, enfiei minha mão dentro do shortinho dela, por dentro da calcinha de algodão, e comecei a tocar ela.
— Ahhh... isso... eu gosto... — Ela gemeu me abraçando mais forte. Enquanto eu batia uma pra ela, ela mexia o corpo. contra o meu, ofegando cada vez mais forte. Eu tava muito tesudo, tinha esperado por isso há semanas, então falei pra ela.
— Tira minha coisinha e faz aquela parada da outra vez... — com a intenção de que ela me masturbasse. Jesse desabotoou o cinto do meu jeans e puxou meu pau pra fora, que já tava durasso. E sem mais, ela abaixou a cabeça e enfiou na boca.
Não esperava por isso, mas amei, deixei ela fazer o que quisesse.
— Mmmm... mmmmm... mmmm — ela soltava sons com a boca enquanto chupava. Eu baixei um pouco a calça dela e deixei a bunda dela no ar, comecei a passar a mão na bunda dela com as minhas mãos. Salivei um dedo e comecei a enfiar no cu dela.
— Mmmmm!!!... mmmm... mmmmmmmmmmm... — ela reclamou no começo, mas depois continuou como se nada. Eu tinha dois dedos na buceta dela, entrando e saindo, e outro no cu dela se mexendo em círculos. A língua dela no meu pau tava fazendo um bom trabalho, ela enfiava até onde dava, passava a língua, me batia uma punheta... Jesse aprendia bem rápido a fazer de tudo.
— Aahhh... aahhhh... aahhhhhh... — até que ela tirou meu pau da boca e começou a me bater uma punheta rápida com a mão. Eu tava quase gozando, então mexi meus dedos mais rápido dentro dela. Aproveitei e enfiei outro dedo no cu dela, e mexi com força. Jesse reagiu a isso, se contorcendo toda.
— Ahhh!!... aaaaahhhh!!!!... AAAAAAAHHH!!!... — ela começou a gozar gritando, enquanto meu pau não aguentou mais e começou a jorrar porra direto na carinha dela. Jesse percebeu e abriu a boca tentando pegar, mas a maior parte lambuzou a cara dela. Depois, ofegante e desesperada, ela juntava o sêmen do rosto com as mãos e chupava meu pau, engolindo toda minha porra rapidinho. Aquela imagem de ver ela desesperada pra engolir tudo me excitou pra caralho, a mina era a amante perfeita, um sonho realizado.
Jesse ficou respirando pesado e sorrindo, toda corada. Eu, depois de ver como ela devorava minha porra gulosamente, ainda tava com o pau durasso.
— Vou te ensinar outra coisa... — falei, e ela me olhou. emocionada. Me aproximei dela e, acariciando a bochecha dela, comecei a falar:
- Primeiro vai doer um pouco, mas depois vai ser melhor que isso, tá?..- Jesse me olhou meio assustada e sem entender, mas falou "tá bom", sem me contradizer. Então deitei ela na cama, devagar tirei a calça dela... Depois a calcinha. Ela tava nervosa por ficar pelada na minha frente, mas só me olhava esperando. Acariciei as pernas dela e ela suspirou.
- Senta em cima de mim...- Falei quando ela já tava completamente nua, só com umas meias brancas. O corpo dela tremia levemente de emoção e nervoso. E devagar, ela veio e se ajoelhou em cima de mim... Depois sentou e meu pau ficou encostando na barriga dela. Ela respirava ofegante e tremia um pouco mais que antes.
- E agora?...- Ela falou me olhando. Percebi o nervosismo na voz dela, que mal dava pra notar. Segurei ela pelas nádegas e levantei um pouco, deixando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela.
- Você vai meter isso aí? Não... Não vai entrar...- Ela falou assustada, mas eu beijei ela e falei.
- Vai entrar sim, primeiro vai doer um pouco, se quiser morder meu ombro, morde... mas depois você vai adorar...- Eu falava, ela me olhava prestando toda atenção do mundo.
- Agora, vou te descendo devagar, e quando sentir o topo, me fala quando estiver pronta, tá?..- Ela concordou com a cabeça e me abraçou forte pelo pescoço. Era a hora... Desci ela um pouco. Se fosse por mim, teria metido de uma vez, sem pena... Mas Jesse era uma coisa tão gostosa, que eu ia fazer do jeito mais suave possível.
- Aahh... aahhhh...- Ela gemeu quando a cabeça entrou. Era tão gostoso estar dentro dela, que tive que me segurar pra não deixar ela cair de uma vez.
- Mmhhhhhhaaa...- Ela gemeu quando desci um pouco mais. Tava com os olhos fechados e mordendo os lábios. Depois ela falou: "ahh, ah aí...". Senti o cabaço dela, a pele que fazia ela virgem. Não podia acreditar que ia desvirgar ela, isso era um sonho realizado. realidade. Jesse respirava pesado, enchendo o peito como se tivesse acabado de correr, tinha os olhos fechados e me abraçava tão forte que tava me deixando sem ar.
- Pronta?... - Perguntei, ela disse "ahã" sussurrando. E de repente, deixei ela cair, enterrando toda minha pica dentro dela.
- Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!... - Ela gritou e cravou as unhas nas minhas costas. Me segurei, porque depois de gritar, Jesse me mordeu o ombro com força. A buceta dela apertava minha pica, sentia as contrações, como ela se ajustava perfeitamente na grossura do meu pau. Era quentinho, uma sensação incrível, não se comparava com nenhuma outra mulher. Comecei a beijar ela, ela tinha lágrimas nos olhos, mas aguentava firme como uma rainha. Depois de um tempo, comecei a levantar ela devagar, e depois descia bem devagar, penetrando ela.
- Aahhhhh!!... aahhhh!!!!... - Ela gemia alto, com um pouco de dor. Mas eu continuei, mesmo que me matasse ver ela sofrer assim. Mas minha excitação falava mais alto, então segui descendo e subindo ela. Cada vez um pouco mais rápido, deslizando toda minha pica por dentro dela.
- Aaahhhhh... aahhhhhh... - Os gemidos dela foram se acalmando, a dor passando. Ela já não me apertava tanto com os braços. E nessa altura, eu já subia e descia ela rapidamente. Ela tava com a cabeça encostada no meu peito, e quando percebi, tava gozando pra caralho.
- Aaahh... aahhh... aahhhh... - Deixei ela, ela mesma subia e descia, enfiando minha pica até o talo, tirava de novo, e enterrava de novo sozinha. Jesse começou a subir e descer cada vez mais rápido, ofegando mais forte, me fazendo segurar a gozada.
- Aaaahhh... siiiim... aahhh... ahh... ahh... - Ela gemia sem parar, se esfregando no meu corpo. Eu peguei e meti dois dedos babados no cuzinho dela, que entraram perfeitamente. E depois de um tempo, ela tensionou o corpo, começou a tremer e a gritar, me abraçando forte de novo.
- Aahhhhhhh!!!!!!... - Ela teve um orgasmo violento, e como eu não aguentava mais, e não queria gozar dentro dela, joguei ela na cama, me ajoelhei por cima dela e coloquei meu pau na cara dela. Jesse sabia o que eu queria, e engoliu rapidinho... comecei a gozar com jatos enormes na garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar nada, e continuou chupando meu pau até não sair mais porra.
-Uau....- Ela disse ofegante e cansada quando me deitei ao lado dela, também ofegante. Ela se aninhou do meu lado e me disse.
-Foi incrível, nunca senti nada igual...-
Viu que ia gostar?..- Falei sorrindo.
-Adorei...- Ela disse. Depois de descansar um pouco, já era meio-dia. Falei pra gente descer pra comer algo, e depois a gente via o que fazer, mas eu já tinha planos pra tarde. Ela foi no banheiro se lavar e trocar. Vi os lençóis manchados com um pouco de sangue, então desci pro lavanderia e coloquei na máquina de lavar, pra sumir com as provas. Se alguém descobrisse que eu tinha desvirginado a gostosona da família, me matavam.
Mesmo assim, eu tava perdido num mundo de tesão, não pensava seriamente no que tinha feito, nem no que ia fazer, só queria viver o momento e aproveitar ao máximo. Daí voltei e Jesse saía do banheiro. Tinha tomado banho, o cabelo molhado e coberta com uma toalha.
Sorri largo ao ver ela.
-Vou me trocar e a gente come algo...- Ela disse enquanto abria o armário. Tava agindo bem natural, aos poucos perdendo aquela timidez dela comigo. Aí me veio uma ideia, e falei.
-Jesse, por que não veste o uniforme da escola?- Falei, depois do que rolou, me excitava pra caralho transar com ela de uniforme.
-Você gosta?...- Ela perguntou, estranhando minha proposta.
-Adoro como fica em você, você fica linda de uniforme...-
-Ah... obrigada...- Ela disse, pegando o uniforme no armário. Eu vi que tinha outros uniformes também, e perguntei curioso:
-Não tem um uniforme do - Ano passado? - Ela me olhou sem entender, mas depois olhou pro armário e me disse.
- Sim, mas tão pequenos pra mim, mãe vai jogar fora qualquer hora... - Eu sorri, e Jesse caiu na real do que eu queria. Sorrindo safada, pegou outro uniforme e levou pro banheiro.
- Não sai daí, que já volto... - Falou enquanto corria e se trancava no banheiro. Esperei ansioso, Jesse me deixava louco, meu pau começou a pulsar dentro da calça, e quando vi ela sair, foi tipo um sonho realizado.
- Gostou como ficou em mim?.. Tá super pequenininho... - Perguntou. Eu só sorri: Mal cabia no corpo dela, que crescia pra caralho. A saia ficava bem curta, quase na altura da bunda, e a camisa colava no corpo dela, marcando os peitos, com a gravata caindo no meio deles. Meu pau pulsou ao ver aquela gostosa na minha frente.
Depois descemos pra cozinha. Vale dizer que quando Jesse descia as escadas, a saia levantava com o jeito dela andar e dava pra ver a bunda toda. Além disso, pude reparar como ela rebolava ao caminhar, já que sempre usava roupas largas, nunca tinha visto o jeito dela andar... mas agora percebi que era uma gatinha, pelo jeito que mexia as pernas.
Fizemos uns sanduíches e comemos conversando besteira. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ela sentada na cadeira mexia elas igual uma menininha, abria e fechava. Depois não sei o que foi pegar no armário, que teve que ficar na ponta dos pés... a saia levantou toda, deixando a bunda dela na minha vista, bem na minha frente.
Não aguentei mais, levantei e fiquei atrás dela, abracei, encostando todo o meu volume na bunda dela. Ela parou de procurar no armário e se apoiou na pia com as mãos, se deixando apalpar. Minhas mãos percorreram o corpo dela, até ficar massageando os peitos dela. Jesse olhou pra trás, comecei a beijar ela. Ela, além disso, mexia a bunda esfregando no meu volume, me estimulando pra caralho. Uma das minhas mãos já estava passando a mão na buceta dela, nossos corpos se moviam se esfregando um no outro.
Nisso, peguei a Jesse e encostei ela na mesa. Ela se deitou ali, deixando a raba empinada e totalmente à minha disposição. Abaixei a cabeça até as pernas dela, puxei a calcinha pra baixo e comecei a lamber a racha dela, fazendo ela gemer.
– Aahhh... siiiim... – Ela ofegava com a cabeça apoiada na mesa. Enfiei uns dedos, e minha língua foi um pouco mais pra cima, até o cu dela. Comecei a lamber, tentando enfiar a língua naquele buraquinho apertado, o único que ainda não tinha estreado.
– Mmm... Aahhh... – Ela continuava, minha língua ia e vinha da buceta dela pro cu, e eu percebia as pernas dela bambiando de tanto tesão. Tirei meu pau da calça, precisava de ação. Então me levantei, encostei na entrada dos lábios vaginais dela e deslizei pra dentro sem nenhuma dificuldade.
– Aahhhhhhhhhh... – Jesse suspirou fundo quando sentiu ele dentro. Segurei ela pela cintura e comecei a meter devagar, mas com estocadas fortes. Cada penetração era respondida com um gemido dela, cada vez mais alto.
– Aahhh!!... ahhh!... ahhhh!... aahhh!!... – A cada vez eu aumentava mais a velocidade. Minhas mãos percorriam o corpo dela, até que umedeci meus dedos com saliva e comecei a passar na raba dela, enfiando um sem muita dificuldade.
– Mmmm!!... aahhh... ahh... – Ela não reclamou muito até eu enfiar um segundo dedo. Comecei a girar eles, tentando abrir o esfíncter dela. Mas meu pau na buceta dela já tava fazendo o trabalho, e não deixava ela reclamar muito.
– Aaahh!... aahhhh!... aaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!... – Jesse começou a gozar, se agarrando na mesa e arqueando a cintura. Mas eu continuei metendo no mesmo ritmo, sem parar nem um segundo. Consegui enfiar um terceiro dedo no cu dela, ela soltou um gemido, mas continuei abrindo o cuzinho dela. Até que depois de um tempo, me apoiei nas costas dela, tirei o pau da buceta, lambuzei ele de saliva e encostei na entrada do cu dela.
– Não vai entrar... – Ela disse suspirando, com os cabelos grudados no rosto de tanto suor. Eu segurei as mãos dela e imobilizei com o peso do meu corpo, e fiz pressão com minha pica, até que a cabeça entrou.
— Aaahhh!!!... dói!!... — Ela reclamou, fechando os olhos e apertando os dentes. Mas eu continuei e empurrei um pouco mais, deslizando minha pica só uns centímetros.
— Haayyyy!!!... tira!!!... dói!!!... ahhhhh!!... — Ela reclamava, tentava se mexer e sair, mas eu não deixava, segurava ela firme. Continuava fazendo pressão, minha pica ia enterrando cada vez mais. Sentia como o anelzinho dela apertava minha pica de um jeito incrível, era muito apertado.
— Só mais um pouco e já era... aguenta... — Eu dizia no ouvido dela, vendo que ela já tinha lágrimas nos olhos, apertava os dentes e se segurava na mesa com as mãos, aguentando. Minha pica já tava quase toda dentro, o corpo da Jesse tremia, até que, depois de um tempo e muito suor, entrou completamente.
— Me... ahhhgghh... queima... aahh... — Ela reclamava, mas eu deixei minha pica parada lá dentro. Pra aliviar a dor dela, com a mão comecei a masturbar ela. Ela começou a gemer numa mistura de dor e prazer. Minha pica pulsava de tesão nas entranhas dela, minha mente viajava ao saber que eu tava prestes a comer a irmãzinha da minha namorada de uniforme escolar...
— Aahhh!!... aagghh!!!... aahhh!!!!... — Comecei a bombar, fazendo a Jesse gritar. Tirava ela devagarzinho da minha pica, e enterrava de novo até o talo. Ela respirava que parecia que tava num parto, tinha a cara toda suada e os cabelos caindo na testa.
— Aaah!!... aahhhh!!... ahhhh!!... — Aos poucos eu aumentava as estocadas. Desabotoei a camisa dela e tirei os peitos pra fora. E enquanto continuava masturbando ela, comecei a massagear as tetas beijando o pescoço dela. Ela gemia já com mais prazer do que dor.
— Aahhh... aahhhh... ahhhh... — Não demorou muito até que só dava pra ouvir prazer vindo dela. então eu me dediquei a foder ela com calma. De vez em quando, eu tirava minha pica da bunda dela e enfiava de uma vez na buceta dela... Depois voltava pro cu, onde minha pica já entrava deslizando perfeitamente. Eu adorava sentir minha barriga batendo nas nádegas dela a cada estocada.
- Você gosta agora, Jesse?... - perguntei, bombando mais forte. Ela dizia "siiiiim" mal conseguindo entre os gemidos. Agarrei a cintura dela com as mãos e fui metendo cada vez mais forte, fazendo ela gritar de prazer. A bunda dela vibrava e engolia minha pica até sumir. Depois, me deitei sobre ela e agarrei os peitos dela, apertando eles, bombando mais forte, vendo meu orgasmo e o dela chegando.
- Aahhh... ahhh!!... aahhh!!!... aaahhhhhhhhhhhh!!! - Ela começou a gozar num tesão danado, eu não aguentei mais. Dando umas estocadas fortes que faziam a mesa se mover, comecei a gozar jorrando muito leite dentro da bunda dela, enchendo ela. A sensação era incrível, não dá pra descrever. Ficamos ali, ela embaixo e eu deitado nas costas dela por um tempo, ofegando e recuperando o fôlego, todos suados. Minha pica murchou e eu saí de dentro dela. A Jesse parecia que tinha corrido uma maratona, tava toda exausta.
- Vamos pro quarto pra você descansar... - falei, e ela sorriu. Quando vi ela andando com dificuldade, peguei ela no colo e carreguei até o quarto dela. Ela envolveu meu pescoço com os braços. Depois, coloquei ela na cama, e sem mais, a Jesse dormiu, cansada do esforço que tinha feito. Fiquei olhando pra ela, sem acreditar que uma coisinha tão pequena podia me dar tanto prazer. Depois fui tomar banho, tava todo suado, minha meta de desvirginar ela nos três buracos tava cumprida.
Depois do banho, me deitei com a Jesse abraçado nela, de conchinha. Ela encaixou a bunda bem no meu volume, dormindo, e ficamos assim por umas horas. Quando acordei, já era tipo 5 da tarde. Luciana ia chegar, pelo que eu imaginava, umas 7 da noite, igual a Jazmín. E os pais delas só à noite. Jesse não estava na cama, mas ouvi o barulho da água do chuveiro no banheiro. Ela tava se lavando, então desci pra cozinha, preparei algo pra comer e fui pra sala ver TV.
— Já tomei banho duas vezes... — Jesse falou sentando do meu lado. Ela tinha se trocado, agora tava usando um vestido verde que ia até os joelhos, mas que insinuava a forma dela. Prendeu o cabelo em duas marias-chiquinhas, e tava com um perfume gostoso de rosas que eu curti pra caralho.
— Como você tá se sentindo?... — Perguntei, mas ela deu de ombros e rindo disse: “muito bem”. Percebi que não tinha rolado nada, porque eu achava que podia ter machucado ela depois de ter fodido ela tão selvagemente como fiz na cozinha.
A gente tava vendo TV de boa, enquanto eu tomava um refri, ela tinha um pote de sorvete e comia de um jeito muito sensual. Ela obviamente não sabia que tava fazendo isso. Fiquei olhando como ela enfiava a colherzinha na boca e apertava os lábios. Ou se escorria um pouco, passava a língua nas mãos. Tava me excitando ver aquilo, até que ela rindo falou:
— O quê?... — Sem entender por que eu tava olhando daquele jeito.
— Gosto muito quando você come sorvete assim... — Falei.
— Como, assim?... — Disse ela comendo outra colherada, me encarando com aqueles olhões azuis. Minha pica tava pulsando na calça, Jesse viu como um volume cada vez maior se formava.
— Coitadinho... agora tô com vontade de comer outra coisa... — Ela falou abaixando o zíper da minha calça, e sem mais tirou minha pica que saiu disparada, dura e pronta pra ação.
— Mmmmmmm.. Assim você gosta?... — Disse ela passando a língua e apertando o tronco com uma mão.
— Dá uns beijinhos... isso... — Jesse beijava a cabeça da minha pica. Depois, e isso me surpreendeu pra caralho, pegou sorvete e besuntou minha pica com ele. Começou a passar a língua por todo o comprimento, a A sensação do sorvete frio e da língua morna dela me enlouquecia... finalmente, chupei até onde dava. Ela começou a sugar como se estivesse mamando uma mamadeira, roçando a língua sem mexer a cabeça. A garota aprendia rápido, me dava sensações muito melhores que qualquer mulher... talvez melhor que a Jasmim.
- Mmmmm... mmm... - Depois, com uma mão, peguei no cabelo dela, tirei do rosto, e enquanto ela subia e descia a cabeça, estendi a mão até a bunda dela e comecei a enfiar uns dedos. Ela ainda estava dilatada, entraram fácil. E o melhor é que a Jesse nem reclamou quando recebeu dois dedos.
Olhei o relógio, eram seis da tarde, dava tempo pra mais uma sessão de sexo. A Jesse chupava devagar, aproveitando o comprimento inteiro da minha pica com a boca. Depois de um tempo, deitei ela no sofá de barriga pra cima, levantei o vestido, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela — era a vez dela.
- Aahhh... siiiim... eu gosto disso... mmmmaaahhh... - A Jesse começou a gemer, apertando minha cabeça com as pernas. Minha língua ia e vinha na rachinha dela, brincando com o clitóris, enfiava dedos, ela se contorcia no sofá gemendo sem parar. Até que, depois de uns minutos, ela apertou minha cabeça com as pernas quase me sufocando, tendo um orgasmo poderoso. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, de uma estocada só, enfiei toda a minha pica na buceta dela.
- Aaahhhhhhhh!!... - Comecei a bombar forte, adorava ouvir ela gritar, ver os peitos dela balançando debaixo do vestido. Fiquei um tempo assim penetrando ela, até que virei ela, tirei o vestido, deixando ela nua... e de quatro, enfiei minha pica na bunda dela devagar, mas sem dificuldade.
- aaahhh... devagar... - Ela falou quando comecei a bombar a bunda dela. Segurei ela pela cintura, metia e tirava meu pau da bunda dela. Ela mordia a mão e tinha os olhos fechados. A gente tava assim, trepando, quando ouvi um barulho e, olhando rápido pra porta de entrada do Vivo, vejo a Luciana
e o namorado dela olhando pra gente. E o mais chamativo de tudo era que o namorado da Luciana tava com o pau pra fora se masturbando... e a Luciana tava com a mão dentro da calça jeans dela, também se tocando.
Isso me excitou pra caralho, ter plateia. Comecei a bombar a Jesse com mais força.
-Aahhh!!... aahhh!!... aahhh!!!...- Ela gritava. Luciana me olhava com um sorriso nos lábios, segurando uma das tetonas dela e apertando, enquanto com a outra se punhetava com força. Luciana falou algo no ouvido do namorado, e os dois me olharam rindo. Jesse nem percebia isso, tava muito ocupada recebendo meu pau no cu dela brutalmente. Ela mordia os nós dos dedos e tinha a cabeça encostada no chão, com os olhos fechados.
-Aaahhh... aahhh... aahhmmmmmmm... mmmm...- Jesse, que tava ofegante de boca aberta, levantou a cabeça por um momento, apoiando os cotovelos no chão... Eu me deitei nas costas da Jesse, penetrando ela com mais força, e falava no ouvido dela.
-Relaxa, gata... aproveita... você vai ver como vai adorar...- Jesse tentou me afastar um pouco, mas enfiei meus dedos na buceta dela e ela se acalmou. Luciana tinha se sentado no colo do namorado num sofá perto da gente. Fiquei putamente excitado vendo ela sem a calça jeans, o namorado amassava as tetonas enormes dela e enfiava os dedos sem parar na buceta. Luciana punhetava o namorado freneticamente. Os dois olhando pra gente, plateia. Luciana tinha um sorriso malicioso na cara... vendo como eu comia a irmã dela.
-Você gosta da minha irmãzinha?...- Disse Luciana me abraçando por trás, apoiando a cabeça no meu ombro. Senti as tetonas enormes dela encostadas nas minhas costas.
-Você gosta da minha irmãzinha? - Ela continuava falando, olhando fixamente meu pau entrando e saindo do cu da Jesse. Ela tava de olhos fechados e ainda não percebia nada. O corpinho branco dela tava todo suado e se contorcia a toda hora... gozando em múltiplos orgasmos.
-Mmmm!!.... mmmm... mmmm...- Ela ofegava sem parar. A A situação era inacreditável, só faltava a Jasmim chegar e entrar na festa... uma orgia em família.
A Luciana tava passando a mão no meu corpo, me abraçando por trás, até começou a me beijar com paixão, enfiando a língua até minha garganta. O namorado dela assistia tudo do sofá se masturbando.
Ele ria e se espantava com o que a gente tava fazendo. Parecia que excitava ele ainda mais eu beijar a namorada dele. Comecei a chupar os peitões da Luciana. Deus... eram enormes, tipo duas melancias. A Luciana apertava minha cabeça contra ela. Começando a gemer.
-Aahhhh!!... - Gemeu forte a Jesse, ainda de olhos fechados e aguentando a foda. Era foda pensar na cena. Eu tava metendo na buceta da Jesse, a menina da casa que todo mundo cuidava como uma bonequinha, e ao mesmo tempo, tinha a irmã dela, Luciana, esfregando os peitos na minha cara. E sem esquecer do namorado dela se masturbando como espectador de filme pornô.
-Aahhh!!!!!... aahhh!!!!!... aahhhhh!!!... - A Jesse continuava gritando. Aumentei as estocadas. Tava segurando a Jesse pelas nádegas, cada vez bombava mais rápido, mais forte, e a Jesse gritava cada vez mais.
-Aaaaaahhhh!!... aaaaaahhh!!!!... aaaaaahhhh!!!!.. - A Luciana assistia tudo de perto, e enfiava todos os dedos que podia se masturbando. Até que senti que ia gozar, não aguentava mais. Tirei meu pau de dentro da Jesse.
Ela caiu no tapete deitada. Me ajoelhei na frente da Jesse com o pau prestes a explodir na mão, apontando direto pra carinha dela. Quando a Jesse me olhou, comecei a gozar com uns jorros enormes de porra. Dava pra ver que ela tava confusa, mas ao receber os primeiros jorros, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra receber a porra que caía na cara dela.
-Aaahmmmmm... - Ela gemia enquanto engolia instintivamente minha porra. Esfreguei meu pau na cara dela. A Jesse sozinha abria a boca e metia ele, chupava como se fosse a coisa mais natural do mundo. E naquele momento foi quando ela percebeu que a Luciana, a irmã dela... Cara, ela tava do lado dele, se masturbando e olhando fixo pra ela.
A Luciana, com aquele sorriso safado, se ajoelhou na frente do Jesse e começou a lamber o rostinho da irmã, limpando com a língua o esperma que escorria. O Jesse só ficou lá, deitada quieta no chão. Eu já esperava qualquer coisa depois daquilo. Ainda mais quando a Luciana começou a beijar a irmãzinha... O Jesse abriu os olhos, surpresa ao sentir os lábios da irmã nos seus. Mas depois de um tempo, fechou os olhos e se deixou levar pelo beijo.
— Inacreditável, cara! Inacreditável! — Gritava o namorado da Luciana, gozando no sofá. Ele tava comemorando o final de um filme que tinha amado.
Assim que as irmãs se separaram, a Luciana pegou a roupa e foi com o namorado, dizendo: "Vamos tomar banho!", nos deixando sozinhos. O Jesse acompanhou eles com o olhar, sem entender como os dois estavam ali. Me olhou confusa e corada, mas já respirando mais calma. O cabelo dela tava bagunçado e o corpo todo suado. Ela não entendia nada do que tinha rolado.
— Como você tá se sentindo, Jesse?... — Perguntei, esperando levar um tapa na cara. Mas ela só me olhou.
Ela sentou no tapete, tentando esconder o corpo pelado. Tava toda envergonhada e tímida. Abracei ela, e ela afundou a cabeça no meu peito. Depois de uns segundos, ela falou...
— É... bem... eles nos olharam o tempo todo, né?... — Perguntou com a voz quase inaudível.
— Sim... mas eles não vão contar nada. Te prometo. Você gostou do que rolou agora há pouco?... — Perguntei curioso. E ela me olhou, corando, e respondeu...
— Sim... bastante... — E me deu aquele sorriso dela que derretia qualquer um.
Bom, termina por aqui. Tem outro usuário que já postou esse relato com mais partes, então vou deixar os links aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2036165/La-Nena-De-La-Familia-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036185/La-Nena-De-La-Familia-Parte-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036189/La-Nena-De-La-Familia-Parte-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036195/La-Nena-De-La-Familia-Parte-5.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2036202/La-Nena-De-La-Familia-Parte-6-Final.html
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