Quando meu pai nos abandonou, eu ainda era muito pequena, minha mãe trabalhou muito para nos criar, a mim e ao meu irmão mais velho, durante muitos anos ficou sozinha, não saía com ninguém, só trabalho e casa, minha mãe sempre foi muito gostosa, alta, gordinha mas muito bem proporcionada, pele branca com uma juba ondulada castanha, olhos lindos e enormes, nunca lhe faltaram pretendentes. Quando completei 18 anos, disse a ela que queria me dedicar a trabalhar um ano para economizar um pouco de dinheiro e entrar na universidade. Graças a uns contatos que tinha, consegui entrar como assistente de um escritório de advocacia, não me saía mal, aprendia muito, fiz bons amigos, alguns dos quais me convidavam para sair e com alguns acabava na cama, me soltei um pouco nessa fase da minha vida. Poderia se dizer que me tornei um pouco viciada em homens, tinha 18 anos, era a versão jovem da minha mãe, quadris pronunciados, alta, pernas perfeitas, peitos enormes, todos queriam me convidar para sair e transar comigo e quase foi assim, exceto meu chefe que era casado e muito sério e um advogado que já era bem velho. Meu ego estava nas alturas, achava que não havia homem que pudesse resistir a mim, estava consciente de que minha beleza não duraria muito tempo, então ia aproveitar. Passou um ano, esqueci a universidade, meu objetivo era subir mais, talvez entrar na política, um dos meus amantes era um importante membro de um partido político do meu estado. Nesse meio tempo, minha mãe, enfermeira, conheceu um médico mais ou menos da mesma idade dela, começaram a sair por um tempo até que ele a levou para casa para que meu irmão e eu o conhecêssemos, ao vê-lo fiquei surpresa, era demasiadamente atraente, muito viril, corpo bom de academia e da vida mesmo, tinha uma barba pronunciada, seus olhos eram lindos, sua voz profunda e tranquila, fiquei dias pensando nele, não conseguia tirá-lo da cabeça. Quando ele ia à casa, eu procurava andar provocativa para que ele reparasse em mim, fazia isso inconscientemente, era mais meu ego e minha tesão que me fazia fazer essas loucuras, ele já ficava pra dormir com a minha mãe, de algum jeito a gente já tinha aceitado ele na família. Uma vez eu levantei pra ir ao banheiro, que fica do lado do quarto da minha mãe, quando passei escutei que eles estavam transando, minha mãe mesmo sem querer fazer barulho deixava escapar um ou outro gemido de prazer, fiquei escutando um tempo fantasiando, minha mão desceu até minha virilha e eu comecei a me tocar por cima do pijama. Saí correndo pro meu quarto, tirei meu pijama, peguei meu brinquedinho e me masturbei com muita vontade. Pelo que minha mãe me contou dele, ele não tinha filhos, foi casado uma vez mas descobriu que é estéril, por isso se divorciou, não fazia muito tempo que tinha chegado na cidade, minha mãe gostava muito dele e eu notava que ele também gostava da minha mãe, eu me sentia mal de desejá-lo mas não conseguia evitar. A gente fez uma viagem em família pra praia, ele foi com a gente, eu estava decidida que pelo menos uma foda dele eu ia ter, comprei um biquíni super pequeno de fio dental que mal cobria o necessário, o sutiã mal conseguia conter minhas tetas e de vez em quando um dos meus pezinhos escapava, minha mãe me olhava um pouco com desconfiança embora sempre me disse que se eu quisesse mostrar o quanto eu era gostosa não tinha por que ter problema. Nesse dia a gente desceu pra praia, além do biquíni eu tava com um blusão transparente, enquanto a gente curtia o momento o namorado da minha mãe me olhava, várias vezes eu o peguei olhando minhas tetas ou senti o olhar dele na minha bunda, enquanto ele tomava sol eu levantei, fui até o isopor pegar uma bebida e me agachei na frente dele, minhas nádegas se abriram, senti que ele olhou o fio dental inteiro, quando a gente foi comer ele já não conseguia disfarçar, os olhares dele eram meus. Naquela noite eu e meu irmão fomos pra uma balada, o ambiente não era tão bom, a gente tomou uns drinks e depois não voltamos pro hotel, minha mãe e o namorado dela dormiam no quarto deles, meu irmão foi pro dele e eu pra minha mia, tirei o vestido e a calcinha, coloquei um shot e uma blusa e fui ao banheiro, quando ia fechar a porta algo impediu. Ainda não tinha acendido a luz do banheiro quando algo me pegou pela cintura, ouvi a voz do namorado da minha mãe sussurrando pra eu não fazer barulho, me pegou pelo cabelo e me deu um beijo; com certeza era o que eu queria mas não esperava naquele momento, ele me olhou e disse que eu passei o dia todo provocando ele e que ia me dar o que tanto pedia, me disse que eu era uma puta completa, que ia me castigar por querer tirar o homem da mãe dele, não sei por que mas tudo que ele me disse me deixou muito excitada. Ele me mandou ficar de joelhos e eu obedeci, abaixou a cueca e deixou sair um pau grande e grosso, me mandou abrir a boca e enfiou de uma vez até a minha garganta, eu estava me engasgando, ele não era carinhoso, de alguma forma queria me pegar à força, estava fodendo minha boca, eu queria afastá-lo mas ele não deixava, já não conseguia respirar direito foi quando ele me soltou, me pegou pelo cabelo de novo e disse que é assim que se tratam as putas como eu, que só querem excitar os homens, eu queria responder que esses comentários já não eram sexy mas mal estava recuperando o fôlego quando ele de novo me fez abrir a boca pra enfiar o pau na minha boca de novo, enquanto fazia isso, levantou minha blusa deixando meus peitos de fora, apertava forte meus mamilos, doía muito, e comecei a chorar, mas ele não parava, me levantou e tirou meu short, cuspiu na entrada do meu cu e me penetrou forte, quis gritar mas ele tapou minha boca, ficou fodendo meu cu bastante tempo, até que saiu de lá e enfiou na minha buceta, me pegou pelo pescoço e dizia no meu ouvido que ia gozar dentro de mim, senti jatos e jatos de porra dentro de mim, quando isso aconteceu não sei por que mas estava começando a gostar de tudo aquilo, achava muito sujo e ousado mas já estava gostando. Ele me disse pra limpar o pau dele com a boca, o gosto do esperma dele me fez deixar mais excitada, embora não quisesse que ele percebesse, fingi que queria vomitar, mas ao ver isso, ele me pegou pelo pescoço, me ordenou que não vomitasse e enfiou novamente o pênis mole na minha boca, senti ele ficar duro dentro da minha garganta, era um mala e estava pronto de novo, ficamos assim um tempo e ele repetiu o anterior, cuspiu de novo na entrada do meu cu machucado e enfiou, já não gritei mas queria gemer de prazer e dor, tirou o pau e me disse que eu era uma nojenta que deixei o pênis sujo, me fez ajoelhar e limpar o membro com a boca, isso sim me deu um pouco de nojo, mas quando estava limpo ele me levantou, ergueu minha perna e começou a me foder pela buceta, que ainda pingava o esperma dele, ficou me fodendo e eu gemendo de prazer. Ele me pegou pelo cabelo, percebeu que eu já estava curtindo, me disse que assim eram as putas como eu, que quanto mais as comiam como porcas mais elas gostavam, do nada eu disse que sim, que eu era toda uma slut. Ele começou a gemer alto e de novo terminou dentro de mim, também tive meu orgasmo, fiquei com as pernas tremendo no chão do banheiro, ele foi embora e se trancou no quarto com minha mãe, me sentia suja então entrei para tomar banho, estava cansada, depois do banho dormi, no dia seguinte minha mãe e meu irmão já estavam acordados prontos para tomar café, ela me perguntou se não vi o doutor, disse que não, que estranharam porque as coisas dele já não estavam no quarto, tentamos ligar mas ele não atendia, ficamos mais um dia na praia e depois voltamos para casa. Por outro lado, não me preocupei tanto porque segundo meus cálculos estava prestes a entrar na minha menstruação, era pouco provável que ficasse grávida, então não tomei a pílula de emergência, o caso é que o tempo passou, e não desceu, me assustei muito, fui fazer um teste e deu positivo, fiquei gelada, o sujeito tinha desaparecido, não voltou a trabalhar, ninguém sabia nada dele, e eu já estava grávida.
Quando meu pai nos abandonou, eu ainda era muito pequena, minha mãe trabalhou muito para nos criar, a mim e ao meu irmão mais velho, durante muitos anos ficou sozinha, não saía com ninguém, só trabalho e casa, minha mãe sempre foi muito gostosa, alta, gordinha mas muito bem proporcionada, pele branca com uma juba ondulada castanha, olhos lindos e enormes, nunca lhe faltaram pretendentes. Quando completei 18 anos, disse a ela que queria me dedicar a trabalhar um ano para economizar um pouco de dinheiro e entrar na universidade. Graças a uns contatos que tinha, consegui entrar como assistente de um escritório de advocacia, não me saía mal, aprendia muito, fiz bons amigos, alguns dos quais me convidavam para sair e com alguns acabava na cama, me soltei um pouco nessa fase da minha vida. Poderia se dizer que me tornei um pouco viciada em homens, tinha 18 anos, era a versão jovem da minha mãe, quadris pronunciados, alta, pernas perfeitas, peitos enormes, todos queriam me convidar para sair e transar comigo e quase foi assim, exceto meu chefe que era casado e muito sério e um advogado que já era bem velho. Meu ego estava nas alturas, achava que não havia homem que pudesse resistir a mim, estava consciente de que minha beleza não duraria muito tempo, então ia aproveitar. Passou um ano, esqueci a universidade, meu objetivo era subir mais, talvez entrar na política, um dos meus amantes era um importante membro de um partido político do meu estado. Nesse meio tempo, minha mãe, enfermeira, conheceu um médico mais ou menos da mesma idade dela, começaram a sair por um tempo até que ele a levou para casa para que meu irmão e eu o conhecêssemos, ao vê-lo fiquei surpresa, era demasiadamente atraente, muito viril, corpo bom de academia e da vida mesmo, tinha uma barba pronunciada, seus olhos eram lindos, sua voz profunda e tranquila, fiquei dias pensando nele, não conseguia tirá-lo da cabeça. Quando ele ia à casa, eu procurava andar provocativa para que ele reparasse em mim, fazia isso inconscientemente, era mais meu ego e minha tesão que me fazia fazer essas loucuras, ele já ficava pra dormir com a minha mãe, de algum jeito a gente já tinha aceitado ele na família. Uma vez eu levantei pra ir ao banheiro, que fica do lado do quarto da minha mãe, quando passei escutei que eles estavam transando, minha mãe mesmo sem querer fazer barulho deixava escapar um ou outro gemido de prazer, fiquei escutando um tempo fantasiando, minha mão desceu até minha virilha e eu comecei a me tocar por cima do pijama. Saí correndo pro meu quarto, tirei meu pijama, peguei meu brinquedinho e me masturbei com muita vontade. Pelo que minha mãe me contou dele, ele não tinha filhos, foi casado uma vez mas descobriu que é estéril, por isso se divorciou, não fazia muito tempo que tinha chegado na cidade, minha mãe gostava muito dele e eu notava que ele também gostava da minha mãe, eu me sentia mal de desejá-lo mas não conseguia evitar. A gente fez uma viagem em família pra praia, ele foi com a gente, eu estava decidida que pelo menos uma foda dele eu ia ter, comprei um biquíni super pequeno de fio dental que mal cobria o necessário, o sutiã mal conseguia conter minhas tetas e de vez em quando um dos meus pezinhos escapava, minha mãe me olhava um pouco com desconfiança embora sempre me disse que se eu quisesse mostrar o quanto eu era gostosa não tinha por que ter problema. Nesse dia a gente desceu pra praia, além do biquíni eu tava com um blusão transparente, enquanto a gente curtia o momento o namorado da minha mãe me olhava, várias vezes eu o peguei olhando minhas tetas ou senti o olhar dele na minha bunda, enquanto ele tomava sol eu levantei, fui até o isopor pegar uma bebida e me agachei na frente dele, minhas nádegas se abriram, senti que ele olhou o fio dental inteiro, quando a gente foi comer ele já não conseguia disfarçar, os olhares dele eram meus. Naquela noite eu e meu irmão fomos pra uma balada, o ambiente não era tão bom, a gente tomou uns drinks e depois não voltamos pro hotel, minha mãe e o namorado dela dormiam no quarto deles, meu irmão foi pro dele e eu pra minha mia, tirei o vestido e a calcinha, coloquei um shot e uma blusa e fui ao banheiro, quando ia fechar a porta algo impediu. Ainda não tinha acendido a luz do banheiro quando algo me pegou pela cintura, ouvi a voz do namorado da minha mãe sussurrando pra eu não fazer barulho, me pegou pelo cabelo e me deu um beijo; com certeza era o que eu queria mas não esperava naquele momento, ele me olhou e disse que eu passei o dia todo provocando ele e que ia me dar o que tanto pedia, me disse que eu era uma puta completa, que ia me castigar por querer tirar o homem da mãe dele, não sei por que mas tudo que ele me disse me deixou muito excitada. Ele me mandou ficar de joelhos e eu obedeci, abaixou a cueca e deixou sair um pau grande e grosso, me mandou abrir a boca e enfiou de uma vez até a minha garganta, eu estava me engasgando, ele não era carinhoso, de alguma forma queria me pegar à força, estava fodendo minha boca, eu queria afastá-lo mas ele não deixava, já não conseguia respirar direito foi quando ele me soltou, me pegou pelo cabelo de novo e disse que é assim que se tratam as putas como eu, que só querem excitar os homens, eu queria responder que esses comentários já não eram sexy mas mal estava recuperando o fôlego quando ele de novo me fez abrir a boca pra enfiar o pau na minha boca de novo, enquanto fazia isso, levantou minha blusa deixando meus peitos de fora, apertava forte meus mamilos, doía muito, e comecei a chorar, mas ele não parava, me levantou e tirou meu short, cuspiu na entrada do meu cu e me penetrou forte, quis gritar mas ele tapou minha boca, ficou fodendo meu cu bastante tempo, até que saiu de lá e enfiou na minha buceta, me pegou pelo pescoço e dizia no meu ouvido que ia gozar dentro de mim, senti jatos e jatos de porra dentro de mim, quando isso aconteceu não sei por que mas estava começando a gostar de tudo aquilo, achava muito sujo e ousado mas já estava gostando. Ele me disse pra limpar o pau dele com a boca, o gosto do esperma dele me fez deixar mais excitada, embora não quisesse que ele percebesse, fingi que queria vomitar, mas ao ver isso, ele me pegou pelo pescoço, me ordenou que não vomitasse e enfiou novamente o pênis mole na minha boca, senti ele ficar duro dentro da minha garganta, era um mala e estava pronto de novo, ficamos assim um tempo e ele repetiu o anterior, cuspiu de novo na entrada do meu cu machucado e enfiou, já não gritei mas queria gemer de prazer e dor, tirou o pau e me disse que eu era uma nojenta que deixei o pênis sujo, me fez ajoelhar e limpar o membro com a boca, isso sim me deu um pouco de nojo, mas quando estava limpo ele me levantou, ergueu minha perna e começou a me foder pela buceta, que ainda pingava o esperma dele, ficou me fodendo e eu gemendo de prazer. Ele me pegou pelo cabelo, percebeu que eu já estava curtindo, me disse que assim eram as putas como eu, que quanto mais as comiam como porcas mais elas gostavam, do nada eu disse que sim, que eu era toda uma slut. Ele começou a gemer alto e de novo terminou dentro de mim, também tive meu orgasmo, fiquei com as pernas tremendo no chão do banheiro, ele foi embora e se trancou no quarto com minha mãe, me sentia suja então entrei para tomar banho, estava cansada, depois do banho dormi, no dia seguinte minha mãe e meu irmão já estavam acordados prontos para tomar café, ela me perguntou se não vi o doutor, disse que não, que estranharam porque as coisas dele já não estavam no quarto, tentamos ligar mas ele não atendia, ficamos mais um dia na praia e depois voltamos para casa. Por outro lado, não me preocupei tanto porque segundo meus cálculos estava prestes a entrar na minha menstruação, era pouco provável que ficasse grávida, então não tomei a pílula de emergência, o caso é que o tempo passou, e não desceu, me assustei muito, fui fazer um teste e deu positivo, fiquei gelada, o sujeito tinha desaparecido, não voltou a trabalhar, ninguém sabia nada dele, e eu já estava grávida.
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