A novinha da família (Parte 1)

Este relato não é meu, mas curti e não sei se já compartilharam antes, de qualquer forma vou mandar.Isso começou há um ano. Eu tô saindo com uma mina chamada Jasmim. Ela é bem gostosa (falo eu, e todo mundo fala), e valeu a pena todo o esforço que fiz pra conquistar ela. Sempre tive uma certa fraqueza por minas de colégio particular, pelo uniforme, me deixa louco ver elas de saia, camisa e meia. E quando comecei a namorar a Jasmim, ela já tava no último ano do ensino médio.

Ela é loira, de olhos verdes e alta, um metro e setenta. O melhor da Jasmim, e é o que me apaixonou, é a carinha de gata safada, com uns lábios que já fizeram um bom trabalho com o namorado dela. Além disso, tem uns peitos que cabem perfeitamente nas minhas mãos, uma cinturinha fina e pernas bem torneadas, longas. E o atributo mais desejado por mim, a bunda redondinha, que ainda não consegui fazer ela me entregar, ela nega totalmente o sexo anal.

Já faz um ano que tô saindo com ela, e transando em todas as variações, menos o sexo anal já mencionado. A Jasmim saiu do colégio e eu não tenho mais a minha colegial de uniforme. Mesmo assim, ela às vezes veste o uniforme que já tá pequeno nela quando a gente tá sozinho pra me agradar... uma brincadeira de namorados. Mas depois de um ano de namoro, comecei a ir na casa dela cada vez mais seguido, principalmente nesses últimos meses.

Relação séria, mas nessas visitas, quando eu fazia meu papel de namorado visitando a namorada, tinha vezes que a Jasmim não tava, e eu ficava na casa dela esperando. Às vezes tava a irmã mais velha da Jasmim, Luciana, uma gata que é muito gostosa... ou mais que gostosa. É um caminhão com reboque. Meio baixinha, mas tem um corpo infernal, com duas tetonas enormes, duas melancias, e uma bunda grande e redonda... É uma mulher muito voluptuosa... Luciana tem namorado, um cara com quem sempre me dei super bem toda vez que vi. Resumindo, como ela e o namorado têm quase a minha idade, a gente virou amigo.

Outras vezes, na maioria das vezes que eu Ficava esperando a Jazmín chegar em casa, enquanto batia papo ou via TV com a irmã mais nova dela, a Jesse... Jesse, nome em homenagem à avó americana (por isso são todos loiros nessa família), é a princesinha da casa. É a bebê do papai, e cuidam dela como se fosse feita de porcelana fina. Jesse é uma garotinha que herdou toda a beleza dos pais e das irmãs. Baixinha, igual a irmã Luciana (a única alta era a Jazmín), com cabelo loiro ondulado até os ombros, com uns cachos naturais encantadores. Um olhar cor de céu, um sorrisinho adorável... tem uma carinha de menina inocente e muito bonita. Além disso, o corpo dela já tá tomando forma de um jeito avassalador, os peitinhos dela em menos de um ano incharam de repente, e são até um pouco maiores que os da Jazmín. Mas os pais vestem ela com roupas largas pra esconder o corpo da "princesinha"... mas eu consegui ver ela de lingerie uma vez quando entrei sem bater no banheiro de casa. A Jesse tava se despindo pra tomar banho, bem na hora que eu abri a porta e vi. Um corpo perfeito, peitos não muito grandes, mas que em alguns anos vão ser, uma cinturinha fina e estreita, e uma bunda redondinha e firme... tudo numa pele branca como leite, perfeita. Desde aquela vez, umas semanas atrás, comecei a olhar pra irmãzinha da minha namorada com mais atenção.

E o grande fator que faz a menina ser devorada pelos meus olhos é que ela vai pro colégio, um colégio particular, onde anos antes as irmãs dela estudaram. E por isso, ela é a única da família que ainda usa uniforme escolar. Se somar isso com minha adoração por saias curtas...

Se tô com ela, a gente vê TV, a Jesse gosta de filmes românticos, música calma, lê poesia... É tímida, não fala palavrão... adora cuidar do jardim... enfim, é uma menina amorosa, inocente e ingênua...

Adoro ver ela sorrir quando conto uma piada. Ela sorri de um jeito que derrete o coração. levando a mãozinha na boca, mordendo o dedo indicador.
Além disso, ela gosta que eu fale sobre minha faculdade, como estudo desenho artístico na Faculdade de Belas Artes. Jesse ficou fascinada com isso. Ela me olha fixamente quando falo dos meus estudos, analisando o sentimento das pinturas clássicas e do artista que eu sou — uma puta mentira, mas adoro bancar o boêmio com as minas.

Esse ano, pro Dia do Amigo, eu tinha dado pra Jesse um colar hippie que comprei na rua por menos de dois reais. Ela me abraçou forte quando entreguei, dizendo: "aiii... que lindo, obrigada!!". Desde aquele dia, ela nunca mais tirou, vive usando ele. Jazmín me fala, brincando, que a irmãzinha dela se apaixonou por mim, e me enche o saco pra eu não me aproveitar disso, ainda mais porque eu curto colegiais, mas sempre na zoeira.

E em alguns meses vendo Jesse direto, me apeguei a ela, pegando bastante intimidade. Ela me contava as coisas dela, dizia que eu era o único que realmente a entendia. Que tinha poucas amigas, e que tava percebendo que os pais cuidavam demais dela (mais que demais talvez pra idade dela) e não podia fazer nada. Que as amigas já saíam sozinhas pra se divertir, algumas já tinham namorado... e que ela sempre tinha que ficar em casa. "Você é muito pequena ainda" os pais diziam, sem considerar que a menina já tava crescida.

— Não posso nem comprar a roupa que eu gosto... — Ela me disse uma vez. Eu entendia mais ou menos os pais dela; se Jesse começasse a sair e usar roupas mais provocantes... a casa viraria um formigueiro de pretendentes.

— E na escola não tem ninguém que você goste? Algum namoradinho?... — Perguntei uma vez enquanto esperava a Jazmín. Jesse e eu estávamos vendo Mtv, entediados.

— Nãao... não gosto de ninguém da escola... — Ela disse, baixando a cabeça e se desculpando rápido. Jesse raramente me olhava nos olhos, e dessa vez, além disso, Ela ficou vermelha que nem um tomate.
— Mas você deve ter um monte de namorados, porque você é mó gostosa... O que que há com esses caras de hoje em dia? — Eu falava pra ela. Mas falava isso sempre, porque eu achava ela uma mina muito bonita de verdade. E sempre gostei de ver ela corar quando eu só falava "como você é linda".

— Ai, obrigada, mas não, ninguém que eu saiba... — Ela respondia meio triste e um pouco menos vermelha.

— Qual é, não gosta de ninguém? — Eu insistia, mas ela só me olhava de relance e respondia que sim com a cabeça, já totalmente vermelha. Reparei como ela apertava as mãos e as torcia, igual faz quando tá nervosa.

— Não posso te contar... — Jesse sussurrou, e eu entendi que não devia perguntar mais. A gente tava sentado num sofá de três lugares, um do lado do outro. Ela tinha chegado da escola fazia menos de uma hora e tava de uniforme: uma camiseta branca com saia e gravata xadrez. Eu olhava pra ela e, na minha mente perversa e cheia de fantasia, imaginava ela fazendo um strip-tease pra mim... Mas eu apagava essa imagem na hora, porque ela era a irmãzinha da minha namorada.

— Eu... eu... — Ela começou a gaguejar depois de uns segundos de silêncio. Do nada, começou a soluçar. Eu não sabia o que fazer, meu coração se partia de ver ela daquele jeito. Ela tentava me falar alguma coisa, e eu me senti a pior pessoa do mundo por ter causado aquilo.

— É ruim... eu... — Ela continuava tentando falar, enquanto os olhinhos azuis dela se enchiam de lágrimas. Até aquele momento, eu tava todo derretido por ela...

Mas quando a segurei nos meus braços, apertando ela com uma mão nas costas e a outra na cintura, comecei a ficar excitado. Tentei me afastar dela, mas só mentalmente, porque meus braços não obedeciam, continuavam apertando ela.

— O que que é ruim? — Perguntei, começando a acariciar a cabeça dela, enquanto com a outra mão passava nas costas dela. Era tão gostoso... cheirava tão bem... ela tinha um perfume suave de flores que tava me deixando louco.

— É que... é que... — Jesse disse, e aí Levanto um pouco a cabeça e olho nos olhos dela. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas, os lábios carnudos estavam bem perto dos meus. Não conseguia me controlar, ver aquela coisinha tão gostosa nos meus braços, tão perto, estava me descontrolando.

— O quê?... — Eu dizia, enxugando umas lágrimas das bochechas dela suavemente com a mão, ela suspirava. Depois arrumei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela... Não conseguia me segurar, tava fazendo o clássico papo de amigo consolador, e sabia bem onde aquilo ia dar.

— É que... você... eu gosto de você... e... — Eu não acreditava, a Jazmín vivia me zoando com isso, mas nunca levei a sério. Nunca pensei de verdade que aconteceria se a Jesse gostasse de mim. Fantasiava, claro, como qualquer homem faz com uma mina gostosa... Minha mente perversa falava pra eu aproveitar a situação.

— É errado, porque você tá com a Jazmín... — Ela continuava, se abrindo. Tava tão perto de mim que, sem pensar, fui me aproximando mais da Jesse, ela de mim, até que eu beijei ela devagar. Ela suspirou e parou de gaguejar, parecia drogada. Segurei o rosto dela com as mãos e continuei beijando. Os lábios dela eram muito macios, me enlouqueciam, a cada segundo eu beijava com mais tesão. Apertei ela mais contra o meu corpo, segurando ela pela cintura. Os peitos dela pressionavam no meu peito. Ela suspirou e abriu a boca, eu meti a língua. A Jesse começou a beijar com a língua meio sem jeito. Eu tava morrendo de prazer por sentir que ela era tão inexperiente. A língua dela girava em volta da minha, e a minha se metia em todo canto da boca dela. A gente não parava de se beijar.

Eu tava fora de mim... Devagar, fui deitando ela no sofá, até deixar ela deitada sem parar de beijar. Uma das minhas mãos foi até as pernas dela, e começou a percorrer, esfregando as coxas. A outra acariciava a barriga dela, enfiava por baixo da camisa do colégio...

— Mmmm... aahh... não... para... ahhh... — A Jesse sussurrava quando minha boca não tava na dela... Mas falava tão sem convicção... que me incitava
ainda mais a continuar esfregando ela. Comecei a beijar seu pescoço, minhas mãos percorriam
seu corpinho macio e firme. Minha mão chegou na sua entreperna, deslizando por baixo da
saia. Jesse não oferecia resistência, só se contorcia no sofá debaixo do meu corpo.
Ela estava tão pequena debaixo de mim, que estava à minha total disposição.

-Aahhhhhhh...- Ela gemeu quando comecei a esfregar a buceta dela por cima do
tecido da calcinha. Minha outra mão tinha entrado por baixo da camisa dela e massageava
um dos peitos dela... Deus, eram maiores que os da minha namorada, mais firmes,
mais fofinhos...

-Aaahh... não... para... ahh...- Jesse continuava gemendo, se contorcendo, arqueando
as costas com minhas esfregadas na calcinha dela. Meus dedos rápidos entraram por baixo
do tecido, e não tiveram dificuldade em encontrar a vulva dela, depois o clitóris, para
começar a brincar com ele. Minha outra mão tinha desabotoado alguns botões da
camisa dela, puxando um peito para fora... Eu beliscava de leve o mamilo dela, duro
como uma pedrinha.
-Aahhh... aahhhh... aahhh...- Jesse gemia, agarrada com as mãos no sofá.
Os gemidos dela me enlouqueciam, eu não conseguia parar. Meu pau estava prestes a explodir
dentro da minha calça. Meus dedos já estavam metidos dentro da buceta dela,
completamente molhada, dois deles entrando e saindo. Abri mais a camisa dela
e puxei o outro peito para fora, abaixando o sutiã dela. Comecei a
mamar neles, chupar, morder. Jesse gemia cada vez mais forte.
Ela me envolvia com as pernas e apertava minha cabeça contra os peitos dela,
afundando ela contra as tetas dela.

-Aaah... aahhhh!!... ahhh!!...- Ela estava prestes a gozar, eu sabia. Eu estava super
excitado, fervendo. Então puxei meu pau da calça como pude. Peguei a mão
de Jesse e levei até meu pênis. Ela segurou sem frescura, já nem sabia
o que fazia... Comecei a mover a mão dela, pra ela me bater uma punheta. A mãozinha dela
era macia, apertava de um jeito que eu estava prestes a gozar.

Enquanto continuava chupando os peitos dela, soltei a mão dela e ela sozinha continuou me batendo uma punheta. Eu seguia com a minha mão agora que ela me satisfazia... Enfiava meus dedos na buceta dela mais rápido, fazendo ela gritar. Jesse apertava minha pica mais forte e mexia mais rápido, os movimentos atrapalhados dela me encantavam.

-Aahhh!!... aahhhh!!!... -Ela começou a tremer, a gritar, a mão que não me batia uma fincou as unhas nas minhas costas. Ela tava gozando. Eu não aguentava mais, era demais o que tava rolando. A mãozinha da Jesse apertava tanto minha pica, que comecei a gozar nela, lambuzando a mão toda de porra. Ficamos ofegantes, eu por cima dela, ela me abraçando. Depois comecei a beijar ela de novo. Ela correspondeu apaixonada, aprendeu a beijar em menos de 20 minutos, era inacreditável. Não podia acreditar que tinha feito aquilo com a irmãzinha da minha namorada, a princesinha da família, a bebê do meu sogrão.

Jesse me olhava encantada, depois levou a mão no rosto e olhou, tava escorrendo minha porra. Eu tava em cima dela acariciando os peitos lindos e as pernas dela com minhas mãos, adorava acariciar o corpinho dela de pele de seda.

-Que que é isso?- Ela perguntou inocente. Eu sorrindo falei, sem parar de tocar ela, porque via que ela continuava gemendo e respirando forte por causa das minhas mãos.

-É minha porra, prova que vai gostar...- Olhei esperando... Jesse, sem frescura, levou a mão no rosto. Cheirou um pouco, e esticando a língua, passou nos dedos.

-Mmm... não é ruim...- Aquilo me enlouqueceu, fazendo minha pica começar a crescer de novo. Olhava fixo como ela começava a enfiar os dedinhos na boca... engolia toda minha porra, chupava os dedos, passava a língua na mão até deixar limpa e brilhante. A menina era incrível. Eu tava louco, pensando no que podia fazer com ela.

Sentei no sofá, com a pica pra fora e dura igual pedra. Jesse me imitou, sentou, toda descabelada e com os peitos pra fora da camisa, mas parecia não ligar pra isso. Só olhava pra mim, mas quando viu minha pica ficou encarando ela, com a respiração ofegante.

– Por que ele tá assim, tão... grande?... – Perguntei ingenuamente. Eu olhava pra ela, ficava mais excitado vendo que ela estava com os peitos de fora, com a gravata do colégio caindo no meio das tetas, com a saia enrolada, mostrando todas as pernas... e ela era tão inocente... não entendia nada de nada. Era como se vivesse numa bolha de vidro.

– Ele tá assim por sua causa... – Falei, e ela sorriu bestamente.

– Você nunca tinha visto um pau duro?... – Jesse, com toda a naturalidade de uma menina, balançou a cabeça dizendo que não. Eu não acreditava, ela era tão inocente que eu podia falar o que quisesse e ela acreditaria... No fim, não sabia de nada.
– Nunca vi... um pau assim... só numa foto de um menino... – Ela disse assim, como quem fala algo sem importância. Eu, sorrindo e aproveitando o que tinha rolado, e vendo que Jesse ainda estava excitada, falei...

– Você faria algo por mim...?

– O quê? – Ela perguntou, na expectativa.

– Você chuparia? Isso me deixaria muito feliz... – Jesse me olhou confusa, com certeza não fazia ideia do que era sexo oral. Eu peguei meu pau com a mão e comecei a bater uma.

– Isso é certo? Por que você tá esfregando ele assim? – Ela perguntou inocente. Deus, isso era demais pra mim.

– Tô me masturbando, você nunca fez isso?... – Jesse balançou a cabeça negando, sorrindo. E eu expliquei sem parar de me masturbar. Como era possível que ela não soubesse de nada?

– Senta e abre as pernas, e passa seus dedinhos onde eu toquei agora há pouco... – Ela me olhou e fez sem reclamar. Soltou uma risadinha ao sentir as sensações.

– Aaahhh... Tô sentindo cócegas!... – Disse, se tocando mais rápido. Eu não entendia como ela nunca tinha se masturbado, mas isso não importava muito, eu batia uma vendo a menina enfiar os dedinhos na frente de mim sem problemas.

– Você gosta do que tá fazendo?...

– Sim... aah... muito... – Ela dizia, mal se segurando. Peguei a mão livre dela e levei até meu pau. Jesse segurou e, sem eu falar nada, começou a descer e subir. masturbando enquanto ela se punhetava sozinha.
- Aprendeu rápido... - falei, e ela riu, ficando vermelha. Os gemidos
suaves dela aumentavam, ela tava se perdendo num mundo novo antes
desconhecido pra ela. E eu queria que ela me chupasse, queria isso de qualquer jeito.
Devagar, peguei a cabeça dela, puxei ela pro meu pau. Jesse se deixava
levar. Até que deixei ela com o rosto a centímetros da minha pica. Ela não parava
de se tocar e me punhetar.

- Abre a boquinha e chupa, Jesse... - Ela não fez nada, mas eu forcei um pouco
a cabeça dela, fazendo pressão entre os lábios dela e a cabeça do meu
pau. Quando ela abriu a boca pra gemer, enfiei meu pau na boca dela,
devagar, até chegar na metade.
- Mmmmmm... mmmmmm... - Jesse soltou. Suspirei ao sentir a língua
dela roçando meu pau, saboreando ele. Estiquei minha mão até a bunda dela e comecei
a acariciar. Com a outra mão, comecei a subir e descer a cabeça dela devagar,
deslizando meu pau pela boquinha dela.

Ela chupava sem saber bem o que fazer, mas não me mordia. Sem eu falar nada,
ela mamava meu pau. Minha mão se juntou com a dela na buceta dela...
entrelaçamos os dedos lá dentro da caverna dela.

- Mmmm... mmmmmm... - ela mamava espetacularmente, atrapalhada e com
inocência, e isso me encantava. Acariciava a cabeça dela. Ia mostrando o que
fazer. Ela segurava meu pau com uma mão pela base, tirava da boca
e passava a língua como eu mandava, me chupava as bolas, me punhetava com
a mão... Engolia até onde conseguia. Fazia isso gemendo e respirando
fundo, por causa da mão dela e da minha que masturbavam ela rápido.

- Mmm.... aahhh!!... aahhhhhh!!!... - Ela gritou tirando meu pau da boca,
num orgasmo. Depois enfiou meu pau de novo na boca e chupou mais
rápido. Eu tentava meter um dedo na bunda dela. Salivei, friccionei o esfíncter
dela, até deslizar um pouco lá dentro. Jesse reclamou um pouco,
mas aparentemente gostou, porque me deixou continuar.

- Mmmm... mmm!!... MMM!!... - Jade tava chupando minha pica, até que senti que ia gozar, então segurei a cabeça dela firme, enfiando até a garganta. Um dedo meu se mexia, entrando e saindo do cu dela. Ela se masturbava ao mesmo tempo que eu começava a gozar na boca dela. Jesse começou a chupar, pra não engasgar com meu leite, aí soltei a cabeça dela e ela tirou minha pica da boca, e uns jatos espirraram na cara dela enquanto ela gritava em outro orgasmo.

- Aaahhhhhhh!!!!!!!... - Gemeu, e depois passou a mão no rostinho... Juntou meu gozo que escorria ali, e levou à boca, comendo meu leite gulosamente, com um sorriso no rosto. Depois ficou recuperando o fôlego deitada nas minhas pernas. Eu tirei meu dedo do cu dela e fiquei admirando.

Tinha sido o melhor sexo da minha vida, e olha que eu nem tinha penetrado ela.

- Foi bom assim?... - ela perguntou. Eu ri, falei que sim. Depois, enquanto ela arrumava a roupa e eu também, expliquei que ela não devia contar nada do que tinha rolado.

- ... Mas quando a gente estiver sozinho, a gente faz de conta que é namorado como hoje, quantas vezes você quiser...

- Sério??.. Mas se a Jazmín descobrir, vai ficar brava com você... e comigo... - Ela falou meio triste e assustada. Ela, com a inocência que tinha, nem sabia direito o que tinha feito. - Se você não contar nada, eu também não... - E Jesse me olhou sorrindo. Dei um beijo nos lábios dela, e ela falou "tô muito feliz" no meu ouvido.

- Mal posso esperar pra gente ficar sozinho de novo... - Ela disse enquanto ia pro banheiro se trocar. Eu fiquei no sofá todo suado.

Minha mente corria a mil, eu podia fazer o que quisesse com a Jesse. Ela tava disposta a tudo. Além disso, era ingênua e não sabia de nada, e eu podia ensinar tanta coisa pra ela... Desde aquele dia, ela virou minha coleguinha favorita.

Se eu tava sozinho em casa, me masturbava pensando nela, esperando ansioso por um novo encontro, mal via a hora de transar com ela... meter em todos os buracos dela. E minha mente corria, eu Imaginava a Jesse e a Jazmín juntas comigo, as duas irmãs juntas chupando minha pica... ou melhor, as três, as três irmãs juntas... Desde aquele dia fiquei obcecado pela Jesse, e toda vez que transava com a Jazmín, imaginava que era a Jesse.

Não tinha deixado de querer a Jazmín, mas a Jesse era um sonho realizado. E o novo encontrol rolou duas semanas depois.

Eu tava explodindo de tesão pela Jesse, me esquentava pra caralho. Nas vezes que ia na casa da Jazmín e a via, a gente trocava olhares insinuantes. A Jazmín nem percebia isso. Aproveitava qualquer chance pra apalpar ela um pouco. Se a Jazmín tava no quarto dela, eu descia pra cozinha ou ia no banheiro de propósito pra encontrar a Jesse. Se desse sorte, e não tivesse ninguém olhando, eu agarrava ela, apertando contra meu corpo, e dava um beijo apaixonado. Ela sempre se deixava levar... Eu apalpava a bunda e os peitos dela, ela suspirava. Mas eram encontros rápidos. Além disso, gostava de deixar ela assim, toda excitada, a Jesse, pra quando a gente tivesse tempo de sobra... A Jesse ia estar explodindo igual a mim.

Era um jogo pra mim. Amava a Jazmín, me excitava a irmãzinha dela. Não pensava seriamente no que tava fazendo ou nas consequências... Não fazia porque não queria...

Essa é a primeira parte, na verdade são duas, daqui uns dias posto a segunda parte.

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