Esclarecendo, a história não é minha, espero em breve compartilhar minhas experiências por aqui, mas achei muito boa e pensei em compartilhá-la, espero que gostem tanto quanto eu. 🙂
No fim de semana seguinte, Edu me ligou todo excitado, dizendo que tinha uma boa preparada para o dia seguinte. Perguntei que porra era aquela e ele explicou que ontem bateram na casa dele um casal de Testemunhas de Jeová, querendo anunciar a boa nova e toda a fanfarra de sempre. Ele disse que estava interessado, mas que naquele momento não podia atendê-los, que preferia marcar para o fim de semana. Eles concordaram e marcaram para domingo. Os pais dele estavam fora, já que todo fim de semana iam para o chalé na montanha, então ele tinha a casa toda para fazer o que quisesse.
Decidimos evangelizar nossos evangelizadores e nada melhor pra isso do que montar uma espécie de missa negra na sala de jantar da casa dele. A gente curtia uns temas esotéricos e já tínhamos feito sessões espíritas e até umas invocações demoníacas. Não acreditávamos totalmente naquilo, mas era divertido e chocava geral, que era o que a gente queria. Naquela época, eu costumava usar minha camiseta preta do Black Sabbath e uma cruz invertida. Não era nada comum, então era extremamente provocador. Já tinha visto mais de um se benzendo ao passar do meu lado quando eu estava assim. Preparamos o cenário com todo cuidado: persianas fechadas, música adequada, luzes baixas e avermelhadas, uma espécie de pequeno altar de sacrifícios e toda a parafernália que a gente imaginou. Além disso, Edu tinha conseguido e instalado, bem escondida, uma câmera de vídeo de alta qualidade, que permitiria gravar as caras deles apesar da pouca iluminação. Quando a campainha tocou, a gente mal se segurava pra não rir.
Mas quando abrimos a porta, os surpresos fomos nós. Edu tinha me avisado que viriam dois coroas de cinquenta anos e que nossa missão seria tentar fazer com que eles não saíssem correndo na hora. segundos, mas quando vimos aquelas três gostosas do outro lado da porta, os surpresos fomos nós. Eram três minas, nenhuma passava dos vinte e cinco e estavam muito boas. Só que vestidas bem comportadinhas, quase de uniforme, com saias escuras abaixo do joelho, salto baixo sem meia e blusas brancas, com aquele monte de literatura de bosta debaixo do braço e marcando umas curvas que faziam a gente ficar duro só de olhar.
Elas vinham bem doutrinadas, provavelmente pelos otários que tinham visitado o Edu antes, mas não esperavam encontrar dois malucos que, aparentemente, tinham acabado de fazer uma missa negra. Mandamos elas entrarem, o Edu me apresentou como Sacerdote do Culto Sabático e fez elas sentarem. Começaram a explicar o papo delas, claramente desconfortáveis com o ambiente, apesar de como estávamos atentos e tentando colocar caras de bonzinhos, até que num dado momento, uma delas, a Marta, que tinha tomado a frente até então, não aguentou a curiosidade e perguntou qual era a da nossa seita.
Muito solenemente expliquei que não era seita nenhuma e inventei um discurso filosófico-religioso foda. Chegou num ponto que eu tinha os quatro completamente hipnotizados me ouvindo, incluindo meu amigo Edu, que sabia perfeitamente que era tudo inventado na hora. Decidi arriscar e comecei a explicar certos rituais, onde se oferece uma virgem, "vocês são, né?" num altar e, fazendo certas invocações, se consegue o êxtase e a pureza máxima da virgem e o gozo divino dos presentes. "Querem tentar?". Agora fui eu que fiquei de boca aberta, quando ouvi a Merche e a Verônica, que não tinham dito uma palavra, falarem quase em coro "sim, adoraríamos". Notei a Marta meio relutante, então foquei nela na hora de explicar todo o ritual. Quando vi que ela estava quase convencida, propus começarmos a cerimônia e elas responderam As três responderam em coro que sim.
Pedi pro Edu criar a luz cerimonial (O parceiro já tava sacando por onde a coisa ia, então rapidinho deixou o quarto na penumbra, com um ponto de luz avermelhada indireta, meio escondido num canto. Além disso, teve a boa ideia de ligar o aquecimento no máximo). Mandei as três tirarem os sapatos, se deitarem no chão (por sorte tinha carpete na sala), com as cabeças juntas, mas sem se tocar, no centro do quarto, e os pés de uma virados pro "sul-sudeste", da outra pro "norte" e da terceira pro "sul-sudoeste".
Abençoei minha sorte, porque, em vez de estar assustando duas coroas puritanas, tava num quarto na penumbra, com três gostosas deitadas de barriga pra cima esperando alcançar o êxtase místico prometido pelo Sumo Sacerdote, ou seja, por mim. Foda demais!
Contei minhas intenções pro Edu pra ele entrar na onda e, deixando a Marta pro final, pra não dar ruim e estragar o esquema, focamos na Merche e na Verônica.
Comecei uma ladainha lenta, e com voz sussurrante e melosa deixei cair um lenço de seda no rosto de cada uma, pedindo pra fecharem os olhos, enquanto uma música suave e relaxante tocava de fundo. Me ajoelhei do lado da Merche e comecei a desabotoar a blusa dela — "pra alcançar a pureza, é preciso se livrar de toda cobertura exterior" — recitei no mesmo tom de voz meloso e profundo. Quando aqueles dois melões imensos, cobertos só pelo sutiã, ficaram à vista, até minha voz tremeu. Continuei recitando, agora a letra em inglês de uma música da minha banda favorita, Black Sabbath, enquanto puxava a saia dela pra baixo e tirava toda a roupa íntima. Babando com o corpo lindo que se mostrava e com a pica dura igual aço, me surpreendi como tudo tava indo tão bem. O Edu foi repetindo todos os meus passos com a Verônica, enquanto a Marta parecia mais confiante, meio viajando, como se tivesse concentrada na música. e minha voz.
"Agora o poder sabático será transmitido a vocês através da imposição das mãos, carícia suave no início, conhecimento profundo no final". E em seguida, comecei a acariciar a Merche, começando pelos pés, roçando levemente com as pontas dos dedos, subindo pelas panturrilhas, chegando às coxas, contornando os pelos pubianos e subindo pela barriga dela… aqui, Verônica, não aguentou as cócegas e começou a rir e se encolher, então, elevando o tom de voz, a repreendi, exigindo concentração, senão o ritual não funcionaria direito. Ao mesmo tempo, por gestos, indiquei ao Edu que evitasse fazer cócegas nela, pra não foder com a nossa festa. Continuei minhas carícias, chegando aos seios, coroados por uns mamilos completamente eretos e duros, e não de frio, exatamente.
Quando as acariciamos à vontade, notamos uma certa umidade na parte mais sensível delas, parte que havíamos evitado expressamente até então. "Agora vem quando as eleitas pelo poder divino sentirão o sopro do êxtase sendo insuflado, que as levará à pureza". Nesse momento, com toda a delicadeza, abri os lábios vaginais da Merche e, enfiando a cabeça entre as pernas dela, soprei suavemente, para em seguida me dedicar a lamber a buceta dela, alternando lambidas profundas na vagina com jogos rápidos de língua no clitóris. Edu, logicamente, seguiu a onda e em questão de segundos tínhamos as duas gemendo e se contorcendo de prazer. Depois de uns dois minutos, sentindo o orgasmo da Merche muito próximo, senti um tapinha no ombro. Não disposto a interromper um trabalho tão lindo, enfiei dois dedos na vagina dela enquanto levantava a cabeça, pra ver o que estava rolando. Desde o momento em que comecei a chupá-la, tinha deixado de controlar a Marta que, ao ouvir o que estava acontecendo, tinha se levantado e, completamente excitada com o que estava vendo, tinha desabotoado a blusa e abaixado a saia e, a danada, Ela tinha chamado minha atenção sem quebrar "o encantamento" das duas sortudas companheiras dela. Percebi que ela já tinha sacado toda a enrolação que eu tinha dado e que o que ela queria era foder, então, por sinais, fiz ela ocupar meu lugar na frente da buceta da amiga dela, a Merche. Fiquei meio surpreso ao ver com que vontade ela se ajoelhava e começava a chupar, pra ser uma Testemunha de Jeová virgem, se comportava como uma putinha.
Fiquei atrás dela e, pra avisar o Edu, no mesmo tom de iluminado místico, falei em voz alta "e depois do sopro divino…" O Edu, que também já tinha a Verônica pronta, levantou a cabeça e continuou enfiando os dedos na parceira dele, enquanto esperava instruções "… Vamos aprofundar no corpo pra que a comunhão seja completa". Enquanto falava isso, por trás, enfiei de uma vez meu pau na Marta, que tinha passado de lamber a enfiar dois dedos de cada mão ao mesmo tempo na vagina da Merche. O Edu, com um sorriso de orelha a orelha, se deixou cair devagar em cima da Verônica e enfiou lentamente o rabo dele o mais fundo que conseguiu.
A cena era impressionante: o Edu fodendo com tudo a Verônica, que não parava de gemer enquanto ele agarrava os peitos dela (como se fosse fugir) e beijava ela com paixão descontrolada através do lenço de seda que ainda cobria o rosto dela. Do lado, a Merche completamente escancarada, via a Marta chupando a buceta dela e, segurando a cabeça da outra, falava no auge do êxtase místico "é, continua assim, me dá o prazer divino, não para". A Marta, que não parava, tava de quatro, comigo atrás fodendo ela desesperado, soltando toda a energia acumulada desde que a porta abriu e a gente viu aquelas três gostosas, tão comportadinhas no começo. Depois de alguns minutos, gozei, descarregando todo meu leite nas nádegas da Marta (com essas puritanas, é melhor não brincar de papai e mamãe), e sentando com as pernas esticadas e as costas contra a parede perto, chamei Merche dizendo "Vem lamber o cetro do prazer, pra ele encher de novo e eu poder te dar a comunhão divina também. E você, Marta, faz o Edu te encher com o cetro dele, que eu tô vendo que a Verônica já tá satisfeita". Enquanto Merche obedecia minhas instruções à risca (pra depois não dizerem que são umas reprimidas), o Edu saiu de dentro da Verônica, que tava exausta depois dos inúmeros orgasmos que ele tinha dado nela (bom garoto). Ele se deitou de barriga pra cima e a Marta sentou em cima dele, começando a cavalgar igual uma louca, até gozar — aquele orgasmo que tava rondando ela desde que eu meti pela primeira vez. A Merche tinha conseguido levantar o meu pau com o trabalho de boca dela, inexperiente mas bem intencionado; com certeza ela ia aprender rápido. Mandei ela sentar em cima de mim e me cavalgar, segurando os peitos dela com uma mão e procurando o clitóris com a outra, fazendo ela gozar várias vezes em questão de minutos, até cair exausta em cima de mim. Tirei ela de cima e pedi pra ela e pra Verônica fazerem um sessenta e nove. Elas obedeceram, mas tavam bem mais calmas e relaxadas do que minutos antes. Fui até onde o Edu e a Marta estavam e mandei ela se jogar em cima dele. Em seguida, lubrifiquei o cu dela com saliva e, quando vi que tava no ponto (dois dedos entravam e saíam ao mesmo tempo sem problema nenhum), apoiei meu pau no rabo dela e fui penetrando devagar, no ritmo da foda com o Edu. Quando ela sentiu as duas rolas completamente dentro dela, a Marta começou a se mexer e gritar que nem uma doida, pedindo pra gente não parar, que ela tava vendo a luz.
Depois de vários minutos nessa posição, ela ficou dura igual uma tábua, como se tivesse levado um choque, até desabar de lado, se soltando da gente e completamente exausta. Ela tinha realmente alcançado o êxtase divino.
Enquanto isso, a Merche e a Verônica tinham pegado gosto pela coisa de ficar se lambendo. Buceta, por que vocês estavam super entretidas, gemendo sem parar. A gente se posicionou, um atrás de cada uma, e metemos, de modo que cada uma era fodida por um pau, enquanto chupava o da outra e lambia o coelhinho da parceira. Ficamos assim por um tempo, até que não aguentamos mais e, tirando o pau dos respectivos buracos, enfiamos na boca da outra, pra gozar com tudo que tínhamos dentro delas e fazer com que lambessem até ficarem brilhando. Já que tínhamos tanta submissão à disposição, por que não aproveitar?
Voltando à realidade e mais relaxados, sentados todos nus e misturados no sofá e nas poltronas, Verônica comentou que estava de saco cheio da repressão que rolava nas Testemunhas e que preferia continuar na nossa seita. Merche disse que concordava e, enquanto Edu e eu nos olhávamos com cara de paisagem e eu me preparava pra começar a explicar a verdade pra elas, ouvimos Marta, bem autoritária, dizer: "Vocês têm razão. Hoje eu vi a luz e isso é a religião do amor verdadeiro" e, olhando diretamente pra mim, continuou "o sumo sacerdote me disse que eu devo continuar o trabalho dele, evangelizando com a ajuda de vocês todos os pobres de espírito que não conseguem reconhecer a verdade, não é mesmo?" Aproveitei a deixa que a gostosa da Marta me jogou com mais cara de pau que costas e afirmei solenemente: "Ele e eu fomos apenas o veículo divino que serviu pra que a verdade fosse revelada à autêntica Sacerdotisa Suprema do Prazer Divino. A partir de agora, são vocês três, capitaneadas pela Marta, que têm que fazer a verdade ser espalhada e os rituais praticados. Nós passamos a ser simples mortais que esperam continuar aproveitando os favores do grupo como veículo iluminador e nada mais."
"Que assim seja", disse Marta solenemente. "Que assim seja", responderam em coro Marta e Verônica. "E agora temos que ir. Sigam-me, minhas fiéis sacerdotisas", disse ela de novo. Marta, piscando o olho pra mim, mandou elas se vestirem e foram embora.
Eu e Edu ficamos com cara de pasmo. "Não acredito", disse o Edu. "Pois acredita, a gente criou um monstro, uma nova seita".
No dia seguinte, contamos pro Cristóbal, que caiu na gargalhada e falou: "Vocês não tão esperando que eu acredite nisso, tão? Achei foda que vocês passaram a tarde toda se acabando na punheta enquanto imaginavam um monte de mina pelada. Mas ninguém vai engolir essa história". Só coloquei uma cópia da fita que a gente tinha gravado em cima da mesa pra ele ver...
No fim de semana seguinte, Edu me ligou todo excitado, dizendo que tinha uma boa preparada para o dia seguinte. Perguntei que porra era aquela e ele explicou que ontem bateram na casa dele um casal de Testemunhas de Jeová, querendo anunciar a boa nova e toda a fanfarra de sempre. Ele disse que estava interessado, mas que naquele momento não podia atendê-los, que preferia marcar para o fim de semana. Eles concordaram e marcaram para domingo. Os pais dele estavam fora, já que todo fim de semana iam para o chalé na montanha, então ele tinha a casa toda para fazer o que quisesse.
Decidimos evangelizar nossos evangelizadores e nada melhor pra isso do que montar uma espécie de missa negra na sala de jantar da casa dele. A gente curtia uns temas esotéricos e já tínhamos feito sessões espíritas e até umas invocações demoníacas. Não acreditávamos totalmente naquilo, mas era divertido e chocava geral, que era o que a gente queria. Naquela época, eu costumava usar minha camiseta preta do Black Sabbath e uma cruz invertida. Não era nada comum, então era extremamente provocador. Já tinha visto mais de um se benzendo ao passar do meu lado quando eu estava assim. Preparamos o cenário com todo cuidado: persianas fechadas, música adequada, luzes baixas e avermelhadas, uma espécie de pequeno altar de sacrifícios e toda a parafernália que a gente imaginou. Além disso, Edu tinha conseguido e instalado, bem escondida, uma câmera de vídeo de alta qualidade, que permitiria gravar as caras deles apesar da pouca iluminação. Quando a campainha tocou, a gente mal se segurava pra não rir.
Mas quando abrimos a porta, os surpresos fomos nós. Edu tinha me avisado que viriam dois coroas de cinquenta anos e que nossa missão seria tentar fazer com que eles não saíssem correndo na hora. segundos, mas quando vimos aquelas três gostosas do outro lado da porta, os surpresos fomos nós. Eram três minas, nenhuma passava dos vinte e cinco e estavam muito boas. Só que vestidas bem comportadinhas, quase de uniforme, com saias escuras abaixo do joelho, salto baixo sem meia e blusas brancas, com aquele monte de literatura de bosta debaixo do braço e marcando umas curvas que faziam a gente ficar duro só de olhar.
Elas vinham bem doutrinadas, provavelmente pelos otários que tinham visitado o Edu antes, mas não esperavam encontrar dois malucos que, aparentemente, tinham acabado de fazer uma missa negra. Mandamos elas entrarem, o Edu me apresentou como Sacerdote do Culto Sabático e fez elas sentarem. Começaram a explicar o papo delas, claramente desconfortáveis com o ambiente, apesar de como estávamos atentos e tentando colocar caras de bonzinhos, até que num dado momento, uma delas, a Marta, que tinha tomado a frente até então, não aguentou a curiosidade e perguntou qual era a da nossa seita.
Muito solenemente expliquei que não era seita nenhuma e inventei um discurso filosófico-religioso foda. Chegou num ponto que eu tinha os quatro completamente hipnotizados me ouvindo, incluindo meu amigo Edu, que sabia perfeitamente que era tudo inventado na hora. Decidi arriscar e comecei a explicar certos rituais, onde se oferece uma virgem, "vocês são, né?" num altar e, fazendo certas invocações, se consegue o êxtase e a pureza máxima da virgem e o gozo divino dos presentes. "Querem tentar?". Agora fui eu que fiquei de boca aberta, quando ouvi a Merche e a Verônica, que não tinham dito uma palavra, falarem quase em coro "sim, adoraríamos". Notei a Marta meio relutante, então foquei nela na hora de explicar todo o ritual. Quando vi que ela estava quase convencida, propus começarmos a cerimônia e elas responderam As três responderam em coro que sim.
Pedi pro Edu criar a luz cerimonial (O parceiro já tava sacando por onde a coisa ia, então rapidinho deixou o quarto na penumbra, com um ponto de luz avermelhada indireta, meio escondido num canto. Além disso, teve a boa ideia de ligar o aquecimento no máximo). Mandei as três tirarem os sapatos, se deitarem no chão (por sorte tinha carpete na sala), com as cabeças juntas, mas sem se tocar, no centro do quarto, e os pés de uma virados pro "sul-sudeste", da outra pro "norte" e da terceira pro "sul-sudoeste".
Abençoei minha sorte, porque, em vez de estar assustando duas coroas puritanas, tava num quarto na penumbra, com três gostosas deitadas de barriga pra cima esperando alcançar o êxtase místico prometido pelo Sumo Sacerdote, ou seja, por mim. Foda demais!
Contei minhas intenções pro Edu pra ele entrar na onda e, deixando a Marta pro final, pra não dar ruim e estragar o esquema, focamos na Merche e na Verônica.
Comecei uma ladainha lenta, e com voz sussurrante e melosa deixei cair um lenço de seda no rosto de cada uma, pedindo pra fecharem os olhos, enquanto uma música suave e relaxante tocava de fundo. Me ajoelhei do lado da Merche e comecei a desabotoar a blusa dela — "pra alcançar a pureza, é preciso se livrar de toda cobertura exterior" — recitei no mesmo tom de voz meloso e profundo. Quando aqueles dois melões imensos, cobertos só pelo sutiã, ficaram à vista, até minha voz tremeu. Continuei recitando, agora a letra em inglês de uma música da minha banda favorita, Black Sabbath, enquanto puxava a saia dela pra baixo e tirava toda a roupa íntima. Babando com o corpo lindo que se mostrava e com a pica dura igual aço, me surpreendi como tudo tava indo tão bem. O Edu foi repetindo todos os meus passos com a Verônica, enquanto a Marta parecia mais confiante, meio viajando, como se tivesse concentrada na música. e minha voz.
"Agora o poder sabático será transmitido a vocês através da imposição das mãos, carícia suave no início, conhecimento profundo no final". E em seguida, comecei a acariciar a Merche, começando pelos pés, roçando levemente com as pontas dos dedos, subindo pelas panturrilhas, chegando às coxas, contornando os pelos pubianos e subindo pela barriga dela… aqui, Verônica, não aguentou as cócegas e começou a rir e se encolher, então, elevando o tom de voz, a repreendi, exigindo concentração, senão o ritual não funcionaria direito. Ao mesmo tempo, por gestos, indiquei ao Edu que evitasse fazer cócegas nela, pra não foder com a nossa festa. Continuei minhas carícias, chegando aos seios, coroados por uns mamilos completamente eretos e duros, e não de frio, exatamente.
Quando as acariciamos à vontade, notamos uma certa umidade na parte mais sensível delas, parte que havíamos evitado expressamente até então. "Agora vem quando as eleitas pelo poder divino sentirão o sopro do êxtase sendo insuflado, que as levará à pureza". Nesse momento, com toda a delicadeza, abri os lábios vaginais da Merche e, enfiando a cabeça entre as pernas dela, soprei suavemente, para em seguida me dedicar a lamber a buceta dela, alternando lambidas profundas na vagina com jogos rápidos de língua no clitóris. Edu, logicamente, seguiu a onda e em questão de segundos tínhamos as duas gemendo e se contorcendo de prazer. Depois de uns dois minutos, sentindo o orgasmo da Merche muito próximo, senti um tapinha no ombro. Não disposto a interromper um trabalho tão lindo, enfiei dois dedos na vagina dela enquanto levantava a cabeça, pra ver o que estava rolando. Desde o momento em que comecei a chupá-la, tinha deixado de controlar a Marta que, ao ouvir o que estava acontecendo, tinha se levantado e, completamente excitada com o que estava vendo, tinha desabotoado a blusa e abaixado a saia e, a danada, Ela tinha chamado minha atenção sem quebrar "o encantamento" das duas sortudas companheiras dela. Percebi que ela já tinha sacado toda a enrolação que eu tinha dado e que o que ela queria era foder, então, por sinais, fiz ela ocupar meu lugar na frente da buceta da amiga dela, a Merche. Fiquei meio surpreso ao ver com que vontade ela se ajoelhava e começava a chupar, pra ser uma Testemunha de Jeová virgem, se comportava como uma putinha.
Fiquei atrás dela e, pra avisar o Edu, no mesmo tom de iluminado místico, falei em voz alta "e depois do sopro divino…" O Edu, que também já tinha a Verônica pronta, levantou a cabeça e continuou enfiando os dedos na parceira dele, enquanto esperava instruções "… Vamos aprofundar no corpo pra que a comunhão seja completa". Enquanto falava isso, por trás, enfiei de uma vez meu pau na Marta, que tinha passado de lamber a enfiar dois dedos de cada mão ao mesmo tempo na vagina da Merche. O Edu, com um sorriso de orelha a orelha, se deixou cair devagar em cima da Verônica e enfiou lentamente o rabo dele o mais fundo que conseguiu.
A cena era impressionante: o Edu fodendo com tudo a Verônica, que não parava de gemer enquanto ele agarrava os peitos dela (como se fosse fugir) e beijava ela com paixão descontrolada através do lenço de seda que ainda cobria o rosto dela. Do lado, a Merche completamente escancarada, via a Marta chupando a buceta dela e, segurando a cabeça da outra, falava no auge do êxtase místico "é, continua assim, me dá o prazer divino, não para". A Marta, que não parava, tava de quatro, comigo atrás fodendo ela desesperado, soltando toda a energia acumulada desde que a porta abriu e a gente viu aquelas três gostosas, tão comportadinhas no começo. Depois de alguns minutos, gozei, descarregando todo meu leite nas nádegas da Marta (com essas puritanas, é melhor não brincar de papai e mamãe), e sentando com as pernas esticadas e as costas contra a parede perto, chamei Merche dizendo "Vem lamber o cetro do prazer, pra ele encher de novo e eu poder te dar a comunhão divina também. E você, Marta, faz o Edu te encher com o cetro dele, que eu tô vendo que a Verônica já tá satisfeita". Enquanto Merche obedecia minhas instruções à risca (pra depois não dizerem que são umas reprimidas), o Edu saiu de dentro da Verônica, que tava exausta depois dos inúmeros orgasmos que ele tinha dado nela (bom garoto). Ele se deitou de barriga pra cima e a Marta sentou em cima dele, começando a cavalgar igual uma louca, até gozar — aquele orgasmo que tava rondando ela desde que eu meti pela primeira vez. A Merche tinha conseguido levantar o meu pau com o trabalho de boca dela, inexperiente mas bem intencionado; com certeza ela ia aprender rápido. Mandei ela sentar em cima de mim e me cavalgar, segurando os peitos dela com uma mão e procurando o clitóris com a outra, fazendo ela gozar várias vezes em questão de minutos, até cair exausta em cima de mim. Tirei ela de cima e pedi pra ela e pra Verônica fazerem um sessenta e nove. Elas obedeceram, mas tavam bem mais calmas e relaxadas do que minutos antes. Fui até onde o Edu e a Marta estavam e mandei ela se jogar em cima dele. Em seguida, lubrifiquei o cu dela com saliva e, quando vi que tava no ponto (dois dedos entravam e saíam ao mesmo tempo sem problema nenhum), apoiei meu pau no rabo dela e fui penetrando devagar, no ritmo da foda com o Edu. Quando ela sentiu as duas rolas completamente dentro dela, a Marta começou a se mexer e gritar que nem uma doida, pedindo pra gente não parar, que ela tava vendo a luz.
Depois de vários minutos nessa posição, ela ficou dura igual uma tábua, como se tivesse levado um choque, até desabar de lado, se soltando da gente e completamente exausta. Ela tinha realmente alcançado o êxtase divino.
Enquanto isso, a Merche e a Verônica tinham pegado gosto pela coisa de ficar se lambendo. Buceta, por que vocês estavam super entretidas, gemendo sem parar. A gente se posicionou, um atrás de cada uma, e metemos, de modo que cada uma era fodida por um pau, enquanto chupava o da outra e lambia o coelhinho da parceira. Ficamos assim por um tempo, até que não aguentamos mais e, tirando o pau dos respectivos buracos, enfiamos na boca da outra, pra gozar com tudo que tínhamos dentro delas e fazer com que lambessem até ficarem brilhando. Já que tínhamos tanta submissão à disposição, por que não aproveitar?
Voltando à realidade e mais relaxados, sentados todos nus e misturados no sofá e nas poltronas, Verônica comentou que estava de saco cheio da repressão que rolava nas Testemunhas e que preferia continuar na nossa seita. Merche disse que concordava e, enquanto Edu e eu nos olhávamos com cara de paisagem e eu me preparava pra começar a explicar a verdade pra elas, ouvimos Marta, bem autoritária, dizer: "Vocês têm razão. Hoje eu vi a luz e isso é a religião do amor verdadeiro" e, olhando diretamente pra mim, continuou "o sumo sacerdote me disse que eu devo continuar o trabalho dele, evangelizando com a ajuda de vocês todos os pobres de espírito que não conseguem reconhecer a verdade, não é mesmo?" Aproveitei a deixa que a gostosa da Marta me jogou com mais cara de pau que costas e afirmei solenemente: "Ele e eu fomos apenas o veículo divino que serviu pra que a verdade fosse revelada à autêntica Sacerdotisa Suprema do Prazer Divino. A partir de agora, são vocês três, capitaneadas pela Marta, que têm que fazer a verdade ser espalhada e os rituais praticados. Nós passamos a ser simples mortais que esperam continuar aproveitando os favores do grupo como veículo iluminador e nada mais."
"Que assim seja", disse Marta solenemente. "Que assim seja", responderam em coro Marta e Verônica. "E agora temos que ir. Sigam-me, minhas fiéis sacerdotisas", disse ela de novo. Marta, piscando o olho pra mim, mandou elas se vestirem e foram embora.
Eu e Edu ficamos com cara de pasmo. "Não acredito", disse o Edu. "Pois acredita, a gente criou um monstro, uma nova seita".
No dia seguinte, contamos pro Cristóbal, que caiu na gargalhada e falou: "Vocês não tão esperando que eu acredite nisso, tão? Achei foda que vocês passaram a tarde toda se acabando na punheta enquanto imaginavam um monte de mina pelada. Mas ninguém vai engolir essa história". Só coloquei uma cópia da fita que a gente tinha gravado em cima da mesa pra ele ver...
3 comentários - Las testigos de jehova
Saludos.